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Um antigo cartão de visitas

Autor: Boquinha
Categoria: Heterossexual
Data: 28/12/2006 10:04:05
Última revisão: 11/03/2009 18:17:47
Nota 8.36
Assuntos: Heterossexual
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Caros leitores, pensei muito antes de escrever a minha experiência, pois sou casada e amo muito meu marido. Acontece que quando conheci o Augusto a conexão entre nós foi automática, gostávamos das mesmas coisas, tínhamos opiniões semelhantes em vários assuntos, nos completávamos tanto que o casamento veio em menos de um ano. A única coisa que não encaixou logo de cara foi o sexo.

A intimidade foi aumentando durante o namoro mas logo no começo do casamento o sexo ainda não tinha atingido o mesmo nível de sincronia do resto da nossa vida. Para piorar meu marido viajava muito e eu passava longos períodos sozinha. Estava também passando por um stress daqueles no trabalho e todo mundo sabe que nada alivia melhor o stress do que uma noite de sexo daquelas.

Um certo dia cheguei em casa fumegando depois de uma reunião horrível com um cliente e de ter levado uma super bronca do meu chefe. Tomei um banho, abri uma garrafa de champagne (a segunda melhor bebida do mundo!) e tentei relaxar um pouco. Sentei na poltrona do Augusto, ainda tinha um pouco do cheiro dele e liguei a TV no programa de futebol que nós gostamos de assistir juntos. Abri um pouco o meu hobby de seda e comecei a me acariciar, primeiro os seios, torci os mamilos de leve, depois um pouco mais forte, queria tanto conseguir chupá-los! Com a outra mão abri caminho na minha boceta, enfiei um dedo, depois dois, fui sentindo meu calor, o tesão foi subindo… bati uma siririca gostosa e gozei bem na hora da reprise do gol mais bonito do fim de semana.

Me sentia bem mais relaxada mas, mesmo depois de quase uma garrafa de champagne eu ainda sentia o stress me incomodando. Eu precisava de mais, eu precisava de sexo de verdade! O problema é que meu marido estava fora do país e ainda levaria mais duas semanas para voltar. Eu não ia conseguir aguentar!

Resolvi fazer uma coisa que eu nunca imaginei que faria, fui procurar no meu antigo porta cartões o cartão de um garoto de programa que eu conheci na balada quando era solteira. Tínhamos saído algumas vezes naquela época e eu acabei guardando o cartão. O nome no cartão era Macelo G. P. Souza - cirurgião dentista, ele me explicou que o G. P. não era sobrenome. Achei um jeito bem inteligente de ser discreto.

Fazia muitos anos que eu não ligava para ele, eu corria o risco de o telefone não ser mais dele mas decidi que não custava nada tentar. O telefone tocou duas vezes e uma voz atendeu.

- Marcelo?

- Sim, quem está falando? (UFA! O telefone ainda era dele)

- É a Suzana, estou precisando de um atendimento de emergência.

A voz dele tinha um tom muito profissional.

- Desculpe Dona Suzana, mas como minha agenda é muito apertada, só faço atendimento de emergência para quem já é cliente. (PUTZ! Dona Suzana é F…)

- Ah Marcelo! Eu já fui cliente, só que faz um tempão. Dá um jeito vai, eu tô precisando MUUUUUITO!

- Peraí! Suzana ruiva, que estudava direito? (CARAMBA! Ele lembrou mesmo)

- Sou eu mesma!! Me atende, POR FAVOR!!!

O tom de voz mudou totalmente.

- Claro que eu te atendo! E fica tranquila que eu lembro direitinho do que você gosta.

Combinamos de nos encontrar no motel uma hora depois, eu tinha que correr para me arrumar! Coloquei uma calcinha minúscula de rendinha verde claro e um soutien meia taça combinando, fiquei um tempinho me olhando no espelho do quarto enquanto pensava na roupa que eu ia vestir. Meu corpo não tinha mudado muito des da época da faculdade, continuava com um belo traseiro e as coxas grossas fazendo contraste com a cintura fininha, a barriga lisa e peitos não muito grandes mas durinhos e empinados. Os cabelos estavam um pouco mais longos mas continuavam ruivos e cacheados e a pele estava um pouco mais branquinha pela falta de férias.

