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Minha Cunhada Ninfeta

Autor: Eduardo
Categoria: Heterossexual
Data: 30/04/2005 16:16:04
Nota 9.25
Assuntos: Heterossexual

Meu nome é Eduardo e tinha 23 anos quando conheci Lúcia, uma loira de 19 anos extremamente linda. Logo começamos a namorar e com um mês de namoro fui na casa de Lúcia para conhecer a sua família.

Fui em um sábado. Fui bem recebido por todos. Nesse dia conheci o seu sogro, o sr. Heitor, a minha sogra, a sra. Augusta e meus cunhados, o Sabino que tinha 21 anos, Diana que tinha 17 e o José que tinha 15 anos. Mas Lúcia me disse depois que cumprimentei a todos, que eu só faltava conhecer a sua irmã caçula que era Anita, que tinha 13 anos. Lúcia me disse que Anita estava no banho, mas que logo apareceria.

Fiquei na sala de visita conversando com Lúcia e sua família e a conversa transcorreu agradavelmente. De repente, a porta do banheiro se abre. Era Anita que saía de dentro dela. Ela saiu do banheiro empacotada em um roupão, os pés metidos em chinelinhos vermelho, os cabelos arrepanhados no alto, gotejando água. Por ela entrar rapidamente no quarto não pude lobrigar-lhe as feições, só sabia apenas que era loira como Lúcia. Depois de alguns minutos Anita sai do quarto e então pude reparar-lhe. Ela era muito bonita, mais até que Lúcia. E enquanto ela vinha para a sala eu a olhava fixamente. Anita, na certa surpreendida com isso, mostrou-me a língua. Eu ri com o inesperado da reação. Ela deveria ter um temperamento alegre e boêmio. Ela também riu.

Aquilo me fez um bem imenso por dentro.

Mas minha sogra não achou graça na atitude de Anita. Áspera, deu-lhe um tapa no ombro e lhe disse:

– Menina, não seja grossa com a visita. Nunca mais faça isso.

E Anita se desculpou comigo.

Fui-lhe então apresentado. E Anita, a irmã mais nova de Lúcia, uma adolescente e quase uma criança, abraçou-me fortemente e me beijou, o que chamou a atenção de todos.

– Tudo bem, Eduardo?! – disse Anita, excitada, beijando-me no rosto e mirando nos meus olhos, provocadoramente. – E como somos quase parente, espero que sejamos amigos íntimos.

Minha sogra novamente deu-lhe um tapa no ombro:

– Anita, não seja inconveniente.

José, uns dos irmãos de Lúcia, puxou-a pelo braço em direção de Lúcia, que vendo tudo não ocultava sua perturbação.

– Sinto muito, Lúcia – dizia Anita –, eu só quero ser amiga do seu namorado. E gostaria fazê-lo se sentir em casa.

Enquanto a empregada preparava o almoço, ficamos conversando na sala de visita. Eu fiquei sentado entre Anita e Lúcia. Minha cunhada ficou apertando minha mão e quando todos se distraiam, ela me falava:

– Eu sou sua, Eduardo! – várias vezes, mas eu fazia que não a escutara, atento a todos na sala, preocupado com minha sogra e Lúcia. – Você é meu homem!

Anita certo momento da conversa que estava animada, cravou em meu braço suas unhas, o que me desnorteou.

Durante o almoço, sentei-me ao lado de Lúcia e Anita ficou de frente para mim. O aroma atrevido da carne de Anita me deu-me um ligeiro sobressalto, que consegui me dominar. Ela olhava-me durante o almoço intensamente, para além dos olhos, querendo me dizer pelo olhar que me amava.

À tarde fui para o quarto de hóspede para tirar um cochilo.

E acabei acordando com um beijo de Anita. Um beijo profundo em que nossas línguas se tocaram. Fiquei sem reação diante daquela situação. Anita abriu a porta, ela me atirou um beijo na ponta dos dedos.

Quando eu e Lúcia saímos à noite, nenhum de nós dois tocou no assunto sobre a conduta de Anita para comigo. Achei melhor assim, pois não queria discussões, que na certa esse assunto faria surgir e além do mais, Anita era praticamente uma criança e nunca poderia se comparar Lúcia que já era uma mulher.

No dia seguinte, no domingo, a família de Lúcia quase toda viajou para um sítio, só ficando na casa a Lúcia e Anita. Quando cheguei na casa de Lúcia ela entrou no banho e fiquei a esperando na sala, foi quando Anita apareceu.

Ela apareceu no traje mais ligeiro possível. O vestido que usava estava subitamente repuxado, mostrando-me até à metade das coxas alvas. E pelo corte do decote lhe surpreendia os seios palpitando.

– Anita! Você não terá um pingo de juízo nessa cabecinha? Não acredito numa palavra do que me disse até agora!

