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Quando eu tinha doze anos

Um conto erótico de Filho de Estimação
Categoria: Homossexual
Data: 12/03/2005 20:14:45
Nota 9.75
Assuntos: Homossexual, Gay

Eu era um garoto de 12 anos. Gordinho, fofinho, em plena puberdade. Só pensava em sexo. Tocava punheta umas três vezes por dia, às vezes quatro. O papai me levava, vez por outra, pra tomar banho no rio que passava no fundo do nosso sítio. Tomávamos banho nus, como todo mundo. Eu gostava muito desses momentos, principalmente porque, fora as vezes que via o papai em casa trocando de roupa, era quando eu o via completamente nu. Ele era moreno claro, baixinho, mas forte, meio entroncado, todo peludo nos peitos e na barriga. Eu observava atentamente o seu pau que me parecia bastante grosso, mesmo estando mole; a cabeça do pau, em virtude de ser um pouco maior do que o resto do corpo, estava sempre arregaçada, embora tivesse muito couro recolhido no pescoço; eu observava também os seus ovos, mais ou menos do tamanho de ovos de galinha, de tamanho médio; era como se fosse dois ovos dentro de um saco de couro. O detalhe erótico é que eles sempre se apresentavam bem arrumadinhos embaixo do seu pau, nunca dois ovos caídos lá embaixo, como sacos de touro. Eu achava o máximo e ficava olhando direto pro seu pau e pro seus ovos. Ele notava, mas nem ligava. Achava, provavelmente, muito natural o fato de eu olhar fixamente pro seu pau, talvez por curiosidade, pensava ele. Quando saíamos do rio, molhados, íamos nos enxugar ao sol, pois não tínhamos, - ninguém tinha naquela época, - o hábito de levar toalha. Com o frio, o seu saco ficava bem murchinho, o que fazia com que os ovos ficassem colados ao corpo (hoje eu aprendi que os ovos ficam assim, em busca do calor do corpo) mas o seu pau, assim mesmo, ainda apresentava o aspecto grosso. Eu me deliciava em vê-lo. Tinha muita vontade de pegar, de beijar, de chupar, mas isso era só na minha imaginação. Era só no que eu pensava quando estava tocando punheta.

Era a minha fantasia para atingir o gozo: imaginar que o estava chupando ou estava sendo comido por eledia, era domingo, caminhávamos, eu e ele, em direção ao rio, em plena manhã, quando, em dado momento, o papai saiu da vereda, aproximou-se de uma moita, puxou o pau pra fora e começou a mijar. Não sei porque, mas o seu pau estava naquele estágio em que, embora permanecesse mole, mantinha quase o tamanho e a grossura de quando estava duro, era assim como se estivesse começando a endurecer. Talvez fosse a excitação natural de um homem com trinta e poucos anos, eu acho. Fiquei olhando direto pro seu pau e quando ele terminou, eu aproveitei a oportunidade para fazer um rápido comentário:

- Vixe, papai, por que é que a sua pinta (era assim que ele chamava o pau da gente) está tão grossa assim?

- Não é nada não, meu filho. Isso acontece. – disse ele, balançando o pau pra escorrer a última gota de mijo.

- Quando eu crescer, a minha pinta vai ficar deste tamanho, também? – perguntei-lhe mais como provocação, embora demonstrasse ingenuidade.

- Vai sim, Quando chegar a época ela cresce. – ele falou isso rindo.

- Eu posso pegar, só um instante? O senhor deixa? – pedi de um jeito bem inocente, na forma que só uma criança sabe fazê-lo, embora eu já fosse um garoto crescido. Era um garoto de doze anos, na puberdade.

Ele parou de balançar o pau e, sem guardá-lo, ofereceu-o pra mim.

- Tome, pode pegar. Mas, só por um instante!

