Casa dos Contos Eróticos


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A transformação

Um conto erótico de Depravado
Categoria: Sadomasoquismo
Data: 26/09/2007 20:34:59
Nota 10.00
Assuntos: Sadomasoquismo

Este contos não é de minha autoria, mas o encontrei em outro site e trouxe para vocês. É meio longo mas pra quem gosta de sado, como eu, é uma delícia!

Correria... gritaria... uma desordem completa...

Final de tarde... os vendedores gritam por todo o mercado, oferecendo seus produtos para poderem ir embora. Há vários tipos de vendedores, desde o de cereais, de tapetes, até mesmo vendedores de camelos e ovelhas.

O local é uma rua com as casas todas de barro e pedra, na verdade, lojas abertas, com tendas avançando pela rua, quase encostando nas do outro lado, tentando proteger as mercadorias do sol abrasador.

Uma jovem, vestida com um manto de algodão cru, que cobre desde seu pescoço até os pés, e a cabeça recoberta por uma espécie de capuz que deixa visível apenas seus olhos. Em seus pés uma sandália rasa, de tiras de couro, que sobem pelo seu tornozelo.

Ela passeia por entre os vendedores, olhando os vasos, bonitos vasos de argila confeccionados pelos artesãos da aldeia vizinha. São vasos grandes, enormes, ela repara que cabe uma pessoa dentro. Segue seu passeio, e fica admirada e apaixonada pelos tapetes, lindos tapetes persas, feitos manualmente pelas mulheres que habitam o Vale do Oásis, este, um lugar magnífico, um lago grande, com água que cai por entre pedras, como se fosse uma pequena cascata, alimentando o lugar que a água se represa. Esse pequeno filete, protegido pelos moradores locais, forma o lago de águas cristalinas, que, apesar do sol forte, mantém uma temperatura baixa, refrescando àqueles que ali vivem. Às suas margens, vistosas palmeiras floresceram, fornecendo sombra para os que ali habitam. Em torno desse lago, temos o deserto, areia e areia a perder de vista. O lago forma um local paradisíaco nesse ambiente inóspito, por isso os moradores deram o nome de Vale do Oásis para o local.

Poucos habitantes ali residem, em sua maioria fabricantes dos tapetes que nossa jovem está admirando em seu passeio.

Ao seguir desviando das pessoas, fim de tarde, local cheio, homens, mulheres e crianças circulam desordenadamente por ali. O barulho dos vendedores é infernal, gritaria de preços, de ofertas, na esperança de cativar um cliente, vender seus produtos e poder ir pra casa descansar de mais um dia estafante no calor abrasador da cidade.

O mercado é todo formado pelas barracas, que ficam encostados nas pedras de uma encosta, logo na entrada da cidade.

Nossa jovem continua passeando, olhando tudo com atenção, vira a esquina, quando depara com uma barraca vendendo frutas. Percebe que ninguém está olhando e furtivamente pega uma fruta e sai comendo-a sem pagar.

Nisso, um grito de um vendedor... LADRA.. LADRA... PEGA... Todos se viram e ela, sabendo que é o alvo dos gritos, sai correndo, procurando um lugar pra se esconder, esbarrando, empurrando todos que vê pelo caminho. Ao correr sem direção, depara com um camelo bem à sua frente. Leva um susto, mas desvia e continua correndo... vira a esquina e sabendo que não conseguirá escapar por mais tempo, vê os vasos que havia admirado a pouco... rapidamente, se esconde dentro de um deles, principalmente por não ver ninguém por ali nesse momento.

Dentro do vaso ela escuta amplificados os gritos de ladra... procura.. pega... chamem os guardas... resolve ficar ali escondida, quieta, calada.

De repente ela ouve vozes, uma delas dizendo: "este, ponham a tampa, prendam bem e levem para o Senhor Arqueon."

Uma escuridão recobriu nossa jovem ao ser posta a tampa. Escuta barulhos no vaso, tentando imaginar o que seja. Ao pararem os barulhos, ela tenta levantar a tampa, mas esta não se movimenta, estando presa ali dentro.

O vaso se movimenta, alguém está levantando-o, ela se segura o quanto pode e reprime o grito, pois sabe que será pior se falar algo. Imagina que estando no lugar da entrega, poderá escapar mais facilmente.

Sendo jogada e balançada de um lado pro outro, finalmente percebe que o vaso é colocado no chão, onde fica parado. Por não conseguir mover a tampa, ainda presa em seu lugar, ela adormece mal acomodada naquele local escuro e frio.

Acorda com barulhos. Uma claridade irrompe pelo alto do vaso, percebendo que alguém tirou a tampa. Permanece quieta, sem esboçar nenhum movimento nem barulho. Escuta pessoas andando no ambiente. Depois de algum tempo, percebendo que o silêncio toma conta de tudo, levanta-se bem devagar, cautelosamente, e olha em volta de onde está.

Admira-se com o luxo e a riqueza do quarto. Uma cama enorme, com dossel, véus caem do topo formando arcos em sua volta, cortinas em toda cama, presas nas colunas, colunas de madeira entalhada, uma colcha de cetim branco a recobre, quatro travesseiros enormes, com a impressão de serem muito macios, arrumados em pares, encostados na cabeceira, também toda entalhada, com lindos desenhos de palmeiras. Saindo fora do vaso, lentamente vai examinando o aposento, vendo os sofás, poltronas, estátuas que ali estão. Dourados lampiões a óleo, acesos, por todas as paredes, iluminam o quarto.

Uma porta se abre, e um homem aparece. Vendo essa mulher no quarto ele grita: GUARDAS...

A enorme porta de madeira se abre e entram dois homens com lanças nas mãos, que dirigem-se rapidamente até nossa jovem. Pegando-a um em cada braço, seguram-na e aguardam ordens.

Arqueon manda que os guardas arranquem-lhe o capuz e o véu, e se admira com a beleza da jovem. Pergunta-lhe quem é e o que ela faz ali, recebendo como resposta que é uma longa história e na qual ele não acreditaria.

— Levem-na para o calabouço, e coloquem-na na cela 8.

Arrastando a moça, que tenta se livrar, se movimentando, tentando soltar-se daqueles braços fortes que a seguram, gritando para que a soltem, os guardas a carregam para fora, e, no final do corredor, descem com a jovem até os porões da casa, dando risada entre eles, pois sabem o que significa a cela 8.

No calabouço, passam por um corredor com várias salinhas com grades, escuras, sem janelas, no final do corredor uma mesa, com um grandalhão sentado nela, um homem gordo, enorme, careca, uma cara de mau. Os guardas entregam a jovem para ele, dizendo que o Senhor mandou colocá-la na cela 8, piscando os olhos. A mão desse homem parece um torniquete ao pegar no braço dela, que continua gritando, implorando para que a soltem, que ela nada fez, mas é inútil. Entendendo o recado, o grandalhão abre uma porta e carrega a jovem para dentro de um outro quarto, com paredes lisas, um pequeno archote em cada uma, iluminando muito mal o local. No final desse local, uma porta grossa de madeira com um aro de metal grosso e barras de ferro enormes que prendem a porta na parede, entreaberta.

Ele a arrasta pra dentro desse lugar, escuro, sem janelas, a luz dos archotes de fora mal conseguem iluminar o local, que é recoberto de feno. Ela é levada para o fundo, onde o grandalhão prende seu braço direito em uma algema grossa de metal presa na parede por uma pequena corrente com elos grandes. Estando com seu braço esquerdo livre, ela bate no homem tentando se livrar, mas este, assim que prende seu braço, e mal sentindo os golpes, pega o braço esquerdo dela e o prende também. Ela tenta chuta-lo, mas é inútil.

Sabedor do que significa uma mulher presa na cela 8, o grandalhão arranca o manto que ela veste, rasgando-o como se fosse papel, deixando a mostra o corpo de nossa jovem. Nua por baixo do manto, ela veste agora, apenas as sandálias. O homem, passando a enorme mão no rosto dela, exclama que desta vez o Senhor irá gostar pois é uma mulher muito bonita. A jovem cospe no rosto do grandalhão que apenas dá uma sonora risada, limpando seu rosto com o dorso da mão.

Este se vira e sai, batendo a porta com força, fazendo um barulho que ecoa no ambiente, assustando-a. Escuta o roçar do ferro escorregando pela porta, trancando-a. O escuro toma conta do local. Ela nada enxerga, agora o medo começa a tomar conta dela, que começa a chorar, amaldiçoando-se por ter entrado naquele vaso, ao invés de tentar escapar, e dizendo a si mesma que não irá roubar mais nada, pois esse foi realmente o motivo de toda essa confusão na qual ela se meteu. Estando com os braços presos, e nua, naquele ambiente aparentemente enorme, pois andou bastante até a parede após entrarem, começa a sentir frio. O lugar é gélido, a adrenalina inicial de tentar escapar, do susto, e do medo, já refluiu, fazendo-a tremer pelo frio que começa a sentir.

Tenta soltar os braços, mas é inútil, o máximo que consegue é fazer barulho com as correntes. As lágrimas escorrem pelo seu rosto, caindo em seus seios. Com as mãos presas ela não pode enxuga-las, por isso tenta se controlar.

