Casa dos Contos Eróticos

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Apenas pelo prazer...

Autor: Vinicius
Categoria: Heterossexual
Data: 02/11/2006 03:05:06
Nota 6.33
Assuntos: Heterossexual
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Antes de tudo quero esclarecer que esse conto foi originalmente escrito na comunidade "Contos Eróticos" no Orkut à um tempo atrás, infelizmente não lembro o nome dos autores e nem o título original, se alguém souber, favor avisar-me que irei editar aqui. E caso os autores não concordem em ter o conto publicado aqui, avise-me também que eu irei retira-lo sem problemas. O intuito da publicação é apenas para proporcionar divertimento e muito prazer.

Ahh, e o conto é enorme, pareçe um livro, ehehe, aconselho o pessoal a copiarem para o Word ou similar e irem lendo aos poucos, em gotas, para o prazer redobrar. ;Seu corpo parecia adivinhas as emoções que iriam sentir dentro de pouco tempo. Ela estava diferente naquela manhã. Mais radiante que nunca Carol vestia uma saia curta e uma blusa de malha branca bem básica. Como estava quente, abriu as janelas de seu escritório e deixou o vento entrar tocando-lhe o pescoço fazendo seu corpo arrepiar todo. Sentia sua calcinha de algodão branca já totalmente molhada. Ela perceber os olhares dos seus colegas de trabalho para seu corpo naquela manhã. Era diferente mesmo, como se todos pudessem ver e sentir o que ela sentia. Aguardava ansiosa seu horário de almoço, mas os ponteiros do relógio pareciam preguiçosos. Teimavam em marcar segundo a segundo de sua aflição. Não se concentrava no trabalho e apertava suas pernas uma contra a outra numa tentativa em vão de sufocar seu libido. Sim estava em ponto de abolição, mas não queria que isso passasse. Assustou-se com a entrada de Marcos em seu escritório.

- Carol? Você está bem?

Falou ele tentando explicar-lhe que havia entrado por não obter respostas às batidas que dera em sua porta. Ela só ouvia, como se estivesse em estado de transe, mas percebeu os olhares nada discretos dele em direção aos seus seios que não escondiam seu estado. Duros e salientes os bicos dos seus peitos mostravam claramente o quanto excitado ela estava. Balbuciou alguma coisa e dispensou seu colega. Sentou-se à mesa e tentou trabalhar, mas o olhar do Marcos ainda estava em sua mente. Sutilmente tocou seu sexo e constatou que estava encharcada. Tinha ficado ainda mais excitada com o tesão que provocara em seu colega. Sem agüentar mais foi até a copa e bebeu água gelada. Um copo em um gole. Queria apagar o fogo que queimava suas entranhas. Nada. Só os ponteiros que não a ajudavam. Foi ao banheiro e sem pudor se tocou abertamente brincando com seu pequeno botão até se aliviar de tamanha tensão e tesão.

Voltou à sala e novamente tentou trabalhar. Até fez alguma coisa, mas seu calor era quase incontrolável. Finalmente chegou a tão esperada hora do almoço e foi a primeira a sair, sob os olhares maliciosos de todos do trabalho. Percebeu inclusive que Marta, uma secretária muito atirada que também trabalhava com ela, tinha mordido os lábios quando ela apressada passou sem nem lhe dar um boa tare ou até mais. Entrou no elevador cheio. Tentou, mas não conseguia. Terminou encostando-se a um executivo de outra empresa dois andares mais acima que o dela. Sempre fantasiara coisas assim.

Colou sua bunda no homem e brincou com ele provocando-lhe uma insustentável ereção. Ela gostou de sentir o pau daquele homem que ele nunca havia cumprimentado, mas que estava ali encoxando sua bunda. Antes de dar tempo para mais audácias dele, ela desce um andar acima da garagem, desce o restante de escada. Cada passo que dava, propositalmente ela roçava um coxa na outra, provocando arrepios e mais calor. Sentou no seu carro, colocou o sinto, e seguiu rumo a sua casa. Com a cabeça nas nuvens percebeu que estava sendo seguida por um carro. Dentro dele dois homens um branco, calvo e aparentando uns trinta e cinco anos, o outro era um negro. Forte, mais novo, o negro era bem mais alto que o outro.

Seguiu seu caminho com um misto de medo e tesão. O carro que lhe seguia emparelhou ao seu lado e Carol percebeu que ambos se masturbavam olhando para ela. Tentou se livrar deles entrando numa estradinha de terra, mas por azar ou sorte, a estrada estava bloqueada. Agora ela estava ali dentro do carro, mas impossibilitada de fugir com a barreira em sua frente e o carro deles quase encostado no dela. Lembrou de um ditado que dizia “relaxe e goze”. Tomou coragem e desceu do carro. Olhou fixamente nos olhos do motorista que a olhava sem parar. O negro desce deixando o amigo segurando na direção e observando ela.

Sacana e com o tesão a mil, Carol resolveu entra de vez na dança e sem que eles esperassem, ela apóia sua perna esquerda sobre o pneu se seu carro deixando a visão de sua calcinha branca bem ma mira do motorista. Eles não paravam de se olhar com cumplicidade. O negro se aproxima, cheira-lhe o pescoço e sem pudor rasga-lhe a camisa de malha deixando seus lindo seios a mostra. Ela mesma segura um deles e aperta seu bico provocando ainda mais o motorista que já se toca livremente. Com fome o negro suga seu seio e Carol se entrega para aquele desconhecido. Segurando seu pênis sobre a calça ela começa a amar aquele homem sempre olhando e provocando o motorista. Levanta a saia até a cintura, retira a calcinha encharcada e joga no pára-brisa do carro. O motorista sai já nu e cheira aquela calcinha com desejo. Ela se apóia no carro oferecendo ao negro todo seu corpo. Ele beija-lhe sua rosa e seu bumbum enquanto abaixa sua calça e coloca um preservativo.

Carol e o motorista não desgrudam o olhar um do outro, parecem apaixonados e em estado de êxtase com o que acontecia ali quase no meio do mato. O negro a penetra de uma só vez fazendo com que Carol solte um grito abafado pelo seu tesão. Ele a possui com força e ela gosta disso. Quando ele enfia um dedo em sua bundinha, Carol começa a rebolar ainda mais soltando seu gozo com a boca entreaberta e os olhos firmes no motorista. Ela goza muito e com vontade. Quando percebe que o negro está por vir, safada, Carol retira-lhe a proteção e com as mãos faz ele derramar aquele visgo branco em seus seios. Ela encosta extasiada em seu carro espalhando aquele gozo por sua pele e não percebe que o outro carro se afaste e a deixa ali só. Satisfeita com a aventura e saciada sexualmente, Carol pega uma outra camisa veste e volta e seguir seu caminho de casa. Liga o som do carro para tentar relaxar. Chega em casa desce e vê o carro que a pouco lhe seguira, entra correndo em casa e encontra o marido na porta. Beija ele com muito amor e desejo.

- Gostou da surpresa?

- Sim ele era deliciosa, obrigada.

E Carol entra abraçada com aquele homem branco e calvo que a pouco lhe proporcionara um prazer indescritível e mostrara tanto amor em seu olhar.

Carol entrou em casa e ele logo quis fazer amor com ela, tentando tirar sua blusa, arrancar sua saia, ele sabia que ela estava sem calcinha. Esquivou-se como pôde, correu pra cozinha, acendeu o forno para aquecer a lasanha, e foi pro quarto. Queria tomar um banho, estava ainda grudando devido ao gozo daquele estranho em seu corpo e depois voltar correndo para o trabalho, ainda tinha uma tarde inteira pela frente. Mas seria uma tarde tranqüila, ela estava saciada.

Percebeu quando o marido entrou no banheiro e ela sentiu o calor que vinha dele invadindo seu corpo e sentiu novamente aquela onda de excitação e prazer tomando conta dela, e agindo como se não soubesse que ele estava ali a observá-la, usou o sabonete para massagear todo seu corpo, cada pedacinho dele, e gemia baixinho. Abriu as pernas, quase de cócoras, tocando seu próprio clitóris. Sabia que ele podia ver tudo através do Box fume, assim como ela podia ver que ele estava batendo uma em sua homenagem. Gozaram praticamente juntos e ele saiu correndo do banheiro.