Eu fui no outro mundo e voltei, excitado com a idéia de abarcá-lo com uma das mãos. Segurei-o suavemente, senti-o macio e quente, enquanto ele começava a endurecer. Foi quase instantaneamente. Como o cheiro de pau me excita muito, - especialmente o do papai, - não resisti ao desejo de aproximar o meu nariz da cabeça, na parte próxima do cabresto e, aspirando profundamente, cheirei-a, ao ponto de sentir-me embriagado com aquele aroma inconfundível de pau limpo, mas em estado de excitação. Eu conhecia muito bem aquele cheiro, por via indireta, pois vivia a cheirar as cuecas dele, sempre que ele trocava ao acordar, ou ao chegar da rua, quando elas se apresentavam suadas e faziam a minha festa.

Ele, excitadíssimo, com o pau agora duro, lá nas alturas, perdeu as forças e deixou que eu o tocasse livremente.

- Vamos pra cá! Pode passar alguém. – ele falou excitado. Entramos no mato e ele me disse para ficar à vontade. – Faça o que lhe der vontade! É toda sua!

Embora ele me deixasse muito à vontade e nós soubéssemos o que ambos queríamos, mesmo assim, eu não tomei a iniciativa de chupá-lo. Fiquei só acariciando e ensaiando uma punheta. Então, ele vendo que eu não tomava a iniciativa, falou:

- Meu filho, você gostava de chupar o dedo, lembra-se? Pois dê uma chupadinha aí! Você vai gostar! É mais gostoso do que chupar o polegar, pelo menos a cabeça é muito mais macia. – falou isso, apontando pro pau. Ele se referia ao meu hábito de chupar o polegar da mão direita desde criança. Eu chupei o dedo até mais ou menos a idade de 9 ou 10 anos, não me lembro bem.

A coisa que eu mais desejava no mundo era chupar o seu pau, mas nunca podia imaginar que isso viesse a acontecer um dia. Ele mandou que eu me abaixasse, e eu fiquei agachado, daí ele aproximou o pau de minha boca, encostou a cabeça e forçou suavemente. Senti aquele cheiro de pau a que eu estava acostumado a sentir quando cheirava a sua cueca usada, no ponto onde ficava a cabeça. Só tive o trabalho de abrir, escancarar a boca porque era bem grosso e engoli-lo lentamente até onde deu: quase a metade. Ficamos alguns instantes assim, parados. Em seguida ele o empurrou muito fundo, tão fundo que tapou a minha respiração. Procurei, então, controlar a respiração, puxando e empurrando a cabeça do seu pau até a garganta.

- Faça carinho nos ovos, faça! – pediu.

Comecei a mamar, balançando a minha cabeça pra lá e pra cá, enquanto acariciava os seus ovos. Não demorou e ele entrou na fase sem retorno, seu pau deu um salto na minha boca, uma grande seringada de gala jorrou na minha garganta, me engasguei, tentei tirar a cabeça mas ele não deixou, segurando-a com as duas mãos. Mais outro jorro de gala encharcou meus gorgomilos. Fiquei com a respiração parada enquanto todo aquele caldo descia por minha garganta abaixo. Quando o seu pau parou de pulsar dentro de minha boca, ficamos parados por alguns instantes até nos recuperarmos do gozo intenso. Em seguida deixei que o seu pau saísse lentamente de minha boca. Quando já estava fora, tinha uma gota de gala no pequeno orifício da cabeça e eu, segurando com uma das mãos, espremi o seu pau e lambi-a.

Ele olhou pra mim e falou:

- Não vá contar isso pra ninguém não, tá certo? – ele falou isso arquejando, ainda sob o efeito do gozo.

- Não se preocupe, papai. – disse eu, engolindo o resto de gala que ainda tinha na boca.

Descemos despreocupadamente para o rio, onde íamos nos banhar. Quando tiramos a roupa pra entrar n’ água vi que o seu pau embora mole, mantinha ainda toda a grossura de quando estava duro. Demos muitos mergulhos, durante muito tempo, até sentirmos o frio tomar conta de nós.

Saímos do banho, enxugamo-nos ao sol, e fiquei olhando pro saco dos seus ovos murchos pelo frio, mas o seu pau mesmo encolhido tinha o aspecto grosso. Nos vestimos e fomos pra casaNo caminho, conversamos alegremente como se nada tivesse acontecido. Em dado momento, papai não resistindo à curiosidade, perguntou-me:

- Meu filho gostou? Foi bom?

