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Branquinho e o empregado do papai

Autor: Blanquito
Categoria: Homossexual
Data: 11/11/2007 08:17:20
Nota 6.67
Assuntos: Homossexual, Gay

Oi. Eu sou o Branquinho e tenho uns contos já espalhados pela net, como o primeiro “Branquinho e o pedreiro”, e “Branquinho e o quitandeiro”, Branquinho e o paraíba” e “Branquinho e os garotos” e ‘Branquinho na escola”, contando as minhas primeiras aventuras sexuais. Volto agora para contar mais uma. Com treze anos e na época de férias escolares meu pai resolveu me levar para o seu trabalho para tentar evitar (percebi já adulto) minhas relações com os outros meninos e homens no bairro. A empresa em que ele trabalhava, gerenciando um setor era relativamente grande, com uns cem funcionários e funcionava num prédio antigo no centro do Rio de Janeiro, de quatro andares, e o setor dele era no último andar. Meu pai me deixou para “ajudar” num dos setores de atendimento ao público, uma papelaria que fazia também xérox e plastificação. Os empregados me tratavam muito bem, pois meu pai era temido, mas eu sentia no ar uma disfarçada mágoa com o filho viadinho daquele gerente que, para eles, tinha tudo e era mimado...

Passei a ir com meu pai todos os dias e na loja ficávamos eu, Gílson, o operador das máquinas de xérox e plastificação e a balconista Eliete, ammbos com vinte e poucos anos. Eliete era uma jovem gordinha, mas bonitinha e gostosinha, que dizia que era noiva. Bem, o tempo todo em que estive lá o Gílson cantou a moça... e ela, com o papo do noivado, ria e repelia o assédio. Gílson ficava inconformado e, com o tempo a coisa esquentava. Gílson vivia de pau duro atrás do balcão e não escondia de Eliete, que ficava vermelha, ameaçava denunciá-lo, mas nada fazia... Aquilo virou quase uma brincadeira, mas Gílson estava doidinho... Eu não era afeminado, acho, mas era os caras mais experientes me sacavam logo e, também, alguns parentes meus, tios e primos (um inclusive que já tinha me comido), que talvez que já tivessem comentado o meu “problema”. O fato é que, nada conseguindo com a moça, Gilson começou a dar em cima de mim. Primeiro falando da Eliete, “como ela é gostosa”, depois mostrando o pau duro sob a calça, “olha como ela me deixa”. Logo essa conversa evoluiu para encoxadas atrás do balcão e cantadas explícitas: “me dá essa bundinha, garoto...”. Eu ria e não falava nada, mas já estava doido por aquela pica.

O local não era apropriado e eu morria de medo do meu pai, mas a gente sabe que nada impede essas coisas. No fundo da loja tinha um pequeno banheiro e depósito de mercadorias e, num desses dias o Gílson, num “horário morto” para balcão, disse que precisava arrumar umas coisas lá e disse à Eliete que olhasse a loja por que eu ia ajudá-lo. Entramos no pequeno depósito e ele fechou a porta (era uma divisória de madeira), dizendo rápido: “garoto, dá uma mamadinha, dá...”, já tirando a pica pra fora. Ainda ensaiei um “doce”, mas vendo aquela pica veiuda e de cabeça quase vermelha não resisti e caí de boca... O meu pai nunca descia até ali, se não eu não teria coragem de fazer aquilo, ainda assim, preocupados com a situação, ambos fomos rápidos. Eu me dediquei a mamar, dando apenas umas linguadas no saco, e ele não segurou o gozo. Esporrou em minha boca e acho que ficou surpreso por eu ter engolido tudo... era uma porra deliciosa. O Gílson abriu a porta e fingiu que arrumava alguma coisa, mas a moça ria, mais vermelha que nunca, percebendo o que tinha acontecido, até pelo afogueado de nossas faces e, talvez, pelo cheiro que exalou do cubículo.

