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CONFIDÊNCIAS DE UMA NINFA

Autor: Beatrice
Categoria: Heterossexual
Data: 30/11/2005 14:51:29
Nota -
Assuntos: Heterossexual
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Sou a Bia, loirinha, olhinhos verdinhos e puxados, 15 aninhos, 1,68 de altura, 69 Kg, me acho um pouco magra, pois meu peso é distribuído em lugares localizados no meu corpo (coxas e bumbum), que me dão o aspecto de mulher. Por ser magra e baixa tenho cara de menininha de 11 aninhos, segundo as pessoas que não me conhecem e se assustam quando digo que sou casada.

Minha vida sofreu uma mudança enorme de uns 2 anos para cá, minha mãe e eu moramos com a minha avó e uma tia solteirona. Tenho uma tia casada, ela e o marido são meus padrinhos, eles não tem filhos e eu sou o xodó deles.

Tudo começou quando ouvi sem querer uma conversa entre minha mãe, minha tia solteira e a minha avó sobre o meu padrinho(um gato que se parece com o Pedro Bial), seu nome é Luiz, mas todos o chamam de LULUZÃO, que pensava eu que fosse o aumentativo do seu nome, na conversa delas descobri que minha tia e minha mãe tiveram um caso com o dindo e só romperam para não acabar com o casamento dele e da irmã delas, só que após terem transado com ele, não conseguiram satisfazer-se com mais ninguém e falavam o quanto ele éra maravilhoso(legal, atencioso, carinhoso, gostoso, etc...), tudo isso foi me dispertando curiosidades em relação a ele e eu com 13 aninhos já sofria transformações no corpo, apesar de ser franzina, mais interiormente sentia umas sensações estranhas. Por outro lado meus padrinhos me tratavam super bem, de carinhos a presentes eu não tinha com o que reclamar e como era atencioso comigo o meu padrinho, então comecei a questionar se as outras qualidades que tanto falavam a titia e a mamãe eram verdade.

Um dia descobri que vovó tava armando para o meu dindo, mandou uma vizinha muito bonita que tínhamos dar mole pra ele e armar um flagante com a minha tia casada.Por gratidão, resolvi ajuda-lo e contei tudo pra ele que ficou cada vez mais enchamegado comigo. Então comecei a sentir umas coisas muito esrtanhas toda vez que ele me dava carinho (beijava, abraçava, pegava no colo, cheirava e adorava me chamar de pitél, desde que eu era neném, comecei a ter mais confiança nele do que em qualquer outra pessoa, contava pra ele coisas da minha vida que não contava nem pra minha mãe. Eu tava preocupada com a minha formação física, pois minhas coleguinhas da minha idade já tinham seios bem maiores que o meu, se masturbavam, menstruavam e essas coisas de menina virando mulhér, meu didno então me tranqüilizava dizendo que isso era normal e que minha hora ia chegar e que nenhuma delas era tão princesinha quanto eu, com isso eu me derretia toda.

Um dia estava na casa da vovó e menstruei pela 1ª vez, telefonei pro dindo e ele me orientou o que fazer, pronto a partir daí percebi que iria precisar dele em todos os momentos da minha vida.

