Casa dos Contos Eróticos

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Casos de zoofilia III

Autor: Camila
Categoria: Zoofilia
Data: 18/07/2006 00:28:12
Nota 9.67
Assuntos: Zoofilia

Casos de zoofilia

Nesta série de casos de zoofilia em que ocorrem as situações de primeira transa, desta vez eu vou contar um caso muito especial, porque envolveu a minha professora de psicologia da faculdade. Ela é uma mulher linda, muito inteligente e ela considera a zoofilia como um fetiche que é visto como uma aberração por muitos, a maioria por certo, mas que significa um prazer alucinante para outros, ou seja, para uma minoria independente e livre de preconceitos e de qualquer restrição ou tabu à prática sexual. Esta é a história de “Camila” (nome fictício), uma mulher extremamente bonita, atraente, culta, moreníssima sensual de olhos verdes, com cabelos negros, longos e lisos. Hoje, Camila é uma mulher casada com um advogado muito importante e quando a entrevistei ela relutou por vários dias em contar sua história como simulação da nossa aula para terapia de grupo, por considerar que ela era, como disse, uma anormalidade ou uma parafilia. Depois de muito insistir e garantir-lhe completo sigilo e de que sua identidade seria preservada, considerando ainda que minha amizade com Camila começou antes mesmo dela ser minha professora de psicologia aplicada, pois eu havia sido apresentada a ela por uma grande amiga, também zoófila, (que aliás também me contou a sua primeira vez com um dog). Aliás, eu também tinha aberto o jogo com ela e contado em pormenores, todas as minhas experiências nas seções simuladas de terapia de forma que ela finalmente acabou concordando em discorrer sobre a sua história sexual. Ela deitou no divã e detalhou minuciosamente a sua vida erótica. Depois ela então admitiu que gostaria de ver a sua história escrita publicada em um site erótico, pois lhe causaria um enorme prazer, pois com o consentimento de seu marido, continuava a prática sexual que a iniciou, sendo a única forma de realmente se realizar efetivamente como fêmea. Agora, vou deixar Camila contar a sua iniciação sexual, em um relato que seguramente vai deixar todos vocês, para os que apreciam esta modalidade de sexo, completamente extasiados. Com a palavra, Camila:

“Hoje tenho 38 anos, mas quanto tudo aconteceu, pois eu tinha quase 19 anos de idade. Sou relativamente baixa, com 1,60m de altura, mas naquela época eu usava sapatos de saltos muito altos, que destacavam meu belo corpo, com seios de médios para grandes, arredondados na base e pontudos, com bicos salientes, que despertavam tesão, mesmo nos homens mais frios. Sempre tive os quadris bem largos e uma bunda proeminente. Os homens se viravam quando eu passava – ainda se viram, pois preservo o meu belo corpo através de ginástica aeróbica e natação – e isto me fez ficar extremamente ligada em sexo. Tinha um namorado que eu pensava naquela época que um dia seria meu marido. Mas, apesar disso, nosso relacionamento sexual era tímido e inócuo. Ele tomava muito pouca liberdade comigo. Respeitava-me muito e uma maneira de ele demonstrar isso era não avançar o sinal vermelho. Dava-me uns amassos, é verdade, me deixava receptiva e toda molhada com beijos ardentes e uns leves toques em meus seios e sexo mas sem contato de pele, mas nunca passou disso, mesmo tendo percebido que algumas vezes eu estava completamente receptiva e disposta a ceder aos seus desejos, principalmente o sexo anal, que era para a maioria de minhas amigas uma forma de se satisfazer sem perder a virgindade, que de acordo com a minha criação, a minha castidade deveria ser preservada até o meu casamento. Ás vezes, ele me abraçava por trás e ao sentir o seu pau duro roçando em minha bundinha arrebitada, meu corpo era tomado por tremores que ele fingia não perceber, talvez para manter o controle de suas próprias sensações e manter sua postura de respeito por mim. Portanto, com 18 anos, eu era já uma mulher carente de sexo. Queria muito mais do que tinha com meu namorado e não ousava ceder às muitas cantadas, porque gostava dele e estava condicionada a me casar com ele e lhe ser fiel. Mas muitas vezes sonhava acordada com um pênis me penetrando, e confesso quase sempre era na bundinha. Muitas vezes, quando me masturbava, principalmente depois que levava aqueles amassos, tocava levemente com o dedo na portinha de meu ânus e gozava imediatamente. Naqueles amassos, só rolava carícias dos sexos sobre a roupa, sem sexo oral ou masturbação direta sem consolidar o ato sexual. Muitas vezes eu chegava a gozar durante esse amassos. Mas eu me consolava mais com uma boa siririca nas vezes que ficava sozinha em casa, pegava um linguição na geladeira, ou qualquer outro objeto cilíndrico e roliço em formato de pênis que pudesse introduzir no meu ânus para me masturbar. Para isso eu usava frequentemente um bastão de desodorante “roulon” que tinha as proporções parecidas de um pinto normal. Uma vez eu achei uma camisinha cheia de porra do meu irmão quando fui fazer xixi no banheiro. Quando abri a