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A iniciação (parte 3)

Autor: Contista1968
Categoria: Sadomasoquismo
Data: 03/08/2008 11:13:28
Última revisão: 08/08/2008 20:27:52
Nota 10.00
Assuntos: Sadomasoquismo
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V.

[continua]

Quando acordei, Rogério já estava de volta. Foi ele que me fez um afago e disse que era hora de me levantar. Eu tinha que almoçar. Tinha? O engraçado é que eu nem sentia fome. Mas me levantei. As algemas foram removidas e ele deu-me uma calcinha para vestir. Uma calcinha minha. Tinha a chave do meu apartamento, entrava e saía quando bem entendia. Essa era a minha nova realidade. Vesti a calcinha e, enquanto o fazia, vi o meu reflexo no espelho. Estava nua, de cabelo cortado e absolutamente lisa na boceta. A visão era estranha, não era a Heloísa que eu conhecia. Era outra mulher. Minha boceta ainda estava vermelha da depilação e um tanto inchada, mas já voltando ao seu aspecto normal. "Faremos isso duas vezes por mês. Acho que é o que basta" – ele me garantiu, percebendo que eu havia ficado impressionado com a imagem do meu corpo. Duas vezes por mês me pareceram um exagero mas uma parte de mim chegou a ficar excitada – não eram os pêlos, era o ritual. Eu queria o ritual. Estava ficando mesmo louca, porque havia gozado com aquela dor.

Como no café da manhã, comi aos pés do meu Mestre. Ele me fez ajoelhar ao chão e sentar sobre as pernas. Comi pedaços que ele me dispensava, e que já eram a minha dieta. Frutas variadas – mamão, melão, maçã, morango, pêra, melancia –, tudo picadinho em pequenas porções. Depois, as verduras. Rogério havia temperado uma salada dessas bem coloridas e foi me alimentando daquele mesmo jeito. Tuli, a meu lado, ganhava pedaços de sua ração. Eu já começava a olhá-la com algum ciúme. Uma vez terminada a salada, ganhei comida japonesa. Rogério havia comprado sashimis para mim – atum, salmão, robalo. Mergulhava os pedaços em molho de soja e os dava em minha boca, ordenando que eu o lambesse e chupasse o molho, limpando seus dedos. Isso era muito gostoso e muito erótico – aos poucos, fui ficando molhadinha. Meus seios intumesciam, com os biquinhos rosados bem durinhos. Dali por diante, eu nunca mais comeria carne vermelha. De frango, só às vezes. Arroz e feijão seriam eliminados do cardápio. Pão também, a não ser pelo integral. Como sobremesa, geralmente eu ganharia sorvete de iogurte ou gelatina em cubinhos, num pratinho de louça. Se tivesse paciência, Rogério me daria os pedaços de gelatina na boca. Senão, deixaria o pratinho no chão. "Coma, minha anjinha. Coma tudo". Como uma cadela, eu abocanhava os pedaços de gelatina do pratinho, ou lambia o sorvete de iogurte. Meu suco, da mesma forma, ou ele me dava na boca, ou derramava o conteúdo num pratinho fundo, desses de cachorro – só que muito bonito, cor de rosa, só para mim. Tuli tem os dela. Os meus são realmente meus.

Depois do almoço, ficamos vendo televisão por um bom tempo. Rogério, no sofá, e eu no tapete, sentada a seus pés, com a cabeça em seu colo. Tuli deitou-se não muito longe de mim. Por um bom tempo, fiquei feliz com os carinhos que recebia. Rogério brincava com os meus cabelos, me fazia afagos. Quase cochilei, de tão bom. Fui ficando zonza, totalmente abandonada ao meu querido Rogério, quando ele segurou meu queixo e ergueu meu rosto. "Anja, nós nunca nos beijamos. Venha cá. Quero saber qual o gosto que o seu beijo tem". Sorri. Meus lábios abriram-se suavemente para os dele. Eu também estava louca para conhecer o gosto daquela boca que me falava com tanta gentileza. Deixei que ele me explorasse, que sentisse meu gosto. Estava extasiada com o dele. Nossas línguas encontraram-se, enroscaram-se e acariciaram-se mutuamente em um longo e delicioso beijo. "Que delícia... agora, minha linda, dê um pouco de prazer ao seu dono... quero sentir essa sua boquinha tão doce aqui...". Fui eu que abri o zíper da calça e tirei o pênis de dentro da cueca. Já amava aquele pênis. Queria muito beijá-lo e o fiz, meigamente. "Heloísa..." – ele suspirava e gemia, contente: - "Assim, vai...".

Beijei o pênis do meu Dono como se estivesse beijando seu rosto. Quando ele pediu para que eu o lambesse, lambi. Lambi com gosto. Como quem lambe um delicioso sorvete. Aquilo o fez fechar os olhos e saborear o momento, puxando minha cabeça para mais perto. Lambi o pênis que crescia em minhas mãos, lambi as bolas, lambi a cabeça – de onde já brotavam seus sucos. Não demorou muito e ele me disse, com a voz rouca de desejo, para que eu pusesse o pênis em sua boca. "Chupa, Heloísa... chupa...". Ele dizia "meu pau". Sorri, feliz. Abri minha boca e deixei aquele pau entrar, usando toda saliva que eu tinha. Eu queria muito agradá-lo, então chupei devagar, sem pressa, sorvendo-o deliciosamente. Estava ficando excitada com tudo aquilo, sobretudo com os gemidos de prazer do meu Dono. Pensei que iria gozar em minha boca, mas Rogério me fez parar a tempo e me puxou. Queria que eu o montasse. Livrei-me da calcinha ao mesmo tempo em que me levantava, agoniada. Estava tão excitada quanto ele e queria muito senti-lo entre minhas pernas.