O tempo vai passando e ela em pé, com os braços abertos. As pernas começam a doer, os braços também, vai jogando o peso do corpo cada vez numa perna, mas chega o momento em que nem isso adianta mais.

Grita chamando por alguém, mas ninguém responde. Está isolada, com frio e com fome.

Um barulho e a porta se abre, deixando uma réstia de luz passar. O grandalhão entra, carregando uma correia na mão, acompanhado de uma mulher, que ao lado dele, fica parecendo uma criança. A mulher veste uma roupa que deixa seus seios à mostra, vedando o restante, desde o pescoço até os pés.

Esta traz uma cuia, que é colocada aos pés da nossa jovem. A mulher se vira e sai. A sua roupa atrás recobre do pescoço até a cintura, deixando a bunda de fora, e cobre as pernas até os pés. Achando essa vestimenta estranha, ela pergunta o porque, mas não recebe nenhuma resposta.

Após a mulher sair, o grandalhão prende a correia, de couro, no pescoço dela, correia essa que tem duas argolas. Uma correia grossa, muito apertada, quase lhe sufocando. Soltando a corrente do braço esquerdo dela, mantendo a pulseira de ferro em seu pulso, prende-a numa das argolas da correia. Faz o mesmo com a mão direita.

Pega o pé direito dela e prende-o na parede, deixando-a novamente presa no mesmo local, e diz pra ela que deverá comer o que está na cuia, usando suas mãos para por na boca o que ela recebeu de alimento. Esta diz que será impossível, mas ele assim que terminou de falar,virou e saiu, batendo a porta com força, e novamente o barulho do ferro escorregando por ela.

Vendo que não terá outra alternativa, ela se agacha, e tenta pegar a comida com uma das mãos e por na boca. Difícil tarefa, pois em plena escuridão, só consegue achar a cuia pelo tato, mas que ela acaba conseguindo realizar com muita dificuldade. Como a fome fala mais alto, ela consegue comer tudo que lhe foi ofertado.

Além do mais, agora ela consegue sentar-se, aliviando suas pernas cansadas, mas o frio permanece, fazendo-a tremer. As palhas estão secas, o contato não é agradável, mas o cansaço é mais forte, o que a deixa ali jogada, até mesmo deitando e dormindo um pouco.

Acorda com o barulho da porta se abrindo. O grandalhão entra e acende tochas, quatro no total, deixando o ambiente claro. Ele vem até ela e, levantando-a, soltando seus braços, um a um, prende-os novamente na parede, do jeito que estavam. Coloca outra pulseira de ferro na outra perna, e abrindo-a, prende-a também na parede, deixando-a completamente presa, braços e pernas abertos. Retira aquela correia do pescoço e sai, do mesmo jeito que entrou, sem falar nada, batendo a porta, com o característico barulho do ferro correndo.

Do fundo do quarto surge um homem. Está totalmente vestido de preto, com um manto que o recobre até os pés, um capuz lhe cobre toda a cabeça. Mansamente ele chega e pergunta o nome dela. Ela diz que se chama Esther e pergunta quem ele é.

— Quem sou? A partir deste instante sou o Senhor teu, aquele a quem tu deves obediência extrema. Tu és a partir deste momento uma escrava. Tu te chamarás JAFFA, que significa bela, graciosa, como tu és.

— Quem lhe disse que serei tua escrava?!?! – diz ela, desafiadora.

Ela recebe um tapa forte no rosto e escuta:

— Tu não tens que falar sem que sejas ordenada a isso. Serás treinada para ser escrava. Qualquer desobediência e serás punida. – diz ele com voz forte e assustadora, aproximando-se dela.

Ela se encolhe, encostando na parede, com medo desse homem.

O homem chama-se Kassin Arqueon, é o governador da província, o Sátrapa, mas ele não diz pra ela quem é.

Ele é grande também, repara ela, mas não é gordo como o outro, o que a assusta mais ainda, pois percebe o quanto ele é forte.

— Este quarto é teu lar a partir deste instante, enquanto estiveres em treinamento. Comerás quando EU quiser e permitir. Dormirás quando EU quiser e permitir. Farás tudo aquilo que EU quiser. O caminho para isso é árduo. Estarás sempre nua, nunca porás algo para se cobrir aqui dentro. Serás levada ao extremo daquilo que conheces como vida. Tua vida será minha. Isto não é uma opção... é uma definição.

Virando-se, Kassin some no fundo do quarto, tão sorrateiramente como apareceu.

"Bom, pelo menos ele deixou as tochas acesas", pensa jaffa, enquanto sente martelando em sua cabeça as palavras que escutou a poucos instantes. "Escrava, o que será que ele quis dizer com ser escrava? Mas nem pensar, seja lá o que for."

Nisso a porta se abre e o grandalhão entra novamente. Apaga as tochas e sai, sem falar nada. Volta a ficar no escuro total, mas desta vez em pé, e com as pernas e braços abertos.

Acaba dormindo, em pé mesmo, pensando nas palavras daquele homem.

"Acordo com alguém mexendo em mim. Uma tocha apenas, acesa acima da porta, me permite ver apenas vultos, o grandalhão perto da porta e duas mulheres me soltando. Estando solta, caio ao chão, minhas pernas e meus braços doem muito por causa da posição que fiquei. Sou ajudada a levantar e me levam para fora. Ao sair, percebo que as duas mulheres se vestem da mesma forma que aquela que veio ontem me trazer comida, e, como a outra, em pleno silêncio".

"Sou levada a um lugar onde canos de água saem das paredes, todos pingando, percebo que é o banheiro da prisão desse homem. Elas retiram minha sandália e me colocam sob um dos canos, abrindo a água. Fria, solto um grito, tento sair, mas elas não permitem. Passam-me um pano e uma barra de sabão, e me limpo com isso, acabando por me acostumar com a temperatura da água. Após o banho elas me passam uma toalha para que me seque. Recolocam minhas sandálias e saem, me deixando sozinha. O grandalhão entra, e pegando-me pelo braço, praticamente me arrasta de volta pra prisão. Com toda a delicadeza do mundo, sou atirada pra dentro, caindo no chão, e a porta é fechada estrondosamente, e o ferro passado."

"Tudo escuro, me levanto, e dou um grito de susto. Alguém me agarra por trás, braços fortes, tento me soltar, mas é inútil, as mãos dessa pessoa forçam meus braços pra trás, me deixando sem alternativa para lutar, por causa da dor forte. Forçando-me para baixo, acabo ajoelhando, e sinto uma perna sendo posta nas minhas costas, empurrando meu corpo pra baixo, enquanto meus braços são puxados pra cima. Nessa incomoda posição, meus pulsos são presos com uma corda. Sem aliviar a pressão, ele solta meus braços, para logo em seguida, levantá-los de novo, e passa algo por eles. Percebo ser uma corda também, ou algo assim, pois ao apertá-la, meus cotovelos são colocados quase juntos, uma dor terrível, deixando-me sem condições de mexer os braços."

"Presa dessa forma, ele alivia a pressão da perna nas costas, e sem dizer nem uma palavra, me levanta e me leva até algum lugar nesse quarto escuro. Não sei como ele enxerga, eu não vejo quase nada. Acende então uma das tochas, e tentando me virar pra ver quem é, sou impedida pelas suas mãos fortes. Só pode ser Kassin. Ele passa algo em meus olhos, um pano, até cheiroso, perfumado, e aperta atrás de minha cabeça. Estou vendada."

"Esse tempo todo fico gritando, perguntando quem é, gemendo de dor quando ele me puxa, mas nada escuto de volta."

"Como continuo questionando, ele me põe algo na boca, forçando-me a abri-la. Uma bola, grandinha, empurrada pra dentro, entre meus dentes, fazendo minha boca ficar aberta, e prende na minha nuca. Forte, bem presa, dói até a lateral dos lábios. Mal consigo grunhir, que dirá gritar."

"Escuto barulho de ferro. Sem esperar, sinto uma coisa gélida em meu pescoço, apertando, sinto que é grande pois mantém meu queixo pro alto. Me dá uma leve sensação de sufocamento, que aliada a essa bola, me faz arfar, mais pelo nervoso, sei disso, mas como se fosse uma sensação de não conseguir respirar."

"Mal dá tempo de pensar no que está acontecendo, e sinto algo gelado em minha cintura, um puxão, e um click, como um cinto, isso me aperta bem, incomoda. Outra coisa gelada, desce entre minhas pernas, e, abrindo minha buceta, enfia isso por entre os lábios, puxando forte, tento gritar pela dor, mas sem conseguir, e mais um click. Essa coisa aperta meu grelo, qualquer movimento, sinto piorar a dor, então fico quietinha. Mas é inútil."

"Ele me puxa por alguma coisa, pois meu pescoço é levado para frente e com isso acabo sendo arrastada. Andamos bastante e de repente escuto gente falando, batendo palmas, gritando. Não acredito nisso, ele está me levando passear deste jeito junto de pessoas. Eu nua, vendada, amordaçada, com essas coisas me prendendo, meus braços presos, andando por aí... morro de vergonha, pelo menos não estão vendo quem sou, mas eu sei quem sou."

