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A NAMORADA ETERNA ME FORÇANDO A CUIDAR DA IRMÃ!

Categoria: Grupal
Data: 13/05/2007 07:33:56
Nota 9.11
Assuntos: Grupal
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Para quem não leu meus relatos anteriores, deixe resumir. Anelise é uma mulher com corpo muito esguio, e uma bunda sensacional. Graças a ela, realizei a fantasia de foder com sua irmã, de seios maravilhosos e cabelos loiros e coxas que hipnotizam, o que aconteceu graças a uma bendita viagem dos pais delas.

Eram mais ou menos 10:00 da manhã de sábado, quando acordei, refeito da putaria do dia anterior com as irmãs sacaninhas. Para minha surpresa, eu estava só na cama, sem a companhia das duas. Vesti minha bermuda e saí procurando-as pela casa. Encontrei Carla na cozinha, vestindo um camisão branco, sem soutien, e um shortinho de malha folgado. Meu lado tarado já despertou e fui logo tentando abraça-la, mas ela me rechaçou. Disse:

- Olha, o que fizemos foi uma loucura! Perdi a cabeça e é melhor nós esquecermos do que aconteceu!

Fiquei cabreiro e surpreso, mas tentei levar para o bom humor!

- Se você quer que eu me afaste e que eu não te toque, tudo bem, mas esquecer que fodi de uma vez a mulher que eu amo e a gostosa da irmã dela, aí é pedir demais!

Carla parecia mal, com remorso por ter traído o noivo, deixou escorrer lágrimas e saiu da cozinha levando um lanche para o quarto.

Pensei comigo: “Não dá para reclamar: gozei muito dentro dela, e duvido que nós vamos esquecer aquilo e que de vez em quando não tenhamos saudades”.

Foi quando Anelise chegou, trazendo pães frescos e leite. A suruba tinha me deixado faminto.

Ela preparou um café maravilhoso, agindo carinhosamente e com naturalidade, mas sem tocar no que tinha acontecido.

A casa dos pais dela tinha um segundo andar, com uma varanda muito agradável, e uma rede convidativa.

Nos deitamos, ela com o rosto apoiado em meu peito, mas sem muito papo.

O que Carla falou tinha apagado meu fogo, e eu passei a me sentir culpado. Tinha que saber o que Anelise pensava...

- Amor, não sei se o que fizemos foi certo, mas só quero que você acredite que eu só penso em você!

- Eu sei disto. Só to achando estranho é que eu gostei muito de transar daquele jeito, Adorei ver você fodendo ela.

- Ela realmente é muito gostosa e vocês realizaram minha fantasia, mas acho que Carla caiu na real e se chateou por ter traído o noivo.

Ela ficou em silêncio por alguns minutos, mas fez em seguida o que mais gosto, passando a masseagear meus bagos. O “amigão” respondeu no ato, estufando a bermuda. Comecei a bolinar seus seios e a apertar sua bunda maravilhosa, enquanto ela tirou o pau para fora e começou a me chupar vagarosa e deliciosamente. Fiquei preocupado com a vizinhança espionando, e sugeri que fossemos para seu quarto.

Descemos rapidinho, dando gargalhadas e ouvimos Carla batendo a porta, meio irritada.

Joguei Anelise na cama e comecei a chupá-la, enfiando minha língua em sua chaninha. Eu mordiscava seu grelo, brincava com meu dedo em seu períneo, rodeando seu cuzinho. Ela soltava pequenos gritos de tesão, e apertava os biquinho dos seios, que já estavam até roxos.

Ela se virou e passamos a fazer um 69 divino: Ela engolia minha rola toda, fazendo massagem nas bolas enquanto eu alternava as investidas da minha língua em seus divinos orifícios.

Não estava agüentando mais, e mudamos a posição, onde coloquei-a de lado e comecei a fodê-la em sua xoxotinha, totalmente receptiva, molhada e caliente. Enquanto eu metia apalpava seus seios pequenos, totalmente firmes. Foi aí que me lembrei de Carla, de seus melões divinos – apertei os mamilos de Anelise com mais força, ela reclamou, mas eu estava desvairado: Comecei a bombar com violência na grutinha da minha paixão.

Anelise, ao invés de reclamar, passou a se movimentar e a gritar de um jeito que ainda não tinha visto.

