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Priminha tímida vira tarada

Autor: Mário
Categoria: Heterossexual
Data: 11/03/2005 00:24:10
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Isto não se passou comigo, mas sim com um grande amigo meu. No início eu disse que era impossível ter sucedido, mas depois tive a prova de que não. E como? Bom, eu conheci a prima dele. Ainda estou a pensar em contar essa outra experiência aqui, mas não é tão interessante como esta história que me contaram. Claro que os nomes são fictícios. *Meu nome é Mário. Sou natural de Portugal, embora meus pais sejam de origens estrangeiras. Meu pai é Italiano e minha mãe é Búlgara. Não sei se isso influencia muito a minha aparência, mas o que é um fato é que sou moreno, com 1,84m de altura e 86 quilos. Faço muito desporto e sou rigoroso com os meus treinamentos. Fui campeão de Full-Contact há uns 2 anos. Tenho hoje 29 anos. Tenho cabelos e olhos negros. Sou bem peludo no peito. O meu sorriso é admirado por muitas mulheres. Dizem que tenho o mistério no olhar. *

*A história que vou contar, aconteceu há uns 3 anos. *

*Eu moro na Capital e sou designer criativo numa agência de publicidade. Vivo rodeado de mulheres belas e oportunidades incríveis. Nunca tive muita dificuldade em estar acompanhado por uma bela mulher, por isso nunca fui de ficar atrás de mulher por muito tempo. Achava que era muito fácil. Talvez por isso, o que ocorreu com a minha prima me tenha tocado tanto. *

*Ela é filha da irmã do meu pai. Seu nome é Fernanda.*

*Ela sempre foi muito introvertida. Tímida ao extremo e somente se dedicou aos estudos. Vivia oprimida pelos seus pais que a protegiam de forma tirânica. Ela nem podia ir estudar a casa dos seus colegas. Viveu sempre tolhida nas suas ações e ainda hoje ela mora com eles. Ela tem 33 anos, é professora de liceu e chefe de conselho da escola também. Ela tem cerca de 1,54m (meio baixinha porque sempre usa sapato de salto raso), com cerca de 50 e poucos quilos. Sempre quis manter a linha. Talvez porque tem uma estrutura algo desequilibrada. Seu tronco é bem magro e curto de ombros, mas suas ancas são avantajadas, embora não seja gorda. São seus genes. Já sua mãe é assim. Quando eu era adolescente, lembro de que era hábito irmos em família a uma praia fluvial perto da Capital. Ela usava um fato de banho completo. Daqueles que cobre tudo. Mas dava para perceber seu corpo. Tinha uns seios avantajados e bem seguros. Não descaíam quase nada. E o papinho de sua xaninha era bem volumoso. Chegava a ser bem mais volumoso que qualquer outro que eu tenha visto. *

*Eu sempre fui sacana e dava indiretas a ela. Ela ficava vermelha de vergonha quando eu falava de sexo ou das minhas namoradas. Não tardava e ela se afastasse envergonhada e incomodada com a conversa.*

*Ela sempre foi o geniozinho da família. A primeira a se doutorar na faculdade. Eu nunca liguei para isso. Nem eu, nem meus primos. Mas havia alguma censura dos nossos pais devido a isso e sempre nos mostravam aquela prima como o modelo a seguir. Bom, mas continuando ao ponto central da história...*

*Depois de vários anos sem nos vermos. Há 3 anos, encontrei-a num shopping fazendo compras. Aproximei-me dela e tapei seus olhos pelas costas. Ela estremeceu toda ao meu contato. Como se tivesse tido um choque elétrico. Ela virou-se assustada e eu ri na sua cara. *

*- Que é isso, priminha? - falei rindo imenso vendo sua cara de surpresa. - É preciso ficar assim?*

*- Mário... - falou, furiosa. - É preciso fazer assim? Deixaste-me com o coração aos pulos.*

*- Ah, perdoa! Pensei apenas em fazer uma surpresa. Quando eu te vi aqui nem queria acreditar. Que é feito de ti? Já não te via há séculos...*

*- Bom, tá tudo bem. - ela estava bem mais calma agora e sorria. - Tenho seguido a minha vidinha de sempre. *

*Enquanto ela falava eu dava uma espiada nela. Estava com um penteado super retrógrado e com uma roupa que a faziam bem mais velha. Sempre muito conservadora. Vestia um conjunto de saia-casaco cinzento escuro e bem fechado até ao pescoço. Mas dava para notar que continuava a mesma. Talvez com as ancas mais redondas, mas fora isso, igual. Baixinha e frágil como sempre.*