Ela sorriu maliciosamente deliciando-se com o momento. Saiu do chuveiro, cabelos pingando, vestiu uma nova saia, justa e curta, uma camiseta preta e sem sutiã. Almoçou calada, lançando olhares de cumplicidade ao marido. A hora do almoço terminando, pegou a bolsa, jogou um beijo ao marido e, determinada, voltou a trabalho, sabendo que a tarde prometia novas aventuras.

Ela tinha tudo programado.

Chegou no escritório e foi direto para sua sala, mas fez questão de antes passar diante da sala de seu colega Marcos. Queria que ele sentisse seu cheiro, sabonete de sândalo misturado com o aroma do perfume de almíscar. Percebeu que ele a notou.

Sentou-se diante do computador e acessou seus e-mails, precisava ao menos despachar alguns documentos. Alguns e-mails ela deixou para depois, outros ela respondeu, alguns simplesmente deletou. O telefone tocou.

"-Carol!"

"-Olá amor! Só queria pedir que não demorasse muito pra vir pra casa, você me deixou com tesão..." - a respiração de seu marido do outro lado estava acelerada. Certamente ele voltara a se masturbar pensando nela.

Carol tocou sua calcinha, ela sabia que a cena estava se repetindo. Molhada, mais uma vez.

"-Amor, não demorarei a voltar pros seus braços, também estou com vontade..." Sua frase foi interrompida pela cabeça de Marcos na porta. "-Daqui a pouco te ligo. Preciso resolver uma coisinha aqui"

Marcos apressou-se a desculpar, dizendo que havia batido dessa vez também, e que, assim como de manhã, entrou porque ninguém respondia. Carol se apressou a dizer que não tinha problema e pediu que ele entrasse. Marcos ficou vermelho, olhou pra si mesmo, em direção ao seu membro e disse que era melhor voltar dentro de alguns instantes e saiu fechando a porta atrás de si.

Ele a viu se tocando. "Que delícia!!!" Pensou Carol. "Não achei que seria assim... tão fácil..."

Saiu novamente, envelope na mão, passos lentos e andar ondulante. Passou na frente da sala dele, sempre com a porta aberta e lançou um olhar, que caiu no olhar dele como flecha. Foi ao banheiro, tirou a calcinha, colocou dentro do envelope e voltou. Entrou na sala dele e sem dizer única palavra deixou o envelope sobre a mesa dele, piscando.

Não demorou muito e ele já estava em sua sala, de pau duro. Carol pressionou ele contra a parede, abrindo seu zíper e botão pegando o pau dele entre as mãos e batendo uma punheta com muita força, o tesão tomando conta de seu corpo.

Ela pegou a mão dele e guiou para seu sexo, precisava sentir isso, tinha urgência de sentir algo tocando-a intimamente. E ela se apoiou sobre ele deixando que ele pressionasse seu botão com força e pedindo em seu ouvido que ele entrasse nela.

Ele arrancou a própria calça e sentou-se numa cadeira que estava próxima e puxou Carol para seu colo, encaixando-a sobre seu pau e Carol ia rebolando e descendo agasalhando todo o sexo de Marcos dentro de si.

Começaram a se movimentar, num entra e sai frenético. Carol segurava as costas da cadeira em que estavam sentados porque não queria machucar a pele dele, e ele apertou o corpo dela mais de encontro ao seu, pressionando seu rosto contra seus ombro e cabelos, sentindo todo o perfume que vinha dela. Parecia embriagado com o perfume exótico misturado com o perfume do sexo dela.

Movimentavam-se cada vez mais rápido. Ela subia e descia sentindo todo o comprimento do pau dele entrando e saindo de seu corpo. E cada vez que ele entrava rasgando-a por dentro calafrios percorriam sua espinha. Ela mudou um pouco de posição de forma a fazer com sua pelve ficasse em contato com a dele, pressionando assim seu clitóris enquanto ele entrava e saia pressionando seu ponto "g".

Ela não tinha mais controle sobre nenhum de seus movimentos e gemia cada vez mais alto procurando sufocar nos ombros dele.

"-Não pare Marcos que eu vou gooo" mas já era tarde e ambos explodiram num gozo alucinado, e ela continuou a massagear o pau dele usando os músculos de sua vagina.

Sentia seu mel se misturando com o visgo dele. Ela foi se levantando devagar, para que nenhuma gota dele saísse de dentro dela. Sentou-se na cadeira em frente mal acreditando no que havia feito. Não tinha do que se culpar. Mas ela não imaginava que podia ser tão bom sentir o Marcos pulsando dentro dela. Sorriu intimamente. Maliciosamente. Enigmática.

Ajeitou a saia e a blusa, pegou a bolsa, despediu-se dele com um beijo nos lábios, e correu para o elevador. Queria chegar logo em casa e abraçar seu marido. O homem que ela amava.

Entrou no carro e guiava com certa rapidez. Chegou em casa, jogou bolsa e chaves em cima da mesa. Encontrou seu marido no quarto, na cama. Nu. Dormindo. Tirou todas as suas roupas, deitou-se ao lado dele, aninhou-se ao seu abraço e dormiu com um sorriso nos lábios.

Sim, ela estava feliz. Dormindo nos braços do homem que de tanto amor por ela, era capaz de compreender seus desejos e satisfazer-se com o prazer dela. Em sonho lembrou de tudo que lhe ocorrera naquele dia, do calor entre suas pernas, da sua ansiedade e medo, da sua libido a lhe tirar a concentração. Sentiu-se novamente invadida pelo seu colega de trabalho, sua calcinha num envelope. Voltou ao banho onde os olhares do seu amado seguiam cada toque suave do sabonete até seu gozo. Olhos marcantes e apaixonados que lhe levara o negro para saciar sua fome e ao mesmo tempo, aqueles olhos cheios de tesão e amor que via em estado de êxtase sentia o mesmo prazer que ela sentira. Com o corpo novamente em brasa, Carol acorda e vê seu amado Luiz ainda a dormir. Seu homem, nu. Lembrou que ele sempre disse que gostaria de acordar com uma boca suave a sugar-lhe e assim Carol começou a retribuir o prazer físico que ele tinha-lhe proporcionado. O membro do Luiz acordou antes que seus olhos abrissem e, com felicidade, vislumbrasse a linda e carnuda boca de sua mulher a brincar como uma criança e seu pirulito de açúcar. Doce, sim era assim que Carol sentia o mastro dele na boca.

Um doce que a fez lamber, morder e sugar com paixão, tesão e volúpia. Luiz já não se controlava mais, seu corpo parecia em choque contorcendo-se involuntariamente. Carol para aumentar ainda mais o prazer dele, passou a lamber seu botão enquanto sua mão massageava-lhe o sexo num vai e vem louco, tirando-lhe sussurros e gemidos. Em maio a palavras desconexas Luiz gozou jorrando seu prazer na face de sua Carol. Abraçados eles se beijam com carinho e sensualidade. Seus corpos estão quentes e suas peles sensíveis. Um verdadeiro estado de transe tomou conta deles e seus carinhos davam nova vida a libido do Luiz. Mantendo Carol deitada, Luiz levanta-lhe as pernas e a penetra unindo aqueles corpos que se amavam. Era prazer, era sexo, era o verdadeiro prazer do amor. Eles se completavam um dentro do outro num só corpo. Êxtase. Gozo. Amor. Os dois terminaram entrando em ebulição juntos, num grande grito de prazer Luiz novamente viu sua amada em êxtase. Carol em êxtase via os olhos daquele homem que lhe tinha tanto amor e vira eles se fechando aos poucos, mas ainda brigando contra o sono e a preguiça que lhe invadira o corpo da mesma forma enérgica em que ele invadia o corpo dele com seu prazer. Exaustos, felizes, saciados e apaixonados Carol e Luiz adormeceram juntos com seus corpos nus entre os lençóis.

Sexta-feira corrida no escritório, pelo andar da carruagem, Carol sabia que teria de trabalhar no sábado, mas não reclamava, até preferia, devido ao silêncio em que a empresa fica nos sábados, sem ninguém.

Ela afastou-se da mesa, espreguiçando-se na cadeira. Apesar da correria no trabalho, o ambiente estava alegre e festivo devido ao acordo que haviam fechado para a organização de um grande evento.

Um barulho chamou sua atenção, alguém desejava falar com ela através do Messenger.

"Luiz acaba de chamar sua atenção"

Sorriu.

Luiz diz:

- Oi amor, sozinha na sala???

Ela ameaçou digitar algumas palavras, mas parou. Ela ainda não havia parado pra pensar sobre todas as loucuras e fantasias que estavam realizado durante o período de férias dele.

