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Sandra Adolescente e o Negro

Categoria: Heterossexual
Data: 10/03/2008 15:09:01
Última revisão: 30/03/2008 01:03:00
Nota 4.40
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Sandra Adolescente (Parte da Série "Sandra") Por Sandra de Canpinas

Do jeito que "João Grandão" olhou para mim fez minha pele arrepiar. Ele era grande e preto, e devia ter 55 -- pelo menos dez anos mais velho que meu pai.

Era o verão de 1988 e eu tinha acabado de me formar no ginásio. Na verdade, eu me formei um ano mais cedo, com apenas 18 anos de idade. Eu me sentia bem porque eu tinha sido eleita "Bela da Classe" assim como a "Mais provável bem sucedida."

Meu pai estava muito orgulhoso de eu ter atingido uma nota média 9.7. Ele estava também orgulhoso de minha aparência. Ele sempre se gabava para os outros sobre como eu era bela. Sendo o Presidente de um conglomerado tamanho médio, ele também publicava notas sobre meu aproveitamento e aparência no jornal da companhia. Quando ele lia esses comentários para nossa família durante o jantar eu freqüentemente pensava: "Será que os empregados realmente querem saber de elogios a minha pessoa?"

Mas depois, pensando bem, muitas vezes achei que talvez eles quisessem. Talvez todos os empregados que trabalhavam para papai ficassem tão excitados sobre mim e meu desempenho quanto ele estava.

Como líder do esquadrão de balizas, acho que eu era um pouco vaidosa, mas eu sempre tentava ser boazinha para os outros. Eu fora criada daquele jeito - com modos. Cenas deviam ser evitadas a todo custo! Com meu sorriso, e aparência, eu sentia que podia sempre contornar qualquer situação, especialmente com rapazes.

Raramente eu tinha que realmente dar um fora num rapaz no ginásio. Honestamente, a maior parte ficava demasiado intimidada para até mesmo fazer uma tentativa de me chamar pra sair. Os poucos que o fizeram obtiveram um sorriso, um "obrigado," e um "desculpe, infelizmente...". Eu estava sempre demasiado ocupada. Mas eu era sempre polida. O rapaz polidamente rejeitado nunca tentava perguntar novamente. Ele sabia que era melhor.

Uma vez um rapaz negro tentou mesmo me convidar para sair. Eu achei que foi bonitinho; eu quase comecei a rir. Para que eu iria querer sair com algum rapaz negro? Eu estava namorando o melhor aluno da classe. Eu já estava com o melhor. Eu fiquei um pouco surpresa com o fato de que o rapaz negro sequer pensasse que eu o iria levar em conta. Imagine eu com um rapaz negro. Eu não era tão pobre assim, eu me achei pensando.

Bem, a escola acabou, e aqui eu estava em uma das lojas de tinta da cadeia nacional de que a companhia de meu pai era dona, na Florêncio de Abreu. Papai estava escolhendo tinta para a nova casa que ele e minha mãe tinham acabado de comprar num condomínio de luxo, para morar enquanto fazia uma filial se ajeitar em São Paulo. Eu fiquei tão contente que ele me convidou para visitá-lo durante uma semana de minhas férias de fim-de-ano. Eu sempre tinha querido ver São Paulo.

Mas algo estava começando do modo errado, enquanto eu era descaradamente examinada de cima a baixo por alguns varejistas velhos e pretos, no departamento de mistura. Eu pensei, esse moleque deve estar brincando. É melhor ele se dar conta, isso pode significar seu emprego se eu jamais tiver uma queixa. Mas cada vez que eu olhava de novo seu jeito, ele tinha aquele sorrisinho em seu rosto, de pé ali, palito na boca, olhando-me de cima a baixo.

Enquanto continuava a me examinar, eu pude sentir meu rosto começar a enrubescer. Eu estava realmente ficando zangada que aquele animal tivesse tão pouco respeito por meu pai, de pé apenas alguns pés adiante, que ele tivesse a ousadia de olhar para mim tão lascivamente. Mas ele o fizera.

Eu tentei ignorá-lo, mas não funcionou. De alguma forma eu não podia tirar de minha mente o modo rude com que ele tinha ficado correndo seus olhos sobre meu corpo. Naquele momento, eu desejei não ter vestido o apertado tomara-que-caia que eu tinha posto. Eu sabia que eu era uma visão que atraía a atenção de um homem - loura, olhos azuis, 1,80m, esbelta, e bem proporcionada, mas eu senti que o modo que aquele velho negro estava fazendo era apenas pura grosseria. Ele podia ser a porra do meu avô, eu soltava fumaça para dentro - nem se ele fosse branco!