Quando sentei-me em seu colo, o pau deslizou em minha vagina com bastante facilidade. Rogério estava alucinado, dizia que a minha boceta era como uma boca quente, sugando seu pau para dentro de mim. Eu ficava louca ao ouvir essas coisas, ficava louca de tesão por meu corpo estar agradando o corpo do meu Dono. Estávamos engatados e eu ficaria engatada naquele homem o dia todo, subindo e descendo, subindo e descendo, sem parar. Senti sua boca me beijando no pescoço, me beijando, me beijando, me mordendo, me mordendo... gritei... mas era bom, era bom demais... senti suas unhas em minhas costas... oh!, ele me arranhava... que delícia! Senti as palmadas em minhas nádegas... palmadas fortes, vigorosas, sonoras... doía... doía... doía... gozei. Agarrei-me ao pescoço de Rogério e gozei. Enquanto gozava, ele agarrou meu seio e apertou a carne tenra em sua mão. Meu corpo se debatia em espasmos... o apertão doeu, mas... oh, era bom... era bom... ele estava me agarrando... apertando... cravou os dentes em meu rosto e me mordeu... foi quando gozou... gozou muito, gozou violentamente, também em espasmos... agarrado a mim... me mordia, me arranhava... Foi a glória.

Aquela trepada acendeu seu tesão. Levou-me para o quarto – queria brincar. Eu o seguia avidamente, também querendo brincar. Nem sabia do que se tratava. Deitei na cama e Rogério logo me amarrou à cabeceira. Usou as algemas que me excitavam tanto. Quando me dei conta, ele voltava com algo engraçado em suas mãos. "Vamos brincar, minha cadelinha... se você gritar, vou amordaçar a sua boca". O que iria usar em mim eu já tinha visto em sex shops. Bolinhas tailandesas – cinco delas, até que não tão grandes, mas todas para serem usadas no meu ânus. Ao fim da corda, o acabamento era parecido com um rabo de cavalo. "Comprei essas na Tailândia... estão novinhas". Sorri debilmente, feliz com a honra. Ele lubrificou a primeira das bolas lambuzando-a em minha vagina, de onde pingava meu gozo, o dele e todas as secreções que escorriam de dentro de mim. "Agora, relaxe...". Eu já havia aprendido a ser bem cooperativa. Virei-me de bruços, fiquei de quatro e empinei meu bumbum. "Boa menina... boa menina...". Rogério me fez um afago e logo tratou de forçar a primeira bolinha pelo meu ânus. Não foi tão fácil quanto eu esperava, mas meu rabinho logo acomodou a primeira bolinha. Soltei um gemido de dor, ganhei outro afago e logo veio a segunda bolinha. Depois da primeira, a segunda entrou mais fácil, só que eram duas agora – eu sentia menos dor do que uma pressão forte no meu reto. Comecei a ficar agitada, mas Rogério brincou um pouco com meu grelo, que logo inchou em sua mão. "Calma, linda... calma...". Gemi satisfeita, estava gostando do afago em meu grelinho que latejava tanto, mas Rogério não me fez gozar. Parou antes e forçou a quarta bolinha para dentro. Eu enterrei o rosto no travesseiro e urrei de um jeito que nem eu mesma sabia se era de dor ou de prazer. Mas o fato é que quatro bolinhas faziam bastante pressão e me davam a idéia de que aquilo poderia se perder dentro de mim.

Fui ficando angustiada com a idéia daquelas bolinhas entalarem, mas não deu nem tempo para reclamar, porque a quinta entrou mais fácil do que todas as outras. "Ah, que maravilha...!". Cinco bolinhas e, do meu ânus, brotava um rabo. A cadela do Rogério. Ou uma égua fogosa. "Vamos brincar um pouco, linda...". Eu não sabia o que ele tinha em mente, mas estava bem inquieta, gemendo com o rosto no travesseiro. Ofegava de ansiedade. Foi quando Rogério ficou de joelhos atrás de mim, na cama, e me penetrou na vagina. Juro que pensei que iria explodir. As bolinhas pareciam competir pelo espaço com o pênis que avançava pelo canal vaginal. A pressão era maior e mais enlouquecedora do que a dor propriamente dita. Meu macho me cobria como um garanhão cobre a égua no cio. Estava sem fôlego. Rogério agarrava meus quadris e me estocava impiedosamente. Eu tinha a impressão de que seria rasgada, que as bolinhas iriam sair pelo meu ânus, que não resistiria e morreria em meio àquela trepada animalesca. Mas, no auge do que seria a minha morte, os espasmos de prazer começaram a despontar. Eu gemia, chorava, ria, gozava. Parecia uma louca. Estava sendo cavalgada, estava algemada, estava com bolinhas no meu cu. Gargalhei. Heloísa, a cadela. Vaca, égua, cadela... não era mais nada... só uma cadela... uma cadela gozando... Fechei os olhos, mordi o travesseiro e comecei a gozar. Gozei em ondas, em espasmos violentos. Meu corpo pulsava todo. Não demorou muito e Rogério também gozou, esporrando seu sêmen quente na minha vagina. Éramos dois animais e um único corpo.

