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Levei no cu, até ficar assada!

Autor: flaviamel
Categoria: Heterossexual
Data: 23/10/2006 10:08:07
Nota 9.38
Assuntos: Heterossexual
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Naquele sábado voltei para casa já quase meio dia, Léo não estava, havia saído para resolver alguns assuntos domésticos, deixei quase tudo pronto para nossa aventura à noite, preparei um salpicão com carne de panela e deixei tudo arrumadinho, peguei um biquíni e uma saída de praia, o protetor solar e voltei para a praia, queria estar queimadinha de sol e bem bonita para aquela ocasião, estava um sol delicioso e já eram quase três da tarde, passei o bronzeador e me deitei de bruços ali na areia da praia, deixei o calor e os raios de sol me banharem deliciosamente, olhava a paisagem, as pessoas passando na praia, os rapazes olhando para o meu bumbum arrebitado, fazia questão de ajeitar e empinar para eles babarem, sempre me divertia com aquilo, depois me virei e deixei queimar minha barriguinha e minhas coxas, estava tão gostoso que cheguei a adormecer ali naquela areia quente, havia perdido a noção do tempo, além do sol que agora já estava mais ameno havia um ventinho gostoso me acariciando, despertei com uma caricia em minha barriga, olhei e vi léo com um brilho nos olhos, me beijou carinhosamente e ficou fitando meu corpo ali entregue à areia da praia, não falamos nada, acho que qualquer palavra poderia por tudo a perder, eu sentia que ele não estava seguro do que íamos fazer, e confesso só de pensar me dava um frio na barriga, mas ao mesmo tempo a curiosidade, o tesão e a aventura me seduziam a concretizar aquela loucura, para quebrar o clima bucólico daquele instante o convidei para irmos dar um mergulho, me levantei e ele tirou a camiseta ficando só de sunga, uma preta bem cavadinha e apertada que eu havia dado de presente a ele, saímos em direção ao mar, a água inicialmente gelada e aos poucos ficando deliciosa, me tocando os pés, canela, e coxas, então molhei os pulsos, brincamos por alguns instantes jogando água um no outro e então mergulhei aproveitando a quebradeira do mar, debaixo d’água curti o silêncio e deixei o mar lavar minha alma, segundos que pareciam horas, quando sai do outro lado ainda vi um Léo meio consternado, me acompanhando, levantei e ajeitei o biquíni que deixou meus seios quase à mostra, sorri e o convidei a me seguir, ele veio caminhando pela água e então mergulhei de novo aproveitando outra onda, me joguei entre suas pernas, ele caiu e rimos como jovens adolescentes, nos beijamos e então quebrei o silêncio, dizendo que seria uma noite especial, onde teríamos a oportunidade de ver o quanto um é importante para o outro e também poderíamos curtir e sentir um prazer diferente, ele nada dizia, apenas me olhava e ouvia, saímos da água e fomos embora, já passava das cinco e meia! Chegamos em casa fui tomar um banho, bem demorado, tirei toda a água salgada do corpo e depois um banho de hidratante para deixar meu corpo macio e gostoso, ele me ajudou no banho e passou o creme pelo meu corpo, também dei um trato nele, para deixá-lo bem bonito e gostoso, escolhi a roupa que ele iria vestir, separei a roupa que tinha comprado e o relógio já marcava oito da noite! Léo estava sentado na sala, já trocado, quieto e meio sem assunto, achei que aquilo não seria uma boa idéia, então sentei próximo dele e disse: Se você quiser adiar ainda há tempo, tenho certeza que Márcia e Marcos vão entender perfeitamente, ou então podemos mudar o roteiro, saímos de novo curtimos uma noite os quatro sem nenhum envolvimento! Ele me beijou e disse que faríamos o combinado, ainda perguntei se ele tinha certeza, ele respondeu que não