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Nalu Só No Cu

Autor: SexAhh
Categoria: Heterossexual
Data: 28/10/2008 16:47:11
Nota 8.33
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Na época, ele morava só com sua filha, depois de uma separação muito complicada, com muita briga. Arranjou uma empregada ótima, muito séria, trabalhadora, pontual: Ana Lúcia. Era uma cabo-verde de olhos esverdeados, pele cor de oliva, cabelos mais para crespos do que para lisos, peitos médios, bunda respeitável, mas o que mais chamava a atenção eram o olhar aparentemente sonolento, mortiço, e a boca; que boca! Grande, lábios grossos e úmidos, e a maneira dela falar era de tal modo, como que mastigando as palavras, que ele não conseguia despregar os olhos da boca da danada... dava-lhe tesão vê-la falando...

Ela morava numa espécie de república de domésticas, onde todas compartiam o aluguel e as despesas da casa, e tinha um filho pequeno, de mais ou menos sete anos, morando com os avós no interior do Estado, a quem ela visitava uma ou duas vezes por mês, dependendo do dinheiro que sobrasse.

Ambiente de muito respeito, embora ele arriscasse um olho no vão dos peitos ou no bundão dela, dependendo de para onde ela se inclinasse ou abaixasse durante o serviço doméstico. Claro que ele estava muito carente, acabrunhado, depois da separação, que doera um bocado e o deixara deprimido por um bom tempo. Mas nada indicava qualquer sinal de interesse de Ana Lúcia por outra qualquer coisa que não fosse o trabalho e o bom salário que ele lhe pagava por mês.

Vai que um dia, por conta da depressão que às vezes o derrubava, ele deixou o trabalho antes do almoço e foi para casa, onde se refugiou procurando não atrapalhar o serviço de “Nalu”, como ele há tempos a chamava; lia, na sala, quando notou que ela estava com um ar extremamente triste, executando mecanicamente suas tarefas, e a chamou, perguntando o que havia. Ela pediu licença, se aproximou e disse: “Meu filhinho está doente lá no Interior; minha mãe me ligou avisando, e meu pai tá muito preocupado. Mas eu tenho que esperar receber, semana que vem, pra ir lá e comprar remédio, se for preciso.”

Ele, no mesmo instante, meteu a mão no bolso, tirou uma nota de cinqüenta, entregou a ela e lhe disse: “Vai ver seu filho, isso é mais importante que qualquer outra coisa; vai logo, larga isso aí, vai hoje mesmo se possível.” Ela ficou embasbacada, os olhos sempre mortiços mas agora quase arregalados. “Verdade? O senhor me dispensa? Eu juro que pago o dia quando o senhor mandar, é muita bondade sua...”

“Vai, vai logo, não se preocupa com isso!”, disse ele, e voltou à leitura, satisfeito por ter podido ajudar. Ela largou o trabalho, foi para o banho, trocou de roupa, e de repente estava parada ao lado dele, que estava sentado e a encarou: “Que que foi?”. “Eu quero lhe agradecer e perguntar se o senhor quer mais alguma coisa antes que eu vá”. Então ele notou o jeito dela, era mesmo de agradecimento, mas havia um modo diferente nela, um frêmito de expectativa, um jogo de corpo que ele ainda não vira, e ele não conseguia tirar os olhos daquela boca carnuda se meneando toda enquanto ela falava... “Vai, menina, vai logo ver seu filho, volta semana que vem, tá?”, falou ele, sentindo-se estranhamente excitado. Ela agradeceu de novo e se foi, deixando-o um pouco triste sem que ele pudesse explicar o porquê.

Passaram-se três dias antes que ela voltasse, séria como sempre mas feliz, contando que o problema com o menino era coisa pouca, uns remedinhos haviam resolvido a dor de garganta e um comecinho de gripe, e que ela aproveitara um dia a mais para ficar com ele. “Tudo bem”, disse ele, “sempre que precisar não se acanhe, fale comigo”. “Agora eu sei que posso, tinha medo de falar porque o senhor é muito sério, mas já vi que o senhor tem uma alma boa, não tenho como lhe agradecer.”