Fintava Anita, entre o divertido e o solene na aparência, mas um grande pavor crescia dentro de mim. Era incrível, cinematográfica ou melhor parecia coisa de novela, o que acontecia. Uma jovem que mal me conhece, se diz apaixonada por mim e me surpreende dormindo, e beijando na boca. Aquilo para mim não passava de uma criancice de Anita e só.

– Estou falando sério, Eduardo – dizia ela apertando o meu pulso sobre a mesinha da sala. – Gostei de você desde a primeira vez que te vi. Para não te complicar, podemos ser amantes, você continua com a Lúcia e eu posso arranjar um namorado – e ria, sem nenhum pudor, cravando suas unhas na carne, junto a pulseira do relógio.

– Mas você é muito criança, Anita! Você não deveria pensar nisso!

– Por quê? Se você não sabe, eu não sou mais virgem.

– Não fale assim, menina!

– E não me chame de menina, Eduardo! Proíbo-lhe, ouviu? Sou tão mulher quanto Lúcia ou ainda mais! Muito mais!

Recuei até o encosto do sofá, com um ar de espanto. Nunca pensei que uma pessoa da idade de Anita poderia ser do jeito que ela é. Ela era toda carne em chamas, estonteada de desejos, como se nada mais que a luxúria importasse. Ela era clara e atrevida, vivia correndo atrás do gozo e não se sentia na obrigação de ocultá-lo. Nunca conheci alguém como ela.

– Anita, você devia ter ido com sua família para o sítio. Você está confusa com os seus sentimentos. É natural que a primeira vista as mulheres da sua idade se apaixonem por homens mais velhos como eu.

– Não despista, Eduardo! Não me venha com essa conversa. Você sabe que eu o desejo.

– Anita, por favor!

– Como eu disse, posso arranjar um namorado para... –disse Anita, os lábios entreabertos ressumando sensualidade e tentando de novo empolgar-me o pulso.

– Anita, você é uma maluca, uma maluquinha! Você deve arranjar um bom rapaz para namorar e ser feliz ao lado dele. Deixe de novela! Não sou nenhum José Mayer, com os cabelos grisalhos, com um jeito másculo, que se faz amar platonicamente por mocinhas como você!

– Mas eu não quero amor platônico, Eduardo!

– Prefiro acreditar que tudo o que você me disse até agora não passa de brincadeira. Você é uma criança, eis tudo. E além do mais tenho namorada, que é a sua irmã. Se você não me respeita, respeite pelo menos sua irmã.

– Eu não gosto de Lúcia, eu gosto de você. Isso não significa nada para você? Você me acha feia, desprezível?

– Não fale assim. Será que seus pais gostariam de te ouvir dizendo isso.

Anita me olhou com um ar de desafio.

– Eduardo, você será meu de qualquer jeito – e apertando os olhos: - Que decepção! Li outro dia que o progresso fez as mulheres mais lindas, mas não fez os homens mais corajosos...

– Ótimo! Não veja em mim um herói, que você tanto deseja – pausa. – Tu és uma franguinha, compreendes? Daqui algum tempo você me esquecerá você se apaixonará por algum rapaz de sua idade, como fazem todas as mulheres de sua idade. Sou dez anos mais velho do que você.

Calamo-nos um momento. Eu, contrafeito, tentando vencer as rugas que me pregueavam a minha testa e espancar aquele pavor aquele, a lenta e inexorável onda de sensualidade que se desprendia de Anita e ameaçava contagiar-me e fazer-me vibrar, por mais que lutasse para dominar-me. Com suas pernas nuas, Anita, sob a mesa, prendia-me os joelhos e não me deixava recuar. Suas pupilas fagulhavam e dela emanavam um simum cheirando a fêmea bem tratada e capaz de enlouquecer e fazer pecar. O que eu não queria fazer absolutamente fazer. Respeitava Lúcia.

Anita olhava-me, zombeteira. Havia um ar de confiança nela, confiança de queria haveria de me possuir. Ela estava segura de sua força. Ela me possuiria sendo seu amante ou namorado. Haveria de estreitar-me em seus braços um dia. Mesmo imóvel, espreitando-me, percebi que ela sentia que eu me enleava na sua fascinação e acabaria por não resistir por muito tempo. Percebi que ela era capaz de tudo, ela poderia tirar a roupa naquele momento e fazer-me possuí-la ali na sala, mesmo com o perigo de Lúcia a qualquer momento nos surpreender e ela notou em mim a meu desejo por ela, e que eu seria capaz de esquecer as conveniência, capaz de uma loucura por ela e como ela seria capaz de fazer. Eu não a fugiria, apesar de tudo. Hoje ou amanhã eu me entregaria a ela, para depois dominá-la, com ela sonhava em ser dominada. Para Anita era questão de tempo, dar-me tempo, tempo para eu me recuperar da surpresa e desejá-la. Lúcia não podia lutar contra ela.