e se eu tinha! Respondi a ele que eu iria deixar acontecer, sabia que estava rolando um tesão entre nós e preferia acreditar que aquilo tudo não passaria de uma aventura, uma sacanagem, ele me pediu para se trocar para não ficar tarde, entrei no quarto e o telefone tocou, era Márcia confirmando para as nove e meia em um barzinho na orla! Havia comprado um vestido muito bonito, azul turquesa, comprido, com um decote provocante, que deixava meus seios valorizados e bem à vontade, apesar de comprido, o vestido tinha uma abertura lateral generosa, de baixo até minhas coxas, com um fundo falso que se alguém enfiasse a mão pela lateral, podia acariciar todo meu corpo e minha intimidade, se puxasse totalmente para o lado me deixaria nua, mas claro que não haveria necessidade daquilo, o intuito era apenas me apresentar linda e sensual, uma calcinha especial com fitas nas laterais e bem cavadinha, deixando minha bundinha bem à mostra mas aproveitando minhas curvas, nada de marcas, esta era a minha roupa, com um brinco discreto e um perfume delicioso, meus cabelos soltos e bem penteados, deixava uma mexa caindo sobre o rosto e um batom marcante, mostrando e valorizando meus lábios carnudos, a intenção era de fato provocar, para completar, uma sandália de salto para enfeitiçar meu homem naquela noite, quando sai do quarto Léo fitou meu corpo e disse: Pode parar, ta tudo cancelado, onde você pensa que vai assim? Sorri para ele, e disse que não temesse, pois voltaria daquele mesmo jeito para os seus braços! De jeito nenhum, você linda e maravilhosa assim para irmos encontrar outro homem? Só se eu estiver maluco para permitir! Sorri novamente e disse que Márcia deveria estar deslumbrante naquele instante, dei um beijo de leve no meu homem e disse: Vamos arrasar esta noite, vamos deixar as coisas acontecerem naturalmente, se sentirmos que não vai dar para levar em frente paramos, não somos obrigados a nada, ele se acalmou um pouco, tomou um gole de vinho e saímos, no carro deixei meus cabelos ao vento e ao mesmo tempo que o medo tomava conta de mim, a excitação por uma noite de sexo quente e selvagem me deixava ansiosa, ele levou a mão na abertura do meu vestido, puxou como previa que puxaria, e viu minhas pernas torneadas, puxou ainda mais e viu minha calcinha provocante, apertadinha, deixando minha buceta bem inchada, passou um dedo, me arrancando gemidos, olhou em meus olhos e sorriu, voltou a prestar atenção na direção! Chegamos no barzinho, um local muito aconchegante e gostoso, deixamos o carro com o manobrista e entramos, fomos até a mesa reservada e Márcia e Marcos já estavam lá, assim que nos viu, a reação de Marcos foi instantânea e perceptível por todos, ele ficou atônito, eu havia atingido meu objetivo, queria deixá-lo encabulado, e um pouco sem segurança, para poder ter um pouco do controle da situação, Márcia estava igualmente bela, um vestido preto, também decotado e um arranjo belíssimo nos cabelos, deixando seu rosto marcante, um sorriso nos lábios contundente e provocante, sentamos e como sempre um bom vinho regava nossas conversas, depois de banalidades e algumas indiretas e elogios partiu de Léo, perguntar como seria a noite! Marcos propôs que ficássemos todos juntos, fossemos para um local mais privativo e curtíssemos a noite! Léo disse que preferiria que fossemos em locais diferentes, para que pudéssemos nos conhecer mais à vontade e não tivéssemos interferência um do outro e também porque não estava totalmente seguro de tudo aquilo! Marcos para surpresa de todos nós, disse que se ele não estava seguro, seria melhor que não fossemos a lugar nenhum, pois aquilo poderia ter um conseqüência desconhecida para nós, uma vez que estávamos trilhando por caminhos