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Sandra e o Preto Velho-IV

Categoria: Heterossexual
Data: 27/10/2006 20:15:15
Nota 9.00
Assuntos: Heterossexual
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Sandra e o Preto Velho

Capítulo 4

Quando me separei de seu Aldo, cheia de vergonhas e mágoas de mim mesma por não saber como resolver minha vida, depois que me tornara o objeto sexual do velho negro da manutenção, fiquei pensando que devia ir visitar meu pai, voltar a minhas raízes, buscar uma tranqüilidade que eu perdera no quarto dos fundos do "Recanto dos Manos" bar-grill.

Ao chegar em casa, fiz planos para ir para Londrina visitar meu pai e liguei avisando. Ele ficou contente de me receber e começou logo com seus comentários sobre "Princesa Ariana", etc, sem sequer indagar a respeito de André.

Encontramos no aeroporto e minha mãe não estava ali por que fora visitar alguns parentes em Curitiba. Chegando a área interna do aeroporto, Papai correu e me segurou em seus braços e sussurrou, "Bem-vinda ao lar, Princesa."

Saímos para jantar e os olhos de papai não me deixaram a noite toda. Várias vezes, ele se aproximou e tomou minhas mãos como se nós fôssemos algo mais que apenas pai e filha. Ele me disse repetidamente como eu estava bonita, nem uma vez perguntando sobre André.

O garçom negro demorou com nossa conta e papai fez um de suas costumeiras observações sobre, "essa gente!" Meus pais eram razoavelmente bem postos na vida e tinham sempre tido uma postura de superioridade em relação aos outros. Contudo, meu pai tinha muito mais essa postura com os negros que minha mãe. Lembro-me, quando era criança, de herdar algo assim deles. Eu ri comigo: meu passado recente estava certamente apagando quaisquer sentimentos de superioridade que eu pudesse ter tido em relação aos negros - ou ao menos, aos homens negros -- pensei!

Era tarde quando entramos em casa e eu subi para meu quarto de dormir e comecei a despir-me. Minha porta ficou apenas entreaberta, e notei que papai, em seu quarto adiante no corredor, podia me espiar em seu espelho através do meu. Era quase uma vista por procuração daqueles dois espelhos de quarto.

Aquilo trouxe de volta tantas memórias de infância de eu me despindo enquanto Papai freqüentemente me espiava através da visão fornecida por seu espelho de quarto.

A partir dos doze anos, Papai olhava enquanto eu penteava meus longos cabelos louros e casualmente me despia para um banho ou para dormir.

Lembro-me disso estranhamente me excitar ao me ver tão sutilmente e secretamente admirada pelo homem mais poderoso de minha vida jovem.

É claro, que tudo aquilo estava no fundo, no mais profundo recesso, de meu cérebro jovem. Mas ainda que eu não soubesse, eu sentia que aquele era algum segredo, uma dança erótica que nós realizamos, tantas noites atrás, enquanto eu desabrochava para a feminilidade.

Mesmo aos doze e treze, eu freqüentemente achava minha boca seca e minhas mãos trêmulas ao começar a desabotoar minha blusa, vendo meu 'quase escondido' admirador observando-me atentamente de seu espelho.

Algumas noites enquanto eu me despia, eu via sua luz apagar, e eu não tinha idéia do que acontecia enquanto ele me observava na escuridão de seu quarto de dormir.

Às vezes eu ouvia a cama de papai ranger suavemente, mas ritmadamente, enquanto eu lentamente me despia para ele. E eu freqüentemente descobria, durante a remoção de minhas calcinhas minúsculas, uma umidade na virilha que eu não compreendia.

Na manhã seguinte, papai e eu continuávamos como pai e filha, como se nada tinha acontecido. E em minha mente, nada tinha... isso porque eu nunca entendi o significado de nossa estranha cerimônia... E nunca soube que aquelas coisas não aconteciam em outras casas.

Afinal de contas, nós éramos ricos, muito classe média alta, e considerados respeitáveis freqüentadores da igreja para qualquer um que nos conhecia.

Desde que eu era muito jovem, Papai freqüentemente entrava e me sentava em seu colo para dizer boa noite. Na minha adolescência, por volta dos 14 anos, os 'boas-noites' de Papai ficaram mais longos. Na verdade, nossos boas-noites ficaram tão mais longos e próximos que nós às vezes ficávamos juntos por uma hora ou mais.

