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PRESENTE DA NAMORADA ETERNA - A IRMÃ LOIRA

Categoria: Grupal
Data: 21/04/2007 07:41:05
Nota 9.25
Assuntos: Grupal
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Vou relatar agora como tive a oportunidade de realizar o primeiro “Ménage a Trois” da minha vida, com minha antiga paixão, Anelise.

No último relato, disse que Anelise sempre foi muito carinhosa, tímida no início do relacionamento, mas que foi a cada dia se entregando e me deixando usufruir de seus encantos, sua dedicação e seu furor sexual.

Anelise tinha uma irmã muito bonita de rosto, com seios enormes, e com um quadril muito grande. Era 4 anos mais velha, e se chamava Ana Carla.

As duas discutiam muito, pois Ana Carla era muito geniosa e egoísta e tinha certa predileção pelos pais, em função da gravidez que ocorreu com Anelise. A típica ‘menina ajuizada’, na concepção deles.

Em uma das poucas ocasiões em que pudemos sair juntos, com o noivo de Carla acompanhando, após algumas caipirinhas, rolou um papo sobre práticas e posições sexuais. À época, eu não gostava de comentar intimidades, e fiquei surpreso ao ouvir Anelise dizer que não tinha restrição nenhuma em fazer sexo anal.

Ana Carla arregalou os olhos e só faltou chamar Anelise de puta. Saí em sua defesa e disse que a prática era deliciosa quando o casal tem cumplicidade. Alex (o noivo de Ana Carla) tentou amenizar o clima de barraco e disse que já tinha tentado, mas Carla era irredutível, tentando aproveitar para emplacar suas intenções com a noiva.

Carla não gostou e voltou a insinuar que aquilo era coisa de vadia. O assunto virou para amenidades, mas neste dia, estávamos em um carro só, e o papo de sacanagem tinha me deixado com o pau estufando a calça. Disparei no ouvido de Anelise:

-Esta estória toda me deixou em ponto de bala! Vamos deixar os dois em casa e vamos direto para o Motel.

Em tom de provocação, Anelise comunicou nossa intenção a eles, perguntando se queriam que os deixássemos em casa. Alex falou, que se nós não nos incomodássemos, iriam conosco. Anelise e eu não vimos problema algum, Carla parecia apreensiva, mas também doidinha para foder com o noivo.

Eram quase duas horas da matina quando chegamos ao Motel que freqüentávamos e pedimos duas suítes, combinando de saírmos às 5:00 da manhã.

Deixamos o casal na suíte ao lado, e partimos para nossa festinha.

Não sei se pela discussão ou por estar de TPM, Anelise estava curtindo pouco a esfregação. Estávamos no meio de um papai-e-mamãe, quando tocou o telefone celular. Carla dizia: -Viu no que deu você falar aquilo: o Alex não para de pedir para me enrabar!

Anelise ficou puta e disse:

-Pois você não sabe como está bom a piroca dele no meu cuzinho!

Ela pediu para eu tirar a pica da xaninha dela, ficou de quatro, passou um lubrificante que sempre usamos e pediu, falando ao telefone:

-Vai amor, me enraba gostoso assim, de quatro!

Eu tava até no estado “meia-bomba”, pela interrupção do telefone, mas ao ouvir a súplica maravilhosa de minha parceira, isto simplesmente ligou a "britadeira", e comecei a enfiar meu cacete pulsante naquele rabinho lindo!

Anelise deu uns gemidinhos, disse que estava bom e desligou o celular. Dali para frente, Anelise virou um furacão! Pediu para sentar (do jeito que eu deliro ) com o pau atolado no tobinha dela! Ela dava reboladinhas gostosas, arqueava o corpo para frente e para trás, fazendo minha rola deslizar fundo no rabinho dela. Eu literalmente ficava extasiado.

Gozamos muito, tomamos um banho na hidromassagem, e voltamos à carga, desta vez na posição do frango assado. A xoxota dela chupava meu cacete com a maravilhosa arte do pompoarismo, e eu metia compassadamente, alternando estocadas rápidas e curtas com bombadas fortes e profundas.

Anelise gemia e gritava, mais que o normal, talvez querendo provocar inveja na irmã que se divertia na suíte ao lado.

Acabei gozando muito naquela boceta morna e totalmente relaxada e lubrificada, pois Anelise chegou a múltiplos orgasmos, cravando suas unhas em meus braços.

Como tudo que é bom dura pouco, tínhamos que ir embora. Anelise ligou para Ana Carla avisando que já estávamos saindo e disparou: - Aproveitou maninha?

Carla disse que estavam prontos para ir, sem muito entusiasmo.

Enquanto eu dirigia, Anelise recostou sua cabeça em meu ombro, sem esconder seu rosto lindo e satisfeito, enquanto eu observava um clima meio entediado, tanto no Alex quanto em Ana Carla.

Uma semana depois, Carla veio pedir desculpas a nós dois, dizendo que não tinha o direito de dizer coisas como aquelas para a irmã.