Finalmente, eu deixei pra lá. Se ele queria olhar não havia jeito de eu realmente poder pará-lo. E eu realmente não queria causar uma cena a partir de algo como o modo com que um velho estava olhando para mim. Seria tão difícil provar depois o fato. Então, mesmo que eu não pudesse evitar notar seu contínuo olhar para mim, eu tentei fingir que eu não notara.

Depois de alguns minutos: "João Grandão" (O nome em seu crachá) aproximou-se de mim e perguntou: "Então, docinho, eu posso ajudar você com qualquer coisa?"

Aquela era minha oportunidade para pôr ele em seu lugar:

"Um... você sabe que eu sou a filha do Sr. M.?" eu disse casualmente, esperando o choque se espalhar sobre seu rústico e arrogante rosto.

"Sim," ele disse simplesmente: "mas eu não sabia que você era tão... você sabe... gostosa, por assim dizer."

Eu não podia acreditar na audácia que aquele semigorila tinha. Ele estava falando à filha do Presidente da companhia, um homem que podia acabar sua carreira instantaneamente, contudo ele descaradamente fazia observações - bem na minha cara-- sobre meu corpo.

Pior ainda, enquanto ele dizia aquilo para mim ele olhava diretamente no meu peito. Eu estava sem fala. Mas o que podia alguém dizer a um porco desses? Então, como uma idiota, em lugar de causar uma cena, eu cerrei meus dentes juntos e disse: "Obrigado. Eu vou tomar isso como um cumprimento, mesmo que seja totalmente descabido."

Eu esperava um pedido de desculpas, mas ele ou não entendeu o que eu estava dizendo, ou ele ignorou.

Ele sorriu de volta para mim: "Sem problema, bebê, com uns "faróis de milha" como esses, eu estou certo de que você obtém montes de cumprimentos, né?"

Ele ficou olhando os meus "faróis de milha" enquanto falava para mim, e apesar de minha raiva, meus mamilos começaram a responder ao seu olhar lúbrico.

Eu realmente queria acabar aquela conversa desagradável com aquele homem desagradável imediatamente, mas estava tendo dificuldade para finalizá-la. Por outro lado, ele obviamente queria continuá-la. Ele estava aproveitando a vista que meu apertado tomara-que-caia estava lhe propiciando. enquanto isso, eu só consegui ficar ali tentando achar um motivo para me desculpar enquanto meus mamilos cresciam, obviamente cada vez mais excitados, a cada momento que passava.

"Tudo OK aqui, Princesa," meu pai disse quando chegou onde João e eu estávamos conversando.

"Claro que está," João disse de modo confiante: "Eu estava admirando sua menininha aqui, Sr. M -- . Ela é mesmo tudo que você descreveu em seu jornal."

"Oh, obrigado, João," papai disse alegremente. Então ele continuou a dizer a João sobre minha nota média, etc., tudo enquanto João sorria e continuava olhando-me pra cima e pra baixo, muito obviamente olhando nos meus seios .

Eu não podia acreditar que papai não notara aquilo. Era muito descarado. Mas embora às vezes parecesse um pouco desconcertado com o olhar amoroso e lúbrico de João em meus seios, papai deixou escapar a oportunidade de chamar a atenção daquele velho negro.

Eu estava mortificada que meu pai deixasse aquilo acontecer bem na frente dele. Estava ele se contradizendo? Eu estava furiosa e humilhada. João Grandão apenas continuou seu lúbrico sorrisinho enquanto respondia às gabolices de meu pai: "Oh, eu estou certo de que ela é realmente uma coisinha... não há dúvida sobre isso... ." tudo isso, enquanto ele olhava nos meus seios e se curvava de um modo exagerado como se ele estivesse examinando minha bunda.

Finalmente, meu pai viu que eu estava zangada e acabou a conversa, explicando para João que os pintores para o condomínio viriam no dia seguinte. Ele perguntou se João podia trazer as tintas misturadas mais tarde, aquela noite, por volta das 5:00 da tarde mais ou menos. João disse que, é claro, ele podia. E então, eu não pude acreditar quando meu pai lhe pediu para tentar chegar lá pelas cinco porque de outro modo ele e minha mãe teria que sair para um encontro, mas é claro: "Sandra pode deixar você entrar."

"Jesus!" eu pensei: "Isso é tudo que eu precisava, ser deixada sozinha com aquele homem imensamente velho, preto e excitado!"

No caminho de volta para casa, papai explicou, no carro, que João Grandão era um dos líderes do sindicato na companhia e meu pai tinha acabado de concluir algumas compridas e difíceis sessões de negociação com ele. Eu li nas entrelinhas que João Grandão tinha aparentemente manobrado e levado a melhor sobre meu pai nas negociações. Papai obviamente não queria qualquer problema mais com o sindicato - ou com João Grandão.