“Deixa de besteira, menina”, falou ele, “vai trabalhar que isso faz bem, tanto que eu também vou, já estou de saída”. “Mas o que eu falei é verdade”, respondeu ela, “quando o senhor precisar me avisa, que eu quero pagar os dias que faltei e a sua bondade”. “Tá bom, agora vai pra luta que tem muita coisa pra arrumar, tou saindo pro serviço, tchau!”.

Dois dias depois, ele caiu de cama: gripe da braba, corpo todo doído, tosse aqui, espirra lá, dor de cabeça, garganta em frangalhos... Sentia-se como talvez se sinta um candidato a cadáver, arrastando-se pela casa nos momentos em que conseguia sair da cama. E Nalu foi impecável: além do serviço comum da casa, cuidava dele com enorme desvelo. Dava-lhe os remédios que o médico indicara, nas horas certas, inventava chás, preparava com esmero a comidinha de doente para ele, mostrando-se muito preocupada.

Na sexta-feira, já de manhã, depois que a filha dele saíra para passar o fim-de-semana em casa de uma colega de escola, Nalu notou que ele não estava bem: tinha febres repentinas, encharcava os lençóis e a fronha de suor, sentia dores por todo o corpo, precisava da ajuda dela para se levantar, saía cambaleando para o banheiro... E ela, enquanto ele se banhava para lavar o suor causado pela febre, rapidamente trocava a roupa de cama para que ele voltasse a se deitar em lençóis limpos e se sentisse confortável. Falou para ele: “Se o senhor não se importa, vou ficar aqui lhe cuidando no fim-de-semana, vou dormir num colchão no chão do quarto da sua filha, tá?”. Ele mal e mal pôde concordar, porque tava ruim mesmo...

Depois do almoço, engolido a custo, ele voltou a se deitar, num estado deplorável, e mergulhou num sono pesado, febril, do qual acordou no fim da tarde, sentindo as mãos dela lhe aplicando uma compressa bem fria na testa, com ar preocupado. “O senhor tá melhor, tá se sentindo melhor?”. Ele resmungou uma resposta, mais ou menos um “tô melhorzinho”, e depois de pouco tempo voltou a dormir, naquele torpor brabo em que se achava.

Tornou a acordar de um sono entrecortado e inquieto, que não lhe dera o necessário descanso, com a estranha sensação de estar sendo sugado... E, quando despertou por inteiro, viu, para completa surpresa, que estava mesmo; Nalu estava de joelhos ao lado da cama, com a cabeça no meio de suas pernas e todo seu pau dentro daquela boca carnuda com que às vezes sonhava... Ela chupava, mantendo o pau inteiro na boca, dava leves mordidinhas na raiz, rodando a boca e os dentes, puxava a pele do cacete que chegava a doer, sugando-o com aquela bocona arfante, e resmungava alto. Ele, já entesado ao limite, começou a socar-lhe o pau na boca, ela meio que se engasgava, tirava para respirar, mas voltava até o fim e retomava a chupança desbragada, com muito entusiasmo, até que tirou o piru da boca um segundo e ordenou: “Goza agora, goza tudo!”. E ele obedeceu, até porque não podia mais se segurar, derramando-se naquela garganta que aceitou tudo e ainda forçou um pouco mais, chupando e lambendo; quando viu que não saía mais nada, ela de novo ordenou: “Agora dorme!”. Esgotado por aquela mamada poderosa, ele desfaleceu, depois de notar por um instante que já era noite alta.

Na manhã seguinte, já sábado, ela bateu na porta, entrou no quarto e trouxe a ele o antigripal e uma bandeja com o café da manhã, perguntando como ele se sentia. “Bem melhor”, respondeu ele, “especialmente depois daquela ...”. “Psiu, não fale, tome o café e descanse”, interrompeu Nalu, saindo logo do quarto dele. Ainda meio atoleimado, ele obedeceu. Ela voltou, recolheu a bandeja e ele a ouviu se dedicando ao serviço doméstico enquanto cantarolava baixinho, até que dormiu de novo, pois ainda estava bem fraco, apesar de sentir que se recuperava lentamente do gripão.