Depois dali, Gilson deixou a Eliete em paz, mas todo dia tinha arrumação no depósito. Fomos ficando mais tranqüilos com o tempo e mostrei para um incrédulo Gilson tudo que tinha aprendido... rsrs. Babava os ovos e chupava bem molhado o caralho do empregado. Um dia percebi Eliete espiando pela fresta da porta divisória, e a partir daí fez-se de vez uma cumplicidade entre os três e Gílson passou a deixa-la em paz... Mas, depois das primeiras mamadas, Gilson quis mais, mandava-me arriar as calças e enfiava o dedo no meu cu, logo começou a virar-me e roçar a cabeçona no meu rego. Porém, ali era muito arriscado para aquilo... Meu pai trabalhava muito e, muitas vezes, não almoçava no horário certo. Quando isso acontecia, ele mandava um oficce-boy levar uma quantia em dinheiro na loja e me mandava almoçar num restaurante próximo. Gilson percebeu isso e, num desses dias não me chamou para mamar (o que costumava ser próximo ao almoço, embora no fim já fosse feito duas ou três vezes no dia). Na saída para o almoço, ele me pegou pelo braço e me chamou para almoçar num outro lugar.

Era um bar um pouco mais distante e mais vazio. O Gílson conhecia o balconista e passando por ele disse que preparasse dois “pfs” no capricho e que íamos lavar as mãos... Caminhamos por um corredor escuro e fedorendo, passamos por um banheiro horroroso de sujo e chegamos a um depósito de bebidas cheio de caixas de cerveja. Fiquei com nojo e medo de baratas e ratos e quis voltar. Gílson, já com o pau estourando as calças segurou-me com força: “abaixa as calças, viadinho”. Com medo e tesão, fiz o que ele mandou. Gílson me fez ficar de quatro sobre uma caixa imunda e mandou-me empinar o cu, metendo de uma vez, não pude sufocar um grito, mas o lugar era barulhento (exaustores, garrafas batendo, cozinha...). Gílson bombou como um louco e, a partir do grito, suportei bem. Não demorou para ele me encher de leite. Ele limpou a pica num lenço e o ofereceu para que eu limpasse o cu. Gilson ia saindo e eu levantei as calças e comecei a segui-lo, mas estranhamente, ele mandou-me ficar. Fiquei, morto de medo, e logo entendi, o cara do bar entrou no depósito já tirando uma bela pica preta pela braguilha. Antes que eu dissesse algo, ele me pôs sentado na caixa e enfiou a pica na minha boca, “chupa viadinho”. Ele também estava preocupado e gozou logo, segurando as minhas orelhas para eu engolir tudo. Sem falar nada ele saiu e voltou para o balcão. Gilson já estava comendo e o meu prato no balcão, almocei sob os olhares risos e comentários dos dois e de outro balconista mais velho, coisas como: “a comida estava boa”, “pf com leite é bom, né?” e, inesquecível, “garoto, pf com lingüiça é mais caro”. Eu, morto de vergonha, nem olhava direito, e, no olhar pra baixo, percebi o pau duro do velho...

Por quase dois meses chupei diariamente o Gílson, além de um amigo dele que visitou o depósito, e várias vezes fui “almoçado” por ele naquele bar. O negão só queria chupeta, mas o velho comeu também meu cu. Chegou o fim das férias escolares e nunca mais vi o Gílson, que foi demitido (se descobriram não sei, mas acho que não). Numa visita à empresa pedi a meu pai para dar uma volta por perto e voltei ao bar, o negão não estava mais lá e o velho me enrabou mais uma vez, mas fiquei com medo, sem o Gílson, e não voltei mais lá...

Comentários

25/07/2008 13:43:26
tbm gostei, fiquei com tesao de te comer....
15/11/2007 07:26:05
Que conto massa, lendo seu conto dá um louca vontade de ser o protagonista e ler otodos os seus contos.
11/11/2007 14:20:41
Caralho veio! Seus contos continuam deliciosos como sempre, excitantes demais. Conta mais sobre o velho te comendo, adoro qdo vc demonstra submissão, qdo os caras usam e abusam de vc, é mto bom ler suas histórias

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