Eu considerava a situação de meu pai, mas pelo amor de Deus, o homem estivera examinando meus seios e fazendo vagas referências a meu corpo, bem na frente dele. Eu esperava muito mais de meu pai, mas eu própria vira como ele reagira. Ou melhor, não reagira. Ele debilmente permitira que a coisa continuasse e fingiu que nada estava acontecendo.

Quando nós chegamos em casa eu vesti uma curta mini saia de brim, mas deixei meu tomara-que-caia. Por algum motivo eu não podia parar de pensar naquele velho e arrogante homem negro e no modo com que ele olhou para mim naquele dia. Isso me fez sentir estranha de um modo que eu não podia explicar para mim mesma.

Quando as cinco horas aproximaram, eu imaginei onde João Grandão estava.

Como eu temia, João chegou exatamente por volta das cinco, justo quando meus pais estavam saindo. Meu pai nervosamente convidou-o a entrar e mostrou-lhe onde pôr as latas de tinta.

Eu estava surpresa por vê-lo vestido elegantemente em cáqui, cinturão de couro e camisa de abotoar. Muito bonito, eu pensei. De alguma forma eu não esperava um homem negro vestido com tanto gosto.

Quando João acabou de colocar as latas de tinta eu acho que meu pai esperava que ele estivesse para sair. Mas o negro imenso apenas caminhou para o living, olhou em volta casualmente, e de novo, um pouco arrogantemente, como se ele fosse o dono do lugar.

Meus pais estavam se atrasando, e por isso papai, um pouco surpreso pelo comportamento de João disse: "João, nós lhe ofereceríamos uma bebida por seu trabalho, mas nós estamos nos atrasando um pouco."

Ele respondeu: "Oh, sem problema, Sr. M --, Sandra pode me fazer um." Então ele acrescentou: "Isto é, se estiver tudo bem com você... se isso não deixar você incomodado."

Meu pai pulou, rápida e nervosamente, respondendo: "Bem, não, é claro que não, porque deveria? Sandra, querida, porque você não faz para João o que ele quiser."

Eu dei a meu pai um de defesa olhar implorando-lhe para não me deixar com aquele negro arrogante. Mas, meu pai tentou evitar olhar nos meus olhos, como se estivesse procurando as chaves do carro, e rapidamente saiu com minha mãe.

Eu estava agora sozinha com João Grandão. E no rosto daquele imenso homem negro nasceu um grande e iluminado sorriso condescendente.

"Bem, 'doçura'," ele parodiou: "Eu gostaria de um uísque e coca. Oh, e, uh.." ele ergueu seu pulso, de um modo teatralmente exagerado, como se para olhar em seu relógio: "Eu tenho um importante encontro para ir. Então, podiam você fazer isso -- rapidinho?"

Ele olhou bem dentro de meu olhos enquanto dizia as últimas poucas palavras, e então ficou me olhando. Eu não pude suportar sua mirada e finalmente desviei meus olhos, mas em minha visão periférica eu o via lentamente baixar seu olhar, correndo-o sobre meu corpo, como ele tinha feito mais cedo aquele dia na loja de tintas. Era como se ao me examinar completamente, e me fazer ser a primeira a desviar o olhar, ele estivesse começando a impor seu domínio sobre mim -- sua presa.

Eu me virei e aproximei do bar, e enquanto o fazia eu pude sentir sua mirada me seguindo de um lado a outro da sala. Comecei a rebolar meus quadris mais que eu normalmente faço quando ando. Como se por vontade própria, meu corpo estava respondendo ao olhar lúbrico daquele velho, apesar de meus sentimentos negativos para com ele.

"Mmmmm... eu gosto disso," ele disse rudemente enquanto olhava minha bunda do outro lado do aposento. "Eu diria que isso que você tem aí é uma bunda 'de primeira', Sandra," ele continuou.

"Olhe, se você vai se comportar desse modo, eu vou ter que lhe pedir para sair!" eu disse. Minha voz subiu, e tremeu um pouco, já que eu estava começando a perder meu controle.

"Oh, eu não acho que você queira fazer isso, 'doçura'," ele replicou de modo confiante: "Você não quer que papai tenha um inferno com o sindicato, tudo porque sua pequena Sandra foi rude para um dos trabalhadores, iria?"

Eu não estava certa do que dizer para aquele animal. Ele tinha me pegado. Depois de deixar seu comentário assentar por alguns longos momentos, eu baixei meus olhos para o chão e mal murmurei: "Não."

"O que foi, Sandra?" ele perguntou ruidosamente e sarcasticamente: "Não pude ouvir você, 'doçura'."

"Eu disse: 'não'!" minha voz trêmula respondeu.

"Não o quê?" ele perguntou, realmente exigindo.