Por um momento, ficamos inertes. Eu não tinha forças, ele tampouco. Tombei para o lado, caindo em seus braços. Ouvia Rogério ofegante respirando em minha nuca, sentia o corpo suado me abraçar. "Ah, Heloísa... que delícia... que maravilha...". As mãos que me haviam surrado agora acariciavam meu lombo. Foram escorregando até o rabo que brotava do meu ânus. "Que cadela você é...". Sorri, feliz. Estava tão contente que nem esperava pelo puxão no rabo – o que fez a última bolinha sair de dentro de mim. Gemi de susto, gemi de prazer. Meu corpo inteiro formigava, eu não tinha forças para resistir, protestar, lutar. Outro puxão arrancou a quarta bolinha e eu parecia fora de mim. Os espasmos estavam voltando. Minha boceta enchia-se dos meus sucos novamente. "Goza, cadela... que isso é bom...". Puxou de novo, tirando mais uma bolinha. Eu apertava as pernas, querendo gozar com aquela pulsação insana em meu grelo. "Mais uma... pede, cadela... implora...". Eu estava fora de mim. "Tira... puxa... puxa...". "Pede direito, cadela!". Eu ofegava, nem conseguia raciocinar direito. Levei um tabefe na bunda que ardeu loucamente. "Meu dono... por favor... tira... tira...". "Muito bem, cadela...". Outro puxão libertou a penúltima bolinha e eu já estava gozando. Ria que nem uma louca. Foi quando ele puxou a última bolinha – a primeira que havia enfiado no meu cu, e que saiu com um pequeno estampido.

Senti Rogério erguer minha perna. Eu estava deitada de lado e não resisti. Estava indócil, gemendo e implorando. Rebolava, querendo ser encaixada, querendo ser coberta de novo. Quando aquele pênis adorado começou a deslizar para dentro de meu ânus, comecei a rir de prazer. O vazio deixado pelas bolinhas estava sendo preenchido de novo. Rogério não teve dificuldade de seguir todo o caminho até enterrar-se todo dentro de mim. "Cadela... cadela...". Não sei por quanto tempo fiquei ali, sendo enrabada pelo meu Dono. Pareceu uma eternidade. Não havia mais dor, não havia mais pressão incômoda, não havia sequer desconforto. Eu estava em êxtase em adorei cada momento. Meu corpo não resistia – rebolava em direção ao corpo de Rogério. Ele meteu, meteu fundo, grunhiu de prazer e me encheu de sua porra. Por preciosos segundos, pulsamos juntos. Eu sentia o sangue correndo pelas minhas veias, atravessando os vasos em minhas têmporas. Era uma absoluta loucura.

Rogério recuperou-se primeiro do que eu. Levantou-se dizendo que precisava tomar um banho. Fez-me um afago, mas eu estava mais morta do que viva. Feliz, mas mais morta do que viva. Quando me dei conta, meu Dono estava passando algo entre as minhas pernas, ao longo de toda minha rachinha. Olhei para ele, zonza e confusa. "Vou tomar um banho e cuido de você logo depois, anjinha... você pode continuar brincando mais um pouco... vou lambuzar bem esse seu cuzinho maltratado...". E riu. Eu sentia mesmo aquela coisa viscosa sendo espalhada por toda minha genitália. Havia um cheiro de bacon no ar. "Tuli adora esse sabor". Tuli? Olhei para Rogério. Ele me sorria. Já nem sei mais por que eu ofegava daquele jeito – de medo, é verdade. De nojo. De nojo de mim mesma. Porque, por mais que eu achasse aquilo errado, eu queria ser lambida. Estava algemada à cabeceira da cama e abri as pernas, rubra de vergonha. Era como se eu pedisse para ele me lambuzar mais e mais, até acabar com todo o pote do que quer que aquilo fosse. Ração de cachorro, eu acho. Rogério passava aquela coisa gordurosa e me fazia uma massagem, algo que me deixava acesa e cada vez mais pronta para Tuli. Oh, eu era uma depravada, uma cadela... uma verdadeira cadela... Ouvi o assobio e Tuli não custou a aparecer. "Papá, garota. Papá".

Eu estava coberta de ração com sabor de bacon. Rogério havia feito uma trilha para a língua de Tuli e eu, mortificada, odiando a mim mesma, deixei que aquela pastora alemã me dominasse. A imensa língua lambeu meu rabo como um longo e prazeroso carinho. Em meu desvario, eu tinha uma vaga idéia do que se passava ao meu redor. Ouvi o chuveiro sendo aberto, ouvi Rogério assobiando uma canção... mas nada, nada tinha mais importância do que a língua de Tuli. Abri as pernas e deixei que ela me lambesse na vagina. Eu gozava como uma demente, revirando os olhos, gemendo e arfando. A língua ia do cu à vagina e foi limpando toda a ração. Quando me dei conta de mim mesma, eu oferecia meu grelo à sanha da cadela. Rebolava para que ela começasse a me lamber mais para cima. Devia estar ficando maluca. Meu grelo latejava muito e praticamente explodiu de prazer na língua daquela cadela. Eu me esfregava no focinho, pedia, implorava. Tuli, garota... me lambe... assim... vai... Gemi de raiva quando ela abandonou o grelo para começar a me lamber os seios, justo quando eu gozava. Fiquei irada, corcoveei, mas a cadela estava agora em cima de mim, lambendo meus peitos. Oh, era uma delícia... meus biquinhos ficaram tão duros que doíam... eu ria, apertava meus lábios, gemia... Senti um afago na cabeça. Era Rogério, já se vestindo. Eu nem havia percebido que ele terminara sua longa ducha quente. "Gozando, cadelinha...?". Fiz que sim, extasiada. Prendia meu lábio entre os dentes, revirava os olhos e gemia.