nunca antes experimentados! Interferi e disse que Léo, gostaria que nos conhecêssemos individualmente, e pudéssemos gozar de uma privacidade, para podermos nos soltar totalmente e depois seria excitante a troca de confidencias e os relatos do que ocorreu, posteriormente selaríamos nossa amizade com uma noite especial os quatro juntos e quem sabe isto não seria uma dose extra de vigor em nossos relacionamentos! Márcia quase sempre calada disse: Acho que somos adultos, já curtimos coisas intimas juntos, hoje seria a consolidação desta amizade e desta aventura, eu concordo com a Flávia! Marcos disse que então tudo bem, que Léo decidiria como seria, e que ele só tinha intenção de afinar ainda mais o relacionamento que estávamos iniciando! Léo então definiu que iríamos para locais diferentes e que confiava a Marcos a sua esposa, que gentilmente cada um iria deixar a esposa do outro em suas respectivas casas, e que não teríamos hora para chegar, deixando ao prazer o nosso itinerário, antes que terminasse disse ao amigo que durante a noite, não esquecesse da aliança que estava em meu dedo, Marcos sorriu e disse que assim que Márcia estivesse com uma igual e se tudo corresse bem, a gentileza seria retribuída! Aquelas últimas palavras deixaram minha buceta molhada, depois de alguns anos com Léo e depois de nosso casamento quase ir para o espaço, finalmente eu teria uma rola diferente para curtir e com a excitação do consentimento do meu marido, aquilo me fazia ainda mais puta, eu iria acabar com aquele homem naquela noite, aquele ar de tarado iria se perder no calor do meu tesão, iria esgotar aquele exemplar de macho, iria acabar com suas forças fazendo sexo a noite inteira sem nenhum pudor, queria me entregar de todas as formas possíveis e imagináveis, queria apanhar, bater e foder muito, aquela mulher exuberante e linda, cheirosa e bem vestida estava prestes a se tornar uma vagabunda, uma puta rameira, uma cadela de fato, sem mais para falar, Léo saiu na frente com Márcia, ainda restando tempo para uma última olhada, em nome da discrição não nos beijamos ao sair, e meu marido se perdeu porta afora com minha amiga, certamente naquela noite Márcia perderia o medo de levar rola na bundinha, pois Léo sabia que Marcos iria se divertir bastante comigo, e iria dar um trato na noiva do rapaz, Marcos não conseguia esconder a excitação, passou a mão pelo meu rosto e disse que teríamos uma noite inesquecível e confessou-me querer que ficássemos juntos pois tinha muito tesão em se exibir e ver outras pessoas transando como havíamos feito em noite anterior, mas que sozinhos poderíamos curtir mais a vontade e que poderíamos nos soltar totalmente, não conseguiria me foder do jeito que desejava na frente deles, que assim seria mais fácil! Sorri e disse a ele que iríamos de fato nos curtir muito, mas que fácil não seria, pelo menos para ele, pois estava insaciável aquela noite, ele limitou-se a dizer que éramos dois então! Pagamos a conta e saímos discretamente, tomamos a direção de um motel de luxo, no caminho sua mão acariciava minhas pernas fazendo o mesmo caminho que antes fora feito por Léo, elogiou meu corpo e disse que desde a primeira vez que tinha me visto tinha ficado apaixonado e louco por uma noite apenas! Disse a ele que não queria paixão, queria sexo, e selvagem e a noite inteira de preferência, ele disse que não fodia Márcia desde a terça feira, e que não me preocupasse, seria uma noite quente, puxou o decote do meu vestido e apertou um dos meus seios dizendo: Quero ver você uivando como naquela noite no drive-in hem! Sorri e acariciei sua rola timidamente por cima da calça! Que lábios gostosos, quero ver o que sabe fazer com eles além de falar tão docemente! Depois