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Medo de elevador - parte 1

Autor: Daniel
Categoria: Heterossexual
Data: 10/11/2007 23:18:33
Nota 8.80
Assuntos: Heterossexual

MEDO DE ELEVADOR - parte 1

by Daniel

Amanheceu chovendo no sábado. Pra mim, não tem problema. Me tranco no meu quarto depois do café, deito na cama pelado e boto um bom filme de sacanagem no vídeo-cassete. Deixo o pau endurecer sozinho e depois fico só acarinhando. Envolvo o bicho com a mão, o polegar roçando na glande... só excitando devagarinho... o tesão aumentando.... e o filme rodando... quando termina, vou calmamente para o banheiro e dou uma gloriosa esporrada nas paredes do box, debaixo da água quente.

Pois hoje, não foi bem assim. Rolava uma suruba legal na tela e eu estava até com medo de não agüentar até o fim. De repente, a coroa bate à porta.

— Rico, que é que você está fazendo? quantas vezes já te falei pra não se trancar, meu filho... olha, alguém chamou no interfone dizendo que tem uma encomenda pra te entregar. Não quiseram dizer do que se trata, só que é assunto pessoal.

Essa neura de insegurança é uma merda. Desligaram a tranca remota da portaria e quando alguém chama no interfone, a gente tem de descer os onze andares que nos separam do asfalto para abrir a porta. Vesti um short em cima da pele, calcei os chinelos e peguei o elevador, com o pau ainda meio duro, apontando o caminho.

No elevador, fiz o que sempre faço quando estou sozinho: botei o peru pra fora e fiquei me namorando no espelho de corpo inteiro que fica no fundo da cabine. Eu sou um gatão de dezessete anos. Gatão mesmo. Um metro e oitenta de corpo malhado, queimadão de praia e, para completar, um cacete de todo tamanho, sempre disposto a brigar com uma aranha.

Cheguei no térreo. Dona Vanusa abre a porta com um sorriso.

— Oi, Ricardo, tudo bem? vai sair assim nesse tempo sem ao menos uma camisa?

— Não, vou só pegar uma encomenda que chegou para mim e volto pra casa.

— Ah, então vou te esperar para subir junto. Eu morro de medo de andar de elevador sozinha.

Talvez seja impressão minha, reconheço que sou meio besta, mas acho que essa coroa me paquera. Sempre cheia de sorrisos e cuidados comigo... sei lá, ela trabalha em hospital e talvez seja assim com todo mundo... querendo cuidar de todos. Mamãe diz que ela é boa gente. Com trinta e poucos anos, já é viúva e se garante com a pensão do marido e o salário de atendente no Hospital Miguel Couto. E ainda consegue fazer cursinho de artista por correspondência. Mamãe diz que o sonho dela é ser atriz de tv. Coitada...

Não tinha ninguém na porta de entrada. Só seu Manoel, o porteiro do prédio, conversando com um amigo montado numa reluzente bicicleta. Todo mundo tem um sonho, o do seu Manoel é uma linda bicicleta. Coitado, com o salário dele... sabe quando ele vai conseguir comprar uma? quando o sargento Garcia prender o Zorro...

Fiquei muito puto, que trote idiota... cortaram meu barato, uma punheta legal... O jeito é voltar para casa e ver se começo tudo de novo.

Na porta do elevador, o sorriso de dona Vanusa ainda me aguardava. Então eu notei algo diferente: era a primeira vez que eu a via sem aquelas horríveis calças compridas. Ela usava um vestidinho de alça, desses com zíper nas costas, bem decotado na frente, atrás e... embaixo. Metade de suas coxas generosas estavam à mostra. E os seios... eu nunca tinha reparado que eles eram grandes e redondinhos. Do que eu podia ver, ela não usava sutiã. Será que a velha tinha os peitos durinhos?

— Pode entrar, dona Vanusa, eu seguro a porta.

— Obrigada, Ricardo, mas você me ofende me chamando de dona. Não sou tão velha assim...

— Eu nem pensei nisso... Vanusa... então me chama de Rico. É como todos me conhecem.

Nesse papo furado, o elevador já estava em movimento. Ela mantinha os olhos baixos e já não falava nada. Nem sorria. Tinha medo de elevador mesmo, a baixinha.

Mas dizem que quando a gente fala muito no diabo, ele aparece. Não é que de repente o elevador parou? a luz apagou por alguns segundos, até surgir a tênue claridade da lâmpada de emergência. Olhei para Vanusa, ela estava tremendo, já ameaçando chorar.

