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Dominada Pelos Instintos

Autor: Boquinha
Categoria: Heterossexual
Data: 18/11/2008 11:48:24
Última revisão: 11/06/2009 12:14:52
Nota 7.00
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Oi pessoal, andei meio sem tempo para escrever por aqui, mas finalmente consegui um tempinho para compartilhar com vocês mais uma aventura. Essa também é das antigas, aconteceu em uma época que eu estava solteira e curtindo muito a solteirice. Foi um momento muito especial da minha vida, uma daquelas fases em que a gente se sente um espírito livre.

A história começou numa balada de meio de semana, o primo da Gisele, minha comparsa de balada, tinha uma banda de rock e eles iam tocar em uma casa de São Paulo. Adoro show de rock, pra mim é a melhor balada que tem! Além disso eu já conhecia o primo da minha amiga e sabia que ele era gatinho e tinha vários amigos gatinhos também.

Caprichei na produção - calça preta justinha, daquele tipo que deixa as curvas em evidência, uma blusa roxa meio soltinha que deixava a cintura um pouco de fora com um top preto por baixo e uma sandália de salto bem alto e fino.

Fomos pra balada um pouco mais cedo porque a Gisele queria falar com o primo dela antes do show, por isso quando chegamos lá ainda estava um pouco vazio e a Gisele quis ir até o camarim conversar com os meninos. O camarim estava o maior buxixo! Além dos meninos da banda tinha um monte de amigos jogando conversa fora e esperando a casa encher e o show começar.

Foi nessa hora que eu cruzei os olhos com O CARA daquela turma. O CARA era o Dado, um fotógrafo amigão do primo da Gi que as vezes aparecia nos programas da turma. Eu já tinha encontrado com ele algumas vezes mas ele parecia estar sempre meio trabalhando, era um cara mais compenetrado e tinha um olhar sério que me desconcertava sempre. Ele nunca pareceu me dar muita bola mas só de olhar pra ele meu sangue fervia e naquele dia ele estava ainda mais imperdível.

O Dado era alto e tinha um corpão daqueles de tirar o fôlego, não exageradamente musculoso mais com tudo definido do jeito certo. Ele era moreno e tinha cortado os cabelos, que antes eram bem compridos e agora estavam com aquele estilinho curto despenteado, ele tinha um jeitão bem descolado. Fora tudo isso ele usava cavanhaque, coisa que me tira do sério só de pensar! A Gisele até brincou comigo uma vez dizendo que eu tinha que tentar olhar pro cara por trás do cavanhaque, mas eu simplesmente não consigo. É mais forte do que eu!!!

A conversa no camarim estava animada mas conforme a casa foi enchendo as pessoas foram indo aproveitar a balada. A Gi foi também mas eu resolvi que enquanto o Dado estivesse lá eu ia ficar. Eu queria (na verdade eu PRECISAVA) abrir uma brechinha naquela defesa dele, aquele jeito sério estava me enlouquecendo e eu resolvi que daquele dia não passava.

Quando chegou perto da hora do show só tinha sobrado no camarim os meninos da banda, o Dado e eu. Os meninos resolveram ir checar os instrumentos e foram saindo. O Dado foi o último a sair, eu estava meio encostada na porta e tentei ficar um pouco na passagem mas ele me olhou sério e me pediu licença, eu me mudei de lugar só um pouquinho, o suficiente pra ele não conseguir passar sem encostar em mim. A hora que ele encostou no meu corpo foi quase uma descarga elétrica de tão fissurada que eu estava.

Eu não podia acreditar que ia perder a chance de ter alguns minutos sozinha com ele!!! Mas eu não podia fazer nada então respirei fundo e saí também. No meio do caminho ele resolveu voltar pro camarim, parece que ele tinha esquecido uma lente da câmera ou alguma coisa parecida. Naquele instante eu vi a oportunidade passando e não quis perder de jeito nenhum, quando ele entrou no camarim eu entrei junto e fechei a porta. O olhar de surpresa dele só fez aumentar a minha determinação, aproveitei que ele não estava com a câmera nas mãos e avancei certeira para roubar aquele beijo que eu já tinha fantasiado tanto. O cara realmente foi pego de surpresa mas não demorou pra ele corresponder o beijo com o mesmo calor que eu estava sentindo, ele me agarrou pela cintura com força e eu senti o corpo todo dele enrijecendo, passei a mão na nuca dele e senti os cabelinhos se arrepiando. Foi um beijo cheio de eletricidade, meu corpo inteiro pulsava e a ânsia por sentir o toque daquelas mãos e a força daquele corpo simplesmente tomou conta de mim. Quando eu percebi, eu estava levantando a camiseta dele com um senso de urgência que eu não sabia de onde tinha vindo.