- Ah! Eu gostei demais! – respondi-lhe prontamente.

- Eu notei que meu filho engoliu toda a gala que saiu de mim. Como é o sabor? Você não tem nojo não? Será que não faz mal não? Engolir?

- Não! Eu acho que não! O senhor é que deve saber. Eu acho muito gostoso. Ela tem o sabor de mingau fino de maisena sem açúcar, salobro, com um gosto travoso, assim como cajarana verde, mas é bom.

- Você fala como se já tivesse experimentado antes esse sabor! De quem foi que você andou chupando a pinta, antes de mim? – falou cheio de ciúmes.

- De ninguém, papai! – menti. Foi a primeira vez que chupei uma pinta. – disse-lhe.

Na verdade, não era a primeira vez, foi o seu Chico, um carroceiro cinqüentão que morava no sítio vizinho, cuja mulher era paralítica e vivia prostrada numa cama e numa cadeira de rodas, o primeiro homem a me iniciar na prática do sexo. Foi ele que eu chupei pela primeira vez e que comeu a minha bundinha, também, pela primeira vez. Eu já tinha, portanto, perdido o cabaço para ele. Mas, o pau era menor e mais fino do que o do papai. Isso facilitaria as coisas pra mim, se um dia papai resolvesse me comer. Eu já tinha alguma prática em receber um pau dentro de mim.

Não sei se ele acreditou, mas o fato é que ficou por isso mesmo. Ele não insistiu mais sobre esse assuntoDepois desse acontecimento, ficamos meio envergonhados um do outro; ele mais, em relação a mim, do que eu em relação a ele. Por mim, nós continuaríamos praticando tão gostoso ato, sem nenhum problema. Eu estava sempre disposto a chupar tão gostoso pau, no momento que ele me ordenasse. Mas, ele passou a evitar situações mais íntimas entre nós, a evitar ficar nu em minha frente, fatos que, antes, eram muito corriqueiros. Mas isso não durou muito tempo, felizmente pra mim, pois o papai não era homem de procurar o prazer fora de casa e, um fato novo me ajudou: a mamãe engravidou, e, com o passar dos meses, quando ela entrou no sétimo mês, a barriga enorme não permitia mais relações com o papai, daí ele entrou numa fase de carência, ao ponto de ter poluções noturnas, que são aqueles sonhos que temos e gozamos enquanto dormimos, conforme pude comprovar certa vez ao pegar uma sua cueca usada, cedinho da manhã, para cheirar. Este era um dos grandes prazeres que eu tinha. Nesse dia quando peguei a sua cueca usada, - uma cueca samba-canção branca - ela se apresentava toda melada de um lado, com cheiro de gala fresca, demonstrando que papai gozara enquanto dormia, em decorrência da sobrecarga de hormônios e carência de sexo. Levei-a para o meu esconderijo e lá tive um orgasmo delicioso enquanto cheirava e lambia a sua cueca.

Pois bem, o papai, sentindo que não podia resistir à necessidade de gozar, de foder, de descarregar os hormônios, capitulou. Chamou-me um dia, na boquinha da noite, para retornarmos ao costumeiro banho no rio. No caminho ele parou na mesma vereda do outro dia e puxou o pau pra fora da calça, pra mijar. Eu fiquei olhando direto pro seu pau, enquanto ele mijava. Já estava escurecendo. Puxando assunto, ele me perguntou:

- Meu filho não vai mijar, não?

- Estou sem vontade – respondi, sem tirar a vista do seu pau. Ao terminar, ele segurou o pau pelo pescoço e balançou-o várias vezes para retirar as últimas gotas de mijo.

Em vez de guardá-lo, deixou-o do lado de fora e nisso o seu pau começou a engrossar, a endurecer. Ficou duro que vibrava. Certamente a sua mente estava trabalhando a mil por hora. Entendi então o que ele estava querendo. Comentei com ele:

- Vixe papai, a sua pinta está muito dura! Quer que eu pegue nela?

Era isso que ele estava querendo o tempo todo.

