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UM DIA DAQUELES...(05/12/03) FINAL

Autor: wally10
Categoria: Heterossexual
Data: 02/11/2007 22:22:15
Nota 10.00
Assuntos: Heterossexual

(continuação) Então é o senhor que está acabando com o mel! ...[01:08:34]... Fiquei sem ação. Estava nu, com minhas roupas nas mãos, e, diante de mim, uma mulher desconhecida. Estava cansado, no entanto ainda demonstrava traços de minha excitação. E ela percebeu isto. Sabe que você vai ter que pagar por isso, não? E eu já sei como. Sentenciou. [01:09:45]... Era uma mulher encorpada de cabelos longos pretos, dava para idealizar seios fartos, pernas grossas, sob um roupão branco contrastando com sua morenice. [01:10:19]... Seguiu, em passos firmes, em direção ao meu quartinho, e acompanhei atrás. Já estive na chuva, já me molhei. O que vier será lucro julguei. Nenhuma movimentação estranha, tudo no mais perfeito silencio. Curvou-se para acertar o buraco da fechadura, e, como por instinto, meu membro respondeu imediatamente àquilo. Acho que ela não percebeu, mas ela permaneceu mais do que minha doce jovem naquela posição. ...[01:11:11]... Enfim, a porta se abriu. Fez-me entrar primeiro como cicerone. Era um quarto com dimensões menores ao que eu estive antes, com uma cama de solteiro, um armário quebrado, um sofá velho, mas em bom estado, e coisa empilhadas em um canto, que parecia oriundas do bar. ...[01:12:23]... Ainda analisando o quarto, joguei minhas roupas na cama, e então nu, nem percebi a dona tirar o roupão e sentar no velho divã. Deparei com uma visão maravilhosa: confirmei os seios fartos num sutiã meia-taça, também branca; um quadril e coxas volumosas que desapercebia a calcinha. O que faltava para minha total ereção, eu tinha alcançado. Fixou seus olhos no meu pênis. Hum! Não é à toa que tinham que abafar os gemidos. Isso aí é material de primeira. [01:13:46]... Aproximei-me devagar, colocando meu pênis próximo ao seu rosto. Senti que ela o admirava sem pressa. Acariciou o meu pênis com as mãos.Cheirou e beijou a glande. Alisava minha barriga, minhas coxas, minhas nádegas, com mãos de pluma. E depois daquilo tudo, já esta pronta pra outra! Isso é ótimo. Vem cá!. ...[01:15:27]... Acabou de dizer e, com as mãos em minha nádegas, empurrou meu pênis todo em sua boca. Gemia e falava coisas e desconexas, mas queria que eu enfiasse em sua boca. O que fiz, com todo prazer. ...[01:16:20]... Passou agora a me chupar as bolas, passando a língua na base do meu membro. Meu pau pulsava e dava a impressão que ia estourar. Era um misto de agonia e prazer. Quando engolia meu pênis, sua boca parecia imensa. Estava, de novo, em êxtase. [01:19:48]... De repente. Levantou e se colocou de quatro com as pernas entreabertas no acento do sofá, e os braços apoiados no recosto.Massageou aquela vulva molhada e inchada sob a calcinha, indicando o que desejava. ...[01:20:21]... Puxei a renda que a cobria e posicionei minha pica dura e vermelha na entrada. Ajeitei-a pela cintura e penetrei com força. Agarrei-a pelos quadris e, enquanto metia, fiquei fascinado com aquela bunda enorme, carnuda, simplesmente maravilhosa. Subi minhas mãos, massageei-lhe os seios; e ela virou o pescoço e me deu um beijo molhado com língua parecia querer me sugar. Gozei como louco. Eu estava cambaleante. Cai sentado no sofá. Ela olhou pra mim, apenas riu. Está cansado? Ainda não acabou. Eu quero mais. [01:25:12]... Não vacilei. Aproveitei que ela estava ainda na posição anterior, terminei por tirar a calcinha e cai de boca naquela anca admirável. Beijei-lhe a bunda, mordi, dei chupões, até chegar a sua buceta encharcada. Passei a chupá-la sem pressa àqueles lábios salientes, mordicar aquele grelinho durinho. Levantei-a pelo quadril arreganhei as bandas de sua bunda e afundei minha boca na sua vagina. Introduzi a minha língua bem fundo. Ela dava gritinhos, gemia baixinho. Aquela mulher imensa agora estava totalmente passiva, em minhas mãos. Senti que estava preste a gozar, pois já ofegava, e os seus gemidos, ela mesmo não mais conseguia abafá-los. Quando