tampa do cesto de lixo que estava vazio, vi que tinha um preservativo dentro. No dia anterior, a namorada dele tinha dormido na minha casa. Eu peguei a camisinha de dentro do cesto e comecei a cheirar. Tinha odor de água sanitária. Eu fiquei superexcitada com aquilo. Tranquei a porta do banheiro cheia de tesão e comecei a tocar uma siririca daquelas de machucar o grelo, cheirando aquela caminha cheia de esperma até que num gesto tresloucado resolvi colocar a camisinha dentro da boca. Eu sentia gosto de sexo na minha boca. Aí eu aumentei a intensidade da masturbação e quando senti a proximidade do orgasmo, comecei a rasgar a camisinha com os dentes e com isto a porra começou a verter e inundar minha boca e garganta e engoli tudo chegando a um orgasmo delicioso. Eu depois senti um pouco envergonhada, mas o que tinha feito era masturbação fantasiando que eu estava fazendo sexo oral no meu namorado e não incesto. Então fui tomar um banho pensando, se meu irmão que não é casado tem relações sexuais, por que então eu deveria casar virgem. Eu estava decida a transar com meu namorado também. No entanto, para minha decepção ele continuava inflexível e queria que eu casasse virgem. Depois disso, nossa relação amorosa começou a arrefecer e passei até a desconfiar que meu namorado fosse gay ou assexuado. Minha família morava numa casa imensa, num bairro de classe média de São Paulo, e foi aí que tudo aconteceu. Num final de semana, fiquei sozinha em casa. Meus pais e meus dois irmãos viajaram para lugares diferentes e as duas empregadas e o jardineiro foram dispensados. Eu deveria passar o sábado e o domingo na casa de uma tia, mas depois resolvi ficar em casa para colocar uns trabalhos da faculdade em dia no curso do segundo semestre de psicologia. Além disso, iria ter uma prova na matéria de Fundamentos de Psicologia Cognitiva na segunda-feira, uma cadeira que eu gostava muito de estudar. No sábado pela manhã, um belo dia de sol, coloquei meu biquíni e fiquei à beira da piscina, me bronzeando e estudando para a prova. Fiquei ali distraída, até que nosso pastor belga, novo de pouco mais de um ano, um cão enorme, todo preto, de pelo brilhante, colocou-se a meu lado. Seu nome era Valente. Ele estava inquieto e percebi que a toda hora ele lambia seu pênis, que tinha uma pontinha vermelha para fora da capa. Brinquei com ele, para acalmá-lo porque percebi que estava excitado. Mas isso só fez como que ele ficasse ainda mais inquieto. Então, sentei ao lado dele, para alisar o seu dorso, brincando com o seu pelo. Ele estendeu-se todo no gramado, como sempre fazia quando alguém lhe dava carinho, e eu passei a alisar sua barriga. Em poucos minutos, ele estava com todo o seu pênis arregaçado para fora da capa. Eu pude ver, então, um pênis enorme, gigantesco mesmo, tanto em cumprimento quanto em grossura . Era vermelho na ponta, mas o corpo era rosa, voltando ao tom vermelho perto da base. Vendo aquilo, fiquei pensando como uma cadela que transasse com ele agüentava todo aquele tarugo. Eu até já tinha visto em fotos de revistinhas de sacanagem levadas pela garotas da escola, no segundo grau, mulheres transando com dogs. Eu achava a zoofilia uma aberração. Na faculdade de psicologia o zoofilismo era considerado uma parafilia sexual, da mesma forma que a necrofilia, coprofilia, sadomasoquismo, etc. Mas voltando ao relato, até aquele momento eu apenas estava acarinhando o meu cão e não dei importância ao fato de ele estar excitado daquela maneira. Continuei a acariciar a sua barriga. De repente, sem que eu pudesse evitar, enquanto eu estava sentada ao seu lado no chão, Valente pulou em cima de mim, colocando suas patas dianteiras nos meus ombros. Com isso, aquele enorme pênis ficou na frente do meu rosto. E ele fez os movimentos de penetração, fazendo com que seu enorme caralho chegasse a roçar o meu rosto. Aquilo me perturbou profundamente. Abalada, reagi imediatamente e tentei afastá-lo, gritando com ele. Mas Valente tinha uma força muito superior a minha e não consegui afastá-lo. Ele em pé ficava mais alto do que eu. Gritei mais com ele, mas não fui obedecida. Tentei, então, me virar para poder me colocar de pé. Girei o corpo, apoiei as mãos na beira do “deck” da piscina e fiquei meio ajoelhada, quase de quatro na grama, para tentar me levantar. Quando estava nessa posição, Valente, movimentando-se rapidamente, me agarrou pelos quadris, enlaçando minha cintura, e fazendo movimentos de cópula. Seu peso impediu que eu pudesse fazer qualquer movimento para escapar daquela situação bizarra. E eu fiquei ali, estática, naquela estranha situação, sentindo-me dominada por um cão tarado, sem conseguir me livrar daquele cão imenso, disposto a me foder de qualquer modo. Minha disposição, acreditem, era realmente me livrar dele, mas enquanto ele estava agarrado em mim, arranhando-me com suas patas enormes, senti suas estocadas, com a ponta de seu enorme membro socando minhas nádegas e minhas coxas, até que começou a se aproximar da minha buceta e do meu ânus protegidos pelo biquini. Aí, percebi que