Meu Dono pegou o pote de ração e passou o resto ao longo da rachinha. Tuli, incansável, e muito gulosa, entendeu a mensagem. Aquilo continuou pelo tempo que ela quis, não sei quanto. Sei apenas que fiquei ali entregue àquela cadela incansável, cuja língua me levava à loucura. Eu sentia meu corpo tremer com os espasmos, gozava, caía desfalecida e logo reacendia para mais uma onda de gozo, porque Tuli mesmo não parava. Acho que eu já estava limpa da ração quando Rogério finalmente a afastou com um comando de assobio. "Já chega". Por mim, não. Por mim, podia continuar pelo tempo que fosse necessário. Mas Rogério queria que eu tomasse banho. Bastou que ele removesse as algemas e me fizesse levantar da cama para eu ser tomada por um senso de profunda vergonha. Chorei de mansinho, apoiada em seus braços. "Não se preocupe, anjinha... eu deixo você e a Tuli brincarem mais da próxima vez...". Não era bem isso o que me desesperava. Eu sabia que sim. Sabia que sim e desejava isso. Mas sentia muito nojo de mim e me achava doente por ter tanto prazer com um animal.

O banho foi ótimo, pareceu lavar tanto o meu corpo quanto a minha alma. Eu mesma me limpei debaixo do chuveiro, onde a água quente acariciava minha pele com uma deliciosa comichão. Eu estava me perdendo nas mãos daquele homem, estava deixando de ser a Heloísa e adorando cada minuto. Enxuguei-me com as toalhas macias e felpudas do banheiro de Rogério. Estava renovada. Passei do hidratante, penteei os cabelos. Quando ele reapareceu, fiquei feliz em vê-lo. "Terminou, anjinha?". "Terminei...". "Ótimo. Então, vou lavar você por dentro". "Por dentro...?" – estranhei. "É, por dentro. Venha, fique de quatro no chão". Meio abobalhada, obedeci. Não tinha a menor idéia do que ele estava falando. "Isso se chama enema. Vai lavar você por dentro e isso é ótimo, porque uma cadela que é fodida por trás precisa ficar bem limpa. Entende, anjinha? A sua alimentação até hoje foi muita errada, fez o seu intestino trabalhar mal... carne vermelha, muita massa... tudo isso fica dentro de você muito tempo e forma bolos fecais podres. Tudo isso vai mudar, você vai ver". Naquela posição ridícula, de quatro, que nem uma cadela, fiquei assustada. Já havia lido sobre enemas, mas não sabia o que esperar. Olhando para o chão, eu não sabia o que Rogério estava fazendo, não podia ver nada. "Relaxe, anjinha... isso vai doer bem menos do que as bolinhas, eu prometo".

Suspirei, resignada. As mãos de Rogério fizeram com que eu abaixasse o meu tronco e empinasse a bunda. Meu rosto estava deitado nos meus braços, beijando o tapete do banheiro, quando ele começou a acariciar meu cuzinho. "Relaxe... relaxe... vou entrar com a cânula...". Muito gentil da parte dele me preparar para a cânula daquele jeito, mas a sensação do tubo de borracha entrando pelo meu ânus foi um susto de qualquer jeito. Tremi, ganhei uns afagos e a cânula continuou reto acima. De fato, era mais delgada e menos dolorosa do que um pênis, um vibrador ou as bolinhas tailandesas. Não tinha nem comparação. Depois daquele dia, a cânula não iria doer nada. Só era incômoda e Rogério foi bem fundo. Enfiou aquele troço pelo meu ânus e seguiu até o máximo que poderia ir. "Relaxe, minha cadela... relaxe...". Incrivelmente, eu estava relaxada. Estava e permaneci relaxada quando o líqüido começou a ser bombeado para dentro de mim. Rogério usa uma mistura de vaselina e água morna. Eu senti aquilo invadir e irrigar as minhas entranhas. "Relaxe, relaxe...". Sentado ao meu lado, Rogério ia brincando com o meu grelinho, que ia inchando e ficando cada vez mais vermelho. Aquilo era bom e continuaria muito bom se a água não começasse a me incomodar.

Era muita água. Da minha posição, vi meu baixo ventre inchar. Aquilo fazia uma pressão louca dentro de mim. Parecia que Rogério queria me explodir pelas tripas, bombeando tanta água que eu romperia como uma bolsa plástica esticada ao máximo. Mas Rogério, claro, sabe o que faz. Ele parou quando tinha que parar e removeu a cânula gentilmente, o que me deixou em um estado de excitação esdrúxulo. "Não deixe o líqüido escapar ainda, Heloísa. Segure tudo dentro de você e só solte quando eu disser para soltar. Entendeu?". Fiz que sim, muito obediente, mas a verdade é que eu estava parecendo um zumbi. Ele foi para trás de mim e começou a me massagear. Começou pelas costas, de cima para baixo. E, ao chegar na base da coluna, escorregava as mãos espalmadas para meu baixo ventre. "Segure... segure...". Eu estava ficando alucinada. Aquela massagem aumentava a pressão do líqüido em minhas tripas. As mãos iam dos ombros, pela espinha, descendo pelos intestinos até terminarem na minha vulva.