"O barulho começa a diminuir, voltando ao silêncio, provavelmente por ele ter me trazido de volta. Escuto ele dizer:"

— Levei-a passear incógnita. O próximo passeio será para lhe exibir para meus súditos.

"Súditos? penso eu... quem será esse Kassin então?"

"Nada posso dizer, mas lágrimas me escorrem dos olhos pela vergonha que ele me fez passar. A boca está babando sem parar, pois com essa bola não consigo evitar. Essa baba escorre pelo meu queixo, molhando meus seios. O andar durante o passeio fez com que essa coisa fria entre minhas pernas machucasse minha buceta... está doendo. Tento grunhir algo mas é inútil. O tempo passa e ele não mexe em mim. Não escuto nada. O que estará acontecendo?"

"Ouço a porta de ferro abrir. Alguém vem mexer em mim. Tira a venda que recobre meus olhos, e consigo ver que é uma das mulheres, a mesma que me trouxe comida. Junto com ela está o grandalhão, sempre por perto. Ela desamarra meus pulsos e braços, que com alívio imenso, esfrego com as mãos, tentando fazer o sangue refluir para aliviar a dor. Retira a bola da minha boca. Mexo meus maxilares... que gostoso ficar sem essa coisa, nojenta, que me faz babar."

"Ela sai, junto com o grandalhão, e percebo que deixou uma cuia com comida pra mim. Como com sofreguidão, pela primeira vez desde que estou aqui, com os braços soltos. Enquanto me alimento, vejo que a coisa que está em minha cintura e na minha buceta são correntes de metal, por isso a sensação de frio que deu. Tento mexe-las mas não se movem um milímetro sequer. No meu pescoço, mexo e percebo ser uma coisa grossa de ferro, como uma coleira, com varias argolas e com uma corrente que a prende na parede. Como as tochas estão acesas, consigo ver parte do ambiente. O chão é todo recoberto de feno, as paredes são de pedra. Onde estou é como um quarto, mas vejo que tem mais coisas pra fora, pois uma parede impede que eu veja pro lado. Ele dá bem de frente pra porta, que está relativamente longe. O local é bem grande."

"Escuto alguém se aproximando. Uma pessoa toda de preto, até os pés, um capuz enorme recobrindo sua cabeça, não deixando ver quem é. Levanto-me, mas a corrente não me deixa ficar em pé, deixando-me meio inclinada. Assusto-me e é o tempo suficiente para essa pessoa me pegar pelos braços de novo. Outra vez ele prende meus pulsos um ao outro, com corda, por trás de mim. Grito, mandando me soltar, e novamente aquela bola vem pra minha boca, deixando-me sem poder falar, reclamar, ou mesmo gritar."

"Força-me a ficar ajoelhada no chão, e ajusta as amarras, colocando meus braços juntos, cada mão segurando o antebraço, prende firmemente; passando a corda por uma das argolas, ao puxá-la, meu pescoço acaba indo pra trás com o tranco, mas a intenção dele é levantar meus braços, o que ele consegue, doendo muito meus ombros. Retira a corrente que está em minha cintura e na minha buceta... um alívio imenso."

"Soltando a corrente da parede, leva-me por ela até uma mesa, onde me deita de frente sobre ela e prende a corrente nela, não me deixando levantar dali. Pega minha perna direita e abrindo-a, amarra-a num dos pés da mesa. Faz o mesmo com a outra, forçando-me a ficar de pernas abertas e presa na mesa. Fico com a barriga encostada na lateral do tampo, somente meu corpo sobre a mesa, as pernas e a bunda retas."

"Uma dor forte. Um barulho assustador. Um calor repentino. Ele dá um tapa forte na minha bunda. Grito de dor, abafado pela gag. Os tapas vão se sucedendo, um de cada lado, sempre fortes, arde muito. Não consigo nem me mexer para tentar aplacar a dor. Lágrimas começam a escorrer de meus olhos, choro pois a cada tapa, a dor aumenta, o ardor aumenta, o calor aumenta. Parece uma eternidade, não acaba aquele castigo, seus tapas são fortes, o barulho ecoa pela sala, minha bunda está muito quente, ardida, doendo."

"Assim como a dor veio, ela se vai, os tapas continuam, mas a sensação é diferente, não sei explicar, mas o ardor e o calor permanecem. Sinto minha buceta molhar-se, tento esfrega-la, mas não posso fechar as pernas, quero algo para aliviá-la, quero poder tocá-la, mas estou impossibilitada. Como que por transmissão de pensamento, sinto dedos esfregando-me, dedos sentindo minha buceta úmida, dedos explorando meus lábios, enquanto os tapas se sucedem, os dedos vão mexendo em meu grelo, tapas, dedos, indo e vindo, molhando-se em meu sumo, cada vez mais rápido, como se eu estivesse controlando-os, o ritmo dos tapas e dos dedos em mim vai aumentando, eu começo a sentir uma vontade enorme de gozar, seus dedos me penetram a cada tapa, saem a cada tapa, meu corpo se arrepia, minha mente some, não consigo pensar em mais nada, não sinto mais dor, somente tesão, quero gozar, os dedos me fodem, os tapas me castigam, quando de repente, tudo cessa. Os tapas param, os dedos somem de minha buceta. Um vazio esquisito, quem parou? Porque parou? Tento falar: 'Não pare, por favor', mas a mordaça não permite. Minha vontade de gozar é imensa, estava quase lá, mas ele parou. Eu quero, mas não tive a chance. Choro mais ainda, desta vez não de dor, mas de vontade não atingida. Escuto uma voz":

— Tu não irás gozar enquanto não te entregares. Estás ainda em treinamento.

"Me deixa ali naquela posição, e some. Minha bunda arde, está quente. Minha buceta está molhada, ansiosa, querendo ser preenchida. Nunca pensei que iria ficar assim, com esse tesão inexplicável, apanhando na bunda como apanhei. O que se passa comigo?"

"Fico muito tempo ali, largada, numa posição incômoda, babando muito, a boca doendo, as costas, os ombros, os braços, também doem."

"Escuto passos, sinto soltarem minhas pernas, as quais rapidamente fecho, com muita dor por causa da posição forçada em que estava. Vejo uma das mulheres soltando a corrente, e levar-me até onde estive o tempo todo, e a prende novamente na parede. Fico ajoelhada, pois não dá pra ficar em pé. Ela tira a bola da minha boca, quando escorre um monte de saliva pelo meu queixo e não posso secar, pois minhas mãos continuam presas às costas. Ela sai e me deixa só outra vez. Mas não por muito tempo."

"O homem todo de preto volta, com o capuz colocado. Solta a corrente, me levanta e pergunta":

— Estás já disposta a te entregares pra este Senhor teu?

— Talvez... respondo desafiadoramente.

— Tudo que disseres deverá vir acompanhado de Senhor no final da frase.

— Talvez, Senhor... digo sarcasticamente, mas ele ou não entendeu o sarcasmo ou fingiu que não entendeu.

— Muito bem, então não usarei mais a mordaça. Venha.

"E dizendo isso pega meu braço e me arrasta até o outro lado do aposento."

"Duas tábuas formando um desenho triangular balançam presas por correntes ao teto. Embaixo delas está um tablado, no qual ele manda eu subir. Pega minha perna e a transpassa para o outro lado do triangulo, fazendo com que este fique entre minhas pernas, quase encostado em meu corpo. Ele começa a girar uma manivela presa na ponta do tablado e este começa a descer o centro, onde estão meus pés. Com isso meu corpo encosta nas tábuas. Ele para e ajeita minha buceta, fazendo com que a ponta da tábua fique no meio dela. Gira mais a manivela e meu corpo desce, forçando-me a levantar os pés para que a tábua não me machuque. Conforme ele vai girando, mais me obriga a ficar na ponta dos pés, até que ele finalmente pára. Estou na ponta dos pés, a tábua praticamente encostada, forçando-me. Sadicamente, ele senta-se à minha frente, me observando, me encarando, mas em silêncio absoluto."

"Pergunto-lhe se ser escrava dele é sofrer tanto assim, e ele apenas responde:"

— Quietinha.

"Como não estou mais querendo aquela bola na boca, acabo por obedece-lo. O tempo vai passando e meus dedinhos começam a doer. Baixo um pouco os pés, mas o peso do meu corpo força a tábua contra a buceta. A dor é um pouco forte e rapidamente levanto os dedos de novo. Ao ver isso, ele dá uma leve risada. Começo a me mexer, as pernas indo e vindo, mas isso tem um preço, pois raspa minha buceta, doendo um pouco, mas a dor nos dedos é maior neste instante. Após um tempo, ele se levanta e puxando meus cabelos para trás, esfrega seus dedos em minha buceta, procurando meu grelinho. Acha-o e começa a apertá-lo, a mexer com ele, umedecendo tudo. Com a cabeça puxada para trás, me desequilibro, meus pés descem, mas sobem rápido, pois a dor é forte. Ao mesmo tempo ele me esfrega, me atiça, me deixa molhada de tesão, doida por ser penetrada por esses dedos, pelo menos. Ele me larga, o tempo suficiente para levantar um pouco o tablado, de forma que eu consigo baixar um pouco os pés. Rapidamente, volta ao seu posto, e, segurando meus cabelos, puxa-os, forçando-me para trás, de forma a ter um acesso melhor pra seus dedos em mim. Esfrega-os, invadindo minha bucetinha, indo e vindo, a dor dos pés começando a sumir, sendo trocada pelo prazer que sinto ao ter os dedos me explorando, indo e vindo, entrando e saindo, beliscando, esfregando, escorregando no sumo que solto, o dedão em meu grelo, apertando-o, seus dedos dentro de mim, fodendo minha buceta, minha cabeça girando, doida pra gozar, aqueles dedos entrando, saindo, molhados, quentes, meu corpo como que flutuando no ar, seus dedos entrando, saindo, molhados pelo meu sumo..."

