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Uma virgenzinha decicida

Autor: Luck
Categoria: Heterossexual
Data: 26/10/2007 16:19:07
Nota 9.80
Assuntos: Heterossexual

O que vou relatar, aconteceu há uns 8 anos atrás, eu estava recém-separado da minha primeira mulher... quando Denise entrou na minha vida de uma maneira tão intensa e mexeu tanto comigo, que até hoje me lembro perfeitamente de tudo.

Eu posso dizer que tive apenas duas experiências com virgens. Uma delas acabou se transformando na minha primeira mulher, exatamente por causa de uma gravidez... a outra, foi exatamente Denise, a conheci numa festa de amigos, era bem mais jovem, na verdade era amiga da filha do dono da festa que é um pouco mais velho que eu.

Na época, eu trabalhava com ele e me convidou para a festa de aniversário da filha (17 anos), meio comovido com a minha recém-separação e também para que eu fizesse companhia para ele e sua esposa, já que a casa estaria cheia de jovens e provavelmente ou seriam expulsos, ou ficariam deslocados num canto.

Cheguei pontualmente cumprimentei a todos e fomos para um canto da sala, reunidos conversando. Eu sentei-me de frente para a festa e percebi que uma das garotas me olhava insistentemente. Como ela aparentava ser muito novinha não correspondi ao seu olhar, embora isso não fizesse diferença alguma, pois ela continuava a me olhar insistentemente.

Lá pelas tantas da madrugada, resolvi ir embora e fui me despedir da filha deles, nisso essa garota perguntou para onde eu iria e se poderia dar uma carona. A surpresa foi tanta que fiquei travado e sem palavras, mas ela abriu um sorriso radiante e falsamente inocente que não tive como negar, apesar de não irmos para o mesmo lado.

Dentro do carro, começamos a conversar banalidades, disse que trabalhava com o pai da amiga e assim fomos uma boa parte do caminho. Ela era uma garota normal, tinha seus encantos por causa da idade, um corpo pequeno, tipo mignon, os seios pequenos, os quadris largos e, mas especialmente chamava a atenção a sua jovialidade e aquela inocência suspeita atrás de um sorriso encantador. Ela começou a fazer um monte de perguntas e não demorou muito tempo, a conversa foi para o lado do sexo. Ela disse ser virgem, já tinha namorado, mas que nunca tinha ido além dos amassos e caricias. O antigo namorado foi muito bruto com ela e quando tentaram, ela sentiu dor, ficou machucada e ele acabou gozando sem penetra-la. Disse ainda que depois ele saiu contando para os amigos que tinha tirado a sua virgindade, o que a deixou muito chateada. Com isso ela tinha resolvido que a sua primeira vez seria com um homem mais velho e que não fosse do seu circulo de amizades... e falou sem rodeios que queria alguém como eu, que tinha sido paciente, entendia do assunto, que tinha explicado uma porção de coisas pra ela e que tinha certeza que ela se sentiria segura se fosse comigo... eu fiquei sem jeito, disse que tinha idade quase para ser o pai dela... e que não queria me envolver com menores, principalmente numa situação dessas.. Ela riu e tirou o RG da bolsa e caçoando de mim disse que tinha 19 anos ... fiquei mais sem jeito ainda... por um lado, eu me sentia envaidecido por ter sido escolhido, por outro, aquilo era contra meus princípios e fiquei dividido, não sabia o que fazer, por sorte estava escuro no carro, senão ela teria notado que estava com o rosto todo enrubescido, queimando feito brasa, além de sentir uma ereção imediata que incomodava dentro da cueca e não tinha como ajeitar diante dela. Chegamos em frente ao seu prédio e eu não sabia o que dizer. Ela então tomou a iniciativa, me pediu celular e anotou o seu nome na minha agenda e disse que agora eu já tinha o seu numero e se eu mudasse de idéia poderia ligar quando quisesse que ela estaria esperando. Nos despedimos com um beijo no rosto e fui pra casa.

Não preciso dizer que depois daquele dia, eu não conseguia mais pensar em outra coisa que não fosse ela... ficava imaginando, fantasiando como seria, como aconteceria, cheguei a pegar no celular para ligar varias vezes, mas acabei desistindo.. até que passados alguns dias eu resolvi me entregar.. tinha dentro dos meus paradigmas que era errado, mas não conseguia mais raciocinar direito, o desejo venceu a razão.