aquilo estava me excitando, mas me deixava assustada. Ao mesmo tempo, me sentia protegida por estar de biquíni. As estocadas se tornaram fortes e furiosas e eu comecei a ficar com medo de que ele acabaria rasgando o meu biquíni, com aqueles trancos que iam aumentando de velocidade na medida em que o abraço de Valente na minha cintura se tornava cada vez mais apertado. Meu corpo todo se contraía de calafrio cada vez que a ponta de seu monstruoso caralho batia e tocava na portinha da minha buceta e do meu ânus. Eu estava arrepiada, sentido até um pouco de prazer com toda aquela sacanagem. Entretanto, meu juízo voltou e tentei novamente escapar do seu abraço apertado, mas ele não me largava. Acabei me conformando e por achar que o biquíni me protegia deixei que Valente continuasse ali me comendo por cima do pano do biquíni até saciar seu apetite sexual. A casa tinha muros altos e era isolada não havendo riscos de que alguém pudesse nos ver. Não posso negar: que eu estava gostando muito de sentir aquele membro me estocar procurando uma passagem para se meter nas minhas entranhas. Mas eu fiquei realmente fora de mim, quando o cão encaixou aquela tora bem em cima do meu cuzinho. As estocadas violentas me fizeram perder o controle e me vi balbuciando e dizendo coisas inacreditáveis: - Isso cachorro tarado, mete no meu cuzinho, assim... com força... vai, vai, vai... meu macho, esporra tudo em mim, como éééé.... é bom...bbbbooommmmmmm. Valente continuava estocando vigorosamente e em poucos segundos senti que ia ter um orgasmo destruidor, como jamais tivera em minha vida, seja tocando o meu cuzinho com a ponta dos dedos e me masturbando ou introduzindo um linguição no ânus nas minhas seções de siririca. Gozei uivando como uma cadela no cio e senti minhas pernas tremerem. Quando voltei a raciocinar com clareza, fiquei sentindo uma mistura de excitação e vergonha, por ter gozado tão despudoradamente e por constatar que, apesar de tudo, estava gostando daquela aberração. Desorientada, ainda sentindo no corpo os efeitos do orgasmo que experimentara, levei minha mão para trás, por entre minhas pernas, tocando naquele pênis enorme, e ao mesmo tempo em que me assustava com seu tamanho e com a violência com que ele me estocava, percebi que ele tinha uma enorme bola junto à capa, chamado de nó. Valente continuava fortemente agarrado a mim, com seu corpo todo apoiado em minhas costas e sua língua tocando a minha nuca. Meus ombros e pescoço estavam melados pela sua baba. Sua respiração era agitada e ofegante sendo que as estocadas prosseguiam cada vez mais fortes e vigorosas. Segurei firmemente aquela tora descomunal com a mão enquanto ele continuava a fazer o movimento de vaivém numa velocidade absurda e com uma força descomunal. Eu não conseguia fechar minha mão em volta do seu cacete de tão grande, o que dá bem uma idéia de sua grossura. Valente continuava a estocar minha bunda, ás vezes cravando o caralho próximo à minha buceta, às vezes sobre o meu ânus, no meu rego por cima do biquíni. E eu sempre tentando segurar o seu pênis. De repente, ele se agarrou ainda mais fortemente a minha cintura, arranhando minhas coxas com suas unhas, começou a dar trancos curtos e violentos e depois me largou. Senti jatos de seu esperma melando abundantemente o meu biquíni e escorrendo pelas minhas coxas e pela minha bunda. Um bocado daquele líquido pegajoso e quente escorreu pelo meu rego, por baixo do biquíni e foi se alojar bem sobre o meu cuzinho, o que me fez sentir arrepios de tesão. Após desgrudar-se de mim, o cão ficou meio deitado, lambendo aquela coisa descomunal, que continuava completamente de fora, com aquela bola vermelha na base. Pensei comigo mesma: ele gozou e agora vai sossegar. Sinceramente lamentei, porque, confesso, meu tesão estava ainda lá em cima e eu queria continuar na brincadeira. Mas o meu lado lúcido me fez pensar que era melhor que aquilo não continuasse. Pensando assim, tirei o biquíni e corri nua para a ducha ao lado da piscina para me lavar. E aí foi que cometi o meu grande “erro” daquele dia. Eu estava nua, em pé, quando Valente se levantou rapidamente e veio novamente em minha direção. Quando me dei conta, ele enfiava o focinho frio no meio das minhas pernas, cheirando minha buceta, ainda encharcada dos meus líquidos, que caíram copiosamente na gozada que eu dera, e também de sua porra. Tentei evitar, mas logo ele começou a lamber minha xana. Sua língua áspera e quente me fez sentir um prazer inacreditável. Ele lambia o meu sexo com uma maestria inacreditável. Eu chegava a virar os olhinhos com as lambidas daquele cão sedutor. Era a primeira vez que alguém me tocava daquela maneira, uma maneira que eu fantasiara em muitas e muitas das minhas masturbações. De repente, ele se meteu entre minhas pernas, não me permitindo fazer nada para impedir. Eu tentei andar em direção a casa, mas depois de alguns passos no gramado fiquei parada e extasiada. E sua língua continuava o trabalho, subia e descia freneticamente pela minha buceta, me causando uma sensação incrível. E