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UM DIA DAQUELES...(05/12/03) parte 1

Autor: wally10
Categoria: Heterossexual
Data: 02/11/2007 22:20:58
Nota 10.00
Assuntos: Heterossexual
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[05:21:00h]... Sabe aqueles dias que você acorda com o pé esquerdo, e não se sabe o porquê: se noite mal dormida, preocupação, excesso de trabalho. Hoje é meu dia.Fui trabalhar contrariado com o mundo. ...[07:03:12 h]... Pra começar, tudo conspira a meu favor: meu colega de repartição resolveu ficar doente. Tive que trabalhar dobrado, pois o relatório teria que sair até o final do expediente. ...[18:13:19 h]... O dia foi comprido. A noite chegou e com ela a chuva. Fazia frio peculiar na cidade, só para temperar o meu mau humor. O trabalho foi puxado e longo. Longo até demais. Fui o último a sair. Estava exausto, louco pra ir pra casa, tomar uma boa ducha e descansar. ...[22:10:45] Seria uma longa viagem até em casa. Fechei o escritório e fui pegar o carro. Outro martírio. A garagem é descoberta e distante. Teria que tomar chuva até lá. Os pingos pareciam alfinetes congelados que me molhavam e me deixavam cada vez mais pesado. [22:12:34]... Enfim, cheguei ao carro. Rezo agora para que ele pegue de primeira por causa desse frio. Sem problemas: foram apenas duas tentativas. Dirijo cuidadosamente na chuva, e vou notando muitos postes apagados mais do que o de costume. Era um blecaute quase total. O perigo é entrar numa transversal errada e ir parar em outro lugar. ...[22:31:24]... Estava andando tão devagar por causa da escuridão e da chuva que nem notei que o temido aconteceu. E descobri de uma maneira assustadora: dois faróis gigantes apareceram em minha frente e desviei bruscamente, batendo o pneu no meio-fio, que fez amassar a jante. Que susto! ...[22:48:56]... Com o pneu vazando, resolvi não arriscar a trocar ali, e acelerei um pouco mais, a fim de encontrar um local seguro. ...[23:02:47]... Avistei um posto de abastecimento à frente, e, como o carro já estava pendendo muito para o lado, resolvi parar ali mesmo para fazer o conserto.Parei numa das coberturas do posto que, para celebrar aquela noite fatídica, estava fechado. Como já estava decidido a trocar eu mesmo o pneu, tentei ser o mais rápido e prático possível. Queria ser. O estepe estava muito pior do que original. [23:04:21]... Vi minha ducha e minha cama cada vez mais distantes. Há uns cinqüenta metros, havia um bar, tipo conveniência, cheio de carros na porta. Poderia arranjar uma carona para casa, avisar alguém do meu carro e depois vim buscá-lo; ou então esperar no próprio bar até amanhã bem cedo e resolver minha vida e voltar imediatamente para o trabalho. Iria ser duro, no entanto achei esta última opção melhor, em se tratando de um lugar desconhecido. E isso parecia só um começo. [23:16:16]... Então, lá estava eu num bar no meio do nada. O bar estava num grande agitação. Atípica para aquele dia, talvez. Não sei ao certo, nunca estive ali. Em todos os lugares, esboçavam olhares curiosos e estranhos. Algumas almas solitárias e taciturnas. Espíritos noturnos. Nada que merecesse a minha atenção. [23:18:03]... Sentei-me num canto discreto, pedi uns petiscos e algo quente pra beber. Não chamei muita atenção, e as pessoas estavam desinteressadas mesmo. Assim era melhor. Analisei alguns rostos, o local, para achar alguma pista de onde estava. Acendi um cigarro e, então, recebi um afago macio nas costas. Virei-me com um misto de maravilha e tédio. Quem seria? Olha só quem voltou aqui de novo! Voltou? Nunca estive aqui antes. Pensei. De súbito, vi que era uma mulher simples, simpática e provocante. Cumprimentamo-nos. Ela começou o diálogo, e enquanto falava, eu avaliava de onde poderia conhecê-la, não queria desapontá-la. Uma jovem morena, sorriso bem acentuado, usava uma tiara larga vermelha, uma blusa azul fininha para o clima lá fora e uma calça folgada da mesma cor, tudo isso dentro de um casaco grosso jeans, que lhe parecia um número maior. [23:25:25]... Sentou-se ao meu lado na mesa. Era uma destas mulheres despojadas, mas não vulgares. Ela muito mais falava, e eu escutava. Com certeza, ela parecia me conhecer. Não por assuntos incomuns, mais pela fluência  dela  e do jeito que vibrava com as minhas poucas contestações. ...