— Faz alguma coisa, Rico.

Apertei o botão de alarme. Se tinha luz de emergência, também devia ter uma campainha independente da energia da Light. Menos de um minuto depois, ouvi a voz do seu Manoel do lado de fora.

— Ó Ricardo, foi geral aqui no prédio. Deve ter queimado a mufla. Já chamei a Light, mas eles vão demorar uma hora. Vê se acalma a dona Vanusa, ela sempre disse que tem medo desses enguiços. Eu vou ficar lá embaixo, se precisar de mim, toca a campainha de novo.

Uma hora... pqp... uma hora com uma mulher chorando nos meus ouvidos... ela estava chorando mesmo, de correr lágrima... começou a dar pena... afinal, ela é mulher... tem todo o direito de ter medo... eu sou homem... cabe a mim protegê-la... ela estava contando com isso quando me esperou para subir junto comigo...

— Calma, Vanusa, não tem problema... é só a gente ter um pouco de paciência... não chora não, daqui a pouco a gente está fora dessa... vem cá, pára de chorar...

Abracei-a quase que paternalmente. Ela me agarrou como se eu fosse um salva-vidas. Esfregava o rosto no meu peito e falava baixinho, em meio aos soluços.

— Viu, Rico, bem que eu disse. Vou mudar para um segundo andar... aí, nunca mais preciso entrar numa dessas porcarias... se eu estivesse sozinha, eu morria. Ainda bem que você está aqui pra me proteger...

Eu não sabia bem contra quem a estava protegendo. Mas não faz mal. Aquele abraço estava me agradando um bocado. Vanusa não era bem a baranga que eu imaginava. Era rechonchudinha, mas toda firme. Eu sentia o calor dos seus seios se espremendo bem abaixo dos meus mamilos. Sem dúvida, ela estava sem sutiã. Passei a mão em suas costas, para conferir. Estava difícil conter o "laborioso"...

— Você faz que nem eu... usa a roupa em cima da pele... eu também gosto assim... estou sem cueca...

Nem parecia que era eu falando. Lá embaixo, eu via a Vanusa assim como uma tia mais velha... todo o respeito... mas de repente, nós dois sozinhos naquela penumbra... as lágrimas dela agora só faziam me excitar. Dei largas ao tesão, deixei o pau crescer de encontro à sua barriga.

— Rico, que é isso? eu sou muito mais velha que você! por favor, não faz assim... Rico...

A essa altura, não havia argumento que me fizesse parar. Beijei seus olhos e fui baixando as mãos pelas suas costas, até chegar às nádegas carnudas.

— Isso mesmo, Vanusa. Você é mais velha que eu, não é nenhuma garotinha... já foi casada... que medo é esse? medo de elevador eu entendo, mas de homem...

Não adiantou. Não colou. Ela voltou a chorar e tentou se afastar e eu deixei. Já estava perdendo a paciência com a frescura dela.

— Tudo bem, você é quem sabe. Olha, alguém esqueceu um banquinho aqui dentro. Senta nele e fica vigiando o relógio.

Ela entrou em pânico de novo.

— Não, Rico... desculpa... não me deixa solta não, eu morro de medo... me abraça, eu não vou reclamar mais não...

Um perfeito cavalheiro teria abraçado a moça mantendo os ventres separados. Diria a ela palavras gentis que a tranqüilizassem. Mas naquele pouco mais de metro quadrado não havia nenhum cavalheiro. Havia uma mulher gostosa e um cara cheio de tesão.

— Então vem cá e pára de frescuragem. Eu não vou te machucar, só quero fazer a hora passar mais depressa.

Minhas mãos encontraram a alça do zíper. Puxei o pedacinho de metal bruscamente e o vestido abriu por trás até o meio da sua bunda. Que delicia, ela só usava uma mísera tanguinha. Esfreguei novamente suas costas para me convencer que seus seios estavam realmente soltos. Espremi suas nádegas e aventurei o dedo em direção à sua rachinha, sem que ela dissesse nada.

Ela estava em minhas mãos. Puxei as alças para os lados e logo o vestido estava no chão.

— Que isso, Rico? Se o elevador começa a andar de repente?

— Ora, seu Manoel disse que leva uma hora, lembra?

— E se a luz voltar antes?

— Volta não.