No final do ano como de costume, fomos todos para a praia na casa dos meus dindos e de propósito levei uma coleguinha comigo que era o tesão da galera no colégio, alegando que era pra me fazer companhia, mais era pra testar o dindo que se comportou naturalmente e quando eu lhe perguntei se a achava gostosa ela me disse que preferia mil vezes eu a ela, ganhei meu final de ano com essa revelação feita a mim por ele, voltando pra casa da cidade, fiquei com os dindos, pois voltaríamos pra praia no sábado e já era quinta-feira. Chegou sábado e lá fomos nos pra praia, desta vez só eu e os dindos, chegando lá decidi que eu iria atacar meu dindo, pois já não controlava mais minhas fantasias de mocinha, então coloquei um remédio que vovó toma pra dormir no chá da dinda e ela adormeceu como uma pedra, deixando o dindo de pau na mão, tava inquieto o coitado, após tomar várias chuveiradas frias, partiu pra piscina pra apagar o fogo, já que eu ouvia eles transarem inúmeras vezes no dia quando estavam na praia, fingi que acordei com o barulho da água da piscina e fui lá fora ver quem era que tava tomando banho aquela hora da noite, estava com uma camiseta de alças até o joelho e sem nada por baixo, perguntei a ele se a água estava fria e ele disse que eu não deveria entrar pra não me resfriar, desobedeci e me joguei na água, tava deliciosa, então ele nadou atrás de mim pra me pegar, na brincadeira eu senti suas coxas roçarem na minha bunda, na 2ª roçada senti algo duro espetar minhas coxas e ele me agarrou no colo, me debati e virando o corpo abracei seu pescoço me encaixando em seus quadris e cruzando meus pesem sua bunda, nesse momento entendi a origem doa seu apelido (LULUZÃO), senti como se o coração dele estivesse dentro da sunga, ele tentou me empurrar, mais eu grudei feito carrapato e lhe pedi que fizesse carinho em mim, ele me deu um beijo no rosto e eu apertando mais o meu corpo naquela coisa dura e pulsante disse pra ele que eu queria um carinho como ele fazia em minhas tias e na minha mãe, pela 1ª vez ele me deu um tapa no rosto e disse que eu era muito criança pra me meter naquela situação, soltei ele e sai chorando da piscina e fui pro meu quarto, logo em seguida ele entrou e tentou me consolar, desculpando-se e acariciando meu rosto e meus cabelos molhados e dizendo que eu tava linda toda molhadinha assim, foi quando nos vimos molhados e tarados, meus seios, apesar de pequenos, os bicos tipos abiu madurando quase perfuravam a camiseta molhada e em baixo aparecia uma sombra de pentelhos dourados formando uma pequena moita a frente de uma fenda inchada e melada, enquanto que o dindo com seu corpo de coroa de 31anos sarado e bronzeado, tinha uma caceta que PQP, estufava a sunga dando pra ver aquela mata loira com o tronco de uma tora nascendo do meio dela . seus olhos verdes brilhavam percorrendo todo o meu corpo e se encontraram com os meus, nesse momento vimos que não tínhamos pra onde escapar, nos abraçamos e nos beijamos como o mar e a tempestade, ele baixou as alças da minha camiseta molhada e colada ao corpo, com a língua quente e macia foi descendo o tecido e descobrindo meu corpo tremulo, não de frio e sim de nervoso e tesão, abocanhou meus seios alternado-os com chupadas, lambidas e suaves mordiscadas com os lábios, desceu a camiseta deixando-a cair no chão embolada e molhada, aquele barulho me fazia entender que estava toda oferecida pro meu dindo querido, eu gemia e delirava com aquelas carícias, senti suas mãos apertarem carinhosamente minhas nádegas e descerem até minhas coxas roliças e arrepiadas afastando-as uma da outra e tocando por trás minha xoxota toda melada, com carinho deito-me na cama, abriu minhas coxas e mergulhou no meio delas lambendo-as e as beijando até chegar em minha bucetinha que se aproximava do 1º gozo da sua vida, quando sua língua percorreu da entrada do cuzinho até o grelo, que ele chupou como quem chupa uma uva, eu não agüentei, e ali tava decretado meu 1º orgasmo. Senti que iria desmaiar se ele continuasse a me chupar daquele jeito alucinante, então quase sem voz, pedi pra ele ficar de pé na beira da cama, onde eu sentada baixei com dificuldade aquela sunga, desnudando uma piroca deliciosa e toda melada só visto por mim antes em filmes e revistas pornô, parecia com uma lança com uma maçã espetada na ponta, com as orientações do meu dindo eu toquei minha 1ª punheta e com dificuldade de abocanhar aquela cabeçorra pagava meu 1º gulosão. Guiada por dindo, aumentei a velocidade da punheta e da chupeta respectivamente, de repente tive que segurar com as duas mãos aquela tora que foi inchando. A cabeça que tava dentro da minha boca inchou e entalou, com um urro de um urso furioso, dindo bambeou as pernas quase caindo por cima de mim e soltou sussecivos jatos quentes em minha garganta, assustada e sufocada lhe empurrei e ao desentalar da minha boca a pica fez um barulho semelhante a de uma rolha quando sai da boca de uma garrafa pela 1ª vez, ainda recebi 2 jatos de porra na cara e nos peitos, ele me abraçou e perguntou se eu gostei, ao afirmar que sim ele falou que por hora tava bom. Saiu cambaleando e foi tomar um banho, ainda o peguei tocando uma punheta, tomei banho e fui dormir anestesiada e feliz, foi um sono só até o outro dia. Na manhã seguinte acordamos e agimos naturalmente, após o almoço, sai para tomar sorvete e ao voltar encontrei a porta do quarto dos dindos entreaberta e vi minha dinda de quatro com a cara enfiada nos travesseiros e meu dindo fudendo seu rabo, aquilo me deixou louca e vi que tinha muito mais a fazer com o meu dindo, só não sabia se iria agüentar, pois minha dinda que era acostumada só tava com a metade da pica enterrada, fui pro meu quarto e toquei uma deliciosa siririca.