Liguei então pra ela e combinamos de nos encontrar... e apesar de toda a minha experiência, me sentia como se fosse um adolescente inseguro. Nos encontramos numa lanchonete, sentamos e conversamos, mas tudo era tão surreal, ou talvez melhor dizendo irreal, pois estávamos falando de algo extremamente íntimo, quando não tínhamos intimidade nenhuma, era mais ou menos como uma carta de intenções do FMI, em que você estipula as regras, planeja a melhor estratégia de um plano econômico, assim estava acontecendo com a gente... estávamos de algo tão íntimo e pessoal, mas sem aquele calor, aquele carinho, nossos mundos eram tão diferentes.. a única coisa que nos ligava era o desejo do ato em si... mal conseguíamos demonstrar qualquer carinho, dizer palavras românticas que tanto gosto de dizer e ouvir e de repente, nos olhamos e dissemos: vamos? E fomos... fomos para um motel e como era de se esperar, a recepcionista também duvidou da sua idade e pediu seus documentos e acabou aceitando, mas como se desconfiasse que era falsificada. Entramos na garagem dando risada, mas no fundo eu me sentia deslocado. Ela explorou o local como se fosse um parque de diversões, experimentou todos os botões, abriu todas a portas e depois olhou pra mim como se perguntando... e agora?

Me aproximei dela, toquei seu rosto, seus cabelos e sem dizer uma palavra, beijei seus lábios delicadamente. Ela correspondeu, no inicio timidamente e depois se entregando toda ao beijo e ao abraço. Pedi para que fechasse os olhos e só sentisse as caricias e me deixasse conduzi-la. Continuei a beija-la bem demoradamente, invadindo a sua boca com a minha língua, e comecei a despi-la bem lentamente, botão por botão, peça por peça. Quando tirei seu sutiã, dois seios perfeitos saltaram diante do meu rosto, os mamilos cor de rosa, não pude resistir e comecei a beija-los e suga-los, a mordiscar aqueles biquinhos que nunca foram mamados. Eles ficaram duros, enrijecidos, ela respirava profundamente e me acariciava os cabelos. Com uma das mãos, comecei a acariciar a sua bucetinha por sobre a calcinha que era feita de um tecido bem fininho que deixavam sentir como seus lábios eram carnudos. Logo a calcinha começou a ficar empapada de um liquido bem viscoso. Coloquei a mão por dentro então e percebi que ela soltou um gemido, me apertou contra os seus seios, começou a mexer os quadris e gozou deliciosamente na minha mão.... interrompi um pouco as caricias e aos poucos ela foi relaxando e desmontando como se fosse desmaiar... Deitei-a então na cama, me despi e tirei a sua calcinha, já toda encharcada. Não pude resistir de sentir aquele cheiro delicioso do gozo feminino. Deitei-me ao seu lado e perguntei se tinha sido gostoso... ela disse que nunca tinha tido um orgasmo assim tão intenso e que nunca tinha sido tocada tão delicadamente... enquanto conversávamos, comecei novamente a acariciar seu corpo, sentindo a sua pele arrepiar-se ao meu toque, e ela começou a excitar-se novamente. Desta vez, abri bem suas coxas e comecei a beija-la na barriga, no umbigo, depois na região da virilhas e finalmente dei um beijo de língua na sua bucetinha, que estava molhada com um liquido delicioso e seus lábios inchados. Procurei o seu grelinho, que era pequenino, mal consegui senti-lo com a minha língua... mas sabia onde estava que provoca nela,gemendo e se contorcendo, apertando a minha cabeça de encontro à sua bucetinha, que era linda, toda cor de rosa, com pelinhos loiros e ralos. Eu estava totalmente encantado em estar me deliciando com aquela bucetinha tão delicada e doce, quando de repente ela dobrou ao lado do meu e abriu o zíper da minha calça e tirou o meu pau, que também estava quase estourando de tanto tesão e levou-o a boca. Como a posição estava desconfortável, puxei-a pra cima de mim e fiquei com aquele visual todo no meu rosto. Enquanto ela me chupava forte, me cavalgava o rosto, as vezes me deixando sem respirar. Cheguei a pedir para que ela fosse mais devagar, pois ela chupava muito forte e meu pau chegava a doer. Não pude também resistir em acariciar e lamber o seu cuzinho. No começo ela se contraiu, mas depois foi cedendo ao tesão e cheguei a colocar a pontinha do dedo e fazer um vai e vem delicado enquanto eu lambia o seu grelinho.. é incrível como ela reagiu às minhas caricias, arrebitando a bundinha, como se ela quisesse empurrar todo o meu dedo para dentro do seu cuzinho, como ela o apertava enquanto rebolava e gemia... quando senti que ela iria gozar novamente, parei as caricias e a virei. Ela estava linda, deitada de costas, com aquela carinha de tesão, com as pernas abertas me pedindo para come-la. Deitei-me sobre ela, me encaixei no meio das suas coxas, coloquei o pau na portinha e comecei a beija-la novamente enquanto esfregava a cabecinha do pau naquela bucetinha toda molhada e inchada. Ela me enlaçou com as pernas e foi me puxando para dentro dela. No começo senti uma resistência, mas aos poucos senti que penetrava em um buraquinho apertado como nunca tinha experimentado, quente e úmido até que senti que estava todo dentro dela. Ela já alucinada, rebolava e gemia. Eu sinceramente não senti o momento em que rompi o seu cabacinho, porque estava tão apertado, que chegava a machucar o meu pau. Os movimentos foram se intensificando, tornando-se mais rápidos, sentia que ela estava fora de si e isso me deixa também enlouquecido de tesão. Felizmente numa contração, senti que ela estava gozando... relaxei também e comecei a sentir que o pau começava a tremer dentro dela, como se estivesse tendo uma convulsão, coloquei a mão por baixo e senti o meu pau todo dentro dela, o meu saco roçando nos seus pelinhos, passei a acariciar os seus lábios inchados enquanto fazia um vai e vem delicioso. Senti então uma onda de calor me subindo ao rosto, os lábios e o corpo formigando e gozei intensamente, pude sentir o meu gozo escapando pelos lados do meu pau e escorrendo pelo cuzinho, fiquei assim com ele lá dentro e acariciando a sua bucetinha e o seu cuzinho que se contraía a cada caricia... Aos poucos senti que ele foi amolecendo, e saindo de dentro dela. Ficamos ainda um tempo que pareceu uma eternidade, encaixados, imóveis, em silencio, sentindo ainda os reflexos daquele gozo intenso.