*Convidei ela para tomar um café e colocar a conversa em dia, mas ela escusou-se porque estava com pressa. Eu sempre tinha conseguido manter a minha decisão com ela e desta vez não foi diferente. Quando ela deu por isso, já estávamos numa mesa de um barzinho ali do shopping.*

*- Mas, Mário, eu tenho que voltar para o liceu. Tenho aula para dar ainda esta tarde.*

*- Shhhhh.... relax! Estás pálida e com a garganta dolorida. Para mim, isso é resfriado.*

*- O quê?? Mas eu não estou...*

*- Shhhhh.... vou pedir um cházinho e já melhoras.*

*Ela percebeu que eu não ia deixa-la ir e depois de mais insistência se deu por vencida e acedeu a ficar um pouco conversando da nossa vida. Não demorou muito para eu saber que ela não tinha muito mais para contar. A sua vida era uma rotina só e ela definhava cada vez mais naquele liceu aguentando aquelas crianças infernais. Ela nunca gostou de criança. Por isso nunca entendi como ela poderia ter seguido aquela profissão. Acho que foi por influência dos pais como sempre. Ela gostava muito mais de animais do que de criança. Deveria ter sido veterinária, isso sim!*

*Quando eu falei da minha vida atribulada, com viagens a todos os cantos do mundo, das minhas aventuras profissionais e pessoais, ela ficava em êxtase, como se estivesse a ver uma filme irreal. Quando falei das minhas desventuras amorosas, ela corou de novo e engoliu várias vezes da xícara de chá. Chegou mesmo, num dado momento a desapertar o primeiro botão do casaco, meio acalorada.*

*Perguntei-lhe se ela já tinha namorado, se já tinha estado com um homem. Fui assim direto e insensível. Ela ficou pálida e tremeu seus

lábios. Seus dedos dedilhavam nervosos no tampo da mesa. Eu segui implacável. Perguntei coisas íntimas. Ela ia ficando cada vez pior.

Chegou a ficar vermelha de novo e explodiu, dizendo que eu estava a ser grosseiro e que não tinha nada a ver com isso. Eu pedi-lhe que se

acalmasse e que não perguntava por mal, mas porque me importava com ela e a sua felicidade. Seus olhos estavam quase a lacrimejar.*

*Ela disse que não tinha tido muitas oportunidades e que era muito tímida. Que as coisas não aconteciam com ela, conforme acontecia com as outras pessoas. *

*- Será que não é porque construíste um muro à tua volta? - perguntei-lhe.*

*- Como assim? - Ela perguntou, meio receosa da resposta.*

*- Bom, parece que fazes de propósito para que os homens não se aproximem. Vestes-te de forma retrógrada e com um look, nada atual.

Pareces fria e áspera. *

*Ela ficou pálida de novo e fez menção de se levantar. Eu agarrei forte o seu braço e com alguma pressão e um olhar direto e firme, fiz ela se sentar de novo, vencida.*

*Ela agora deixou correr as suas lágrimas, lentamente. Calmamente. *

*- Divertes-te a gozar comigo. Com as minhas falhas. Com os meus defeitos. És cruel.*

*- Sim, eu sei! - concordei, sorrindo, sarcástico. - Mas vou fazer algo para te ajudar. Vem comigo.*

*Ela ficou surpresa e nos primeiros momentos, apenas me seguiu, sem reação. Depois perguntou-me onde a levava e que tinha compromissos a que não podia faltar. Eu parei, as minhas mãos agarraram-na forte pelos ombros. Olhei bem dentro dos seus olhos e encostei-a ao meu tronco, de modo a que ela sentisse o calor do meu corpo. Sentia-a vibrar nas minhas mãos. Eu delirava com essa sensação de poder sobre aquela mulher frágil. Sentia-a dominada ante a minha vontade.*

*- Hoje não tens mais compromissos que os que eu te disser. Vou te ajudar a mudar a tua vida. Confia em mim.*

*- Mas que vais fazer?*

*- Primeiro que tudo vamos ao cabeleireiro. *

*- Mas...*

*Eu não esperei mais e levei-a pelo braço até um cabeleireiro ali perto. Cheguei lá e dirigi-me a um dos profissionais do local. Falei um pouco com ele olhando minha prima que se sentia super incomoda naquele lugar e se encolhia toda ali no meio do salão. Ela parecia ainda mais fraca. *

*Logo, o cabeleireiro a levou até uma cadeira e colocou uma toalha branca em volta do seu pescoço. Nem perguntou como ela queria cortar. Eu tinha lhe dado instruções claras.*