Vesti uma saia soltinha estampada, não muito curta e uma blusa branca abotoada na frente, deixei os dois primeiros botões abertos deixando a mostra uma pontinha do soutien. Terminei com uma sandália de salto bem alto com correia no tornozelo, uma gargantilha de pérolas e maquiagem bem simples. Dei mais uma olhada no espelho, gostei do resultado. Peguei a bolsa e saí.

No caminho para o motel fiquei pensando o quão surpreendente era o fato do Marcelo lembrar de mim. Durante esses anos todos ele deve ter saído com centenas de mulheres e ainda assim lembrou de mim e das coisas que eu gosto. Eu sei que ele é um profissional e que lembrar das clientes é parte do trabalho dele, mas não pude deixar de me sentir envaidecida.

Cheguei no motel e me identifiquei na portaria como tínhamos combinado. Ele já estava lá. A atendente me deu uma chave e o número do quarto, eu entrei e estacionei.

Quando entrei no quarto o Marcelo estava de roupão recostado na cama, na mesinha da entrada tinha um balde gelo com uma garrafa de champagne aberta, o Marcelo bebericava uma taça a outra estava vazia ao lado do balde.

Enquanto me servia comecei a examinar o Marcelo. O tempo só tinha feito bem para ele, tinha perdido aquele ar de garoto e agora tinha uma calma um pouco mais madura. Os cabelos não tinham mais as pontas descoloridas "estilo surfista" mas continuavam cuidadosamente despenteados e o roupão meio aberto deixava perceber que ele não tinha abandonado a natação e a corrida. Percebi que ele me examinava também. Ele me disse com a maior calma do mundo:

- Dá uma voltinha para eu ver como você está, parece que não mudou quase nada.

Circulei pelo quarto bem devagar com a taça na mão, estava curtindo me exbir para ele daquele jeito. Ele levantou da cama e veio na minha direção, me afastei um pouco até que a parede do quarto estava bem às minhas costas. Ele me pegou pela cintura e começou a beijar meu pescoço e o colo, comecei a derreter, chegou bem perto do decote da minha blusa mas não abriu nenhum botão, gemi pedindo que ele continuasse mas ele subiu de volta pelo pescoço e com a boca bem perto do meu ouvido disse:

- Você sabe que ainda não é hora, eu quero você de joelhos!

Me segurando pelos cabelos ele me fez ajoelhar aos seu pés e abriu o roupão. Eu fiquei cara a cara com aquele pau absolutamente inesquecível! Não era particularmente longo mas era muto grosso e com a cabeça grande e rosada. Caí de boca sem pensar duas vezes!

Tenho que admitir que essa é uma das posições que mais me excita! Muitas mulheres não gostam de fazer sexo oral no parceiro por se sentirem diminuídas nessa posição, mas eu simplesmente adoro. Adoro sentir um cacete duro no fundo da minha garganta, adoro explorar com a língua cada cantinho, chupar, lamber, engolir, beijar… E simplesmente AMO fazer isso de joelhos com o parceiro de pé! Sou capaz de gozar só de pensar em chupar alguém desse jeito!

Comecei a chupar devagarinho, beijando e lambendo cada centímetro, aos poucos fui envolvendo aquele cacete com a minha boca, quase não dava para engolir tudo mas eu tinha prática e logo eu estava fazendo movimentos ritmados perfeitos. Com uma das mãos eu acariciava as bolas do Marcelo e com a outra eu me masturbava. QUE DELÍCIA!!!

Em pouco tempo eu senti que o Marcelo estava prestes a gozar (e eu também!), foi quando ele se afastou um pouco e me mandou parar. NÃO! Eu queria ir até o fim, egolir tudo. Olhei para cima com cara de menina e pedi:

- Deixa eu continuar, por favor. Eu queria tanto ir até o fim!

