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Arrombada por dois travestis

Autor: babinha
Categoria: Grupal
Data: 15/11/2007 14:44:20
Nota 8.00
Assuntos: Grupal, Travesti
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BABINHA – arrombada por dois travestis

Na Sexta feira, fomos convidados para irmos a uma festinha em casa de um casal amigo nosso, játinha algum tempo que não os víamos e seria bom este reencontro.

Chegamos lá por volta das 22.00 horas, e na realidade eu não estava muito afim de sexo, eu estava naquele dia mais para conversar, escutar, ver as pessoas se amarem, se eu pudesse ficaria quietinha num canto somente observando as pessoas, este era meu pensamento... mais nem sempre acontece como nós queremos.

Num canto do salão, tinha duas mulheres de mãos dadas, belíssimas, uma loira e outra morena com os cabelos pintados de caju bem escuro, o que dava um contraste muito bonito em seu visual, ambas tinhas os seios turbinados por silicone, suas pernas eram longas e belas. Resolvi sentar-me próximo de onde eu assistiria as duas nas próximas horas.

Carlos, circulava pelo salão, conversando com um, conversando com outro, e as vezes olhava-me e dava um sorrisinho safado... o bom nele, é que ele me entendia e sabia que naquele dia eu teria que sentir muito tesão para poder corresponder as ansiedades que eu causava nas pessoas que já haviam transado comigo, não digo que estava indisposta, mais eu ainda me sentia saciada sexualmente, e naquele dia mesmo, Carlos havia me fudido até os estertores, ele sabia como me fazer fêmea, com ele eu gozava interruptamente, virava uma cachoeira de tanto gozo expelido, e ele sabia como me maltratar como fêmea escrava que eu era dele.

As duas próximas a mim, sempre de mãos dadas, as vezes trocavam um beijinho e continuavam a conversar animadamente, parecia que as outras pessoas não existiam, as duas se amavam, formavam um belo casal, e eu as observava com um misto de curiosidade e um pouco de tesão, afinal de contas eu adorava ver duas mulheres se amando, era uma de minhas taras, pois eu sabia o quanto era gostoso o gosto de uma fêmea, como seus beijos eram sensuais, como as pontas de dedos de uma mulher, as vezes te faziam gozar muito mais do que a caceta de um homem.

Senti que as duas também me observavam e cochichavam entre si, em alguns momentos nossos olhares se encontravam e mantiamos os olhos fixos umas nas outras.

A loira levanta-se, caminha até minha direção e pergunta se eu não gostaria de me juntar ao papo, pois elas haviam me achado muito interessante, pronto aquilo era o sinal, eu que queria ficar quietinha observando, estava sendo levada para o sofá onde as duas estavam e com certeza eu não resistiria ao primeiro beijo, ao primeiro afago, a minha vontade de me tornar vadia e putinha estava ligada, agora era deixar correr e ver aonde iria dar. Aceitei com um sorriso, levantei-me e caminhei ao lado da loira até o sofá, no caminho fiz sinal para Carlos informando que estava indo para o sofá junto as mesmas, ele sorriu e fez um sinal quase que imperceptível com a cabeça que aprovava minha escolha. Sentei-me, fui apresentada então a ambas, uma se chamava Julia e a outra Marieta, moravam em São Paulo e estavam no Rio de Janeiro apenas para participarem da festinha.

Começamos a conversar e em poucos minutos já estávamos intimas, sabia que as duas moravam juntas como um casal e que as vezes gostavam de colocar uma outra pessoa, para que então as duas pudessem amar esta pessoa até que ambas estivessem saciadas, já neste ponto da conversa sentia os dedos de uma e de outra passear por minhas costas, por minhas pernas, por meus labios e eu deixava que ambas me tocassem, sabia que dentro em breve elas iriam querer me tocar mais profundamente, e eu aceitaria seus toques, e fiz que elas sentissem isso, pois enquanto as duas passeavam com seus dedos em meu corpo, falei-lhes que aquele carinho mexia muito com a minha sensibilidade, e que eu adorava este tipo de carinho. A morena então pergunta se eu não gostaria de uns carinhos mais íntimos, ou se eu tinha alguma coisa contra, olhei-a nos olhos e disse-lhe que se elas quisessem poderiam me amar onde quisessem e da forma que quisessem, ela sorriu e apertou minha mão, levantando-se chamou a mim e a loira para que fossemos para a varanda dos fundos da casa, que ela acreditava estar mais tranqüilo, de fininho saímos em direção a varanda.

