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Meu primeiro emprego

Autor: Aly
Categoria: Heterossexual
Data: 28/05/2008 09:33:21
Nota 5.50

Viciado em casadas - Meu primeiro emprego

Havia concluído o curso técnico de edificações e precisava de um estágio para tirar o diploma, meu tio conhecia um engenheiro que tinha uma pequena construtora que estava em fase de expansão, com vários contratos com prefeituras. O engenheiro era um dos sócios, o outro, era o cara da grana e das influências, e num entendia nada de construçãop civil, mas tinha muita grana e era um bom vivant, gostava de exibir sua riqueza além de ter bom gosto, sempre aparecia com carrões e novidades tecnologicas, além de estar noivo de uma jovem que parecia mais ser sua filha, a ela era muito bonita, tinha uma rosto angelical, muito tímida e reservada, totalmente o oposto do noivo, que na verdade vivia maritalmente com ela, mas fazia questão de se apresentar como noivo.

Passados dois meses em que estava estagiando na construtora, ainda continuava no triângulo amoroso com minha tia e emu tio, mas comecei a querer novidade, não que nossa relação estivesse ruim, mas precisava provar novas aventuras e a cada dia que se passava, a noiva do meu chefe não me saia da cabeça.

Surgiu uma oportunidade para me efetivarem na empresa, como a construtora estava em expansão, abriu um novo escritório no interior do estado e fui convidado para ajudar na instalação dessa filial. Pensei que essa seria a oportunidade de uma nova aventura e para lá me encaminhei, com a previsão de passar três meses longe do meus tios.

Lá chegando fui apresentado aos três funcionários administrativos, duas mulheres e um senhor, que seria o meu gerente.

No dia seguinte, percebi que uma das mulheres, ambas eram casadas, me olhava de uma forma diferente, no final do dia, tive que falar com ela sobre a contratação dos peões de obra, já que eu havia ficado responsável pelo acompanhamento da construção de um creche.

Depois de termos acertado o número de pessoas de que eu precisaria, agradeci a sua ajuda e quando ia saindo ela me disse:

_ Não precisa me agradecer, estou aqui para atendê-lo em tudo que precisar, entendeu, em tudo.

Vi malícia na sua forma de falar, já não era tão inexperiente e aquilo me ascendeu um fogo e o desejo de provar mais uma mulher casada.

No dia seguinte, novamente no final do dia, fui falar com ela e saber se já haviam sido contratados os peões que havia solicitado.

_ Claro, lindinho, já te falei que tô aqui pra fazer o que você me pedir, seja o que for eu não meço esforços para satisfazê-lo.

_ Que bom dona Carmem, assim não haverá atraso na obra e isso é importante para a empresa...

_ Pode me chamar de Carminha, acho que não precisa de formalidades entre nós, não é?

_ Se preferir assim, por mim tudo bem, até porque você está me ajudando muito, pois embora tenha experiência técnica na lida da construção civil, ainda tenho que aprender na prática.

_ Se depender de mim te ensino tudo que sei, para que você possa colocar em prática.

Mais uma vez tinha um som malicioso nas palavras dela, quando cheguei no apartamento que eu dividia com um dos engenheiros, fui tomar banho e toquei uma punheta para Carminha.

O resto da semana foi bem corrido e quase não fui ao escritório, a obra tomava todo meu tempo, no primeiro final de semana, fui a feira e lá encontrei CArminha.

_ Oi lindinho, tá fazendo a feira?

_ É dona Carmem...

_ Já disse, me chame de Carminha.

_ Pois é Carminha, tô todo enrolado, tô com a lista que o Dr. Eudes me deu para comprar os mantimentos para a semana, ele viajou, foi visitar a família e como eu fiquei pediu-me para fazer a feira.

_ Você tá sozinho no seu apartamento?

_ Tô sim, quer dizer, a cozinheira tá no apartamento mas só trabalha hoje que é sábado até depois do almoço e só volta na segunda.

_ Então mais tarde vou lá fazer a sua janta.

_ Precisa não Carminha, eu me viro.

_ De jeito nenhum, faço questão de lhe ajudar, até mais tarde.

E saiu me deixando lá pensando mil bobagens.

Quando foi mais ou menos umas 5 horas da tarde, Carminha chegou no apartamento, com umas vasilhas.

_ Oi lindinho, mudei de idéia e já trouxe sua janta pronta de casa, assim não perdemos tempo preparando o jantar.

Fiquei ligado quando ela falou em perder tempo.

_ É que tenho que voltar pra casa antes das 8 horas pois meu marido chega de 8 e meia.

Jantamos e a comida estava deliciosa, elogiei a comida e agradeci por sua gentileza.

_ Lindinho, num precisa me agradecer, mas se quiser pode me dar algo em troca.

Falando isso, se levantou e ajeitou o vestido, puxando o decote mostrando um colo lindo, passando as mãos por sobre os quadris e dando uma reboladinha e me encarando com a cara mais safada, mordendo os lábios.

Carminha é uma mulher comum, deve ter em torno de 1,65m e pesar aproximadamente uns 60kg, mas o que destaca essa mulher é um belo traseiro, que ela disfarça em roupas soltas, mas que eu teria a oportunidade de ver em poucos minutos em pele.

Ela me encarou com seus olhos negros, um olhar convidativo, eu me aproximei dela e disse:

_ Carminha o que você quer em troca?

_ Hummmmmm - ela respondeu olhando-me dos pés a cabeça.

_ O que você tem a me oferecer? -ela respondeu me perguntando.

Não preciso dizer que o meu pau estava em riste, só de imaginar que iria comer aquela bela morena de 30 e poucos anos, mãe de um casal de filhos e casada com um homem rude do interior.