Eu não conseguia desviar os olhos dos seios dela. Nunca tinha visto coisa igual, só em revista de sacanagem. Eram grandes e muito firmes. Seus mamilos saltavam, durinhos. Baixei a cabeça e os engoli, um após o outro. Ela começou a gemer, abraçou meu pescoço, segurou meus cabelos. Chupei aqueles peitões até que a posição ficou muito incômoda. Enfiei a mão por dentro da tanguinha e ela disse:

— Deixa eu tirar... tira teu short também...

E ficamos nus dentro do elevador. Para acabar de derreter o gelo, abracei-a pelas costas e fiz com que ela encarasse o espelho.

— Você é muito linda... muito gostosa... olha só no espelho, eu nunca poderia imaginar que você é toda carnudinha... nos lugares certos... te juro, Vanusa, nunca chupei peitinhos tão gostosos...

Eu estava curvado sobre ela para conseguir lamber sua nuca. Minhas mãos davam corda nos mamilos duros e ela acabou de se render. Agora esfregava a bunda no meu pau que já não tinha mais para onde crescer.

— Fica de quatro no tapete, meu amor... bundinha pra cima...

— Na bunda não, Rico... por favor... não faz isso comigo...

— Fica fria, Vanusa. Não vou fazer nada que você não queira... É que o espaço é pequeno, não dá pra um papai-mamâe... vamos, meu amor... a gente já podia estar gozando...

Não era jogo de cena não. A gorducha estava me matando de tesão. Eu não via a hora de comer aquela bocetinha carnuda. Afinal ela fez o que eu pedi e, num piscar de olhos, eu estava dentro dela. Até que para uma coroa ela era bem apertadinha. Será que levava a viuvez a sério?

— Ai, Rico, devagar... você é tão grande...

— Eu?

— Teu pau...

Como é bom ouvir isso de uma mulher! aí é que a pica engrossa mesmo, ocupa todos os espaços... o homem fica mais homem, comendo a cachorrinha que está à sua frente... entra, sai... sai, entra... uiiii...

— Mexe a bundinha, meu amor.

E ela mexe. Geme. Seus braços fraquejam e ela se apóia nos cotovelos, depois nem isso. O rosto esfregando no tapete áspero, os joelhos se separando mais e mais...

— Mete, Riquinho... mete bem na tua putinha... to mexendo bem... assim? diz, meu amor... me xinga... fala sacanagem pra tua cadela... ai meus seios... não aperta tanto não... mentira, pode apertar... esmaga tudo... aiiii

Eu estou literalmente montado nela, as mãos espremendo aqueles seios deliciosos, a língua limpando o terreno em sua nuca para um chupão. "vou marcar essa puta..."

À medida que despejo os palavrões, ela acelera o movimento dos quadris, seus gemidos já não são os de um ser humano... somos dois animais copulando dentro de um elevador.

— Mete, Rico... meu macho gostoso... ai, eu vou gozar... Riquinho goza comigo... enche a boceta da tua puta... aiaiai... assim.... uuuuuuuuuuuuuiiiiiiii... eu quero morrer...

Quanto mais ela grita, mais eu gozo. Não me importa se alguém perceber... ela também deve pensar assim. Agora começa a socar as paredes do pobre elevador e urrar "goza... goza... gooooozaaaa".

Eu não estava mentindo quando disse a ela, poucos minutos depois, que nunca tinha gozado tanto assim antes. Agora eu estava sentado no banquinho e ela ajoelhada no chão lambendo caprichosamente meus pentelhos. Suas mãos abraçavam por baixo as minhas coxas e ela tinha os olhos fixos nos meus, talvez aguardando uma ordem. Eu só consegui falar:

— Chupa...

Meu pau sumiu em sua boca. Eu sentia a língua esperta dizendo para ele "vamos, preguiçoso... o tempo está correndo..."

Então, de repente, começou a ter muito pau para pouca boca. O Laborioso já estava pronto para mais um embate. Os olhos da vadia sorriam vitoriosos. Ela se levantou lentamente, apoiou-se nos meus ombros e foi baixando de novo. Meu rosto sentiu o toque dos seus pelos, da sua barriga, dos seus seios... e logo, lá em baixo, aquele calor úmido me engolindo...

Ela lambia meu rosto, minhas orelhas... eu estava fora de mim... aquela bunda chapada no meu colo... os seios macios espremidos contra meu peito... ela sussurrava:

— Agora vamos devagarinho, meu amor... temos muito tempo... vamos gozar cada segundo... tá bem, meu querido? meu macho gostoso...

