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A submissão do casal

Categoria: Sadomasoquismo
Data: 23/10/2006 09:50:43
Nota 5.00
Assuntos: Sadomasoquismo

O Dr.Arlindo, é um senhor de cinqüenta e tantos anos, médico, muito sério, alto e magro, cor bronzeada, de ralos cabelos lisos e grisalhos cuidadosamente penteados. Parte de sua face direita é tomada por uma mancha arroxeada, o que lhe dá um aspecto mais estranho do que desagradável. Ele mantém uma estranha amizade com Leonardo, um jovem advogado, que conheceu o médico há cerca de três anos e estabeleceu com ele, em pouco tempo, um relacionamento intenso, mas sempre marcado por um certo formalismo, que evidenciava o seu profundo respeito ao amigo. Havia entre eles uma diferença de quase trinta anos. Conheceram-se numa reunião social em casa de uma tia de Leonardo e a estreita aproximação dos dois tornou-se um fato comentado por todos que sabiam do gênio difícil do médico, tido como pessoa, profundamente, reservada e antipática. Tornou-se comum o Dr.Arlindo chamar o rapaz ao seu apartamento para ouvir música ou assistir aos vídeos. Os convites eram, prontamente, atendidos e Leonardo demonstrava a honra que sentia por tais convites. Na realidade, neste dias, Leonardo era capaz de abandonar qualquer outro compromisso ou qualquer outra possibilidade de diversão, somente para não desagradar ao médico. Nas horas em que passavam juntos, sempre o moço mantinha aquele comportamento formal e respeitoso, sem que o outro tomasse qualquer iniciativa para que fosse diferente. Leonardo se esmerava em se mostrar serviçal e só ele se encarregava dos pequenos trabalhos como os de servir as bebidas, apanhar gelo e providenciar as pequenas refeições após a música ou os filmes. O Dr.Arlindo já pedia estes serviços com a maior naturalidade e não se acanhava mesmo em mandá-lo à rua para lhe comprar o maço de cigarros ou a revista que havia esquecido de trazer. Tornou-se um hábito para Leonardo a lavagem da pouca louça que utilizavam, o que fazia por sugestão do próprio dono da casa, sempre com o inevitável pedido: Agora tira tudo isso daqui e leva para a cozinha para lavar. Certa feita, ao chegar no apartamento, Leonardo recebeu uma ordem que lhe soou estranha, mas que nem pensou em se furtar ao cumprimento: Eu separei alguns pares de sapatos e quero que engraxes. Lá na área de serviço tem tudo que vais precisar. Quando acabares, ainda podes pegar a grande parte do filme que escolhi. Daí por diante, havia sempre um serviço para ser executado. Leonardo via o absurdo daqueles serviços, porém cumpria tudo, sem mostrar qualquer hesitação. O mais estranho é que se sentia, terrivelmente, humilhado e, no entanto, não podia esconder o enorme prazer por cumprir as tarefas. No dia em que foi instado a limpar o vaso sanitário do banheiro privativo do Dr.Arlindo, nunca imaginara sofrer uma tal humilhação. Mas o fez e, ao chegar em casa, verificou que tivera um prazer imenso naquilo e entregou-se a uma ardente masturbação, lembrando-se de tudo, principalmente das palavras do doutor: Limpaste bem toda aquela sujeira ? Eu faço questão de que o serviço seja perfeito. Dessa vez o jovem conseguiu perceber um misterioso sorriso na face séria do amigo. Todavia, o fato decisivo no relacionamento dos dois foi na noite em que se preparava para levar Lúcia ao teatro, num espetáculo que tanto ela como ele estavam ansiosos para assistir. Leonardo, na véspera, havia dito ao Dr.Arlindo que já comprara as entradas. Porém, quando estava descendo para a garagem a fim de pegar o carro e passar na casa da noiva, o telefone tocou e a voz do médico veio num tom impositivo: Leonardo, eu quero que venhas agora ao meu apartamento. A empregada faltou e o meu banheiro está sujo e a cozinha está repleta