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O camping do tio Lupiscínio - Parte 3

Autor: Daniel
Categoria: Heterossexual
Data: 06/07/2007 11:03:02
Nota 10.00
Assuntos: Heterossexual

O CAMPING DO TIO LUPISCINIO - Parte 3

By Daniel

Capítulo 7 - Proposta indecente

Depois do almoço, o tio Lupe veio até a nossa mesa. Deu um beijinho na testa da Vanda, puxou uma cadeira e se sentou.

– Então, Dani, que tal a minha mulher? ela disse que te curtiu muito. Valeu a troca? Pra mim valeu, tua irmã é uma delicia... você é um felizardo, comer esse pitéu todo dia...

Vanda estava visivelmente encabulada e tentou mudar o assunto.

– Tio, e a garota com o velho? já falou com ele?

– Claro, menina. Logo depois do café, a Jana levou os dois para o escritório. Foi uma conversa muito proveitosa... sabe, a garota se chama Anita e é da tua idade. É quase da idade da minha filha... mas tão pequenina... uma delícia...

– Você comeu ela?

– Não, meu amor, só dei o pau pra ela mamar. Ela chupa legal, sabe... pudera, com a prática que ela tem com aquela varinha mole do velho... ele ficou puto quando eu disse o que queria, mas amarelou quando viu a menina chupando ele na fita. Igualzinho a você, Daniel... a diferença é que eu gosto de você, porque você é sacana como eu, mas não é covarde. Sabe porque é que a garota veio pra cá com ele? ele prometeu aumentar o salário da mãe dela se ela fosse bem boazinha... bonzinho é ele, um bom filho da puta. você não acha?

Assenti com a cabeça. O tio era muito cínico. Então ele chantageava todo mundo e o pobre do velho com aquela merreca de pau mole é que era o bandido? Tio, você é que é filho da puta. Mas a cada dia que passa eu simpatizo mais contigo...

Minha irmã ia falar alguma coisa mas ele cortou.

– Vandinha querida, eu quero conversar com o Daniel em particular. Vai dar uma voltinha, ta? ah, fala com a minha filha para trazer um café pra nós.

Poucos minutos depois, Jana se debruçou sobre a mesa para servir o café. Ela usava uma blusinha de tecido leve e estava sem sutiã. Se o velho dela não estivesse na outra cadeira, eu acho que pulava nela ali mesmo. Seus seios alvos contrastavam com a pele bronzeada. Dava para ver os mamilos rijos... dava pra ver até o umbigo dela. Sem querer, nos encaramos por alguns segundos e sou capaz de jurar que seus olhos diziam "me fode, gostoso".

Fiquei olhando enquanto ela se afastava, rebolando dentro do short justo, enfiado no meio das nádegas. Quando voltei a olhar para o tio, gelei. Ele não estava com cara nem um pouco amistosa. Comecei a gaguejar uma desculpa mas ele interrompeu.

– Não precisa explicar, garoto. Ela deixa todo mundo meio tonto... é gostosa mesmo... você tem o maior tesão nela, não é?

– Bem, tio... é como você disse... ela é gostosa... você sabe que eu sou assim mesmo... não está zangado, está?

Acho que ele não me ouviu. Estava olhando através de mim, como se estivesse sozinho com seus pensamentos. Mas estava pensando alto.

– É gostosa mesmo, Daniel. Vou te contar uma coisa, às vezes ela me provoca e eu faço uma brincadeirinha com ela, mas depois me arrependo. Não por ser minha filha, isso pra mim é besteira, eu quero é gozar... o problema é que ela não faz o meu tipo. É muito grande para o meu gosto. Já você... você trabalha com qualquer material... seu sacana... tua maninha diz que você dá duas, três sem tirar... Eu fiz isso com ela, mas ela é fora de série... ela não deixa a piroca da gente amolecer...

Pode parecer esquisito, mas eu já estava encarando com muita naturalidade o fato de o tio Lupe foder a minha irmã. Mesmo depois de ter dito para mim mesmo que isso não ia se repetir, eu sentia que podia tirar vantagem de deixar o "chefe" gozar na bocetinha dela...

– É mesmo, tio. você sabe disso tanto quanto eu hahaha...