Papai me pegava em seu colo e acariciava a lisa pele de minha coxa enquanto ele sussurrava maravilhosas e adoráveis palavras de carinho para mim. Eu era sua "Princesa Ariana”, a "mais bela garota do Paraná”, e muitas outras coisas que me deixavam embriagada repousando em seus braços fortes.

Ele beijava minha testa enquanto sussurrava aquelas frases adoráveis, e logo, seus beijos desciam ao longo da curva de meu nariz, para minhas bochechas e, finalmente, para meus lábios. Suaves e leves inicialmente, mas finalmente crescendo para beijos profundos nos quais eu podia sentir o ligeiro tracejar de sua língua ao longo de meus lábios -- Às vezes até tocando a ponta de minha língua.

Eu nunca tive certeza do que fazer ou como reagir, por isso eu fechava meus olhos fingindo estar adormecida ou em algum tipo de desmaio. Era um entendimento que nós tínhamos, de que eu não estava totalmente consciente. Ou das suaves carícias das mãos de Papai... Ao longo de minhas coxas... E debaixo de minha camisola de dormir, provocando os mamilos de meus seios jovens - mas já cheios.

freqüentemente eu descobria, depois que ele me punha na cama, puxava meu cobertor e deixava meu quarto, que minha calcinha tinha ficado molhadinha outra vez. Às vezes mais que apenas molhadinha. Às vezes meus dedos exploradores encontrava-a totalmente encharcada.

Minha forte sexualidade já estava crescendo rapidamente em minha pré-adolescência, meigamente estimulada pelas ternas carícias das mãos, boca, e lábios de meu pai.

Aos dezesseis e dezessete anos, freqüentemente descobria papai me admirando nas roupas que eu escolhia. Ele adorava meu estilo, minha aparência. Alta, loura, ele dizia "Imponente". Eu acho que era daí que toda a história de "Princesa Ariana" vinha, assim como de nossa ascendência germânica e escandinava (nossa ascendência remota - nós éramos muito brasileiros há várias gerações).

Eu sempre adorei a admiração com que ele me olhava em minha saia curta, ou jeans apertados e blusinhas tops. Aquilo me fazia sentir muito bela... E muito sexy. É claro, eu nunca mencionei aquilo para ninguém. O que eu sentia pelos olhares e espiadas de meu pai era algo que eu sabia filha alguma devia sentir -- de ou para seu pai.

Mas por dentro eu sabia que eu tinha sim aqueles sentimentos. E eu gostava deles.

E assim eu me achei despindo-me outra vez, no mesmo quarto de dormir em que eu crescera, na idade de 30, e do outro lado do corredor papai e eu retornamos a nosso velho hábito.

Enquanto eu penteava meus cabelos ante meu espelho, pensei o que papai iria pensar se ele soubesse que sua 'Princesa Ariana' agora carregava a semente de um bebê de um velho zelador negro de 65 anos em seu ventre. Eu ri comigo... E se ele tivesse me visto no outro dia indo à caça daquele velho e me submetendo a ele num quarto dos fundos de meu local de trabalho. Ou rebaixada de joelhos prestando-lhe favores num corredor. Sua 'Princesa Ariana' loucamente apaixonada por um caralho grandes de um zelador velho e negro como carvão.

Pensei que iria certamente matá-lo. Pobre papai... Ele me idolatrava. E, contudo, fora ele que provavelmente despertara as primeiras sementes do tesão que eu tinha por homens mais velhos e proibidos.

Enquanto eu continuava a pentear meus cabelos eu senti um amor, um tesão, e contudo... uma raiva também... com isso homem que não pôde manter suas mãos longe de mim desde que eu era apenas uma fadazinha loura de doze anos de idade.

Aquele terrível lado de uma mulher surgiu em mim, e eu queria provocá-lo sem misericórdia. Fazê-lo querer-me tão fortemente... E então puni-lo de algum modo.

Eu olhei no espelho e pude vê-lo deitado em sua cama, fingindo ler o jornal, mas realmente espreitando por cima dele, no espelho, para mim.

Meus dedos começaram a tremer quando eu coloquei minha escova de lado, fui, e comecei a desabotoar minha blusa.

Eu tirava minha blusa e meus seios cheios, saltando devagarinho de meu soutien, mostraram-se totalmente. Brinquei com meus cabelos um pouco mais, pondo-os num rabo de cavalo, de modo a provocar papai com a demora. Podia vê-lo voltado atentamente para mim através dos espelhos, seu jornal caído em seu peito, não mais capaz de nem mesmo fingir que ele estava envolvido com algo... mais que não me espiar.