*Fiquei ali, lendo e indo verificando os progressos. Estava a ficar com os seus cabelos castanhos, num estilo bem mais moderno. Tinha retirado bastante cabelo de fronte da face e deixado aquelas pontas escadeadas. Bem bonito. Parecia outra. No fim, paguei o serviço e levei-a a uma loja de roupa. Mandei ela para um mostrador e com a ajuda da assistente da loja fui buscando roupa com o número dela. Depois fui passando para ela vestir e aguardava do lado de fora. A cada muda de roupa eu pedia para ver como ficava. Nem lhe perguntei qual ela gostava mais. Fui eu mesmo quem escolheu a roupa que comprei para ela. Saí da loja com o saco de compras e passamos numa sapataria. De novo, fui escolhendo uns sapatos altos e umas botas bem bonitas.*

*Ela estava quase muda. Parecia entontecida com tanta coisa que se estava passando e não tinha reação. Eu fui aproveitando e fui levando as minhas intenções avante. Depois foi a vez da lingerie. Quando entramos na loja ela tentou recuar, mas eu peguei ela pelo braço e a levei comigo. Entramos e utilizei o mesmo método. Eu escolhia os modelos com a assistente, que por acaso era bem bonita e ela esperava angustiada no provador. Quando eu cheguei com os modelos ela disse que não ia vestir aquilo e que iria embora. Eu olhei ela bem firme e disse que se ela não os vestisse eu iria fazer um escândalo ali mesmo e que diria seu nome bem alto para que soubessem quem ela era. Ela olhou-me com ódio e tinha os nós dos dedos brancos de tanto formar punho. Mas eu não recuei nem um pouco. De novo ela baixou os olhos e foi vencida pela minha decisão. Pegou nos modelos e fechou a porta do provador. Eu esperei do lado de fora, mas me esforçando para aguentar a espera. Eu estava muito curioso para saber como ela ficava em lingerie. Chegou num momento que

eu percebi que ela tinha vestido pelo menos um conjunto e bati na porta. Ela ficou em silêncio e eu falei, bem encostado na porta do provador em voz sussurrante para mais ninguém ouvir:*

*- Abre logo essa porta ou eu abro na força! Eu avisei que faria escândalo.*

*Ficou mais um momento em silêncio, mas percebi que ela se movia lá dentro. O trinco correu e eu empurrei a porta. Ela estava encostada ao espelho com o casaco da sua roupa tapando o seu corpo que se notava desnudo. Eu encostei a porta e cheguei bem perto dela. Ela encolheu-se mais ainda e virou a cara para o canto quando aproximei a minha face da sua. Então encostei a minha boca no seu ouvido e falei bem devagar e sussurrando:*

*- Eu falei que queria ver como ficava esses conjuntos.*

*Então eu peguei no casaco que ela mantinha a tapar o corpo e arranquei das suas mãos violentamente. Ela deixou escapar um pequeno queixume e colocou um braço sobre os peitos e o outro entre as pernas. Eu fiquei encostado à porta encerrada, mirando bem aquele corpinho na minha frente. Sem dúvida que já tinha visto corpos mais esculturais. Até a assistente da loja de lingerie era bem melhor, mas esta minha prima tinha a faculdade de me deixar doido e em grande excitação. Talvez por ser um fruto proibido. Talvez pela sua fragilidade e inocência apesar da idade. Talvez por ser ainda virgem e sem experiência. Cheguei perto de novo e devagar, mas firmemente, fui afastando o seu braço que rodeava os seios. E depois o outro que estava entre as suas pernas, tapando aquele

pequeno montinho que eu recordava tão bem. Ela tinha os pêlos bem grandes e não estavam aparados. Saíam de entre a pequena renda da

calcinha. Mas ainda me deixava ainda mais excitado. Eu sentia meu pau vibrar dentro das minhas calças. Já formava um volume considerável. Ela tremia nas minhas mãos enquanto a mirava. Sentia-se completamente desnuda à minha frente. As lágrimas corriam nas suas faces.*

*- Veste os restantes modelos. - ordenei.*

*Saí e fiquei à espera. Tudo se repetiu durante as restantes 4 mostras de modelos distintos. No fim, decidi levar um modelo de renda

transparente preto e um modelo de lycra vermelho que deixavam apenas um pequeno fio naquela bunda enorme. Deixava-me em fogo. Saímos e fomos em direção ao meu carro. Ela já nem me dizia nada. Seguia ao meu lado cabisbaixa e completamente dominada. *

*Levei para o meu carro, um Honda S2000 vermelho descapotável, e abri-lhe a porta. Ela ficou gelada na minha frente.*