Ele acompanhou a minha risada mas logo parou.

– Daniel, você quer foder a Jana? não faz essa cara de bobo, eu estou falando sério.

Será que eu ouvi certo?

– E aí? responde, porra.

– Claro que quero. Se quero! mas que é que você vai querer de mim? você não dá nada de graça e eu não tenho nada que possa te interessar...

– Você está muito enganado, garoto. Você pode me ajudar numa coisa que eu desejo muito. Se eu conseguir, você vai ter a Jana e mais outras gatas... só pra ver que os meus amigos ganham muita coisa de graça... e você é meu amigo, não é?

– Claro, tio. Que é que você quer? você não vai trepar com a garotinha do quinze hoje? a Anita?

– Olha, eu vou deixar aqueles dois em paz alguns dias... de repente, eu mando ela pagar um boquetezinho no escritório... mas de noite, ainda é a Vandinha que vai pra minha cama... o tesão nela ainda não passou... olha como eu fico só de pensar nela...

Tentei fazer cara de contrariado, mas estava difícil. A troca era tentadora...

– Poxa, tio, a Vanda disse que nós estávamos liberados... eu fico até com pena dela...

– Deixa de ser bobo, Dani. Não tem nada de ficar com pena, porra... elas são todas umas putas... incluindo a tua irmã... isso mesmo, que é que você pensa? minha mulher, minha filha, tua irmã... todas putas rampeiras... a hora é de gozar, elas estão aí é pra abrir as pernas pra nós...

Meu pau já estava ficando duro. O tio sabia convencer. E afinal, minha irmã disse que ele era legal. E tinha a Jana... hoje era ela, amanha podia ser a garotinha do chalé quinze, quem sabe? pensando bem, o velho Lupe merece que a gente se sacrifique...

– Ta bem, tio, eu falo com ela.

– Na verdade, não é só isso. Se fosse, eu nem precisava falar contigo, era só eu mandar chamar a putinha. A hora que eu quiser comer a boceta dela eu como. Você sabe disso, não é? eu ainda estou dando as ordens. O caso é que eu fiz tudo que quis com ela, menos uma coisa...

– Já sei o que é... nem adianta, tio, ela não dá nem pra mim, eu já cansei de tentar. Ela tem medo e começa a chorar... diz que dói muito...

– Eu compreendo, Dani. Mas mulher é assim mesmo. Às vezes a gente tem que forçar a barra com elas. Você não teve que dar porrada na Andréia pra comer o cu dela? Não estou falando pra você bater na sua irmã, mas se você der uma ordem bem firme pra ela... eu acho que ela te obedece, você não acha?

– Desculpa, tio, mas isso eu não faço. Ela tem medo de verdade... é muita maldade obrigá-la... por favor, não fica zangado mas eu não vou fazer isso com ela...

– Ah, claro que não. Está tudo bem, garoto. Só é pena que você não vai foder a Jana. Nem a putinha do quinze. Nem...

Eu interrompi.

– Tio, deixa eu trocar uma idéia com a Vanda... quem sabe?

Ele deu aquele riso safado.

– Hehe, eu sabia que você não me deixava em falta. Amigo é pra isso mesmo, hehe. Assim que eu estiver metendo no cuzinho da Vanda, a Jana vai correndo pro teu chalé, falou?

Vanda estava me esperando na saída do refeitório.

– Nem precisa dizer nada, maninho. Ele quer me foder mais não é?

– Não é só isso...

– Que é então? pô, não vai dizer que agora é com você? será que ele gosta de cu de homem?

Puta, que pariu, ela me deu a idéia de que eu estava precisando...

Fiz uma cara triste.

– Vandinha, meu amor... ele disse que ninguém passa por aqui sem dar o cu pra ele e já que você não aceitou, eu vou ter que ser a mulherzinha dele...

– Essa não, você não é veado! ninguém vai comer teu cu, eu não deixo!

Ela estava quase chorando. Eu ia desistir do plano, mas lá do alto da varanda, a Jana lambeu a palma da mão, apontou na minha direção e soprou, como se me mandasse um beijo.

– Tem de ser assim, mana. Se você não quiser, eu vou ter que virar veado dele.