"Não, eu não quero qualquer problema para papai," minha voz murmurou, mais trêmula.

"Eu tenho um nome, não tenho?" ele pressionou sua vantagem.

"Não, João, eu não quero qualquer problema para papai," eu respondi, completamente e obedientemente.

"Sandra, Você não acha que você deveria ter um pouco de respeito pelos mais velhos?" ele perguntou retoricamente: "Meu nome é Sr. Ferreira!"

Eu sabia que aquele era um comando, nada mais, nada menos.

"N-n-não, Sr. Ferreira, eu não quero qualquer problema para papai."

"Bem, ok então. Agora, vamos botar essa sua triste bundinha branca em movimento, garota, e traga essa bebida aqui ."

Eu virei e comecei a trazer seu drink. Minhas mãos tremiam terrivelmente. Nenhum homem tinha falado comigo daquele jeito, ou tinha assumido tal controle sobre mim numa conversa. Eu lutei para colocar a bebida porque minhas mãos sacudiam terrivelmente. Mas não eram apenas minhas mãos: meus joelhos estavam fracos, minha boca estava seca e minhas têmporas estavam pulsando. Eu estava confusa e pensava, eu estou assustada ou tinha aquele homem negro arrogante me excitado? Eu rapidamente afastei aquele pensamento. Eu nem mesmo queria considerar a possibilidade.

Quando eu me aproximei dele com seu drink, eu notei o que parecia ser um imenso cilindro em suas calças que se esticava da fossa de sua virilha ao seu quadril direito. Aquilo se projetava de suas calças claramente, e eu não pude evitar olhá-lo enquanto eu aproximava dele. Quando estava perto dele meu choque me fez rapidamente desviar o olhar e tentar entregar-lhe o drink sem qualquer contato de olhos. Eu claramente descobri que aquele 'cilindro' era um enorme caralho com sua cabeça do tamanho de uma ameixa ressaltando sob o cinturão em seu quadril direito.

Eu não podia acreditar no que eu via. Eu pensei, homem algum podia ser grande daquele jeito. enquanto eu sentava perto dele, eu pensei em dar apenas uma olhada para aquilo para ver se era realmente o que pensava. Enquanto eu bebericava meu chá gelado, eu olhei rapidamente para lá. Era! A cabeça bulbosa projetou-se em suas calças, seu quadril direito, e sobre sua linha da cintura. Ele parecia apontado para mim, a apenas 5 ou 6 polegadas de onde minhas agora trêmulas mãos agarravam meu copo.

Eu me descobri olhando para ele. Então, como se despertasse de um transe, eu afastei meus olhos dele para olhar de novo para João. Ele tinha um grande sorriso em seu rosto. Seus braços abriram sobre o encosto do sofá.

"O que há, Sandra? O gato comeu sua língua?"

Eu mal pude sacudir minha cabeça para dizer não. Eu não tinha voz para falar. Eu senti que eu estava na presença de um homem muito poderoso. E eu me senti muito pequena.

"Notei você olhando para meu novo cinturão," ele mentiu - ele sabia exatamente o que eu estava olhando. "Você gostaria de senti-lo? Vá em frente, Sandra, é couro, sinta quão macio e liso ele é."

Minha mão lentamente se estirou para tocar seu cinturão. Quando o fez, ele encolheu seu estômago e seu imenso caralho deslizou para cima sob o cinturão, justo onde meus dedos estavam correndo sobre ele. Isso me surpreendeu e eu quase puxei meus dedos carinhosos... Mas não. Enquanto o volumoso membro de João se espremeu pelo cinturão, aparentemente tentando libertar-se, eu continuei a deslizar suavemente meus dedos sobre o cinturão que o continha, e fazendo isso, transportei as carícias de meus dedos para o gigantesco órgão de João.

O caralho parecia lutar contra seu confinamento, saltando para a frente e procurando os dedos que estavam lhe dando tal prazer. Eu via a grande cabeça do tamanho de um ovo, esticando completamente várias polegadas para cima, além da linha da cintura de João, estourando para fora de sua camisa como se ele tivesse uma hérnia viva, pulsando e crescendo a partir de seu abdômen.

Eu continuei acariciando o cinturão, e através dele, o caralho de João Grandão, como uma hipnotizada participante de algum experimento erótico.

Finalmente, João disse: "Sandra, porque você não sente como é lisa a fivela de meu cinturão."

Eu fiz uma pausa e ele acrescentou: "Vá em frente, querida, você vai gostar da sensação."

Enquanto eu movia minhas mãos trêmulas para a fivela de seu cinturão e a alisava, ele uma vez mais encolheu seu estômago e deixou a volumosa arma deslizar, justo sob o lugar onde estavam sua fivela e meus dedos acariciantes. Meus dedos agora esfregavam seu pinto através da fivela dourada colocada entre eles e o caralhão.