de muitas provocações chegamos no motel, descemos do carro e ele me tomou nos braços, subimos para a suíte e estouramos uma champagne, bebemos como namorados, meu coração parecia explodir, Marcos me abraços e me deu um beijo delicioso de língua, sua língua passeava dentro da minha boquinha, ele lambia o céu da minha boca, me chupava a língua, me enlouquecia, puxou de leve meu vestido deixando meus seios à mostra, disse para não tirar a roupa, pois queria ter o prazer de ver uma mulher linda como eu, ainda sem desmanchar o penteado, tirar o batom em sua rola, que desde a primeira vez que botou os olhos em mim teve vontade de foder minha boca, pediu que chupasse com classe, sem ser vulgar ou puta, deixasse para ser vagabunda quando tivesse tomando no cu, aquelas palavras com segurança me estremeciam, mas não deixei me abalar, com delicadeza de uma dama, que sempre me foi confiada e com um ar inocente de menina, me recompus, ele ficou em pé e desabotoou a calça, deixou cair até o tornozelo e abaixou a cueca cavadinha, mostrando uma rola dura, com veias que pareciam estourar, sua excitação e o cheiro de macho me inebriava, me ajoelhei mostrando obediência e mostrando minha feminilidade, acariciei suas coxas com as pontas das unhas, passei a língua por cima dos lábios e acariciei as bolas dele, beijei sua barriga, ele gemeu e se encolheu um pouquinho, enfiei a língua em seu umbigo, ele gemia ainda mais, segurei sua rola e levei minha língua nas bolas, lambi demoradamente cada uma das bolas daquele homem, ele acariciava meus cabelos sem desmanchar, lambi o corpo do pinto, chegando até a cabeça inchada da rola, vermelha, a cabeça parecia um grande cogumelo, ele não piscava, mostrava que queria estar de olhos bem abertos quando finalmente a cabeça da rola penetrasse minha boca, deixei que entrasse a cabeça então e segurei a rola fazendo sempre muito carinho em suas bolas, queria excitá-lo ao Maximo para desfrutar de uma gozada inesquecível, passei a lamber a cabaça da rola, fazendo movimentos circulares com a língua, ele se contorcia de prazer, levei então as duas mãos sobre sua barriga e fui subindo acariciando seu corpo até chegar com minhas mãos em seu peito, quanto mais minhas mãos subiam mais a vara dura entrava em minha boca gulosa de fêmea no cio, a pica entrou até o talo, logo ficando pouca coisa dos 20cm para fora, se ele se mexesse certamente me faria engasgar, fui tirando a boca e deixando a rola molhada, ele segurava minha cabeça e me fazia engolir de novo, fui aumentando o ritmo das chupadas e então voltei a segurar o caralho, apertei a base, saiu uma gota de lubrificante misturado com seu semêm, colhi na ponta da língua e lambi a abertura do canal, levando ele ao delírio! Que deliciaaaaa, mama minha menina, isso chupa gostoso! Caprichava na mamada, fazendo ele perder o controle da situação, suas bolas estavam ficando inchadas, sinal que logo me encheria a cara de porra quente, mas não deixei que gozasse, apertei o cacete segurando firme para passar um pouquinho da excitação, adoro chupar uma rola, e se o homem consegue se conter melhor ainda, é delicioso ficar de joelhos, submissa, mamando o caralho como uma menina obediente, os gemidos são excitantes e deliciosos, ele puxou minhas mãos novamente para seu peito e enfiou a rola em minha boquinha, sua pica já toda marcada de batom e meus lábios já naturais e molhados, engoliam com facilidade seu cacete duro, ele então passou a fazer movimentos leves, fodendo devagar minha boca, segurava minhas mãos no alto e mexia o quadril, eu ficava a mercê das suas vontades neste instante, com a boca a sua disposição, ele enfiava bastante e tirava, enfiava de novo e tirava, o gosto do caralho era adocicado, Marcos