– De jeito nenhum... ta bem... eu dou... sabe lá, de repente ele fica com pena e desiste...

"Assim que eu estiver metendo no cuzinho da Vanda, a Jana vai correndo pro teu chalé", foi o que ele disse. Se ele não enrabasse a minha irmã, adeus Jana...

– Maninha, você ainda não conhece ele. Ele pode até te liberar na hora, mas de manhã ele me chama para o escritório e já viu... com certeza...

– Ta bem, então pode deixar que eu vou dar direitinho pra ele...

– Você é um anjo mesmo... e olha, talvez até seja melhor... eu não vou conseguir meter no teu cu nunca mesmo... assim pode até ser... o pau dele é mais fino que o meu e se você fizer um esforço... sabe, maninha, ele mete umas vezes em você e te alarga um bocado... o bastante pra depois teu cu aceitar o meu cacete...

– Então vamos pra cama? já que a gente não vai dormir junto, você bem que podia me foder um bocado agora... minha xota não ta mais ardendo... ta só coçando mas é de tesão por você...

– Vamos lá...

Capítulo 8 - O último cabaço da minha irmã

Na ida para o chalé, encontramos Anita e o "tio" dela entrando no quinze. Ela olhou para mim e eu fiz cara de tesão para ela, enquanto apertava ostensivamente os peitinhos da minha irmã. Ela deu um risinho encabulado e desviou o olhar, entrando no chalé com o velho. Vanda percebeu tudo e, enquanto tirava a roupa, falou.

– Mano, você ta paquerando a Anita? Vai querer foder ela também?

– Tem problema?

– Nnnnão... desde que você não me bote pra chupar aquela lingüiça broxa...

– Hahaha... de repente você até podia ressuscitar o cara... fica fria, eu não vou fazer essa maldade contigo... vem aqui, gostosa, senta no meu cacete...

Nos últimos dias, nós estávamos fodendo tanto que o tesão era constante, e a gente mal se beijava, ia logo metendo. Vanda era bastante escandalosa na foda e eu estava dando um capricho especial para que ela gritasse bastante, a ponto de ser ouvida pela Anita. Agora, eu já não me importava que ela soubesse que eu comia minha irmã, muito pelo contrário...

Depois que acabamos de gozar, virei a Vanda de costas para mim e comecei a passar o dedo na entrada do seu cu.

– Que é que você está fazendo, mano?

– Já que é o tio que vai tirar teu cabaço, eu quero ao menos meter o dedo. Posso?

– Boa idéia... porque a gente nunca fez isso? Deixa eu passar um pouco de sabonete lá dentro.

– Tem gel, sua boba.

Mas ela já tinha saído. Voltou logo, com a mão lambuzada de sabonete passou no meu dedo médio.

– Eu sei, maninho... é que você disse que o gel anestesia, não é? eu quero sentir um pouquinho de dor... pronto, mete o dedo... mete devagarinho...

Ela estava deitada de lado, com as pernas encolhidas, os joelhos quase tocando o queixo. Forcei o dedo ensaboado no seu anus e fui penetrando bem lentamente. Ela estava ficando muito excitada e eu também.

– Tá doendo?

– Um pouquinho de nada. Pode meter... assim, maninho... mete todo... ai, que dorzinha gostosa... mexe com o dedo... assim, pra dentro e pra fora... que bom, você está fodendo meu cu... ai, que delícia... bota mais um dedo pra ver se eu agüento...

– Tá gostoso mesmo? pega no meu pau pra eu gozar também.

– Pego sim, meu macho... ta gostoso mesmo, eu não ia te mentir... agora que você botou o outro dedo então... continua fodendo, Dani... assim... aiiii que bom...

Eu não agüentava mais... com a mão livre, peguei o gel e lambuzei o caralho. Quando senti que ela estava no auge do tesão, tirei os dedos e encostei o pau, que se encaixou no buraquinho dela.

– Que é que você está fazendo, maninho?

Meti a língua em sua orelha e murmurei.

– Estou começando a foder teu cu de verdade. Você não quer? põe a mão na bundinha e abre bem pra eu meter.

Ela puxou bem a nádega para o lado, deixando a entrada toda exposta. Eu queria enfiar bem devagar, mas não resisti e meti a cabeça de uma só vez.