"Veja como ela abre, Sandra," ele ordenou: "Tem um jeito realmente interessante de abrir." Eu fiz uma pausa muito mais longa dessa vez. Minhas mãos tremiam na fivela que eu fora chamada a abrir.

"Vá em frente, Sandra," ele estimulou.

Minhas mãos lentamente remexeram na fivela e a abriram. Quando ela se abriu, o órgão de João irrompeu para a frente contra o cós de suas calças, como um prisioneiro zangado lutando contra suas restrições. Eu saltei ligeiramente com isso, chocada pela força e tamanho da ferramenta de João.

"Abra minhas calças, Sandra."

Eu ouvi as palavras como se estivesse distante, numa nuvem. Olhei para o nervo do tamanho de um bastão se contorcendo sob a camisa e calças de João. Longos momentos pareceram se esvair.

Então João disse: "Sandra ..." de um jeito impaciente e exigente. Minhas mãos, como se tivessem vontade própria, se estiraram e desajeitadamente abriram suas calças. A glande anormal então forcejou para a frente e meio que empurrou para baixo o zíper da braguilha de João.

"Abra o zíper, Sandra," João ordenou. E eu o fiz. Quando eu acabei, eu vi que ele não tinha nem mesmo vestido qualquer roupa de baixo. Ele sabia. Ele sabia o que ele queria fazer quando ele chegou em nossa casa aquela noite. E ele sabia que meu pai não seria forte bastante para pará-lo. E ele sabia que eu não seria forte bastante para resistir-lhe.

João desabotoou sua camisa e a incrível arma de mogno ergueu-se orgulhosamente na frente de meu rosto.

Durante longos momentos eu olhei para ele enquanto João recolocava seus grandes braços no encosto do sofá, de certo modo lançando seus quadris para a frente, mostrando seu troféu de ébano para meu olhar de admiração.

O nervo imenso ergueu-se em vinte e cinco a trinta centímetros de altura e pelo menos cinco de diâmetro. Eu olhei sem acreditar. Eu nunca pensei que um homem pudesse possuir um membro de tal tamanho e tal poder.

"Dê-me sua mão, querida. Não tenha medo de senti-lo. Eu sei que você quer, não é?" João disse enquanto puxava minha mão para o órgão pulsante. Eu ofereci apenas uma resistência simbólica, mas logo em seguida descobri minha mão tentando enrolar-se em torno de um cacete grande demais para meus dedos envolverem.

João lentamente começou a puxar minha mão de cima a baixo no falo eqüino. Eu ofereci pequena ou nenhuma resistência. Quase como se ele estivesse treinando um animal, ele sussurrou para mim: "Que garota, você está fazendo bem, benzinho... é isso aí... não pare ..."

Logo ele retirou sua mão, e minha mão -- agora bem escolada -- apenas continuou a alisar o poderoso cacete. Era como se eu tivesse sido hipnotizada por sua força, sua confiança, e seu equipamento. Eu aparentemente não podia parar o ímpeto do momento.

Eu virei minha cabeça afastando o olhar daquilo que minha mão estava fazendo, olhando para fora da janela por trás do sofá. Eu tentei dizer a mim mesma: "Isso não está acontecendo! Isso não pode estar acontecendo!"

A paisagem lá fora serviu para distrair me da realidade de meu comportamento de vagabunda, tudo enquanto minha mão bombava a glande babosa e cada vez mais grudenta de João.

Enquanto minha mão se movia furiosamente, aquele homem negro malicioso começou a zombeteiramente papear comigo.

"Então, Sandra, eu espero que aquele rapaz que vai sair com você hoje à noite seja um verdadeiro cavalheiro. Eu iria odiar ver uma mocinha doce como você posta numa posição comprometedora. Mas, ele é um cavalheiro, certo?"

"Sim ..." eu respondi com um trêmulo murmúrio, enquanto no fundo eu podia ouvir o: "xuip!" "xuip!" "xuip!" de minha mão punhetando em seu membro duro e gordo.

"Bom, porque uma mocinha adorável como você merece o melhor."

"Xuip!" "Xuip!!!" "Xuip!"

"Obrigado..um, uh... Sr. Ferreira," eu respondi estupidamente, não entendendo que ele estava apenas brincando comigo.

"Então onde ele está levando você para jantar, querida? Você devia realmente tentar uma casa de bistecas ou bifes aqui em São Paulo. Nós temos o melhor, você sabe. Você come bisteca?"

"Xuip!" "Xuip!" "Xuip!"

"Sim ..." minha voz grasnou.

"Xuip!" "Xuip!" "Xuip!"

