Casa dos Contos Eróticos

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1999

Autor: Rafael
Categoria: Homossexual
Data: 21/12/2007 00:24:44
Nota 6.67
Assuntos: Homossexual, Gay

Me lembro daqueles dias como se fosse ontem. Férias de fim de ano, 1999. como sempre passava os dias vendo Tv ou brincando com Michel, meu único amigo. Ele vinha na minha casa de manhã, almoçava com a gente, jogávamos video game, mas quando dava três da tarde ele ia embora, não importava o que estivéssemos fazendo. Eu ficava chateado, pois era minha única companhia, eu não entendia como ele preferia ficar em casa sozinho, já que a ma dele trabalhava o dia todo, do que brincar com o amigo. Minha mãe brincava dizendo que ele ia encontrar com a namoradinha porque já era um rapazinho, ele tinha 12 anos dois a mais que eu. Sempre que ouvia os comentários da minha mãe ele apenas sorria meio sem jeito.

Um dia, perguntei o que ele ia fazer todo dia naquela hora. Ele nada me respondeu, dizia apenas ser segredo dele. Insisti várias vezes, até que um dia ele me levou até sua casa durante a tarde. Entramos, ele ligou a TV e sentou. Eu estranhei, poxa, para ver Tv podia ver lá em casa. Ele nada falou, três e meia da tarde, ele liga na Band, tá começando o H do Luciano Huck. Michel muda, senta bem próximo a TV, parece nem ver que eu estou ali. Quando começa o quadro da Feiticeira, de longe vejo que ele chega a se arrepiar, sua respiração mudou. Ele olha pra mim, e me chama pra sentar do lado dele. Ela aparece no palco, ele põe o vídeo cassete pra gravar, se recosta no sofá, e pra minha surpresa, abaixa seu short, deixando seu pau duro a mostra. Começa a fazer movimentos pra cima e pra baixo, eu não tinha idéia do que era aquilo, só sei que meu pau, apesar de pequenino e ainda sem pêlo algum também endureceu. Perguntei, o que ele tava fazendo. Punheta, me respondeu, olhando com cara de espanto, como se não acreditasse que eu não sabia.

Disse a ele que nunca tinha feito aquilo. Ele então começou a dizer que fazia aquilo toda vez que via uma mulher gostosa na frente dele, ou quando pensava em uma mulher pelada, virou pra Tv e disse que todo dia batia uma pensando na feiticeira. Eu muito curioso, perguntava se já tinha tempo que ele fazia aquilo, ele me falou que tinha mais de um ano, que fazia no banho, a noite antes de dormir, e quando acordava. Então, manda eu me calar, porque ia começar a melhor parte, a hora do rebolado, e não queria ouvir minha voz pra se concentrar nela, os movimentos aceleram, ele quase baba olhando a TV, eu me divido entre as curvas da feiticeira e o pau do Michel. Ele nota, e manda eu sair de perto, de modo até meio rude, coisa que me assustou pois sempre me tratou gentilmente.

Acaba o programa, chamo ele pra vir em minha casa jogar um game, mas ele prefere ficar sozinho. Em casa no banho repito os movimentos, em poucos minutos sinto uma sensação, estranha, porém gostosa. No quarto, jogando, me lembro do pau dele e o meu fica duro de novo. Tranco a porta e bato mais uma. A noite antes de dormir, novamente outra punheta. Não via a hora de chegar novamente de tarde pra ir na casa dele.

A rotina se repete, brincadeira de dia e a tarde ele já ia embora, quando eu vou saindo junto, ele pergunta pra onde eu tava indo, falei que queria ir lá brincar na casa dele. Ele fechou a cara e disse que não, eu pedi que por favor deixasse eu ir. Tanto eu insisti que ele acabou cedendo. No quarto, antes de começar o programa, perguntei pelas fitas que ele gravava, pedi pra ele por algumas. Ele pôs uma, eu sentei no chão, já com o short arriado e comecei a bater uma. Perguntei se ele não ia bater também. Ele falou que não, que ele gostava de bater vendo mulher pelada não homem pelado. Disse isso um pouco mais descontraído, em seguida se levantou, trancou a porta, fechou as cortinas do quarto dele, e disse que eu podia ficar bem a vontade, ele tirou tudo ficando só de cueca e eu também.

O programa seguia, enquanto conversávamos, ele perguntou se eu tinha tocado naquela noite. Respondo que sim. Ele fala que fazer aquilo deitado é o jeito mais gostoso, ele se deita na cama, manda eu deitar também, ficamos os dois de barriga pra cima, eu acabo olhando mais pro pua dele que para a TV, ele mandar eu virar pro lado, porque eu tava tirando o tesão dele., em viro, ficando de costas pra ele. Sinto a cama balançar com os movimentos, eu me toco também porém mais devagar. De repente, ele me agarra, assim sem mais nem menos, me abraça por trás se esfregando na minha bunda. Eu me assustei, apesar de ser novato em matéria de punheta, sabia que o menino que deixava outro se esfregar na bunda era viado, e isso eu não aceitava. Levantei, briguei com ele, ele me mandou ir embora e disse que nunca mais me levava na casa dele. Começou a me ofender, dizendo que eu fiquei correndo atrás, pra ver ele tocando punheta e agora tava fazendo doce.