passei a dar uma atenção especial o ânus, ela me interrompeu. Venha! Senta ai, quero que goze aqui atrás. [01:31:28]... Era o que eu queria. Fiz o que me mandou, e ela posicionou e frente a mim no meu colo. Meu pau estava latejava, porém ainda estava duro. De costas pra mim, apoiando as mãos em meus joelhos, encaixou meu membro na porta de sua entrada anal, bem devagar, e gostoso. A penetração foi dolorida, mas também excitante. Ela subia e descia como uma amazona. Ela delirada com cada estocada que recebia. Cadenciava seus movimentos e facilitava a penetração, apoiando e abrindo sua bunda com minhas mãos. A visão daquela anca subindo e descendo era uma loucura. ...[01:32:39]... Ficamos assim por alguns minutos, quando ela se virou, lambeu meu ouvido, e sussurrou: Mama gostoso, como você fez com ela! Então foi ela a causadora do barulho, nos espiando! Aquele par de bicos intumescidos estava clamando por minha boca. Não me fiz de rogado. Agora cavalgava de frente pra mim. Enquanto caia de boca naqueles seios, ela ritmava os movimentos de subidas e descidas. Nessas alturas, nós gemíamos sem nos preocupar com quem quer que seja. Ela fazia um movimento de quadris de me levar à loucura. Ela também já estava fora de si de tanto prazer. Ela gozou e, ao invés de relaxar, mexia mais rápido. Eu não havia chegado ainda. Estava gostoso, e demoro pra gozar na segunda vez. Goza! Jorra essa porra dentro em mim. ...[01:36:46]... Ela então resolveu fazer movimentos circulares. Como fazia gostoso! Não iria resistir muito tempo. O gozo veio e foi demais. Suspendi minha amazona, como se quisesse gozar o mais fundo que pudesse. Nunca senti tanto prazer. Por fim, desmaiei, exausto. Não tive forças nem para me desvencilhar, deixei isso a cargo dela. [08:48:09]... Acordei assustado com luz do sol entrando pela janela.Vesti minhas roupas rapidamente.Pensei em ter sonhado, mas me vendo, ali, naquele quarto, e sentindo que meu membro ainda ardia, voltei à realidade. Preocupei-me em me atrasar para o trabalho.Lembrei-me do carro. Bateu desespero. [08:54:56]... Sai do meu quarto para encontrar e agradecer o senhor pela acolhida, quando eu ouvi uma voz familiar: Bom dia! Dormiu bem? Em uma janela acima do quartinho, a linda jovem estava com o cabelo molhado, e de roupão azul. Deve ser sua cor preferida imaginei. Meio sem graça, respondi: Sim... E você? Emendei. Mais ou menos. Ouvi uns gemidos, vozes à noite que não me deixaram dormir. Disse sorrindo. Já não tinha mais onde enfiar a cara: ela tinha desconfiado. Querendo mudar de assunto e também pensando no trabalho, perguntei: Que horas são? Aparece no bar. Vamos tomar café! [09:01:28]... Iria receber um sermão daqueles do meu patrão. Fui ao bar na intenção de agradecer ao senhor, e me desculpar com minha doce amiga e ir direto para o trabalho. E ainda tinha que ver o pneu do carro. Já estava íntimo daquele caminho, abri a porta e estranhamente o bar ainda estava fechado. [09:02:13]... Ela me esperava no balcão do bar, ainda de roupão e com cabelo enrolado numa toalha.Prevendo que algo pudesse me atrasar ainda mais, fui logo adiantando em falar: Estou tão atrasado... Queria agradecer àquele senhor pelo quarto... você sabe de alguém que possa consertar um pneu furado?. Ela sorriu e rebateu. Gostas de mel? Eu adoro. Aquela pergunta me fez relaxar por segundos, que pareciam eternos. Gosto. Respondi àquele sorriso que me cativou desde o primeiro momento que vi. Que bom!. O desjejum foi ali mesmo no balcão. O que ela precisasse tinha tudo por perto. O café impregnava o ambiente com seu cheiro forte e gostoso. Via que tinha uma intimidade singular com aquele lugar. Matei minha curiosidade: Trabalha aqui?. Indaguei. Não. Esta resposta me entristeceu profundamente. Queria encontrá-la novamente, forçando uma casualidade; sem nomes, e números de telefones. Ela cortou meus pensamentos. Meu tio é o dono. Estou por aqui de férias... Uma resposta cheia de alegria e apreensão. ... e não se preocupe. Ele já está agradecido. Eu fiz isso por você. Aquele senhor era o tio dela? Murmurei pra mim mesmo. Para