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MEU AMANTE NEGRO ME TROCOU PELA MINHA ESPOSA

Autor: STRATUS
Categoria: Heterossexual
Data: 21/02/2008 16:11:06
Nota 10.00
Assuntos: Heterossexual
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Eu já contei minha história com outro título que talvez não tenha chamado atenção pelo título, vou repeti-la aqui.

Sou casado, minha esposa é branquinha tem 1.68 loira cabelos longos abaixo da cintura, muito bonita e conservada. Não toma sol e não tem marquinha nenhuma. O que vou contar aconteceu em Janeiro do ano passado. Bem, antes porem quero contar algo sobre mim, apesar de ser macho e gostar muito de mulher, desde criança sinto uma tesão danada na bunda, não sei o que é, não gosto de homens mas sempre tive vontade de dar mas nunca tive coragem. Bem, há uns 5 anos atrás conheci um cara no jornal (Vou chamá-lo de Adilson), e comecei a ir na casa dele sempre que me dava vontade de dar. Ele já me comeu umas 40 vezes nesses 4 anos, e sempre eu falava da minha esposa pra ele que queria vê-lo comendo ela, etc, etc. Há mais ou menos uns 6 meses antes desse ocorrido ela teve umas dores no corpo proveniente de uma viajem de ônibus que fez, me perguntou se eu conhecia algum massagista que fosse bom em tirar essas dores. Logo lembrei do meu amigo, ele é um sujeito alto com 1.88 fisico atlético negro (não muito, mais pra mulato ou pardo) é careca tem um pau que já medi de 19 centimetros, grosso e o saco é grande também, conhece umas técnicas de massagem. Então falei pra ela que conhecia sim, e montei o esquema com ele. Disse a ela que ele fazia massagem na casa dele e que ela deveria ir de biquíni, ela então disse que eu marcasse. Marcamos a noite e fomos, eu fingia que procurava o endereço, e logo chegamos. Tocamos a campainha e ele abriu a porta, fui me apresentando, disse que havia visto o anúncio dele como massagista no jornal falei das dores dela, enfim. Ele pediu que ela se trocasse e se preparasse pra sessão de massagem. Quando ela tirou o vestido ficando só de biquíni vi os olhos gulosos do meu amigo, que logo a pegou pela mão deitando-a num colchonete no chão. Ele então começou uma massagem realmente profissional, mas sua mão percorria todo o corpo dela, que ficava em silencio, as vezes soltando um suspiro baixinho, isso me deixava louco de tesão. Foram quase uma hora em que ele a apalpou de todas as formas possíveis, nas coxas, na bundinha, nos seios, então terminada a massagem saímos e fomos embora.

Durante vários dias em nossas transas eu falava dele, perguntava se ela tinha sentido alguma coisa durante a massagem, e foram tantas as perguntas que ela desconfiou da minha tesão pois conforme eu perguntava meu pau ficava muito duro. Então ela me perguntou na lata: Você sente tesão em me ver com outro? Eu respondi que não, mas ela insistiu e lascou outra pergunta: E se eu quiser ficar com aquele massagista, você deixa? Eu respondi que traição pra mim era algo que se ela fizesse sem eu saber seria muito ruim, mas se ela sente desejo e não teria arrependimento em fazer isso que eu topava. Ela me olhou com um sorriso e disse, ta bom, vou ver se crio coragem. Passaram mais de um mês, sempre a gente brincando de que eu era o Adilson, enfim. Um dia ela falou pra eu ligar pro Adilson e convidá-lo a vir jantar aqui em casa. Fiquei trêmulo na hora, perguntei, é sobre aquele assunto? Ela me respondeu, não sei, deixa eu conhecer ele melhor.

Durante o dia meu coração parecia que ia saltar pela boca, liguei pra ele e falei, ele foi super natural e disse, não vamos forçar nada se rolar rolou.