certamente teria uma porra deliciosa, ele já não agüentava mais, aumentou o ritmo das estocadas, abria bem a boca, deixando meio frouxa para que minha língua acariciasse todo o corpo da pica em cada estocada, sentia suas bolas batendo no meu queixinho, ele me olhava com um brilho nos olhos e dizia: Que delicia, Flavia você mama muito gostoso, queria ver o Léo aqui, olhando você mamando assim, com carinho e tesão! Quanto mais ele falava, mais minha buceta ficava molhada, caprichava no boquete, mais uma vez retardei seu gozo, para aproveitar um pouquinho mais daquele rola deliciosa, ele se sentou numa mesinha, eu empurrei as pernas dele para cima e passei a lamber as bolas, engoli as duas, depois uma de cada vez, e aproveitei para deixá-lo ainda mais excitado, levei minha língua embaixo das bolas, lambi carinhosamente a pélvis de Marcos, ele gemia alucinado, mostrando estar em minhas mãos, já que me entregava de corpo e alma, resolvi quebrar toda a intimidade e alcancei seu cuzinho com minha língua, ele soltou um berro de prazer quanto toquei seu cu, pensei por um instante que perderia a esporrada no rosto, mas ele se contorcia apertando o pinto entre as mãos, levantei mais as pernas e enfiei a língua em seu cu, fazendo ele gemer gostoso, lambi toda sua bunda e voltei no cuzinho, ele gritava de tesão, pronto aquele homem estava em minhas mãos, então fiz o caminho de volta para o cacete, uma lambida nas bolas e engoli o caralho de boa, ele estava alucinado, pulou da mesa, até me derrubando, se masturbando feito um louco, direcionou o cacete em meu rostinho, tirei os cabelos do rosto para receber seu leite quente, em jatos fartos e densos meu rostinho foi ficando esbranquiçado, com a boca semi aberta, para não parecer uma puta como ele havia pedido, recebi seu gozo como uma dama, ele não parava de gozar, foram vários jatos de porra, um bom bocado esguichado dentro da minha boquinha, fechei a boca por um instante para sentir o gosto da porra e com classe engoli mostrando a ele que estava a beber do seu prazer, ainda gemendo alto e falando palavras desconexas enfiou a rola em minha boca novamente, lambi tudo deixando a cabeçorra vermelha limpinha, para logo em seguida ele tirar de minha boca por causa da sensibilidade após o gozo, a cabeça macia da rola me dava vontade de morder, ele acariciava meu rosto e colhia a porra das minhas buchechas com o dedo indicador, para em seguida colocar dentro da minha boquinha, uma boa porção de porra no meu queixo caia para os seios desnudos para aumentar sua excitação! Flavia você fica ainda mais linda com a boquinha e o queixo molhados de porra, uma fêmea completa! Passando a mão em meus seios colheu o semêm todo e eu ia lambendo seus dedos sentindo o gosto salgado e azedo de sua porra viscosa, sua vara foi ficando mole e repousava límpida e bela entre coxas peludas e grossas, pacientemente ele colheu toda a porra do meu rosto e me deu na boca, lambi e engoli tudo, então ele enfiou a mão em meu vestido, abrindo a lateral, alcançou a minha calcinha, puxou com força para o lado e ali no chão mesmo passou a lamber minha buceta encharcada, fechei os olhos e deixei ele provar da minha intimidade, uma língua áspera e ágil me possuía, ele mordia devagar meu clitóris que avantajado me fazia entrar em parafuso, chupou minha buceta com sofreguidão, apertando com uma das mãos os meus seios, o biquinho, me fazendo enlouquecer, abria as pernas, agora já mostrando a ele que uma dama também sente vontade de dar, dar muito, abri as pernas e ele lambia a parte interna das coxas e minha vulva, colocava a pele do clitóris entre os lábios e me fazia gemer alto e sem pudor, gozei desavergonhadamente em sua língua, com vontade de mais, aos poucos o