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Que delícia de amigo!

Autor: Camilinha86
Categoria: Heterossexual
Data: 17/04/2008 03:04:11
Nota 10.00
Assuntos: Heterossexual
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Era uma daquelas noites quentes, quentes de verdade, dignas de saia, shorts e vestidos. Não poderia ir assim exatamente, seria vulgar em uma faculdade pouco adepta à moda como a minha. Para tanto coloquei uma legging, uma bota cano alto e uma blusa branca, bem comprida, mas com um decote enorme. Já sabia que tinha me livrado de uma matéria, pois era fim de ano, a verdade é que eu fui só pela festa que aconteceria a partir das onze.

A festa não prometia nada, o máximo que eu conseguiria seria ficar com o mesmo cara que eu beijo em todas as festas sem nenhum afeto e com pouco tesão...

Já estava afim do Carlos fazia algum tempo, éramos amigos, não íntimos, pra falar a verdade éramos conhecidos com gostos pouco ortodoxos parecidos que acabava por nos unir. Não sabia de que modo ficar com o Carlos, ele não era bonito, definitivamente. Mas também nunca havia de me dar bola. Nesta semana fui com decotes homéricos na esperança de ser percebida por ele, ouvi comentários femininos, mas não ouvi os comentários que eu mais queria, que eram os dele.

Antes da festa nos reunimos pra fazer o que a gente mais gostava, fumar um baseado. Não comecei a fumar ontem, sei de todas as reações que posso sofrer. Muitas vezes fico lesada, olhando para um ponto fixo, algumas vezes eu viajo sobre os acontecimentos cotidianos, ou mesmo morro de tanto rir e comer. Dessa vez senti algo nunca sentido antes... um tesão arrasador. Só pensava de que maneira eu conseguiria o Carlos na minha cama. Fiquei cega, não conseguia parar de olhar para sua boca e para seu pênis... imagine se ele percebesse, o quanto seria desagradável para mim, e involuntariamente para ele?

Eu tentava de todas as maneiras uma aproximação física, seja com uma brincadeira pra poder tocá-lo, seja dando um abraço mais apertado com um motivo bobo.

Fomos para festa, não queria desgrudar dele, queria que ele percebesse, que naquele momento eu queria ele, na minha cama, com o corpo junto ao meu.

Bebemos muito, aquela cerveja gelada, aquele tesão desmedido, aquele homem do meu lado, queria agarrá-lo, arrancar sua roupa, chupar seu pau.

Ele mantinha-se tratando-me como uma boa amiga. Não agüentei, falei que tinha um assunto sério a tratar com ele, e que não queria tratar na frente de todos. Ele não entendeu, acho que nunca percebeu meus sutis sinais. Mas foi. Levei-o para trás da festa, onde não havia nada além de mato e possíveis cobras, mas só a dele me interessava.

Fiz a linha tímida, acho que homens gostam disso. Disse que estava sem jeito pra dizer o que eu ia dizer, mas precisava muito. Ele começou a perceber que poderia vir algo daí. E veio. Disse-lhe que estava há dias o observando sem parar e que só pensava de que modo eu conseguiria ficar com ele. Carlos ficou completamente surpreso, não entendeu como eu havia ficado afim bem dele, se nunca tinha reparado nele antes. Expliquei de um modo sem graça, sorri com cara de dó e disse que estava indo embora, pois já tinha conseguido dizer o que eu queria.

Mal dei um passo e Carlos me puxou, bruscamente, violentamente, me agarrando por trás. Quase enlouqueci, já estava completamente alta, tudo que eu mais queria era foder com ele ali, na hora.

Ele beijava meu pescoço e apertava meus seios, em retribuição eu apertava meu bumbum contra ele rebolando.

Eu não esperava que seria assim. Ele acabou me virando de frente, e fazendo a festa por cima da minha roupa. Eu não agüentava, gemia no seu ouvido e pegava no seu pau que já estava enorme por fora da calça...

Ficamos assim por uns vinte minutos, nessa loucura desmedida. Eu não estava molhada, eu estava ensopada e o pau dele estava duro que nem pedra.

A galera começou a sentir nossa falta, decidimos voltar como se nada tivesse acontecido. Eu estava com o rosto vermelho, com a boca inchada, com o sutiã torto. Ele não, estava impecável em seu fingimento.

A galera não entendeu, e nem eu, mas ele olhou firme para todos nós dizendo que precisava ir para casa dormir, que estava cansado. Aquilo para mim foi como uma balde d’água fria. Depois de toda nossa loucura de minutos ele me deixaria, literalmente na mão?