Encarei Carminha que esperava a minha resposta.

Segurei o meu pau por cima da bermuda jeans que usava e balancei o instrumento.

_ Carminha o que tenho a lhe oferecer como retribuição está em minhas mãos, garanto que você se deliciará tanto como me deliciei com o seu jantar.

_ Ahhh lindinho, pensei que você nunca fosse me oferecer, deixa ver ele.

Chegando perto de mim, Carminha se ajoelhou e foi baixando minha bermuda e percebendo o volume dentro de minha cueca.

_ Nossa! Que é que isso? Ela exclamou e arriou a minha cueca.

_ Menino isso tudo é seu? Mas que coisa mais linda, deixa eu cheirar.

E assim, Carminha cheirou a cabeça do meu pau e ao perceber uma gotinha de sêmem passou a lingua e depois começou a chupar a cabeça de minha rola. Que delícia a boca dela era bem menor que a de minha tia, mas ela sabia como usar, percorreu toda a extensão de meu pau com a boca, parou no meu saco e passou a ponta da lingua nele, me fazendo sentir arrepio.

_ Será que vou aguentar tudo isso?

Carminha parecia maravilhada admirando meu cacete, levantei-a e deixe-lhe um beijo de lingua que a derreteu e fez-se ficar mole, aproveitando, fui tirando seu vestido por cima de sua cabeça, deixando ela só de sutiã e calcinha.

Seus seios eram generosos, como seios de uma mãe que amamentou duas criaças, mas não eram moles, nem tampouco durinhos, devido a amamentação, mas eram perfeitos para sugá-los. Virei-a de costas e vi aquela bela bunda, que agora se arrebitava esperando por um toque ou uma encoxada.

Encostei meu pau no meio da bunda dela e fiz movintos pra cima e pra baixo, tirando alguns gemidos. Coloquei o meu pau para dentro de sua calcinha, ficando a cabeça roçando nos pentelhos de sua buceta.

_ Lindinho, você sabe como excitar uma mulher, pensei que fosse tolinho, mas estou enganada.

_ Carmem garanto que você vai gostar e vai querer mais.

Puxei-a ao meu encontro e fui beijando sua nuca, passando a lingua em direção ao seu ouvido, enquanto ia apertando um dos seios, segurando o biquinho rígido de seu peito.

Afastei-a um pouco, para ver mais uma vez a sua bunda, puxei a sua calcinha de forma que entrasse dentro de sua bunda e ficasse como um fio-dental, a safada empinava mais ainda aquela bunda.

De um golpe só arranquei a sua calcinha tirando um gritinho dela, pus-a nos meus braços e levei até a minha cama, deitando-a e abrindo sua pernas para cair de lingua naquela buceta.

Ao afastar os grandes lábios para descobrir o pinguelinho dela, também pude notar o quanto molhada ela estava, caí de boca e passava a lingua por seu pinguelo e depois descia até a entrada de sua vagina, bebendo o meu e enfinado a lingua como querendo penetrá-la. Em poucos minutos ela avisou que estava gozando e eu deixei ela segurar em meus cabelos e pressionar minha cabeça contra sua buceta.

Estava no ponto, bem lubrificada e se recupernado de uma gozada, quando fui para a posição de papai-mamãe, coloquei o travesseiro por baixo dela, para ajudar na penetração, picelei a cabeça de meu pau na entraga de sua xoxota, lubrificando e excitando ainda mias aquela mulher que iria dizer o que eu sempre gosto de ouvir.

_ Hum, ai... esse pau é o mais gostoso que eu já provei, é bem melhor e maior do que o do meu marido... ahhhh.

Meu pau estava deslizando para dentro daquela buceta alheia, e quanto mais eu enfiava ela gemia e dizia:

_ Ai que delícia, ele num para de entrar... hummmm, que sensação gostooooossa... tô gozaaanndo de novo seu filho da putaaaaaaaaaa!

Parei quando senti o seu ventre encontar na minha pubis fiquei parado por um tempinho e logo depois comecei a movimentar lentamente pra fora e depois para dentro daquela buceta que já não era a mesma. Fui acelerando os movimentos quando ela aos gritos:

_ Vai... me fode gostoso... acaba com minha buceta... o pau do cornão vai ficar sambando depois que essa rola me comeu...

Depois de quase 10 minutos bombando naquela buceta apertada, subi meu corpo um pouco mais de forma que meu pau friccionasse o seu clitoris, aí a mulher tremeu e disse que tava gozando de novo:

_ Puuuta que pariuuuuu, o que é que você tá fazendo comigo..... que sensação deliciooooosa, que gozada da porra é essa? ainda tô gozannndoooo que loucura... num quer paraaaaaaaaaaar.

Acelei mais os movimentos e soltei um urro e enchi a buceta daquela morena tarada.

Saí de cima dela, deitando-me ao seu lado.

_ Lidinho, o que você fez comigo? Nunca havia gozando tantas vezes e com tanta intensidade como foi agora, essa última foi a mais demorada da minha vida que sensação espetacular.

Ela me beijando todo disse:

Vou me lavar senão perco a hora e meu marido vai ficar desconfiado.

CArminha foi embora, mas pudemos repetir mais duas belas trepadas, antes que o marido dela ficasse desconfiado e marcasse ela de perto, mas o melhor foi que descobri que a Carminha além de ser tia da noiva do meu chefe, também andou fazendo propaganda dos momentos que passamos juntos, mas o resultado de sua propaganda eu conto em outra oportunidade, inclusive como me aproximei de sua sobrinha, que comecei a tê-la como troféu.

Aly.

Comentários

19/05/2009 14:59:26
Fraco
28/05/2008 12:16:13
Fala serio você nao faz nem uma menina virgem gozar, vc é fraco!!!!

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