"Mas, ele pára, tira as mãos de mim, novamente cortando a conexão, volto ao ar, perdida, sem saber o que está havendo, mas rapidinho percebendo. Ele parou na hora exata de novo. Não pude gozar, não consigo fechar as pernas, pois as tábuas não deixam, minha buceta está toda molhada, abaixo os pés para deixá-la encostar-se às tábuas, uma sensação gostosa, mas que ele percebe e rapidamente, gira a manivela levantando o tablado, deixando-me longe delas."

"Pegando minhas bochechas com sua mão, aperta-as, formando um bico com minha boca, e diz":

— Ias gozar, escrava? Mas não deu! Que pena não é?

"Mais uma vez, ele sai, deixando-me sozinha, em pé, mole, molhada, quente, suando, e com dor nas pernas e nos braços."

"Após um tempo, o tesão já passado, parecendo programado, uma das mulheres entra e com a ajuda do grandalhão que está sempre por perto quando elas aparecem, me tiram dali e me levam para a parede, onde após prenderem a corrente, soltam meus braços, aliviando a dor que sinto. Esfrego-os, tentando diminuir a dor similar a que milhares de formigas andando pela pele provocam, até que o sangue volte a fluir direito."

"Servem-me um suco, o qual bebo sofregamente. Eles saem, e me sentindo sozinha de novo, recosto naquela parede fria mesmo, para pensar no que está se passando. Alguma coisa tinha naquele suco, o mundo começa a girar, estou ficando tonta, e durmo."

"Abro meus olhos. Estou num quarto totalmente escuro, deitada. Quero esfregar os olhos, mas não consigo. Minhas mãos estão presas. Minhas pernas também. Estou em posição aberta, esticada. Começo a tremer de frio. Chamo por alguém, mas ninguém responde. Ouço um som surdo. É minha voz. Grito e percebo que não estou num quarto escuro. Minha cabeça está dentro de algo. Estou com medo. Que será isso? Tenho pavor de ser sufocada. Uma portinha se abre. Vejo uma luz. Quem é? – pergunto. A luz diminui e sinto algo molhado cair. É água. Estão jogando água pelo buraco. Começo a berrar, a mexer a cabeça, estou com medo. Meu corpo está imóvel, não consigo mexer nada, a não ser a cabeça. A água está caindo enchendo isso em que estou presa. Já chega próxima a minha orelha. Estou com medo. Grito mais e mais, mas vejo que não adianta nada gritar. A água continua a cair implacavelmente em meu rosto. Já está cobrindo minhas orelhas, parece que aumentou a quantidade de água entrando. Já estou quase com água no nariz. Levanto um pouco a cabeça, mas não consigo muito, pois bato nesse negócio. A água atinge o inicio do meu nariz, quase entrando nele quando para, e o buraco se fecha. Grito, borbulhando água, mas é inútil. O medo toma conta de mim. Estou realmente apavorada. Tento permanecer com a cabeça parada pra água não balançar muito, senão entra no nariz. Estou totalmente retesada, minhas mãos fechadas, paralisadas de pavor. O buraco se fecha, deixando apenas pequenos furos, para entrar ar."

"Sinto dedos mexendo em minha buceta, esfregando-a. Vigorosos movimentos no início, abrandando ao achar o grelo, um beliscão neste, fecho mais ainda minhas mãos, os dedos começam a invadir-me, dedos me fodendo, indo e vindo, continuo apavorada, pois minha cabeça se mexe, a água mais ainda, vem ao nariz, me dá sensação de sufocamento, que me apavora muito. Os dedos vão e vem, devagar, bem devagar, aos poucos, aumentando o ritmo, dois dedos, cada vez mais rápidos, começo a sentir minha buceta pulsando, um tapa na minha coxa, na outra, os dedos na buceta, os tapas se sucedendo, a água no meu nariz, grito, não consigo me mexer, os tapas em ritmos seqüenciais, junto com os dedos, indo e vindo, entrando e saindo, molhada, não vou agüentar, meu corpo estremece, tento levantar as pernas, as mãos, os dedos entrando, saindo, eu gozo, molho mais ainda esses dedos que estão dentro de mim, grito, a água balança toda, cobre meu rosto, escorre, meu corpo se retesa o quanto pode, os dedos saem de mim. Amoleço, não resisti, gozei deliciosamente."

"A tampa se abre e mais água começa a cair. Eu grito, mas nada posso fazer, água caindo, cobrindo meu rosto, levanto o quanto posso a cabeça, mas quase não dá mais. Vou morrer afogada. Sobra um pequeno espaço apenas, quando a tampa se fecha. Nem posso gritar, pois minha boca está dentro da água. Um gozo tão gostoso e esse pavor logo em seguida."

"Nem imagino quanto tempo se passou, parece um século, mas finalmente a água começa a baixar. Vai escoando, meu coração está a mil. Até que sai toda. Um barulho, uma claridade invade meus olhos. Tiraram a cobertura. Meus cabelos encharcados, meu rosto todo molhado. Respiro sofregamente, puxando todo o ar que eu posso. Vejo o homem que imagino ser Kassin olhando para mim".

Gelidamente, enquanto ele desmonta essa espécie de caixa em que estava minha cabeça, ele fala:

— Autorizei o gozo teu?

Arfando, respondo: — Desculpe, Senhor, não suportei. Foi difícil segurar.

— Autorizei o gozo teu? Ele repete.

— Não, Senhor. Respondo, baixando os olhos.

— Muito bem. Perdoar-te-ei apenas por esta última frase. Mas apenas desta vez. Que isto não se repita. Teu gozo se dará somente se eu liberar.

— Sim, Senhor. Tentarei controlar-me das próximas vezes, se o Senhor me permitir o prazer novamente.

"Porque eu disse isso? Estou capitulando a este homem? Estou... ele realmente está me deixando louca por ele. Essa mistura de dor e prazer está me levando à loucura."

"Levanto a cabeça o quanto posso e vejo que estou presa a uma espécie de mesa grande, os braços e as pernas abertos, esticados, mal consigo me mexer. Estou completamente nua e descalça desta vez. Tiraram minhas sandálias."

"Fico ali deitada, olhando para onde estou, um quarto grande, enorme, alto. Com várias janelas que vão quase até o teto, vidros pequenos, todos desenhados com paisagens, deixam passar uma claridade grande, vejo que é dia. O quarto, arredondado, é todo de pedras sobrepostas, dando a impressão de ser uma torre, pelo formato das paredes, até que uma das mulheres chega junto de mim. Sou lavada por ela, esfregada com sabão, e para tirá-lo, ela joga água com um balde, água fria, que me faz tremer bastante, pois não me enxuga."

"Como, apesar da claridade, não tem sol, e pelo frio que estou sentindo, creio que já deve ser final do dia."

"Ela solta meus braços, permitindo que me sente, e com um pano, enxuga meus cabelos e passando uma escova, percebo que ela me penteia. Pergunto o porque ela está fazendo isso e recebo um silêncio, pra variar, como resposta. Um homem entra na sala, e espera a mulher terminar de escovar meus cabelos. Percebo que ela acelera o que está fazendo, e, assim que ela termina, este coloca uma correia de couro em meu pescoço, apertando-a, uma sensação de total desconforto, pega minhas mãos e coloca uma pulseira de metal dourado, linda, parecendo de ouro, em cada um de meus pulsos. Essa pulseira possui uma argola também dourada grudada, a qual prende uma de cada lado dessa correia, em argolas que ela possui, e soltando minhas pernas, levanta-me, e entrega-me para essa mulher, a qual me leva para fora do quarto, até uma sala onde tem outras mulheres, também nuas como eu, e com as mãos presas da mesma forma."

"De todas as mulheres que lá estão, somos oito, duas usam o vestido aberto atrás e nos seios. As outras, estão nuas. Uma delas pega uma corda e passa por uma argola que tem na correia que está no pescoço da primeira moça, amarrando-a, deixa uma ponta, e assim vai fazendo, com a mesma corda, uma após a outra, terminando comigo."

"Puxando todas pela ponta, leva-nos por um corredor imenso, escuro, mal iluminado por um archote apenas, e depois descemos uma escadaria, até bonita, degraus grandes, arredondada, com várias tochas a iluminando. Chegamos a um patamar, onde continuamos nossa travessia por mais um corredor, desta vez cheio de portas de madeira trabalhadas, portas enormes, e muito bem iluminado. Ao chegarmos ao final desse corredor, escuto vozes, muitas vozes. Que será?"