eu, então, sem forças para reagir, mandando às favas todos os meus princípios morais e tabus, eu de pé abri as pernas e fiquei gozando com aquela língua tentando se enfiar em minha vagina. A cada segundo o que eu sentia era ainda mais prazeiroso. Até cheguei a fechar os olhos, entregando-me completamente àquele momento mágico, que me causava arrepios. Eu estava em êxtase, alucinada com aquela língua varrendo habilidosamente meu sexo. Com os olhos apertados, a esta altura com as pernas completamente abertas e trêmulas de tanto tesão, com a cabeça girando loucamente, me esqueci completamente de meus pudores e sentia somente as sensações que aquele cão sensual estava me fazendo sentir. Eu voava velozmente para um novo orgasmo, talvez o mais intenso que eu tiveram em toda a minha pouco intensa vida sexual. Acho que valente percebeu que eu estava totalmente entregue de corpo e alma a sua sedução, porque ele pulou sobre mim, metendo-me as duas patas dianteiras pouco acima dos meus seios, fazendo-me cair, desabando completamente para trás. Assustada e com a respiração descontrolada pela interrupção abrupta daquelas linguadas que estavam me levando a uma seqüência ininterrupta de orgasmos, fiquei sentada na grama. Valente montou nos meus ombros e apertando meu pescoço e começou novamente aqueles movimentos de vaivém, estocando aquele imenso cacete monstruoso no meu rosto encostando seu membro melado, que já estava enorme de novo, na minha boca, onde quase conseguiu enfiá-lo. Minha face ficou melada e senti seu gosto salgado na minha boca e fui tomada por uma sensação de desejo, mas também de repugnância. Por isso, me virei rapidamente tentando escapar, mas acabei ficando de costas de quatro para ele, na posição para cruzamento preferida dos dogs. Outro erro tremendo. Então Valente agarrou-me por trás, me arranhando toda, e ficamos exatamente na posição ideal para um cão cobrir uma cadela no cio. Numa fração de segundo, ele sendo o dono da situação, Valente começou a tentar enfiar aquela coisa vermelha e enorme dentro de mim. Fiquei aterrorizada, pois me lembrei que agora eu estava completamente nua, sem a parte de baixo do biquíni que antes me protegera de ser penetrada e deflorada por aquele tronco vermelho. Estava despida e inteiramente à mercê daquele cão excitado que queria cruzar de qualquer modo e eu tinha plena consciência de que não me soltaria mais. E também sabia que, com o fogo que tomava conta das minhas entranhas, aquele tesão descomunal e desavergonhado que sentia, não iria mesmo querer interromper aquela posse animalesca que parecia inevitável. Com minhas últimas forças, físicas e morais e o resto de juízo, tentei em vão me desvencilhar de Valente, gritei muito, praticamente implorei para que Valente me soltasse, como se ele fosse capaz de me entender minhas preces, mas nada deu resultado – e não daria mesmo. De repente, senti a ponta do enorme caralho tocando meu sexo, ora socando minha bunda, alternando-se entre meu ânus e a entrada de minha grutinha virgem igualmente intocada por qualquer coisa que não fosse a pontinha do meu dedo no meu clitóris. Alucinado, Valente procurava apenas um buraco para enfiar aquele pirocão vermelho. Eu sentia arrepios por todo meu corpo com aquele cacete melado e quente roçando o meu sexo. As estocadas continuavam e eu até pensei que ele não iria conseguir me penetrar, quando senti aquela coisa enorme cravar-se na porta da minha xaninha. Eu me arrepiei de medo e instintivamente me contrai toda, retesando todos os músculos do meu ventre e das minhas coxas. Fiquei desesperada e me debati violentamente, tentando me desvencilhar dele de todas as formas. Mas Valente tinha suas patas ferozmente enlaçadas em minha cintura, cravando suas unhas na parte interna de minhas coxas. Era impossível escapar daquele abraço libidinoso. Ao tentar me desvencilhar mais uma vez, acabei facilitando as coisas e o membro escorregou, penetrando na minha vagina lubrificada de uma forma que não tinha mais retorno, não tinha mais volta. Senti uma dor terrível no meu ventre e quase no mesmo instante que seu membro descomunal deslizou e alojou-se definitivamente de uma só vez na minha buceta. Senti a vista escurecer. Desequilibrada, cai de cara na grama. É difícil dizer exatamente o que sentia. A dor era quase insuportável, mas todo o meu corpo vibrava de prazer. Apesar disso, fiquei em pânico, pois me veio a cabeça a lembrança das gigantescas dimensões do seu pênis. Eu não podia acreditar que aquilo tudo estava atochado dentro da minha buceta, mas sabia que estava lá, tal era a dor que sentia em minhas entranhas. Valente continuava metendo descontroladamente, naquele movimento de entra-e-sai, numa velocidade incrível. Sem conseguir raciocinar com clareza, levei uma das mãos para trás tentando tirar aquela vara de dentro de mim, mas não conseguia. A velocidade e a força das estocadas me faziam sentir cada vez mais dor, e é fácil para as mulheres que estiverem lendo esta narrativa avaliar o que eu sentia em minha xana até poucos minutos antes eu era virgem, e logo