Primeiro o negro de quem ela sequer sabia o nome, depois o Marcos. Ah o Marcos! Havia uma semana que tinham ficado juntos. Evitavam se olhar e quando por acaso se esbarravam nos corredores, Carol sentia o sangue ferver e calafrios no corpo todo.

A verdade é que desejava estar com ele novamente. Pensava nisso a todo instante, se tocava pensando nele no banho, no carro, no escritório, ela sentia que estava enlouquecendo de desejo. Mas Carol se sentia culpada pois não tivera coragem de contar sobre ele ao seu marido.

Carol diz:

- Oi Luiz, estou sozinha sim. E acho que ficarei aqui até tarde. Talvez tenha até de trabalhar amanhã.

Luiz diz:

- Tudo bem. Só queria dizer que te amo. Estou preparando um jantarzinho. Está ameaçando um temporal. Tente sair dai antes da chuva cair. Ta bem?

Carol fechou os olhos por um instante. Saber que o amor de Luiz era grande, real e descompromissado a deixava ainda mais culpada por desejar Marcos desesperadamente.

Carol diz:

- Tentarei sair antes da chuva cair. Tenho uma reunião agora. Beijo.

Carol diz:

- Também te amoe isso era a mais pura verdade. Amava Luiz de todo coração, mas algo em Marcos mexia com ela. Seus pensamentos estavam confusos.

Fechou o Messenger antes que Luiz pudesse responder. Levantou-se decidida.

Quando estava abrindo a porta da sala ouviu uma grande explosão e a escuridão tomou conta de sua visão. Voltou e abriu a persiana, um raio havia caído próximo ao transformador na rua e a luz de todo bairro havia acabado. Estava no 17º andar. Agora que não iria embora mesmo.

Pensou por um instante e decidiu fazer o que tinha de fazer. Não havia reunião alguma. Mentiu ao marido mais uma vez. Ela estava indo conversar com Marcos quando o raio caiu.

Abriu a porta de sua sala. O corredor estava escuro e parecia deserto. Caminhou tateando a parede os poucos passos que a separavam da sala dele. Nem bateu, abriu e entrou. Havia uma vela sobre a mesa e Marcos estava sentado atrás dela. Seu rosto avermelhado pela chama da vela. Seus grandes olhos cor de mel pousaram nos dela.

- Marcos, precisamos conversar.

Ele levantou-se da cadeira e a calou com um beijo caloroso cheio de paixão, enfiando as mãos por baixo da saia dela, procurando-lhe o sexo já molhado. Carol não teve como reagir e entregou-se. Beijava-o com tesão. De repente esticou os braços afastando-o dela.

- Sente-se! Eu vim aqui para conversar.

Sentou-se na cadeira em frente à ele. Marcos sentou-se, lívido.

- Marcos, esta semana toda eu só pensei em você. O que fizemos foi errado. Mas ainda assim... eu tenho me tocado por você todos os instantes...

Mal ousava olhar para ele, mas percebeu que ele tentaria pegá-la novamente e reagiu.

- Não se mova! Fique onde está! Já que erramos, melhor aproveitar o erro e pensar depois... você vai ver o que tem feito comigo todos os dias...

Desceu as mãos até seus seios, tocando-se sobre a blusa. Ela já gemia de prazer. Com cuidado, abriu os botões de sua blusa e o fecho do sutiã meia-taça. Os seios pularam para fora, saltaram diante do olhar faminto de Marcos. Carol molhou os dedos na própria saliva e apertava os mamilos com força.

Sentia urgência em se tocar. Começou a puxar lentamente a saia para cima, deixando a calcinha branca molhada à vista e as coxas grossas e firmes.

A luz bruxuleante da vela sobre a mesa dava ao momento um toque de morbidez o que os excitava ainda mais.

Colocou a calcinha para o lado e enfiou um, dois, três dedos dentro de si, rodando-os com loucura, dedilhando o clitóris, molhando-se no seu próprio mel.

Marcos na cadeira em frente, zíper aberto, com o pau duro, masturbava-se na mesma intensidade observando Carol com atenção.

Ela tirou os dedos, lambeu sentindo seu próprio gosto, meio doce, meio azedo, mas delicioso, inebriante. Enfiou novamente os dedos úmidos em si e depois deu para ele lamber.

Enquanto ele deliciava-se com seu sabor, Carol com a outra mão tirou sua calcinha, puxou Marcos para o chão e, apoiando-se na mesa e na cadeira, sentou sobre ele, penetrando seu corpo com o membro duro, teso, inchado, vermelho. Carol guiava a penetração, ora rebolava sobre ele apenas com a cabeça do pau dentro dela, ora enterrava fundo e gemiam de prazer.

Marcos aproveitava as mãos livres para massagear o clitóris dela, os seios, a barriga lisinha, o rosto, o corpo, desejando reter aquele momento para sempre, ficar dentro dela sem precisar fazer esforço, apenas sentindo o prazer que somente aquela mulher era capaz de lhe dar.

- Ai Carol, que loucura!!! Como você mete gostoso...

Mas Carol queria mais. Carol queria tirar até a última gota de prazer daquele homem, ela deseja até seu último suspiro.

Saiu de cima dele e colocou-se de quatro, pedindo a ele que comesse ela daquele jeito, como dois animais. Marcos enfiou o pau nela até o fim e Carol sentiu-se preenchida completamente, deliciosamente invadida.

Moviam-se depressa e Carol dava pequenos gritinhos de prazer sem preocupar se alguém os ouviria, nem se preocupavam com o risco que corriam de serem pegos.

Estavam entregues ao momento, perdidos um no corpo do outro, unidos pelo sexo, ligados pelo desejo e nada mais importava.

Marcos aumentou a intensidade de suas estocadas e Carol sentiu a contração involuntário de seus músculos. Gozaram juntos.

Marcos a inundou com seu gozo, que escorria por suas pernas. Sentia-se plena. Podia saltar pela janela que certamente flutuaria.

Marcos sentou-se na cadeira, o pênis amolecido ainda brilhava com o gozo de ambos. Sem jeito, desejando que aquele momento de êxtase não passasse, que o bem estar fosse permanente.

Carol sentou-se na outra cadeira. Pernas abertas, sexo vermelho à mostra.

De repente a luz se acendeu. Ambos cobriram-se rapidamente num misto de vergonha e pudor.

Carol fechou a blusa, puxou a saia e pegou a calcinha no chão. Saiu da sala dele, entrou na sua, pegou a bolsa e saiu correndo, com lágrimas saltando-lhe pelos olhos.

Sentia-se mal com tudo aquilo, não compreendia o que havia com ela, desejando aquele homem daquela forma, tendo o marido que todas as mulheres sonham em ter.

Dirigiu rapidamente para casa, parando metros antes para retocar a maquiagem. Não queria que Luiz desconfiasse do que estava ocorrendo.

Entrou em casa, conversou rapidamente com ele e foi para o chuveiro tomar um banho e se livrar do sabor do Marcos, de seu gozo dentro dela, enquanto Luiz terminava o jantar...

Carol fechou-se no banheiro. Sentia-se suja por ter um segredo com o homem que ela amava, mas não podia negar seu total descontrole pelo corpo de seu colega de trabalho. Era uma força descomunal que a empurrava a desejar o Marcos. Ligou o chuveiro e deixou a água escorrer pelo ralo sem ter coragem de se mover. Apenas tocou com os dedos sentindo o frio da água que descia forte. O temporal desaba finalmente lavando toda cidade. Carol entrega-se ao toque gélido do chuveiro e deixa-se limpar pela corrente da água em seu corpo. Queria purificar-se antes de conversar com seu homem. Com o homem que ela tanto amava.

Luiz terminara há segundos seu jantar e já estava esquentando uma lasanha para a Carol. Por estar de férias tinha feito supermercado para passar o tempo e comprar algumas coisas para um final de semana embaixo das cobertas com sua mulher. A previsão do tempo propunha isso, pipoca, DVD, queijos, salames, vinhos e muito carinho. Precisava conversar com Carol, coisas que estavam na cabeça dele já fazia semanas. Queria sentir mais o que tinha sentido na semana anterior. Assustado com o clarão de um raio, ele fechou todas as cortinas do apartamento, acendeu algumas específicas luzes, colocou um CD. Uma suave guitarra ecoou no apartamento.

“Se você quer me seguir não é seguro. Você não quer me trancar num quarto escuro. Às vezes parece até que a gente deu um nó. Hoje eu quero sair só...”. Lenine.