“ Mete gostoso ( ungh ) Soca essa rola no meu útero ...(Ahhn ). Me come quem nem puta, meu tesão ( ihnn).

A porta do quarto estava aberta ( eu não tava nem aí ) e com certeza Carla estava nos ouvindo.

Eu estava metendo fundo e rápido na xereca da minha mulher e ela não agüentou, soltando um urro de prazer que deve ter sido ouvido pela rua inteira..

Nesta hora, Carla entrou gritando no quarto, falando que ela era uma rameira mesmo, berrando daquela forma.

Anelise então, mais uma vez, me deixou com cara de tacho e disse.

- Gritei para você ficar com inveja, e toda molhada, sabendo que eu to sendo fodida daquele jeito gostoso que te fez gozar e tomar na bundinha!

Carla ameaçou bater em Anelise, mas entrei no meio das duas, de pau duro, tentando apartar.

- Carla tentou sair, mas segurei suas mãos e pedi: Deixa eu gozar nos seus peitos!

Anelise riu e disse: Anda Carla, ele me fodeu como nunca, apertando meus seios e pensando que eram os seus. Ele fica mais tarado e mete como ninguém pensando que está te fodendo!

- Carla se debateu, começou a chorar, e eu a soltei.

Anelise se ajoelhou e começou a me chupar na frente dela, ignorando-a. Eu tava no esquema “meia-bomba”, devido à situação. Segurei os cabelos de Anelise e comecei a foder sua boquinha, provocando algumas engasgadas. Carla não saiu do quarto e ficou olhando, irada e desconcertada, observando a perícia da irmã com minha rola na boca.

- Ungh, não tô agüentando, vou gozar.... Carla então tirou a camisa, se ajoelhou e pediu.

- Esporra nos meus peitos!

Tirei o pau da boca de Anelise e apontei para o rosto de Carla. Ela abocanhou como uma puta de Cabaré, sugando com força a cabeça e fazendo muito barulho.

- Sei que você gosta de porra, mas não engole não...- Pediu Anelise.

Ela sentiu o primeiro jato em sua garganta, tirou o pau e recebeu os jorros seguintes naqueles peitos lindos. Olhando para nossos rostos ela passou a espalhar a porra por seus mamilos e pelo seu colo, com olhar de satisfação. Anelise passou a chupá-los e a acariciar sua irmã por sobre o short.

Estavam as duas de novo à minha mercê.

Carla se deitou no chão, tirou o short ( estava sem calcinha ... tá legal que não queria rola ) e passou a beixar meus pés e as cochas de Anelise.

Me senti um imperador usufruindo de suas concubinas. Carla voltou a chupar meu pau, e Anelise se levantou e saiu do quarto. A esta altura nem me preocupava se uma ia se estressar com a outra, só queria saber de foder um daqueles quatro buracos maravilhosos. Carla estava concentrada quando ouvi um barulho de motor de dentsta: Anelise foi ao quarto de Carla e trouxe um vibrador com o pote de lubrificante.

Carla só queria saber de mamar minha rola, de olhos fechados, acariciando alternadamente minhas bolas e seus mamilos. Anelise nos empurrou, fazendo com que me deitasse na cama; Carla ficou por cima, mamando como um bezerro, com a bunda para cima, de quatro.

Anelise foi logo tratando de começar a chupa-la e lubrifica-la. Acionou de novo o vibrador e começou a meter em sua irmã. Carla se contorcia, sem perder a concentração e a maestria de seu boquete. Meu pau nem se lembrava de ter vomitado 10 minutos atrás. Carla pediu:

- Deixa eu montar na sua piroca! Sem esperar consentimento, foi se ajeitando e fazendo desaparecer minha rola dentro dela!

Anelise me pediu baixinho: Faz ela urrar que nem você me fez: Era mais que uma ordem, era um desígnio divino.

Carla começou a se mexer, rebolando em movimentos circulares, ora devagar, ora acelerando... Subia e descia, fazendo suas nádegas baterem com força em minhas pernas.

O paraíso passou a ser aquela cama. Anelise sentou-se na minha cara, com sua bunda totalmente arreganhada por seus dedos, pedindo: Lambe meu rabinho. Eu não sabia o que estava melhor: Minha cunhada imitando peão montando em boi bravo ou a visão do parque de diversões mais perfeito do mundo. Passei a socar a língua no cu de Anelise, sem sinal nenhum de que ia gozar e deixar minhas putinhas frustradas.

