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PATRICINHA SUBMISSA E VADIA

Autor: Mestre39rs
Categoria: Heterossexual
Data: 20/09/2007 22:00:03
Nota 6.17
Assuntos: Heterossexual

Meu nome é Yuri (Todos os nomes são fictício) tenho 40 anos, 1,70 moreno escuro, olhos castanhos,um pouco fora de forma, separado do segundo casamento, atualmente moro sozinho. Trabalho como chefe de segurança em um condomínio de alto luxo na zona sul de Porto Alegre. A empresa em que trabalho abriu um novo contrato em um prédio de alto luxo na região da Bela Vista em Porto Alegre. Um prédio enorme e com muita gente rica, famosa e importante morando no prédio. Como o contrato é novo e a responsabilidade é muito grande fui designado para comandar o serviço durante o dia. A equipe de trabalho era toda nova, Porteiros todos com nível médio completo e alguns com nível superior incompleto, coisa de alto nível. Aos poucos fomos tomando conta da rotina do prédio que tinha 40 andares um apartamento por andar, um luxo só. A Maioria dos moradores mal nos comprimentava. Mas a pior pessoa de todas era uma patrícia de nome Natalie, uma loira alta, linda, estilo cavalona de 18 anos, filha de um deputado importante. Ela maltratava todos, era mal educada, cheia, tratava todos os funcionários do prédio como lixo ou coisa pior. Ela já tinha sido grossa com quase todo mundo, menos comigo, pois pouco falava com ela, e quase sempre estava ocupadíssimo na minha rotina na segurança do prédio. Casualmente numa noite quente de sábado fui chamado para coordenar a segurança naquela noite, pois haveria uma festa no prédio e eu deveria estar por lá caso houvesse abuso na festa. Eu tinha uma outra festa para esta noite tive que cancelar e fui trabalhar, puto da vida, mas trabalho é trabalho, fazer o que. Era o aniversário de um desembargador que mora no prédio, festa de alto nível gente importante, rolou muito wiski, cerveja, tinha todo tipo de bebida e comida até o pessoal que trabalha na portaria comeu a se fartar. Uma hora da manhã não tinha quase ninguém mais na festa só alguns convidados e o pessoal do no prédio. Fui fazer a ronda no prédio e na garagem, chegando lá vistoriei todo o pátio e fui em direção à lavanderia, quando cheguei lá ouvi vozes e risos. Vi Natalie em altos amassos com um dos garçons que estava trabalhando na festa. Quem diria uma patrícinha metida a besta numa esfrega com o garçon, quando cheguei, elas estava quase pelada e num amasso que só viram a minha chegada quando eu estava a menos de um metro deles. O garçon tomou um susto, Natalie escondeu o rosto, nisso perguntei está tudo bem Senhorita Natalie? Ela me respondeu rispidamente: Está, e você não deveria esta se metendo na vida dos outros. Nisso Firmei a voz e exclamei: A Senhorita esta enganada este é o meu serviço, a senhorita que deveria escolher outro lugar para seus amassos. Furiosa ela tentou me agredir, revidei e dei  lhe um empurrão caindo no chão mostrando a boceta raspadinha, ela estava sem calcinha. Pelo jeito o garçon tinha traçado a patrícinha vadia. Furiosa ela se recompôs e investiu novamente contra mim quando o garçon interveio e segurou ela pelos braços, gritei com ela e disse que deveria se recompor e sair dali, sem escândalos, pois ficaria feio para ela e não para mim. Ela gritando mandou o garçon embora e saiu pisando forte como uma menina mimada que é. Me diverti com tal situação, e a partir desta data tudo mudaria. Passaram se os dias e ela continuava cada vez mais antipática e mal educada, mas com o acontecido comecei a verificar sua rotina, e vi que de santinha ela nada tinha. Percebi que era uma bela duma safada. Ela fazia faculdade de administração e sempre tinha um ou outro colega estudando com ela, detalhe ela ficava as tarde sozinha com os tais colegas. Eu ouvia comentários de que era uma safadinha e fodia com todos, tinha um apetite daqueles. Numa terça feira à tarde lá pelas 13 horas ela subiu com um colega estranhei o cara era bem vestido, mas mal encarado, meia hora depois ela me interfonou pedindo que fosse ao seu apartamento, estranhei, mas como ela havia pedido com urgência fui, pela voz vi que estava nervosa. Chegando lá ela me atendeu pela área de serviço e pediu que a ajudasse. Acompanhei ela até seu quarto, chegando lá o rapaz que a acompanhava estava muito louco, segundo ela ele tinha se drogado e não queria ir embora notei que eles estava fora de si. Ela pediu para eu resolver o problema, pois sabia que eu era discreto. Eu disse que faria, mas ela