Seus quadris se moviam muito lentamente para a frente e para trás, transmitindo uma sensação indizível de prazer. Não aquela agitação louca de uma foda bem dada. Era como se estivéssemos flutuando em paz, o tesão que eu já pensara estar no auge sempre recebendo mais uma colher de desejo. Ela continuava soprando besteira no meu ouvido.

— Meu amor gostoso... que bom sentir esse pauzão lá no fundo... assim... bem devagar... ai, meu bem... não faz eu gozar agora não... deixa só eu mexer... bem devagarinho... mmmmmmmm... que bom... posso te marcar também?

Nem ouviu a minha resposta. Apenas colou a boca no meu pescoço e começou a sugar. Hoje eu vou ter alguma coisa pra mostrar pra turma...

Eu estava de olhos fechados, minhas mãos alisando seu corpo todo, sem a mínima noção do tempo. De repente ela me despertou. Gemia mais alto e aumentava o ritmo dos movimentos. Agora ela já pulava no meu colo, o pau quase saía e voltava a se afundar em sua boceta.

— Que foi, Vanusa?

— Acho que já está para completar uma hora, meu amor. Vamos gozar... gozaaaar...

Foi então que percebi que ela não estava completamente nua: o reloginho permanecia em seu pulso. Nós estávamos num ponto que qualquer coisinha desencadearia o orgasmo. E foi o que aconteceu. Um orgasmo monumental, chegou a doer de tão gostoso... Nós gritávamos, nos mordíamos, nos arranhávamos...

Nem percebemos que a luz voltou.

Quando acabamos de gozar, o elevador estava parando. Por sorte, no andar dela, onde ninguém nos esperava. Ainda arquejando e rindo, nos vestimos rapidamente e abrimos a porta. Já do lado de fora, abracei-a e nos beijamos apaixonadamente. Minhas mãos apertavam suas nádegas. Aquele cu não tinha passado pelas armas...

— Viu? você pediu... acabei não comendo... essa bunda linda... fiquei na saudade...

— Puxa, Riquinho... você queria tanto mesmo? eu dou pra você... na próxima, ta bem?

— Tá. Hoje à noite? eu venho dormir com você.

Ela sorriu triste.

— Não dá, meu amor. Vou ter que dobrar turno no hospital até o fim do mês. São só mais cinco dias...

— Porque?

— É que eu vou precisar dum dinheirinho extra... uma despesa que estava fora do orçamento... mas na sexta- feira te espero nuinha, ta bem?

————————

Dito e feito. Na sexta feira seguinte, avisei a mamãe que ia dormir na casa de um colega. Estava tão bom que no sábado telefonei dizendo que só voltava na segunda de manhã, para ir à aula.

Choveu naquele fim de semana também. Tempo ideal para não sair da cama. Foi a nossa lua de mel... ela adivinhava tudo que eu queria, se antecipava aos meus desejos... nunca pensei que uma mulher pudesse ser tão maravilhosa... ainda mais uma mulher daquela idade... puxa, que besteira... ela era melhor que qualquer uma das gatinhas que eu comi... mulher de verdade, que não conhece restrições na cama... nunca mais eu ia olhar para outra...

Nos dias seguintes, eu era outro. Não contei para ninguém, mas todos sabiam que alguma coisa tinha acontecido comigo. Alguns disseram que eu mascarei de vez. Outros reclamaram que eu estava desligado demais.

Nesse último ponto, eu dou razão aos meus amigos. Eu estava completamente fora do ar, tanto que nem estranhei o fato de o banquinho que estava no elevador agora se encontrar na cozinha dela.

Também demorei a reparar que seu Manoel apareceu de repente com uma bike daquelas de vinte e tantas marchas, que custava mais do que um mês do seu trabalho. Isso, dois dias depois da Vanusa receber o salário, acrescido de trezentos e vinte reais de horas extras.

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Daniel

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Comentários

03/03/2009 05:52:56
10
12/11/2007 16:34:11
Mas o Dani estava muitooooooooooo bem acompanhado na avaria rsrsrsrsrs....
12/11/2007 14:29:49
Só o meu elevador não avaria!
11/11/2007 13:10:54
Meu irmão teu relato tem muita qualidade. continue assim
11/11/2007 13:10:51
Meu irmão teu relato tem muita qualidade. continue assim
11/11/2007 09:40:28
E tu pensou que a Vanusa era virgem né? rsrsrssr...Pergunta isso pro porteiro rsrsrsrsr

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