tesão foi tomando conta de mim, fui me transformando em uma puta, no fianl da noite eu era uma cadela em suas mãos, gozava feito uma vadia ensandecida, mas ainda ali estava comportada, apesar de abrir e mostrar-me toda, depois de um orgasmo delicioso ele engoliu meu gozo e me virou de bruços, agora estava como menina levada em seu colo, levantou totalmente o vestido, puxou a calcinha para o lado e acariciava minha bunda, separou as nádegas e levou a língua no anel do cu, gemi e abri mais as pernas, mostrando a ele que ali eu tremia, ele sugava meu cuzinho, lambia feito um menino ávido e tarado, ficou alguns minutos somente lambendo o cu, eu estava maluca de desejo, me deu um tapa na bunda e então vi que sua rola apontava para o céu, me colocou deitada na cama, jogou todos os travesseiros e me deitei em cima deles, ficando com as pernas para fora da cama na posição de quatro, com a bunda bem empinada, ele pincelou a rola na entrada da minha buceta e foi penetrando, quando seu caralho tocou o fundo da minha buceta, travei as pernas e gozei sem nenhuma vergonha, ele praticamente se deitou em cima de mim e apertando os bicos dos seios, disse em meus ouvido: Quero você uivando e chorando de prazer, entreabri as pernas para levar na buceta com força, ele passou a montar, metendo com firmeza, cada estocada daquela rola grossa me fazia alcançar o céu, não pensava em outra coisa a não ser em ser fodida ao extremo, queria chegar trocando as pernas em casa, para mostrar ao Léo que fui muito bem fodida, queria mostrar minha buceta esfolada e meu cuzinho machucado, não sabia explicar porque daquilo, mas queria mostrar que fui muito bem fodida, Marcos socou a vontade seu caralho, até não agüentar mais e gozar fartamente em minha calcinha e minha bunda, aos espasmos, perdi a conta de quantas vezes havia gozado em sua rola, caímos desfalecidos no chão e ficamos alguns instantes imóveis, assim que as forças foram retomando ele me deu um beijo molhado e gostoso de cumplicidade, foi a primeira vez que lembramos de nossos companheiros: Como será que estão os dois perguntou ele! Com um sorriso nos lábios, disse que certamente ele poderia foder a bundinha da Márcia a vontade no dia seguinte! Ele sorriu e disse que ela não curtia anal, que infelizmente não curtia! Disse a ele que naquela altura do campeonato, ela já deveria ter gozado pelo menos umas três vezes com o cuzinho, e que não se espantasse se sua buceta estive limpinha e sem sinal de sexo, pois certamente ela estaria dando a bunda a noite inteira, Léo sabia de sua recusa, mas sabia também que você iria se divertir muito com minha bundinha, então fica sossegado, que amanhã as pregas da Márcia já foram e o caminho estará livre para você! Ele ficou meio atônito e demonstrou um certo ciúme e segurança de que aquilo não aconteceria, sorrimos e fomos tomar um banho, fiquei totalmente pelada e curtimos uma ducha deliciosa, depois uma hidromassagem relaxante onde ele me penetrou a buceta de novo, debaixo d’água, simplesmente delicioso, gozei gostoso com a pressão da água morna, voltamos para a cama e então nos beijamos alucinadamente, ele passava a mão em minha bunda mostrando que estava com muita vontade de me foder, sussurrei em seus ouvidos: Na bundinha tem que ser com força, quero ver se agüenta ficar em cima da sua cadelinha safada! Ele me jogou na cama, me virou de bruços e novamente um banho de língua no cu, acariciava sua rola já dura de novo, peguei uma camisinha e deliciosamente, fazendo cara de puta e rameira coloquei no pintão com a boquinha mais safada que poderia fazer, em seguida fiquei de quatro, doida para dar o cu, que piscava de tesão, Marcos colocou a cabeça da rola na portinha do cu e apertou, a cabeça demorou