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Comenda as Nativas

Autor:
Categoria: Grupal
Data: 26/01/2008 12:58:18
Nota 6.67
Assuntos: Grupal
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Se gosta de textos bem detalhados; boa leitura

Se não, é melhor para por aqui.

Meu nome é Rangel, tenho 28 anos, solteiro, olhos castanhos claros, corpo atlético devido aos intensos treinamentos no qual passei nos dez anos de Exército. Depois de conversar com uma amiga no qual sou muito próximo, essa me convenceu a divulgar uns contos no qual ela jugou ser interessantes...

Pois bem, então contarei um dos muitos que tenho. No ano de 2000, minha tropa foi incumbida de amenizar conflitos existentes no estado da Amazônia, o motivo das confusões era grilagem de terras, invasões de terras para explorações de garimpos numa área demarcada como território indígena; nossa missão era espuçar os invasores e proteger por um certo tempo as tribus mais vulneráveis à ataques, como vinha acontecendo.

Duas semanas foram suficientes para colocar os invasores para fora da área, agora teríamos que garantir que estes não voltassem e também não atacassem as tribus, por este motivo, montamos acampamento estrategicamente próximo a estas localidades, logo de cara pude perceber que existiam ali algumas nativas muito gostosinhas, peitinhos bem durinhos e arrebitados e como mantinham certa tradição, ficavam à mostra para apreciação de toda a tropa, nos primeiros dias eles se mostraram um pouco desconfortáveis com nossa presença, mas, com o decorrer de alguns dias, já mantíamos certo contato.

Por algumas vezes participamos de seus rituais, para demonstrar de certa forma respeito, nesses encontros pude perceber que algumas indinhas me olhavam constantemente, de certa forma um olhar meigo, curioso, provocador e guloso, pareciam que queriam me comer com os olhos, não conseguia segurar a excitação, meu mendro endurecia de tal forma que ficava difícil de econder ou desfaçar, elas com certeza percebiam e até achavam graça.

Numa noite, ouvi vozes pela mata próximo de minha barraca que ficava afastada das demais, peguei meu fuzil e fiquei em alerta, mas, percebi que eram vozes de mulheres, foi então que percebi duas índias, que se aproximavam de minha barraca, quando estavam chegando perto tentaram voltar, mas assoviei baixinho e as chamei com um gesto feito com o dedo, elas rapidamente entraram, coloquei minha arma de lado, e não perdi tempo, fui logo em um dois seios que estavam à mostra, suguei com grande voracidade, afinal já estava a três semanas sem fazer sexo, enquanto revezava entre os seios e as nativas, numa grande acrobacia tirei minha blusa, depois meu cutuno e por fim minha calça, apesar de está dormindo, ficávamos sempre preparados para tudo, por isso não tirávamos nem se quer nosso uniforme para dormir, elas não se mostravam muito hábeis no assunto, mas mostravam grande fogo e vontade de fuder, uma segurou em meu pênis, mas, apenas apertava, eu o tirei para fora, elas gostaram do que viram, afinal com modéstia parte é o senhor cacete, levei a mão de uma delas até ele, e mostrei o movimento que deveria fazer, aprendeu rapidinho e fazia muito gostoso, enquanto isso comecei a chupar a segunda bem gostoso, talvez era novidade para ela, mas estava gostando muito, não conseguia conter os gemidos e se contorcia totalmente, depois de alguns minutos senti escorrer pela minha boca um líquido quente, a safada já havia gozado, e que delícia seu meu, não sei se pelo tempo de abstinência, mas aquele foi o gozo mais delicioso que já tinha provado, não resisti mais, com enorme tesão peguei uma pos no colo e soquei com enorme força, essa deu um grande gemido de prazer, eu não pensava mais em nada, não queria saber se tinha alguém por perto, só queria fuder gostoso aquelas duas nativas, estava numa grande calvagada, ela subia e descia num movimento gostoso contínuo e intenso, já estava derretendo em suor, e isso deixava ainda mais gostoso, não deu pra agüentar mais, o gozo estava vindo e com grande força, tirei ela de cima de mim, a deitei no chão e esporrei tudo em sua cara e em seus seios redondinhos, todo aquele esperma acumulado saiu em jatos fortes que a lambuzou toda, pedi que limpasse meu cacete, ela não quis ou ficou sem saber como fazer, então coloquei o cacete em seus lábios e fiz alguns movimentos, ela passou a língua e tentou fazer algumas manobras, mas não tinha prática, então forcei um pouquinho para que entrasse em sua boca, ela começou a chupar e até que fez bem gostoso, gostou muito não queria mais parar e chupava com vontade, chupou tão gostoso que meu pau não chegou a amolecer completamente, em alguns minutos já estava em ponto de bala, então fui em direção à outra que estava a olhar maravilhada e comecei a sugar seus seios, desci pela barriga e em poucos segundos já estava me deliciando com aquela xota gostosinha, completamente sem pêlos, seu cheiro era muito gostoso, algo que ascendia meu fogo, a coloquei de quatro com grande força, segurei com uma mão em seu peito e com a outra na cintura e penetrei com muita vontade assim como na outra, essa se contorceu de prazer até tentou rebolar para ficar mais gostoso, sua bucetinha era muito apertada, mais apertada que a outra, bem quentinha e já estava bem lubrificada, o que facilitou a penetração, não demorou muito e começou a escorrer seu gozo, e foram vários consecutivos, suas contrações eram muito fortes apertavam muito meu cacete, não agüentei muito tempo, vi que estava para gozar saí de sua buceta e derramei toda minha porra em sua bunda e costas, peguei meu mastro e dei-lhe umas batidas na bunda e com as duas mãos espalhei todo o esperma pelo seu corpo, o cheiro de sexo tomou conta do ar, mesmo com aquelas duas gozadas intensas e deliciosas ainda não estava satisfeito, as chupei por mais algum tempo, parei na que tinha a bundinha mais redonda e dei uma banho de língua em seu cuzinho, enquanto isso a outra tava chupando meu cacete que já estava em riste, sem perder tempo mirei naquele cuzinho lubrificado com mina saliva e penetrei com toda vontade, ela quis gritar mais a abafei com a mão.