Foi então, que quando todos se dispersaram, ele olhou pra mim e disse que viria dormir na minha casa, que é ao lado da faculdade. Eu me assustei ainda mais, já tinha transado com muitos caras antes, mas nada foi dessa maneira tão rápida. Fiquei meio nervosa, não saberia como agir junto dele. Aceitei. Disse pra galera que estava com uma dorzinha de cabeça e todos entenderam.

Entramos no carro e em cinco minutos estávamos aqui. O efeito da droga já tinha se manifestado e estávamos famintos.

Pedimos uma pizza e conversamos sobre nós, não nós enquanto um casal, mas nós enquanto pessoas individuais. Nunca tínhamos nos interessado antes por isso, como repito, nossa amizade era unicamente fumar juntos sempre antes das aulas.

Já não esperava mais aquela pegação maluca, nem nos beijando não estávamos, comemos, tomamos mais umas duas latinhas cada e continuamos a conversar.

Por volta de umas duas da manhã, ele me disse que queria dormir, e eu super chateada, fui arrumando um colchão no chão para ver qual seria a sua reação. Ele imediatamente me disse que queria dormir na mesma cama que eu, e que tinha um problema, ele só conseguia dormir nu.

Quando ele disse isso, minha vontade inicial era de pular em cima dele, rasgar suas roupas, como uma cadela no cio. Mas só disse que por mim estaria tudo bem, mas eu em compensação dormia de camiseta e calcinha. Concordamos. Tirei minha calça, por sorte estava com uma calcinha que não chegava a ser um escândalo, mas era fio dental. Meu bumbum é enorme, percebi que ele não conseguia tirar os olhos dele. Tirei a blusa que usava, ficando só de sutiã e calcinha, me virei de costas, como se fosse tímida, tirei o sutiã e coloquei uma blusinha larga, que marcava completamente meus seios.

Carlos por sua vez foi se despindo também, primeiro tirou sua camisa e eu pude perceber que ele era peludo, coisa que eu adoro, tirou as calças e finalmente sua cueca. Seu pau estava duríssimo, e era muito grosso. Queria rebolar muito em cima daquilo.

Me fiz de santa, deitei na cama e chamei ele que deitasse também. Ele deitou. Meu tesão não teve limites. Entrei por debaixo do lençol, e tentei colocar o máximo que eu pude de seu pau na minha boca, enquanto fazia isso, não resisti e me acariciava também. Carlos não esperava que eu fizesse isso, ficou louco, me puxou pelos cabelos, me deu um beijo delicioso enquanto apertava meus seios e quando eu vi, estava em cima dele, sem camisinha mesmo, rebolando, gemendo, inconsciente do mundo. Em poucos minutos gozei. Mas ele continuava afim de muito mais, esperou eu tomar uma água, mal voltei pra cama, percebi que seu pau ainda estava duríssimo, quando dei por mim, estava de quatro sendo puxada com violência por ele, que me levantava e falava coisas impublicáveis no meu ouvido. Eu estava preocupada com o fator camisinha, mas não tinha forças para interromper aquele momento. Em pouco tempo estávamos caídos na cama sem forças pra nada, tremendo muito. O ambiente cheirava sexo. Adormecemos por uma hora ou duas, quando acordei sendo chupada por ele. Transamos de novo, num clássico papai e mamãe delicioso, onde tudo que eu fazia era empurrar mais ainda seu corpo contra o meu e rebolar. Ficamos assim por um bom tempo, gemendo sem parar. Nossos corpos estavam grudados de tanto suor. Meu cabelo estava todo molhado, meu rosto, vermelho. Escorregava cada vez mais nele, gozamos quase que juntos e dormimos abraçados. No dia seguinte, acordamos, mais conscientes de tudo que tinha acontecido quando estávamos altos. O clima ficou meio estranho, afinal éramos semi-desconhecidos. Fiquei com vergonha da minha nudez na frente dele e percebi que ele também estava constrangido pois logo colocou sua cueca.

Hoje a noite sentamos juntos na faculdade fingindo totalmente que nada tinha acontecido, conversamos como se nada tivesse acontecido em frente as outras pessoas. Quando tivemos a chance de ficar a sós, ele me disse que nunca imaginaria que as coisas seriam tão rápidas comigo, e que ele havia pensado na nossa transa o dia inteiro, e até que se masturbou pensando quando aconteceria de novo. Sussurrei no seu ouvido “quando você quiser”, ele adorou e passou a mão em mim por debaixo da mesa. Não vejo a hora!

Comentários

17/04/2008 14:33:25
Sue texto e muito bom, gostei mesmo. Continue escevendo pq esse site prescisa de gente assim.

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