de louça para lavar. Mas vem sem demora. A ordem pegou de surpresa o rapaz que titubeou e não sabia bem o que dizer. Logo que se refez e lembrou ao outro que iria ao teatro, a resposta foi, então, mais categórica: Isso não me interessa. Eu quero que venhas agora fazer a limpeza. Agora. No mesmo momento Leonardo telefonou para a noiva e desmarcou o encontro. Pouco depois chegava ao apartamento do amigo, vestindo terno e gravata, e foi recebido com aquele sorriso misterioso: Começa pela cozinha. Tudo foi feito num estado de terrível excitação. Só o medo de que o Dr.Arlindo desconfiasse é que impediu o rapaz de se masturbar no banheiro. Quando terminou o trabalho, ele achou que devia pedir desculpas por ter querido se esquivar e, timidamente, o fez, alegando a surpresa com o pedido. O outro acolheu a desculpa: É bom que estejas arrependido. Mas, se pretendes continuar a vir aqui, nunca mais tentes escapar às minhas ordens. Neste dia, sugestivamente, os dois assistiram a dois filmes pornográficos que envolviam dominação. Evidentemente, o autoritário senhor já notara a excitação de Leonardo. Depois do primeiro filme os efeitos eram ainda mais visíveis. Então, enquanto o aparelho rebobinava a fita, o senhor levantou-se da poltrona e falou: Vamos, hoje, começar a deixar tudo bem claro. Eu já te uso como um empregado. Gosto de sentir a tua obediência e sei que sentes prazer em cumprires as minhas ordens. Eu fico excitado em te rebaixar. Mas, agora, eu vou fazer uma coisa muito importante para nós dois e que vai se repetir sempre. Eu sei que vais aceitar e gostar. Vamos lá para o banheiro. Podes, se quiseres, ficar só de cueca. Eu vou mijar na tua boca e exijo que bebas tudo. Quando eu terminar, quero que fiques lá mais um pouco e que te masturbes, sentindo o cheiro e o gosto de meu mijo. Hoje vais dormir aqui e eu mijarei outra vez. Quero que gozes, sabendo que vais beber outra mijada. E não te laves até amanhã. Vamos. Tudo se passou como o Dr.Arlindo queria. Depois que Leonardo atingiu o orgasmo, por uns instantes, pensou em ir embora e não mais permitir uma outra humilhação. Mas foi ficando. Em pouco tempo estava de novo excitado e, antes de dormir no quarto de hóspedes, foi chamado ao banheiro e bebeu pela segunda vez a urina. Ainda que espaçadamente, novos acontecimentos foram reforçando a dependência de Leonardo com relação ao amigo e se tornavam hábitos. Havia sempre uma solenidade na primeira vez, pois o médico gostava de salientar o significado do que fazia. Foi desse modo que iniciou o costume de fazer o jovem beber o seu esperma: Fica sentado ao meu lado, bem atento. Eu vou me masturbar e quero fazê-lo enquanto o vejo pronto a estender as mãos em concha para recolher toda a minha ejaculação. Quero chegar ao orgasmo, pensando que vais beber todo o meu esperma. Durante muitas vezes, assim foi, até o dia em que o exigente senhor preferiu ver Leonardo abaixado à sua frente, de boca aberta, aguardando ansioso pelo jato orgástico. Tudo que o Dr.Arlindo fazia era pleno de pervertidas significações. Na festa de aniversário da noiva de Leonardo para a qual fora convidado, num momento em que os presentes conversavam animadamente e as bebidas eram servidas, ele chamou o rapaz que estava entretido com Lúcia, discretamente, passou-lhe um pequeno embrulho, com a recomendação: Vá ao banheiro e passa isso no lugar adequado. Fica lá, esperando. Quando ouvires três batidas, abra logo a porta e esteja já preparado. Não é preciso explicar mais. Após alguns minutos, disfarçadamente, o rapaz foi para o banheiro e tirou do papel uma pequena lata de vaselina. Seu coração bateu de emoção. Sentiu o peso do que estava sendo obrigado a fazer. Nunca havia se entregue a tal prática, mas não poderia recusar. Perturbado, abaixou