Depois de mexer com meus cabelos por alguns minutos mais, pus os braços pra trás e abri meu soutien... mas não o tirei. Eu o deixei apenas assentado frouxamente sobre meus seios enquanto fingia estar retirando minhas jóias.

No espelho, eu podia ver papai olhando estranhamente para mim, seu peito subindo e descendo fortemente e sua mão, agora, rudemente acariciando seu saco proeminente.

Depois de alguns longos minutos mantendo aquele suspense, ergui os braços e os cruzei casualmente diante do peito e escorreguei as alças do soutien por meus ombros. Elas deslizaram ao longo de meus braços e eu o deixei sobre a penteadeira.

Meus seios agora estavam à mostra, cheios, macios, e contudo, firmes. Eles pareciam quase grandes demais para meu corpo esguio, quase como se fossem falsos, exceto pelo modo com que balançavam e moviam tão naturalmente enquanto eu continuava a escovar os cabelos.

A luz do quarto de meu pai se apagou. O familiar ranger suave de sua cama começou. Eu sabia que era hora de fazer minha performance para papai. A performance que eu tinha estado praticando desde que tinha doze anos. Uma performance que fora aperfeiçoada para seu prazer... E satisfação.

Levantei da penteadeira e virei minhas costas para o espelho. Abri a fivela de meus jeans e depois os tirei, curvando-me para mostrar minha bunda nua no espelho. Eu vestia apenas calcinhas fio dental. (Será que eu sabia que iria representar novamente para papai, quando me vesti naquela manhã?)

Olhei por sobre meu ombro no espelho e esfreguei minhas nádegas proeminentes (homens sempre me disseram que eu tinha uma bunda soberba), e então puxei minha calcinha fio dental para dentro de meu rego -- de um modo exagerado -- antes de me virar novamente para o espelho.

O rangido ritmado da cama de papai ficou mais rápido e barulhento.

Eu levantei meus braços para fingir uma mexida no rabo-de-cavalo, mas na verdade foi para mostrar todo o tamanho de meus seios 36C em relação a meu corpo esguio e cintura delgada.

O rangido continuou num ritmo ainda mais rápido.

No espelho minha calcinha fio dental mostrava agora uma mancha úmida entre minhas coxas... Eu a retirei. Minha buceta nua agora brilhava no espelho, seus lábios cheios e inchados, meu clitóris duro mas ainda embainhado... Comecei a correr dois dedos ao longo de minha gruta melada... Era maravilhoso... Eu agitei o polegar, primeiro, e em seguida o dedo médio no meu clitóris e isso me arrancou um gemido.

A cama de papai estava rangendo ruidosamente nesse momento e eu sabia que ele não agüentaria outros 2 minutos daquilo.

Foi então que eu parei abruptamente, curvei-me e abri minha pequena maleta de viagem que estava no chão ao meu lado. De repente, eu puxei pra fora um consolo preto de catorze polegadas que havia comprado no caminho de casa depois que seu Aldo me fodera da última vez.

Com isso, o rangido parou de repente. Eu sorri para mim mesma, "Então papai, o que o senhor está pensando agora?"

Segurei a coisa volumosa e a beijei, olhando diretamente para o espelho. Então eu a lambi com um estalo de minha língua, tão exagerado que isso serviu como um desafio para aquele homem mais velho a apenas um cômodo de distância... um desafio para meu pai... Seria ele homem bastante para comparar-se com aquele símbolo de masculinidade africana?.

Deitei em minha velha cama, ainda na plena visão do espelho, abri minhas pernas longas e, com minha mão direita, comecei a mexer o falo descomunal para dentro de minha racha voraz e úmida.

Eu contorcia meu rosto dolorosamente para mostrar a meu pai como eu estava trabalhando duro, e quanta dor eu estava suportando para ter seu tamanho e pretume dentro de mim.

Primeiro a glande deu um sacolejão ao passar o anel de entrada. Depois comecei a movimentar todo seu comprimento para dentro e para fora com golpes cada vez mais fundos. Logo, eu estava mergulhando-o para dentro de meu ventre, dez ou mais polegadas, com cada golpe.

O rangido da cama de papai tinha começado novamente.

Comecei a usar as duas mãos para enfiar o volumoso substituto de borracha negra 15 centímetros e mais, para dentro das profundezas de minhas entranhas. Eu estava grunhindo agora, num furor sexual que nada iria aliviar exceto um orgasmo - o orgasmo que eu queria alcançar fingindo que estava servindo um macho preto.