*- Para onde vamos? Eu tenho o meu carro no outro lado.*

*- Sim, eu vou-te levar até ele. Entra!*

*Ela ficou desconfiada, mas ao fim de um tempo ela entrou. Eu coloquei os sacos na mala do carro e entrei também. Liguei o carro e fiz o motor roncar, recuei e segui em direção a uma saída. Quando ela deu conta que tínhamos saído do shopping, virou para mim a chorar e perguntando onde eu a levava. Eu não dizia nada. Apenas dirigia. Ela olhava para todo o lado tentando saber o que fazer ou encontrando uma saída. Eu nem ligava às suas perguntas e lamentos. Ela começou a entrar em pânico. Tentava abrir a porta em andamento, mas eu tinha fechado no sistema central. Apenas eu poderia abrir. Ela chorava desconsolada e me pedia para parar e voltar atrás para a deixar no seu carro.*

*Eu parei depois de uma curva e puxei o travão. O carro guinchou com as rodas bloqueadas. Eu tiro o cinto de segurança e com a minha mão esquerda eu pego ela pelo pescoço. Ela arregala os olhos para mim, aterrada. *

*- Olha aqui. Eu estou farto de toda esta história da priminha ingênua e inocente! És apontada por toda a família como o exemplo a

seguir, mas se queres saber, acho que és uma triste. Apesar do curso superior e da carreira letiva, acho que nem sabes o que é viver. Não

saíste nunca das "saias" dos teus pais e não conheces nem uma décima parte do mundo em que vives. És virgem porque sempre tiveste medo do desconhecido. Não porque seja uma opção. Tu é que te obrigaste a tal para corresponder às vontades e ilusões da família. Para mim ainda nem sequer começaste a viver. Agora cala-te e segue em silêncio. Tudo o que te posso dizer é que eu vou-te dar a chance de saíres desse casulo. Shhhhh... silêncio. Juro que te dou uns tapas se não te acalmas...*

*Ela soluçava nervosamente nas minhas mãos. Mas continuei impiedoso. Voltei a dirigir e segui o meu caminho. Ela tinha ficado roendo as unhas enquanto olhava as diferentes paisagens a passar pela janela do carro, que voava naquela estrada em direção aos subúrbios da capital.*

*Cedo chegamos ao meu objetivo. Um descampado que fica depois do rio Tejo que separa a capital do Sul. Eu conhecia aquele local porque eu já tinha usado antes em aventuras diferentes. Era isolado e meio selvagem porque só se chegava lá conhecendo os acessos. Eu parei no meio de uma nuvem de pó. Mandei ela sair e peguei nos sacos das compras. Depois fui andando por um carreiro de mato sem olhar para trás. Eu tinha fechado a porta do carro e sabia que se ela fosse andando ela demoraria imenso a chegar a qualquer local habitado. Além disso em apenas meia hora iria escurecer e já estava ficando bem frio. Deixei ela lá e fui até um antigo barracão que estava em ruínas, mas que mantinha as paredes e parte do tecto. Entrei lá e aproveitei para acender o candeeiro a petróleo que eu tinha trazido e ajeitar as coisas por ali. Eu já tinha usado antes, como eu já tinha referido, por isso não demorou muito a estar bastante confortável. A luz ficava escondida do exterior devido às paredes robustas que circundavam o barracão e que antes tinha sido de uma antiga fortificação. Estava abrigado do frio e sempre podia fazer uma fogueira. Foi isso mesmo que fiz e pouco depois estava a aquecer-me ao fogo. Em toda esta altura ainda não me tinha preocupado com ela. Sabia que ela teria que ir ali se não quisesse morrer enregelada. Tinha passado bem uma hora e pouco quando ouvi um ruído atrás de mim. Sorri, vitorioso.*

*- Mário, tens que me levar de volta. Não sejas louco! Devem estar todos preocupados. Eu disse que não demorava nas compras. *

*Eu fiquei calado, apenas mirando o fogo crepitar na minha frente. Eu tinha me deitado em cima de umas cobertas que eu sempre trazia na mala do carro. Nunca se sabe quando são necessárias. Ela veio para a minha frente e gritou que queria ir embora e descarregou em pranto. Cambaleou e caiu em joelhos na minha frente, chorando convulsivamente. Eu, ergui-me um pouco e peguei no seu queixo. Ela ficou a olhar para mim, com os seus olhos castanhos marejados de água. *

*- Queres que eu te leve ao teu carro?*

*- Quero... por favor! - suplicou.*

*- Tudo bem, eu levo. Mas antes vais fazer uma coisa por mim.*

*Ela ergueu-se de súbito, assustada. Perguntou a medo:*

*- Que ... coisa?*

*- Nada que ainda não tenhas feito, não receies! - voltei a esticar-me reclinado a ver o fogo. - Apenas quero que vistas essa lingerie e o vestido que comprei para ti, assim como os sapatos. Quero ver tudo o que te pedi para fazeres, para ver como fica. Afinal, foi o que eu dei de presente.*