depois ter a bocetinha desvirginada, sendo açoitada viotentamente por um membro daqueles, que era de pelo menos uns 20 cm. Com a mão para trás, senti que seu membro estava entulhado na minha xoxota, enquanto ele continuava estocando com força. Verifiquei que ele estava inteirinho cravado nas minhas carnes. Só o que estava de fora era aquela bola enorme e pegajosa que se forma na base do membro canino, chamada de nó. E Valente, embora com seu pênis completamente cravado em minha vagina, continuava com os movimentos bastante forçado. Acho que queria enfiar também aquela bola que me parecia ter as dimensões de uma bola de tênis. Com minha mão, pude sentir um líquido quente escorrendo pelas minhas pernas. Trouxe a mão ao alcance dos meus olhos e vi uma mistura de porra canina e sangue do meu hímen rompido. Eu coloquei na boca e tinha um gosto salgado. Voltei a segurar o nó de Valente, aterrorizada com a possibilidade de ele introduzir também aquela bola na minha buceta. Mas aquele movimento de vaivém foi me levando a um estado de excitação total. Aquela dor dilacerante foi diminuindo gradativamente dando lugar cada vez maior a uma sensação deliciosa de prazer, pois minha boceta começava a desejar avidamente o cacete gigantesco e eu cada vez mais, inebriada de tanto tesão, fechei os olhos, abri as pernas o mais que pude e empinei a bunda, entregando-me completamente ao prazer que dominava todos os meus sentidos. Senti-me uma cadela, sendo completamente possuída por aquele cão e me vi rebolando, dançando no ritmo da cópula, gemendo de prazer. Logo, o entra-e-sai daquele membro enorme, ferindo e batendo no meu útero, me fez experimentar um gozo alucinante. No auge do meu orgasmo, acabei empurrando a minha bunda para trás contra aquele tronco de carne viva, e eu toda escancarada, acabou acontecendo o inevitável. Valente deu um tranco fortíssimo, e, favorecido pela minha intensa lubrificação, principalmente pela quantidade enorme do seu fluido lubrificante que os cães ejaculam, meteu aquela bola de uma vez em minhas entranhas. Aquilo atravessou dilatando absurdamente as portas da minha xana, me rasgando toda, dilatando impiedosamente minha vulva e logo eu senti a ponta dura do seu membro bater no fundo espremendo a parede do meu útero, que parecia estar encostado em meu estômago. Eu senti meu esfíncter anal contrair e fechar-se após a passagem da bola pelos lábios da minha vagina e aí entendi o porquê dos cães ficarem engatados no final do ato sexual. Agora toda aquela genitália canina estava alojada em mim. Valente manteve os movimentos, porém agora muito mais forçados, mesmo completamente cravado em minha buceta, o que me causou espasmos de prazer. Meus quadris acompanhavam o ritmo de suas bombadas, pois com o seu pau atolado e preso nas minhas entranhas, a dança da cópula ficou muito mais lenta, mas em compensação sentia o seu pau inchar cada vez, dilatando meu ventre. Parecia que eu tinha uma melancia entulhada no meu sexo. Tive pelo menos três orgasmos sucessivos, que vinham em ondas passando pelo meu abdome e recomeçavam quando eu imaginava que iam cessar. Algum tempo depois, ele ficou imóvel e afrouxou seu abraço. Eu sentia um jato quente e forte esguichar dentro do meu útero. Nossos sexos latejavam de tanta paixão e desejo. Eu estava possuída por um furor uterino incontrolável, uma verdadeira ninfomaníaca. Eu tinha me tornado uma Messalina corrupta e amante dos animais. Naquele momento de volúpia eu tive outro orgasmo avassalador com o Valente completamente imóvel e parado ejaculando e gozando intermitentemente dentro de mim. Aí, alguns minutos depois com o corpo mole, muito cansada, com as pernas bambas, os braços doendo e já sem forças para me sustentar naquela posição de quatro com o Valente me cobrindo, eu tentei me soltar dele. Puxei meu corpo para frente, mas aquela bola me causou uma dor ainda maior do que quando entrara. Fiquei imóvel, e para minha sorte, Valente não tentou sair de dentro de mim. Qualquer movimento que eu fizesse, aquela coisa me causava uma dor insuportável. Somente muitos anos depois ao ter o meu filho em parto normal, senti dor igual àquela. Depois Valente se virou de costas e ficamos colados bunda com bunda. Eu ainda sentia que ele esguichava porra dentro de mim. A posição era desconfortável, pois eu estava bastante exausta, mas precisava esperar com calma o pau e o nó dele desinchar um pouco para poder me soltar. Depois de algum tempo, acho que uns quinze minutos, completamente melada, consegui me desvencilhar, puxando aquele caralhão com as mãos. Quando aquela bola saiu de dentro de mim, parecendo uma rolha saindo de uma garrafa de champagne cheia de espuma, senti uma dor muito forte, mas também uma grande sensação de alívio. Levantei-me com grande dificuldade e andei cambaleando, aos tropeços, até a ducha. Deixei a água correr pelo meu corpo durante muitos minutos. Parecia que eu queria limpar meu corpo e minha alma. Sentia-me suja e doente. O sangue da minha castidade perdida escorria pelas minhas coxas, junto com uma quantidade