Enquanto o suor fluía de mim, eu podia ouvir a ruidosa batida ritmada da cama de meu pai rangendo e gemendo do outro quarto como nunca ouvira antes. Aquilo me estimulou a enfiar o monstruoso consolo preto mais fortemente ainda para dentro de minhas profundezas. Os lábios de minha buceta doíam do esforço de se arreganharem em volta da circunferência daquele monstruoso caralho preto.

Em seguida, eu pude ouvir papai grunhindo e gemendo ruidosamente enquanto atingia seu orgasmo poderoso. E eu continuei a me aproximar do meu, socando o volumoso órgão de borracha para dentro de minha faminta câmara vaginal, até que, numa explosão, que o alcancei! Eu gritei alto, "seu Aldo !!!" Ondas de tesão pareciam correr por meu corpo, minhas têmporas pulsavam, e eu explodi num suor abundante e pesado. Papai agora podia ver enquanto sua "Princesa" sacudia num virtual cio, com os calcanhares afundados no colchão e os quadris erguidos em arco, como se me levantasse em busca do corpo negro poderoso a que devia pertencer aquela imensa rola negra que me devassara, encharcada de suor, saciada com suor, gozando -- de novo e de novo gozando - sobre a imitação de caralho preto, estufada em minha xota mordedora.

Enquanto onda após ardente onda de orgasmo continuou a arrebentar sobre mim, eu senti como se minha cabeça fosse explodir ou meu peito fosse arrebentar. Mas era tão bom... tão bom...

Minha buceta continuou a contrair e apertar o imenso caralho de borracha que tinha me dado tanto prazer. Acreditei que certamente eu estava arruinando o brinquedo para qualquer uso posterior do modo que os espasmos de minha buceta continuaram a morder a pobre coisa.

Quando finalmente esteve tudo acabado, eu fiquei ali deitada, respirando pesadamente, tentando retomar minha respiração. Eu fiquei deitada com minhas pernas arreganhadas, o consolo permanecendo cravado fundo dentro de mim, com apenas umas poucas polegadas para fora, lamentando a ausência daqueles jatos oleosos que o preto velho que me seduzira injetava em mim como premio pelo uso de minha carne branca.

Eu pensei que provavelmente poderia levantar e passear daquele jeito, tal a intensidade com que minhas paredes vaginais e lábios da buceta agarravam o brinquedo danificado.

Eu tinha acabado, mas minha buceta não; ela não queria desistir de seu prazer.

Levou uns poucos minutos antes que o grande brinquedo preto começasse a escoar lentamente para fora de meu martelado canal e finalmente, com um ruído surdo, caísse na cama.

Eu me levantei e cambaleei para dentro do chuveiro, pensando: "Como foi o show hoje à noite, papai?"

Naquela noite eu rolei sem descanso na cama. Eu estava chocada com o que tinha mostrado para papai e o que ele podia estar pensando de mim, deitado em sua cama.

Cochilei sem descansar, sonhando com homens negros de uma tribo maori chicoteando-me e tatuando minha bunda com a marca de sua nação. Eu me lembro de estar de joelhos, abraçando a coxa do idoso chefe africano, implorando misericórdia, oferecendo-lhe qualquer coisa - qualquer coisa - por seu perdão!

E foi aí que fui acordada, no meio da noite, com a porta do quarto sendo aberta. Pés descalços caminharam para minha cama, minhas cobertas foram levantadas, e papai subiu nu na cama comigo.

Ele me montou sem uma palavra e com urgência, e então pegando e acariciando sua ferramenta carnuda ao longo de minha fenda inchada, empurrou-se para dentro de mim.

Quando ele começou a esfregar seu pau grosso dentro de mim, meu corpo respondeu quase imediatamente... nós tínhamos ambos esperado tanto...

Meus quadris responderam aos seus como se nós fôssemos amantes há séculos, e logo estávamos em perfeito sincronismo, batendo nossos lombos juntos na mais velha dança da vida.

"Princesa, Princesa..." ele murmurava repetidamente em meu ouvido.

"Papai... ohhh, papai..." eu cantava ardentemente no seu.

Puxei-o para mim e beijei seu pescoço enquanto ele chupava o meu. Sobre seu ombro, eu via meus pés, no ar, balançando com cada golpe de seus quadris contra os meus.