Chegou finalmente a noite, ele chegou as 8 em ponto, veio bem vestido num carro limpo e super educado. Fiquei com ele na sala e ela pondo a mesa. Usou uma vestido estampado que eu gosto muito, ele é curto sem ser indecente, estava de rabo de cavalo, e com uma maquiagem leve porém com rímel nos olhos. Usava salto e isso empinava a bundinha dela solta dentro do vestido, foi quando ao se sentar eu pude ver que ela usava a calcinha do biquíni que fora na casa do Adilson no dia da massagem, isso me deu um arrepio, sabia o que ela intencionava, mas não imaginava como ela o faria. Bem, jantamos pouco, largamos a mesa e fomos pra sala, ela falou da massagem e de como havia sido benéfica pra ela e que gostaria muito de receber outra. Ele disse que não havia trazido material e que o lugar não era propicio, fez um doce com ela. Mas ela disse, eu quero lá no meu quarto. Ele me olhou e eu fiz um sinal afirmativo. Já estava de pau duro e muita tesão só com aquela conversa dela. Quando subimos as escadas, ela foi na frente, muito lânguida no andar pisando leve e ele a seguia, eu também segui, e ela falou lá de cima pra mim: Espere ai embaixo! Parei no meio da escada e voltei, vi quando os dois entraram no quarto e não fecharam a porta, apenas a encostaram. Fiquei quieto, desliguei o som e tentei ouvir algo, nada, muito silencio...de repente ouvi um gemido curto, daí mais um e outro e enfim um gemido forte e longo...resolvi subir a escada e tentar ver, empurrei devagar a porta e a cena que vi era estarrecedora, nunca pensei ver algo assim na vida. Minha mulher estava de 4 só com a parte de baixo do biquíni com uma cordinha lateral desamarrada e com a rola dele enterrada até o fim na buceta...,suas mãos juntavam os lençóis, seu rosto afundado no colchão e ele com tudo dentro enfiado até o talo e parado enquanto ela gemia baixinho. Abri mais a porta e ela virou pra trás e gritou: Sai pra lá!! Eu sai de fininho, mas fiquei ouvindo de fora, foram as horas mais loucas da minha vida, ela soltava gritos alucinantes, que dava pra perceber que eram um misto de dor e prazer, ouvi uns estalos, como se fossem tapas, voltei a entrar no quarto, ela ainda de 4 e com marcas de dedos em sua bunda branquinha, havia apanhado muito do Adilson e ele enfiando sem dó, bombando, puxando ela pelos cabelos e pelos ombros daí ele rolou o corpo puxando ela pra cima sem tirar de dentro, foi quando ela me viu, estava descabelada mas me deu um sorriso entre a aparencia de dor que sentia, a seguir deitou-se de lado e ele a agarrando pelos seios empurrava com força, ela apertava a bunda dele contra ela, gemia, gritava, se escabelava toda, ele agarrou ela pela cintura e a pos de bruços enfiando tudo e ela empinava a bundinha pro cacete entrar todo! Vi quando ela de bruços abria a bunda com as mãos e ele não parava de meter. Novamente ela gritou comigo pra ir embora...sai do quarto! Saí e resolvi deitar na cama do quarto ao lado, uma cama de solteiro. Eu estava cansado e com o vinho que tinha tomado no jantar fiquei com muito sono, o barulho vindo do meu quarto havia cessado um pouco e acabei pegando no sono. Dormi por cerca de 2 horas, acordei meio zonzo e lembrei do que estava rolando no meu quarto, foi quando ouvi mais e mais gritos dela, dessa vez eram gritos de dor, percebi que algo anormal acontecia, levantei meio zonzo e entrei no nosso quarto, ela estava de bruços com o pau enfiado nas nádegas, ele a abraçava pelos seios e pela barriga e tb apalpando a buceta com os dedos esmagando os lábios vaginais, puxando seu corpo contra o dele, pensei que enfiava na buceta, não entendia por que ela gritava tanto, seus olhos estavam cheios de lágrimas e a maquiagem que havia feito ao redor dos olhos havia escorrido pelo rosto,foi quando vi a realidade, ele estava comendo o cuzinho dela, o qual somente uma vez quando namorávamos ela me deu só deixando enfiar um pouquinho e achou muito ruim pois sentira muita dor, de lá pra cá nunca mais. Vi que seu corpo tinha cuspe na bunda, nas costas, ela tava toda babada pelo Adilson que agora possuía o cuzinho de minha esposa como eu nunca havia possuído antes. Fique imaginando o que ela sentia, pois era exatamente o que eu sempre sofria quando caia nas mãos do Adilson. Ela encolhia uma perna e ele apoiava nas costas dela metendo tudo, vi uma coisa chata acontecer, entre suas nádegas estava uma mancha marrom, logo percebi que era um pouco de fezes, ele parou e limpou com um papel higiênico, ela ficou quietinha gemendo, soluçando e suspirando forte deixando ele a limpar. A seguir ele posicionaou o cacetão na entrada do cuzinho dela e enfiou forte, ela esticou o pescoço pra frente soltando um grito enorme e tentando em vão empurrar o corpo dele pra trás com uma das mãos, mas ele soltou o peso do corpo sobre o dela enterrando até o fim, debaixo de gritos enlouquecedores. Observei que seu corpo estava todo vermelho, com marcas de tapas por toda a bunda e coxas, dava pra ver nitidamente os dedos dele. E aquele loucura varou pela noite adentro até que ele soltou um berro que parecia um monstro desses filmes de terror, gozando na bunda dela. Nesse momento bati a maior punheta da minha vida, gozei gritando la fora, foi quando eles silenciaram e parou os movimentos, acho que ouviram meus gritos e começaram a rir ela ria entre choro e soluços, os dois rindo muito (com certeza era de mim que riam) e a seguir sons de beijos molhados e chupões e mais risadinhas dela. Daí tudo parou e fui dormir no quarto ao lado e eles dois na nossa cama. Amanheceu o dia, acordei cedo, eram umas 7hs e voltei no quarto, eles dormiam profundamente, minha mulher estava toda nua com uma perna sobre o Adilson, deitada em seu peito, toda descabelada, vi muito papel higiênico usado pelo chão e uma coisa que parecia porra seca na sobrancelha dela e cabelos.