*Ela ficou pensativa. Meio temerosa, sobre as minhas intenções. Mas quando viu que sem fazer o que eu pedia, não iríamos embora, ela foi pegar os sacos das compras. Foi depois tentar encontrar um canto escuro que eu não pudesse vê-la de onde eu estava. Mas aí, eu levantei e busquei uma coisa no saco que eu tinha tirado do carro. Um pequeno estojo. Então eu disse para ela:*

*- Olha aqui, antes de vestir isso, faz uma limpeza antes.*

*- Como assim? - ela não entendeu.*

*- Rapa os pelinhos todos do teu papinho.*

*Ela ficou estarrecida. Balbuciou algumas palavras desconexas e mexeu-se inquieta.*

*- Calma. Não é nada, não, mas viste como ficaste quando vestiste aquele conjuntinho antes? Há que ser rigoroso. Assim não fica tão mal. Rapa tudinho. Não estou a pedir nada demais. Vai, que depois nós vamos embora.*

*Ela ficou meio hesitante, mas pegou no estojo e eu voltei ao meu lugar junto da fogueira. Estava uma noite bem gelada e dava para ver que a cada respirada dela, saía fumo do seu calor corporal. Eu estava muito excitado. Eu tentava esconder a minha excitação porque me poderia denunciar sobre minhas reais intenções, mas estava difícil. Ela demorou cerca de 20 minutos a retornar do seu canto. Quando ela ficou na minha frente eu nem queria acreditar. Ela estava com um mini-vestido branco que lhe dava apenas por baixo da bunda. De onde eu estava dava para ver a calcinha vermelha. Embora ela traçasse as pernas para se proteger o mais possível. Ela não conseguia andar muito bem com aquelas sandálias de salto alto e com tirinhas a subir a sua perna, entrecruzadas. Também estava de braços apertados devido ao frio. Dava para ver os bicos dos seios durinhos devido ao frio, através do tecido finíssimo do vestidinho. Então eu me ajeitei melhor e pedi para ela fazer um strip para mim.*

*- Mas... disseste-me que era só para eu vestir isto.*

*- Ledo engano. Eu disse que queria ver tudo aquilo que eu comprei. Assim não dá para eu ver a lingerie.*

*Ela ficou um pouco quieta, mas o frio apressava-a . Além disso, eu conseguia perceber que a sua calcinha estava com uma pequena mancha logo abaixo do seu montinho. Ela estava a ficar molhadinha e isso me deixou de pau duro se ainda não estava. Aos poucos ela começou a tirar uma das alcinhas do vestido. Depois a outra. Entretanto, ela deliberadamente ou não, foi entreabrindo as pernas de forma sensual e pude verificar que de fato, estava com a calcinha molhadinha. Eu subi a minha perna para que ela não visse o volume evidente nas minhas calças. Ela então foi tirando a outra alça. Depois deixou ele escorregar pelo seu corpo e ficou retido nas suas ancas volumosas. Ficou apenas com o vestido pela cintura e um soutien minúsculo vermelho de lycra a tapar os seus biquinhos que a esta hora estavam escandalosamente volumosos. Pareciam preencher todo o paninho do soutien. Então ela abaixou um pouco onde deu para ver aqueles seios volumosos balançarem na minha frente e deixou cair o resto do vestido até ao fundo das suas pernas, ornamentadas com as tiras das

sandálias. Ficou em pé na minha frente, meio incomodada. Eu agora podia vê-la com aqueles peitos grandes e um tronco magro, encaixado numas ancas largas que possuíam um papinho sobressaído entre as pernas. Fiz sinal para ela dar uma voltinha para eu ver, porque nem conseguia pronunciar palavra ao mira-la assim. Estava completamente em fogo. *

*Ela foi-se virando, meio sem jeito e envergonhadíssima. Ao mesmo tempo eu via que a mancha da sua calcinha estava mais que evidente. E seus peitos pareciam saltar dos panos que o tapavam. Ela tremia e eu sabia que não era de frio. Ela estava a começar a sentir tesão. Eu sabia. Já o tinha visto anteriormente.*

*- Tira essa lingerie! - ordenei, com a minha voz rouca.*

*- Não, isso eu não faço. - gritou ela abraçando os seus seios de novo, retraída. - Disseste que eu só tinha que fazer isto.*

*- Eu disse que tinha de ver tudo aquilo que te comprei. Incluindo o pedido de rapar os pelinhos. Que é que foi? Não vou comer

nenhum pedaço. Queres ir embora? Pois faz isso e vamos.*

*- Prometes??*

*- Claro que sim. Vamos lá, está frio e ainda apanhas uma pneumonia!! - sim, sou um sacana mesmo.*