Dormiu, acordou, dormiu de novo, numa espécie de letargo, até que Nalu o acordou em definitivo, trazendo-lhe um almoço leve e fazendo-o sentar-se para comer no criado-mudo. Ele comeu com vontade e, quando ela voltou, pedindo licença para entrar, agradeceu pelos cuidados dela, ao que Nalu respondeu: “Estou cumprindo com minha obrigação, não agradeça; só quero que o senhor melhore.”. E saiu enquanto ele contemplava aquele bundão rebolando provocativamente, ainda que não fosse de propósito, e sentia um pulsar quente nos bagos que subia para o piru...

O dia passou em completo sossego: ele conseguiu levantar-se sozinho, foi para a sala ver TV, leu um bocado; lá pelas quatro, ela terminou o serviço, disse que, já que ele estava melhorando, ia rapidinho até em casa e depois voltava. Saiu, deixando-o com uma difusa sensação de abandono... Seis horas, o dia morreu, veio a noite, ele acordou sobressaltado, no escuro, só com a luz pálida da TV o iluminando, e estava febril de novo.

Fez um lanche, comeu meio sem vontade, tentou ler um pouco, meteu-se na cama lá pelas oito, depois de vaguear pela casa, perguntando-se: “Cadê Nalu? Ela disse que voltava rapidinho...”. Acabou apagando num sono profundo.

Para acordar desorientado na mais completa escuridão, noite alta, sem saber quando nem onde, sentindo de novo seu caralho sendo mamado por inteiro, com gana extrema... Era ela, chupando e mamando com muita vontade e aplicação, quase lhe arrancando a cabeça do pinto na sua sucção desbragada, rosnando, metendo e tirando a boca, cuspindo na cabeça do cacete para lubrificar e engolindo ele todo de novo. Desta vez, ela estava na cama, virada do avesso para ele, de camisola, e ele meteu-lhe de leve a mão, notando que ela estava só de camisola mesmo, sem mais nada, a xana de pelos crespos ao seu alcance, tenra, muito quente e muito, muito úmida. Fez-lhe uma carícia, ela tremeu de leve. Tentou um dedo, entrou; era macia, carnuda, sumarenta, e ele sentiu o cheiro inconfundível de sexo que dela vinha. Outro dedo foi aceito, ela deu uma reboladinha e estremeceu de novo. Mas não parava de mamar, parecia estar com uma sede eterna, subia e descia a boca no pau, usando a língua também; ele sentiu uma pressão nos rins, uma ânsia, deu uma socada na garganta dela e ela, então, gemeu: “Goza, pode gozar! Agora!”.

Ele gozou, aos esguichos, bem no fundo daquela garganta gulosa, sentindo-a engolir o que podia e deixando escorrer o resto pelas coxas dele, enquanto seus dois dedos admitidos exploravam aquela buceta quente e melada que se repuxava, abria, fechava e contraía num breve espasmo. Mergulhando num estupor, o pau ainda sendo chupado embora não tivesse mais nada pra dar, ouviu, antes de apagar, um sussurro: “Que gostoso, leitinho cheiroso...”.

Acordou tarde, no domingo, sozinho, tentando entender se tinha sido um sonho ou se fora verdade aquilo de que se lembrava entre as brumas do sono que ainda o dominavam. Apalpou-se, sentiu o pinto molinho, saciado, mas limpo, completamente limpo, sem nenhum sinal de esporrada... Estava até cheirosinho... Que estranho!

“Bom dia!”, ela o surpreendeu entrando no quarto com um café da manhã bem do jeito que ele gostava, arrumado numa bandeja que colocou no criado-mudo. “Bom dia”, resmungou um tanto incerto. “Toma o café, o senhor precisa se recuperar bem”, disse ela, saindo logo para a cozinha. Ele tomou o café, pensativo, ouvindo-a a cantarolar enquanto trabalhava e tentando entender se havia mesmo acontecido algo ou havia sonhado, até que, ao levar um pedaço de fruta à boca, sentiu em seus dedos o cheiro, o inconfundível cheiro de suco de xoxota... Ah, essa era a prova: ele se lembrava dos seus dedos dentro dela, da densa umidade dela! Então, havia acontecido mesmo! Sorriu-se e relaxou, terminando o desjejum, já se sentindo muito revigorado, sem febre e com um bruto tesão por Nalu a fazer com que seu pau por si só se erguesse lentamente... Ah, ia comê-la ainda hoje, ah, se ia!