Ao menos naquele momento, éramos amantes perfeitos. Os lábios devoradores de minha buceta dolorida, espremiam e chupavam sua masculinidade gorda e pulsante.

Aquilo se estendeu durante quinze minutos, com minha cama rangendo e batendo do modo que eu tinha sempre sonhado... com um homem com quem eu tinha sonhado... Até que nós atingimos um crescendo de gemidos e grunhidos, e finalmente um clímax tremendamente pecaminoso que afundou-nos ambos quase simultaneamente.

Eu mordi seu ombro e ele gemeu com dor combinada com deleite. Seus dedos espremiam as bochechas de minha bunda enquanto ele me puxava para si, e nossos rins pareciam fundir-se como se tivessem sido feitos para ficar juntos daquele jeitinho.

Minhas longas pernas fecharam em volta dos quadris de papai instintivamente, e meus braços comprimiram nossos peitos juntos como se eu o quisesse meu para sempre. Nossos ardentes corpos nus suavam um no outro e cheiravam a sexo sórdido. Um cheiro que nunca devia ter nascido de uma intimidade entre pai e filha. Um cheiro que tinha sempre sonhado viria do acasalamento de seu corpo com o meu.

Depois de minutos de abraçar um ao outro desse modo, e contorcer, ofegar em busca de ar... finalmente fomos capazes de afrouxar nosso abraço. Ele trouxe seus lábios aos meus e nós beijamos o mais pecaminoso beijo que um pai e filha podiam dar -- nossas línguas exploraram completamente as bocas um do outro. Quando nossos lábios finalmente se separaram, eu fiz minha língua se estender e deslizar sobre seus lábios, atraindo-o para comprimir sua boca de novo contra a minha.

Seu caralho começou a endurecer de novo e nós começamos a nos gastar em outro round de trepada violenta.

Nós fodemos três vezes, trepando e metendo, durante a noite. Por volta das 4 da manhã, nós finalmente caímos num sono profundo, exauridos de nossos esforços.

Quando a luz da manhã começou a filtrar pela janela do quarto eu pude sentir u'a mão acariciando minha bunda. Ar fresco soprou sobre minha carne nua quando as cobertas foram arrancadas.

Papai continuou acariciando a abundância de minhas nádegas, enquanto eu ficava deitada olhando para a janela.

"Tão bonita...”, ele murmurou, com um tesão que eu nunca ouvira em sua voz antes.

Ao tempo que sua mão começou a acariciar mais fortemente e às vezes até mesmo agarrando e amassando a carne macia, ele murmurou de novo, quase como se ele estivesse em algum transe erótico, "Bonita pra caralho!!!"

"Ohhh Princesa, sua bunda é perfeita”, ele disse entredentes. E ele começou a beijar minha bunda.

Eu rolei de bruços, com o rosto para dentro do travesseiro macio que eu estava abraçando. Eu levantei minha bunda ligeiramente, encorajando sua adoração de meu traseiro.

Eu me sentia extremamente bonita tendo aquele homem, meu pai, beijando e fazendo doces carinhos na minha bunda.

Eu levantei-me ligeiramente sobre meus cotovelos e deixei meus seios imensos pendendo sobre o travesseiro. Comecei a, suavemente, menear minha bunda sob os lábios e língua de meu pai.

Papai começou a morder levemente minhas nádegas, brincando e acariciando, no início, e depois mais rudemente.

"Ohhh... Papai”, eu gemi quando a sensação e o prazer continuaram a crescer dentro de mim. Eu estirei minha mão e comecei a massagear suavemente meu clitóris, Já que eu sabia que teria logo necessidade de alívio para a crescente tensão.

A língua de papai estava lambendo os montes de minha ampla bunda, primeiro um, depois o outro. E então eu pude sentir sua cálida língua molhada lentamente se enfiar no rego de minha bunda.

Meu dedo começou a mexer com mais urgência no meu clitóris, agora, e a idéia do que ele estava prestes a fazer tornou minha respiração pesada e ofegante. Eu estava ficando tão excitada que eu estava tendo dificuldade para puxar o ar para dentro de meus pulmões.

A língua de papai acariciou e se contorceu abrindo seu caminho cada vez mais fundo para dentro do poço de minha bunda. Logo ele estava lambendo completamente de um lado de meu rego, e depois do outro. Eu abri meus joelhos mais ainda, erguendo e abrindo minha bunda de modo obsceno para acomodá-lo lambendo ainda mais fundo no rego de minha bunda.