"Descemos mais um lance enorme de escadas, e chegamos a um aposento cheio de homens, todos trajando mantos de seda ou cetim, muito bem vestidos, e Kassin, ali está com uma vestimenta muito bonita, todo de azul acetinado, com um pano descendo por um dos lados, pano dourado, bonito traje."

"Ficamos ali, no canto, com os homens gritando muito, ao nos verem. Vários arguiles, jarros de bebida, que deve ser vinho, muitas taças douradas nas mãos desses homens, todos sentados no chão, sobre almofadas que ficam em torno de mesas baixas. Kassin, pega a primeira moça, solta a corda que a prende a nós, mãos permanecendo presas, e a coloca em pé sobre uma espécie de banquinho, e a gira, um cabelo bonito, uma cor bonita de pele, parecendo aveludada. Os homens parecem loucos, começam a berrar valores, quando percebo que Kassin está vendendo as moças, inclusive eu. Isso me assusta, pois não esperava algo assim."

"A primeira moça é arrematada, após muita discussão, por um homem com um manto marrom escuro, de seda, parece rico, aliás, todos ali parecem ricos. Kassin a entrega, nua, mãos presas, para o homem que deu o lance vencedor. Este a pega, todo contente, passando suas mãos por todo o corpo dela e a leva até onde ele estava sentado. Isso me deixa um pouco assustada."

"Vão se seguindo as vendas, até que chega a minha vez."

Kassin pede um minuto de atenção aos senhores presentes e fala:

— Esta é apenas para vocês olharem, verifiquem a qualidade desta peça. Podem tocar, mas não a tirem de cima do banco. Será a principal mercadoria do nosso próximo leilão.

"Olho para ele apavorada, enquanto várias mãos percorrem meu corpo. Me mexo, tentando escapar desses homens, tento descer do banco, mas não consigo. Estão todos em torno de mim."

"Minha tentativa não passa despercebida a ele. Diplomaticamente, retira-me do meio daqueles homens, dizendo a eles que eu estou em preparação e treinamento ainda, e que era apenas para mostrar que no próximo leilão valerá a pena participarem."

"Todos aplaudem sua fala, e me largam ali no banco, voltando aos seus lugares, os que compraram as escravas se divertindo com elas, e os outros bebendo, fumando nos arguiles comunitários e conversando muito. Uma verdadeira festa."

"Kassin chega perto de mim e fala ao pé do ouvido que percebeu minhas tentativas e meu olhar desesperador e que isso não ficaria impune. Tento falar algo mas ele me manda calar a boca."

Faz um sinal e aparece do nada um homem, vestido todo de preto e um chapéu tipo turbante, amarelo escuro, o qual dirige-se respeitosamente a ele.

— Pois não, Senhor Arqueon?

— Leve-a até a torre e deixe-a... — Kassin fala baixinho ao ouvido do servo e jaffa não escuta o que ele diz.

"Sou retirada dali sendo levada de volta escada acima até o quarto redondo, que agora descobri que é uma torre. Esse homem solta minhas mãos, as quais rapidamente esfrego para diminuir um pouco a dor do formigamento, retira as pulseiras douradas, e me leva até uma das paredes, onde ele puxa uma espécie de porta escondida."

"Uma porta se abre, não dá pra notar que havia uma porta nessa parede, mas ele abriu-a e aparece um pequeno local com quatro coisas de metal grudadas na parede. Ele me vira de costas pra parede e me empurra em direção a ela. Prende meus pulsos na parede e meus pés também, deixando-me encostada, com as mãos para baixo ao lado do corpo e as pernas abertas, como um V invertido. Percebo que meus pés estão sobre uma espécie de cano. Mal consigo me mexer, pois a sensação que me dá quando tento é que vou cair pra frente, evito então qualquer movimento."

"Ele fecha a porta, me deixando presa nesse local. A porta praticamente encosta-se a mim, mal conseguindo me mexer, mesmo que eu quisesse. A única luz que entra vem por baixo, e como não posso ver nada, imagino que seja um buraco onde meus pés estão pra fora, senão a parede não teria vindo tão perto de mim."

"O tempo não passa. Parece-me que já estou há horas aqui em pé. Essa espécie de cano sob meus pés começa a incomodar. Não posso me mexer, apenas os dedos eu consigo, tento levantar a sola mas não dá, pois os tornozelos estão firmemente presos na parede. A dor nas solas começa a se tornar forte. Impressiona-me como, do momento em que comecei a sentir o desconforto, este evoluiu rapidamente para uma dor forte. Uma dor insuportável."

"Começo a gritar por socorro, mas minha voz parece abafada pelo local. Creio que ninguém me escuta. A dor é forte. Como pode um mero cano no chão provocar essa dor tão lancinante? Abro e fecho os dedos das mãos na vã tentativa de controlar a dor que sinto. Aliada a essa, meu corpo começa a doer também pela posição esticada e sem movimentação, começando pelas pernas e subindo pelas costas."

"A luz começa a diminuir, diminuir até que some por completo, deve ser noite já, estou envolta em completa escuridão. Após uma eternidade, a porta se abre. Uma luz trêmula, vinda de um pequeno lampião a óleo, me deixa divisar um homem, que ao falar, percebo ser Kassin."

— Então, minha querida jaffa. O que achou de sua estada nesse confortável aposento após sua decepcionante conduta no salão de festas que organizei para meus amigos?

— Senhor, peço mil desculpas, prometo me comportar – digo chorando – eu faço tudo que o Senhor quiser, mas me tire daqui, por favor.

— Fácil assim, escrava?

— Não Senhor, não foi fácil tomar essa decisão, mas cheguei a conclusão que não vejo outra saída a não ser resignar-me aos vossos desejos.

— Hummmm, isto não me inspirou confiança. Suas palavras não saíram de sua alma, apenas da boca pra fora, mas com o tempo daremos um jeito nisso.

E dizendo isto, Kassin liberta as mãos e os pés de jaffa, a qual cai no chão, beijando os pés desse homem, cobertos por uma sapatilha de cetim dourado, típicas de ocasiões festivas. Seus pés doem demais, por conta do peso do corpo sobre o cano em contato com as solas. Ela os esfrega na tentativa de minimizar essa dor. Pegando-a pelos cabelos, levanta sua cabeça, retira a coleira e diz:

— Ajoelhe-se – ordena – olhando para o chão.

— Sim, Senhor.

— Ao vê-la entre aquelas outras escravas, percebi que era diferente. Você demonstrou uma classe que as outras não possuíam, fazendo com que eu repensasse o seu destino.

"Olho surpresa para ele, mas recebo um tapa forte no rosto."

— Eu disse para olhar para o chão.

— Sim Senhor, perdoe-me – digo chorando.

— O seu destino seria o de ser vendida como as outras, mas ao vê-la naquele púlpito, à mercê das mãos daqueles homens, e da forma que reagiu, percebi que você talvez mereça um destino diverso daquele ao qual eu planejei. Veremos se eu não me enganei em meu julgamento.

"E, após dizer isso, Kassin bate palmas e entram duas mulheres, vestidas com aquela roupa, e me levam pelos braços. Descendo as escadarias, seguimos por um corredor diferente daquele que fomos para o salão. Este lugar é mais escuro, também cheio de portas, e ao chegar no final do corredor, elas abrem a última porta e entramos. Um aposento relativamente escuro, iluminado apenas por uma pequena janela ao alto, com uma cadeira numa das paredes, onde elas me sentam."

"Uma das servas sai do quarto e volta trazendo um balde e um pano. Lavam meus pés que estavam sujos dessa andança toda, e tiram de dentro da caixa uma sandália de sola de madeira, bem grossa, inteiriça, muito alta. As tiras, de couro, largas, estão soltas ao lado dela. Colocam meu pé sobre ela, e passando as tiras sobre o peito do pé perto dos dedos, a prendem firmemente, até doendo um pouco. Outra tira é passada perto do encontro da perna com o pé, também firmemente presa. No calcanhar, sobe uma tira a qual é presa no tornozelo, esta não muito forte, mas o suficiente para ficar firme. Elas fazem o mesmo com o outro. Saem do aposento, deixando-me sozinha, à luz fraca da janela, sempre em silêncio absoluto, por mais que eu tentasse falar com elas."

"Como que parecendo combinado, alguns momentos depois que elas saem, Kassin entra, e levanta-me pela mão, levando-me por uma porta quase escondida, parecida com as paredes. Essas sandálias são duras, meu caminhar é muito dificultado por elas, tendo quase que levantar os pés ao invés de caminhar normalmente. Para minha sorte, o trajeto foi curto, pois estávamos praticamente ao lado dela. Um grande local, com várias colunas altas, formando um semicírculo. Percebo que todas as colunas tem algemas grossas de metal no alto delas."

"Sem dizer uma só palavra, e como já percebi também que eu nada posso dizer, ele me leva até uma das colunas, a central, e levantando meus braços, os prende esticados para o alto, os pulsos presos nas algemas de metal gelado, deixando meu corpo totalmente retesado, após ajustar a altura dos grilhões."