Ficamos nisso até que as cólicas se tornaram insuportáveis. "Rogério... não vou conseguir..." – eu dizia, debilmente, já quase perdendo as forças. "Você sente cólicas?". Fiz que sim. Meu corpo todo se contraía com as cólicas. Era a vaselina fazendo efeito. Foi quando Rogério me ajudou a ficar de pé. Ele me levou até a privada. Eu andava com dificuldade – parecia carregar um bebê dentro de mim. Quando me sentei na privada, o jato veio forte, de uma só vez. "Isso, Heloísa... solte... solte tudo...". Ele nem precisava dizer, aquela coisa tinha vida própria. Meus intestinos estavam eliminando tudo que se acumulara em seu interior. A água saiu escura e fétida. Quando terminei de eliminá-la, ele enxugou o suor de minha fronte e disse, gentilmente: "Fique de quatro de novo... vamos continuar limpando". Quis chorar, quis protestar, mas Rogério estava com o comando. Bastou um olhar seu e eu engoli meus gemidos como uma boa menina. Ele levou-me novamente para o tapete do banheiro, do mesmo jeito que antes. Não havia jeito. O processo repetiu-se mais duas vezes, com igual incômodo e desconforto. Eu estava um bagaço e precisei suportar a cânula e sei lá quantos litros daquela mistura de água morna e vaselina, até os dejetos eliminados ficarem do jeito que deveriam ficar para indicar limpeza. Rogério me carregava para a privada, eu já passando da consciência para um estado de desfalecimento. Era quando ele me despertava com sonoras bofetadas.

Ninguém imagina o que é isso até passar pela experiência. Você se sente macerada, com o intestino carregado de algo que lhe provoca cólicas indescritíveis. Então, quando lhe é finalmente permitido eliminar aquela coisa de dentro do seu corpo, a sensação de alívio é como um espasmo de gozo. Ser esbofeteada enquanto jorrava água pútrida de dentro de mim era uma dádiva – o ápice do meu sofrimento e o início do gozo. Vê? Porque é desse jeito. A dor vai escalando, escalando, escalando, até chegar ao pico. Dali por diante, é a descida. E a descida é o prazer. Enquanto eliminava a água dos meus intestinos e era esbofeteada, minha mão escorregava para a carne macia entre as pernas e eu me acariciava, rindo de prazer. No final, Rogério também estava excitado com aquela cena grotesca. Tirou o pênis de dentro das calças e colocou-o em minha boca. Eu estava adernando da realidade, mas entendi o que queria. Lambi aquele pau duro e latejante, fechei minha boca ao seu redor e não precisei fazer muito mais do que isso, porque ele gozou logo – e muito. Gozou na minha boca, jorrando seu sêmen em abundância. "Engula..." – pediu, mais como uma ordem. Porra escorria pelos cantos dos meus lábios, mas engoli o que havia dentro. Engoli tudo, muito satisfeita. Acho que nos casamos naquele momento, porque Rogério tomou-me em seus braços e fomos para o chuveiro juntos. Ele me abraçava e dizia que eu era a melhor cadela do mundo, que não iria mais me deixar sozinha. Eu o amava. Amava o jeito como falava comigo. Amava seus carinhos, suas torturas.

Quando deixamos o chuveiro, foi ele que cuidou de mim. Enxugou-me, untou-me de hidratante e me fez deitar em sua cama. Eu estava tão feliz que pedi as algemas. Minha rendição era completa.

[continua]

VI.

[continua]

Dormi a noite de sábado para domingo na cama de Rogério. Nem todas as cadelas têm esse privilégio – na maioria das vezes, não. Quando conheci outras, fiquei sabendo das gaiolas, das casinhas de cachorro. Dos tapetinhos na área. Mas, também, outras cadelas não tinham o tratamento que eu tinha. Meu dono me possuía e cuidava de mim do mesmo jeito que cuidaria de um animal premiado, de pedigree.

Eu estava tão exausta que dormi cedo. Rogério ainda demorou para aparecer, mas apareceu no quarto e deitou-se ao meu lado. Estava nu quando me abraçou. Quando acordei, de madrugada, senti-me muito contente em seus braços, feliz de ter um lugar tão bom no mundo. Naquela manhã de domingo, quando acordamos, pedi que meu Dono removesse as algemas da cabeceira da cama. "Se for da sua vontade, meu Dono, eu gostaria de agradá-lo um pouco...". Ele sorriu e fez que sim. Estava ainda mole de sono quando abriu as algemas e deitou-se de novo. Eu queria muito beijá-lo. Por isso, subi em seu corpo e dei-lhe um longo beijo na boca antes de começar a acariciá-lo com os meus lábios – o queixo, o pescoço... o colo... o peito... a barriga... e, enfim, o pau, já duro, que chupei gulosamente, com lambidas longas e marotas, até ele gozar dentro da minha boca. Era o seu leite sagrado, que recebi como uma bênção. Engoli tudo e lambi o pênis que eu já amava, querendo limpá-lo com a minha língua. "Bom dia, meu Dono..." – eu enfim desejei, abraçada a seu corpo.

De pronto, procurei meu lugar. Aceitei a coleira, vesti a calcinha e fiquei sentada no chão da cozinha, sobre minhas pernas, aos pés do meu dono. Aceitei as frutas, os queijos e os presuntos magros com muito gosto. Fiquei com ciúmes de Tuli, que aguardava seus biscoitos ao meu lado. "Ssh, Heloísa. Nada disso. Má garota. Má garota". Apesar disso, ganhei um afago. Ganhei suco de laranja do copo e pedaços de torrada integral. Estava muito feliz. Pertencia tanto a Rogério que o seguia muito feliz da vida, sem me importar com o fato de ele me puxar pela coleira. Gostei muito de ele me elogiar, fascinado com a delicadeza dos meus seios. Foi quando me debruçou sobre a bancada da pia, uma dessas ilhas, onde há o fogão, os armários e o espaço para preparar a comida. Ali, ele afastou a minha calcinha e fez amor comigo – primeiro, na boceta. Depois, pingando do meu gozo, me penetrou no cu. Rogério me cavalgava com paixão, agarrando um tufo dos meus cabelos. Foi quando gozou. Eu já nem mais queria voltar para o meu apartamento.