não deixar que ela não percebesse, tentei fluir o papo: Onde ele esta agora?. Foi para igreja com minha tia. Hoje é feriado. Dia de Rei Santinho, não sabia?. [09:10:00]... Ouvir aquilo me fez voltar a mais cruel das realidades. Comecei o dia de ontem, com tanta raiva, e nem percebi que era véspera de feriado. Tudo agora soava melhor: suas palavras, o café, o mel. Ela me disse também que já tinham consertado o meu carro, e como eu era estrangeiro por aqui, não iriam cobrar, pra ver se eu voltava. Gostaria de agradecê-lo pessoalmente. Querendo mostrar-me educado. Daqui a pouco estão aqui. Não devem demorar. Nisso seus cabelos tinham secado e estavam despenteados, mas não diminuíam, nem um pouco, sua beleza encantadora. Vou querer mais mel. Ela falou. [09:15:43]... Quando fez o movimento de se afastar do balcão, seu roupão prendeu em algo, abrindo o suficiente pra vislumbrar aquele monumento vivo. Também vou querer mais mel... arrematei e sorri. Dei a volta no balcão, e, com minhas as mãos, puxei o que faltava cair do roupão e me senti já revigorado. ...[09:16:13]... Deliciei cada centímetro daquele corpo lindo e cheiroso. Beijei-lhe a boca, pescoço; me perdi naquele busto - chupava, mordiscava, lambia os seios, os mamilos durinhos de tesão.E, ela para provocar, repetia: ...[09:17:44]... Pára! Titio pode chegar! Ai! Não! Sem fazer nenhuma menção de sair de mim. Como era perfumada e gostosa aquela mulher! [09:18:33]... De inocente, mudou a tática. Puxou-me para um sofá das mesas que ficava de esquina no bar, de modo que eu poderia ser visto do busto para cima, pela vidraça, pelas pessoas e carros passando. Ela ajoelhada no chão praticava um oral alucinante. Passou a língua nos meus testículos e disse: Esse mel é o melhor. Goza em minha boca... Agora! ...[09:19:09]... Imóvel e passivo, fiquei a mercê daquela boca e mãos ágeis. Ela revezava uma masturbação, com um vai e vem daquele par de lábios. Delirava com aquilo e, ao mesmo tempo, avistava as ruas: gente em movimento, alheia ao meu cadafalso de prazer. ...[09:20.40]... De repente, um carro vem chegando, e estaciona em frente ao bar.Vejo sair então o senhor moreno que me emprestou o quarto  o tio dela! Botei minha mão sobre a cabeça dela, e ao invés de puxá-la, acelerei o vai-e-vem. Acho que entendeu meu aviso, contudo nosso prazer estava em sintonia. O tio saiu do carro, e foi abrir o porta-malas para retirar algo. Um misto de medo e tesão me invadiu àquela hora. Além do mais, quando eu vi sair do outro lado, a tia dela, que me avistou, lá de fora... E eu reconheci a Dona do quartinho! ...[09:21:02]... Ela me encarou e pressentiu o que estava acontecendo. Aquilo me deu mais tesão; e antes de explodir em gozo, ainda tentei balbuciar algumas palavras: Sua... tia... tio... vou gozaar! ...[09:21:37] Inundei sua boca com meu mel quentinho, olhando para a dona lá fora. A sobrinha chegou a engasgar. Depois engatinhou rapidamente, para trás do balcão, pegou o roupão e a toalha e sumiu pelos fundos. [09:22:47]... Recompus-me, e sentei para esperá-los, como se estivesse desapercebido da sua chegada. Lógico que, com a tia, eu não pude fazer isto. Ela me encarou maliciosa, e lhe respondi com um sorriso de canto de boca, e uma piscada rápida. ...[09:23:13]... Eles entraram no bar. Agradeci aquele senhor. Ele disse que não tinha problema, pois amigo de minha sobrinha, era seu amigo também. E sua esposa completou: Que bom que minha sobrinha anda em boa companhia.Sorriu safada. ...[09:24:42]... O senhor pediu licença, que iria arrumar as coisas na dispensa, mas queria que, antes que eu partisse, me despedisse de sua querida sobrinha  que deve estar dormindo até agora!  almoçando com eles. ...[09:25:45]... Não pude negar ao pobre homem! Assim que ele saiu das nossas vistas, a tia encostou-se a mim, passou o dedo no sofá, mostrou-me um respingo do crime, e intimou: ...[09:27:34] Espero que você já esteja recuperado, porque não vai me deixar na saudade. Não vou ficar pra trás!. Hum... Hoje é meu dia... Pressenti.

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