*Ela ainda hesitou bastante, mas não vendo outra solução ela foi retirando aos poucos as tiras que seguravam os paninhos do soutien, mas

virou-se de costas até retirar tudo. Depois foi a vez da calcinha. Tudo ainda sem se virar. Estava com as mãos tapando os mais que podia. Eu entretanto tinha libertado o meu pau da sua prisão e estava ereto pulsando por uma grutinha de carne. Ela não tinha visto e ainda estava envergonhada, protegendo a sua intimidade. Finalmente ela vira e de olhos no chão, por vergonha, ela se mostra para mim na sua plenitude. Os seus mamilos estão enormes e escuros na sua pele alva. E seu montinho está liberto de qualquer pelinho. Liso e brilhante, devido à sua lubrificação. Ela não consegue evitar de demonstrar que está excitada com tudo aquilo. Agora eu posso mirar aquele montinho que tanto desejei, liberto de qualquer obstáculo. Pedindo para ser devorado. *

*Então ela levanta os olhos para mim e repara que estou com meu pau a descoberto. Ereto e pujante. Ela afoga um gritinho e se cobre com os braços e as mãos de novo. Mas não descola os olhos do meu pau. Como se receasse que fosse uma cobra que estivesse a dar o bote.*

*Eu levantei e saltei para cima dela. Agarrei-a forte e em breve a subjuguei apesar dos seus esforços. Eu era bem mais forte. Tinha a

agarrado pelas costas e a apertava contra o meu peito. Ela sentia o meu pau nas suas costas e se contorcia toda nos meus braços. Ela berrava como uma histérica enquanto eu apertava seus peitos nas minhas mãos. Depois passei minha mão esquerda no seu papinho e introduzi de leve dois dedos. Ela gemeu fundo e denotei que estava um mar de líquido naquela buceta. Então ainda de costas eu peguei seu pescoço e fiz ela levantar sua cabeça e fiquei a poucos centímetros da sua cara. Ela deixava escorrer lágrimas, mas seus gemidos e sua boca diziam bem o que queriam.*

*- Deixa de ser hipócrita. Tu queres isto mais ainda do que eu. Apenas não tens coragem de ir em frente. Vamos admite. Queres ser

possuída como uma mulher. Ser amada como uma mulher deve ser. Poder obter prazer do contato entre homem e mulher. ADMTE!!.... - gritei na sua cara e dei um tapa leve nela. *

*Ela gemeu de novo e senti ela ter uma tremura por todo o corpo e reparei que líquido se espalhava pelas suas pernas. Fui verificar com

meus dedos e retirei-os cheios de porra dela. Então eu a fiz engolir o seu próprio gozo colocando meus dedos melados na sua boca. Ela revirou nas minhas mãos mas não parava de verter líquido. Estava em constantes orgasmos. *

*Então eu a virei de frente para mim e comecei a chupar e lamber seu pescoço... depois seus seios e chupava como se quisesse sugar todo o seu corpo por ali. Ela gemia que nem uma ensandecida. Apertava um dos seios com uma mão e rodava seu mamilo de leve, enquanto chupava um e depois trocava. Deixei o seu peito todo molhado da minha baba. Ela tremia convulsivamente. Tinha as pernas bambas e só se mantinha em pé devido ao meu apoio. Continuei meu banho de língua com ela em pé e fui descendo até ao seu umbigo onde me demorei mais um pouco batendo com a minha língua no seu buraquinho e dando pequenas mordidas na sua barriga. Cedo

cheguei ao seu montinho e com calma fui rodeando, sem ir direto ao "tema". Sempre lambendo e chupando. Ela ia gemendo sem oferecer já nenhuma resistência.*

*Então eu aproveitei um pequeno movimento do seu tronco e enfiei minha língua naquele papinho volumoso. Que delícia! Estava encharcado de porra dela e pungente. Mal introduzi minha língua denotei que tinha ainda seu cabaço. Mas isso não impediu que tivesse outro orgasmo e teve que se apoiar na minha cabeça que ainda estava encaixada no meio das suas pernas. Comi ela com muita vontade e ela foi-se entregando completamente a minha boca. Tinha quase perdido o conhecimento de tanto gozo estava a ter com tudo aquilo. *

*Decidi deita-la em cima da coberta estendida no chão junto ao fogo e afundei de novo na sua xoxota. Trabalhei-a bem, lambendo e chupado com mestria. Ela já estava completamente minha. Se contorcia toda. Rebolando na minha boca.*