Fui embora, engoli o choro, pra não parecer ainda mais viadinho. Na banho enquanto me tocava, a lembrança dele me agarrando não saia da minha cabeça, quando me lembrava meu pauzinho chegava a pular, aí vinha aquela sensação gostosa de novo. Pensei que a raiva dele passaria logo, que no dia seguinte ficaria tudo na boa. Mas não, ele não veio, minha mãe até estranhou, pois ele tava todo dia lá me casa. Esperei até de tarde e nada. No dia seguinte a mesma coisa, e assim no resto da semana. Na segunda seguinte, minha mãe mandou ligou pra casa dele, pra saber se tava tudo bem, ela achava que a gente tinha brigado. Ele disse que não tinha acontecido nada, e me chamou no telefone, atendi com a voz até trêmula. Ele falou que se eu quisesse podia ir lá brincar com ele. Quase pulei de felicidade. Fui pra lá, imaginando mais uma tarde vendo a feiticeira e tocando punheta. Mas apenas brincamos com uns jogos, e na hora do programa, ele foi pro quarto, e disse que se eu quisesse podia ligar a Tv da sala, ou ir embora, porque ele queria ficar sozinho.

Quase chorei naquele momento, tamanha raiva em sua voz. Fiquei colado na porta, esperando ouvir algo, um gemido que fosse. Pela fresta da porta podia ver ele fazendo, estava deitado na cama, nu, seu pau virado pra porta me permitia ver com clareza os movimentos, eu excitado, comecei a fazer também. Queria estar lá dentro, num ato meio de tesão meio de loucura, abri a porta, ele me olhou feio, levantou parecia que ia me dar uma surra. Antes que dissesse qualquer coisa porém, falei pra ele: - “Pode fazer aquilo em mim de novo”, ao mesmo tempo que dizia, ia me deitando no chão mesmo. Ele veio se deitou atrás de mim e começou a me encoxar, me abraçava apertado, sentia seu pau na minha bunda, mandou eu tirar tudo. Não questionei, e fiquei nu, ele mandou que virasse de bruços, fiz em seguida. Ele subiu em cima de mim e deitou encaixando a pica no meio da minha bunda, e fazendo movimento pra cima e pra baixo, gemia, depois se levantou um pouco, e começou a punhetar em cima de mim, em pouco tempo senti pequenas gotas quentes na minha bunda e costas.

Se levantou, mandou eu me vestir, e foi pro banho. Enquanto se banhava eu me mastubava, relembrando cada segundo dele montado em mim, o banho dele foi demorado, eu devo ter batido umas duas punhetas ali na cama dele. Saiu do banho, não disse nada. Ligou o video game, e após umas partidas disse que tava com sono e que ia dormir, que era pra eu ir embora. Em casa no devo ter batido mais umas duas pensando nele. No dia seguinte tava muito calor, ele veio cedo pra minha casa, tinha uma piscina pequena daquelas de plástico, mas dava pra refrescar, quando ninguém tava por perto ele vinha e me agarrava, passava a mão na minha bunda. Na primeira cheguei a ameaçar uma reação, mas ele logo avisou que se eu brigasse ele ia embora e não falava mais comigo. Aquilo mexeu comigo e aceitei os toques dele.

Almoçamos e voltamos pra água, minha mãe tinha que sair pra pagar umas contas no banco, ficamos os dois a sós na minha casa. Tão logo minha mãe saiu, mandou eu deixar ele montar em mim na piscina, baixou minha sunga e subiu em cima de mim, depois mandou eu pegar em seu pau, eu relutei um pouco mas peguei, aí me mandou tocar uma nele, dentro da água mesmo. Ficamos assim um tempo, ele aproximou do meu ouvido e falou pra eu chupar ele. Não aceitei, aí já era demais, saí da água, e fui pro meu quarto deixando ele sozinho lá. Depois de um tempo, ele entrou, enrolado numa toalha, e foi juntando sua roupa. Ele disse que ia pedir pra mãe dele deixar ele dormir lá em casa aquela noite, e que se eu não chupasse o piru dele de noite ele ia espalhar pra todo mundo que gostava que ele botasse o pau em mim, que todo mundo ia saber que eu era um viadinho. Naquela época não me toquei que a ameaça dele era apenas um blefe, pois ele também ia ficar com fama de viado por ter comido um, mas eu não tinha noção disso, e aceitei. Como minha mãe demoraria a voltar ainda, novamente começou o sarro, só que dessa vez ele tentou enfiar o pau em mim, e gozou sua porra ralinha na portinha do meu buraquinho. Depois ficou ali passando a mão na minha bunda e me chamando de viadinho. Mas fazia isso de forma tão carinhosa, que eu estava começando a gostar.