Ele disse não e me mandou levantar. Eu tinha que convencê-lo! Comecei a dar pequenos beijinhos e lambidas na rola dele, continuei pelas bolas, pela virilha e parte interna das coxas. Intercalando com os beijinhos eu ia pedindo com jeito manhoso: por favor, deixa, por favor… por favor, por favor, deixa… por favor… De vez em quando eu olhava para cima para ver se ele estava cedendo, ele me olhava lá de cima com um ar divertido, ele sabia que eu não ia parar até conseguir o que eu queria, me deixava continuar acariciando meus cabelos e gemendo de prazer. Até que ele me fez olhar para cima e disse:

- Tudo bem, pode terminar. Mas você sabe que tudo tem seu preço, depois não quero ouvir reclamações!

Nem ouvi direito ele terminar de falar e já estava engolindo de novo aquele pau delicioso. Chupei com vontade, senti o o pau do Marcelo pulsando maravilhosamente na minha boca quente. Um arrepio percorreu meu corpo, meus lábios estavam formigando de tesão. Estava chegando a hora que eu mais gosto, a recompensa suprema! Em poucos segundos o Marcelo me serviu uma farta dose da melhor bebida do mundo: PORRA! Engoli cada gotinha, saboreando com prazer, depois continuei lambendo e chupando cada vez mais suavemente até o pau dele ficar bem limpinho e amolecer de leve na minha boca.

Levantei e olhei para ele com cara de quem tinha vencido, eu sabia que era só o começo mas não podia perder a chance de desafiá-lo um pouquinho. Ele pareceu não se incomodar com o desfio, me puxou de novo pela cintura abriu minha blusa com um único gesto. Mais um movimento e vi meu soutien indo embora.

Agora ele me segurava pelo meio das costas, seu braço direito dava a volta por trás do meu corpo imobilizando meus dois braços, a mão esquerda estava livre para brincar comigo. Era inútil resistir (e eu nem queria), ele poderia fazer o que quisesse comigo. Chegou a hora de pagar o preço da minha conquista. Ele começou a chupar meus seios, enquanto chupava um, sua mão acariciava o outro. Eu já estava super excitada e com essas acarícias eu sentia que ia explodir de tanto tesão. Aos poucos os beijos e as carícias foram ficando mais intensas, então senti uma leve mordida no mamilo, meu suplício ia começar. Ele começou a alternar mordidas, beliscadas e torcidas cada vez mais fortes. Sua mão, antes tão suave, era como um alicate, senti vontade de chorar mas aguentei firme, não podia reclamar, eu tinha concordado. A dor fazia o tesão crescer alucinadamente, eu sentia meu corpo todo em chamas.

De repente percebi que o Marcelo tinha passado a usar só a boca, o que dava um certo alívio para um dos meus mamilos enquanto o outro sofria. A mão do Marcelo tinha descido e logo a minha saia e a calcinha estavam no chão, ele colocou a mão entre as minhas pernas e enfiou logo 3 dedos na minha boceta. Me surpreendi com a facilidade com que eles entraram, eu estava REALMENTE MUITO molhada e claro que ele percebeu.

- Huummm, tá molhadinha heim! Sabia que você tava gostando. Você é mesmo uma vadiazinha deliciosa!

Ele enfiou os dedos mais fundo e ficou me olhando gemer de prazer. Eu consegui dizer com um fio de voz:

- Eu não aguento mais… vou gozar!

Ele continuava movimentando os dedos dentro de mim, falou no meu ouvido:

- Quer gozar, safada?

Só consegui balançar a cabeça com olhar de súplica. Ele tirou os dedos de dentro de mim de uma vez e senti uma palmada estalada na minha boceta depilada. Uma onda de choque percorreu meu corpo, quase perdi o ar. Ele colocou os dedos de volta dentro de mim e respondeu:

- Então vai gozar com a boceta ardida!

Plaft! Mais um tapa! E de novo os dedos me alargando. Plaft! Plaft! Dois seguidos e agora ele friccionava meu clitóris de forma ritmada. Plaft! Outro tapa e eu gozei a ponto de quase perder os sentidos. Minhas pernas bambearam e só não desmoronei por que o Marcelo ainda me segurava com força. Mal me recuperei e ele me disse:

- Você assim tão molhadinha me deixou com uma vontade louca de te foder. Você vai me dar essa boceta?

Sinal de cabeça afirmativo.

- Então seja uma boa puta e faça o seu seviço. Mas nada de se aproveitar da situação.