"Você gosta de sua carne bem passada, mocinha?"

"Xuip!" "Xuip!" "Xuip!"

"Um, não..normalmente mal passada."

"Xuip!" "Xuip!" "Xuip!"

"Oh, você uma daquelas que gostam de sua carne crua, hem?"

"Xuip!" "Xuip!" "Xuip!"

"Bem, eu acho ..." Nesse momento, o som que minha mão punhetando estava fazendo mudou, enquanto o caralho de João Grandão começou a realmente escoar pregozo em profusão.

"Schlop!" "Schlop!" "Schlop!"

"Bem, não posso me queixar de uma mocinha que gosta de sua carne crua, eu acho," João provocou, enquanto casualmente pegou e, com seu dedo, puxou um lado de meu tomara-que-caia e desnudou meu seio direito. Ele casualmente começou a apertá-lo e fazer cócegas em meu mamilo, o qual projetou-se rijo, respondendo ao seu jogo.

"Como eu disse hoje, lá na loja, você certamente tem umas tetinhas, Sandra. Seu papai nunca pôs isso no jornal!" O maldoso homem disse causticamente.

"Schlop!" "Schlop!" "Schlop!"

"Obrigado ..." eu murmurei, ainda tentando olhar para fora da janela, enquanto intermitentemente tinha que arriscar um olhar na fantástica arma de ônix que eu estava bombando em minha mão.

"Schlop!" "Schlop!" "Schlop!"

"Sem problema, Sandra. Você é apenas uma mocinha peituda... E, você sabe, eu estou surpreso que seu papai não imprima isso em seu jornal quando ele estava se gabando de você e tudo o mais. Você acha que ele algum dia vai escrever em um dos cartões de natal de sua companhia: 'Ei, ei todo mundo, as tetinhas de Sandra ficaram mesmo maiores este ano!'"

"Schlop!" "Schlop!" "Schlop!"

"Uh... eu não sei ..." eu resmunguei.

Nesse momento, ele tinha puxado pra baixo o outro lado de meu tomara-que-caia, e estava calmamente brincando com cada teta do jeito que queria: apertando-as, pesando-as, e mesmo puxando os mamilos para fora várias polegadas e soltando, vendo-os saltar de volta para meu peito.

"Schlop!" "Schlop!" "Schlop!"

Nesse momento, o pregozo de seu caralho estava fluindo a ponto de não apenas cobrir minha mão, mas de escoar lentamente por meu pulso. Mesmo tão ingênua quanto eu era, eu sabia que algo teria de acontecer logo.

"Schlop!" "Schlop!" "Schlop!"

Eu senti sua mão atrás de meu pescoço: "Venha cá, Sandra. Nós não queremos fazer uma sujeira no sofá de papai, não é?"

Ele puxou minha cabeça com pequena resistência; eu me sentia tão fraca em presença daquele homem... Enquanto ele puxava meu rosto na direção de seu caralho imenso, minha mão mecanicamente continuou bombando nele, mesmo enquanto eu oferecia resistência superficial. Mas quando eu cheguei a polegadas do apêndice obsceno, eu realmente tentei parar o que eu via que estava para acontecer.

Mas João era demasiado forte. Quando eu coloquei u'a mão em sua coxa e tentei empurrá-lo, ele trouxe meus lábios à melada cabeça de seu caralho pelancudo. "Mmmpphhh ..." eu tentei suplicar-lhe enquanto ele esmagava meus lábios sobre a cabeça de cogumelo de seu cacete coberto de espuma.

"Agora Sandra, eu estou certo de que seu papai deve ter lhe ensinado isso, 'Mocinhas direitas não conversam com suas bocas cheias. Certo, querida?"

Minhas mandíbulas responderam dando passagem ao grosso órgão que João Grandão estava forçando para dentro de minha boca. Instintivamente, meus lábios fecharam em torno da cabeça, e quando João agarrou meu cabelo e começou a me dirigir, comecei a chupar com determinação o maciço caralho daquele homem poderoso.

Quando minha cabeça começou a balançar em seu órgão carnudo, eu pude ouvi-lo grunhindo e murmurando: "É isso aí. Vá em frente, mocinha. Faça o que você esteve querendo fazer desde que você pôs os olhos em mim hoje. Sim, é isso aí, chupe esse grande caralho negro."

Eu bombava o nervo negro brilhante dentro de minha boca e deixava minha língua girar em torno de sua cabeça, tentando ao máximo extrair o suco de suas bolas gigantescas. Enquanto bombava seu caralho com u'a mão, minha outra mão começou a massagear e ordenhar seus testículos, quase lhes implorando para cederem e me entregarem sua gosma máscula.

