Casa dos Contos Eróticos

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Coincidências na vida- Fodendo a Ex-Cunhada (namorada eterna)

Categoria: Heterossexual
Data: 24/01/2008 22:46:37
Nota 9.00

Esta vida tem muitas surpresas... Publiquei há alguns meses uma série de contos relatando transas que tive com uma antiga namorada (A namorada eterna) e de como consegui comer a irmã dela, Ana Carla.

Hoje sou casado e tenho um filho de 3 anos, que estuda em um colégio bem conhecido em minha cidade. Geralmente quem o pega na escola é minha mulher, mas por um compromisso profissional, fui buscar meu garotinho. Aguardando o horário, vi um palio zerado estacionar em frente a escola, e quase cai no chão ao ver minha antiga cunhada, vestindo um tailler cinza, muito elegante, com um rasgo lateral que me fez lembrar imediatamente daquelas carnes. Fiquei na minha, esperando a hora da saída. Uns cinco minutos depois, Ana Carla me reconheceu e esboçou um sorriso desconcertado, cumprimentando-me.

Sem muita maldade, caminhei até ela, perguntando sobre a família ( sobre seus pais, noivo, e também por Anelise, que já não via há tempos).

Ela disse que a irmã não morava mais no Brasil, pois conseguiu mudar-se para a Austrália.

Fiquei contente por ela ( com uma baita saudade batendo) e perguntei sobre os filhos de Ana Carla. Eram um casal de gêmeos, muito bonitinhos, que chegaram logo em seguida.

Até então, não tinha botado maldade na estória. Ao se despedir, Carla me deu um cartão, com seus telefones.

Fiz o mesmo, passando meu cartão. Peguei meu filho e fui para casa.

Nesta noite, não sei por que, fiquei tarado e quem pagou o pato foi minha mulher.

Fizemos um 69 delicioso, onde lambi toda a chaninha depilada dela, sem falar no seu rabinho lindo. Lembrei do jogo duro que Carla fez quando comi seu cuzinho, resistência que só tive no início com minha esposa. Para não perder o costume, coloquei minha esposa de quatro e mandei ver minha rola naquele tobinha quente. Fiquei bombando em meio aos gemidos e reboladas de Amanda (minha mulher), mas não consegui segurar muito, pois estava tendo um ataque nostálgico com relação à CArla e Anelise.

Uma semana depois, me surprendi com um telefonema dela, pouco antes do meio dia, perguntando se gostaria de almoçar com ela.

Aí, o lado canalha aflorou. Liguei para meu gerente inventando uma desculpa, pensando que o almoço ia render mais que um rango, e que o prato principal deveria ser a Balzaca da Carla. Armei um teatro para com minha mulher, falando que teria de visitar nosso escritório numa cidade vizinha. Ela é viva pacas nestas horas, mas acabou aceitando as desculpas.

Até então, nunca tinha pensado em trair minha mulher, e sentia realmente medo de que eu balançasse ao rever Anelise. Nunca pensei que a irmã poderia querer reviver um final de semana em que ficamos fodendo a três ( relatado na séria A Namorada Eterna).

O lado canalha tomou conta e lá fui eu para um restaurante na saída da cidade, estrategicamente escolhido por ser próximo a área de motéis. Ao chegar, encontrei Ana Carla num vestido branco, com um discreto decote que me fez relembrar as deliciosas espanholas que fiz neles. Começamos o papo com amenidades. Perguntei sobre Anelise e seus pais, desconsiderando a situação do marido dela. Ela disse que a irmã e a sobrinha já estavam há mais de um ano na Austrália, e que ela lecionava em uma escola e estava fazendo um curso de pós-graduação. Ana Carla me disse que tinha uma sociedade em um escritório de advocacia e que o marido continuava viajando muito, pois era engenheiro e trabalhava em empreiteira de construção civil. Tinha a nítida impressão que se jogasse a isca, ela morderia sem pestanejar. Saí com esta:

- Ainda me lembro de quanto nos esbaldamos naquele final de semana. Foi maravilhosa a experiência, e que era difícil de acreditar o quanto fomos diferentes da vida que levávamos.

Carla à época se passava por recatada e moralista. Mas durante o papo, disse que aquilo que acontecera tinha melhorado e muito sua percepção e sua entrega ao prazer que o sexo pode proporcionar. Soltou:

- Já fiquei várias vezes molhada só de lembrar de você e do noivo da Marina gozando em mim ao mesmo tempo... Estou encharcada de novo...

Concluí que o caminho estava aberto e disse: Podemos alterar o prato do almoço? Estou logo para fazer “uma galinha assada”. Ela disse que eu estava demorando a pedir...

Pagamos o drink que tomamos, cancelamos o pedido e rumamos para um motel recém inaugurado. No carro que a empresa normalmente aluga para viagens, não havia insufilm como no meu, e pedi que ela se contivesse, pois ela foi logo apalpando minha rola sob a calça, e dizendo estar louca para matar as saudades.

Pedi uma suíte com hidro, pois queria muito relaxar antes. A ansiedade e a culpa por estar cometendo adultério estavam me deixando sobressaltado. Amo muito minha esposa e esta seria minha primeira “pulada de cerca”.