"Sai, largando-me sozinha. Sinto apenas um leve incomodo nos braços pela posição forçada. Após um tempo que não sei estimar, entra uma das mulheres. Esta, agachando-se perto de mim, retira a sandália do meu pé esquerdo. Por ser altíssima, tenho que ficar com as pontas dos dedos no chão para poder me equilibrar. O tempo vai passando, e a dor no pé vai aumentando. Coloco-o sobre o outro pra tentar amenizar, mexo a perna, levantando-a e baixando-a, mas é tudo inútil. Pela altura da sandália, eu não consigo inverter as pernas, o peso praticamente sobre a perna direita, e a esquerda, solta no ar, começa a incomodar."

"Após um outro tempo que também não sei estimar, a mulher vem e tira minha outra sandália, agora me deixando na ponta dos dois pés. O equilíbrio deixou de existir, meu corpo balança, apoiando-se muito mal na ponta dos dedos, começando a doer meus pulsos. Não consigo baixar os pés, sem esticar mais ainda os pulsos e não consigo ficar muito tempo na ponta dos pés, mantendo a altura que as sandálias me deixavam sem que doa as pernas."

"Tento segurar as correntes para me levantar, tentando aliviar as pernas, mas não consigo, não tenho forças para isso."

"Quando as dores começaram a se tornar quase insuportáveis, Kassin entra na sala. Estou com lágrimas escorrendo pelo meu rosto de tanta dor."

— Nossa, minha querida jaffa, o que está acontecendo que você está chorando? – pergunta ele sarcasticamente.

"Eu nada respondo. Sei, após esse tempo com ele que ele não quer resposta, apenas expressou uma fala para me deixar ainda mais nervosa."

"Ele solta minhas mãos, e eu caio no chão, pois não consigo ficar em pé, pois doem tanto meus pulsos, como minhas pernas. Esfrego as pernas na tentativa de diminuir a dor."

— Você está bem? Está com dor, não é?

— Sim, Senhor.

— Venha cá, vou leva-la para um lugar para você descansar um pouco.

"E me pegando pelas mãos, leva-me até o fundo da sala, onde tem um estranho aparato. Uma madeira com três buracos pela metade, presa a uma madeira grande de cada lado, inclinadas, não sei dizer o que é, quase como um cavalete, mas com um desenho até bonito, pois as madeiras ao saírem da tábua dos buracos, fazem uma graciosa curva ficando em uma altura menor do que a dos buracos. Manda que eu fique com cada perna na parte exterior dessas madeiras. As tábuas são bem separadas, forçando-me a abrir bem as pernas. Ele prende minhas coxas, com tiras de couro nessas madeiras, e ordena que coloque meus pulsos nos buracos menores e minha cabeça no maior da madeira em frente. Percebo que ele pega outra madeira igual a esta e coloca-a sobre mim, prendendo meus pulsos e minha cabeça nos buracos. Não consigo ver mais nada para trás, a não ser para a frente e mal conseguindo mexer a cabeça também.Sinto-o pegar meu pé esquerdo e levantá-lo, prendendo-o no alto. Faz o mesmo com o direito, e eu grito de medo, pois me dá a sensação de queda imediata, o que não ocorre, pois estou presa na tábua pelas coxas, e agora pelos pés. O que será que ele quer?"

"Sinto um tapa forte na bunda. Levo um susto e tento me mexer, mas é impossível. Outro, outro, outro. De novo ele vem me dar uma surra, aliás, que acabei gostando da primeira vez. Mas os primeiros tapas doem demais, ardem muito, a sensação horrível de estar no ar, das madeiras rangendo, dando a impressão de que vão quebrar e vou cair, minha cabeça presa sem poder ver nada. Os tapas vão se sucedendo, num ritmo muito forte, a dor é grande, quando sinto seus dedos me penetrando, indo e vindo dentro de mim acompanhando o ritmo dos tapas. Não penso mais na dor, essa dor deixou de existir como por encanto. Sinto os tapas aliados à massagem de seus dedos em mim. A sensação de prisão, sem chance de fuga, seus dedos fodendo minha buceta, os tapas em minha bunda, começo a flutuar, a sentir um torpor, os tapas e os dedos num ritmo igual, os dedos molhados pelo meu sumo, meu corpo arqueando-se, quando ele pára. Novamente ele me judia, parando no momento em que estou gostando, em que estou quase gozando, adivinhando que estava prestes a acontecer."

"De repente, uma dor muito, mas muito forte na bunda, bunda já ardida, já quente pelos tapas. Sinto ser um chicote, imagino ser pois doeu muito, e o barulho dele no ar, uma espécie de vouuuch pouco antes da dor, me diz ser um. Mais uma chicotada, e ele vem até mim perguntar como estou."

— Quer dizer que já ia gozar de novo?

— Não Senhor, não.. não ia, eu ia me controlar.

— Muito bem, está vendo isto? – e me mostra uma chibata de couro cru, das que se usam em camelos pelo deserto – você receberá agora uma pequena amostra do que os meus camelos sentem, quando eu os monto.

Vlaaapppptttt... vlaaaappptttttttttt...

"As chibatadas vão se sucedendo. A dor é muito forte. Começo a chorar. Ele bate sem dó, nem piedade. Após umas dez lambadas, ele pára e sinto seus dedos novamente em mim. Me esfregando, beliscando, invadindo, minha buceta molhada, a dor forte logo sobrepujada por esta sensação que não sei descrever, nem imaginava ser possível sentir. Enquanto seus dedos me penetram, usa a sua outra mão esfregando as unhas no ardor, o que me faz urrar, não de dor, mas de prazer, um prazer que nunca senti antes, estranho, a dor do arranhar é prazerosa demais, quero que ele continue, mas não ouso pedir, não quero estragar este momento divino. Arrisco."

— Senhor, digo soluçando, permita-me gozar, por favorzinho.

"Como resposta, sinto cócegas em meu pé direito, o que tenho demais, me forçando a mexer todo meu corpo, coisa impossível pela prisão extremamente eficaz desse aparelho."

— Desculpe, Senhor, desculpe esta escrava. Não pedirei mais, por favor, perdoe-me.

"Um silêncio segue-se ao meu pedido. Cadê ele? Onde ele está?"

— Senhor? Senhor? – chamo, sem resposta.

"Fico ali, a buceta molhada, sedenta por gozar, a bunda ardida, as pernas abertas, minha cabeça pendurada nesta coisa, e não sei o que se passa. A única coisa que sei é que o que está acontecendo comigo é inacreditável. O que está me levando a gostar disso que esse homem está fazendo comigo? Como posso estar tendo tanto prazer com a dor que ele me inflige?"

"As coxas começam a doer por suportar o peso, quando sinto alguém soltar meus pés, podendo coloca-los novamente no chão. Soltam as amarras das coxas, e retiram a madeira, quando consigo ficar, com alguma dificuldade, em pé, pois a posição encurvada todo esse tempo acabou por praticamente me travar."

"Tento me virar pra ver quem é, mas sou impedida, apesar de imaginar que seja ele. Guiando-me, com suas mãos segurando minha cabeça, leva-me, cruzando uma porta, até uma cama, todinha de madeira entalhada, com colunas nos quatro cantos, mas sem colchão, apenas um estrado, num local ao lado desse salão, onde ordena que me vire. Pela voz, confirmo minhas suspeitas, é ele."

"Após me virar, ele pega uma corda e passa pelo meu seio direito, dando algumas voltas e prendendo firmemente, com uma pequena dor. Faz o mesmo com o outro, e percebo que ele deixou um resto de corda em cada um. Meus seios ficaram duros, arredondados, e doloridos."

"Ordenando que me deite, apresso-me a cumprir essa determinação, pois mesmo sendo num estrado, não vejo a hora de poder deitar um pouco."

"Ahhh! Que sensação deliciosa poder esticar as pernas, com as costas apoiadas, mesmo desconfortavelmente por ser o estrado duro e furado."

"Ele prende meus braços, esticados, nas colunas da cama, e, como esta é bem grande, meus braços ficam bem estirados. Pegando meu pé direito, prende-o com a corda que sobrou da amarração do seio esquerdo, fazendo-me ficar com a perna encolhida. Faz o mesmo com a outra perna, prendendo o pé esquerdo no seio direito. Após ele soltar minhas pernas, naturalmente tentei baixa-las, mas ao fazer isso, elas puxaram a corda, doendo meus seios, forçando-me a mantê-las no alto, próximo a eles."

"Maldosamente ele faz cócegas nos meus pés. Mexo-os, inconscientemente, e com força, o que me faz urrar de dor quando as cordas são puxadas, choro, grito, imploro para ele parar, mas quanto mais eu berro, mais ele faz. Tento manter os pés parados para diminuir a dor, mas as cócegas continuam e não consigo me controlar, mesmo sofrendo, instintivamente mexo as pernas. Choro muito, grito demais, quando finalmente ele pára."

— Minha escrava, que isto sirva-lhe de lição. Nunca me peça para deixa-la gozar. EU decido quando e como gozarás. Está bem claro?

— Sim Senhor, digo chorando, chorando desta vez por muita dor.