– Ai, maninho, devagar... assim você me machuca...

– Fica quietinha, você vai gostar... relaxa bem, eu vou meter o resto do pau bem devagar... mas vou meter tudinho, ta bem?

– Tá bem, meu amor... mete... eu estou sentindo ele entrar... ai que dor... pode meter, dessa vez a gente consegue... meu homem... eu vou ser tua putinha bem completa... deixa eu ver se já entrou...

Segurei a mão dela e passei no pedaço do cacete que ainda estava por penetrar. Ela gemia muito, mas eu acho que era mais de tesão do que de dor. Continuei enfiando até sentir sua bunda macia encostada nos meus pentelhos. Coloquei a mão em sua bocetinha úmida e acariciei seu grelo. Ela gemeu mais e começou a mexer com a bunda para a frente e para trás.

– Ai, Dani... que bom... mete o dedo, Dani, mete... assim... tá tão gostoso, maninho... me fode... ta me rasgando toda... aiaiaiai...

A essa altura, ela estava deitada por cima de mim. Estava um pouco difícil bombar o pau, mas talvez fosse até melhor para irritar menos o seu cuzinho virgem. Falei para ela fazer movimentos circulares com os quadris, enquanto meu dedo fodia a sua bocetinha, agora ensopada de tesão. Aos poucos, acelerei o seu rebolado e fui sentindo o orgasmo chegar.

– Assim, minha gostosinha, rebola mais depressa pro teu macho... minha putinha do cu apertado... aiiii eu vou gozar... senta em cima de mim e pula um bocado... agora, vamos... assim... levanta e abaixa... de novo... ai, que bom... mais... mais depressa... agora, Vanda... to gozando... pula depressa, sua puta... mais... maiisssss... ahhhhhhhhhhhh...

Enchi o cuzinho dela de porra. Acho que ela não gozou, mas também não reclamou. Ficou sentada em cima de mim até sentir que o pau não estava completamente duro.

– Gostou, amor? foi meu último cabacinho... não quer mais? fode minha boceta agora...

Eu tinha vontade de não tirar o caralho de dentro dela e gozar mais uma vez no seu cuzinho mas lembrei que mais tarde ela ia dar pro tio Lupe e talvez fosse bom poupá-la um pouquinho. Mas o pau estava ficando duro de novo e eu refiz o meu raciocínio.

"O bom é ela se acostumar mais com o cacete dentro do rabo... assim ela nem protesta quando o tio meter nela...."

Afinal, eu podia comer a minha irmã a hora que bem entendesse. Mas a Jana era outro departamento... e o tio disse que só mandava a loirona depois que ele conseguisse enrabar a Vanda. Ela ia ficar um pouco dolorida, mas e daí? foda-se, maninha...

– Deixa a boceta pra depois, meu bem. O pau já ta durinho de novo, vê se você consegue gozar pelo cu. Ainda tá doendo?

– Um bocado, mas não faz mal... pode foder, maninho... to tão feliz de ter conseguido dar pra você... monta em mim... bomba essa piroca gostosa... assim... com força... ai, Dani, você é gostoso... tão gostoso... me fode, meu amor... me arromba... aiiiiii...

Tapei a boca da putinha com a mão. Se ela continuasse a falar, eu acabava gozando e eu queria prolongar bastante a foda. Nunca tinha comido um cu gostoso como o dela. A Andréia era legal, tenho que confessar, mas a minha irmãzinha... puta que pariu, era fora de série...

De repente me passou pela cabeça a idéia de virar uma noite com as duas. Sei lá se o tio ia aprovar mas até que era uma boa... a Andréia eu sei que topava... não tinha duvida que ela bem que gostaria de armar uma briga de aranha com a minha irmã...

– Ai, maninho, mete com força... você perdeu o tesão, meu macho? tá tão devagar... me fode...

Porra, eu fiquei pensando em outras putarias e acabei me distraindo. Fiz a vontade dela, enfiei o cacete até o fim e puxei devagarinho. Quando estava quase saindo, meti de uma vez. Ela berrou.

– Assim também não... aiaiai... assim dói...

Dei um tapa na bunda dela.