Ao trancar a Suite, Carla se revelou uma verdadeira leoa. Me empurrou para cima da cama redonda, retirou meus sapatos e puxou minha calça após afrouxar o cinto. Num movimento rápido, deixou cair seu lindo vestido branco, exibindo seus seios, ainda firmes, mesmo após ter amamentado seus filhos. Eram divinos: Melões róseos, com os bicos protuberantes. Ela apertou seus seios e pediu para que eu tirasse a cueca. Atendi de imediato, sem antes reparar quão linda era sua calcinha, de renda branca, com a parte traseira totalmente enterrada no reguinho. Ela se apoiou sobre minhas pernas e começou a pagar um boquete maravilhoso. Aí a apreensão do fato já tinha ido embora, ela lambia meu cacete desde à base até a cabeçorra, alternando engolidas violentas e chupadas ruidosas, que estavam me deixando louco. Pedi que ela fosse com calma, pois senão iria gozar rapidamente. Enquanto ela engolia minha rola passei a acariciar suas tetas e bolinar sua linda chaninha. Ela estava todinha depilada, a exemplo do que fazia sua irmã quando éramos amantes. De um movimento só a peguei no colo, ainda com a jeba cutucando sua garganta e passei a tentar chupar a tenra carne de sua xota. Ainda com a calcinha, fiz questão de enterrá-la ainda mais no seu rego. A pose acrobática era muito excitante, mais desconfortável. Ela parou um pouco de chupar e me pediu para lambê-la com as pernas totalmente escancaradas sobre a cama. Lambi seu grelo rosado como se lambe um colher retirada de um pote de doce de leite, ela gemia, me puxando os cabelos e forçando minha cabeça contra sua pelve. Era inebriante o cheiro de tesão de sua chaninha. Enfiei minha língua em sua xoxota, juntamente com dois de meus dedos, fazendo rápidas penetrações e rotações. Ela se contorcia, pedindo para que não parasse, e aumentasse o ritmo. Poucos minutos depois, ela gozava estendendo e contraindo suas pernas em espasmos deliciosos.

Ela então disse: - Vem me comer, seu puto tesudo! Ela se ajoelhou e me entregou uma camisinha. Vesti o “escudo” rapidamente e comecei a bombar naquela chaninha úmida, quente e pulsante. Ela parecia ter aprendido a técnica de pompoar. Literalmente sentia minha jeba ser sugada como se fosse um picolé pelas carnes tenras de minha amante. Ela urrava pedindo para meter com mais força. Comecei a dar solavancos em sua bunda, empurrando meu cacete para dentro dela. Neste frenesi, não consegui mais segurar e inundei a camisinha com minha porra. Ela gemia, novamente se contorcendo, mostrando ter atingido o gozo praticamente ao mesmo tempo que eu. Ela se virou lentamente, meu pai saiu de sua boceta, ainda meio rijo. Ela então me acariciou os bagos, o que provoca em mim uma sensação incrível após gozar. Me beijou carinhosamente e disse que há muito fantasiava ter uma transa comigo em dedicação exclusiva.

Tomamos um vinho branco e pedimos um prato para restabelecermos, pois a fome que sinto após uma trepada dessas é enorme. Ela ligou a hidromassagem e pediu para sentar em meu colo. Neste momento começou a confidenciar a fase difícil pela qual passava seu casamento. O marido estava com problemas na empresa, que passava por dificuldades, e o stress impedia que ele relaxasse ao ponto de cuidar da libido daquela potranca. Comecei a contar sobre minha vida íntima, que meu casamento era muito sólido e que realmente, até aquela tarde, não tinha expectativas de ter casos extra-conjugais. Ela ficou desconcertada com o comentário e esboçou um comentário “ Fizemos uma grande cagada”. Retruquei dizendo que o que havia acontecido era um ataque de nostalgia da juventude, e que estava adorando cada segundo. Cheirei seu pescoço, dando um leve beijo e perguntei, já pensando no segundo-tempo:

- Você liberou este seu cuzinho delicioso para seu marido?

- Sim, na mesma semana que você o descabaçou. Ele adora fazer, mas eu não consegui relaxar da mesma forma que você fez comigo. Confesso que tenho sonegado para ele, e que já tinha mais de 6 meses que não rolava...

Neste momento, chegou o almoço que pedimos, e o clima acabou esfriando. Só o clima, pois meu guerreiro já estava pronto para matar as saudades daquele brioquinho rosado...

Ela se sentou à mesa, após calçar as sandálias brancas de salto Luis XV, que ainda deixavam-na mais sensual. Era um deslumbre. Seus cabelos úmidos escorrendo pelas costas, Sua bunda ainda empinada para seus 42 anos... Fiquei extasiado.

Saboreamos ( se é que se pode se dizer isto de rango de motel ) e novamente começamos a nos beijar. Ela ficou em pé sobre mim na cama, e se agachou na minha cara. Voltei a lamber sua chana, mas já comecei o trabalho de lamber o rabinho delicioso. Ela reclamou: - você é um puto mesmo, heim, já ta querendo me enrabar de novo...