[23:38:19]... De repente, Ela pediu para esticar as pernas, eu lhe puxei outra cadeira, de modo que nossas pernas quase ficaram cruzadas por debaixo da mesa. Meu joelho tocava, uma vez ou outra, a parte de trás do seu. Postava-se de forma a revelar, através do casaco do jeans aberto, e a leveza de sua blusa; o contorno de seus seios. Apoiava-se na mesa, e, quando me segredava algo, chegavam aqueles lábios carnudos, bem perto de meu rosto e de meus ouvidos. Definitivamente, já não me interessava desapontá-la e eu não iria fazer isso.E, ela com seu bate-papo simples, sem se esforçar, muito atraía a minha atenção. [23:42:14]... Ela não estava sozinha no bar. Havia deixado amigos em uma das mesas, e, aos poucos, todos que saiam se despediam dela. Minha bebida havia acabado. Ia pedir outra, quando ela intercedeu e pediu duas do que ela estava bebendo. E veio numa rapidez incrível. Os últimos amigos da mesa, que estava com ela, se despediram e foram embora. Comecei a reparar o rosto delicado, o cabelo preto bem escuro, tranças curtinhas, davam destaque aos seus olhos que para minha surpresa eram mel esverdeado. Nas suas mãos, dedos finos, unhas médias. Um admirável conjunto. Era uma bela mulher. Na verdade, uma falsa magra. Um corpo delineado, do tipo mignone, que, sem dúvida, faria sucesso por onde passasse. ...[23:51:23]... Finalmente, contei-lhe minha situação, e ela pediu para aguardar um pouquinho. Veio de trás de um balcão, onde estava um senhor moreno, forte, tipo bronzeado, que de lá mesmo fez um ok, e eu sorri agradecido de volta. Ela disse que ele era gente boa e, que permitiria eu passar a noite, num quartinho que tem aqui nos fundos. Não era muita coisa, mas eu não estava podendo regatear nada. [00:06:09]... Já passava da meia noite. A chuva havia cessado. Ela Levou-me até o quarto que ficava fora do bar. Ela seguia na frente. No pequeno trajeto, ela resolveu tirar o casaco, e aí eu pude avaliar melhor aquela mulher pequena e musculosa, costa lisa sem sutiã, e a calcinha cavada delineando seu traseiro. ...[00:09:18]... Acho que ela percebeu meu alvoroço, pois ao baixar com a intenção de encontrar o buraco da fechadura, roçou sua bunda levemente em mim, sentindo minha excitação. Isso durou, mais ou menos, dez segundos; o suficiente para o meu instinto começar agir. ...[00:09:49]... Ao levantar-se, abracei-a por trás, o que a fez encaixar completamente em mim. Hum, que saudade... vem amor! Suspirou. ...[00:10:15]... Puxei a tiara junto com as trancinhas, deixando seu pescoço livre para o meu agrado. Meus beijos e chupões a deixavam louca. Minha outra mão folgava o laço da calça, subia pela barriguinha, por debaixo da blusa e alisava os seios. ...[00:11:33]... Ficamos frente a frente, para um beijo verdadeiramente excitante. Chupávamos um a língua do outro, mordíamos os lábios vorazmente; porém, sem pressa. Soltou o casaco jeans, abaixou uma alça da blusa e deixou um dos seios a mostra, puxou minha cabeça em sua direção. Beijei e lambi seu mamilo, com carinho. ...[00:14.04] De repente, escutamos um barulho que nos fez interromper os amassos. Parecia que vinha do bar, que nem percebemos, a essas alturas, já estava fechado. Ela pegou-me pela mão, eu fiz menção de levá-la por quarto, ela retrucou: Vem por aqui. É bem melhor. [00:16:09]... Quando vi, estávamos de volta ao bar. Nos atracamos sedentos de tesão. Rasguei, num ímpeto, sua blusa e comecei a chupar aqueles lindos seios. Ela enquanto gemia, procurava avidamente minhas calças e foi logo desabotoando, e já massageava meu membro com maestria. ...