Ele me deu um pacote de camisinha e olhou para baixo, ele queria que eu colocasse. Caí de joelhos de novo e mesmo tendo sido advertida não consegui me conter e dei uma longa chupada naquele pau duro antes de abrir a camisinha. Como gosto muito de chupar, acabei me especializando em colocar camisinha com a boca, o Marcelo lembrou disso e trouxe uma camisinha com sabor de chocolate, minha favorita. Torci a pontinha da camisinha e prendi com a língua no ceu da boca, fui vestindo o pau do Marcelo, desenrolando a camisinha devegarinho até ficar com o cacete inteiro dentro da minha boca e a camisinha bem vestidinha. Dei uns beijinhos nas bolas e uma última verificada para ter certeza que estava tudo ok. Me levantei com cara de dever cumprido.

O Marcelo me olhava com reprovação.

- Você não consegue mesmo se conter, né!

Ele me jogou de costas na cama e veio na minha direção pronto para me foder. Abri as pernas para ele e ele me penetrou de uma vez, soltei um gemido alto! Eu estava super lubrificada mas mesmo assim o pau do Marcelo era muito grosso e eu podia sentir ele me alargando. A cada estocada eu gemia mais forte, o tesão de sentir aquela rola me arrombando era enlouquecedor, eu estava quase gritando. Ele perguntou:

- Quer que eu pare?

- NÃO! Continua, continua

Ele parou! Tirou o pau de dentro de mim e ficou brincando com a cabecinha na entrada da minha boceta. Ele estava com o corpo apoiado em um dos braços e com a outra mão ele voltou a brincar com meus mamilos já muito doloridos. Ele queria me enlouquecer!! Continuou falando comigo com ironia.

- Você tem certeza que quer que eu continue? Achei que você não estava gostando muito

- Continua, por favor!

- Hum, não sei, acho que você não merece

- Mereço sim! Continua, por favor!

- Não tô muito convencido, não

- Por favooooooor

- Por favor o que?

- Por favor me fode.

- O que mais?

- Mete essa pica com vontade! Por favor!

- Acho que você não está querendo DE VERDADE!

- ESTOU SIM! Por favor me fode! Você está me enlouquecendo! Peloamordedeus! Eu faço o que você quiser!

- Você quer mesmo?

- Siiiiiiiiiim! Por favooooor!

Ele entrou de novo, de uma vez. Meu corpo todo tremeu e ele continuou me fodendo com vontade. Eu gritava:

- Isso! Me fode, me arromba! Eu sou uma vadia safada e tô aqui pra levar pica! Me dá o que eu mereço! ISSO!

O Marcelo continuou me fodendo com força. Eu gozei duas vezes antes dele parar e me falar:

- Eu não ia fazer isso por que você se aproveitou na hora que não devia, mas só de olhar pra tua boca está me dando uma vontade louca de gozar aí dentro!

Ele não esperou resposta (nem precisava), ajoelhou perto do meu rosto e enfiou o pau na minha boca e eu recebi deliciada mais uma dose do meu drink favorito.

Ele deitou na cama ao meu lado, estávamos exaustos. Ficamos um tempinho deitados em silêncio até que eu resolvi levantar e servir uma taça de champagne para cada um. O Marcelo sugeriu um banho, achei uma ótima idéia. Depois do banho sentamos de volta na cama e começamos a conversar, ele me pediu notícias de algumas amigas minhas que também tinham sido clientes dele e tinham sumido. Comentei com ele que eu tinha ficado um pouco surpresa por ele ter lembrado de mim e das coisas que eu gostava. A resposta dele foi mais surpreendente ainda.

- Suzana, homem nenhum no mundo seria capaz de esquecer esse seu boquete. Do jeito que você chupa você devia cobrar para fazer isso em vez de pagar!

Achei graça mas acho que eu não seria capaz de cobrar para fazer uma coisa que me dá tanto prazer, acho que não seria justo eu ganhar duas vezes. Quando eu disse isso para ele, ele passou a mão na minha bunda de leve e falou:

- Você sabe que ainda não ganhou tudo o que merece.