- Claro, meu filho! A pinta é toda sua! Pegue à vontade!

Peguei-a, inicialmente, na posição de pé, com uma das mãos e em seguida me agachei e aproximei a cabeça do meu nariz para sentir aquele cheiro delicioso de pau excitado, de pau limpo, mas excitado. Saindo um pouco do controle, ao sentir o embriagante cheiro, repeti o fungado na cabeça, próximo do cabresto. Excitado com o meu comportamento cheirando o seu pau, ele admirado, exclamou:

- Meu filhim gosta de cheirar a pinta do papai? Cheire à vontade! O tempo que você quiser! Continuei cheirando aquele pau que era puro sexo, passei a língua no cabresto, e voltava a cheirar – dava pra sentir que era muito mais gostoso cheirar ali o próprio pau, do que a cueca que era uma forma de cheirar por meio indireto, de tanta excitação no seu pau, ele começou a soltar o líquido lubrificante, e o cheiro do seu pau recendia nas minhas narinas. Tudo isso me levou a um nível de excitação tão alto que perdi totalmente o controle da situação e não sabia mais se cheirava, se beijava, se chupava. Optei, finalmente, por chupar.

Sem dizer nada, pois eu estava literalmente em transe, procurei em seguida, engolir o seu pau o mais que pude, e só parei de introduzi-la quando senti a cabeça topar no fundo de minha garganta. Ele entregou-se por completo ao prazer, ele próprio, empurrava pra dentro de minha boca o seu grosso pau.

Dessa vez não demorou muito para o gozo vir, pois ele se encontrava cheio de hormônios, carente de sexo e, com alguns movimentos de vai-e-vem, enquanto eu acariciava os seus ovos, o seu pau deu um pulo na minha boca e lançou um jato enorme de esperma no céu-da-boca, em seguida na garganta, e mais outro... e mais outro, enquanto pulsava descontroladamente. Esperei pacientemente jorrar o último jato de esperma, agora bem fracamente sobre minha língua e, então saboreei o seu gosto bem peculiar. Somente no final do seu gozo é que podemos sentir o sabor do esperma do macho, pois os primeiros jatos são lançados diretamente no fundo da garganta.

Fomos pro rio e, como das outras vezes, mergulhamos, nadamos até o frio chegar. Só tomávamos banho completamente nus, um costume bastante difundido. Homens e mulheres tomavam banho nos rios em locais separados, mas todos nus.

Quando o frio chegou, saímos, nos enxugamos e tomamos o rumo de casa. Mas, o papai tinha planos, conforme se verá.

Após andarmos alguns metros em direção à casa, ainda próximo do rio, o papai desviou do caminho e me levou em direção à casa de bomba, local onde estava o motor que puxava água para abastecer o nosso sítio. Fiquei meio desconfiado, mas não falei nada. O papai disse:

- Vamos até a casa de bombas que eu quero lhe mostrar uma coisa.

Quando lá chegamos, tinha um local no chão forrado com papelão, como se preparado por alguém. Papai preparara tudo para o grande momento que ele iria me proporcionar. Ele começou falando:

- Sabe, meu filho, eu gosto muito quando você chupa a minha pinta, e vou deixar, vez por outra, desde que você deseje, que você me proporcione e você mesmo sinta esse prazer, mas, neste momento, o que eu desejo mesmo é meter na sua bundinha. É muito gostoso, você vai ver! Há dias, mês talvez, que eu não gozava. Se não fosse você me quebrar o galho ali, há pouco tempo atrás! Você sabe porquê!Você deixa? Eu sei que você deseja isso mais do que qualquer coisa!

Eu me senti no paraíso, ao ouvir isso dele. Era o que eu mais desejava e, pelo visto chegara a hora. Diante disso, respondi:

- Mas, papai, eu quero muito! Mas, será que a sua pinta tão grossa não vai me machucar não?

- Não, meu filho! Não é grossa assim como você diz, não! Pode ser grossa pra você que ainda é um garoto, mas eu prometo que agirei com muito cuidado e carinho. Se estiver doendo muito, basta dizer que eu paro. Vamos? – Ele falou esta última frase já dominado pela tesão que se apossava de si.