"E após dizer isso, seus dedos voltam a explorar minha buceta, passando suavemente por ela, delicadamente, dando voltas, descendo do grelo até embaixo, bem devagar, subindo e descendo por ela, brincando como um garoto. Seus dedos pressionam os lábios, encontrando um caminho, achando o buraco que procuram, invadindo, ainda suavemente, entrando e saindo, fazendo-me esquecer da dor recente. Dedos entrando e saindo, minha buceta molhada, meus peitos doloridos, mas uma dor que acaba se tornando gostosa ao misturar-se com o prazer que estou sentindo."

"Percebo duas das mulheres entrarem e ficarem uma de cada lado meu. Os dedos de Kassin continuam mexendo em mim. Continuam fazendo seu trabalho, continuam fodendo a buceta desta sua escrava. Seu ritmo começa a aumentar, indo e vindo, entrando e saindo, ritmo crescente, minha cabeça começa a girar, fecho meus olhos na tentativa de me controlar, seus dedos entrando, saindo, cada vez mais rápido, minha buceta molhada, como um lago prestes a transbordar, sinto meu corpo flutuar, os movimentos rápidos, cada vez mais, entrando e saindo, de repente uma dor imensa que me faz gozar incontrolavelmente, arqueando meu corpo, berrando, uma coisa estranha, um quebrar da sensação de flutuação, por uma dor forte, mas ao mesmo tempo, essa dor explodindo meu gozo, liberando o lago represado."

"Após esse momento mágico e estranho, percebo que a dor foi provocada pelas mulheres que desamarraram meus seios, a sensação de liberdade com o sangue refluindo doeu muito, mas Kassin soube o momento certo de fazer isso, misturando a dor com o prazer que senti. Vejo nos olhos delas a inveja, a vontade que estão de estar em meu lugar, e, apesar da dor intensa que sofri, não troco meu lugar com elas."

"Com minhas pernas caídas ao lado do corpo, minha respiração ofegante aos poucos retornando ao normal, olho para esse homem e vejo que sua cara é de poucos amigos."

— Novamente, minha escrava desobedeceu-me. Quem determinou que pudesses gozar?

— Senhor, perdão, Senhor. Mas foi incontrolável. O Senhor provocou.

— O que? diz ele, com ira. O que você disse?

— Nada, Senhor. Desculpe-me – digo, percebendo o erro que cometi.

— Hoje tu dormirás aí onde estás.

"E dizendo isso, puxa minhas pernas e as prende nas colunas, deixando-me esticada, em forma de X, sem cobrir, nua, suja, um cheiro de sexo no ar, envergonhada por não ter conseguido me controlar."

"Penso no que está me fazendo gostar cada vez mais disso que está se passando comigo. Como posso gostar de sofrer assim nas mãos de um homem que nunca havia visto? Como posso estar sentindo tanto tesão por uma pessoa que nem conheço? E enquanto penso nisso, começa a me dar um torpor, uma sensação gostosa, um relax, começo a sumir, desfaleço."

"Acordo com alguém mexendo em mim. É uma das mulheres, mas não uma das que estiveram ontem aqui. Quantas ele tem? Essa está me lavando, limpando minha buceta, meu corpo. Como sei que elas não falam, fico calada, apenas sentindo. O toque de suas mãos é diferente, um toque suave, como se fosse uma amante, esfrega minha buceta com carinho, delicadamente, mas finjo que não percebo."

"Ao terminar, ela sai, largando-me novamente sozinha. Mas por pouco tempo. Kassin entra em seguida, me liberta e ordenando que eu fique ajoelhada à sua frente, diz:"

— Mudei meus planos. Você será treinada agora para ser MINHA escrava pessoal, e não mais vendida. Sua responsabilidade será muito maior, pois aprenderá a cuidar de mim, a ter este Senhor teu como prioridade em sua vida. Aprenderá que esse corpo que utiliza pertence a mim e que deverá estar sempre à minha disposição. Aprenderá que o gozo teu será um prêmio e não uma constante. Somente gozará quando EU permitir, quando EU desejar que tenha esse prazer.

"Escuto estas palavras e meu pensamento está conflitante. Como posso aceitar isso calada, mas estou aceitando, até gostando, minha buceta está latejando até, estou louca para me entregar a esse homem, que loucura esta contradição de pensamento."

— A partir deste instante, homem nenhum mais a tocará, exceto EU. Tudo será feito pelas minhas servas, desde a alimentação, até os banhos e castigos. O treinamento será feito por mim ou por uma serva dedicada. Estarás sempre nua, exceto pelos adereços que receberás em definitivo.

"Ele vira as costas e sai, não esperando nenhuma palavra minha, seja concordando ou discordando, dando a entender que essa é sua decisão e não cabe a mim contraria-la. O que serão esses adereços?".

"Entram duas mulheres nuas. Me levantam e me sentam em uma cadeira, a qual elas puxaram para o meio do aposento. Elas medem meus pulsos com uma pequenina corda e meus tornozelos. E saem."

"Após alguns minutos, percebo que estou sozinha e, como não estou presa, levanto-me para ver o ambiente. Rodo em volta do quarto todo, mesmo com a pouca luz do fogo, vejo que não tem nada nele a não ser a cadeira e a cama. Mais nada."

"Escuto passos, e, como uma adolescente, corro sentar-me na cadeira novamente, como se de lá não tivesse saído."

"As mulheres retornam trazendo uma caixa. Uma caixa de madeira trabalhada, com adornos dourados, muito bonita. Elas a abrem, e dentro, forrada de veludo vermelho, vejo algumas coisas pretas. Uma das servas pega meu braço direito enquanto a outra pega uma das coisas de dentro da caixa. Percebo então que são pulseiras. E são de metal, pois ao colocarem-na em meu pulso, o frio me deu arrepio ao contato com minha pele quente. A pulseira é toda de metal negro, brilhante, grossa, com uma argola de cada lado soldada nela. Elas então colocam a outra. As dos tornozelos são iguais, porém um pouco maiores e com quatro argolas. Colocam-nas prendendo-as firmemente, pois as vejo experimentando, tentando rola-las mas elas permanecem fixas."

"Uma das mulheres levanta o veludo da caixa e retira uma coleira, a qual me mostra, linda, toda branca, com uma argola de metal prateada, que é posta em meu pescoço. Ela a prende forte, quase me sufocando, experimentando se o dedo dela entra entre a coleira e meu pescoço. Ao confirmar que não passa, com uma faca ela corta o excesso do couro, provocando-me um medo danado quando a vejo em sua mão, aproximando-se de meu pescoço."

"Uma delas sai novamente, e retorna com outra caixa, onde está uma linda sandália, de tiras que prendem no tornozelo, um pequeno fio de couro recoberto por algo brilhante, saindo do dedão até o tornozelo. Elas a colocam em mim e, após terminarem de colocar tudo, levam-me para fora."

"Seguimos pelos corredores até uma porta toda dourada, toda trabalhada, linda, onde elas me forçam a ajoelhar-se, saindo apressadamente dali, após puxarem uma corda de veludo vermelho grossa."

"A porta abre-se após um tempo, e Kassin surge por ela. Coloca uma corrente em meu pescoço e me puxa para dentro, fazendo-me andar de quatro como se fosse sua cadela de estimação."

"O quarto está iluminado por dois archotes pequenos, com uma claridade muito difusa, a luz bruxuleante provoca sombras estranhas na parede, principalmente numa parte onde vejo correntes penduradas."

"Levanta-me, e, passando uma corrente por entre as argolas de minhas mãos, ele suspende meus braços, deixando-me esticada, com os pés apoiados nas solas das sandálias, por pouco não tendo que levanta-los. Juntando duas argolas das pulseiras dos tornozelos, ele prende-os juntos, tornando difícil para mim movimenta-los."

"Sem nada dizer, ele vai para trás de mim. De repente uma dor forte, aguda, uma chicotada em minha bunda. Dou um grito alto. Mais uma, e grito, chorando desta vez, pois a dor é muito forte."

— Pare de gritar, diz Kassin.

"Como vou parar? Dói demais. E mais uma chibatada recebo, tentando não gritar, mas não consigo."

"Ele pára. Um alívio eu sinto, mas por instantes apenas, pois ele coloca em minha boca a mordaça com a bola, prendendo-a bem forte, quase me cortando os lábios. E ele continua então a bater. Golpe atrás de golpe, e não consigo mais gritar, apenas emitir gemidos, e chorar muito. Lágrimas escorrem de meus olhos, juntando-se a baba que começa a sair de minha boca, por causa da mordaça. A cada golpe, tento levantar o pé para tentar amainar a dor, mas eles estão presos. Mal consigo me mexer a não ser para os lados, mas mesmo assim, só o corpo, pois as pernas presas dificultam qualquer movimento."

"A cada golpe, minha bunda se aquece mais e mais, a dor se torna mais e mais profunda, mas, ao mesmo tempo, sinto minha buceta molhar-se, um estranho sentimento, uma vontade de ter algo me preenchendo, para complementar a dor. Como se fosse uma transmissão de pensamento, Kassin para de bater e esfrega minha buceta, com pequena dificuldade, pois minhas pernas estão fechadas, e não consigo, mesmo que eu queira, abri-las para ele. Mas seus dedos forçam a passagem, conseguindo uma pequena e deliciosa invasão, aos poucos conseguindo entrar mais, minha buceta mais e mais molhada ainda, seus dedos em mim."