É, eu sabia! O Marcelo pegou a taça de champagne e derramou um pouquinho na minha barriga, a champagne foi escorrendo para baixo mas a lingua do Marcelo veio quente e deliciosa, ele foi bebendo as gotinhas e derramando mais, cada vez mais perto da minha boceta. Ele abraçou as minhas coxas e começou a me chupar com avidez. Eu me contorcia de prazer a cada movimento que a lingua dele fazia. O Marcelo chupava divinamente, ele sabia alternar beijos, lambidas, mordidinhas, chupadonas… tudo no lugar certo na hora certa. Ele me fez gozar com a maior facilidade. Depois que eu gozei ele continuou me chupando e passou a explorar o meu cú, quando ele colocou um dedinho eu me afastei um pouco e disse:

- NÃO!

É claro que eu queria, mas precisava de um pouco de "aquecimento". Ele me olhou incrédulo.

- Ah, Suzana! Não acredito! Eu tô muito decepcionado com você! Eu me esforço um montão para fazer o que você gosta e você me dá uma dessa. Isso é muita falta de educação, sabia!

- Problema seu! Não tô nem aí! Se quiser comer meu cú vai ter que me obrigar.

- Eu não vou te obrigar, você vai me dar o que eu quero. E depois que eu terminar com você, você vai desejar ter me dado esse cú logo de cara.

- DUVIDO!

Ele me pegou pelo braço e me colocou de bruços no colo dele. Eu continuava me debatendo, não tinha a menor intenção de facilitar a vida dele. Ele me deu dois tapas bem ardidos, um em cada lado da bunda, na tentativa de me fazer parar. E gritei:

- Pode me bater até cair o seu braço, não vou mudar de idéia!

- Eu vou te ensinar PLAFT, a transar PLAFT, com educação PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT!

CRAMBA! Tava doendo mesmo! Mas eu que comecei e era o que eu queria, melhor aproveitar.

- O cú é meu e eu dou se eu quiser!

Marcelo me segurava com força e por mais que eu me debatesse não tinha jeito de me livrar. Ele batia na minha bunda de forma ritmada ignorando meus protestos e xingamentos. O calor na minha bunda começou a se espalhar para o resto do corpo, senti um molhadinho entre as pernas. O Marcelo parou com as palmadas e começou a passar a mão na minha bunda, estava muito quente e ardida, quando ele passava a mão eu sentia um arrepio gostoso.

- Tô sentindo você um pouco mais calminha. Vai me dar esse cuzinho?

- Não.

PLAFT! Pior PLAFT, pra você! PLAFT, PLAFT, PLAFT!

- Pára, Má! Tá doendo muuuuito!

- Você que escolhe: ou me dá o rabo com educação ou vai continuar apanhando. E olha que está bem longe de cair meu braço. PLAFT!

- AAAIII! Mas eu não queroooo!

- Azar o seu! PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT!

- AAAAAAIIII! Chega! Tá bom, pode me enrrabar!

- Então pede.

- Ah não! Pedir eu não vou!

PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT!

- Tá bom, tá bom! Come meu cuzinho!

- FODE meu cuzinho e o que mais? PLAFT, PLAFT!

- AAAAIIII!! Fode meu cuzinho… por favor!

- Muito bem! Assim que eu gosto! É muito mais gostoso comer o cú de mulher educada, sabia. Agora fica de quatro e arrebita bem essa bunda para eu ver como ficou.

Nem ousei desobedecer. Pelo espelho vi a minha bunda, ela era grande e estava inteira muito vermelha, eu sentia ela pegando fogo. O Marcelo nem se deu ao trabalho de pedir para eu colocar a camisinha nele. Ele mesmo colocou e veio me foder. Senti um frio na espinha só de pensar na rola grossa do Marcelo entrando no meu rabo, se tinha me arrombado a boceta, imagina como ia ser no cú. A expectativa só aumentava o tesão e ele sabia disso, penetrou primeiro na minha boceta que estava bem melada. Cada vez que ele ecostava na minha bunda ardida eu dava um pulinho, mas ele segurava o meu quadril com firmeza. Ele ia brincando com os dedos no meu cú me preparando para o que estava por vir, senti o lubrificante geladinho. Quando ele tirou o pau da minha boceta eu prendi a respiração, sabia que seria de uma vez, é como eu gosto.