*Não aguentei mais e sabia que tinha de possui-la. Agora não tinha volta. Eu estava como louco. Fui subindo e beijei-a primeira vez bem

fundo, bem forte. Com o gosto do seu próprio gozo. Ao mesmo tempo fui posicionando meu rolo na sua entradinha apertada. Ela quando percebeu, abriu muitos os olhos e tentou me tirar de cima. Balbuciou umas palavras incoerentes dizendo que era virgem, mas eu estava que nem um animal. Mal senti que estava na entradinha forcei um pouco a entrada e quando senti aquela sensação de entrada da cabeçona eu mandei tudo para dentro. Com violência. Ela berrou como uma loba, se contorcendo debaixo de mim, mas não era de dor, não. Era um misto de dor/prazer que a deixou louquinha. Sei disso, porque se agarrou bem forte a mim e suas pernas me rodearam a cintura se abrindo toda. Eu mal a senti toda aberta à minha entrada, comecei a socar bem fundo. Devagar e forte no início. Ela gemia e estremecia a cada investida. Eu a sentia ter orgasmos atrás de orgasmos. Parecia não acabar nunca. *

*- Viste? - rugia eu ao seu ouvido. - Eu sabia que eras uma putinha como as outras. Que gostas de pau como qualquer mulher. *

*- Ah, sim... me chama de putinha. Me arromba toda. Força, mais força. Arregaça minha buceta toda. Faz-me mulher!!*

*- Gostas, não gostas, minha putinha! Minha porca...*

*E continuava cada vez mais forte bombando nela, aumentando sempre a velocidade. Ela rangia os dentes, mas aguentava com ganas. Eu adorava ver aquela mulher pequena e frágil sendo arregaçada daquele modo. A mulher que todos diziam ser o modelo de virtudes, querendo rola como qualquer putinha. Eu estava em delírio.*

*- Seus pais deveriam ver a sua filhinha agora. Sendo possuída sem dó. E gostando. Eles não sabem a putinha que têm em casa.*

*- Sim... chama-me de puta. Massacra minha xaninha. Possui-me como uma puta. Quero tudo dentro de mim. Vamos, mais rápido.*

*Eu continuava meu trabalho, cada vez mais forte. Bombando aumentando a velocidade. A cada investida, ela deixava escapar um gemido e suas pernas iam-se abrindo aos poucos ainda mais. Eu sabia que ela estava quase a ter um orgasmo violento. Então eu levantei e fiquei em joelhos fora da sua xoxota que reluzia à luz do fogo, toda melada. Ela ficou deitada no chão, de braços e pernas abertas, olhando surpresa para mim. Não entendia porque eu não tinha continuado. O porquê de eu ter parado logo agora. *

*- Quero ouvir-te pedir para seres possuída. - disse-lhe mantendo-me ali com o pau ereto e balançando na sua frente. - Quero que

me implores que te estupre. *

*Ela ficou meio sem reação, mas seus olhos revelavam que ela queria e muito. Então logo se recompôs e se ergueu de joelhos enquanto eu ficava de pé. Pegou no meu rolo com as duas mãos e primeiro deu beijinho nele, olhando para mim de lá debaixo. Depois foi ganhando coragem e logo começou a tentar colocar na boca, mas ficou difícil, porque ela tinha a boca pequenina e meu pau é relativamente grande. Não em tamanho, porque tem uns 18cm, mas em grossura que terá cerca de 6 centímetros de diâmetro. Então foi lambendo a pontona e o resto do mastro melado da sua própria porra. Dava pequenas mordidas e punhetava ao mesmo tempo. Depois chegava no saco e botava as bolas na boca, chupando. Teve uma vez que ela exagerou e fincou quase o dente. Então, tive que dar um tapinha na sua cara, para ela ganhar juízo. Eu estava em ponto de ebulição com tudo aquilo.*

*Então eu segurei ela bem na frente do meu pau e enfiei a ponta o mais que pude na sua boca. Ela gemia, incomodada, mas eu nem ligava. Apenas segurava firme a sua cabeça ali bem na frente. Não aguentei muito mais e descambei numa enorme explosão de porra bem na boca dela. Ela ficou engasgada com tudo aquilo e ameaçou golfar, mas conseguiu se controlar e foi toda melada na cara com a minha porra. Ficou toda lambuzada. Não contente com isso eu ainda esfreguei o caralho na cara dela, limpando os restos de sêmen que tinha ficado.*

*- Esse é o teu castigo. - disse batendo com o pau ficando mais mole na sua cara. Tipo tapadinhas. - Eu avisei para me implorar, não foi?*

*A sapeca ainda olhou para mim com um sorriso de putinha, toda melada e se lambeu toda, levando os restos de porra para a sua boca e chupando os dedos. *