Fingiu ainda estar adoentado: findo o café, virou-se de lado e simulou dormir, ressonando. Ouviu-a entrar no quarto, parar, avançar pé ante pé e recolher a bandeja, saindo a seguir, enquanto ele mirava seu bundão com os olhos semicerrados. Teve a pachorra de deixar-se na cama um bom pedaço da manhã, ouvindo seus movimentos pela casa e sentindo o tesão crescer, até que Nalu, cautelosamente, abriu a porta do quarto e, procurando fazer o mínimo de ruído possível, foi limpar o banheiro dele. Fez-se de morto, como se dormisse profundamente. Ela terminou o serviço do banheiro, ele a ouviu lavando e secando as mãos, depois do que ela se aproximou dele, ficou parada uns segundos ao lado da cama e, hesitantemente, encostou uma mão na testa dele para ver se ainda havia febre.

“É agora!”, pensou ele, agarrando-a e puxando-a para a cama. Ele estava esperando, já de pau muito duro, para dar o bote, e Nalu foi surpreendida por aquele ataque, que a derrubou ao lado dele, presa num abraço poderoso. “Ai, me solta, patrão!”, ela reclamou, mas ele estava endiabrado: mantendo-a presa com um braço passado pelos peitos, com o outro braço baixou de uma vez só o short largo e a calcinha dela, buscando com a mão a racha que logo achou, meio molhada; ela tentava se debater mas, ao mesmo tempo, facilitava a exploração da xota, se entreabrindo, misturando protestos com suspiros. A mão dele foi se apoderando da entreperna dela, dois dedos entraram ao mesmo tempo, ela gemeu fundo, ainda resmungou “Me larga, aí não, não pode!”, mas o seu movimento desmentia as palavras: ela se abria mais, tanto que outro dedo, o terceiro, e logo depois o quarto, entraram nela, e Nalu aceitava gemendo e suspirando, se abrindo e impulsionando a penetração dos dedos com arremetidas da pélvis. Ele, meio desvairado, socava a mão nela e já não a prendia com o outro braço, antes acariciava e beliscava os seus peitos agora pontudos, frementes, e os lambia, chupava e mordiscava com furor. Seu pau parecia uma vara, latejando no limite, e ele foi tirando os dedos, um por um, Nalu gemendo “não tira não, tá gostoso, deixa aí!”, enquanto encostava o pau na xana já arregaçada pela mão e tentava a estocada da penetração. Ela pulou: “Ah, não, isso não!”, e recuou na cama, se afastando dele. “Ué, que que há, você não quer?”, reclamou ele, ensandecido, de pica em riste. “Não, aí não, eu explico depois”, disse ela, e caiu de boca no pinto dele uma vez mais; no estado em que estava, bastou sentir aqueles lábios carnudos se fecharem sobre o seu pau e darem uma chupada forte para ele se vir abaixo, esporrando a garganta dela e sentindo um profundo esvaziamento, uma perda gradativa de consciência... Um intervalo em que ela mamou delicadamente até ele ir se apagando, saiu da cama e o deixou ali, derreado.

Quando de novo ele acordou, de novo estava a sós. Lembrava-se de haver esporrado, mas de novo estava com o pinto e as bolas completamente limpos. Sentia-se muito melhor, revigorado. Apenas estranhou a ausência de Nalu. Andou pelo apartamento, olhou o quarto da filha, estava tudo arrumadinho, foi para a cozinha e viu o almoço arranjado num prato e um bilhete na porta da geladeira: “Patrão, fui em casa, precisei ir, mas volto inda hoje, fique tranqüilo. Seu almoço tá aí, esquenta no microondas, mas não se esqueça de tomar, antes, o chá que está na leiteira.”. Sorriu, aqueceu uma xícara de chá, tomou, esperou um tempo e atacou o almoço, traçou tudo, tava com uma fome... Aproveitando que tava sozinho, deu um baita arroto e foi pra varanda, onde o ar estava delicioso e a vista era magnífica: aquele mundão d’água, as montanhas, que beleza!