Anelise disse: Mete no meu rabinho, amor...

Carla reclamou: Não, ainda não gozei...

Eu pedi: Eu quero meter em um rabinho...

Sem pestanejar, Carla tirou meu pau de sua xota e apontou na portinha da minha nova e recém-inaugurada avenida do prazer.

Anelise disse: Qual cuzinho você quer comer agora?

Não tive tempo de escolher, Carla já estava acomodando metade da minha rola no seu rabinho, sem lubrificante extra. Apenas com o suco do seu tesão.

Anelise: É assim que você gosta de foder um cu, amor?

Sorri com a malícia de minha mulher e passei a meter fundo no rabo de Carla, que não esboçava nenhuma reação, apenas se concentrava no tesão e em relaxar ao máximo seu esfíncter. Meu pau desapareceu no rabo de Carla, que pulsava, ora querendo expulsar, ora querendo se apoderar do corpo ( nem tanto ) estranho que estava atolado dentro dela. Ela estava obstinada em gozar pelo rabo. Começou a subir e a descer, e começamos a meter num ritmo digno de um grupo de balé. Anelise não estava agüentando de tesão e passou a meter o vibrador em seu rabinho. Reclamei na hora, dizendo ser minha exclusividade.

Ela então falou: Então põe em mim agora

Carla: Não, tô quase gozando...

- Calma meninas, tem pras duas. Mandei Carla ficar de quatro. Ela chiou, mas atendeu.

As duas ficaram lado a lado, começaram a se beijar- Ajuda ele a meter no meu rabinho – Disse Anelise,

- Me aproximei, passei lubrificante no rabo dela e no meu cacete, e passei a meter, com força, no anelzinho maravlhoso de Anelise. Carla continuava de quatro, beijando sua irmã, e acariciando sua xota.

Alguns minutos depois: - Agora põe em mim! Anelise concordou e lá fui eu de novo.

O rabinho de Carla estava tão acostumado com minha rola quanto o de Anelise.

Fiquei alternando a penetração nos buraquinhos das duas durante mais de 20 minutos, até que Carla disse:

-Goza na minha xota. Tirei do rabinho de Anelise e soquei de uma vez na boceta da irmã.

Bombei várias vezes, de forma acelerada, e ela começou a gritar de tesão. Não resisti mais e esporrei o que ainda restava nos meus testítuculos dentro daquela bocetinha ensopada.

- Viu maninha... dar o cu vicia... Brincou Anelise.

Carla nos abraçou, me beijando totalmente entregue aos nossos desejos.

Já eram 3 da tarde e nem lembramos de almoçar. Bateu uma fome danada, as duas se levantaram e começaram a preparar uma macarronada. Fui tomar um banho para reanimar.

Após o almoço, Carla disse que gostaria de ir dançar conosco, e que depois podíamos ir a um motel.

Falei que era bobeira, pois tínhamos o resto do fim de semana para foder, sem gastar dinheiro.

- Ela disse: já que estou corneando meu noivo, quero fazer isto num motel. Eu pago!

Anelise riu, dizendo: E eu que sou a vadia!

Começamos a rir, pensando na festinha para a noite.

Para não fazer feio, dei uma corridinha na farmácia e comprei um coquetel de ginseng, catuaba e amendoim.

Não dava para desertar da missão de comer as duas irmãs mais taradas que já vi.

Bom, se quiserem saber mais, é só valorizar meu relato. Foi detalhado e extenso simplesmente porque é difícil esquecer de coisas tão maravilhosas.

Um dia conto mais.

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Comentários

13/01/2009 15:55:38
Adorei leia o meu conto tambem deixe sua nota o meu conto chama-se "EU E MEU NEGUINHO"
15/05/2007 20:24:32
kra num vou te criticar não so vou dizer uma coisa q pode te ajudar quando tu for criar teus proximos contos q é menos emocionalismo tu deixa transparecer muita emocionalidade e lembre-se q isso não é um romance e sim um conto porno tenta manerar quando tu for dizer tipo "a ela chorou devido tal coisa" seja detalista mas não fuja do assunto afinal todo mundo gosta de preliminares mas de "historia da minha vida" por aq não faz bem o genero num é obrigado se ler minha argumentação e um abraço
13/05/2007 10:57:05
Uma historia e tanto, parabens !

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