Estávamos ali, pelados, enquanto ele me passava a mão, virei o rosto pra ele comecei a encarar ele. Minha vontade agora era fazer aquilo que ele gostava, não por medo de perder a amizade dele, mas sim porque eu estava gostando. Sem ele pedir comecei a punhetar ele. Pedia pra ele montar em mim, me oferecia mesmo, pedi pra ele deixar eu ficar deitado de lado pra poder me tocar enquanto ele botava o pau na minha bunda, gozei e fiz ele gozar, depois ainda tocamos mais uma. Minha mãe chegou, disfarçamos, mas para nossa tristeza, a mãe dele não deixou que passasse a noite lá em casa, pois um primo dele, o Luís tinha chegado e ia passar uns dias lá. Ouvir aquilo me fez tremer, agora que estava aproveitando toda aquela sensação gostosa das brincadeiras, teria que ficar uns dias longe do Michel por causa do primo dele. Pois sempre que o Luís, que é mais velho que ele chegava lá, ele esquecia dos amigos.

Foram três dias de solidão, quando pra minha surpresa, toca o telefone, era Michel, me chamando pra ir lá na casa dele, também falou com minha mãe e pediu pra deixar eu dormir lá. Fui todo feliz, mesmo sabendo que nossas brincadeiras não iam acontecer por causa do Luís. Pelo menos era o que eu pensava. Jogamos game a tarde toda, quando o luís vinha pra casa do Michel, ele dormia no quarto que tem nos fundos do quintal, que a mãe do Michel alugava antigamente. Naquele dia levamos os colchonetes, íamos dormir todos no chão, e para a mãe do Michel, íamos virar a noite no game. Tanto que levou duas tigelas de pipoca pra gente e disse que ia dormir porque tinha que acordar bem cedo no dia seguinte. Eram dez e meia da noite, ela entrou na casa apagou as luzes, ficamos os três no quartinho dos fundos, poderia rolar o barulho que fosse que não ia incomodar o sono de ninguém.

Tão logo ficamos sozinhos, Michel levantou trancou a porta, fechou cortinas, e desligou o game, dizendo que o Luís tinha trazido uma surpresa pra gente. Ele ligou o vídeo, e tirou da mochila um filme pôrno. Antes de iniciar, todos tiramos a roupa a mando do Luís, que com dezesseis anos tinha uma vara bem maior que a nossa. Achei que fosse pra tocar uma vendo o vídeo, mas o rela motivo de ficarmos pelados foi que Michel havia contado tudo pro primo dele, que logo foi passando a mão na minha bunda e rindo me chamava de viadinho debochando de mim. Michel que eu esperava me defender, também sacaneava, me deu vontade de chorar, mas a visão deles dois nus cheios de tesão por minha causa me inebriou.

Luís, mandou Michel mostrar como ele fazia comigo, aí lá estav eu deitado de laod enquanto Michel me agarrava e sarrava a vontade, como que querendo impressionar o primo tava tentando meter de todo jeito, chegando a me fazer reclamar de dor. Luís apenas ria, parecia querer apenas me humilhar. Enquanto Michel tentava me enrabar, Luís colocou seu pau na minha boca e me fez chupar por um tempo, eu já estava sem controle chupava ainda que sem jeito a rola do Luís. Michel logo ia gozar, deixando seus jatinhos de porra na minha bunda. Luís às gargalhadas, perguntou se ele queria ver uma gozada de verdade, ele disse que sim, então Luís, me deitou de barriga pra cima e montou em cima de mim ficando com o pau a poucos centímetros do meu rosto, mandou Michel segurar minha cabeça, começo a me fazer chupar, e batia com o pau na minha cara e fez isso até quando estava quase gozando, aí me fez abrir a boca e pro a língua de fora e gozou meu rosto e minha boca, o gosto era horrível, meio azedo, meio salgado, meio quente, quase engasguei, Luís se acabou de rir, Michel de pau duro, disse que também queria e me fez chupar ele até ele gozar.

Luís não satisfeito, me pôs de bruços e começou a enfiar um dedo no meu cu, doía muito, ele ia fazendo movimentos circulares, enfiou mais um, depois de um tempo, virou pra Michel e disse agora pode meter, que já tá arrombadinho. Michel meteu, gozou, depois tive que fazer um boquete pro Luís.

Aquelas férias foram inesquecíveis, as brincadeiras se repetiram por vários dias, depois continuaram apenas eu e Michel. Após as férias perdemos contato, mas até hoje ainda sinto saudades daquelas tardes...

Comentários

21/12/2007 21:35:18
rafael, o ritual de iniciação foi complicado. continua viado? o conto é fraco como a sua personalidade.

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