Casa dos Contos Eróticos


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a três

Um conto erótico de marcinho23
Categoria: Homossexual
Data: 21/11/2007 12:52:31
Nota 8.80
Assuntos: Homossexual, Gay

Eu tinha por volta de onze anos quando experimentei o que depois vim saber que era um “ménage a trois”, mas que já podia identificar como sendo uma sacanagem, verdadeira orgia.

Vindo de uma cidade do Interior, onde não podia prosseguir os estudos, morava já há seis meses com meus tios e meus primos, que eram adotados, sendo um de 15 e o outro 16 anos, Beto e Alexandre. Eu não sabia ainda o que rolava entre eles, mesmo dormindo no mesmo quarto, o que só vim a descobrir ao ser envolvido por eles na mesma “viagem”.

Desde meus oito, nove anos que sentia inclinação homossexual, pois tinha uma atração enorme pelos pênis dos meninos maiores, inclusive o meu favorito era o do zelador do prédio da minha escola, seu Flavio, que eu vira certa vez de relance, o suficiente para despertar minha atenção. Ele era um homem de uns 30 a 35 anos, forte, e era responsável pela limpeza da escola. De ouvir dizer que ele comia uma das professoras e também algumas das outras funcionárias me deixou ‘antenado’ para conseguir um ‘flagra’. E aconteceu de eu, por acaso, estar escondido numa das salas quando ele entrou com uma das faxineiras e comeu ela sobre a mesa da professora, metendo nela por trás.

Essa cena permaneceu durante muito tempo acesa na minha lembrança, preenchendo as minhas fantasias, quando eu me imaginava no lugar daquela mulher, sendo eu a ser invadido por aquele pau que, na minha visão ainda quase infantil, parecia imenso. Nos meus delírios eu me masturbava colocando um ou mais dedos no cu, para simular o cacete do seu Flavio. Com o passar do tempo outros objetos foram substituindo os dedos, em espessura e comprimento, mas sempre deixando a sensação de que aquilo estava incompleto, faltava alguma coisa para que fosse todo prazeroso.

Quando fui morar com meus tios esse hábito permaneceu, levando-me a passar bastante tempo na hora do banho em minhas brincadeiras solitárias. Nesse período descobri um tipo de desodorante com um formato que, na minha imaginação, se assemelhava ao cacete do seu Flavio, o que me levou a passar a usá-lo e a procurar introduzi-lo em meu ainda apertado orifício anal. Foram alguns meses de tentativa, até que finalmente aquele inusitado objeto finalmente me penetrou, o que me permitiu um dos maiores gozos que experimentei.

A partir daí eu ficava à espera do momento de ir para o banheiro e me entregar a essas delícias. Até que houve o fato que me lançou na cama de meus primos... Ou eles na minha, como aconteceu de fato.

Naquela tarde de sexta-feira, ao chegar da escola, havia faltado água, o que não me permitiu correr para o banheiro, como vinha ansiando desde o final da manhã. Sentia o cuzinho coçar e em algumas ocasiões precisei ir ao banheiro da escola para me aliviar e colocar um dedo no rabo para que a ânsia não me fizesse cometer alguma loucura. Sobretudo porque naquele dia flagrei outra vez o seu Flavio comendo uma outra faxineira no depósito próximo à quadra de esportes e o tesão aumentou ainda mais.

Sem água em casa, o jeito foi irmos a um outro bairro, onde moravam alguns amigos de meus tios e lá fizemos o asseio; mas não pude me demorar, pois me colocaram para ser dos primeiros. Voltei para casa com o corpo em brasa, já esperando que chegasse o novo dia e eu pudesse me trancar no banheiro para me saciar com o meu “desodorante-amante”.

Nem preciso dizer que passar a noite sem ter me aliviado foi bastante difícil. A cama parecia me espetar o corpo, rolei insone por bastante tempo. Por volta de onze e meia, tomei a decisão que terminou por me entregar: usar do desodorante ali mesmo, na minha cama, sob os lençóis, achando que meus primos não iriam se aperceber.