Levei a semana toda sonhando com o próximo sábado, meu dindo me evitava pra não darmos bandeira, telefonei escondido para ele e conversamos mais a vontade, pois minha mãe marcava a gente em cima, perguntei a ele se alguém já tinha engolido aquela pica toda e ele me falou que a única mulher que havia conseguido essa façanha fora a minha mãe, então brinquei com ele e disse que meu sonho era ser igualzinho a mamãe, rimos e nos despedimos com palavras carinhosas que prometiam na próxima vez que ficássemos a sós. Quando chegou sábado, toda a família foi pra praia, só que sabiamente meu dindo preparou um delicioso churrasco regado a um vinho tinto gelado, que logo embebedou todo mundo que não eram acostumados a beber, dindo não deixou eu beber mais que 1 taça que foi o que ele também bebeu, isso de 2 garrafões que ele levou. Antes das 14hs era mulher bêbada pra todo lado, colocamos todas pra dormir, com meu dindo zoando tudo (passando a mão na xoxota de vovó, botando ao pau na boca de mamãe, mamando os peitos de titia, era coisa de louco), nos divertimos muito e nos exitamos tambem com essas sacanagens, aí fomos pra piscina refrescar, eu já doidona pelo vinho e pelas sacanagens tirei o biquíni e cai na água, seguida por meu dindo que copiou minha idéia de ficar nú, aquele homem com aquela piroca mole vindo em minha direção era uma cena fantástica, nos chupamos ali mesmo e depois de gozar em sua boca novamente ele me pegou no colo delicadamente, me levou pro meu quarto onde estava minha mãe apagada e me chupou novamente, enfiando a língua dentro do meu cuzinho que piscava sem parar, me colocou de barriga pra cima, pegou um pote com um creme anestésico e espalhou na entrada da minha xoxota, passou também na cabeçorra da sua pica, que tava vermelha em brasa, olhou dentro dos meus olhos e me disse que eu tinha encontrado a que tava procurando e que aquilo seria todo meu.Senti uma dormência na xoxota com aquela coisa enorme forçando a entrada, tava doendo muito, mais o medo de acordar mamãe, os beijos do dindo e o tesão que eu sentia me fizeram agüentar bravamente aquela pressão, de repente soltei um grito sem querer, quando senti como se tivesse rasgado minhas entranhas, era como umtrem desgovernado invandindo minha buceta, comecei a chorar e pedir para parar, mais dindo até parou, tirou um pouco e depois que viu que me recuperei, recomeçou a explorar aquela caverna virgem, um calor começou a subir para minha cabeça, achei que iria explodir, meu dindo cerrou os olhos e foi deixando seu peso cair sobre mim, introduzindo mais fundo aquela pirocona. Só deu tempo segurar com as duas mãos aquele pedaço de tora que ainda sobrava do lado de fora pra não ser rachada ao meio, fui cadenciando um entra e sai devagar com as mãos travando pra não ser toda invadida e comecei a sentir que iria gozar alucinadamente, aumentei o rírimo e o dindo começou a ficar vermelho e ofegante, senti aquilo dentro de mim começar a engrossar, sabíamos que aquela era a deixa pra ele gozar, eu já havia perdido as forças me esvaindo em gozo, foi quando ele tirou e apontou para a cara da mamãe e com jatos de porra lambuzou todo o rosto dela, imediatamente comecei a limpar com a mão e lamber aquela porra salgada e grossa que parecia maionese, a cama tava toda suja de porra e sangue, meu dindo levantou e foi pra praia me mandando limpar tudo e quando elas acordassem eu dizer que ele tinha ido pescar e eu dormir logo após a bebedeira. A noite ele voltou e todas nós estávamos na varanda, ele entrou cumprimentou todo mundo e foi tomar banho, fui em seguida colocar algo pra ele comer e na cozinha nos beijamos apaixonadamente e disse pra ele que eu era a mulher mais feliz do mundo e que seria pra sempre dele, foi um final de semana feliz pra todos, principalmente pra mim que tinha descoberto como é gostoso ser amada por um homem tão maravilhoso, sabia que perder o cabaço não irira me satisfazer totalmente, ainda sonhava em engolir toda aquela pica, não sabia como.