Mas a outra fome persistia, a fome do corpo de Nalu, que ele queria comer, tentara e não conseguira... Seus bagos, ainda que esvaziados, reclamavam mais; o piru, mole mole, às vezes estremecia com a lembrança dos acontecidos; a mão ainda guardava o cheiro penetrante do lugar por onde andara metida... Passou a tarde pra lá e pra cá, gastando o tempo em leitura, telefonemas bestas, cochilos e televisão. Orra dia mais cacete o domingo, dia morto!

Sete e meia da noite, ele quase adormecendo na frente da TV, um barulho na porta dos fundos do apartamento e Nalu apareceu. Parecia estar muito bem, até jovial, e o cumprimentou: “Boa noite, patrão, tô vendo que tá muito melhor, que comeu o almoço todo, que bom!”. Ele a analisou, viu que vinha contente, estava bem vestida para seus padrões, cumprimentou-a também, mas se queixando: “É, eu melhorei muito mesmo, mas passei um dia cacete, você havia dito que ia ficar aqui e sumiu...!”. Ela riu (coisa rara de se ver!) e respondeu: “Eu só vou pedir licença pra arrumar minhas coisas e logo volto cá pra sala, daí eu explico, tá?”. Meteu-se no quarto da filha dele, ficou lá um tempo fazendo barulhos variados, foi pro banheiro levando toalha e roupas, tomou um banho bem demorado, saiu de lá fresca feito flor, cheirando a sabonete e xampu, metida num camisolão, e veio direto à sala, onde se sentou à frente dele, sorrindo, para logo ficar séria e desembuchar um discurso, assim:

“Olha patrão, daquela vez que meu filho adoeceu no Interior e o senhor me deu dinheiro na mesma hora e me mandou pra lá pra cuidar dele, o senhor não sabe, mas ganhou minha gratidão eterna, porque nesses anos todos ninguém fez isso por mim, e muito menos por ele. Ninguém liga pra isso, todos os meus patrões antes do senhor só queriam era uma chance de me comer, e um deles me comeu mesmo, à força, me estuprou contra a máquina de lavar roupa, foi uma coisa horrorosa! Mas o senhor não, eu via o senhor deprimido, carente, sofrendo, eu via quando o senhor arriscava um olho nos meus peitos e sentia quando cobiçava minha bunda, mas sempre se manteve no respeito... Nunca me abri, mas quando o senhor teve aquela atitude eu fiquei besta, eu tinha de pagar de alguma maneira a sua bondade, e quando lhe vi doente fiquei com pena, fiz o que podia pra lhe recuperar, inclusive o que aconteceu lá no seu quarto. Tô vendo que o senhor tá melhor, isso me alegra. Mas hoje de manhã... o que o senhor queria eu não posso dar, me desculpe. O que eu pude, eu dei, e senti que ficou satisfeito, aliviado pelo menos. Mais, eu não posso.”

“E por que não pode?”, perguntou ele. “Porque eu tenho um namorado, faz tempo, ele tá muito do puto porque eu tou passando o fim-de-semana aqui pra lhe cuidar, tá desconfiado, e por isso que eu sumi no final da manhã: fui encontrar com ele e saímos, eu dei pra ele pra que ele se acalmasse; agora tá maneiro, ele sossegou depois que a gente foi prá cama e transou legal.”, respondeu ela, encabulando.

“Ah, transaram legal, né? Claro que você gostou, eu vi seu jeito quando chegou, agora tá aliviada...”, ele falou com uma pontinha do que poderia ser ciúme. “Ué, patrão, a gente, por ser doméstica, não deixa de ser gente, querer ter alguém, querer carinho, transar também, entende?”, ela respondeu. “Mas foi bom mesmo, você deixou ele meter bem?”, perguntou ele viciosamente. “Ahhh, foi, ele é muito bom nisso; é meio bruto, mas... quando chega a hora, ele arrebenta!”. Ele silenciou, agora com inveja: o cara devia de ser um pé-de-mesa, um bate-estaca de primeira, e, pelo jeito dela, tinha comparecido com competência.