ficaria me devendo. Ela exitou, mas concordou, prontamente retirei o cara pelos fundos do prédio, uma hora depois retornei. Perguntei quem era o cara, ela constrangida me falou que era um dos seguranças da faculdade, que eles tinham marcado um programa naquela tarde, mas o cara era viciado e ela não sabia. Quando ela falou isso eu comecei a rir, ela ficou brava e tentou me agredir, nisso dei  lhe um tapa e derrubei na cama dela. Ela estava com uma calça colada no corpo marcando tudo e caiu mostrando aquele corpão. Ela levantou e tentou de novo me agredir, ai eu bati com vontade e xingava ela de vadia, metida, puta, rampeira, chinelona, biscate, pilantra etc. Ela chorando aos soluços pedia para eu bater mais que ela merecia. Aproveitei sentei na cama e enchi sua bunda de palmadas, ela esperneava choramingava, gemia e mesmo assim pedia mais.Cansei de dar palmadas, ai ela levantou e disse que eu era um tiozinho, malvado ficou na minha frente baixou as calças e mostrou sua bundinha toda vermelha. Levantei e agarrei com força sua bunda, com a outra mão agarrei os seus lábios vaginais e apertei também. Nat gemia, grunia, rebolava e pedia mais, ai agarrei bem suas teta e apertei. Ela gemeu alto e gozou, pegou minha mão e colocou na boceta para eu ver o quanto tinha gozado. Esta ensopada a boceta de nat. Larguei e ela caiu no chão e disse que eu era muito mau. Eu falei que ela continuava sendo uma patrícinha vadia e sai do quarto dela. No outro final de semana tive que vir havia outra festa de aniversário e desta vez era de Natalie.Fiquei puto de ter de trabalhar na festa desta vadia, mas fazer o que. Quando cheguei eram 18 horas e logo depois Natalie me chamou em seu Ap. Chegando lá ela me apresentou ao seu pai e disse que eu tinha sido a pessoa que havia expulsado um colega dela que havia abusado de sua amizade. O pai dela me cumprimento e disse que eu era um excelente funcionário e que iria me recomendar bem aos meus patrões. O pai de Natalie saiu e ela me agradeceu dizendo que o aniversário era dela, mas o presente seria meu, e que até a meia noite eu deveria escolher qual seria. Eu ri e disse que aceitava o presente, mas perguntei, se podia ser qualquer um, ela disse que sim, sem restrições. Ri novamente e me despedi. Voltei para portaria pensando o que iria fazer. Pensei e decidi realizar o sonho dela. Iria transformar ela na vadia que tanto sonha ser, mesmo que seja inconsciente.Uma hora da manhã ela apareceu na portaria e pediu que eu a acompanhasse na lavanderia. Fui junto ela estava maravilhosa usava um vestido longo preto.Chegando lá ela ficou nua em pelo e perguntou qual seria meu presente, eu disse para ela que o meu presente seria grande e não seria só naquela noite, e se concordaria. Ela pensou e disse sim. Naquele momento transamos. Na segunda feira à tarde ela chegou da faculdade e como sempre sequer nos cumprimentou. Dei um tempo e fui ao seu apartamento, a empregada atendeu, pedi para falar com dona Natalie. Minutos depois a empregada disse que eu me dirigisse ao escritório do Ap. Chegando lá nat estava com shortinho minúsculo e uma nini blusa mostrando os fartos seios espremidos. Ela perguntou com um ar arrogante o que eu desejava, eu disse que estava lá para começar a receber meu presente, ela riu e disse que eu estava louco. Cheguei perto dela e dei lhe uma bofetada que jogou ela no chão. No chão eu disse que não era para gritar ou gemer, e dei outro tapa. Soluçando me pediu desculpas. Nat perguntou qual seria meu presente, eu disse a ela que eu veria a vadia que há dentro dela. Ela tentou exclamar que não era vadia, dei outro tapa e mandei parar de soluçar que agora além da vadia eu queria ela como minha escrava sexual. Quando falei isso correram lágrimas do rosto, mas havia um olhar lascivo e cheio de desejo. Mais calma, perguntou o que deveria fazer para me agradar. Respondi que a partir de agora iria fazer somente o que eu mandava. Ela soluçando concordou. Fechei o escritório com a chave, sentei à mesa do Pai dela e mandei que ficasse nua.Nua e em pé a minha frete ordenei que a partir, deste dia em diante quando estivéssemos junto sem nossos encontros ela não olharia mais em meus olhos, falaria somente quando eu dirigi  se a palavra a ela, ela usaria as roupas que eu mandasse, e que a partir daquela data me chamar de meu senhor. Ela olhos nos meus olhos e disse que eu estava louco, levantei e bati nela de novo, agora com mais violência. Ela apanhou quieta sem sequer grunir, apenas gemia. Quieta ela ficou