Desci, resolvi fazer um café, ouvi mais risadas deles vindo do quarto, pus a mesa do café comecei a tomar sozinho, daí vi os dois descendo as escadas, estavam abraçados, ela num roupão branco de feltro e ele usando meu roupão azul. Ela continuava descabelada, desceram se beijando se abraçando, ela seguiu um pouco na frente e ganhou um tapa na bunda e ele gargalhou por ver ela soltar um gritinho e fingir que fugia dele. Sentaram na mesa, me deram um bom dia, ela pos o café dele na xícara, pude confirmar que era porra mesmo em sua sombrancelha e um pouco no cabelo, já seco, passou geléia numa torrada e deu na boca dele, a seguir sentou-se em seu colo, o roupão se abriu e vi sua bucetinha machucada pela noite de rola que havia levado, tomou o café dela, tudo isso meio que me ignorando.

Bem, essa história é absolutamente verdadeira. Hoje ela não o traz pra nossa casa, pois era verão e nossos filhos estavam fora, mas sei que tanto ela vai a casa dele como vão a motel juntos, pois sei que quando ela volta as marcas da mãozona dele estão por toda parte de seu corpo, sempre faz uma caretinha quando se senta ou se mexe sentada no banco do carro, sei que ela acabou de dar a bunda pra ele e deve estar doendo ainda. Eu acabei saindo perdendo com isso, pois nunca mais ele quis me comer, é claro que prefere minha esposa.

Comentários

21/02/2008 22:10:45
o negão adilson tá mandando no pedaço. logo no início o autor diz que é muito macho...!!! gostei do conto, mais ainda da mulherzinha do corno.
21/02/2008 17:18:36
Droga! O pastor voltou!

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