inacreditável de porra de Valente que transbordava da minha xana. Acho que dava para encher um copo. Apalpei-me e vi que minha grutinha estava completamente alargada. Enfiei quatro dedos de uma vez. Da ducha, enquanto me banhava, pude perceber que Valente se lambia, numa espécie de autofelátio, o que parecia lhe causar um grande prazer. Ao fazer esta constatação, senti também dentro de mim reacender o fogo do tesão. Eu o olhava hipnotizada, admirando o seu belo pênis que ainda continuava ereto. Aquela sensação me deixou estarrecida, porque me parecia escabrosa demais depois de tudo que acontecera com a perda da minha virgindade tão firmemente conservada desde a adolescência quando sentira despertar em mim as sensações do sexo. Instintivamente levei um dedo no meu cuzinho e todo o meu corpo vibrou intensamente. Uma coisa passou pela minha cabeça, mas eu me recusei a admiti-la, por me parecer imoral demais. Mas o meu corpo vibrava e meu ponto G mais sensível se contraia e se distendia, a caminho de um orgasmo involuntário a medida que eu imaginava o que agora eu queria fazer. Sim, eu de fato queria fazer sexo anal com Valente. Eu estava perdida em devaneios e sozinha com aquele cão em casa podendo fazer o que quiser com ele, usá-lo a meu bel prazer como uma fonte sexual de orgasmo e ao mesmo tempo eu ser seu objeto sexual. Sem poder controlar meus instintos, deixei a ducha cair pelo meu corpo todo tentando recuperar minhas forças e da exaustão que sentia inicialmente. O cansaço foi sendo substituindo paulatinamente pelo tesão insano que possuía todo meu corpo de fêmea. O cio vence o cansaço! Depois daquele banho generoso e restaurador eu fechei o registro da ducha e olhei fixamente os olhos de Valente. Eu caminhei lenta, mas firmemente na direção de valente como uma fêmea pronta para se entregar novamente para o seu único macho. Mais perto dele, pude observar que a bola de seu pênis diminuíra muito de tamanho, mas o pênis continuava todo de fora. Sem controlar meus atos, abaixei-me e toquei aquela tora com minha mão esquerda. Fiz movimentos leves de masturbação e logo seu pênis soltou um esguicho de porra, que melou toda minha mão e meu braço e deixou um forte cheiro de sexo no ar. Com aquele leite grosso na minha mão, me arriei abrindo as pernas e besuntei lubrificando meu ânus com seu esperma não desperdiçando nada. Eu sentia um certo medo do que queria fazer e até pensei em desistir da idéia de dar o cú para ele, mas Valente decidido novamente subiu em cima de mim, com aquele abraço de ferro. Senti-o agarrando-me pela cintura e, de novo, as estocadas de seu membro. Meu sangue ferveu nas veias e eu me surpreendi com a minha capacidade de sentir tanto tesão por aquele cachorro. Por vontade própria deixei-me cair de quatro na grama e me abri toda para recebê-lo novamente na minha dolorida e escancarada buceta. Mas eu sabia que não era isso o que eu realmente queria. Então eu segurei firmemente o seu pau e apontei na direção correta. O cão numa estocada terrível tocou com vigor a entrada do meu ânus que estava lubrificado com seu sêmen, senti a ponta do membro forçar a entrada do meu cuzinho, o que me causou arrepios e me deixou realmente sem qualquer controle dos meus atos. Fiquei com a bunda empinada, joguei os braços para frente, e apertei os olhos, esperando a penetração total, que certamente seria ainda muito mais dolorosa do que a anterior, em que a virgindade da minha vagina fora deflorada, sendo colocada como uma coisa do passado. Mais um tranco e senti aquela coisa enorme alargando e dilatando impiedosamente meu esfíncter anal e arrebentando minhas pregas, cruelmente. Contraí todos os músculos, mas bastou só mais uma estocada, e o cão enterrou inteiramente seu caralho descomunal em meu traseiro. Soltei um urro de dor, que certamente seria ouvida por todos os vizinhos se minha casa não estivesse em um local isolado. Enquanto sentia aquela coisa queimar meu ânus, coisas passaram diante de minha como um filme em câmara lenta. Vi meu namorado e a forma respeitosa como ele me tratava e me vi no altar da igreja casando virgem. Eu lembrei das muitas vezes em que ele tirava tímidos sarros de minha bundinha quando na verdade o que eu queria mesmo era que ele me pusesse de quatro e me arrebentasse a virgindade anal. Mas tudo que tinha acontecido na minha breve história de vida e dos meus princípios morais e dos valores éticos que me pareciam irrelevantes e sem a menor importância naufragavam diante da sensação apaixonada que agora estava sentindo pelo meu macho canino como uma verdade absoluta e incontestável. Aquilo era demais e em poucos segundos, apesar da dor dilacerante que estava sentido, fui tomada por um orgasmo que fez me tremer convulsivamente e falar palavras desconexas com Valente, como se ele fosse o macho com que eu sempre sonhara e que estava realizando o meu grande anseio sexual. - Isso, meu macho. Arrebenta sua fêmea sodomita. Me lasca toda, me arromba. Assim, assim... aaaaassssssiiiiimmmmm.... ai, como é bom, é bom, aí, é sim. Vai todo, mete tudinho, eu tô