Quando saí de cima dela, vi uma pequena mancha de sangue no lençol, misturado com nossos gozos. Ela deitou-se sobre o meu peito e ficou aninhada, enroscada ao meu corpo, deixava-me impregnar com a sensação deliciosa do seu perfume de mulher, da textura da sua pele, do calor do seu corpo, do seu hálito no meu rosto, do seu coração bantendo forte encaixado e tão próximo do meu, do seu gozo misturado ao meu que agora escorria sobre a minha coxa.

Percebi que me faltavam palavras, o que dizer para aquela menina-mulher, com o universo tão diferente do meu? Eu sabia que aquele momento, tão especial para mim, tinha sido único, e que depois de nos despedirmos, não teríamos mais chance um com o outro, de levar, enfim, adiante qualquer tipo de relacionamento.... e realmente foi o que aconteceu... nunca mais nos encontramos, mas as imagens e as sensações ainda estão vivas e presentes, como se tivesse acontecido ontem.

Hoje já tantos anos passados, tenho a certeza de que ela é uma mulher incrível e gostaria muito de reencontra-la. Escrever aqui talvez seja apostar no destino e na certeza de que o mundo dá voltas e que um dia irei reencontra-la... quem sabe aqui... se ela ler e lembrar-se e também sentir saudades..

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Comentários

29/10/2007 15:08:20
Olá, nossa, amei o conto! Fikei morrendo de vontade de provar toda essa sua experiencia! Sou novinha tbm, se kiser relembrar o passado...
26/10/2007 19:58:26
5* 10 pontus
26/10/2007 19:18:40
Ei, parab´´ens, mao só pelo ocorrido,mastembáem pela narrativa

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