Eu lutei desse jeito durante minutos e enquanto isso as mãos de João brincavam com minhas tetas oscilantes, para depois levantar minha saia e bater em minha bunda.

"Como eu disse: Sandra. Nota dez! Nota dez!" ele gargalhou enquanto batia na minha bunda ruidosamente. Eu mal notei quando me tornei mais e mais obcecada com o pinto que se dilatava enquanto eu o embalava em minha boca distendida.

Eu escorreguei do sofá, fiquei de joelhos e engatinhei para dentro das pernas abertas de João Grandão. Eu continuei a chupar e puxar no grande cacete de carne que o homem dominador estava me dando para mamar.

Então, João puxou o caralho de minha boca, e, acenando com ele em sua mão, ordenou: "Beije-o, Sandra. Beije-o como você beija seu papai quando você o reencontra depois de muito tempo sem vê-lo."

Eu me inclinei para a frente e relaxadamente beijei a glande de seu caralho ensopado. Isso fez um obsceno som de carne contra carne.

"Está bem, doçura. Você sempre vai beijar este caralho assim. Porque ele é seu novo papai, se ligou nisso?" Eu balancei a cabeça, obedientemente. Então ele apontou-o de novo para minha boca, indicando-me para continuar meu trabalho. Eu o fiz.

Dentro de minutos, seu pinto se expandiu e ele começou a disparar grossas cargas de sua porra minha garganta abaixo. Ele segurou as costas de minha cabeça mas, na verdade, não precisava fazê-lo. Eu engoli. E engoli. E engoli mais. Mas logo, eu estava com medo de me afogar em sua copiosa descarga, e me afastei enquanto o negro incrivelmente potente disparou três cargas mais em meu rosto, testa, e depois sobre meus seios .

Eu caí para trás numa posição esquisita sentada no chão a seus pés. Quando eu me apoiei em minhas mãos meladas, elas deixaram marcas pegajosas no tapete.

A porra de João escorreu lentamente por minhas nádegas. A gota de minha testa pingou no meu olho, fechando-o. Quando eu olhei o fio de esperma que se estendia de um lado a outro de meus seios, eu vi a longa tira elástica de porra pendurada em meu queixo.

Eu ergui os olhos para João Grandão. Ele sorriu insolentemente para mim. Abruptamente ele se levantou, sacudiu seu pinto delgado com u'a mão, livrando-o do excesso de porra ainda preso nele, e borrifando mais gotas sobre meu rosto e cabelo. Era como um homem sacudindo de seu pinto o excesso de mijo depois de urinar.

O negão arrogante então enfiou o órgão semelhante a uma tromba dentro da perna esquerda da calça, fechou o zíper, e marchou para a porta.

Eu não sei porque, mas eu disse pateticamente: "Eu era líder do esquadrão de balizas."

Ele parou na porta, gargalhou e replicou: "Devia ter sido líder do esquadrão das chupadoras pelo que eu pude ver, mocinha!"

Eu sentei estatelada por aquele arrogante e poderoso espécime de homem.

"Eu fui eleita aquela que provavelmente vai ser mais bem sucedida na vida," deixei escapar debilmente.

"Hmmm... Parece que você devia ter sido eleita a 'Mais Provável Chupadora de Pintos Negros o Resto de Sua Vida,' benzinho. Porque é isso que você vai ser! Entendeu!"

Eu balancei a cabeça fracamente e enquanto eu o fazia, o longo cordão de porra que escorria lentamente de meu queixo pingou no tapete.

"Você vaiuh ..." eu tropecei nas palavras.

"O que é, mocinha? eu preciso ir!" ele ordenou, de certo modo exasperado.

"Você... uh.. não vai contar a papai, vai?" eu implorei, entorpecida, ainda em choque com tudo que tinha acontecido.

É claro que contar a meu pai teria sido a última coisa que João ia querer. Mas na minha idade, tudo que eu pude pensar foi o que meu pai iria pensar de mim -- e o que ele poderia me fazer - se ele descobrisse.

O comentário, entretanto, atingiu João como um raio caído em sua cabeça.

"Hmmm ..." ele disse de um modo exagerado, colocando seus dedos no queixo como um mau ator realmente refletindo sobre a idéia.

"Contar a seu pai o quê?" ele fingiu.

"Você sabe.."

"Sabe o quê?" ele brincou comigo.

"Que eu chupei você," eu finalmente confessei, baixando minha cabeça, envergonhada.

O orgulhoso negão sorriu: "Ohhhh! Isso."

Então ele alisou seu queixo e refletiu novamente.

"Parece que contar a seu pai era a coisa certa a fazer, não é?"

"Por favor ..." eu pedi, ainda olhando para o tapete.