E então - finalmente! - A língua de papai cravou-se no buraco de meu ânus! Eu pensei: este é meu pai, penetrando meu buraco mais íntimo com sua língua - seu órgão do paladar! Ele forçou sua língua mais fundo no buraco de minha bunda, sondando num recesso tão proibido que não tivera nem meu marido ali anteriormente. Mas agora eu abri aquele orifício secreto e pecaminoso... para meu pai.

Eu empurrei minha bunda para trás delicadamente, tentando oferecer mais de meu canal anal à língua exploradora de papai quando ela começou a foder meu buraco traseiro.

Papai estava agora babando e esfregando seu rosto pra cima e pra baixo entre minhas nádegas, enquanto segurava meus quadris firmemente. Ele roncou e respirou profundamente, como um homem possuído. Eu podia ouvi-lo quase cantando, abafado no fundo da carne do rego de minha bunda: "Princesa, Princesa... Tão bonita..."

Os sucos de minha buceta estavam inundando a parte interna de minhas coxas enquanto meu pai comia no meu cu!

Finalmente, ele puxou seu rosto fora de minha bunda, agarrou três travesseiros, empilhou-os na parte mais baixa da cama e disse: "Princesa, deite-se sobre eles com sua bundinha maravilhosa bem pra cima, benzinho!"

Eu estava com tanto tesão! Sem discutir eu me pus do jeito que ele tinha pedido e me curvei sobre a pilha de travesseiros, minha bunda empinada para o alto, expondo-a completamente à sua lubricidade. Eu ainda mais sutilmente afastei meus joelhos na cama, de modo a alargar minhas nádegas para o que quer que papai pudesse ter em mente -- para satisfazer nosso anseio mútuo.

Ajoelhado na cama, posicionado logo atrás de mim, do jeito que ele estava, olhando decididamente para o rego de minha bunda, esfregando obscenamente seu caralho melado e gordo pra cima e pra baixo entre minhas nádegas... papai parecia quase estar rezando no altar de minha bunda. Era como se ele estivesse prestes a celebrar uma cerimônia sagrada... iniciando sua própria filha num secreto e proibido rito de passagem.

O gordo calombo que era a cabeça de seu caralho começou a repousar no meu ânus. A pressão lentamente foi crescendo mas papai hesitou por algum motivo. O tenso silêncio no quarto foi quebrado com minha resposta a sua hesitação. Eu murmurei:"Simmmm! papai, siiiiimm...."

Ele enterrou seu pinto grosso como uma lata de cerveja lá no fundo de meu cuzinho virgem e apertado. "Aiiiii...." eu gritei ante a dor ardente em minhas entranhas. Mas, naquele momento papai estava perdido numa obsessão louca para possuir meu cabaço anal.

Ele começou a socar seu caralho pra dentro e pra fora de meu cu, segurando meus quadris e puxando-os para trás enquanto ele jogava seus quadris para a frente.

Slap! Slap! Slap! Seus rins no meu rabo, abrindo o bombardeado buraco do meu cu cada vez mais arreganhado com cada penetração brutal.

Eu toquei entre minhas coxas e comecei a manipular meu clitóris para distrair me da dor do estupro anal, assim como para gozar com papai.

Logo, papai estava de pé na cama, cavalgando minha bunda para melhor equilíbrio enquanto continuava a alargar meu antes apertado cuzinho. No espelho, eu podia ver o selvagem animalesco olhar em seus olhos, como um sátiro enlouquecido, enquanto continuava, selvagemente enfiando seu pinto inchado em meu reto que afrouxava rapidamente.

Ele parecia loucamente determinado a possuir meu cabaço anal. Marcar minha bunda como seu território para sempre através de sua conquista de algo que eu nunca poderia ter de volta. Enquanto eu atentava para a batida ritmada de sua virilha cavoucando dentro de minha bunda aquilo soava como se papai estivesse fazendo uma declaração: o "Plaft! Plaft! Plaft!" ecoando através do quarto soava para mim como os rins batedores de papai gritassem, "Minha! Minha! Minha!" Ele estava reivindicando minha bunda como sua propriedade, para sempre!!!

Quando o martelar ficou cansativo, papai agarrou um punhado de meu cabelo, puxou minha cabeça para trás, alavancando seu caralho escavador mais fundo em minha bunda e murmurou, "Princesa, você gosta de ser a garotinha enrabada do papai, né??"

"Sim, papai”, eu respondi obedientemente.