Assim pensando fui ao banheiro, peguei o frasco e retornei disfarçadamente. Esperei um pouco, o que me pareceu uma eternidade, e procurei dar vazão à minha ansiedade. Abaixei a calça do pijama que usava e trouxe o tubo do desodorante à boca, ensalivando-o. Ato contínuo tratei de colocá-lo na posição para que me penetrasse. No frenesi do tesão não me preocupei com os movimentos que fazia; e me coloquei estirado sobre a cama, com uma das mãos abrindo as nádegas enquanto a outra empurrava o frasco para dentro de mim, nem me dei conta que podia estar sendo observado. Quando o objeto finalmente venceu a barreira do esfíncter foi impossível segurar o gemido de prazer.

Nesse instante a luz do quarto se acendeu e senti o lençol que me cobria ser afastado, deixando a descoberto o meu corpo despido e o frasco de desodorante enterrado no cu.

— Olha, mano — falou o Beto. O priminho gosta mesmo da coisa...

— Não te falei? — comentou Alexandre. Eu tava desconfiando, desde aquele dia do jogo de vôlei...

Parêntesis: Cerca de um mês atrás havíamos ido a um jogo de voleibol na quadra do bairro e eu fiquei secando os caras que jogavam, procurando espiar os cacetes que balançavam sob os calções. Mas pensava que não havia sido percebido, julgava ter sido discreto. Já vi que não fui o suficiente.

Ali estava eu, deitado meio de lado, quase todo nu — a calça do pijama entre as pernas — e meus dois primos de cuecas a me observar,com o desodorante enfiado no rabo.

— Pode deixar, Marcinho, que a gente vai te ajudar...

O Beto falou meio rindo e já foi sentando na cama. Com uma das mãos ele separava as bandas da minha bunda e com a outra procurava retirar o meu “consolo”, tarefa que me provocou alguma dor, pois estava tenso pela situação. O pequeno ruído causado ao sair do ânus os fez rir e Alexandre se juntou ao irmão, comentando a dilatação do meu cuzinho e também as curvas de minha bunda.

Diziam que iriam me ensinar brincadeiras novas e que eu não iria mais precisar de objetos como aquele frasco de desodorante. Eu ainda não compreendia bem tudo o que estava acontecendo, mas o Beto encostou seu rosto no meu traseiro e senti mordidas suaves na bochecha da bunda. Quando sua boca encontrou meu anelzinho não tive como esconder um tremor e um suspiro, pois foi como se uma faísca elétrica tivesse percorrido todo o meu corpo.

Alexandre comentou que eu estava gostando e disse ainda que iria ver se eu gostava também de picolé. Contornando a cama aproximou-se de minha cabeça e se posicionou à minha frente, permitindo que eu pudesse contemplar a pujança de seu pênis que deixava a cueca e se apresentava numa ereção ainda incompleta.

— O priminho não quer experimentar, não?

Balançando o cacete em frente ao meu rosto, Alexandre me convidou a segurar aquele mastro. Hesitei por alguns segundos, mas cedi. Afinal, eu sempre quisera desfrutar disso e, agora que tinha a oportunidade, não iria desperdiçá-la. Num instante minhas mãos trataram de agarrar o membro e senti-lo pulsando entre meus dedos. A seu convite aproximei-o dos lábios e logo procurava acomodá-lo todo na boca, iniciando um inexperiente boquete, que deliciava mais a mim do que a ele. Eu chupava, lambia e admirava o pau de Alê quando senti que Beto melava o meu anel com um líquido gelatinoso que me provocou um arrepio e introduzia seus dedos no meu orifício, às vezes até três deles juntos.

O pênis de Alê crescia e pulsava na minha boca no momento em que senti uma dor enorme no ânus. Foi justamente quando Beto colocou o pau na portinha do meu cu e, pressionando, fez com que a cabeça entrasse, dilatando meu esfíncter. Alê reclamou, pois meus dentes machucaram sua pica. Beto ficou estático por alguns segundos, o tempo suficiente para que meu cu se acostumasse com a invasão.