O silêncio se prolongou o suficiente para ambos ficarem pouco à vontade, ela se mexendo no sofá, ele fumando na poltrona e a encarando. Fora um momento de sinceridade, de clareza, sem dúvida. Por fim, terminado o cigarro, ele se levantou, falando meio tristonho: “Tá bom, vamos dormir, que amanhã tem batente e eu não tenho mais desculpa pra não ir pro trabalho, agora já tô bem melhor, graças a você. Boa noite, durma bem”. E se foi pro quarto, notando os olhos fundos dela que o acompanhavam.

Enrolou-se no roupão, deitou-se, apagou a luz e ficou pensando: “Bom, foi bom, foi um fim-de-semana inesperado, mas ela me ajudou de muitas maneiras, tô muito mais aliviado, tomara que ela não queira agora pedir as contas. Pena que não comi aquela xereca gostosa, mas... valeu!”. Virou de lado e tentou dormir. Quem disse? Ficou numa semi-vigília, cochilando e acordando, virando pra cá e pra lá, se esparramando na cama, se encolhendo, e nada de sono de verdade. O tesão ainda estava presente, bem como a frustração – que seu pau demonstrava – de não ter comido de verdade...

Cansado de estar na cama, levantou-se, foi para a varanda (que ia do quarto dele até a sala, passando pelo quarto da filha), fumou um cigarro e, quando voltava pro seu quarto, espiou pra dentro do quarto da filha, que estava com a cortina entreaberta. Lá estava Nalu, num colchão no chão acarpetado, dormindo de lado, abraçada ao travesseiro, com a magnífica bunda se destacando naquele camisolão. Notando que ela dormia de verdade, teve uma idéia de jerico, seu pinto o apoiou começando a levantar-se, e logo a pôs em prática.

Entrou pelo seu quarto, abriu em silêncio a porta, foi para o corredor e viu que a porta do quarto da filha estava apenas encostada, sem o trinco passado. Desligou as luzes, deixando acesa só a da área de serviço, que clareava o suficiente, esperou que seus olhos se acostumassem com aquela pouca luz, e entrou pé por pé onde Nalu dormia. Ele distinguia perfeitamente o vulto dela na semiclaridade e ficou quieto, de pé, apreciando aquele apetecível naco de carne quente que ressonava, enquanto pensava: “Vou tentar, mas pelo jeito ela tá satisfeita, cansada, deve ter levado muita jeba na buceta, olha como dorme!”.

Hesitou um pouco antes de tirar o roupão, ajoelhar-se e se estirar no colchão de solteiro ao lado dela, mas foi em frente, cavando um lugar, chegando pelo lado em que a bunda dela se levantava, e, surpresa! Ela só se mexeu um pouco, se acomodando melhor, sem parar de ressonar profundamente, quando ele se encostou bem nela, por trás, passando um braço por debaixo do dela e achando um seio que subia e descia compassadamente. Ai, o tesão! Seu cacete começou a crescer contra aquela bunda majestosa, sua mão começou a carinhar o bico daquele peito, que imediatamente endureceu, e ele pensou:”Ah, agora eu como, nem que seja ela meio dormindo; já levou ferro, deve ter fodido a tarde toda, vamos ver se reage...”.

Tirou a mão do peito dela, foi pra baixo, abrindo caminho até chegar às bordas da xoxota, sentindo os pelos dela, forçando passagem com os dedos, e sentiu que ela se abria um pouco. Forçou mais, confiado no sono dela, e Nalu se abriu mais um pouco, permitindo que ele chegasse onde queria: à ostra, a sagrada ostra úmida, turgente, que recebeu logo dois dedos dele sem dificuldade nem oposição; ao contrário, ela suspirou fundo e se acomodou de um jeito que lhe permitiu mais um dedo, o corpo dela colaborando com uma bundada leve... Três dedos dentro, fuxicando aquela carne macia, ele a arregaçou bem, encostou o pau latejante na portinha da buceta e tentou meter.

Daí, ela fugiu com o corpo, não o deixando penetrar, resmungando “Aí não”. Ué, ela estava acordada? Ficou quieto, imóvel, escutando... Nalu continuava a ressonar e ele colado nela, louco de tesão, começou de novo a apalpá-la, cautelosamente. Não encontrou dificuldade em meter-lhe os dedos como antes já fizera, e sentiu que ela de novo facilitava, se abrindo aos pouquinhos. “Mas o que será?”, perguntava-se ele, já febril, meio tonto de tesão, enquanto lhe enfiava os dedos e sentia retribuição mediante um arregaço, suspiros e uns impulsos suaves dos quadris dela.