gozando.... ai, ai, uuuuuuiiiiiiiii. Valente continuava fodendo e sodomizando o meu rabo, num entra-e-sai alucinante, com seu pênis já todo cravado em meu traseiro. Apesar do tamanho descomunal de seu cacete monstruoso, em pouco tempo, de dois ou três minutos, a dor terrível que eu sentia foi cedendo gradativamente a uma luxúria pecaminosa. Percebi que meu esfíncter anal era muito mais elástico que o vaginal. Relaxei, então, meus músculos e o que passei a sentir foi uma sensação de entupimento. Meu esfíncter rapidamente começou a se contrair involuntariamente, apertando aquela enorme tora, o que me causou sensações maravilhosas, que jamais havia imaginado ser possível sentir com um tronco enterrado no cu. Aquilo foi ficando mais intenso, mais forte e foi aumentando, aumentando, numa tremedeira involuntária que foi tomando meu corpo todo. Em meio a espasmos e tremores convulsivos, tive um orgasmo avassalador. Pensei que ia morrer e meio louca cheguei a pedir a Valente para sair de dentro de mim, mas ele não obedeceu e em me senti desmaiar de tanto gozar. Naqueles momentos de semi-inconsciência, nem me lembrei da bola na base de seu cacete e, ele aproveitando-se do meu completo relaxamento e da minha insanidade, depois do orgasmo que eu desfrutava e me destruíra, o cão, numa cravada brutal, meteu aquela coisa anormal em minha bunda. Senti uma dor infernal, e tardiamente me lembrei de tentar segurar seu pênis com a mão para evitar a entrada da bola. A dor, embora quase insuportável, foi apenas na passagem do nó pelo esfíncter. Logo a dor reduziu muito e Valente, mesmo com seu pênis descomunal e a bola completamente enterrados em meu rabo, manteve ainda alguns movimentos forçados de vaivém, o que me causou uma onda interminável de espasmos de gozo. Eu sentia o seu pênis que não parava de dilatar dentro do meu reto. Logo não haviam mais movimentos forçados e as estocadas vigorosas do coito. O que estava acontecendo era a sua genitália monstruosa e desavergonhada inchando e expandindo dentro das minhas entranhas. Ninguém é capaz de imaginar prazer tão intenso, só mesmo quem já foi literalmente fodida por um cão de grande porte no rabo. Com tudo aquilo dentro de minha bunda e com Valente incansável na sua penetração, com sua vara latejando incansavelmente dentro do meu reto, por um tempo que deve ter durado, acho que pelo menos uns 10 minutos, perdi-me nas contrações involuntárias de meu esfíncter. Ele ainda tentava me socar, mas o seu pau estava tão grudado em mim que impossibilitava qualquer movimento. Todo o meu ser vibrava com a sensação de estar sendo sodomizada e possuída por um cão e porque conseguira receber um caralho muito maior do que todos que já haviam povoado em minhas fantasias eróticas. Minha cabeça dava voltas e creio que gozei numa seqüência de três ou quatro vezes, em tremores que me faziam escurecer a vista, sentir sensações de desfalecimento, para logo o tesão voltar a toda. Valente parou de tentar me estocar, e eu tive meu último espasmo de gozo. Parados ali, naquela posição que a qualquer um pareceria uma aberração, tentei me desvencilhar do cão, mas aí fui tomada por um verdadeiro pavor. Eu mão me dera conta na insanidade do tesão que me tomou, mas agora me dava conta do óbvio: estávamos engatados, porque a bola estava inteiramente enterrada no meu ânus. Tentei tirar seu membro de dentro do meu rabo, mas parei estarrecida pela dor que senti. Procurei, então, agir como uma verdadeira cadela, segurando o pênis do cão com as duas mãos, firmemente, para mantê-lo naquela posição, impedindo que ele fizesse força para se desgrudar, pois se isto acontecesse certamente me causaria uma dor ainda maior do que quando ele saiu com aquele nó monstruoso de dentro da minha xaninha. Ficamos engatados durante uns 25 minutos. Sentia Valente imóvel despejar uma grande quantidade de porra quente em meu reto. Eu sentia o leite borbulhar por dentro do meu reto parecendo uma lavagem intestinal de esperma. Depois disso a bola foi reduzindo de tamanho rapidamente. Logo que pude, tirei seu pênis de dentro do meu ânus, puxando-o com as duas mãos. Valente saiu de perto de mim e ficou esparramado ao lado da piscina, lambendo ferozmente o seu imenso pênis vermelho, enquanto eu, completamente atordoada, levantei-me e corri para a ducha. Antes de deixar a água correr pelo meu corpo, levei a mão ao meu ânus e percebi que pelas minhas pernas escorria uma verdadeira cachoeira de porra do cão e de sangue. Juntei os dedos e levei-os ao meu rabo, conseguindo introduzir três deles, sem qualquer esforço nem dor. Meu rabinho estava completamente rasgado. Mesmo estando assim, com meu cuzinho arrombado, mas ao tocá-lo ainda conseguia sentir tremores de prazer. Após a ducha, fui me deitar completamente extenuada e dormi quase todo dia acordando quase no anoitecer, as 18:30 h, com uma fome de leão. Na naquela noite não consegui dormir pensando no que tinha acontecido tentando entender o ocorrido se é que existia um modo de racionalizar ou explicar a atração que tínhamos sentindo um pelo outro.