Serviu-se uma dose de whisky e voltou à cozinha. Carol mais calma e aliviada fechou o chuveiro. Ouviu o balanço gostoso da música, enrolou-se na toalha e balançou seu corpo numa dança suave e sensual.

“... Você não vai me acertar a queima roupa. Vem cá me deixa fugir. Me beija a boca. Às vezes parece até que a gente deu um nó. Hoje eu quero sair só. Não demoro eu to de volta...” Lenine.

Luiz retirou a lasanha do forno, serviu um belo prato para sua Carol com uma taça de vinho do porto. Carol vestiu um vestido tinto. Rubro forte, encorpado. Foi seguindo o aroma do jantar que seu marido preparara. Chegou na cozinha e sorriu. Velas, poucas luzes e um som gostoso. Beijou-o e apertou seu corpo junto ao dela. Balançam o corpo como numa dança suavemente entra as cadeiras. Luiz fez ela sentar ele mesmo deu-lhe à boca uma garfada generosa. Realmente estava gostoso. O temporal dar lugar a uma bela noite. Ele abre as cortinas e a Luz da lua entra por entre as janelas do apartamento.

“... A lua me chama tenho que ir pra rua. Tchau. A lua me chama tenho que ir embora...”. Lenine

Luiz cantou isso com uma voz doce e sincera. Carol percebera sua aflição por seu olhar. Sabia que ele estava de férias e queria aproveitar. Então complacente ela respondeu seu canto.

- Quer? Vá, eu deixo.

Selaram seu acordo com um beijo delicioso. Cheio de amor e cumplicidade. Ela estava lhe permitindo sentir o que ela mesma sentira há poucas horas. Sabia como a luz de um luar pode mexer com o corpo de um homem, da mesma forma que mexia com o dela. Luiz feliz e aliviado sorriu para ela, pegou as chaves do carro e seguiu sem rumo pela cidade de São Paulo. Sentia uma angústia a apertar-lhe o peito. Sabia que ela escondia algo dele, mas não tinha dúvida sobre o seu amor. Não era isso que estava entre eles, mas seus olhos sentiam que algo estava confuso. Pensou que suas fantasias e liberdade sexual tinham sido prazerosas, mas que de alguma forma tinha atingido um ponto obscuro dela. Sinal fechado em plena Augusta. A lua brilhava forte num convite a uma noite de prazer. Estava liberado por sua amada, mesmo que de uma forma quase implorada com a ajuda do poeta e cantarolou, “hoje eu quero sair só”. No mesmo instante seu telefone tocou. Era Juana, a secretária de um executivo de sua empresa.

- Pronto.

- Luiz? É Juana, vc pode falar?

- Posso, diga.

- Eu estava aqui só, tomando um whisky e lembrei de você.

- Sério?

- É você não tinha dito que eu podia te ligar caso me sentisse só?

Era certo. Uma vez ele deu essa cantada escolar para aquela morena. Verdade também que nunca imaginaria que ela ligasse, mas aproveitando a situação seguiu ao encontro dela num pub próximo. Desceu do carro entregando as chaves ao manobrista. Entrou, mas não via sua amiga. Sentou-se no balcão e pediu um whisky. Tomou um dose com energético e ficou a olhar os freqüentadores do lugar. Percebeu logo uma grande bandeira com as cores do arco-íris no teto do bar. Homens de mãos dadas a outros homens num namoro leve e até sutil. Meninas tatuadas se beijando em frente ao banheiro. Duas mulheres dançando juntas tão coladas que com a fumaça dos cigarros pareciam duas cobras entrelaçadas. Sem entender porque estava ainda ali, bebeu tudo numa velocidade enorme e pediu outra dose. Pensou que já que estava ali iria deixar rolar. Viu que alguns músicos se preparava por traz das cobras dançarinas, mas não ligou, estava de olho no namoro entre duas garotas que sem se importar com nada se beijavam e se acariciavam bem na frente do banheiro unissex do pub. Uma era mais alta, cabelos vermelho forte, pele branca. A outra menor, era uma linda oriental, cabelos surtos olhos puxados, mas eram grandes. Ele se excitava a cada lambida suave que a menina ruiva dava no pescoço da amiga. A imagem era realmente divina. Cores fortes, clima quente, aquele fogue artificial da fumaça dos cigarros e o jogo de luz hipnótico do salão.

“Quanto você ganha pra me enganar...” Luiz Melodia

Era ela.

“Quanto você paga pra me ver sofrer...” Luiz Melodia

Juana.

“Quanto você força pra me derreter...” Luiz Melodia

Cantora.

“Sou forte como cobra coral, semente brota em qualquer local. Um velho novo cartão postal, cartão postal...” Luiz Melodia

Como uma serpente que mostra nova casca brilhante, Juana entra no placo cantando e olhando diretamente para Luiz. Ela cantava só para ele. Nunca poderá imaginá-la assim em cima de um palco com um vermelho e sensual vestido de cetim que lhe cobria o corpo, mas que também moldavam as belas curvas de seu corpo moreno. Estava encantado com o que via. Escutou todo o show dela ali no balcão do pub tendo como companhia apenas um cinzeiro, um copo de whisky e um energético.

Ao termino do show ela desceu do palco e foi em sua direção. Ele levantou-se do banco e sem dizer uma só palavra beijou aquela morena divina na boca arrancando aplausos de todos que estavam no bar. Um final inesperado de um show inspirado. Ainda sem pronunciar um única sílaba pegou sua carteira deixou um dinheiro no balcão e levou sua morena para fora do lugar.

- Louco?

- Aproveita. Não sou assim.

- Eu sei.

- Vem, Você não me deseja também?

- “Tente entender tudo mais sobre o sexo, peça meu livro querendo te empresto...” Luiz Melodia lembra? Você cantou para mim.

- Você está bem?

- Não sei. Só sei que quero ter você na cama hoje. Hoje estou livre. E sei também que você me quer.

- Quero.

Foi o suficiente. Pegaram o carro e seguiram para o primeiro motel que encontraram. Uma espelunca só freqüentada por peões de obra, ofice-boy e prostitutas, mas era ali que ele a queria. Queria algo sujo, diferente. Ela também fantasiava isso, mas não esperava que aquele executivo fechado e sério poderia ser ao mesmo tempo aquele lobo voraz que ela com o desejo incontrolável e animal seguia submissa. Subiram a escada para o primeiro andar aos beijos. Entraram no quarto sem se preocupar em fechar a porta, só queriam sentir um ao outro. Ele parou, olho-a nos olhos e viu todo o tesão e paixão nos olhos daquela morena de pele dourada. Com um toque suave ele afasta a alça do vestido da Juana que escorre revelando suas formas e sua carnes. Viu seus seios de bicos grandes e escuros, não era grande, mas também não se podia dizer pequeno. Cabia-lhe em suas mãos. Beijo-lhes dando suaves mordidas que arrancavam gemidos excitados. A pele da cantora se arrepiava a cada investida da boca dele por seu corpo e quando chegou ao seu monte de Vênus ela estremeceu em um pequeno orgasmo que já anunciava o quanto envolvida,no jogo de sedução por ele praticado, ela estava. Arrancando-lhe a calcinha ele beija sua gruta e a penetra com sua língua sentindo o sabor ácido dela. Gosto de mulher. Sem perder o animal que tinha apossado de seu corpo Luiz jogou sua preza na cama, fechou a porta e deu seu membro para ela. Com olhar mais doce do mundo ele via a secretária séria e competente ali como um verdadeira vadia a lhe sorver com a um pirulito. Ela brincava com ele, passando a língua ágil em todo seu membro e voltava a abocanhar tentando colocar toda na boca.

Ele já não se agüentava mais. Virou-a na cama e de uma só vez entrou dentro do corpo dela. Entrou com certa violência, ela chegou a derramar uma lágrima, mas forçando seu corpo contra o dele mostrava o quando estava gostando de ser tratada assim. Ele estava logo e ela gozava sem parar. Perto de ir-se, ele deitou de costas na cama deixando seu mastro duro em pé. Ela percebendo o que ele queria e obedecendo ao seu senhor sentou sua bunda redonda enterrando aquela vara em seu pequeno botão. Estava entalada com aquele membro todo lhe invadi a bundinha, mas ela gostava disso e sentava rebolando com força sobre ele. Luiz não agüentou mais e inundou sua preza com toda sua energia. Repousaram por pouco tempo, mas ela ainda tinha que tocar em outro bar. Fecharam a conta e ele a deixou no local de seu novo show.