ajoelhada aos meus pés. Agora sim aprendeu, agora começa seu treinamento de escrava puta, você quer perguntar algo exclamei. Sim o que o senhor fará respondeu Nat. A partir de hoje usará sempre saia curtas, sem calcinha, não usará soutien, usará maquiagem bem produzida discreta, mas que lembre uma puta. Quando usar calça use as mais apertadas que tiver e coloque no seu cú o plug anal que estou te dando e na vagina estas bolinha tailandesas, não tire exceto e caso de necessidades. Mandei levantar e se vestir, prontamente colocou o plug e as bolinhas vaginais, perguntei o que estava sentindo, ela disse que estava gostoso, mas desconfortável, eu disseque ela se acostumaria. A partir daquela data receberia minhas orientações todos os dias, ao levantar me telefonariam para receber suas instruções, ela concordou, dei um beijo em seu rosto e fui embora. Mais tarde pediu permissão para sair eu autorizei, mas com a roupa que estava, ela concordou. Quando passou pela portaria estava cabisbaixa e caminhando com dificuldade, me diverti. Ao voltar disse que tinha um recado para ela. Ao entrar em meu escritório baixou os olhos e ficou quieta, perguntei como foi seu passeio? Nat falou, foi bom meu senhor os homens me cantara e alguns até me bolinara, bati nela, ela perguntou porque, disse que era minha escrava sexual não uma vadia de rua. Ela exclamou dizendo que quando saiu vestida com tão pouca roupa foi o que sentiu. Ri e disse que realmente estava com a razão era uma vadia de rua agora. Falei para ela arrumar um namorado talvez um noivo, ela concordou, e disse que já tinha um pretendente, um mauricinho que morava no prédio chamado Luciano (Um chato). Concordei e autorizei. No outro dia falei para vestir uma minissaia e que iríamos sair junto, ela concordou e nos encontramos num schoping. Ao chegar sentou ao meu lado no bar em que estava, mandei abriras pernas e passeis a mão para verificar se estava sem calcinhas.Comprovado falei que daria alguns presentes para ela. Fomos a um tatuador, chegando lá levei Nat para um compartimento em separado e mandei tirar a roupa, ela me olhou com ar de reprovação, bati nela com força, ela me obedeceu. Logo depois entrou um gordão forte, enorme e mal encarado, e perguntou seja era para fazer o serviço. Falei que sim. Ele deitou Nat na cama e mandou abris as pernas. O tatuador tatuou no púbs uma coleira com as iniciais de Nat nos pequenos lábios ele colocou um piercing como no bico dos seios. Nat gemia, mas estava excitada; o gordão disse que ela estava encharcada. Feito o serviço o Gordão perguntou quem pagaria, mandei Nat pagar. Ainda com dores mandei ela dar um brinde para o gordão, ela pergunta o que seria. Coloquei - a pelada debruço na cama e mandei o gordão comer a boceta dela. O gordão se deliciava, suava e socava fundo, Nat gemia de dor prazer e humilhação. O gordão terminou e fomos embora, chegamos em uma joalheria e mandei ela escolher um colar, escolhido, a mandei ela pagar, e disse que a partir deste dia usaria sempre como prova de sua submissão. Passado um mês ela estava doutrinada e obediente, agora além de ser minha serva, ela faz programas com altos executivos e da toda grana para mim como forma de tributo. E esta noiva de Luciano. Tem a obrigação de toda a vez que fazer um programa ligar para o noivo e dizer que o ama. Ela gozava sempre quando faz isso. Hoje ela dá para todos os funcionários do prédio, dia deste ela transou inclusive com um mendigo numa rua deserta. Dia destes, ela me falou que tinha um problema, perguntei qual ela me disse que estava numa fria, pois foi fazer um programa com dois executivos e um deles era seu padrinho. Fez o programa como se não conhecesse o padrinho agora ele liga todos os dias para transar com ela. Com este problema fui falar com o tal padrinho e negociamos, acabei vendendo a vadia para ele hoje ela é amante do padrinho e está para casar. O tal padrinho é um mestre de mão cheia, colocou ela para trabalha na empresa dele agora ela serve a ele ao noivinho e a quem ele mandar, como prêmio ele me permite transar com ela às vezes quem diria minha patrícinha é totalmente submissa e vadia. Esta foi uma das surpresas no meu turno como chefe de segurança. Se gostaram, votem no meu conto ou mandem e  mail: [email protected]

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Comentários

05/03/2015 07:14:55
Legal
09/09/2012 20:31:19
Uau, que fantástico. Eu também queria ser tão vadia quanto a Nat.

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