as calças, lubrificou o ânus com a vaselina e ficou ao lado da porta esperando as decisivas batidas, enquanto ouvia os ecos do vozerio da festa. Vieram as três batidas, ele abriu a porta, apoiou-se na parede e foi, inteiramente, penetrado pelo Dr.Arlindo que, em momento algum, considerou as dores que provocava no rapaz . Atingido o orgasmo, o senhor retornou à sala e pouco depois Leonardo fez o mesmo, ficando ao lado de Lúcia que se preparava para apagar as velas do bolo. Na semi-escuridão do momento, o noivo pôde ver o misterioso sorriso do amigo. Só no dia seguinte é que foi esmiuçado o significado do que fora feito: Eu queria que quando estivesses abraçado com a tua noiva, estivesses sentindo a ardência da penetração que fiz. Ali, quase ao lado da futura esposa, tu abaixaste as calças e permitiste que eu te possuísse como se fosses uma fêmea. Isso, nunca mais vais esquecer. Foi imensamente excitante te ver à minha espera com as calças abaixadas e já todo lubrificado. Abaixar as calças para outro homem é uma das coisas mais degradantes. E vais abaixar as calças sempre que eu quiser. Um mês antes do casamento, Leonardo estava inteiramente sob o domínio do Dr.Arlindo, quando este lhe comunicou: Não basta a tua submissão. Eu quero também a de Lúcia. Ainda não sei como fazer, mas tenho que conseguir. Sabendo que os noivos já praticavam o sexo há algum tempo, o envolvente senhor exigiu que, na próxima vez em que Leonardo fosse manter relações, passasse antes pelo apartamento, pois iria encher um preservativo com o seu esperma a fim de que o rapaz, usando-o, pudesse deixar todo o conteúdo dentro da noiva. Seria a primeira forma de fazer-se presente no seu interior. Daí por diante, sem que Lúcia se desse conta, constantemente, ela recebia em sua vagina o esperma do Dr.Arlindo. E, após o casamento, quando ela passou a conviver, assiduamente, com o amigo do marido, já notando a ascendência que ele mantinha sobre Leonardo e, de certa maneira, aceitando este fato, foi pouco a pouco se deixando envolver pelos assédios do autoritário senhor, pois via que isso agradava ao marido. Até que numa ocasião em que os três bebiam e ouviam música no apartamento do médico, quando os vapores etílicos já faziam efeito, Leonardo, por sugestão do outro, confessou à mulher que, há muito tempo, o sêmen do Dr.Arlindo era depositado em sua vagina. Perturbada com a confissão, e com os detalhes de como era feito, já envolvida pelos braços audaciosos daquele senhor que se mostrava tão desejoso por possuí-la, ela entregou-se aos afagos de suas mãos libidinosas, aos seus beijos e, sentindo a aprovação do companheiro, se deixou levar para o quarto e ser possuída. O temperamento cordato da moça foi revelado pelo imperioso amante e, sem qualquer demora, o novo casal estava, inteiramente, submetido à sua vontade férrea. Depois do dia em que a bela Lúcia, numa cena preparada pelo próprio Dr.Arlindo, entrou em silêncio no apartamento que habitualmente freqüentava só e surpreendeu o marido sendo penetrado, tudo tornou-se fácil para o dominador: ele consumou a perversão do casal. As coisas passaram a se dar abertamente entre marido e mulher, um aceitando a inteira sujeição do outro ao rigoroso império do amado e exigente mestre.

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Comentários

24/10/2006 12:08:49
Já tido lido em outro site, não tinha gostado e nem gostei agora, Nota ZERO
23/10/2006 20:17:54
É lamentavel que a Bebeta não tenha entendido a mensagem que há por entre as linhas. Há uma tendencia no comportamente descrito, que deve ser melhor discutido. Nota 8
23/10/2006 11:31:19
Q ridiculovelho gay,q se faz de macho,um jovem bichinha submisso e sua noivinha safada.nota zero

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