- Como disse não sou assim.

- Eu já disse que sei.

- Adorei.

- Eu também.

- Te ligo.

- Ta.

Ele partiu extasiado para casa.

“E quando ele gozou dentro dela, com uma intensificação do alívio e da consumação que eram para ele pura paz, ela ainda esperava.” Carol parou por uns segundos a leitura, imaginando o que Luiz estava fazendo sozinho na rua, numa noite quente como aquela. “Permaneceu imóvel, sentindo o movimento dele dentro dela, sua profunda penetração, o súbito estremecimento dele ao jorro de sua semente, e então o último e suave impulso.”

Carol fechou o livro. Melhor não ficar imaginando Luiz na rua e Marcos dentro dela. Levantou do sofá, a mesa ainda estava lá. Guardou a lasanha no forno, o prato sujo na pia. Abriu uma garrafa de vinho tinto, seco, encheu uma taça e tomou um longo gole.

Não era a primeira vez que Luiz saia sozinho. Sempre tiveram um relacionamento aberto, baseado na cumplicidade, no respeito e na liberdade. Nunca se sentira insegura com as saídas dele. Mas ela nunca havia traído ele. Até Marcos. Porque não tenho coragem de contar do Marcos pro Luiz??? Aqueles pensamentos atormentavam sua mente.

Apagou a luz da cozinha, da sala. Pegou o livro e foi pro quarto. Tirou o vestido que havia colocado somente para o marido, vestiu uma camisola de seda, curta, de alcinha. Leve. Deitou-se na cama. No som, Lenine foi substituído por Elis. E a música que começara a tocar fez com que ela estremecesse.

”Quando caminho pela rua lado a lado com você... me deixas louca..”.

Abriu o livro “Segurou-a com força e ela sentiu sua urgência. Seu velho instinto era lutar por sua liberdade. Mas algo diferente dentro dela era estranho e inerte e opressivo. O corpo dele insistia ao encontro do seu, e ela não tinha mais vontade de lutar.” Ela fechou o livro com violência. Ao menos Lady Chatterley compreendia sua aflição.

”Quando transmites o calor de tuas mãos pro meu corpo que te espera... me deixas loucas...”

Aquilo já era demais!!! Decidiu que estava na hora de dormir. Apagou a luz, deitou-se e fechou os olhos. Ouviu quando a chave de Luiz girou na fechadura. Percebeu que ele entrou sem fazer barulhos. Pé ante pé. Entrou no quarto, tirou a roupa e deitou-se na cama sem dizer única palavra. Ela abriu os olhos.

- Como foi o passeio Luiz? Ele pareceu se assustar com a pergunta dela.

- Desculpe se lhe acordei Carol. Foi só uma volta, parei num bar e tomei uma bebida. Fiquei por lá um tempo e voltei. – Por um instante Luiz vacilou. Porque menti a ela?

Logo ele pegou no sono e roncava. Carol perdeu o sono. Sabia que ele havia mentido, pois sentiu o perfume de uma mulher em seu corpo. Estamos quites. Levantou-se e foi pra sala. Ligou o som, deitou-se no sofá. A Lua Cheia ainda brilhava lá fora. E ela viu o rosto de Marcos no vidro da janela e a paixão por ele moveu-se em suas entranhas. Resistiu o quanto pôde, pois aquilo era a perda de si mesma para si mesma.

O rosto de Luiz sobrepôs-se ao de Marcos, mas desta vez não era sua imaginação. Luiz estava ali, parado. Samba-canção de seda. Olhando apaixonado para aquela mulher que o amava. Para Luiz, Carol era a personificação de tudo o que sempre desejara. Sentia-se vitorioso por tê-la conquistado a duras penas.

Ele sentou-se no sofá, colocou os pés dela em seu colo e começou a fazer uma leve massagem. Sua camisola de seda enrolada na coxa mostrava o início de seu sexo desnudo. As mãos dele subiam até o joelho dela e desciam novamente para os pés, massageando entre os dedos.

A respiração de Carol começou a ficar mais pesada, ela tinha de fazer uma certa força para colocar ar nos pulmões e tentou ajeitar-se no sofá, mas seu movimento fez com que sua camisola subisse mais um pouco e Luiz deslizou suas mãos para mais perto de seu sexo, tocando de leve seu Monte de Vênus. Monte de poucos pêlos e muita carne. Deu um beliscão e Carol estremeceu sobre seus dedos. Gemeu baixinho e sentou-se. Queria fugir dali, mas suas pernas estavam pesadas, e pela janela o brilho do luar fazia brilhar uma gota de seu mel em sua canoinha. Luiz desejou aquela mulher com toda a força e jogou-se sobre ela.

Carol levantou-se num salto. Olhou duro para ele, desejando gritar o fato de estar desejando outro homem naquele momento.

- Me conta Luiz! O que você fez esta noite??

Luiz olhou para ela, sentado no sofá, surpreso com a fuga dela.

- Eu estive com outra mulher... não quis lhe contar para não lhe magoar...

- Porque magoar? Essa não é a primeira vez que você sai e trepa com outra... porque escondeu agora? Carol queria que ele lhe desse uma explicação boa o suficiente para usar consigo mesma.

- Por que eu queria guardar este momento para mim, para usar em nossa transa, para apimentar o momento em que nós estivéssemos fazendo amor.

Carol sentiu lágrimas em seus olhos. Ele a amava, mas ela não sabia mais o que estava sentindo, apenas que desejava sentir Marcos e Luiz. Juntos. ”Ah! Sim! Estar apaixonada como uma bacante, como uma devassa correndo pelos bosques para chamar Iaco, o brilhante falo sem qualquer personalidade independente, mero deus-servo da mulher!” As palavras do livro ecoaram em sua mente.

Carol tocou as próprias coxas, erguendo a camisola mostrando-se a Luiz, deslizou as mãos por dentro das pernas, tocando o próprio sexo com desejo, tocou seu clitóris e gemeu. Subiu as mãos por cima da camisola, passando a mão pelo próprio corpo, parou por um segundo nos seios, apertou os mamilos que já estavam marcando a camisola e desceu as alças, deixando a seda leve escorrer por sua pele.

Subiu no colo de Luiz, cada perna de um lado de seu corpo e beijou-lhe com desejo, ardor, fúria. Espalmou as mãos sobre o peito de Luiz, cheio de pêlos. Tocou os bicos do peito dele com os seus, fazendo com que seus seios nus roçassem o peito dele. Luiz agarrou-lhe as nádegas firmes e puxou Carol com força para mais perto dele e retribuiu o beijo com o mesmo desejo, descendo até a orelha, passando a língua dentro dela, descendo pelo pescoço e descendo Carol de forma carinhosa, fechou os lábios sobre seus mamilos rosados e duros.

Passou a mão por baixo do corpo dela e tocou-lhe a buceta úmida, seu carocinho inchado e duro. Carol agarrou Luiz com mais força, tremendo de tesão. Sentia sua própria urgência em ser possuída, penetrada. Ela subia e descia rebolando sobre o corpo dele, com o rosto próximo do dele, respirando a respiração dele.

Carol saiu de cima do corpo dele deslizando para o chão e, sorrindo maliciosamente, tirou sua cueca, subindo as mãos pelas pernas dele, deslizando as unhas por dentro de suas coxas, o sexo dele já teso latejante. Carol segurou o pau dele com as duas mãos iniciando uma deliciosa masturbação, fazendo com que Luiz se contorcesse no sofá.

- Carol, que delícia... que mão... como você faz isso gostoso... E Carol desceu os lábios, subindo e descendo, lambendo e mordiscando a cabeça vermelha, passando a língua, lentamente, no pequeno corte da cabeça do pau dele, desceu a mão até a região entre o pau dele e seu botão, massageando levemente, sentindo que ele ficava mais duro. E ele gemia, apertando a cabeça dela contra o própria pau.

- Ai Carol... como isso é bom... que boca!!! Que mão leve... que boca macia... você é toda macia, por dentro, por fora... Aquilo fazia com que Carol o chupasse com mais vontade, saber que seu homem gozava com sua boca, com sua pele a excitava e ela não desejava parar. - Sua boca é gostosa igual sua bucetinha... deixa eu entrar em você e gozar bem gostoso... Imaginar ele gozando e jorrando em seu rosto, escorrendo entre seus seios a enlouqueceu e ela engoliu o pau todo, sentindo ele bater na garganta e suas bolas no queixo. - Ai Carol... eu vou gooo...zaaaaar Luiz trincou os dentes.