A morena havia acertado em cheio, a varanda estava vazia, sentamo-nos num sofá que tinha na varanda, uma de cada lado e eu ávida por receber seus beijos. Ai então a loira ajoelhou-se de frente para mim e começou a beijar minhas pernas, enquanto a morena beijava minha boca e logo senti quatro mãos passearem por meu corpo, senti meu vestido ser levantado, minha calcinha afastada e dedos passearem por minha xota, minha virilha, e logo eu estava entregue aos prazeres de ambas.

Trocavamos beijos, apertões, mamadas nos seios, e eu gemendo pedia que as duas me fudessem da forma que quisessem, entre gemidos dizia-lhes que adorava me sentir cadelinha, vadia e bem putinha, e minha xota jorrava gozo, eu estava completamente envolvida e enebriada de tanto tesão, eu estava entregue as duas, com certeza elas fariam o que quisessem e mim e eu com certeza me daria todinha para elas.

Ambas tiraram minha roupa deixando-me nuazinha, e fuçavam todo o meu corpo, penetravam seus dedos em todos os meus buraquinhos, senti dois dedos dentro de minha xota e dois dedos invadirem meu cuzinho, senti que me trocaram de posição, em que fiquei de frango assado, toda exposta para ambas, só que as duas ainda continuam vestidas, apenas com os seios desnudos, a morena sentou-se no sofá, colocando minha cabeça em seu colo, enquanto a loira arrasava com minha xota e meu cuzinho, ela era implacável com seus dedos em minha xotinha e meu cuzinho, ela sussurrava que iria me amar como se eu fosse a mais puta das mulheres, que ela adorava mulher vadia, e eu lhe respondia dizendo-lhe que seria a mais puta a mais vadia que elas já haviam conhecido até aquela data, que eu me daria todinha para elas, mais queria que elas me fudessem muito, que me tratassem como cadelinha, a morena tendo minha cabeça em seu colo, segurava minhas pernas para que eu ficasse bem exposta aos desejos da loira, quando sinto então algo me penetrar, meu cuzinho havia sido invadido até o final e a loira me pergunta se eu estava gostando, eu gemendo de tesão disse-lhe que sim, que tinha adorado e queria mais, a morena vira minha cabeça em direção ao seu colo, e o que eu encontro é uma caceta no lugar de uma xotinha, e ai pude ver que ambas eram travestis, não eram mulheres, e um pedido da morena que eu a mamasse até que ela gozasse, e foi o que fiz, comecei a me dedicar as duas de uma forma mista de prazer... ambas sabiam como fuder uma fêmea, e eu me deixei fuder, me entreguei a ambas, queria sentir e dar prazer ao máximo, queria saciar e me sentir saciada em nossa vontade sexual.

Fui fudida pela loira, primeiro em meu cuzinho e depois em minha xotinha, sentia sua caceta pulsar dentro de mim, sentia a caceta da morena pulsar dentro de minha boca, e eu a engolia todinha, pois não era uma caceta grande não, deveria Ter no máximo uns 12 centímetros, mais era grossinha, e o bom é que eu conseguia mante-la sempre dentro de minha boca, eu passeava com minha língua, arrancava-lhe gemidos de prazer e pedidos de mais, e não precisava nem me pedir, eu adorava Ter uma caceta dentro de minha boca e a caceta da loira me fudia gostosamente no meu cuzinho e na minha xotinha, ela alternava as estocadas, um pouquinho em cada buraquinho, o que me dava mais prazer, e quem pedia mais era eu. Quando ambas disseram quase que ao mesmo tempo que iriam gozar, pediram que eu me masturbasse enquanto elas gozariam encima de meu corpo, e ambas de pé ao meu lado no sofá, gozaram encima de mim, olha que eu amava isso, mais elas gozaram tanto que parece que não parariam mais de gozar, senti meu corpo todo tomado por seus gozos, enquanto isso eu me masturbava violentamente, enfiava meus dedos dentro de minha xota, gemia, pedia que elas não acabasse de gozar enquanto eu também não acabasse, sinto então a língua da morena começar a mamar meus seios, enquanto a loira mamava meu umbigo, ambas estavam me limpando, bebendo seus próprios gozos, terminamos com a loira mamando novamente minha xota e a morena beijando avidamente minha boca e sussurrando que eu era uma cadelinha muito gostosa.