para passar, gemi de dor, mas abria as pernas o Maximo possível, acariciava a buceta para agüentar, o ferro foi entrando aos poucos, quando a cabeça do cogumelo passou vi estrelas de dor, mas não gritei ou reclamei, agüentei firme, o cacete foi entrando em minha bunda, preenchendo meu cuzinho de carne, quando entrou mais da metade ele parou para eu me acostumar com o bruto no cu! Delicia de rola, quero com força, me vira do avesso, me arregaça caralho! Ele apertou o pinto em meu rabo, e tirou até a metade devagar, em seguida meteu no fundo do cu, gemi e gritei de dor e tesão misturados, pedi tapas na bunda, que começaram a estalar! Fode caralho, quero no cu com força porra! Toma cadela safada, toma no cu puta, vadia sem vergonha, toma ferro nesse cuzão sua putona! Fode caralho, quero mais rola, com força, quero tudo, monta na sua cadela! Toma biscate, toma no cu, cadela vadia, é no cu que você merece rameira! Abri mais um pouco as pernas e ele quase caia e quase me derrubava tamanha força de penetrava minha bunda, estava alucinada sendo fodida com força quanto mais eu o provocava mais ele metia, como se quisesse me machucar, ele ficava com raiva quando eu pedia mais rola, e socava com força, perdi a conta de quantas vezes gozei levando pintadas no fundo do cuzinho, ele me dava palmadas na bunda que já estava vermelha e fodia com todas as forças! Cadela do caralho, cadê o corno para ver você tomando no cu, quero foder seu cuzinho na frente dele, sua vagabunda! Não to sentindo nada, pode foder com mais força, caralho quero rola de verdade no cu! Sua puta, sua vadia, quer ser machucada né vaca do caralho, então toma, toma nesse cu arregaçado, cadela filha da puta, toma na bunda desgraçada do caralho! Marcos perdeu a noção do sentido, ele não sabia ser provocado, metia com uma força descomunal, se eu não tivesse acostumada a dar o cu, certamente ele me machucaria, eu apoiava as mãos em suas pernas para amenizar a força das estocadas, ele tentava tirar minha mão para socar com mais força, em dado momento cheguei a temer por ele machucar o pinto nas estocadas, uma vez o léo ficou com o pinto roxo e inchado por causa de uma torção, mas não queria alertá-lo pois podia parecer que estava pedindo arrego e minha intenção era fazer ele ficar moído, Marcos era um homem forte, um pouco mais forte que Léo, e não perdia a pose, mas ele já havia gozado duas vezes e fartamente, suas energias não estavam em pleno vapor, ele suava que chegava escorrer pelo corpo, suas pernas tremiam e seu pinto incontinente, duro feito aço, minha bunda levava os trancos, ele havia perdido toda a noção, me arregaçava o cu me chamando de cadela, puta vadia, vaca e tudo que era nome, parecia que estava com raiva, tirou o pinto do meu cu, tirou a camisinha, me virei para que gozasse em meu rosto, ele me virou de novo e disse: Vira o cu cadela, você vai levar porra dentro do rabo puta do caralho, não é no rabo que você gosta, então toma, totalmente descontrolado socou o pinto no meu cuzinho, estremeci sentindo sua pele dentro de mim, aquilo não estava programado, mas eu havia passado dos limites na provocação, com tapas estalados na bunda que já estavam machucando ele gozou dentro do meu cu, me enchendo mais uma vez de porra?! Toma cadela safada, não era isso que você queria, sua piranha, sua puta sem vergonha, você acaba comigo, sua vadia! Nesse momento calada, com a bunda empinada e as costas molhadas do suor que cais do corpo de Marcos, fiquei ali exposta, sentindo a porra escorrer pelas minhas penas e coxas, totalmente dolorida e arregaçada, ele deitou na cama e perguntou se estava tudo bem! Estou ótima, nunca fui tão bem comida, que delicia, balbuciei! Ele não acreditava no que ouvia, minha bunda