– Fica calada e rebola, putinha. Assim, mexe bem... tá gostando de dar esse cuzinho apertado... to vendo... to sentindo... mexe, vadiazinha... aiiiii... eu vou gozar... vou... tooooooooooooo... gozaaaaaandooooo...

– Goza, Dani, goza mesmo... bate mais na minha bunda... bate com força, meu macho... ai que loucura... que foda mais doida... eu sou tua puta sim... completinha... aiaiaiai...

Gozei loucamente. Talvez por perceber que ela também sentia prazer agora. A impressão que eu tinha é que nunca ia parar de esporrar naquele orgasmo incrível. "Na hora que ela aprender a gozar pelo cu... eu acho que morro..."

Até que rolei para o lado. Ela pôs a mãozinha no meu pau todo melado, lambeu meu peito, meu pescoço.

– A boceta agora, amor...

Puxei-a para mim e fiz que não. Acho que agora que tinha conseguido enrabá-la, senti o cansaço do dia e falei que queria dormir um pouco. Ela não reclamou e fechou os olhos.

Acordei com aquela sensação familiar da minha irmã chupando meu pau. Ela sugava, com os olhos fixos em mim. Quando viu que eu estava desperto, apenas repetiu.

– A boceta agora, amor...

Capítulo 9 - Jana

Tio Lupe veio nos fazer companhia no jantar.

– É pra minha noivinha não fugir - brincou.

Demos um riso amarelo, enquanto o velho safado punha a mão entre as coxas da minha irmã, por baixo da mesa. Então, ele ficou sério, se levantou, falando para ela.

– Não demora, garotinha. Estou doido pra tirar esse cabacinho do teu cu.

Foi difícil para nós segurar o riso. O velho achava que era muito esperto, mas dessa vez ia tirar um cabaço imaginário.

Quando entramos no escritório, quase esbarramos na Anita que ia saindo, ainda abotoando a blusa. Porra, tio Lupe era mesmo insaciável. Chegou perto de mim e perguntou em voz baixa:

– Quer se divertir um pouco com a garotinha?

– Você prometeu a Jana. Mudou de idéia?

– Claro que não, garoto. Só depende da tua maninha, você sabe disso. Assim que eu começar a meter na bundinha dela, mando minha filha passar a noite com você. Agora eu vou dar uma mijadinha. Vai se despedindo da Vanda e espera teu presente no chatô.

Aproveitei a ausência dele e abracei minha irmã, metendo a mão no meio de suas coxas.

– Tá molhadinha, meu amor. É tesão no coroa? pensei que você estava com medo...

– Sei lá, maninho. Desculpa, mas o tio Lupe é bem legal. Tô com medo não, o pau dele é menor que o teu e eu sei que ele não vai me machucar. Só estou com pena de você, que vai dormir sozinho... ou será que não? eu sei que você tá doido pra comer a Anita...

– Que nada, boba, a essa altura ela já ta mamando na piroca do coronel dela. Eu vou mesmo é tocar uma punheta pensando em você, sua putinha. Não esquece que o tio pensa que é a primeira vez que você dá o cu. Chora um bocadinho, diz que está doendo, mas não pede pra ele tirar. Deixa ele te foder bem gostoso, ta bem? Lembra do que eu te falei, é a tua bunda ou a minha...

– Deixa comigo, eu vou matar ele de tanto gozar. Dani, tua mão na minha xota ta tão gostosa... enfia o dedo, faz eu gozar rapidinho...

– Melhor é você me dar uma chupeta, sua vadia. Afinal, eu é que vou ficar sozinho... O velho disse que ia fazer xixi, mas eu acho que ele resolver dar uma cagada também. Vem, chupa depressa.

Ela tirou meu pau da bermuda e, em menos de dois minutos, eu enchia sua boquinha com a minha porra. Guardei a piroca de volta e me encaminhei para a porta.

– Não esquece, Vandinha. Capricha com o velho.

–––––––

Já fazia mais de meia hora que eu estava deitado barriga para cima na cama do chalé, acariciando o pau. Imaginava a Vandinha de quatro e a vara do tio Lupe entrando em seu cu supostamente virgem. Ela chorando e pedindo pro tio tirar, ao mesmo tempo em que empurrava a bunda para trás, facilitando a penetração. A única coisa que perturbava esse sonho é que cada vez que eu fechava os olhos, minha irmã era substituída pela Jana, gemendo de tesão pelo cacete do pai, que arrombava seu rabo. Até que escapou um grito da minha garganta.