Ele então continuou a martelar seu caralho em meu rabo, e eu podia jurar que o ouvira resmungar: "Puta vagabunda..."

Depois de uns 20 minutos de bombardeio, papai gozou uma carga pesada no fundo de meu rabinho esguichando-me profundamente com seu amor... E lubricidade. Um tesão por sua filha mais velha que ele estava finalmente saciando em sua cama de infância.

Depois que nós acabamos levou minutos para nós separarmos. Nós éramos como dois cães esperando por alguém para lançar água em nós para separarmos nossas glândulas sexuais inchadas e grudentas.

Depois de finalmente puxar para fora, papai quase desmaiou na cama. Eu puxei meu corpo dolorido dos travesseiros, rastejei, pus seu sujo caralho em minha boca, e limpei-o para ele. Enquanto eu fazia isso papai via meu rabo aberto no espelho oposto. O que tinha sido um ânus apertado e piscante, era agora um abismo, um buraco de duas polegadas de largura, um buraco que estava constantemente derramando seu copioso depósito de esperma. Ele sorriu, orgulhoso de seu trabalho.

Quando eu acabei de chupar e lamber seu caralho, eu aconcheguei-me dentro de seus braços. Nós caímos no sono como se nós fôssemos amantes a vida toda.

Eu tinha conseguido o que eu queria desde que eu tinha doze anos, ter meu pai me fodendo em todo buraco que eu podia lhe oferecer.

Quando despertamos, nós nos beijamos, acariciando-nos como amantes fazem ao acordar.

Papai, tinha um olhar distante enquanto estávamos deitados juntos.

"O que é, papai?" eu perguntei.

"Princesa, a noite passada... O brinquedo que você tinha... Ele..uh..." papai estava tendo dificuldade para perguntar o óbvio.

"Sim?" eu perguntei, fingindo inocência.

"Você já... Er... uh... já... você sabe,... Esteve com um negro? Você sabe... como nós estivemos a noite passada?"

Eu deixei a pergunta cair no silêncio do quarto. Longos momentos passaram e eu fiz o suspense de minha resposta crescer.

"Sim." eu finalmente murmurei minha resposta.

Uma careta de dor se espalhou sobre o rosto de meu pai enquanto ele jazia ali, ainda me abraçando em seus braços.

"Por que você me pergunta, papai?"

Depois que o pior da dor pareceu sair de seu rosto ele começou a revelar uma história há muito escondida:

"Quando sua mãe e eu nos casamos... Eu tive que partir para a guerra... E, quando eu retornei, eu ouvi um rumor estranho e terrível na cidade. Sua mãe, me foi dito, tinha estado vendo um homem negro mais velho na cidade, o qual era dono de alguns bares e lojas de bebidas..."

Enquanto meu pai procedia com a história meu sangue gelou. Minha mãe e um negro mais velho! Como podia ser? Seria aquilo algo genético nas mulheres de nossa família! Eu não poderia num milhão de anos imaginar minha bela e conservadora mãe nos braços de um homem de ascendência africana.

Meu pai continuou:

"Acho que ele tinha estado perseguindo ela e ela tinha repelido ele diversas vezes... mas depois... Ela finalmente aceitou seu convite... quando eu lhe perguntei porque, ela disse que o homem foi persistente fora do normal... Ele gastou sua resistência e ela pensou que talvez se ela fosse jantar com ele, poderia fazê-lo parar."

Meu coração pulsava enquanto eu ouvia uma história que inicialmente parecera inacreditável em se tratando de minha mãe, e contudo, tão estranhamente familiar em se tratando de meu próprio passado recente.

"Ela foi jantar com ele”, papai continuou, "e o jantar logo se tornou uma noite completa juntos... Em seu apartamento... Em sua cama. Jesus! Acho que ela o satisfez de todo modo que uma mulher podia"

Papai fez uma pausa enquanto ele revivia a dor da traição de minha mãe.

"Eles se viram muitas vezes nas próximas duas semanas e então aquilo subitamente acabou. Quando eu perguntei porque ela decidiu finalmente parar... Ela disse: que não fora ela. Ele decidira. Ela aparentemente lhe implorou para continuar com ela, mas ele disse que ele tinha cansado dela... E tudo que ela tinha estado lhe dando aquelas noites."

Eu estava pasma com tudo o que tinha acabado de ouvir.