vermelha parecia um pimentão, meu cuzinho ardia, na verdade ele havia ultrapassado a força necessária, chegando a me machucar um pouco, já eram mais de quatro da manhã, ele estava acabado e eu arregaçada, me aconcheguei em seus braços e dormimos cúmplices do mesmo sexo selvagem que acabávamos de fazer! Despertei com a claridade do sol, já passavas das nove horas, sentia dor pelo corpo todo, parecia que havia caído uma tonelada em cima de mim, acariciando as bolas do Marcos o despertei, ele com uma cara ótima, sorriu e disse: Bom dia princesa? Dei uma risada safada, e respondi: Você dormiu com uma cadela desgraçada e acordou com uma princesa? Já me chamaram de puta na cama, mas de desgraçada foi a primeira vez, por acaso você estava com raiva da minha bunda? Ele riu e disse que o que tinha acontecido, ficava ali naquela cama! O beijei e disse que precisávamos ir! Não sem antes foder essa bundinha de novo! De jeito nenhum, você quase acabou comigo, vou dormir de bunda pra cima durante uma semana, come meu rabinho em outra ocasião, e na frente do Léo, assim você se comporta melhor, abracei-o e dei uma bela chupada em sua rola, com jeitinho ele se encaixou debaixo e penetrou minha buceta, aceitei ele por cima, estava muito cansada, ele meteu como um cavalheiro, penetrando gostoso e cadenciado, deixando a rola entrar e sair, fazendo carinho nos seios, gozei gostoso e pedia mais, ele meteu por mais ou menos uns quinze minutos e então gozou em meus seios, levantamos tomamos um belo banho, lavei sua rola, sua bundinha, ele me beijou deliciosamente, nos trocamos e ele me deixou em casa, nenhuma palavra no caminho, um beijinho antes de parar o carro, selinho, discreto para quem fodeu meu cu com selvageria, desci do carro, abri o portão, sorri para ele que partiu e se perdeu na esquina, andando com um pouquinho de dificuldades, sentindo o cuzinho ardendo de tanta rola que levei, entrei em casa, sentado em sua cadeira habitual, olhando meus passos perdidos disse: Ele acabou com você né? Sorri, disse que precisava sem muito amada e de muito carinho, pois havia feito muito sexo, a noite inteira! Ele perguntou como foi? Me limitei a dizer que Marcos era um touro e que havia me fodido a noite inteirinha, estava toda esfolada e precisava de sua ajuda! Um beijo molhado, um abraço carinhoso, fomos para um banho a dois, onde meu maridão me curava da noite de loucuras, no próximo relato a delicia das confissões, dos fatos ocorridos com Léo e Márcia e do reencontro dos amigos safados! Um beijo carinhoso e molhadinho a todos que escrevem!

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Comentários

21/09/2015 02:11:01
[email protected] Excelente conto Flavia !!!
09/07/2014 08:26:52
Gostei mais da descrição do oral...
02/10/2012 22:18:42
.
24/10/2006 17:01:16
Esse conto é muito bom.Mais deveria deixar bem claro que ele já foi publicado aqui,não me lembro se foi essa mesma autora,mais já li esse conto aqui mesmo.
24/10/2006 11:43:34
Poderia ser menos extenso.
24/10/2006 11:32:23
Gosto dos seus contos e histórias...apenas tenho a sugerir que edite-os..coloque alguns parágrafos, torna o texto mais leve para o leitor...continue neste tom, está interessante...seus personagens estão "tomando vida"...
23/10/2006 21:53:01
Flavinha,diz me la a mim e ao ANJO DA TESAO como e que te podemos assar em simultaneo!!!conto maravilha!!!
23/10/2006 19:17:37
Delicia!
23/10/2006 17:55:35
Ai gata teu é show, muito bom mesmo. gostaria muito de te conhecer um dia quem sabe. bjs
23/10/2006 15:21:06
Flavinha adoraria de deixar toda assadinha tambem. Muito tesão pra todos. Anjo do tesão
23/10/2006 13:08:20
maravilhoso seu conto. adoro um anal também

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