- Anelise relaxou e brincou: E aí, tá me dizendo porque rolou anal com vocês? - - Carla então disse que até tentou deixar rolar, mas o Alex parecia um pé de mesa, e segundo ela não estava conseguindo fazê-la relaxar o suficiente para conseguir a penetração.

Foi aí que meu queixo caiu: Anelise disparou - Que tal o meu gostosão inaugurar sua bundinha?

Carla praticamente perdeu o fôlego, deu um sorrisinho sem graça e disse que a brincadeira era de muito mau gosto.

- Não tô brincando não! - Disse Anelise - Tava pensando em presentear ele fazendo uma festinha a três com uma garota de programa, pelo nosso 2º aniversário, e confesso que se fosse com alguém conhecido, até deixaria rolar. Por que não minha irmã?

Pirei de vez com a situação, tentando não demonstrar o puta tesão que aquilo me deu. Carla disse que ela era louca, e voltou para seu quarto resmungando.

Perguntei a Anelise o porquê daquilo, e ela disse:

- Ela me chamou de vadia! Fiquei puta e tô a fim de provar quem é vadia da nossa família!

- Você teria coragem de fodê-la na minha frente, fazendo tudo que eu pedir? - Se ela topar e você participar, acho que vai ser uma delícia foder as duas irmãzinhas gostosas! Respondi de bate-pronto.

Carla tem o corpo mais balzaquiano que Anelise, com seios médios e firmes, coxas grossas e muito lisas, que podia observar com freqüência, pois ela sempre se sentiu à vontade perto de mim, apesar dos protestos do sogrão. Uma vez ela estava somente de camisão, assistindo TV, com as pernas escancaradas, deixando à mostra sua calcinha de renda branca, que protegia uma xoxota gordinha, que parecia ter os pelinhos também aloirados, pois Carla pinta os cabelos de Loiro 10, bem amarelão!

Até então nunca tinha comido uma loura farmácia bem gostosa e provocante.

Não quis deixar a imaginação correr muito, por não acreditar na possibilidade e deixei o assunto amornar.

Quinze dias depois, os pais de Anelise iriam de excursão ao parque do Caraça, MG e iriam levar a Mariana, filha de Anelise.

Neste fim de semana, Anelise disse: - Dorme lá em casa comigo! Vamos estar sozinhos! Quero aproveitar para ficar o fim de semana todo na cama com você!

Oba! – pensei – Além de foder o fim de semana inteiro ainda vou economizar com o Motel. -

Carla dificilmente passava os finais de semana em nossa cidade, indo para a cidade do Noivo (Barra do Piraí). Anelise disse ter visto às malas, ela ligando para Rodoviária como de costume, então relaxamos, pensando na curtição que iria rolar.

Tudo beleza, levamos os pais de Anelise para pegar o ônibus e voltamos rapidamente para casa dela, já pensando em nos engatar. Ela preparou um jantar simples, mas delicioso. Estava com muita fome, mas o tesão era maior! Meio prato depois, partimos para assistir a um vídeo pornô no sofá da sala!

Após uns cinco minutos de meterola na telinha, Anelise já tinha colocado meu cacete em sua hábil boca carnuda, e chupava num ritmo gostoso, interrompendo as vezes para chupar minhas bolas, lamber a cabeçorra e novamente começar a mamar. Estávamos começando a fazer um delicioso 69, onde eu podia admirar aquela chaninha totalmente depilada, babando de tesão. Enfiava a língua e lambia seu grelinho em um compasso maravilhoso, que provocava arrepios em meu tesãozinho, fazendo-a contorcer-se e mamar minha cabeçorra com mais volúpia.

Estava preparando para enfiar minha pica na xoxota, quando Carla entra na sala e nos pega "no pulo". Carla deu uma de moralista dizendo - É só o pai virar as costas que você abre estas pernas. Broxei imediatamente, tentando nos cobrir com nossas roupas, quando Anelise disse:

- Se quiser aproveitar para gente de ensinar como é que se trepa de verdade, a hora é agora!

Carla saiu depressa e entrou no seu quarto. Disse para Anelise que devíamos ir para o quarto dela, mas ela negou, se concentrando em reerguer o campeão, que tinha tomado um susto. Reiniciamos a sessão de chupadas e estava já pronto para meter gostoso. Anelise sentou-se em meu colo, enfiando toda minha rola em sua xereca, e foi movimentando-se devagarinho, com os olhos semi-cerrados, curtinho nosso tesão!

Carla entrou na sala, vestindo um baby-dool branco, praticamente transparente,, com uma calcinha de renda branca, praticamente toda atolada no rabo, perguntando se podia assistir ao filme conosco. Na hora o filme mostrava um negão enrabando uma loura escultural.

Anelise disse: Se você for boazinha comigo, deixo até ele te foder! Novamente fiquei de cara, e pirei quando ouvi:

- Vem me chupar! Sei que você gosta de mulher, pois já peguei você de amassos com a Leni (prima delas).