"Com a outra mão, ele bate em minha bunda, jogando-me para a frente, de encontro a seus dedos, que assim vão entrando mais um pouco. A dor do tapa desaparece com o prazer que sinto na buceta invadida. Seus tapas vão se seguindo em uma deliciosa seqüência, junto com o movimentar de seus dedos. Começo a ficar mole, a baba aumenta, escorrendo pelo meu queixo, caindo em meus seios, seus dedos em mim, seus tapas na bunda, seus dedos mexendo."

"Ele pára novamente, cortando aquela sensação deliciosa que eu estava sentindo. Abaixa-se, e solta a corrente que prendia meus pés, abrindo minhas pernas. Volta a enfiar seus dedos em mim, desta vez, conseguindo invadir-me melhor, esfregando minha buceta, seus dedos pressionando meu grelo, ao mesmo tempo em que recomeçam os tapas. Tapa, dedos, tapa, dedos, a pressão de sua mão em minha buceta enquanto seus dedos me fodem, os tapas que me deixam louca de tesão, molhada, imploro através de gemidos, através de olhares que ele não vê, vou acabar gozando e sei que ele não me permite."

"Felizmente, ele pára antes que eu não conseguisse mais controlar. Pára e desaparece, deixando-me sozinha, em pé, presa com os braços pro alto, a bunda ardida, buceta molhada, babando muito. Esfrego minhas coxas uma na outra, sentindo uma deliciosa sensação, um fogo ardente que clama por ser apagado."

"Após um tempo, ele volta, apenas para judiar de mim. Retira uma das sandálias, apenas uma, e como elas são altas, força-me a manter o pé na ponta dos dedos. E novamente, sai, largando-me ali. Minutos depois, meus dedinhos começam a doer pela posição forçada, então levanto o pé, colocando-o sobre o outro, mas isso me faz perder o equilíbrio, machucando meus pulsos, o que me faz voltar a por o pé no chão."

"Novamente, após algum tempo, ele volta e retira a outra. Isso faz com que eu fique com os dois pés nas pontas dos dedos. Por mais que eu me mexa, a dor é grande. Os dedos estão doendo muito por suportar o peso todo de meu corpo. Tento movimentar os pés, mas é inútil. Lágrimas começam a escorrer novamente, misturando-se com a baba que escorre abundantemente de minha boca, molhando meus peitos."

"Desta vez, quem vem me soltar é uma das mulheres, que gentilmente abaixa as correntes, podendo finalmente recolocar os pés no chão, abrandando a dor. Ela solta meus pulsos, e me leva até um banheiro grande, bonito, onde acabo tomando um banho, me lavando da baba, do melado de minha buceta, a qual esfrego, esfrego, sentindo uma deliciosa sensação."

"Sempre sob controle, ao sair do banho, recebo uma sandália rasteira para usar, e sou levada por ela de volta ao aposento luxuoso, onde, passando por uma cortina de seda enorme, vejo uma coisa que me traz uma recordação... um vaso grande. É o quarto dele, onde eu vim parar ao me esconder no vaso. Porque será que estou aqui?"

— Aposto que está querendo saber o que está fazendo aqui. – escuto uma voz me dizendo isso, que é a voz dele.

— Sim Senhor, estou curiosa.

— Venha cá.

"E pegando-me pelos braços, me agarra e nos beijamos apaixonadamente, braços em torno dos corpos, apertando, esfregando, bocas e línguas se tocando, se reconhecendo. Ele vai me levando pouco a pouco enquanto me beija até a cama, onde repentinamente me joga sobre ela."

"Vejo que ele está nu, como eu também. Seu corpo quente se atira sobre o meu. Nos beijamos novamente, rolando na cama, seu pau duro esfregando-se em minhas coxas. Minha buceta está molhada, sequiosa por ser fodida por esse homem que diz ser meu Senhor."

"Ele se levanta, ficando em pé ao lado da cama. Pega-me pelos cabelos, fazendo-me levantar, ajoelhada na cama, enquanto enfia seu pau em minha boca, empurrando minha cabeça contra ele através dos cabelos. Indo e vindo, ele vai fodendo minha boca, eu vou chupando esse pau duro, delicioso, engasgando nas vezes que ele enfia tudo. Puxa-o pra fora e bate de um lado e do outro de meu rosto com ele. Tento a cada batida colocar minha boca nele, mas ele não permite, enquanto continua batendo."

"Começa a bater em minhas coxas com as mãos, alternadamente, uma pancada em cada perna, doendo muito. Os tapas vão se sucedendo sem parar, ritmados, fortes, ardidos. Minhas coxas estão praticamente em chamas, minha buceta arde de tesão por esse homem. Ele pára. Sinto uma coisa dura começar a me bater na buceta. É o seu pau. Ele vai batendo uma, duas, três vezes, até que começa a enfiar bem devagar, só um pouquinho, põe e tira, põe e tira, a cada vez entrando um pouco mais, indo e vindo, bem lento, minhas pernas presas, seu pau dentro de mim aos poucos, me invadindo, entrando e saindo, cada vez mais fundo em minha buceta molhada, indo e vindo, enfiando tudo, ritmado, ele apóia-se nas minhas pernas, forçando-as mais ainda para baixo, doendo um pouco, mas uma dor que não me afeta, seu pau me fodendo, seu corpo batendo em meu corpo, cada vez mais rápido, quase gozando, ele tira tudo, um vazio toma conta de mim, eu imploro para que ele não faça isso, ele tira o pau de mim. Começa a bater com ele de novo na minha buceta desesperada por gozar. As pancadas me fazem delirar, me fazem implorar para que ele me foda novamente."

"Ele volta a colocar seu pau dentro de mim de uma vez. Suas mãos seguram meus pés, e ele me faz cócegas nas solas. Meu corpo se balança todo, eu imploro que não faça isso, ele gostou, pois o balançar de meu corpo com o pau dele dentro de mim deve lhe dar alguma sensação de prazer boa."

"Ainda com seu pau dentro de mim, ele solta minhas pernas, e segurando-as pelas solas de meus pés, volta a me foder, lentamente, indo e vindo, entrando e saindo, cada vez mais rápido, a cada estocada dele, um prazer imenso vai se aflorando, até que acabo gozando, meu corpo arqueando-se na cama, indo de encontro ao dele, inundando seu pau com o meu sumo, com o meu gozo, meu grito de prazer ecoa pelo quarto, enquanto ele continua em seu ritmo."

"Ele pára, saindo de dentro de mim, solta minhas mãos e manda que eu limpe seu pau, o que faço sofregamente, enfiando-o em minha boca, mandando que eu experimente o sabor de uma puta que sou."

Manda que eu me levante e amarra minhas mãos nas costas. Ele se deita na cama, e manda que eu me sente sobre ele. Coloco minha buceta sobre seu pau duro, cavalgando esse homem. Suas mãos agarram meus peitos, enquanto vou sentindo seu pau dentro de mim. De repente sinto uma dor no rosto. Ele me esbofeteia, dizendo:

— Vamos, sua puta, não gozou sem poder? Agora goza. Estou deixando.

"E vai dando tapas em meu rosto enquanto aperta o seio com a outra mão. A cada tapa mais aumenta meu tesão, fazendo-me sentir um trapo, um nada, um nada que lhe serve, um nada que recebe de seu Senhor um presente, o prazer, a dor, o prazer. Os tapas, aliados ao apertar de meu seio, acabam por fazer seu efeito, gozo abundantemente, um prazer imensurável toma conta de meu corpo, de minha mente, gozo sobre seu pau de novo."

"Ele me tira de cima dele, solta minhas mãos e, colocando seu pau em minha boca, manda que eu lhe chupe, dizendo que será esse o alimento que terei como prêmio por ser sua escrava. Chupo seu pau, delicioso, duro, com sabor da minha buceta, com minhas mãos vou esfregando suas bolas, massageando seu pau, minha boca quente acolhendo-o, indo e vindo, fodendo minha boca, apertando levemente suas bolas, minha língua massageando-o, indo e vindo, até que meu Senhor goza, inundando-me com seu leite, o qual engulo todinho, não deixando escapar nenhuma gota. É meu prêmio, como ele disse."

"Ele me puxa pelos cabelos, colocando minha cabeça sobre seu peito e dizendo:

— Você é minha escrava em definitivo agora. Minha e de mais ninguém. Seu corpo e sua alma me pertencem.

— Sim Senhor. Meu corpo não é mais meu. Minha alma não é mais minha. Pertenço ao Senhor. Farei tudo que me for ordenado. Sou tua.

"Cansados, exaustos, adormecemos ali, agarrados um ao outro, eu com as mãos presas para que me lembre sempre que sou escrava desse homem, sujeita a ser judiada de todas as formas que ele desejar realizar. Por minha vontade. Minha deliciosa vontade."

Comentários

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15/06/2018 22:37:21
Sensacional!
01/06/2009 17:49:07
Admirável!!! Uma verdadeira obra de arte!!!
19/04/2009 17:02:16
Muito bom!
29/10/2007 03:55:07
Quem quer q seja o autor, nota MIL !!!!
27/09/2007 16:17:34
Você já praticou Sado com alguém?




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