– Eduardo, vou procurar um namorado para mim.

– Faz muito bem – aplaudi. – Essas bobagens passam, Anita. Essas fantasias de amores impossíveis ou de grandes aventuras amorosas, só existem nas novelas e em Hollywood – depois rindo, conciliador, tomei-lhe a mão esquecida sobre a mesinha: - Fico-lhe grato por-me testemunhar, embora duma forma um tanto estranha, que daqui para frente seremos amigos. Muito obrigado, Anita!

Anita não riu. Retirou a sua mão.

– Você não tem que me agradecer. Só terei um namorado para manter as aparências. Pois agora eu nunca conseguiria namorar você agora por causa de Lúcia e minha família.

– Anita, não comece outra vez! Você está querendo divertir-se à minha custa, e isso é malfeito. Não quero problemas. Quero ser um bom namorado para Lúcia.

– Você nunca será um bom namorado para Lúcia.

– Serei muito feliz ao lado dela.

Anita riu e apertou-me novamente o pulso, agora debruçando-se sobre a mesinha e falando-me em voz baixa, os olhos apertados fagulhando:

– Seremos amante, Eduardo. Ninguém saberá. Eu sei que no fundo você me deseja. O que você tem é medo, nada mais que medo. Você vencerá esses medo, vencerá por mim. Eu sei que você me deseja.

– Não é verdade!

– Me deseja, sim. Eu também te desejo. Vou lutar para te conquistar.

– Você está louca, Anita! Da onde você tirou essa idéia absurda.

– Eu noto em você. Está no seu jeito de agir e nos seus olhos. Desde de que te vi, soube logo que você seria meu homem – largou-me o pulso e se aproximou seus lábios dos meus: - Quero que você me beije.

– Esqueça – falei, francamente decidido a não se curvar aos desejos dela.

– Só quero um beijo. Um beijo de lembrança.

– Por favor, Anita. Eu não te amo.

– É mentira sua – e tentando me agarrar para me beijar – Me beije, Eduardo!

– Não. E deixe de criancice.

Anita mantinha-se curvada sobre a mesa, o rosto a poucos palmos do meu e ela me olhava intensamente, chegando a seus olhos brilharem.

Fique fascinado com o brilho de seu olhar.

– Não lhe beijarei de forma alguma.

– Por que você me despreza, Eduardo?

– Anita, por favor... Eu não desprezo você. Acho-a uma mulherzinha adorável, confesso. Mas completamente sem juízo. E como sou mais velho e já vivi mais do que você, o suficiente para deixar de ser doído, me sinto na obrigação de impedir que você faça uma asneira. Não quero causar-lhe futuros arrependimento.

– Eu não me arrependerei, Eduardo. Eu sei que você me deseja. Já sei ler nos olhos dos homens. Já aprendi isso, apesar de você dizer que sou muito “jovem”, vivi tempo suficiente para saber sobre isso e muito mais. Eu dizia por dizer, mas sei perfeitamente que você me despreza. Então você pensa que eu estaria aqui me oferecendo para você, seduzindo você, se soubesse que você não me desejava? Não sou uma prostituta, Eduardo! Não. Estou apenas me oferecendo para ajudá-lo a vencer seu medo. Você me deseja, mas foge de mim. E não é por fidelidade à Lúcia, que é uma mulher gelada. Ela se deitou com você alguma vez, desde que começaram a namorar?

Ela deve conhecer bem a irmã para saber que Lúcia era ainda virgem e que ela continuaria assim até se casar.

– Não é de sua conta – falei.

Anita riu.

– Eu conheço a minha irmã e apesar do pouco tempo de namoro, conheço você também. Ela não é mulher para você. Dentro da família, você só pode amar uma mulher, e essa mulher sou eu. Aliás, é melhor assim. Os amantes se amam mais do que os casados e namorados. E nós seremos amantes.

– Amanhã você mudará de idéia.

Ela sorriu na consciência do seu poder. Sabia que ganhava a batalha. Eu não poderia mais desprender-me de sua sedução. Levaria comigo o seu perfume. A sua chama.

– Me beije, Eduardo!

Sacudi a cabeça. Eu não lhe beijaria, não lhe faria nada, ela que fosse procurar outro.

Anita sorriu e se afastou:

– Está bem! Não precisa me beijar agora. Você mesmo é que irá procurar me beijar depois. Não é assim que o homem arrependido faz. E garanto que beijo melhor do que a Lúcia!

Não falei nada. Anita então se levantou e eu disse:

– Esqueça tudo o que aconteceu aqui.

E ela, sem sequer olhar-me, fria, distante me disse:

– Não vou te esquecer.

E ela foi para o seu quarto e trancou-se lá dentro.

De repente ouço um barulho de música sair do quarto de Anita. Tentado, me aproximo do quarto e para saber o que lá dentro se passa, eu olho pelo buraco da fechadura.