[00:17:59]... Ela começou a tomar as rédeas. Ela abriu a minha camisa, beijava o meu peito. Abriu o meu cinto, o zíper e habilmente começou a procurar o meu pênis. Com as duas mãos, forçou-me tirar as calças e a minha cueca. ...[00:19:46]... Sentou-me na mesa do bar, Com as duas mãos acariciava o meu pênis, até que decidiu, de uma só vez colocá-lo todo na boca. Meti até a sua garganta, num vai e vem delirante. Depois, com a língua, passeava do escroto até a glande em movimentos suaves. Comecei a gemer de prazer e de excitação. ...[00:21:54]... Segurei-lhe a cabeça com as duas mãos e meti em sua boca bem gostoso. Mas que delícia!Não queria chegar ao orgasmo ainda, e agora era a minha vez de prová-la. Carreguei e coloquei-a sentada na bancada do bar e com facilidade lhe despi a calça. A calcinha de rendinha me enlouqueceu. Beijei sua barriguinha, e fui descendo até chegar àqueles pelinhos negros e cheirosos. Esfreguei a língua ali primeiro, levando-a as nuvens. Puxei-a pelas nádegas, mergulhei a minha boca ávida no seu sexo, e passei a chupá-la com volúpia. Como era gostoso! A respiração dela ficava cada vez mais ritmada. Ela empurrava minha cabeça de encontro a ela, gemia e ofegava cada vez mais rápido. Senti quando gozou profundo. Seus músculos contraíram bruscamente, e de repente relaxaram. Ela ainda em seu estado letárgico me propôs: Vamos subir agora, bem devagar. [00:26:56]... Antes de subir, passou pelo bar e pegou algo que parecia uma garrafa. Um percurso pequeno, mas de muita excitação e medo. Até atingir ao nosso destino, ouvia-se apenas um ronco forte de alguém num sono profundo. Cheguei a um quarto, que parecia ser bem maior do que o meu que eu ainda não entrei - com uma cama, um armário, e uma poltrona bem aconchegante. Gostas de mel? ...[00:27:06]... Já estava no clima, e imaginava as intenções dela. Afirmei sem hesitar. Ela me jogou na poltrona, e derramou vagarosamente em mim, o líquido gelado daquela garrafa, antes misteriosa, e agora instrumento de puro deleite. ...[00:29:19]... Pediu silencio e me sentenciou a um dos maiores prazeres que já tive. Ela começou a lamber todo mel em meu tórax: Lambia meu peito, descia para o umbigo; quando eu ameaçava gritar, gemer, ela colocava o dedo em minha boca, ou me beijava.O gosto do mel e do seu sexo, que ainda estava em minha boca, era um manjar dos deuses. ...[00:32:34]... Quando chegou em meu sexo, ela não teve piedade. Estava rijo feito pedra. Ela o lubrificou começou então a masturbá-lo, em uma velocidade impressionante devido ao mel derramado. Ora engolia o meu membro totalmente, ora ela colocava entre os seios. Era uma loucura. Estava em êxtase, e gemia abafado. ...[00:35:57]... Logo que sentiu que eu não iria mais suportar, ligeiramente, sentou-se em meu colo, de frente para mim; ficando de pernas abertas sobre os braços da poltrona, e começou a fazer movimentos compassados, esfregando seu clitóris na base do meu pênis. Enquanto se mexia, eu beijava a boca, lambia os seios cobertos de mel. ...[00:40:45]... Agora era eu que estava contendo seus gemidos. Seu corpo agora suado e doce grudava-se ao meu. Senti que logo ela chegaria ao clímax, e, ao perceber isso, me beijou agarrando de forma bem intensa. Na hora do gozo, nos abafamos num beijo de tirar o fôlego.Enchi aquela grutinha com minha porra. ...[00:45:03] Ficamos juntos abraçados até que ela adormeceu de cansaço em meu colo. Carreguei e cuidadosamente coloquei na cama daquele quarto.Dormia extenuada, mas parecia feliz. [01:04:13]... Tinha que pensar rápido agora: Descer devagar, pegar minhas roupas no bar, ir para o meu quartinho dormir até amanhã e acordar como se não tivesse nada acontecido. ...[01:05:54]... Desci rápido.Peguei minhas roupas pelo chão do bar; só faltava sair do local, e contar com o refúgio do meu quartinho. Quando achava a vitória certa, eis que, quando abro a porta, dou de cara com uma mulher imponente, parada na porta...(continua)

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