Talvez por haver acordado de forma tão inspirada, meu Dono mostrou-se igualmente inspirado em suas brincadeiras. Levou-me para o quarto e disse para que eu me deitasse na cama. Quando voltou de seu closet, trazia uma caixa de madeira. De dentro, tirou algo que me pareceu um pregador de metal. "Acho que você vai adorar, Heloísa... é a sua cara". Eu nunca havia sido pregada antes. Fiquei apreensiva, mas apreensão era parte do jogo e uma das melhores pimentas. Engraçado que, sem conhecer um ritual, eu fico apreensiva, porque não sei bem o que esperar. Conhecendo, continuo apreensiva, pois sei o que esperar. De qualquer forma, toda a apreensão, toda a ansiedade, tudo isso faz a minha boceta encher-se de sucos. Bastou algemar-me à cabeceira, e colocar a gag ball, que Rogério percebeu meu estado de excitação. "Você nem imagina a visão que eu estou tendo, Heloísa... a sua vagina chega a brilhar, de tão úmida... nunca vi uma cadela excitar-se tão rápido...!".

Isso me deixava feliz, muito feliz. Por isso, quando o primeiro pregador prendeu o bico do meu seio esquerdo, suportei a dor com galhardia. Um pregador de metal causa uma dor lancinante – ele é forte e prende aquele pedaço de carne com tanta virulência que lágrimas brotam dos seus olhos sem que você tenha tempo de sequer gritar. Aliás, falta fôlego. Ganhei um afago, um beijo na testa e outro pregador no seio direito. Meu rosto já estava contorcido de muita dor quando comecei a gemer baixinho por baixo da gag – estava arfante, quase sem ar. "Boa menina... boa menina..." – ele disse, afagando meu ventre. Achei que era tudo, mas Rogério trouxe algo que eu nunca havia visto antes – uma barra de metal com duas argolas, também de metal, uma em cada ponta. "Vamos prender essas suas perninhas, minha putinha...". Eu estava tão alucinada de dor nos seios que nem me importei com o que ele fazia – mas deveria. Porque uma argola foi fechada ao redor de um joelho e a outra argola, no outro joelho. Com a barra de metal no meio, eu não podia mais fechar as pernas. Estava arregaçada. E arregaçada o bastante para Rogério usar outro pregador. Dessa vez, em um dos meus lábios vaginais. Senti quando ele afastou a carne e usou o primeiro pregador. Urrei de dor, meu corpo tremendo com os espasmos. "Quieta... quieta!".

Era a voz do domador domando a fera. Em cada lábio vaginal, eu levaria três pregadores. Parecia uma tortura medieval. Cheguei a desfalecer, mas Rogério acordou-me com bofetadas no rosto. Ele queria que eu estivesse acordada para a pièce de resistence: o último pregador, que me pregaria no grelo. O grelo que, aliás, já estava inchado e avermelhado, como uma cereja. Foi o que Rogério me disse, fazendo-lhe um carinho. Então, ele afastou as carnes e, puxando o grelo, me fez gozar. Gozei com o meu grelo nos dedos de Rogério – o grelo esticado ao máximo. Ele riu. "Cadela, você goza nos momentos mais estranhos!". E, dizendo isso, fechou o pregador no grelo, que ainda pulsava em seus dedos. Eu já nem tinha mais força para gritar, certamente não para me debater. Foi o pior de todos, sem sombra de dúvida. A dor era tanta que eu apenas tremia, como uma criatura alucinada ou sob efeito de drogas. Tremia, tremia, e logo veio a descida da montanha. A dor deu a volta e começou a transformar-se. Aquele pregador pregava meu grelo pulsante, ainda do gozo que havia experimentado nos dedos de Rogério. Pregado, ainda pulsava. Quando o dedo de Rogério começou a brincar com ele, delicadamente, eu já estava em frenesi. O toque suave era uma tortura, fazia meu corpo todo estremecer.

"Vou aliviar sua agonia, minha cadela..." – eu o ouvi dizer. Levantou-se e, quando voltou, trazia algo em suas mãos. "Aquele seu vibrador é uma brincadeira de criança... quero que experimente isso aqui". Não cheguei a ver direito o que ele me mostrava, mas certamente senti quando o vibrador – maior e mais largo do que um pênis normal – começou a forçar a entrada de minha boceta. "Vou devagar, não se preocupe". A voz de Rogério era um delírio distante. Ele começou a brincar na minha vulva, fazendo os movimentos para ir abrindo as paredes vaginais. Aquilo era de enlouquecer. Eu não sabia se chorava de dor ou urrava de prazer. Porque o volume que Rogério pressionava aos poucos na minha vagina era uma pressão inebriante. Ele ia socando o vibrador aos poucos, até que a cabeça passou. "Adoro esse barulho... quando o pau avança na boceta molhada... tá escutando?". Eu não escutava nada, só me debatia como uma égua no cio. O vibrador, à medida que avançava pela vagina, aumentava a pressão dentro de mim. Aumentava também a pressão dos pregadores de metal nos lábios vaginais e no grelo. Eu me lembro daquele momento como se eu fosse uma única grande veia pulsando ao longo de todo meu corpo. As pulsações iam das minhas têmporas à minha genitália, tudo latejando em conjunto.