Vi Anita dançando completamente nua pelo quarto. Tal fato me exasperou e então comecei a tocar uma punheta vendo Anita dançando completamente nua. Mas atormentado pelo pensamento dela ser só uma criança eu voltei para a sala, obstinado e trêmulo no esforço de dominar-me para não me entregar a Anita.

Fui ver se Lúcia estava pronta, ela estava quase. E quando ela esteve pronta, saímos. Fiquei aliviado por sair de perto de Anita. Mas fiquei aliviado mesmo, foi quando soube que Lúcia nada suspeitava sobre nada conversa que tive com Anita. Pois temia perdê-la.

Ela procurou então a provocar-me o desejo com a sua carne, como a chuva que cai sobre a terra adusta até que brote a planta.

Ela passou a andar pela casa com os trajes mais ligeiros e se movia a procura de qualquer coisa pela casa, como se não me visse ou tivesse esquecido de minha presença,, sem meias, as pernas fortes e brancas, disfarçadamente se curvava sobre os móveis e deixava-me admirá-la, descobrir-lhe as formas nuas com meus olhos perturbados, e eu ficava sem saber o que fazer. Cada vez mais ela passou a excitar-me.

E quando fazia muito calor, eu via Anita andar só de biquíni pela casa, um biquíni bem pequeno, cortininha e de lacinho na calcinha e ela andava só de biquíni sem canga ou qualquer coisa por cima. Ela vivia exibindo suas belas formas para mim. O que me fazia arder de desejo por ela, mas por ela ser só uma criança, eu me recusava a fazer possuí-la, mas a cada dia me era mais penoso resistir a tentação que era Anita.

Anita ria de tudo o que estava acontecendo, segura de seu domínio sobre minha sensualidade e sabendo-o irremediavelmente diante daquelas cenas, que me excitara dali até à exasperação – a que só ela, só ela podia pôr termo.

Com três meses de namoro, saí com Lúcia para uma boate. Era como estava muito tarde quando eu deixei Lúcia em casa. Como eu estava visilvente cansado, Lúcia me chamou para dormir em sua casa. Aceitei. Como a casa era grande, tinha um quarto vazio, que era usado pelos hóspedes. Quando eu estava me preparando para dormir, batem na porta. Abria a porta. Anita entrou, fechando a porta e recolheu a chave.

– Anita, você devia esta dormindo.

– Não estou com sono. Estou com vontade de ficar com você.

Estava ali, ereta diante de mim, com o seu corpo mal coberto pela sensual camisola que usava.

– Você não devia ter vindo aqui, menina... Imagine se alguém a viu!

– Ninguém me viu, Eduardo. Esperei que todos estivessem dormindo para vir aqui – e riu, provocando-me. – E aqui estou para me entregar a você, Eduardo – jogou os cabelos para trás, deixando inteiramente descoberto o rostinho atrevido. – Você me expulsará? Não acredito.

Irritei-me com aquilo. Já passava da conta. Avancei para ela, o sobreolho carregado, disposto até a usar da violência para expulsá-la do quarto. Não queria submeter-me aos seus caprichos e ter problemas futuros com Lúcia e sua família.

– Vá embora, Anita. Não quero problemas.

– Daqui não sairei senão depois de você me amar.

E me fintava firme, numa atitude de desafio, os olhos fagulhando dela toda se desprendendo um aroma de embriaguez de seu sexo jovem e ansioso.

Eu agarrei-lhe o pulso para tomar-lhe a chave, mas ela resistiu, envolvendo-me o pescoço com o braço livre e tentando beijar-me a boca. Eu resisti e tentava soltar a minha mão que estava agarrada à mão dela.

– Por favor, Anita. Deixe de criancice. Vá embora. Não quero romance: quero sossego! Dê a chave.

– É inútil, Eduardo. Daqui não saio.

Dei-lhe as costas e abri a janela, e fiquei olhando a rua. E de costas, falei duro, incisivo:

– Anita, sou capaz de lhe bater se não sair imediatamente. Já disse que não quero saber de você. Pelo menos como você deseja. A brincadeira está passando da conta! – e, numa explosão, voltando-me e erguendo o braço, como se fosse para espancá-la: – Vá embora...

Não disse o resto. Quando voltei-me vi que Anita se desnudara completamente. Aguardava que eu a tomasse, ela toda nua sobre as sandálias, pálida, mas decidida, os lábio entreabertos, as pupilas dilatadas, os braços caídos ao longo do corpo. Os seios diminutos fremiam de impaciência. Anita estava ali, ao alcance de minhas mão, ansiosa para que a violentasse, ela espancava a minha paz, sobrepunha a todos os meus desejos de calma a luta pela posse da fêmea.

– Anita, você está louca – exclamei recuando. – Completamente louca!