"Bem, vou lhe dizer uma coisa. Eu não vou contar a seu pai... se você vier à loja amanhã e .. uh .. cuidar de mim novamente. O quê você diz? Você decide."

Eu hesitei. Mas então ele pareceu impaciente, e prestes a sair.

"Ok," eu capitulei.

O rosto de João abriu um largo sorriso.

"Oh,'" ele acrescentou de modo confiante, num tom profissional: "E esteja lá às três em ponto. É a hora de meu intervalo. Sacou?"

Eu balancei a cabeça humildemente.

"E Sandra, querida, eu só tenho 15 minutos de intervalo, por isso você vai ter de ser rápida com isso. Entendeu?"

Eu balancei a cabeça novamente.

"Ok, vejo você amanhã então. Às três em ponto! Há um pequeno escritório atrás onde nós... podemos ter um pouco de privacidade - se você me entende," ele piscou, rudemente.

Então ele saiu. Mas ele rapidamente inclinou-se para trás, dizendo: "Oh e... É melhor limpar tudo antes que seu namorado chegue, benzinho. Você está uma porcaria!"

Então ele se foi.

Eu me levantei. Recolhi a saia e calcinha no chão. Eu estava tão envolvida chupando João Grandão, que eu não tinha notado que ele as tinha tirado de mim.

Caminhei para o quarto e me olhei no espelho. Eu estava mesmo uma porcaria. Eu peguei alguns lenços de papel e enxuguei a gosma grossa do negão de meu olho, testa e pescoço. Mas eu hesitei nos meus lábios.

A porra gelatinosa de João cobria meus lábios e os fazia parecer tão grossos quanto os seus... Mas esbranquiçados. Eu deixei minha língua estirar-se e recolher o dejeto de meu lábio superior. Eu o revolvi em minha boca e o engoli. Tinha gosto bom, eu pensei.

Minha língua se repetiu de um lado a outro de meu inferior lábio. Eu rolei o sêmen do negão sobre minha língua várias vezes: experimentando sua porra como se fosse um vinho fino.

"Meu Deus! Ele tem um gosto tão bom!" eu pensei, com tesão: "Será que todos os homens negros também têm?"

Eu fiquei deitada na cama e brinquei com minha buceta molhada e agitada. Eu gozei rapidamente. Muito mais forte do que eu pude me lembrar de ter gozado pensando em meu namorado... Ou qualquer rapaz branco.

Nesse momento, eu tinha quase esquecido o rapaz que ia me pegar para jantar.

Naquela noite, no jantar e outras partes, eu mal pude prestar atenção ao rapaz com quem eu estava. Minha atenção era atraída para garçons pretos, porteiros, e taxistas que encontramos a noite toda.

Eu via todos eles sob uma nova luz. Eu imaginei como eles podiam ser... por trás de portas fechadas.

Mais do que tudo, eu estava perdido em pensamentos sobre o arrogante mais que cinqüentão, Otelo preto como carvão que tinha recentemente invadido minha vida - e mudado ela para sempre.

Eu pensava que tipo de roupas um homem como João Grandão acharia atraentes em uma menina jovem e loura.

E eu pensei o que eu ia usar para ele no dia seguinte, quando eu iria voltar à loja de tintas, às suas ordens.

Comentários

06/02/2016 16:57:51
maravilhoso o desabrochar de uma mulher e nunca mais ficara sem um macho gostoso que a domine. Toda mulher inclusive a minha teria que ter uma experiencia desta para valorizar e curtir a vida sem pudores.O que esta menina viveu se entregando e se deixando viver foi lindo demais e quando ele na manha voltou ela já estava submissa e sedenta de rola preta..lindo demais me deixou vibrando meu email [email protected]
06/02/2016 16:55:23
NOSSA QUE DELICIA DE CONTO..quase perdi o fôlego lendo essa obra prima de conto maravilhoso..adorei e como sempre faço leio imaginando minha esposa vivendo situações no lugar da personagem do conto que delicia isso tudo
14/03/2008 20:52:17
Que merda, isso é um conto ou um romance ?
12/03/2008 23:06:35
Bem escrito o texto, mas muito prolixo, sua extenção acaba tirando o tesão pelo cansaço da leitura, mas um conto legal, so acho q a menina deveria, pelo menos, ser maior de dezoito.
11/03/2008 14:18:21
Que porcaria foi essa, não consegui ler até a metade, vai ser ruim la longe.
11/03/2008 13:41:37
Li seu conta porterior...como essa é um 10 tb. Muita criatividade..e erico em palavras
10/03/2008 19:36:56
Mais uma Bichona, no pedaço,infelizmente esticou demais o discurso.Nao consegui ler até o final.......
10/03/2008 16:30:52
nossa!!! vc e mesmo uma putinha chupadora,da proxima ves de o cu p ele.

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