- Papai, não é preciso passar vaselina, não? Sua pinta é tão grossa! – perguntei ansioso, pois já estava acostumado com a do seu Chico.

- Eu trouxe aqui! – falou ele, pegando um tubo que ele escondera num local oculto da casa de bomba.

- Preste atenção, meu filho, eu vou lhe dizer como você deve se comportar, enquanto o pau estiver entrando na sua bundinha...

- Eu sei! – interrompi ele. Devo relaxar bem as carnes, evitar me trancar, deixar a pinta deslizar para dentro, livremente; evitar resistir à introdução, pois é isso que causa a dor, não é isso?

- É isso mesmo! – falou ele entre admirado e desconfiado. Como é que você sabe de tudo isso? Primeiro, a vaselina. Agora você me diz que basta relaxar as carnes. Não vá me dizer que você não é mais virgem! Não me diga que uma pintinha já entrou nessa bundinha! Vamos lá, me conte logo! Quem é que está metendo na bundinha do meu filhim?

- Ninguém, papai! Eu só tenho muita vontade de sentir uma pinta dentro de mim, mas só a sua é a que eu quero! De ninguém mais! E sobre a vaselina, os meus colegas todos falam disso.

Ele me abraçou pegando-me por trás e começou a me cheirar no pescoço, no rosto.

- Vamos meu filhim! Pode me contar quem foi que comeu a bundinha do meu filhim, que eu não me aborreço não. Quem foi?

- Não, papai, ninguém! Eu juro!

Papai riu intimamente, talvez por pensar que ia comer uma bundinha virgem, e deu-se por satisfeito, encerrando o assunto.

- Vamos logo, então?

Ele tirou o meu calção, tirou o próprio, ficou completamente nu, deixando à mostra o seu grosso e vibrante pau. Pegou o tubo de vaselina e pediu para eu mesmo passar na cabeça do seu pau.

- Basta passar bastante na cabeça, no pescoço e no cabresto. – falou excitado.

Após eu terminar, ele pediu-me para que me deitasse de bruços sobre o papelão, e veio e calmamente passou vaselina no meu ânus. Em seguida, cobriu-me suavemente. Abriu minhas pernas com as suas próprias e saiu tateando com o seu membro duro, o meu pequeno orifício. Acertou em cheio. Em seguida empurrou muito suavemente, somente com o peso do seu próprio corpo. Como havíamos combinado, procurei relaxar ao máximo as carnes, mas não houve jeito, porque a grossura do seu pau era demais para as minhas medidas. A cabeça fez pressão no meu orifício anal, dilatou-o bastante, o que me provocou uma dor enorme, e após alguns socos a mais, como a cabeça insistia em não entrar, ele apoiou-se em mim, segurou-me pelos ombros e empurrou lentamente, mas com determinação. Foi então que a cabeça começou a desaparecer dentro de mim, mais em decorrência da vaselina que tornava a coisa mais fácil. Fiz movimento com a bunda procurando fugir da raia, porque doía, pela dilatação, mas era tarde demais. Mais alguns socos e ela já estava toda dentro. Ele fez pressão dos quadris sobre mim, cercou-me com as pernas para que eu não escapasse. Eu gritei de dor! O pau do papai era muito mais grosso do que o do seu Chico. O mais sensato agora era só esperar as minhas carnes se adaptarem à grossura daquele corpo estranho que invadia minha bundinha. Com o meu grito, ele ficou preocupado e ansioso perguntou-me:

- Que está havendo, meu filho? Eu machuquei meu bichim? Quer que eu tire?

- Nada não, papai! Foi só a passagem da cabeça no meu anel, mas a dor já está passando. É que o seu pau é muito grosso, papai! – gemi, controlando o choro.