Papai acabou a história com:

"Alguns meses após sua confissão para mim, nós tivemos uma infeliz descoberta. Sua mãe estava grávida de Joca. Ela teve de fazer um aborto."

Joca!!! Onde tinha eu ouvido aquele nome antes!?! Estranho... não era esse o nome do velho no "Recanto dos Manos" Bar Grill onde seu Aldo tinha me fodido na nossa primeira vez?

"Era uma cidade pequena”, papai concluiu, "todo mundo ouviu... sobre o bebê e tudo... nós tivemos que mudar. Eu era o maldito motivo de riso da cidade."

Ele virou sua cabeça e fez uma pausa por alguns minutos enquanto retomava sua postura.

"Princesa, voltando a você, isso foi há muito tempo... sua..er, uh... 'relação'... com o negro... ou, você sabe, foi, uh... recente?"

"Recente." eu respondi sem emoção. Mais dor veio ao seu rosto.

"Você vai vê-lo de novo”, ele perguntou solenemente.

"Sim." eu respondi simples e diretamente.

A dor cobriu o rosto de papai de novo enquanto ele rolava para longe de mim e sentava na beira da cama.

Cabeça nas mãos, ele começou a soluçar.

Eu fiquei deitada ali, olhando para o teto, não oferecendo palavras ou simpatia. Ele tinha perdido ambos seus mais protegidos amores, sua esposa e sua filha, para os braços... E virilhas... de pretos velhos.

Enquanto continuava a chorar, cada vez mais alto, ele se ergueu com suas costas para mim e cambaleou para fora do quarto.

No canto de meu olho, eu vi no espelho do quarto enquanto ele saía, seu gordo e carnudo caralho balançando na frente dele, duro de tesão, apesar de sua angústia.

Levaria algum tempo até eu entender completamente a doentia autocomiseração, e contudo excitação, que homens brancos encontram na consciência de que os mais preciosos amores de suas vidas - suas esposas e filhas - foram penetradas por caralhos negros... E, ainda mais, emprenhadas pela semente de um homem negro.

Em pouco tempo eu me encontrava num táxi rumo ao aeroporto para tomar meu vôo de volta para Campinas.

Pelo menos duas vezes eu tive de correr ao sanitário. O bombardeio de meu pai em meu rabo tinha me deixado quase incontinente. Eu mal podia controlar meu ânus alargado durante 2 dias. Quase morta de medo de pensar em ter de vestir uma fralda pelo resto de minha vida, eu liguei para meu médico para marcar uma consulta. Mas a cancelei, entretanto, uma vez que eu pude sentir e controlar de novo meu esfíncter. Além disso, como eu iria explicar para meu médico a origem daquilo, pensei. Como o resultado de sexo selvagem com meu pai?

Minha vida tinha mudado tão terrivelmente nas últimas duas semanas, eu refleti. Eu tinha me tornado a trepada fácil de um zelador negro e me tornado obcecada com seu grande e hipnotizante caralho. Pior ainda, minha gravidez iria logo mostrar a todo mundo que eu estava para ser a mãe de seu filho.

E agora, em cima de tudo isso, eu tinha seduzido e fodido meu pai. Permiti e ainda mais o estimulei a me enrabar, brutalmente. E depois, tinha quebrado seu coração.

Enquanto eu dirigia para tomar meu avião, embora ainda desnorteada pela terrível virada que minha vida tinha tomado, eu vi à minha frente, com clareza, o caminho aberto pelo qual minha vida teria agora seguimento. Comecei a pensar de novo - como minha mãe tinha feito anos antes de mim -- no amor de minha vida: um velho negro a quem meu corpo e alma estavam agora devotados.

Seu nome - seu Aldo !

Comentários

21/01/2016 16:30:36
nossa como adorro suas historias adoro leio tudo rezando que nunca acabe as historias e que sempre tenha mais e mais continuação voce é maravilhosa nota mil seus contos me fasciname sempre comoolco minha esposa na imaginação email [email protected]
28/07/2011 01:10:39
Maravilhoso e rico de detalhes.
13/10/2008 12:14:03
muito bom seu relato, gostaria de ti conhecer sou de campinas tambem um quarentão boa pinta e pica grossa vc tem me add ai [email protected]
29/10/2006 20:57:08
Mais uma vez, parabéns. Cada uma das 3 continuidades do conto inicial, é um show de envolvimento e entrega erótica. Para mim, tudo isso está muito longe das minhas possibilidades de realização, mas me transportei para a sua narrativa, e em sonho, vive as suas experiências.

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