– Pára, tio, a Jana é minha...

– Claro que sou, querido. você estava tendo um pesadelo?

Olhei para a porta e ela estava ali. Aquela loira enorme, linda, gostosa... eu estava meio sem jeito e sem saber o que dizer. Parece que ela compreendeu e se deitou ao meu lado, passando a mão pelo meu peito.

– Papai falou pra eu ser bem boazinha pra você. Parece que vocês fizeram um troca-troca, né?

– Você viu a Vanda?

– Só de relance. O papai gritou por mim e quando eu entrei no quarto ele estava montado na tua irmã. Ela estava chorando baixinho. Será que ele bateu nela?

– Não, foi outra coisa. Bem, eu vou te contar. A Vanda está dando o cu pro teu pai. É a primeira vez dela. Deve ser por isso que ela estava chorando.

– É, mas eu acho que ela até estava começando a gostar. Ela nem percebeu quando eu abri a porta nem quando o papai fez sinal que eu já podia vir pra cá foder com você, mas quando eu estava saindo, ouvi ela dizer "não tira não, pode meter tudo que eu agüento".

Que putinha safada... se fosse com outro cara, eu acho que não me importava muito, mas o tio Lupe era foda... no fundo, eu tinha ciúme que a minha irmã gozasse com ele... filho da puta...

– Em que é que você está pensando, querido? esquece a maninha, hoje tua mulher é a Jana... vê se você gosta...

Num instante ela estava nua, ajoelhada na cama. Ela era realmente linda. Seus seios eram muito maiores que os da minha irmã, durinhos, com os mamilos ainda pequenos e rosados. Puxei-a para mim e comecei a chupar os biquinhos, que num instante dobraram de tamanho. Ela gemia e apertava minha cabeça de encontro ao seu peito. Minha mão desceu ao encontro daquela boceta linda e tentei enfiar o dedo, mas ela pediu.

– No grelinho, amor... mexe no grelinho... eu gozo mais assim... isso... aiiiiii que delicia... ta sentindo como ele está grande? mexe bem, assim... com força, mais depressa...

Sua mão me punhetava com tanta fúria que eu cheguei a temer pela integridade do laborioso...

De repente, ela se afastou, colocou-se de quatro na cama e gemeu.

– Vem, meu gostoso, vem foder a tua cachorrinha...

Eu ainda pretendia brincar mais um pouco, mas não dava para resistir àquele monumento de cabelos doirados que se oferecia toda. Coloquei-me por trás dela e apontei o pau em sua boceta encharcada. Ela segurou novamente minha piroca e começou a esfregar a cabeça nos pentelhos molhados.

– Que gostoso, Dani... deixa eu lubrificar bem esse caralho... pra não machucar tua cadela, ta bem?

– Precisa disso pra meter na xereca?

– Eu quero que você me enrabe, meu amor. É isso que o papai está fazendo com tua irmã, não é? A não ser que você não queira... você não gosta de um cuzinho?

– Claro que gosto... adoro... deixa eu meter logo...

Ela deu um risinho e colocou a cabeça do meu pau na entrada, ajudando o início da penetração.

– Assim, amor, vai enfiando devagar. Ai, querido, teu pau é tão grosso... eu não estou acostumada, vai devagar... devagar, meu anjo... DEVAGAR, FILHO DA PUTA!!!

Acho que mereci o xingamento. É que eu não resisti e soquei tudo de uma vez no cu da minha deusa. Estranhei um pouco a facilidade com que o pau chegou ao fim e eu comecei a roçar os pentelhos em sua bunda macia. Não que ela fosse arrombada, mas minha pica era realmente mais grossa que a média e eu esperava encontrar um pouco mais de dificuldade.

A comparação com minha irmã era inevitável. A Vandinha não era grande nem linda como a Jana, mas era apertadinha, rebolava como uma puta e gemia tão gostoso...