"Ah, que beleza...! Espere, vou tirar umas fotos!". Àquela altura, o vibrador estava enterrado dentro de mim, ao máximo do que poderia ir. Rogério voltou com uma câmera digital e começou a tirar muitas imagens. "Cadela pregada e fodida... nossa! Que tesão! Sorria para a câmera, meu anjo!". Não sei nem como consegui sorrir, porque a gag ainda estava em minha boca. Quando, depois, vi as fotos daquela sessão, meu coração ficou aos pulos. Eu estava toda pregada, babada, com gag e com um vibrador enorme dentro da vagina, sorrindo debilmente para a câmera – em outros tempos, teria achado tudo uma tristeza, mas comecei a ver a tal beleza de que Rogério falava. Não era a beleza física, estética, mas a beleza da alma. De uma alma entregue, abandonada ao prazer da carne. Isso, sim, é muito belo. Daquele domingo em diante, passei a gostar de ver Rogério tirar fotos minhas em posições absurdas. Temos uma coleção imensa, para deleite nosso.

Ao acabar de tirar as fotos, Rogério voltou ao vibrador. Ligou-o e disse que voltaria em seguida. Eu já estava passada, não conseguia parar de gozar. Ria e chorava, babando pelos cantos da boca. Não sei quanto tempo ele ficou fora, mas quando voltou, tinha algo em suas mãos. "Vamos usar outro brinquedinho, anja... tenho muitos, não posso usar tudo de uma vez...". Rogério me falava tão carinhosamente que eu já estava até ansiosa em saber do que se tratava. E logo entendi. Era um pequeno aparelhinho que emite choques de baixa voltagem. Bem baixa voltagem mesmo. Mas o bastante para tornar os espasmos de gozo ainda mais fortes. Rogério estava de pé quando aplicou o primeiro choque – encostou o aparelhinho no pregador de metal que estava em um dos meus seios e liberou a carga. Eu nunca havia levado um choque – sexualmente falando. Choques não são sensações nada agradáveis. Eu gozava com o vibrador em minha boceta e urrei de dor, perdida no limbo que une as duas pontas do espectro. O choque me fazia tremer descontroladamente com os espasmos. Causava uma onda de dor que arqueava meu corpo e, quando a dor passava, eu gozava. "Delícia, anja? Você gosta, não?". Eu não sabia o que dizer. Levei choques nos grampos dos seios, levei choques no grampo do grelo. Foi a coisa mais acachapante que eu já havia experimentado até então. No auge, dei um grito louco, como uma fera possuída. E desfaleci.

Quando acordei, não havia mais o ruído do vibrador. Nem do aparelhinho. Rogério dava-me pequenos tapas no rosto. "Acorde, minha cadela... acorde!". Parecia que eu havia levado uma surra de pauladas. Meu corpo estava moído, todo mole. Senti quando o primeiro grampo foi removido – Rogério não aliviou a pressão, só puxou o grampo que prendia um dos meus seios, até que o grampo se soltou. Gritei. Foi quando me dei conta de que a gag ball havia sido removida. Eu conseguia ouvir meus gritos. "Sem grito, cadelinha. Senão, você apanha". O segundo grampo, no outro seio, foi removido da mesma maneira. Rogério puxou o grampo, levando meu mamilo e a carne macia do seio junto, até que a coisa despregava-se com um estalido. A dor era insuportável. "Vou compensar você por tudo isso, minha putinha... meu pau chega a estar duro de tesão. Já vou te enrabar". Os pregadores nos lábios vaginais também foram puxados, um a um, mas saíram mais facilmente porque minha boceta estava inundada de gozo. Por último, ele esticou meu grelo ao máximo. Aquilo, feito devagar, foi roubando o ar dos meus pulmões. Rogério pegou o pregador e fez pressão para que ele não se soltasse. Queria me esticar e esticou a carne até onde pôde, até eu não suportar mais o flagelo. E, por piedade, abriu o pregador. Caí trôpega, vencida. Incrivelmente, gozei.

Da cama, Rogério levou-me para uma mesa. Eu mal conseguia manter-me de pé, caminhando em seus braços como um bêbado que troca as pernas. Ele fez-me deitar de bruços no tampo frio. Senti meus pés tocarem o chão. Sabia que ele ia me comer e aquilo me causou uma profunda alegria. Queria seu pau dentro de mim, queria gozar nele. "Tuli! Vem cá, menina! Papá!". Ah, que coisa...! Ele me esfregava aquela ração gordurosa, de sabor de bacon, misturando tudo aos meus sucos, secreções e gozos. Tuli, claro, veio abanando o rabo e não tardou a me presentear com gulosas lambidas, sobretudo no grelo inchado e torturado. Eu já estava gozando loucamente quando Rogério enfim penetrou-me pelo cu. Estávamos todos juntos – eu, ele e Tuli, que me lambia incansavelmente. Aquilo durou muito, durou uma eternidade. Porque eu gozava sem parar, Tuli não desistia da ração e Rogério arremetia vigorosamente, gozava, tomava fôlego e continuava. Quando finalmente terminamos, eu era um trapo de gente. Vi a foto depois. Eu, arrombada, ainda sendo lambida por Tuli, com gozo e porra escorrendo pelas pernas. Verdadeiramente lindo.

EpílogoDepois de tudo terminado, depois até das fotos batidas, Rogério me deu banho na banheira. Levou-me no colo como quem carrega alguém ferido. Eu estava mesmo no limiar da consciência, completamente mole e dolorida. Foi a água morna da banheira que me recuperou aos poucos, injetando nova vida nos músculos doloridos. Rogério ficou ao meu lado, com medo de que eu escorregasse para dentro da água e morresse afogada. Ligou o spa da banheira e lavou meu cabelo como uma espécie de massagem. Eu estava no mais absoluto paraíso. Poderia morrer ou existir naquele único e singular momento.