Ela percebeu que ele estava para gozar e parou, empurrando os objetos da mesinha do centro para o canto e sentou-se abrindo a pernas, oferecendo-se para a boca e língua dele, que não se fez de rogado e ajoelhando-se diante ela, penetrou-a com a própria língua, sentindo o gosto dela jorrando em seu rosto.

Apertou com os lábios o doce carocinho dela, ouvindo-a gemer. Luiz olhou para o rosto dela e seus olhos se encontraram. Ele usou um dedo para massagear o clitóris dela enquanto a penetrava com a língua, girando-a dentro dela, bebendo seu suco. Carol segurou a cabeça dele perto dela para manter a língua dele dentro dela e se entregou ao gozo que vinha em movimentos lentos de seus músculos.

- Luiz, eu quero que você me coma de todas as formas... E deslizou para o chão, encaixando-se em seu corpo, permitindo que ele a penetrasse. Sentiu o pau dele entrando nela, em sua bucetinha que ainda tremia de gozo. Começou a movimentar-se sobre ele rebolando os quadris e esfregando os seios no peito dele.

- Me fode Luiz! Mete em mim tudo... deixa eu sentir você bem gostoso... Ela falava isso e empurrava a própria pelve contra o pau dele, fazendo com que sentisse a cabeça dele roçando o colo do seu útero. - Você fode gostoso Luiz... é uma delícia sentir você assim, dentro de mim, pulsando... vibrando... mas hoje eu quero algo diferente...

Luiz olhou para ela, entre assustado e surpreso. Sempre pediu a ela que deixasse ele comer o cuzinho dela, mas ela sempre negava, dizendo que sentiria dor, que era errado. Nestas férias dele, estavam quebrando todas as barreiras do erotismo e ultrapassando limites.

- Come minha bunda Luiz... me fode por trás como você sempre quis... deixa eu sentir você no meu cuzinho...

Luiz a beijou, agradecendo o carinho especial e colocou-a de costas, apoiada sobre a mesa de centro. Beijou o seu botão, deixando-a bem lubrificada, usou um dedo molhado no mel dela e penetrou sua bundinha usando o dedo fazendo com que ela se acostumasse com algo dentro dela. Ela gemeu baixo e forçou a bunda contra ele.

Ele encostou a cabeça do pau no botão dela, forçando lentamente a entrada. Carol não ousou se mover. Permanecendo imóvel. Luiz sentiu a entrada dela se abrindo diante de sua investida. Carol sentiu suas pregas se rompendo. Uma leve dor, mas ela desejava aquela dor, o prazer que viria depois, e forçou a bunda ainda mais contra ele.

A cabeça entrou, agora o caminho estava aberto. Luiz entrou um pouco mais e, diante do silêncio dela, investiu contra ela, entrando todo. Carol deu um salto e um grito agudo, de dor. Os dois pararam de se mover. Luiz a segurava pelos quadris. Carol sentia lágrimas escorrendo por seu rosto o pau dele a latejar dentro de sua bunda. Seu corpo começou a se acostumar e ela a se movimentar.

Luiz, percebendo isso, começou a entrar e a sair de dentro dela, com força, desejo, falando coisas sem sentido. Carol sentia o gelado do mármore da mesinha em seus seios, o que lhe provocava arrepios. Luiz com uma mão guiava o quadril dela para frente e para trás e com a outra, massageava o clitóris dela, que gritava de prazer dizendo Que delícia Luiz... que loucura!!!

E ela gozou de um jeito que nunca havia gozado antes. Ela sentia todas as forças saindo de seu corpo. Quase uma experiência mística, transcendental. Como se pudesse ir a outra dimensão e voltar de tanto prazer que tomava conta dela. Luiz gozou dentro dela, urrando de prazer. Tremendo. Saiu lentamente. Vendo seu sêmem misturado com um pouco de sangue devido à violência de suas estocadas.

Sentaram-se no chão. Carol com a cabeça no ombro dele. Ainda gemia de prazer, não acreditando no que havia feito. No que havia pedido. Luiz ainda aturdido com o prazer que Carol finalmente permitira se dar. Ele fez carinho nos cabelos dela. Ela estava estranha nos últimos dias, meio calada, mas ele respeitava o silencio dela.

- Luiz, isso foi delicioso... eu sempre tive vergonha de pedir isso ou de concordar com o seu pedido... mas depois do que houve... depois daquele homem... Nem ela sabia ao certo se referia-se a Marcos ou ao negro.

- Foi ótimo Carol, você é uma mulher deliciosa... não imagina como me deixou feliz... e qualquer coisa que você pedir... eu faço... eu dou...

Carol afastou-se e olhou pra ele. - Qualquer coisa?? Luiz olhou pra ela pensativo. Mas sabia que podia confiar nela. - Sim. Qualquer coisa.

O pedido dela estava na ponta da língua. Fechou os olhos. Respirou fundo. Ela temia. ”Não, não, ela desistiria de seu áspero e reluzente poder de fêmea: estava cansada dele, endurecida por ele: mergulharia no novo banho de vida, na profundeza de seu útero e de suas entranhas que cantavam a muda canção da adoração. Era ainda cedo para começar a temer o homem.”

- Eu quero experimentar dupla penetração. Quero que me ajude a realizar minha fantasia. – Luiz estancou, olhou Carol estupefato. Ela corou, mas estava firme em seu pedido. E então ele sorriu, acenando um sim e beijando-lhe com amor enquanto a abraçava.

E no rádio, Elis voltava a cantar: ”E quando sinto que teus braços se cruzaram em minhas costas desaparecem as palavras... outros sons enchendo espaço... você me abraça... a noite passa... me deixas louca...”

Carol acordou cedo, tinha que trabalhar naquela sábado. Estava com o corpo ardido das loucuras da noite anterior. Vestiu uma calcinha bem cavada, uma mini-saia jeans e uma blusa básica branca. Não colocou sutiã. Deixou o café pronto e seguiu para o escritório. Para sua decepção ela estava só. Não tinha mais ninguém lá. Resolveu concentrar-se no trabalho e assim fez. Luiz ficou dormindo, acordou tarde, já se passava das dez horas. Acordou teso e muito excitado com as lembranças da maratona sexual que vivera. Juana e Carol numa mesma noite. Lembrou da cantora e que não tinha dito toda a verdade para sua esposa. Não sabia direito o porque, mas não contara um detalhe importante. Ela era uma colega de trabalho, mesmo em setores diferentes eles tinham contato diário. Em meio a sua masturbação mental, atendeu ao celular que tocava.

- Luiz?

- Sim...

- Sou eu.

- Juana?

Sim era a sua cantora. Dizia-se confusa com tudo que tinha acontecido e ao mesmo tempo saciada em suas fantasias. Ele confessa que mesmo tendo um relacionamento aberto com a Carol, ele não tinha tido coragem de contar-lhe tudo. Não sabia da reação de sua esposa por ser uma pessoa tão próxima.

- O que você está fazendo?

- Tocando uma por você.

- Verdade?

- Sim.

- Queria estar ai.

Começaram um “sexofone” delicioso até gozarem juntos, mas distantes. Na despedida, Luiz pediu para ela não ligar até que ele lha ligasse. Preferia contar tudo para a Carol antes de qualquer coisa. Já estava decidido. Desceu e tomou seu café. Ligou o PC e viu as notícias, nada que lhe tirasse da cabeça sua nova amante e muito menos o pedido incomum de sua amada. No mesmo instante entrou no MSN para falar com Carol.

Luiz Diz:

Booommmm ddddiiiiiaaaa meu amor.

Carol Diz:

Oi meu anjo, dormiu bem?

Luiz Diz:

Como uma pedra, acabei de acordar.

Carol Diz:

Lembra do que te pedi?

Luiz diz:

Claro, isso não sai da minha cabeça, mas temos que definir como faremos isso.

Carol já sabia o que queria. Queria ter o Luiz a lhe preencher as entranhas junto com o Marcos. Os dois dentro dela rasgando o resto de seus pudores. Já estava livre e decidida. Iria contar tudo para o Luiz. Ainda não sabia como seria a reação do marido, mas aquela omissão estava se tornando uma obsessão. Combinaram em almoçar juntos e ao meio dia Carol desligou tudo e foi para o restaurante encontrar Luiz. No caminho seu celular tocou. Era Marcos. Carol parou o carro e atendeu. A voz dele parecia estranha. Meio aflita e ao mesmo tempo com uma calma indescritível.