Já era amante daquele macho gostoso e já obedecia a todas os seus pedidos, eram como ordens para mim, minha avó, mãe e tias, estavam fascinadas com minha obediência ao dindo e começaram a desconfiar do nosso chamego, foi quando ele me fez um pedido ilusitado. M e mandou arranjar um namorado, fiquei confusa, mais ele me explicou que era pra despistar o pessoal da família, senão acabariam desconfiando e apertando a marcação em cima de nós.

Conheci o André, um gato, da minha idade que era nadaor e competia pela seleção brasileira de natação, era um pouco delicado, mais eu nem ligava, quando queria alguém macho, peludo, gostoso, pauzudo, tinha o dindo. Eles se conheceram e ficaram amigos, o André aprendeu um monte de truques com o dindo sobre natação, isso nos deu oportunidades de ir várias vezes juntos a praia para o André ter aulas na piscina com o dindo, minha família então começou a nos deixar mais a vontade, enquanto os dois não se desgrudavam, enquanto eu dormia no meu quarto o André ia dormir com o dindo e ficavam de papo o tempo todo. Então o dindo me mandou dar a buceta pro André, pois ele era virgem e não desconfiaria que eu não tinha mais cabaço, foi o que fiz, numa dessas idas a praia me entreguei pro André enquanto o dindo saiu estrategicamente pra consertar o carro, armamos pro André, até sangue do seu pau tinha na cama e fingimos ser da minha buceta, dindo o colocou contra a parede e fez a maior cena dizendo que traímos a confiança dele e essas coisas do gênero. Para abafar o escândalo a família do André que era uma família rica e de tradição aceitou nosso casamento, enquanto a minha adorou o partido que arranjei, noivamos alguns meses e nos casamos.

Foi ai que que quase enloqueci, pois no dia do nosso casamento, meu dindo me levou no altar e depois nos levou pra lua de mel na casa da praia, pois André sendo menor não podia dirigir, quando chegamos lá, alegando problemas no carro meu dindo não pode vir embora, telefonou pra família e disse que ficaria num hotel, coisa que eu e André não deixamos, dissemos que era pra ele ficar na casa conosco, não sabia eu que aquilo tudo era armação dos dois safados.