– Louca de desejo por você! – exclamou ela, ofegante, chegando perto de mim. – Eu te desejo muito! – E, agarrando os meus cabelos, fez-me encará-la, para que a contemplasse no triunfo de sua audácia, que tomava conta de mim.

Não resisti ao fogo de seus olhos, olhei-a completamente nua impiedosamente, com os olhos apossei-me das suas carnes com uma voracidade diante da qual o coração do seu sexo retraía. O meu desejo por ela passou a ser ostensivo como um carro esportivo, que corria numa tarde por uma alameda solitária.

Pus-me a andar pelo aposento, a passos rápidos, tentando não olhar para Anita. Mas contra a minha vontade meu olhar pousava-lhe nas pernas nuas, depiladas, primeiro de leve, eletrizando-a, depois sofregamente, e subir-lhe pelas coxas enrubescidas. Com a enorme franqueza que a tomava pelos olhos que a tomava: coleava-lhe à altura, em minha mente pensava em mordiscar-lhe os mamilos.

Anita fazia questão de me manter preso na jaula que era meu desejo por ela.

– Anita, você está louca! – exclamei recuando. – Você está completamente louca!

Anita avançou para mim rapidamente e, laçando-me os braços em torno do pescoço, mordeu os lábios, e me desafiava, colando-se em mim toda, de alto a baixo.

Juntando-a pela cintura, eu queria afastá-la, com medo de ser descoberto. Mas Anita me mantinha firmemente perto junto dela e me beijou furiosamente e comecei a capitular. Mordia-me os lábios, a pele do pescoço e a carne queimada do ombro, que o pijama no ardor da resistência descobrira.

– Anita, você merecia apanhar!

– Então, bata em mim, vamos! – ela estava triunfante, em seguida ela desligou-se de mim, mas mantendo-se tão perto que o bico dos seios lhe raspava o paletó do pijama – Você me deseja, Eduardo, eu sei – disse, baixando a cabeça, os olhos fixos deliberadamente, e fazendo-me saber que era inútil continuar a lhe resistir. Meu corpo vibrava com o seu contato e passei a desejá-la. O perigo não freava minha carne.

E eu, irritado e descoberto, todas as minhas defesas ruindo molemente diante dela. O perigo de ser pego por Lúcia ou sua família não me assustava mais.

– Já disse que não. Vista-se e vá embora – e dei-lhe as costas novamente, me odiando por desejar submetê-la.

Anita cingiu-me pela cintura, as mãos ávidas descendo vagarosamente, ofegando-me na nuca, e daí a nada, antes que eu pudesse desvencilhar-me, cravou-me as unhas pontiagudas nas virilhas, despedaçando-me o pijama e descobrindo-me. Estava desesperada, os olhos úmidos, a ponto de chorar. Beijava-me, lavada em lágrimas e eu continuava lhe fugir a boca

– Cadelinha ordinária!

Ela riu, e agora, os lábios secos, semicerrados s olhos, empolgou-me a boca e levou-me para a cama.

Vivemos uma noite de loucura, possuindo-nos em silêncio, ferozmente, como se aquele fogo que nos consumia pudesse destruir as barreiras que nos separava, e que ambos sabíamos existir, apesar de tudo. Rolando desvairada no leito desfeito. Anita se deixava tomar sem reservas, excitando-me quando o ardor nele se aplacava, fazendo-me submetê-la a todas as torturas da posse, para que as palavras perdessem a sua importância, nada mais significassem. Anita era incansável e imaginosa, algo tímido dentro do seu próprio arrojo, ora receosa da idéia que eu pudesse fazer a seu respeito, ora lançando-se aflita em busca de sensações mais adivinhadas que sabidas, dando mais do que eu poderia exigir dela.

A início da manhã encontrar-nos extenuados, lado a lado, os olhos perdidos para além da janela aberta, semi-imersos na ebriedade do gozo repetido.

Ela então procurou os meus lábios, mas eu procurei fugir-lhe a boca.

– Agora vá embora, Anita. Depois disto, não me olhe mais na cara.

– Olho, sim – disse ela, tomando-me a cabeça entre as mãos trêmulas e fitando-me até que eu, envergonhado, fugi-lhe os olhos.

Houve uma pausa de alguns segundo sem nos falarmos e coube a Anita quebrar esse silêncio.

– Procure então a Lúcia! Parece que só ela que pode te fazer feliz.

–Vá embora, por favor. Não queira mostrar uma força que você não tem. Já está chorando...

– É por sua causa, bandido!

Ali, estirada sobre mim, teve uma crise de nervos, cravando em mim as unhas na carne de meus ombros e chorou convulsivamente, dizendo-me insultos, chamando-me de covarde, que a desprezava, que tinha nojo dela.

– Está bem. Sou tudo isso que você diz. Mas vá embora.