Eu já era sua cadela. Fui besuntada de hidratante perfumado – baunilha. Ele passou-me creme no rosto, penteou e secou meus cabelos, aplicou ungüentos em meu ânus e ao longo de toda rachinha. Foi Rogério que me pegou no colo e me depositou na cama de casal, onde um jogo de lençóis novinhos me esperava. Rogério trocara a roupa de cama. Não sei como ou quando ele fez isso, pois me lembrava de vê-lo ao meu lado o tempo todo na banheira. Ele cobriu-me, fez um longo afago no meu rosto e ligou o ar condicionado. Disse para eu descansar. "Meu Dono...?" – gemi, num fio de voz. "O que, minha cadela?". "Um beijo... na boca...? Se for do seu agrado...". Sorriu-me. "Claro que é, anjo... claro que é". Nossas bocas encontraram-se docemente e o beijo, pela graça do meu Dono amoroso, foi longo e delicioso.

Hoje, estamos casados. Namoramos por um ano, eu já morando no apartamento dele. O meu ficou alugado. Os móveis foram vendidos e o dinheiro do aluguel ia direto para investimentos em meu benefício, como vai até hoje. Devo ter uma pequena fortuna na conta, mas é Rogério que me sustenta, então nem me preocupo mais com isso. Sei apenas que, a cada extrato, vou ficando com a conta mais gorda. Não gasto um centavo comigo. Rogério, desde que me adotou como sua cadela, compra tudo para mim. Compra minhas roupas, meus cremes, meus perfumes. Compra tudo que eu consumo. Paga por todas as contas. Em breve, iremos mudar para um apartamento maior, que ele comprou há algum tempo e reformou. Fica na Barra da Tijuca, no Rio, com a vista da praia. Sabe o que é melhor? Ele sempre me leva para passear na praia. Todos os dias. Adoro.

Hoje, como o cardápio que ele criou para mim, o que de fato melhorou muito a minha pele, as unhas e os cabelos. Todos os dias, tomo café aos seus pés, como o que ele me dá e bebo um copázio de uma vitamina que ele bate todos os dias, com frutas, um ovo e casca de ovo torrada e moída, que vira uma farinha fina e se dissolve inteiramente na bebida. Ele chama a receita de "mistura". Dizem que, desde que comecei a namorar o Rogério, fiquei mais bonita, mais viçosa. Até com um ar mais de menina. Pode ser.

Minha família estranhou muito o nosso romance. Ninguém havia ouvido falar do Rogério e, subitamente, eu já morava com ele. Minha mãe e os meus avós não aprovavam a diferença de idade, que é de quase quinze anos. Mas eu parecia tão bem, tão feliz, tão apaixonada, que eles enfim se deixaram convencer de que esse seria um ótimo relacionamento para a querida Heloísa. Rogério falou de seu escritório de arquitetura, de seu trabalho, da paixão que tinha por criar e decorar ambientes. Acho que causou aquela impressão de homem estabilizado, financeiramente seguro e realizado que os pais em geral esperam para o companheiro de uma filha. Ele sempre foi educado com meus parentes, recebia todos muito bem, comparecia às ocasiões familiares e às festas – como faz até hoje. Em pouco tempo, foi aceito como se não pudesse haver melhor homem para mim. Acho mesmo que não há.

Quando me pediu em casamento, chorei. Antes da cerimônia civil que nos uniu, numa grande e badalada festa, nos casamos em privado, em nossa própria cerimônia secreta, unindo Dono e Cadela. Ficamos nus, no quarto iluminado apenas por velas. Ajoelhei-me diante de meu senhor. Tinha flores no cabelo e meu estômago parecia tremer com uma revoada de borboletas. "Prometo que serei seu Dono para sempre, minha cadela amada. Que irei tomar conta de você, de corpo, alma e cabeça. Que não a deixarei só nem desamparada. Que serei fiel a você, só trazendo outras pessoas para a nossa intimidade se isso servir ao nosso prazer. Prometo que vou puni-la sempre que você errar, teimar, ficar indócil ou desobedecer. Prometo ser criativo sempre e não me acomodar. Você promete que será minha cadela fiel?". "Prometo" – murmurei, feliz e apaixonada. "Promete que será sempre submissa a mim?". "Prometo". "Que irá existir para o meu prazer e para a minha vontade?". "Prometo". "Que entregará sua vida em minhas mãos?". "Prometo". Naquele momento, ganhei um afago no rosto. Sabia o que tinha que fazer. Abri minha boca e o recebi carinhosamente, ele que já estava duro e intumescido. Chupei e suguei aquele pênis adorado, que me dava tanto prazer, tanta alegria. Rogério afagava-me os cabelos. Não demorou muito e gozou em minha boca, alimentando minha alma com sua semente sagrada. Engoli tudo e o lambi avidamente. Nossa cama, decorada com pétalas de rosas, nos aguardava. Rogério havia comprado brinquedos novos para a ocasião...

Comentários

05/02/2009 03:03:12
Você segue uma linha bastante sutil dentro da literatura erótica, numa perspectiva feminina, que vai de Sacher-Masoch a Alfred Jarry, para chegar a Anaïs Nin e Pauline Reage. Já pensou em publicar?
12/09/2008 04:47:07
escrevi um texto sado e o povo me jurou ate de morte rsrsrs mas ta ótimo o seu! continue vivo e escrevendo bem tb abraço
17/08/2008 18:11:47
Contista1968, Confesso que não sou muito fã de textos sado... Mas não consegui parar de ler os seus! Incrivelmente eles prenderam toda a minha atenção! Parabéns!!!! Nota 1000!!

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