Carol percebeu que ele se tocava no outro lado da linha. Sentiu sua calcinha ficar úmida. Excitava-se com a voz dele. Ela já se tocava quando seu amante gozava com a voz doce e sensual da Carol. Ela tentou se controlara e disse para o Marcos não lhe ligar pois era casada e não queria chatear seu marido, mas Marcos disse que queria ela, mesmo que a dividisse com o Luiz. Isso era tudo que Carol queria. Sim o Marcos dividindo seu corpo com seu marido. Seu amante e seu amor. Novamente ela pede para que ele não lhe ligue, diz que falaria com o Luiz e que se ele realmente estivesse afim de dividi-la teria que esperar sua ligação. Assim ficou combinado. Carol seguiu para o encontro com seu amor excitadíssima, propositalmente ela roçava uma perna contra a outra enquanto dirigia. Quase chega a gozar, mas se controla. Chega ao restaurante e já avista o carro do homem calvo daquele dia louco com o negro. Puxa como ela gostou daquilo, seu prazer em ver os olhos do Luiz extremamente excitado com o que via. Ainda mais excitada Carol resolve ficar livre. Estava quase louca com tudo que estava em sua cabeça. Retirou sua calcinha molhada e deixou no carro. Agora se não fosse a mini-saia e a blusa, ela estaria nua. Entrou e logo viu seu amor numa mesa lá no fundo, bem discreta. Beijo-o com amor e paixão.

Luiz percebeu seu cheiro de sexo nas mãos e, falando ao seu ouvido, perguntou porque ela tinha se tocado. Com um sorriso meio sem graça por ter sido descoberta, Carol começa a confessar tudo. Luiz atônito com o que ouvia, sentado com a cabeça apoiada em seu pulso, ia ficando excitado com a narrativa da transa da Carol com seu colega de trabalho. Luiz já tinha visto o Marcos e sabia o quanto ele era, digamos, sensual. Sentiu-se mal por ela ter escondido isso dele, mas terminou confessando sua omissão da noite anterior. Carol deu uma gargalhada nervosa. Ambos estavam na mesma situação infantil. Foi quando Luiz, de forma surpreendente pergunta para seu grande e verdadeiro amor:

- Você quer ele?

- Como assim?

- Você ama esse cara?

- Não meu amor. Não é bem assim.

Carol explica seus sentimentos pelo Marcos. Ela mesma não saberia como, mas conseguiu encontra as palavras certas e definir corretamente o que sentia pelo seu amante. Era sexo. Nada mais que sexo. Na cabeça dela estava claro, gostava de fazer sexo com o Marcos justamente pos ter uma falta de outros sentimentos. Ele era gostoso e seria alvo de fantasias sexuais de qualquer mulher. Era um homem legal sim, educado, inteligente, mas ela definitivamente não o amava. Gostava sim de fantasiar e fazer sexo com seu colega de trabalho. Luiz excitadíssimo ouvia tudo como se fosse a única verdade do mundo. Entendera bem o que ela dizia, afinal com ela era a mesma coisa.

O único medo dos dois agora eram os sentimentos dos seus amantes. Carol não queria que o Marcos sofresse e com isso atrapalhasse seu relacionamento profissional. O mesmo que ocorria com o Luiz e a Juana. Quem estava no restaurante percebia algo diferente no ar. Tesão desenfreado. Carol confessa seu estado para o Luiz que malicioso tirou seu sapato e tocou-lhe sua parte mais íntima com o dedão do pé entre sua saia. Carol tremeu, mas tentou se controlar. Luiz estava maltratando sua mulher, mexia suavemente seus dedos e tocava-lhe o carocinho já totalmente teso. Ela tremia por ser tocada, por estar ali a vista de todos e por sentir-se livre de suas omissões. Agora estavam entregues, seus olhares puros novamente. Depois de morango coberto de chocolate como sobremesa, o casal seguiu na estrada, cada um em seu carro. Ela seguia tendo em seu retrovisor o mesmo carro dirigido pelo homem calvo de dias passados. Distraidamente eles visualizavam o Marcos com eles no lugar do negro. Era uma volta deliciosamente excitante. Carol lembra do olhar do Luiz. Amava seus olhos. Negros, fortes, marcados por uma grossa sobrancelha. O amor era explicito nos olhos dele. Nos dela também ficava claro seus sentimentos de profunda paixão pelo marido. Olhos expressivos, quase uma esfera perfeita e brilhante. Suas pupilas negras destacavam-se no verde esmeralda de seus olhos. Envolvidos nesses pensamentos os dois chegam em casa e entre beijos e abraços entraram em casa.

Já não se permitiam continuar sem se amar. Carol estava completamente fora de controle. Sentia-se novamente livre para amar seu marido sem que seus pensamentos no outro homem lhe pesasse a consciência como uma condenação. Amaram-se na sala. No meio da loucura ensandecida da paixão, Luiz segura Carol pelo braços e afasta-se admirando o corpo de sua mulher. Linda. Era assim que ele a via. Luiz não via defeitos nela. Linda e perfeitamente amada por ele. Carol gostou do seu olhar desejoso e suavemente desceu seu corpo ficando sobre os joelhos. Olhou nos olhos de Luiz e seguindo seus desejos.

“Estar apaixonada como uma bacante, como uma devassa correndo pelos bosques para chamar o brilhante falo.”

Luiz sentia que não agüentaria muito assim. Queria fazer ela sentir prazer, isso lhe era mais atrativo que seu próprio. Com carinho levantou Carol e levou-a até o sofá. Ligou o som e novamente se amaram.

Elis.

”E quando sinto que teus braços se cruzaram em minhas costas desaparecem as palavras... outros sons enchendo espaço... você me abraça... a noite passa... me deixas louca...”

Loucos.

Quarta-feira amanheceu nublada. Carol olhou pela janela semi-aberta e sentiu vontade de ficar um pouco mais na cama. Finalmente havia chegado o dia em que teria dois homens dentro dela. Luiz que amava e Marcos que desejava. Igualmente. Reviu todos os passos dos dois dias anteriores. Na segunda, Carol fora convidada para almoçar com o presidente de uma grande empresa concorrente da que atuava. Já haviam se encontrado em alguns eventos do setor e até trocado alguns olhares. O tal presidente era lindo. Não muito jovem, mas extremamente charmoso. A conversa no restaurante estava ainda perturbando sua mente.

Reviu ainda o momento em que encontrou Marcos no corredor, do olhar de admiração e desejo que ele lançou a ela. E a grande surpresa em seu rosto quando ela lhe anunciou o combinado com o marido. Quero que você e meu marido transem comigo, ao mesmo tempo. Os dois juntos dentro de mim. Não usou meias-palavras ou rodeios.

Carol sorriu, deitada na cama, ao se lembrar da expressão de incredulidade dele quando ela lhe entregou um pequeno papel com o endereço do hotel escolhido. Estamplaza Berrini. Novo, pequeno, discreto. Perfeito.

Existia uma pequena, diminuta chance dele não aparecer. Mas ela não acreditava nessa hipótese. Estava excitada e disfarçadamente começou a tocar o clitóris em busca de um gozo silencioso. Luiz mexeu-se ao seu lado e Carol, sem pensar duas vezes, tirou as mãos do próprio corpo e buscou o membro dele. Sem dizer única palavra, tocou-lhe o pau com delicadeza, sem movimentar a pele, apenas segurando-o firme, sentindo ele começar a crescer, lentamente.

Ainda muda, sentou-se sobre o pau dele guiando-o para dentro de si, deitou-se sobre o corpo dele, prendendo-o em sua gruta. Beijou Luiz com amor e carinho. Gozou lentamente. Juntos. Sem som. Ela levantou-se, entrou no banho, vestiu-se e saiu. Havia um acordo tácito. Silêncio e cumplicidade.

Chegou ao escritório, assinou documentos, redigiu contratos, despachou e-mails. Fez tudo de forma mecânica. Uma música tocava baixinho no rádio “Eu não sei parar de te olhar...” Carol sorriu, olhou em volta, sonhadora, despedindo-se de tudo que vivera até então. Na hora do almoço, ela foi à sala de seu chefe e avisou que sairia e não voltaria à tarde, pois iria se encontrar com um novo cliente numa reunião e que levaria o Marcos. Passou pela sala de Marcos e apenas o avisou de que a reunião com o cliente na parte da tarde estava confirmada e que já havia avisado ao chefe de que eles iriam juntos e não retornariam naquela tarde. Piscou a ele, sorrindo, e saiu.