Ela nada falou. Ela simplesmente me deu um beijou que eu não retribui e disse:

– Eduardo, eu não sou uma prostituta que você pode usar e esconder. Eu quero o seu amor Eduardo. Quero que você abandone a Lúcia. Hoje mesmo. Você o faria por mim?

Como nada falei, Anita se limitou a se vestir e sem dizer nada se retirou do quarto.

No dia seguinte, não vi Anita o dia todo.

Três dias depois, recebi uma carta em minha casa. Era de Anita. Era uma carta de poucas palavras, violentas e altivas. Sem mim, ela não queria saber mais de ninguém. Para suportar me ver namorar Lúcia, ela iria se entregar a cada dia a um homem diferente, até que eu a procurasse. Cada dia, um degrau que a distanciava de mim, até perdê-la definitivamente.

O pensamento de Anita se prostituindo por minha covardia doeu-me então como se uma parte de mim mesmo estivesse exposta à tortura e nada pudesse fazer para socorrê-la. Altos, magros, louros, estudantes, vagabundos, ingênuos, canalhas... Todos eles desnudando Anita consentida, derrubando-a brutalmente sobre o leito quente de sono dela – pobrezinha, era quase uma criança! – e mordendo-lhe os seios ainda pequeninos! Ela chorava. Não, não: ela gozava, gemia, arqueava-se para frente, querias ver, pegar. Curiosidade de uma menina... Ordinária!

Pôs-me a contar os dias amarguradamente, odiando a todos os homens, cada vez mais infeliz e mais fraco para resistir aos apelos desesperados de Anita entregue a luxúria dos anônimos, e as horas me pareciam uma correntes cujos elos iam sendo asperamente devorados por uma engrenagem e aumentando uma tensão que me separava dela. E nem mais meu desejo de ser fie a Lúcia me conseguiu me impedir de desejar Anita.

Mas logo, o fogo que havia em mim se apagou, mas podendo ser acesso quando Anita quisesse.

Passou-se uma semana desde que recebi a carta de Anita. Eu estava caminhando na rua. Uma menina olhava para mim. Vi-a de relance e fiquei com a respiração suspensa. Anita! Levantei os olhos, cumprimentei-a como se estivesse acostumado a vê-la todos os dias, e apressei o mau caminhar. Ela corre e conseguiu se aproximar de mim e disse:

– Eduardo!

Parei fingindo surpresa e disse:

– Como vai, Anita? Faz tempo que eu não te vejo.

Ela olhava-me diretamente no olhos, com os lábio apertados e cruéis.

– Vou bem – disse friamente. – E você?

– A minha vida esta calma.

Anita olhou-me mais intensamente, cobrando-me uma dívida que eu me recusava a pagar.

– Não é isso que eu me refiro, Eduardo. E você? – eu lhe pergunto.

Eu amoedei em palavras a atmosfera que lutava para manter entre nós dois.

– Um bom rapaz, nada mais – e olhei para frente, acompanhando com olhar distraído a fita acidentada da guia da calçada. Sentia-me frio, terrivelmente frio, nada empolgado por Anita, até um pouco admirado de que ela, passado o primeiro instante, já não me contagiasse com sua febre, como antigamente. Dominava-me. Podia mantê-la à distância, desconversar sempre que quisesse, não se deixar comover nem embriagar. Anita agora seria apenas uma grande amiga e nada mais.

Como era pouco mais do meio-dia, convidei-a para almoçar, pois ela devia estar com fome. Mas não só por isso, queria demonstrar-lhe que já não a temia, que eu era o dominador, o macho, e não me permitiria mais ser chantageado com o seu desejo, a sua fraqueza.

Conversamos tranqüilamente durante o almoço. Mas no fim do almoço, Anita me disse algo que me comoveu:

– O que lhe disse naquela carta idiota foi tudo mentira. Não posso dizer que estou pura como quando você me tomou, pois já não o era naquele tempo, mas você foi o último homem que me possuiu. Eu te amo muito.

Já não era fácil resistir-lhe porque aquelas palavras que ela me disse, acabaram por me comover. Mas eu estava decidido a não mais me entregar a Anita. Mas o pior é que eu não soube responder o que Anita falou no final. O preço para ter Anita não era o simples prazer que se esgota num minuto e depois se esquece. Era um preço alto e que eu não queria pagar.

Peguei o meu carro num estacionamento que tinha deixado e fui deixar Anita em casa. Quando chegamos, Anita impedindo-me de sair do carro, laçou-lhe os braços em volta de meu pescoço e beijou-me na boca. Eu não retribuí, de novo envergonhado, sabendo que se ela insistisse capitularia.

– Eduardo, não adianta fingir que você não me quer. Você é meu, e você sabe disso. Aceito qualquer proposta que me fizer, menos a de ficarmos separados. Aceito ser sua amante. Você namora Lúcia e quando você não estiver com ela, você me procura. Longe de você não fico mais.