*- Mário, fode a tua prima, vai! Estupra a sua boceta que está ardendo por ser comida de novo. Faz isso por mim. - dizia chupando um

dos dedos com cara de sapeca.*

*Eu não me fiz de rogado, peguei nos seus cabelos por trás e mandei ela ficar de quatro na minha frente. Ela rebolou a sua bunda na minha frente e olhava de ladinho para o que eu ia fazer. Levantou o rabo o mais que pôde para eu poder chegar com facilidade na sua entradinha. E eu não escusei. Coloquei a cabecinha e quando senti que estava lá, eu peguei nos dois lados das ancas largas e mandei uma estocada violenta nela. Ela estremeceu nas minhas mãos e mandou um urro de prazer. Desta vez não foi de dor, não. Fui bombando nela, assim de quatro e ela rebolava-se toda na minha frente. Estava a ficar bem boa nisso.*

*Mas eu tinha outras intenções. Então eu deixei meu pau ficar bem melado enquanto ia colocando um dedo no seu buraquinho do cuzinho. Era bem pequenininho e apertado. Isso me deixava ainda mais excitado. Ela dava pequenos gemidos, arrepiada com aquilo. Então consegui colocar dois dedos. E foi ficando mais rebolada.*

*Não esperei mais e numa das investidas deixei meu pau de fora e apontei no buraquinho. Ela sentiu a pontona do meu cacete no traseiro e tentou se baixar, mas eu já prevendo isso tinha-a seguro pela cintura e mantinha lá, sempre forçando aos poucos. Começou a gritar e a me chamar de tudo o que vinha à boca, mas eu nem ligava.*

*- Podes gritar quanto queiras!- Rugi enquanto ia entrando cada vez mais. - Eu hoje me prometi a mim mesmo te mostrar e tirar todos os

tabus do sexo. Vais ver que depois não queres outra coisa. *

*Quando estava já um pouco mais de metade, eu segurei bem firme as suas nádegas bem abertas e entrei com tudo. Senti as suas carnes se moldarem de forma brusca à minha passagem e ia sentindo aqueles impulsos e convulsões dos músculos das suas entranhas a se habituarem ao meu tamanho.*

*Ela estava com a cara enfiada nas cobertas e chorava de dor. Eu esperei mais um pouco até se habituar ao meu cacete e aos poucos comecei a bombear. Não demorou muito a estar num frenesim intenso sacudindo o corpo magrinho dela na minha frente. Então eu agarrei ela pelos cabelos e com a outra mão comecei a masturba-la no seu grelinho. Introduzi um, depois dois dedos dentro da sua grutinha e fui massageando bem gostoso. Depois larguei seus cabelos e quando senti que estava quase a explodir em prazer na sua bunda, fiquei deitado nas suas costas, mas agarrei seu pescoço, apertando um pouco ao mesmo tempo que me chegava o gozo. Ela ficou vermelha com um pouco de falta de ar, sentindo meu membro dentro dela pulsando querendo gozar e minha outra mão crispada dentro da sua boceta encharcada.*

*Então eu não aguentei mais e gozei tudo dentro dela. Ela sentiu os jorros de porra invadirem suas entranhas que ardiam. Mas ao mesmo tempo, a cada jorro que saía, eu apertava ou largava o pescoço e ela não se aguentou, gozando também molhando as suas pernas que escorriam em cima da coberta.*

*Meu cacete foi ficando mole dentro ainda dela e aos poucos fui removendo. Quando tirei tudo dei uma olhada e reparei que tinha descambado aquela bundinha. Estava todo aberto aquele buraquinho que antes era bem apertadinho. Ela se encolheu toda e me pediu que a abraçasse. Então ficamos um bom tempo ali deitados ao calor do fogo que crepitava.*

*Ela ao fim de um tempo virou para mim e beijou-me na cara agradecendo por aquilo que tinha feito. Nunca se tinha sentido tão desejada e tão mulher como naquela noite. Pediu-me até que eu fizesse o mesmo mais algumas vezes no futuro.*

*Eu claro que a sosseguei e disse que sempre que necessitasse, eu estaria lá para lhe dar todo o prazer que ela quisesse.*

*Bom, resta dizer ainda que fomos embora de lá numa boa e depois disso ela virou uma verdadeira putinha. Ainda mais tarada que eu. Por vezes, fico pensando que criei um monstro. Um monstro apetitosíssimo, mas uma tarada completa... *

Comentários

rodrigo
08/06/2005 05:43:16
ideia de boy no comentario nem curto isso s 2000 comprei uma pa de blusa ishi rss ela tinha que vestir pq eu comprei af se fosse minha prima ela dava um tiro na sua fuca seu playboi do caraio
WILSON
13/03/2005 02:46:31
Péssimo..esse contos tem que serem mais pequenos...tem que se fazer uma sinopse..agente perde muito tempo lendo
DENTINHO
11/03/2005 13:27:42
MUITO BOM!!!
Nao tenho
11/03/2005 12:38:01
Horrivel,ate parece q voce tem um Honda S2000,vlw caozero

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