Então resolveu ousar de vez: tirou devagar um dos dedos da xoxota, que por sinal estava bem molhada, e cutucou de leve o cuzinho dela. Deu certo, imediatamente: ela, sentindo o dedo ali, deu uma bundada para que ele entrasse de vez, todo, e triscou o cu, apertando muito. “Ah, é isso, é aqui!”, pensou ele, ainda mais louco, doido por tascar o cacete nela, fosse onde fosse. Para se assegurar, tirou outro dedo da xoxota e o enfiou no rabo dela, junto ao outro que já lá estava; a reação lhe deu certeza, porque ela arquejou, ajeitando a bunda e se empurrando nele. Brincou um pouco tirando e enfiando os dois dedos do cu dela, numa sequência rápida, sentindo-a começar a ofegar e remexer-se, o olhete piscando e apertando sem parar.

Ela mesmo, mostrando que acordara, com um “Ai, que bom!” se revirou na cama, ficando meio de joelhos, bunda para cima e com as pernas bem abertas, e o catou pelo pau, que levou à porta do cu, comandando: “Mete, pelamordedeus, mete!”. Ele meteu, primeiro receoso, cauteloso, mas não sentiu dificuldade e então se atolou; foi tudo. Todo o pau dentro, só as bolas de fora, chacoalhando, que coisa maravilhosa um cu quente daqueles, fornalha bendita que ainda lhe triscava o cacete como se o mordesse na raiz, no cabo.

Deixou-se ficar um momento apreciando aquele prazer... depois, começou a bombar, tirando devagar e tascando rápido de volta, e de novo, e de novo, e ela perdeu o controle, respondendo a cada enfiada com uma bundada feroz e gemendo: “Aaaaiii, mete tudo, tira, deixa só a cabecinha, agora mete tuuudo, ahhhh!”.

E ele meteu, muito, respondendo com estocadas aos gritos dela, que bundeava adoidada. “Ahhh, que pica, enfia tudo, vai, vai, quero mais!!!”, ela gemia e gritava, se empurrando contra o cacete dele e piscando o cu como doida. Não demorou muito: enterrado até o fim naquele cu quente, escaldante, o pau falou da maneira que sabia, despejando porra... Ela então pirou: “Aaaaiiiii, tô sentindo o leitinho quente, que delícia, goza mais, manda mais!!!”, e contorcia a bunda para que o cu levasse mais vara, gemendo “uuuhhh, que bom, atola esse cacete bem atolado, ai que tesão, mete, mete, aaaaiiiii, aaahhnnn”. Ele güentou o quanto pôde, esporrando tudo que tinha e depois sentindo que, na ausência de leite, seu pau ainda armado e socado naquele cu só formigava, sucumbiu, deixou-se cair sobre o corpo dela, ainda dentro dela mas derreado... Apagou.

“O segredo era o cu”, pensou ao acordar ainda meio entalado no rabo dela, que dormia o sono dos anjos e das bem fodidas e satisfeitas, ressonando sonoramente.

Dali por diante, os dias foram animais: ela pagava boquetes magníficos, eles se envolviam em 69 suculentos sempre que possível, e as metidas no cu dela eram uma recompensa maravilhosa, fossem na cama, deitados, fossem na cozinha, com ela mantendo uma perna sobre um banquinho para facilitar a penetração, fossem na sala, com ele no sofá e ela sentando no cacete com gosto... Só ficou uma decepção: a xoxota ele não comeu!!!

( explicação, anal depois)

Comentários

18/09/2012 18:20:49
O melhor
18/01/2010 22:39:17
Amei! De verdade. Foi um dos seus melhores. Continue escrevendo assim.
27/06/2009 05:37:00
Cadê, cadê, cadê a explicação? Sacanagem! Tamos aguardando a explicação, seja breve!
21/11/2008 10:40:36
QUE Grande Merda.
02/11/2008 13:37:12
conto muito longo

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