E beijou-me longamente, senhora de si, toda colada em mim, os seios esmagados contra o meu peito. Recendia a qualquer coisa que eu não me identificava, mas que um dia senti, sob uma grande tormenta e tormentosa aflição. Malva ou alfazema, não sabia, mas um aroma leve e casto, docemente poderoso e branco como um cordel de linho trançado em volta da sua jovem cintura.

– Anita, você não compreende...

– Compreendo, compreendo tudo, Eduardo. Você é um miserável. Você sabe que eu o amo e me ama. No entanto você se agarra às suas porcarias para fugir de mim e de você mesmo. Eu conheço você bem como me conheço.

E, colada a mim, impregnando-me de sua energia, contagiando-me com sua sensualidade, diante do qual tudo era fácil e limpo e correto, beijava-me na boca, desafiando-me os olhares, como eu fazia.

– Não, Anita.

– Não, Eduardo, eu é que digo não – e entregava-me a boca pungente e fresca, que eu, embora resistindo, beijava com avidez, e me atormentava e me desesperava.

– Não, Anita. É impossível o que você quer. Adeus – desliguei-me dela, abri a porta e fiz com que ela saísse do carro.

Mas me era difícil ficar longe dela. Eu a amava e não queria ficar longe dela. Ela ficou ali parada me olhando. Eu queria ligar o carro para sair de perto dela, mas isso me era doloroso. E decidido a não mais sofrer, saí do carro e fui para perto de Anita. Tomei-a nos meus braços e beijei-a profusamente. Eu tinha encontrado nessa menina a minha felicidade.

E quando a soltei, as mão de Anita passaram a segurar os meus pulsos desesperados.

– Eduardo, não se atormente inutilmente. Você não têm culpa. Venha comigo.

Levou-me de volta para o carro pela mão suavemente e rapidamente a levei para minha casa.

Ao entrar em minha casa Anita desnudara-se atirando as peças de roupa, como uma stripper, obrigando-me a fazer o mesmo para nos entregar a febre que nos contagiava.

Começamos a nos beijar lubricamente em que as nossas línguas se tocavam. Deitei-a no chão mesmo. Comecei a passar as minhas mão por todo o corpo dela. Comecei a passar as mãos nos seios dela, descendo até as coxas. Após isto, eu tomei seus cabelos e segurei-lhe o queixo e beijei-a novamente. Nos abraçamos tão estreitamente que nossos braços e coxas se entrelaçaram e se esfregaram. Libertei-me dela só para dar linguadas em sua buceta. E que prazer lhe dei. Ela gemia cada vez mais alto e se mostrava cada vez mais desejo de unir nossos órgão. Parei com isso só para penetra-la. Numa estocada penetrei-a. O gozo foi se tornando cada vez mais entorpecente e foi se prolongando. Nos entregamos por completo a esse prazer que nos fundiu. Purificamo-nos nesse espasmo que estava se prolongando até que nossos nervos, vibrando numa só crista dolorida, que desatava os filtros cegos de nossos nervos e nos fez submergir na inconsciência final.

Ao final beijei-a na boca, beijos profundos e possessivos, que a faziam fremir e fugir-me os lábios para não morrer. Avancei o braço direito sob a sua nuca e a trouxe para mais junto de mim, sem palavras, e beijei-a ainda, duramente, até que ela, numa queixa, se desprendesse de mim, vencida e medrosa. Ela novamente foi possuída por mim, de início ela não sentiu prazer. Mas o meu ardor contagio-a poderosamente, e montada sobre mim, ela curvou-se, os seios esmagados contra o meu peito e me beijou ardentemente, fez penetrá-la mais, até à loucura. O espasmo veio engatinhando numa vereda de dor, como de carnes se dilaceravam.

O meu amor por Anita surgia agora mais poderoso do que nunca e nada nesse mundo poderia ser capaz de me fazer me afastar dela.

Ao final do gozo, adormecemos profundamente. Já era quase noite quando acordamos. A primeira coisa que falei para Anita foi que a amava muito, mais do que qualquer mulher que conheci, falei que Lúcia nada significava para mim e que a única coisa boa nisso foi que graças a Lúcia eu a conheci. Jurei-lhe amor eterno. Mas disse que por ela ser menor, seria mais inteligente eu a manter como amante, pois a família de Lúcia nunca aceitaria a nossa relação e que fariam de tudo para dificulta-la, se não tentar me mandar para a cadeia por estupro e sedução de menor. E se fugíssemos, por ela ser menor, eu seria preso por seqüestro. E por problemas que não eram pequenos, que eram a família dela e a justiça, o mais inteligente era mascarar nossa relação com a máscara de amizade entre cunhados. Teríamos uma relação de amante, eu continuaria com Lúcia e ela seria minha amante e quando ela crescesse, aí eu a assumiria como minha mulher. Ela acabou concordando comigo. Mas eu disse que mesmo “namorando” Lúcia, meu coração seria dela e só dela.