E realmente a dor passou. Não houve nenhum ferimento, aparentemente. A dilatação do anel sempre provoca uma dor lancinante, não sei porquê. Enquanto isso, ele me acariciava, mordiscava minha orelha, e me beijava no rosto, mesmo esse movimento lhe custando um esforço extra para alcançar o meu rosto, pois ele estava deitado sobre minhas costas e fica difícil alcançar o rosto do parceiro passivo nessa posição. Quando ele percebeu que a dor passara, e que a excitação estava retornando a mim, ele ajeitou-se em cima de mim, segurou-me pelos ombros e enterrou o resto do pau até a base dos ovos. Em seguida, não se dando por satisfeito, com uma das mãos arregaçou uma bochecha de minha bunda e depois a outra, fazendo com que eu ganhasse, assim, mais uns dois a três centímetros de pau. Dava pra eu sentir que ele enterrara até a raiz do seu pau, e mantinha os seus ovos espremidos na entrada de minha bunda. Daí pra frente, ele passou a socar-me suavemente, sem pressa, lentamente puxava até próximo da cabeça e, em seguida, com força, e com determinação, enterrava até a base, reiteradas vezes. Não demorou e, após umas três a quatro metidas, ele demonstrou que estava se aproximando da grande explosão do gozo e disse, nas últimas:

- Vou gozar meu filho!... Ato contínuo, o seu pau começou a pulsar dentro de mim e lançou o primeiro jato de gala, banhando completamente as minhas tripas, mais outro jato, mais outro... Quase no mesmo instante que explodira o seu gozo, devido à forte pressão do seu grosso pau pra lá e pra cá, fazendo com que o cabresto friccionasse a minha próstata, senti-me envolver-me num gozo alucinante e comecei a jorrar a minha gala, em vários jatos, no papelão sobre o qual eu estava deitado. Quando ele parou de gozar, ficou deitado, completamente imobilizado, esperando as ultimas gotas escorrerem para dentro de mim e recuperando as forças perdidas. Após alguns minutos, retirou vagarosamente o pau, levantou-se e ligou a luz para localizar o calção e a vaselina que deveria ser escondida de novo. Olhando rapidamente pro seu pau, que ainda permanecia duro e apontando pra cima, vi uma mancha de sangue na cabeça. Era coisa pouca, mas fiquei preocupado. Eu ainda estava deitado, e me levantei em seguida. Ao levantar-me, com a luz acesa, deixei à vista o papelão onde nos deitamos e papai viu o molhado de muita gala onde eu permanecera. Surpreso, ele comentou feliz:

- Ih, meu filhim gozou? Não posso acreditar! Eu não vi você tocando punheta!

- Gozei! – respondi meio encabulado – Não precisei tocar punheta, não!

- Quer dizer que meu filhim gozou na bundinha? Foi?

Confirmei com a cabeça.

Muito admirado, como se se tratasse de um fato novo, desconhecido dele, comentou:

- Eu não sabia que as bichinhas gozavam na bundinha, não! No meu tempo de rapaz, tinha um veadinho que todos comiam e pra ele gozar, ele tocava punheta enquanto mantinha enterrado na sua bunda o pau do macho que o estava comendo.

- E por que que eu gozo? – perguntei curioso. – Será que eu tenho espírito de mulher?

- Deve ser isso! – respondeu papai divertido, passando a mão na minha cabeça, ao mesmo tempo que contrapôs como se estivesse me incentivando na minha arte de dar a bunda: - Mas, foi muito bom, não foi? Ter gozado comigo dentro de você?

- Claro que é muito bom gozar na bunda! Talvez esse que o senhor comeu quando era rapaz tenha sido o único que não goza assim, o senhor não acha?

- Pode ser, mas, deixa eu fazer uma correção: Eu não disse que comi, eu falei que “todos comiam”! – complementou papai de um modo brincalhão.

- Eu só sei que eu sem... (eu ia dizendo “eu sempre gozei...”, entregando o ouro pro papai, mas, em tempo corrigi) ... eu senti muito prazer na bunda, a tal ponto que isso me fez esporrar, como o senhor viu.