Sentamo-nos no sofá, eu mais uma vez no meio das duas, e enquanto descansávamos fiquei segurando suas cacetas, as masturbava lentamente, eu queria mais e elas sentiram isso, pois começaram a falar entre si que agora iriam fuder minha xota e meu cuzinho e que queriam ver se eu agüentaria os dois ao mesmo tempo, e que ainda dariam umas palmadinhas gostosas na bundinha da cadelinha, sei que em menos de dez minutos eu já estava duplamente penetrada pelas duas, elas fudiam sem dó nem piedade, e sentia que elas vibravam muito, pois eu pedia que elas maltratassem a cadelinha delas... pedia a elas que me arrombassem todinha, eu queria sentir suas cacetas dentro de mim, queria gozar e faze-las gozar até que nós três estivéssemos extenuados de tanto prazer, e assim fomos até as cinco da manhã, ali na varanda dos fundos da casa, sentimos algumas pessoas passarem por lá, mais nem ligávamos, estávamos totalmente entregues aos nossos prazeres, elas eram insaciáveis e eu também, e não houve recusas em que fizemos ali, havia sim uma cumplicidade e uma vontade muito grande de se fazer de tudo.

Sei que as cinco da manha, eu ainda nua no sofá, e as duas já vestidas, Carlos chega, pergunta se já havíamos terminado, se poderíamos ir embora, e ambas pedem a Carlos que tirasse uma foto das duas gozando naquele dia pela ultima vez encima de meu cuzinho, Carlos pediu só um tempo para ir buscar a maquina no carro, enquanto ele foi ao carro, senti as duas crescendo novamente dentro de minha boca, e logo após a chegada de Carlos com a maquina já preparada, ambas descarregaram seus gozos encima de meu cuzinho... eu adorava aquilo e queria mais, mais estávamos mesmo muito cansadas, afinal de contas ficamos nós três a noite todinha sem pararmos um minuto sequer.

Trocamos nossos telefones, endereços e prometemo-nos que ainda iríamos nos ver, e elas fizeram Carlos prometer que me emprestariam a elas, pois elas tinham me amado muito e que gostariam muito que eu fosse passar uns dias em São Paulo junto a elas... beijamo-nos, cheias de promessas e olhares de cumplicidade... com certeza ainda iríamos fazer muitas coisas... e coisas gostosas.

Mais isso quando acontecer eu com certeza contarei para vocês...

Se voce é travesti e adora também fuder uma xotinha de uma cadelinha vadia e bem obediente... entre em contato, terei o máximo prazer de Ter fazer gozar e poder gozar com voce... beijos... Babinha... [email protected]

Comentários

27/09/2013 01:54:49
Gozei...
12/04/2011 14:10:17
SGTPEPPERSBabinha tesudinha, gostosinha, bucetudinha!!! Amei o teu conto, muito excitante... Só mude a palavra ''caceta'' por pau, pica, rola ou até mesmo cacete! É mais provocante, sensual, excitante e realístico! Bjão
08/01/2011 06:38:31
Babinha, vc é uma gostosa! Belo conto, não sou traveco, mas também te traço. Bjo me liga
24/11/2009 14:09:39
nossa mais um conto seu que fiquei muito mais muito esitado vc deve ser um tezao adoraria conhecer vcs melhor [email protected]
23/07/2009 13:59:35
31/03/2009 20:00:19
muito bom o conto amei.bjus
04/01/2009 10:56:05
Adorei.. Leia os meus contos também Na Casa dos Contos e em meu blog: casaispoint.blogspot.com. Beijo e espero por você.
22/11/2007 15:38:53
Bem contado, altamente sensual, alguns erros de Portugues, mas nada é perfeito.
17/11/2007 13:40:24
Ótimo conto. Muito tesudo.
16/11/2007 19:06:38
Adorei a estória! É sempre bom ouvir uma mulher safada falando de suas aventuras.
15/11/2007 15:42:17
Querida Babinha, acho que foi a única coisa que nunca fiz. Foi ser comida por um travesti, mas ao lêr o teu conto, fiquei com vontade. [email protected]

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