Bem, mas quem estava na ponta da piroca era a loira e era com ela que eu ia gozar essa noite. Dei um tapinha na bunda dela para animá-la a mexer um pouco mais. Em pouco tempo, ela estava rebolando loucamente, resmungando palavrões e espremendo os próprios seios. Por meu lado, apoiei as mãos na sua bunda e fui socando o mais forte que conseguia. Cada vez que o pau chegava ao fundo, ela pedia "me fode, me fode". Era demais para mim e não demorei a gozar. Ela agora esfregava o grelo, o rosto enterrado no travesseiro para abafar os gritos. De repente, murmurou "gozei, papai" e se esticou por baixo de mim.

Eu tinha gozado bastante, mas não estava satisfeito. Ao mesmo tempo que estava frustrado por ter descoberto que ela não era assim tão boa de cama, continuava com tesão por aquele corpo escultural. Ela sentiu que o pau não estava amolecendo e mexeu ligeiramente a bunda.

– Quer mais, meu amor? Eu sabia que você ia gostar de foder a tua Janinha... goza de novo, pode gozar quantas vezes você quiser... arromba o cuzinho da tua puta, meu macho gostoso...

Mas eu já tinha tirado o pau e fiz com que ela se pusesse de quatro novamente. Mais uma vez, encostei o pau na entrada da sua vagina.

– Agora é a vez da boceta...

Para meu espanto, ela saiu de baixo de mim e foi para o outro lado da cama. Enrodilhou-se e começou a chorar baixinho.

– Na boceta não, amor... meu pai me mata, a Andréia me bota pra fora de casa... eles fazem questão que eu case virgem... papai diz que mulher só pode dar o cabaço pro marido... senão é puta... por favor, não mete na minha boceta... eu dou o cu quantas vezes você quiser... chupo teu pau... você quer? deixa eu chupar um pouco...

– Não precisa... é que eu pensei que teu pai te fodia sempre...

– Que nada... depois que eu fiquei grande assim, ele mal toca em mim... já tem uns dois anos que ele esfriou comigo... antes ele fazia de tudo, tudo mesmo... menos na boceta, é claro. "Teu cabaço é sagrado", ele dizia, "só teu marido é que vai tirar".

– Quer dizer que ele não tem mais tesão em você? como você faz pra gozar? se masturba? dá para os outros hóspedes?

– Não, ele não gosta que eu fique dando por aí. Às vezes eu faço um roçado com a Andréia, ela curte um bocado. Com hóspede, só quando ele manda.

– Sei. Como hoje, né?

– É. Anteontem depois do almoço foi com aquele velho nojento, tio da Anita. Fiquei mais de uma hora chupando aquela salsicha podre e ele ainda gozou de pau mole na minha boca.

– Não brinca... isso eu não sabia... e a Anita?

– Papai não te contou? ele passou a tarde toda fodendo a garota. Gozou em todos os buracos dela. Ela era virgem, você sabia?

– Sabia. Isso ele me contou. Olha, vamos dormir agora, eu estou cansado.

– Você está zangado comigo...

– Não estou não, é só cansaço.

– Eu não quero que você fique assim... deixa eu te fazer um carinho... só um pouco... eu gostei tanto de você... me fode de novo, meu amor... você nem precisa fazer força...

Eu estava deitado de barriga para cima. Antes que eu dissesse qualquer coisa, ela pegou o meu pau e foi arriando o corpo lentamente até ficar sentada sobre meu ventre, de costas para mim. Conforme havia dito, eu não precisei fazer nada, a não ser encher novamente o seu cu com o meu gozo.

Depois, sem trocar palavra, viramos cada para um lado e dormimos.

Acordei com o sol entrando pela janela. Fiquei feliz quando vi que era Vanda que dormia a meu lado. Passei a mão em sua bocetinha até que ela despertou, sorrindo para mim.

– Oi, amor, o tio Lupe só me liberou quando o dia clareou. A Jana entrou no quarto e acordou a gente. Eu achei esquisito que quando eu estava saindo, o velho falou pra Jana ficar porque ele queria falar com ela. Então ela disse que sim e se deitou ao lado dele. Mas e você? como é que passou a noite?

– Ah, tudo bem. Senti a tua falta e bati duas punhetas. Chega pra cá, eu estou doido pra dar uma foda de verdade...

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Daniel

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