Estou querendo apenas reinaugurar o caminho... Você disse que sentiu falta de relaxar dando o rabinho, Deixa que nisto sou especialista. Ela se deitou sobre uma almofada empinando sua bunda e dobrando os joelhos, com as pernas separadas. A visão daquelas carnes rosadas e as piscadelas que seu cuzinho dava já me deixaram louco para comê-la. Ela então disse: Tem um gelzinho que trouxe na minha bolsa. Ela já havia planejado ser fodida por trás. Peguei o gel e lubrifiquei meus dedos e seu rabinho.

Fui introduzindo o dedo anelar, que sentiu resistência inicial. Meti também o médio, e fiquei alternando os dedos de minha mão em seu rabinho. Logo após, coloquei um dedo de cada mão, tentando alargar o canal. Ela gemeu, reclamando, mas dizendo estar amando. Meu cacete latejava de vontade de preencher aquele buraco tenro e apertado. Comecei a vestir a camisinha, mas ela pediu... Não, quero que você me encha de esperma. Não pensei em conseqüências na hora, untei meu cacete e fui introduzindo a cabeçorra naquele cuzinho lindo. Ela gemeu, pedindo que eu metesse bem devagarinho. Obedeci, ganhando sua confiança. Centímetro após centímetro, meu cacete deslizava para dentro daquele rabinho lindo. Com ele praticamente inteiro dentro dela, ela ergueu suas ancas, e como um cachorro e uma cadelinha, comecei a bombar de forma mais rápida naquele rabo. Ela tinha aprendido bem a lição da irmã. Ela respirava profundamente, facilitando a penetração, enquanto que contraia o esfíncter quando recuava em seu reto. Parecia um sonho. Já tinha fantasiado isto várias vezes, em relembrar minhas trepadas com sua irmã. Ela gemia, soltando gritinhos a cada bombada. Estava divino, e nem mesmo eu tinha a ânsia que dá de gozar ao comer um cuzinho. Ficamos mais de cinco minutos no vai-e-vem maravilhoso, quando pedi para mudar a posição: Quero que você agasalhe meu pau no seu cu sentadinha... Ela disse: Era assim que você arrombava minha maninha...

Achei que ela ia achar ruim, mas não. Foi lentamente tirando o pau de seu rabinho, com muito cuidado para não doer. Ficou de pé por cima de mim, agachou-se, segurando a cabeça e colocando mais lubrificante no meu pau, depois de enfiar dois dedos em seu rabo. Aí, lentamente, conduzi a cabeça do pinto para seu esfíncter, muito relaxado, e foi se sentando deliciosamente. Ela, com os olhos fechados, soltou lágrimas, e disse: Você me fode gostoso demais!!!! Eu disse: Você e seu rabo é que são uma delícia. Ela começou a se movimentar em movimentos circulares, subindo e descendo. A cada movimento, meu pau se embrenhava cada vez mais no reto de Carla. Ela gemia, respirava, gritava compassadamente com cada metida. Estava divino, meu coração palpitava, o suor escorria de sua testa e pingava em meu rosto. Em um momento ela parou e pediu: Mete tudo, rápido e com força. Obedeci socando meu pau até levantar-me da cama, ela passou a gemer e a urrar como louca gritando :Mete tesuso, mete na sua putinha.... Não suportando mais o ritmo e a excitação, comecei a jorrar toda a porra que restava em seu cuzinho. Ela então começou a rebolar para frente e para trás, com seus dedos apertando seu grelo e gozou berrando. Foi maravilhoso. Ela então deitou sobre meus ombros e disse:

- Sei que é loucura treparmos sem camisinha, mas estava louca para lembrar como é bom meu cuzinho inundado de porra... Queria no xota também, mas poderia engravidar, e aí ia foder com nossas vidas... Não precisa se preocupar, pois sou doadora de sangue e faço exames de 3 em 3 meses. Fiquei tranqüilo pois também sou ( ou era... ) doador.

Cai em mim e disse que realmente poderíamos estar arriscando a estabilidade de nossas vidas. Ela disse que não esperava nenhum desdobramento desta trepada, mas que tinha adorado gozar de novo comigo. Ficamos nos acariciando, mas a hora começou a ficar apertada. Estava pensando em que desculpa dar para tirar o cheiro de sabonete de motel. Paguei em dinheiro a conta ( para não deixar rastro ) e fomos embora. Deixei-a no restaurante e segui para a cidade vizinha.

Após este dia, passei a pedir que a babá fosse buscar meu filho, para evitar novos encontros e estimular possíveis escapadinhas. Foi muito bom, mas acredito que tenho a pessoa certa a meu lado.

Dois meses depois, ela me ligou novamente, apenas para contar que tinha falado com a irmã, e que eu tinha comido ela muito gostosamente. Levei para a sacanagem e disse que ia adorar poder fazer isto com ela também. Carla ficou de transmitir o recado, sem dar qualquer informação para contato.

Comentários

14/02/2008 03:41:20
gozei só de ler...impressionante os detalhes...

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