Ainda vestida de noiva, fui levada por meu marido que arrancou minha calcinha e sem tirar o vestido me colocou pra cavalgar em seu pinto, donde eu comandava um sobe e desce tão gostoso que não reparei a aproximação do dindo, só senti aquela piroca que já conhecia só de roçar em mim, forçando a entrada do meu cuzinho ainda virgem, fiquei assustada e tive medo da reação do André, que para meu espanto disse que aquilo era surpresinha pra mim e que fazia parte do pacote do presente de casamento do dindo e que tava tudo bem pois o dindo iria fazer parte da nossa vida sexual numa boa, que tava tudo em família, aquilo me exitou mais ainda, era alucinante a idéia de ser fudida pelos dois machos da minha vida ao mesmo tempo, por um instante esqueci de um pequeno, digo imenso plobrema, que era aquele vindo em direção ao meu cuzinho fechadinho, não tive escolha, quanto mais que confiava no dindo, ele dizendo pra mim relaxar que iria dar tudo certo, foi beijando o meu pescoço, orelhas, falando coisas gostosas em meus ouvidos, enquanto André me beijava apaixonadamente na boca. Acelerando os movimentos de entra e sai o André me distraiu, enquanto meu dindo untou o caralho de creme e forçou a entrada do meu anus, não consegui gritar por estar sendo beijada, quase desabei quando entrou a chapeleta em meu cu, aquilo foi invadindo o meu rabo, parecendo que iria me partir ao meio, nesse momento apaguei por alguns segundos, quando voltei a si percebi que era o recheio daquele sanduíche de pirú. Olhando por baixo da barriga percebi quatro bolas se chocando num vai e vem alucinante no espaça que comprendia entre meu cu e minha buceta, meu rabo tava todo sujo de sangue, sabia que a essas alturas minhas pregas tinham ido pro espaço, o André bombava com força e dindo dosava as estocadas com firmeza. Nesse momento senti os dois caralhos inchando dentro de mim e me libertando dos lábios de André, gritei que iria gozar, o André acelerou e gozamos juntos, enquanto dindo arrancou aquela tora nervurada de dentro do meu cu toda suja de sangue e titica, foi pro banheiro se limpar, nisso André me colocou de quatro e socou com violência em meu rabo, dizendo que se dei pro dindo, ele também queria. Ardia muito, enfiei a cara no travesseiro e de repente ouvi o André soltar um grito de dor e satisfação ao mesmo tempo, quando olhei por baixo vi que o meu dindo veio em meu socorro, pois vi dois sacos, um do André comendo o meu cu, o outro do dindo socando no rabo dele com força e perguntando pra ele se era bom meter com força no rabo da afilhadazinha dele . O André rebolava e gozava dentro de mim como um louco, então sentamos na cama e fomos fazer o dindo finaimente gozar, partilhamos desde o inchar da caceta até ela ficar mole, limpamos toda a porra gota por gota.

No dia seguinte os dois FDP combinaram, e no momento que eu cavalgava a piroca do dindo o André veio e ambos penetraram juntos a minha buceta, gritei e chorei até desmaiar em cima do dindo que me acordou com tapinhas carinhosos no rosto a tempo de gozarmos os ter juntos, era tanta porra que esguichava pelas frestas deixadas no entra e sai das pirocas, arrancaram e deram os dois pintos amolecendo pras eu lamber toda a porra.

Na 2ª feira meu dindo foi embora e por telefone conduzia nossas trepadas de núpicias, enquanto batia punhetas e gozávamos como se estivéssemos os três juntos, no sábado ele veio nos buscar e trouxe de presente um consolo tipo cinto que era do tamanho do pirocão dele que só encontrou igual por encomenda. Foi loucura quando sentei no cacete do dindo e colocamos André sentado no consolo preso a minha cintura, gosamos umas duas vezes nessa posição.

Mais agora estamos numa nova etapa, onde mamãe desconfiada com a nossa união a três, confessou a mim e ao dindo que somos pai e filha, só que nosso tesão é tanto que estamos loucos pra chegar final de semana pra poder cometermos um incesto, onde convidamos mamãe pra participar, já que ficou curiosa quando o dindo disse que encontrou uma outra guerreira que nem ela que agüentou a piroca dele até o talo, claro que não falou que fui eu, isso é uma surpresa que temos pra ela.

Sei que a história da minha vida é grande, mais grande mesmo é o caralho do dindo que engulo todo final de semana, o André coitado, ta com plobremas de hemorróidas de tanto dar o cu pro sogro.

Bjs....

BIA.

Comentários

vitor
28/12/2005 04:14:10
adorei teu conto, me adiciona no msn: [email protected]
mensalão
09/12/2005 15:34:09
Teu marido é viado
Coroa Devasso
05/12/2005 15:29:59
O conto é excelente..pena que seja criação de sua mente...aliás bastante fértil..putinha Beijos e lambidas profundas
PUto
04/12/2005 10:40:13
Puta vadia...gosta de uma maionese na cara ? Te fodo todinha menina...
michael
03/12/2005 13:22:30
Confesso, q fiquei com muito tesão ao ler sua história, terminei de ler nada mais q batendo uma deliciosa punheta. por favor me escreve.
vánia
01/12/2005 12:53:46
poxa moça tu é muito puta mesmo...correndo mmo o rsco d engavidar não sei de kem.... puta, vaca, putaaaaaaaaaaaaaaa
Foda ti
01/12/2005 09:37:09
Vc é muito nova, não gosto de ler contos assim....

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