Foi uma explosão de dor e prazer!! Quando senti a pica do Marcelo arrombando meu rabo não consegui segurar as lágrimas, ele entrou com tudo até encostar o quadril na minha bunda, o que me fez ver estrelas. QUE DELÍCIA! Se tem uma coisa no mundo melhor que dar o cú, é dar o cú com a bunda ardida de tanto apanhar!

Ele me fodia sem parar e eu pedia mais. Meu corpo era eletricidade pura, cada vez que ele afundava a rola no meu rabo e encostava na minha bunda um arrepio subia em ondas pelas minhas costas, eu ia gozar a qualquer momento. Supliquei para que ele gozasse na minha boca. Ele respondeu:

- Pode esquecer! Dessa vez você vai sentir a minha rola até o fim!

Foi a gozada mais incrível que eu já tive na vida, o turbilhão de sensações me atordoava, meu corpo inteiro vibrando!!

Terminamos e, depois de alguns momentos para recuperar o fôlego, o Marcelo foi tomar outro banho. Ele saiu do banheiro já de calça e camisa. Eu deixei o dinheiro dele sobre a mesa, peguei o resto da champagne e fui me esparramar na banheira que ele já tinha deixado pronta para mim.

Quando eu saí do banho ele já tinha ido embora, no lugar do dinheiro estava um bombom de cereja em cima de uma pequena pilha de cartões de visita. Era o jeito dele de dizer "se você gostou me indique para suas amigas". Peguei os cartões e o bombom e fui embora.

Na manhã seguinte, depois de um sono curto mas reparador, acordei com o telefone tocando. Era meu marido, tinha uma emergência no escritório do Brasil e ele ia ter que voltar mais cedo. Ouvindo a voz dele no telefone eu resolvi que qualquer que fosse o problema da nossa vida sexual eu ia resolver. Eu queria viver com o Augusto o que eu tinha vivido com o Marcelo na noite anterior.

Ele chegou dois dias depois, meus mamilos já não estavam mais doloridos mas a bunda ainda tinha uns pontos avermelhados. Quando ele perguntou o que tinha acontecido eu respondi:

- Eu caí da escada, mas se você gostou do resultado a gente pode descobrir juntos um jeito de repetir.

Ele entendeu, e esse foi o começo de um longo e delicioso processo de descobertas. As viagens do Augusto continuaram por um bom tempo, mas matar a saudade foi ficando cada vez mais gostoso. E finalmente, a peça que faltava no nosso quebra-cabeças se encaixou.

Como isso aconteceu? Isso é assunto para outro conto. :-)

Comentários

12/03/2009 10:48:41
muito bom esta conto realmente exitante...
10/12/2008 12:58:33
Um texto que relata uma fantasia que muitas senhoras "sérias e recatadas" vão negar até a morte. Mas que elas a têm lá nos seus devaneios secretos, não paire aqui nenhuma dúvida. E essa coisa de entender que uma relação fora pode aquecer a relação dentro de casa, é coisa de quem de alguma forma está sintonizada com as mudanças da ética do amor, que estão vindo com este Terceiro Milênio...
Isa
07/03/2007 16:18:10
Puxa eu adoro pagar um boquete para o meu noivo e levar tapa na bunda então... Hum delícia! Adorei seu conto!!! Quero ler mais dos seus contos gostosa! Bjus
05/02/2007 13:24:16
QUE CONTO, SE SUA BOCA FOR IGUAL, GOSTARIA DE CONHECER [email protected] Bjs
04/01/2007 13:58:45
muito bom o seu conto e não ficou longo não bem narrado nota 10 para você. e olha vc pode esta casada mais no fundo é uma verdadeira safada! só e sta preso dentro de vc !! [email protected]
28/12/2006 16:38:45
Muito Gostoso o conto, adorei, parabens... Não gosto de bater enquanto faço sexo, mas esse conto me instigou... nota 10
28/12/2006 14:29:27
Legal que vc gostou, Branca. É a primeira vez que eu escrevo e acho que a cabou ficando um pouco longo...
28/12/2006 11:15:17
Ai, ai...Nada como um bom G.P.!!! Nunca experimentei mas gostei do seu conto.

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