Carla estava receosa, mas cheia de tesão. Anelise sentou-se no sofá, deixando meu pau pular de uma só vez de dentro dela e arreganhou as pernas, ordenando a irmã: -Anda, vem me chupar... Simplesmente não acreditei quando Carla se aproximou, ajoelhou-se e com muito carinho começou a beijar e chupar a xaninha raspada de Anelise. Fiquei em ponto de bala e fui a loucura quando Anelise pediu para ela segurar meu pau e me punhetar. Carla começou a passar a mão em meu cacete, correndo os dedos da base do pau até a cabecinha. Logo, já estava recebendo uma punhetinha inesquecível.

A sacanagem então rolou solta, pois arranquei o baby-doll de Carla, já apertando aquelas tetas firmes e enormes. Daí para frente, imperou o instinto animal.

Carla, atendendo a ordem de Anelise, passou a me chupar, fazendo o que achava impossível: Ela conseguia engolir meus 18 cm inteirinhos. Anelise se masturbava e começou a enfiar os dedos na xota de Carla, que realmente tinha os pelos aloirados. A situação era inebriante, com o cheiro de sexo e suor levando a razão para o limbo. Anelise percebeu que eu estava quase gozando e pediu:

-Faz uma espanhola nela. Ela apertou os seios da irmã, que deitou no chão, com as pernas totalmente abertas, o que me proporcionou a visão privilegiada daquela xota maravilhosa, e também do cuzinho ainda não explorado!

Comecei a meter meu caralho entre aqueles melões maravilhosos e logo depois esporrei naquele colo lindo, liso e cheiroso.

Anelise veio lamber minha porra que se espalhou pelos peitos, rosto e até cabelo da irmã. Sentei-me e fiquei observando o carinho que nunca tinha percebido entre as duas.

Anelise me mostrou: - Olha como a xoxota dela é loirinha, apesar de ser farmácia!

Resolvi tomar a frente de nossa foda e mandei:-

- Meus amores, quero ver as duas se chupando bem gostoso!

Fiquei louco ao ver as duas se atracando e lambendo as chaninhas com um tesão que nunca podia imaginar ver entre irmãs. Anelise lambia a xota de Carla, e ás vezes lambinha o cuzinho rosado com muita violência. Numa destas lambidas, ela parou para mim e disse:

- Vou adorar ver seu cacete entrando aqui!

Carla nem notou quando Anelise tirou o dedo médio todo lubrificado em sua xota e tentou enfiar no cu de Carla. Com muita paciência, minha namorada começou a enfiar o dedinho no rabo virgem de Carla, que relutou, mas relaxou, tamanha a excitação.

Já estava refeito e resolvi foder a xoxota de Carla. Pedi a Anelise para colocar

Uma almofada debaixo da bundinha de Carla para facilitar minha penetração. Dei um beijo na boca de minha mulher, agradeci e disse:

-Agora vou foder sua irmãzinha!

Carla me disse bem baixinho, depois de ter beijado sua boca e seu pescoço:

- Me come bem gostoso, tesão!

Meti meu pau bem devagarinho, arrancando suspiros nas duas. Anelise tinha uma expressão esquisita, um misto de espanto, luxúria e incredulidade. Comecei a bombar ritmadamente, quando Anelise sentou-se na cara de Carla, mandando-a chupá-la gostoso, senão iria me tirar de dentro dela.

Carla começou a gemer e a se mexer de um jeito frenético, enquanto enfiava a língua na xota e no cuzinho da irmã.

Acelerei o ritmo de minhas estocadas, Anelise e Carla começara a gritar, sinalizando estarem gozando. Nem lembrei de colocar a camisinha antes de meter, não quis saber e jorrei meu gozo quente dentro daquela xoxota carnuda. Tirei meu pau da xota de Carla e mandei Anelise provar o gosto de minha porra na boceta da irmã.

Carla reclamou, e pediu para mamar nosso gozo. Enfiou o pau na boca como se fosse um sorvete de morango, deixando ele limpinho. Beijei Anelise, que estava elétrica, com ainda muita vontade de gozar.

Pedi para irmos juntos tomar banho na suíte do Sogrão ( Tava precisando de um break para me recuperar e dar conta daquelas irmãzinhas taradas ).

As duas se entreolharam e falaram:

– Tudo bem, mas nada de querer comer a gente na cama do Pai! Rimos e fomos tomar a chuveirada.

A noite de sexta foi maravilhosa! Conto outro dia sobre o sábado, pois foi o “dia da inauguração do cuzinho da cunhada”.

Espero que tenham gostado.

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Comentários

23/04/2007 16:18:38
amigo meus parabens!tenho uma cunhada muito gostosa que se faz de virgem e sempre dormi o fim de semana aqui e soudoido pra comer!!teu conto é perfeito!
22/04/2007 11:42:09
Cara, fazia tempo que não ficava tão excitado com um conto, ainda mais deste site. Este é conto é de tirar o chapéu.

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