A dor que sentia foi desaparecendo aos poucos e quando todo o pau se acomodou na minha bunda a festa teve início. Logo ele começou a me fuder de verdade, segurando na minha cintura e dando bombeadas vigorosas que me atiravam de encontro a Alê e fazendo com que seu pau fosse até o fundo de minha boca, quase me sufocando. Alê gozou e, mesmo sentindo alguma ânsia, com o pau enterrado até quase a garganta, acabei engolindo toda a sua porra quentinha e espessa. Em seguida foi Beto quem gozou no fundo do meu rabo, enchendo-o também de gala, deixando seu corpo cair sobre o meu. Com o pau ainda atolado no meu rabo, Beto se virou de costas, e Alê veio por cima de mim e, segurando com as mãos o meu pinto, me chupou até que eu também gozasse em sua boca.

Depois que a pica de Beto amoleceu e saiu de meu cu, ficamos os três deitados em minha cama e dormimos até o amanhecer. Como era sábado e não tínhamos que ir à escola, ficamos no quarto até mais tarde e eles me comeram outra vez e nos chupamos até que gozamos na boca uns dos outros. Repetimos essas ‘brincadeiras’ por várias vezes, só concluindo quando concluí meus estudos e tive de voltar para a casa de meus pais, quase um ano depois.

Comentários

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22/01/2009 14:10:49
bom
23/11/2007 07:17:59
Êta estudo gostoso.....
22/11/2007 14:34:31
um dos melhores contos que já li. cara, não se intimide com essa galera de recalcados que não consegue sentir prazer e quer que os outros sejam iguais. nota 10 pra vc...
22/11/2007 13:40:50
Respeito a opinião de quem não gosta, mas... para que vêm a este site? Além disso, por que eu iria contar uma história diferente, se foi isso o que aconteceu comigo? Teria que mudar minhaspreferências só pra agradar os "Pastores" e "puritanos" que correm pra cá e tentam fazer cair uma carapuça de "danação" em quem pensa diferente deles? Se eu não tivesse as preferências que tenho e registrasse aqui minhas experiências heterossexuais, com certeza viria um gay e me criticaria por ter uma preferência diferente da dele... Infelizmente, é assim mesmo, o mundo não é como a gente sonha, as pessoas nos decepcionam apesar de tudo... Agora, com esse papo de "crescimento demográfico" e outras bobagens mais, o que me preocupa é a concorrência que gente como essa faz a quem tem os gostos que eu tenho... Podia colocar seu e-mail, pra eu lembrar sempre de não incluí-lo na minha lista de endereços, para não correr o risco de ser mandado pro inferno antes da hora... bjs, marcinho
21/11/2007 18:12:43
Só de capricho, dou nota 10, viu ô pastor de bosta...
21/11/2007 18:11:24
Nossa, que homem violente esse pastor! Ou é corno ou é uma grande bicha enrustida que já está passando dos limites. Pastor da casa do caralho, você é um boçal, um idiota, um merda n'água! Faça-nos um favor querido, suma daqui e vai pregar o fim do mundo na puta que o pariu. Me enoja essa gente que não se enxerga e pôe defeito em tudo, mas não é capaz de fazer melhor. Vai ver se sua mulher está dando o cu pro Ricardão, vai... Ou então, vai ver seu macho comer o cu de outro viado enrustido como você e chupar o pinto dele depois que gozar no cu do outro... Arre...
21/11/2007 16:26:40
Pelo menos esse filha da puta desgraçado se utilizou de alguns parágrafos, mas seu conto é uma bosta e esse site deveria mudar de nome, pois ultimamente se posta cada merda, para CASA DOS CORNOS LIBERAIS E VIADOS ENRUSTIDOS. Leva seu ZERO e some.




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