- Não grita não... não era pica que você queria? Pois tem que agüentar, vou te esfolar todinha, tu vai ficar toda assada, vai rebola nessa vara gostosa! E não adianta chorar...

Essas palavras só acenderam mais ainda o fogo da indiazinha essa agora rebolava e jogava seu corpo para traz, como quem pedia por mais e mais pica, coloca mais fundo mete tudo nesse cuzinho. E assim eu o fiz, só faltava entrar as bolas, ela gemia, se contorcia e só não gritava porque eu ainda estava com a mão em sua boca, com pouco tempo gozou gostoso pelo cú, senti seu corpo enfraquecer a soltei e parti para a segunda, pois ainda não tinha gozado e queria mais, a peguei na mesma posição de quatro, peguei em seu cabelo comprido, forçando sua cabeça pra traz e mesmo sem lubrificar enterrei tudo em seu cuzinho gostoso, ele engoliu mina vara gulosamente, essa com certeza já levou muita vara atrás, nem se quer gritou, só rebolava, colocou as duas mão para traz pegou em minha bunda e empurrava para a frete, ela estava com grande tesão, não demorou e gozou gostoso e gozou novamente, foram três gozadas consecutivas, perdeu as forças e não agüentava mais e segurar de quatro, abri seus braços ficando ela com os seis no chão, empinei sua bunda e soquei com força, foram várias estocadas bem caprichadas até que senti um jato forte espalhar porra dentro daquele cuzinho guloso, foi tanto esperma que saiu pela bordas, deitei por cima dela ainda com o cacete em seu cuzinho e adormeci por alguns minutos, foi quando elas me acordaram, me beijaram com um longo beijo como se fosse de um casal apaixonado em despedida e foram dormir.

No dia seguinte, não sabia mais quem eram as duas, pois a noite estava clareada apenas pela lua e uma fogueira próxima, não deu para ver em detalhes seus rostos. Foi a primeira foda de muitas que vieram, no período de um mês que fiquei naquela tribo, foi foda todo dia e o melhor, não foram apenas aquelas duas que caíram na vara, outras também quiseram experimentar, mas estes contos ficaram para uma outra oportunidade.

Rangel

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