Minha vida, depois disso, mudou completamente. Fiquei com meu namorado por mais alguns meses, mas sentia-me culpada por ter de ocultar-lhe tudo o que havia acontecido e o que estava acontecendo. Minha culpa era ainda maior, porque eu estava disposta a continuar transando com Valente. Tão logo terminei meu namoro, tive um dia inteiro de sexo com meu pastor belga num final de semana, no entanto só permiti que ele introduzisse a bola em minha xaninha. No rabicó, nunca mais experimentei, somente permiti a introdução do pênis, isto porque tive problemas com os ferimentos que ele me causou na primeira vez. Recebia seu pênis todo no rabinho, mas sempre tomava cuidado com o nó, segurando com a mão para não invadir meu cuzinho. Tive outros namorados, com os quais transei gostosamente, mas nunca me apaixonei. Quando conheci meu marido que é advogado, eu fiquei loucamente apaixonada por ele, planejamos casar, mas eu só aceitei o seu pedido depois que lhe contei que somente me satisfazia inteiramente com cães e que tinha assumido a minha zoofilia como orientação sexual assim como existem pessoas que assumem o homossexualismo. Ele compreendeu, me aceitou sem nenhum preconceito desta forma, sendo que hoje ele até assiste e participa das minhas transas ativa e passivamente. Temos um sítio onde vivem nada menos do que quatro cães de grande porte de diversas raças, todos de imensos cacetes. Transo com todos eles e nos finais de semana, quando não temos visitas, deixo os meus filhos com a minha mãe e então me entrego aos todos eles numa orgia canina. Depois satisfaço todos os caprichos de meu maridinho que também gosta de ser penetrado por um dog alemão que temos no sítio. Infelizmente tem quase oito anos que o valente não está mais neste mundo, mas eu guardo as lembranças dele no fundo do meu coração, pois tenho uma linda foto dele na cabeceira da minha cama. Eu acredito que exista algum lugar no além que os cães vão e espero encontrá-lo numa outra vida pós-morte, pois sou espírita e acredito que os cães também tenham alma e reencarnam assim como os humanos. Não me considero uma mulher anormal sexualmente. Tenho uma vida normal, sou produtiva, um bom casamento, enfim uma família bem estruturada em todos os sentidos. E sou muito feliz”. Quem gostou da narrativa e quiser trocar idéias, deixe seu email na seção de comentários “

Comentários

16/01/2011 04:55:24
Ola mulheres,eu me chamo jessica,sou zoofilia assumida.adoro sexo com cães,quem se interessar em tranzar com um cão,entreem contato comigo,eu posso ajudar como tranzar com um cão do começo ao fim,é mto bom,so quem ja provou,sabe o quanto é bom,estou com msn [email protected]
jma
24/10/2010 02:09:50
tambem tenho um cão de raça pura e consigoque ele me penetre.tento encontrar videos na net so que so consigo com poucos segundos quem pode me enviar um site que consigo baixar variosmvideos de graça sem que preciso de cadastramento serei grato a quem me enviaraqui vai meu email; [email protected] obrigado...
14/07/2010 08:57:54
adorei meu msn [email protected] e gostaria de contato com pessoas que tambem gostam de zoo
13/02/2010 17:46:25
Magnífico conto! Nota 10! É tudo que idealizo para mim: um marido cúmplice, e 4 dogs enormes a me foderem diariamente! Gostaria de trocar idéias. [email protected]
05/08/2009 11:29:47
Apesar de ser um pouco grande o conto é magnifico
16/05/2009 22:40:11
Fantastica escolha e fantastico amante
04/12/2008 16:12:45
meu e-mail é [email protected], se alguem mais tiver a bondade de me mandar algumas fotos ou videos desde ja agradeço!!!! obrigado
04/12/2008 16:01:11
mto bom camila!! vc não teria umas fotos pra me enviar não é?
20/11/2008 15:24:06
0i gatinhas qui gostam de videos desexo com animais mim add qui eu mando pra vcs meu msn é: [email protected] ..só pras gatinhas bjo !
Cristina
29/07/2006 18:50:03
Camila, eu gostaria de conversar com vc, pois eu tb tenho um cão da raça Pastor alemão, mas não consigo fazer com q ele me pentre. Só fazemos sexo oral. Eu gosto de chupar e engolir seu semen. Quando tento enfiar seu pau dentro da minha xana ele escapole e tb ele não monta. Não sei se pq ele é novo, tem apenas um ano e dois meses e tb sou inexperiente, comecei tem apenas 03 meses. Favor, mande um e-mail para mim. Beijoss, Christina
tarado jp
24/07/2006 00:05:36
Ótimo conto, só faltou ser um pouco menor...
Branco
18/07/2006 18:50:46
Camila, rico em detalhes com foi este conto, chego a conclusão de que voce tem uma capacidade muito grande de imaginação. Na próxima vez escreve mais curtinho, ficará muito melhor. Mas valeu, me deu vontade de conhecer o Valente.
DECA
18/07/2006 13:11:07
Adorei sua história,gostari de poder fazer contato com vocês para saber mais a respeito dessa vida gostosa que vcs levam.Um forte abraço, e aguaardo respostas, lembro que se possível gostaria de poder paricipar dssas loucura.
Sergio-DF
18/07/2006 10:01:36
PUTA QUE PARIU, pensei que só iria terminar de ler esse conto na sexta feira, porra, é muito cansativo e não vale a pena ler por completo..Uma porcaria..."NOTA 0"..
18/07/2006 09:05:57
Vc realmente é uma cadela que está sempre no cio, nota 9, tenho dois pastores e um deles é virgem se quiser inicia-lo deixarei desde que eu assista a tudo.
18/07/2006 09:05:17
Vc realmente é uma cadela que está sempre no cio, nota 9, tenho dois pastores e um deles é virgem se quiser inicia-lo deixarei desde que eu assista a tudo.
18/07/2006 08:18:59
k seca... adormeci

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