Quando nos recuperamos completamente, o papai falou que devíamos voltar ao rio para fazermos uma higiene completa, e assim não ficasse nenhum sinal do nosso encontro, tal como a enorme quantidade de gala que ele depositara dentro de mim que poderia escorrer para fora – depois eu constatei que toda ela fora absorvida na corrente sanguínea em virtude de o pau do papai ser de bom tamanho e ter despejado muito fundo nos meus intestinos – e a pequena mancha de sangue que eu observara na cabeça do pau do papai. A propósito disso, enquanto caminhávamos para o rio, perguntei-lhe o que teria causado aquele sangue?

Ele, sem demonstrar nenhum sinal de preocupação, respondeu:

- Não é nada não, meu filho! Deve ser o rompimento das pregas ou mesmo algum pequeno corte no seu anel ou esfíncter devido à grossura da minha pinta. É só uma pequena mancha! Nada que preocupe!

Quando caímos n’água, percebi onde estava o corte que soltara pequena mancha de sangue: na minha abertura anal. Com o contato d’água, ardeu como o diabo! Depois que mergulhamos bastante, nos limpamos, saímos d’água e fomos pra casa. Eu, sempre com cuidado de guardar dentro de mim aquela quantidade enorme de gala, daí eu trancava o anel para fechar a passagem. No entanto, nem era preciso isso, porque, como disse, toda a gala fora lançada muito fundo em mim e seria toda absorvida pela corrente sanguínea. Foi o que ocorreu.

A partir daquele momento fiquei atento nas vezes que ia ao banheiro. Sempre que defecava, observava as fezes para ver se jogava fora o meu precioso líquido. Nunca vi nenhum sinal.

Depois daquela noite memorável, passei uns seis dias com o esfíncter anal machucado e dolorido. Não falei pro papai, pois eu tinha medo de ele ficar impressionado e nunca mais me proporcionar momentos tão maravilhosos, daí o teste para saber como estava o ferimento era feito na passagem do tolete na hora de defecar. No primeiro dia, quer dizer, no dia seguinte ao ato, foi um sacrifício a passagem dele. Quase não passa, pela dor enorme que causava. No segundo dia já foi melhor. No terceiro, mais ainda. No sexto dia, quando sentei-me para defecar, senti o tolete duro, grosso, passar suavemente pela minha abertura anal e senti-me agradavelmente confortável. Nem sinal de dor ou ferimento! Quase gozo, tamanho foi o bem-estar que senti. Pulei de felicidade! Já estava pronto pra outra

Comentários

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10/12/2015 09:31:41
muito bom
08/10/2015 23:54:48
casadoscontos.com.br/ texto/
08/10/2015 23:54:13
que plágio descaradohttp://sharoland-nn.ru/texto/
04/09/2015 20:32:42
excelente
08/09/2014 12:03:27
Gosei lá dentro desse seu cú gostoso
13/01/2013 00:34:56
demais
17/03/2011 21:17:09
kkkkkkkkkkkkk seu viado q isso cara tu n tem vergonha de escrever isso nao hauashuashuas
05/06/2010 22:16:31
Tyago Queria ter um pai desse, principalmente por saber do meu desejo, saber como matá-lo, saber me respeitar e acima de tudo ter uma pau grosso e babão...q delícia...
16/05/2009 14:06:42
Grande pai
18/09/2006 11:55:32
adorei e confesso,queria ter te conhecido nessa época ou até mesmo ter sido esse pai felizardo.
JUNIOR
09/04/2005 16:04:25
ELE E UM VIADO; Q IDADE ELE TEM
stargate50BH
24/03/2005 20:35:00
não cheguei a ler pq tenho certo preconceito em relação a incestos - não gosto e não gosto de ler sobre sexo entre pai/filho, mãe/filho - acho uma relação muito bonita para misturar. Apesar de não gostar de ursos, achei o relato com seu Chico do maior tesão.
tino
22/03/2005 10:33:37
cara eu queria saber como seu chico, chegoou a lhe ter pela primeira vez. Escreve-me
nino
21/03/2005 17:19:34
li o outro relato primeiro, mas continuo insistindo: me empresta seu papai, vai...
gegebi
13/03/2005 04:31:39
Esse conto foi demais estou com tesão até agora,como eu queria ter um pai desse,acho que vou até procurar uma pica dessas para gozar na minha boca e depois me comer.




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