Nos beijamos profundamente e trocamos juras de amor.

Desde então somos amante. Eu a amo e só estou esperando a época certa para assumi-la como minha namorada. E digo uma coisa, é a Anita que eu amo e que ela foi a melhor que melhor coisa que me aconteceu em minha vida.

Comentários

22/02/2011 18:08:34
Simplismente um melhores contos que li nesse site. Faço das palavras do Letifer as minhas.
08/11/2009 22:56:41
Adorei sua versão, Eduardo. Eu, além do Nelson Rodrigues é claro, escrevi a primeira versão em 2000, que imagino que você tenha lido, interessado-se e refeito para que melhor expressasse sua fantasia - e não a minha, que como todas é muito particular. Adorei o vocabulário, eu não o ouvia desde as leituras do velho Marquês, como lubricidade e o fremir. Curioso que encontram-se ainda os momentos-chave, mas você é muito mais delicado que eu, considero-me culto e grosso, gosto do controle (físico, mental e, sobretudo, psicológico), quando parto para a putaria encontro-te postergando o intercurso. Por um momento cheguei a pensar que você pudesse ser uma mulher escondendo-se atrás de um nome masculino, imagino naturalmente sua faixa etária, mas aquele que é Leitor, não transparece facilmente sua idade. Gostei muito mais de meu final, "Eu não aguardei um instante para penetrá-la e, sinceramente, estrangulá-la não estava em meus planos. Eu a ouvi gozar como nunca antes, abafado mas intenso. Só quando me satisfiz dei-me conta de que ela não se movia há algum tempo, o que ouvi foi Letícia masturbando-se na porta entreaberta.", mas isso é um pendor meu, devo admitir que dei uma gargalhada quando você ameaçou torná-la puta, teria sido ótimo, final amargo, reencontra-a baixa, amarga e barata (sem essa de Gregor Samsa) ;^) Adoraria ler mais coisas suas, aponte um link por favor, estou certo que todos tirarão proveito. Parabéns. Abraços de um velho cafageste ;^)
24/09/2009 11:58:47
Texto muito bem escrito, português impecável, que não encontrei tantas palavras difíceis. Não vejo como um problema sua veracidade, como também se é um plagio, pois Anita da Globo tinha uma história totalmente diferente, porém acredito que você postou no site errado, pois deveria postar em sites de textos romanticos, afinal Anita da Globo era mais erótico de que vosso texto. Desculpe minha sinceridade, mas é o que penso, então é 10 pelo conto e 0 pelo erotismo, assim sua nota é 5.
23/09/2009 22:48:46
Adorei seu conto....poderia ser considerado o melhor do site... è simplesmente maravilhoso,se verdadeiro ou não,não me importa o que importa é que vc arranca desejo,tesão dos seus leitores e no final vc simplesmente nos desmancha de sentimento qdo expões o amor dos dois... Perfeito!!! bjs
25/07/2009 20:21:28
o barrilete e um viado adorei o conto sensacional, nota 10
20/07/2009 14:00:13
Para: Rico 707. Você pode não saber o significado,mas por que não pegas um dicionário ao envés de criticar ? Nota 10 para esse conto!
19/05/2008 13:25:54
Adorei
18/05/2007 22:14:47
Não é verdadeiro. O autor pode se comparar a Machado de Assis, por criar um conto tão grande e usar tantas palavras que não sabemos o significado.
Luiz
04/10/2005 19:24:11
tem q proccessar a globo, ela plagiou seu conto...rsrsrsrrsrssrs
Luiz
04/10/2005 19:24:10
tem q proccessar a globo, ela plagiou seu conto...rsrsrsrrsrssrs
Neo
02/05/2005 21:10:31
Ah, fala sério. O conto é excelente! Vai ganhar um 10 para contrabalancear. Em tempo: incentivo à pedofilia? Isso não foi tipificado...
eu
01/05/2005 11:23:37
muito cansativo, nem consegui ler tudo, mas acho que foi um seriado da globo..kkkk
Mackaulin
30/04/2005 22:23:11
Nossa, sem palavras, um dos melhores contos.
eu
30/04/2005 22:07:37
Vou denunciá-lo por incentivo a pedofilia que é crime, vou descobrir o seu IP e denunciá-lo assim como também o site que divulgou seu conto doente, tanto ele quanto vc são criminosos doentes.
barrilete
30/04/2005 21:59:14
Amigos, Não estou querendo ser moralista, mas este conto possui forte conteúdo de pedofilia e isso é proibido por aqui. Para não estimular a repetição, dou nota zero a esse conto.
Conde D
30/04/2005 21:56:55
tão bom que já foi Mini-série da Globo
Vini
30/04/2005 21:36:04
Esse é sem dúvida um dos melhores contos que já li.

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