Pegou o carro e dirigiu-se ao hotel combinado, pegou a chave na portaria, subiu para o 10º andar. Estava sozinha. Luiz havia passado por lá e deixado uma linda camisola preta sobre a cama. Carol tomou banho, passou creme por todo o corpo, vestiu a camisola e deitou-se na cama à espera de seus homens.

Pegou no sono e assustou-se quando a porta se abriu. Eles entraram juntos, conversando e rindo, pareciam grandes amigos. Carol levantou-se e foi de encontro a eles, rosto vermelho, misto de vergonha e excitação. Beijou Luiz primeiro e em seguida Marcos, ficando entre eles, de frente para Marcos que descia seus lábios por seu pescoço e Luiz que lhe tocava o sexo molhado. Saiu do meio deles e deitou-se na cama, abrindo as pernas e oferecendo-se a eles. Luiz arrancou as roupas com rapidez e deitou-se sobre ela, pressionando o clitóris com a cabeça de seu membro duro. Marcos deitou-se em seguida posicionando-se de forma a chupar-lhe os seios. Luiz iniciou uma lenta descida, percorrendo seu corpo com a língua úmida, dando especial atenção à sua grutinha, penetrando-a com dedos e língua.

Carol estava excitada demais, sentindo duas bocas a lhe percorrer o corpo, a mão de Luiz em seus seios e a outra por baixo de seu corpo tocava seu botão, estava sendo pressionada nos seus pontos mais sensíveis, fechou os olhos e se deixou levar pelo desejo louco que tomava conta dela. Fez com que os dois se deitassem um de cada lado e, sentando-se entre eles, começou a masturbar os dois com as mãos suadas. Carol passou a dar mais atenção a Luiz porque percebeu que Marcos estava prestes a gozar, passou a língua por toda a extensão do pau dele, massageando-o ainda. Marcos neste momento tinha visão privilegiada de seu sexo e voltou a chupá-la deixando sua buceta pronta para receber o membro de Luiz. Mas ela gozou, soltando longos gemidos, sentindo Marcos bebendo seu mel.

Antes que Luiz gozasse, Carol colocou-se sobre ele, fazendo com que seu membro entrasse lentamente em suas entranhas, tomando conta de seu corpo, quando soube que ele estava todo dentro dela, iniciou o movimento de sobe e desce, enterrando-o fundo dentro de si. Com o próprio dedo úmido na saliva de Luiz massageava seu clitóris enquanto este pressionava seu botão e Marcos lhe chupava os seios e masturbava-se. Ele estava à espera do sinal de Luiz para avançar sobre a bundinha dela. Redondinha. Lisinha. Carol estava prestes a gozar novamente quando decidiu que era a hora.

- Marcos, me fode bem gostoso!!! Quero o pau dos dois me fodendo... – deitou-se mais sobre o corpo de Luiz, de forma a manter a penetração em sua vagina e abriu bem a bunda para que ele tivesse uma visão do membro dentro dela e de seu botão, que piscava de tesão.

Marcos não pensou duas vezes. Colocou o preservativo, umedeceu o botão dela com sua saliva e encostou a cabeça de seu membro na entrada. Carol sabia que não poderia forçar muito para não perder o membro de Luiz, então ela apenas fazia movimentos com a mão, pedindo a Marcos que não esperasse muito. Mas ele não queria correr, queria sentir cada momento, pois sabia que seria o último.

Entrou lentamente em seu corpo, primeiro a cabeça, aproveitando as estocadas de Luiz para ganhar espaço dentro dela, para que ela também pudesse sentir lentamente seu corpo sendo totalmente preenchido por dois homens, realizando o sonho de uma vida inteira. Marcos queria que ela sentisse o momento em que os dois paus que a invadiam se encontrariam dentro dela.

E num ritmo alucinado, Carol começou a mover o corpo com força, como se estivesse com raiva de si mesma, às vezes jogava todo o corpo pra trás com vigor e neste momento, sentia suas pregas se rasgarem, e a sensação era maravilhosa. Em determinado momento ela parou. Parecia ter parado de respirar, e ela apenas movimentava seus músculos internos. O momento esperado pelos três chegara. Finalmente ela sentia o corpo dos três num único ponto. E ela estremeceu, sentindo o início do gozo, desde a cabeça, descendo por seu corpo até chegar em sua bucetinha. E tremia por inteiro. De olhos fechados. Ela sentia como se pudesse voar naquele momento e por instantes teve a nítida impressão de estar deixando seu corpo.

Marcos voltou a mover-se aproveitando o gozo dela para prolongar ao máximo as sensações que tomavam conta dela, Luiz voltou a se mover no mesmo ritmo, dançavam a mesma dança, ouviam a mesma música. Os gemidos abafados dela pedindo mais, mais, mais . Não poderiam parar ainda que desejassem. Carol voltou a jogar seu corpo para trás e para baixo buscando penetração profunda dos dois e ela dava gritinhos, descontrolada, seus olhos antes verdes, agora totalmente negros com a pupila dilatada.

Luiz gozou, jorrando dentro dela todo seu gozo, Marcos segurou-se um pouco mais e assim, Luiz sequer chegou a amolecer, o membro dentro dela ainda vivo, pulsando, e arremetia para cima jogando Carol ainda mais contra Marcos.

Carol sentiu que gozaria novamente e assim foi, seus olhos encheram-se de lágrimas e ela soltou-se sobre o corpo de Luiz, sem forças desfalecendo. Marcos tirou o pau de dentro dela, arrancou a proteção e gozou sobre as costas dela enquanto Luiz inundava seu interior com seu sêmem.

Marcos jogou-se ao lado deles. Permaneceram deitados por muito tempo, a tarde toda. Sem falarem nada. Carol deitada entre eles observava o teto de branco impecável. Sentiu desejo novamente, o último, e deitou-se sobre o corpo de Marcos, que logo ficou excitado e assim que Carol sentiu seu membro rijo, mergulhou-o dentro de sua grutinha, desbravando seu corpo e pediu a Luiz que a comesse por trás dessa vez. Luiz entrou em seu corpo uma vez mais, por trás. Carol não se movimentava dessa vez, apenas sentia.

Eles perceberam o momento de despedida que ela vivia. Juntos, ultrapassaram os limites do erotismo e chegado ao momento final. Começaram a se mover lentamente. Os três unidos no mesmo ritmo e juntos alcançaram o clímax, silencioso.

Carol entrou no banho e chorava. Era chegado o momento de dar adeus a Marcos e ao trabalho. Não havia contado a ninguém, mas na segunda, o presidente da outra empresa lhe fez uma grande e irrecusável proposta para tornar-se Diretora de Marketing. Carol pensou durante toda a tarde e na terça de manhã aceitou a proposta.

Saiu do banho, vestiu suas roupas, era tarde da noite já. Quando saiu do banheiro, o quarto estava às escuras. Nem Marcos, nem Luís. Ela pegou suas coisas, fechou a porta atrás de si deixando para trás os momentos vividos preparando-se para um novo começo, uma nova vida. Passou na recepção, devolveu a chave. A conta estava paga. Dirigiu o carro até um outro hotel. Ligou em casa, Luiz ainda não havia chegado, deixou recado na secretária eletrônica.

Eu te amo Luiz. Obrigada por tudo. Passarei essa noite fora. Amanhã nos falamos.

Luiz quando chegou em casa e escutou o recado temeu ser deixado. Tomou um banho e deitou-se sozinho na cama que dividia há anos com a mulher de sua vida, que tanto amor lhe dedicava e tanto prazer lhe proporcionava.

Carol na manhã seguinte entrou no escritório, foi direto à sala da presidência. Explicou o convite que havia recebido, a proposta de emprego e pediu dispensa. Entrou em sua sala com uma caixa de papelão, juntou tudo que era seu e partiu.

Quando Marcos chegou ao trabalho, achou uma porta-retrato com a foto de Carol sobre sua mesa, e a dedicatória. Obrigada por fazer parte da realização de meus sonhos. Com amor. Carol.

Carol chegou em casa logo depois. Luiz ainda estava dormindo. Deitou-se ao lado dele, muda, sorrindo carinhosamente, ele não disse nada, apenas a puxou para mais perto de si. Adormeceram juntos, sabendo que a partir deste momento, viveriam uma nova vidaFIM

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