Nesse momento ele parou, segurou as minhas mãos com firmeza e gentilmente me afastou um pouco. Eu mal conseguia respirar e quando olhei pra ele, ele estava muito, mas MUITO sério. Não preciso falar que aquilo só me enlouqueceu mais! Eu estava totalmente em ebulição e ele continuou me olhando por intermináveis segundos como se estivesse esperando eu esfriar. Quando ele resolveu quebrar o silêncio, o tom de reprovação quase me cortou em duas.

- Menina, você tem idéia do que está fazendo! Eu estou aqui trabalhando e você resolve me enlouquecer desse jeito! Pelo amor de Deus EU NÃO POSSO fazer isso agora!

Eu sei que isso devia ser um balde da água fria, mas só me deixou mais ligada. Me aproximei de novo e roubei mais um beijo. Mais uma vez ele me afastou.

- Por favor Suzana, não faz isso comigo hoje! Eu tenho que trabalhar e do jeito que você está me deixando não vai sair uma foto decente desse show!

Ele abriu a porta do camarim e falou olhando bem sério nos meus olhos:

- Eu tenho que ajeitar meu equipamento e o show vai começar.

Não tinha jeito, ele estava me mandando sair e, embora eu estivesse totalmente fissurada no cara, percebi que naquela hora eu não ia conseguir mais do que eu já tinha conseguido. De qualquer jeito fiquei feliz porque se eu tinha conseguido perturbar ele tanto assim, alguma hora a coisa ia evoluir. E eu ia fazer ser logo!

Naquela noite aproveitei o show e depois quase não vi mais o Dado. Precisei de muuuuuita cerveja gelada pra esfriar um pouco e mesmo assim quase não consegui dormir de tanto tesão. Só consegui relaxar depois de bater uma siririca frenética e gozar loucamente só lembrando daquele beijo.

No dia seguinte atazanei a Gi um montão até ela conseguir pra mim o telefone e o e-mail do Dado. Liguei pra ele na hora mas só consegui a caixa postal. Depois de tentar algumas vezes resolvi deixar um recado.

- Oi Dado, é a Suzana. To super curiosa pra ver se as fotos que você tirou do show ficaram boas. A gente podia se encontrar, você me mostra as fotos, a gente toma alguma coisa... Me liga!

Quase não acreditei que eu tinha tido coragem de chamar o cara pra sair assim na cara dura, mas aí eu pensei "agora já foi, tomara que pelo menos ele me ligue de volta".

Pra minha sorte ele ligou, mas a saída não foi assim tão fácil de conseguir. Foram quase duas semanas trocando e-mails e telefonemas, fazendo insinuações e jogando charme até que eu consegui marcar um fim de tarde pra conhecer o estúdio dele e ver as fotos do show.

Santo Deus! Acho que foi a escolha de roupa mais sofrida da minha vida! Era uma visita de fim de tarde meio sem compromisso, não queria chegar lá parecendo uma perua louca, mas também não queria parecer desencanada demais... Umas 15 trocas de roupa depois, acabei saindo de casa com "A" calça jeans, uma blusa preta justinha com os ombros a mostra, soutien de alcinha vermelha e sapatos vermelhos de salto alto.

Toquei a campainha do estúdio tremendo de excitação. O Dado abriu a porta e me deu o "oi" mais formal da face da Terra, mas em vez do olhar sério de sempre percebi uma certa ironia, um sorriso meio disfarçado... Percebi que ele queria jogar um pouco, ele queria ver até aonde eu ia levar a história de conhecer o estúdio e ver as fotos. Fomos entrando e ele foi me mostrando a casa, o jardim, a sala de reunião, a sala dos outros fotógrafos que dividiam o estúdio com ele (CARAMBA, ESSA CASA NÃO ACABA NUNCA!!!!), ele começou a me mostrar as ampliações de fotos bacanas penduradas nas paredes e explicar cada uma, quem tinha feito... Eu podia OUVIR o meu sangue fritando mas resolvi que ia agüentar o máximo que eu podia e fui fazendo cara de interessada pra cada explicação que ele me dava, mas por dentro tudo que eu queria era chegar logo na sala dele.

Finalmente entramos na sala dele e ele foi logo ligando o computador e começou a falar das fotos do show, que a luz não estava muito legal mas que ele tinha conseguido algumas fotos boas etc. Eu continuei fingindo interesse mas fui me colocando cada vez mais perto dele, até que chegou uma hora que eu estava totalmente debruçada no computador entre ele e a bancada, podia sentir o corpo dele por trás do meu, dei aquela esbarrada "sem querer" e percebi que ele estava de pau duro. Ele debruçou por cima de mim fingindo mostrar alguma coisa no monitor (a essa altura eu juro que eu não estava mais prestando atenção em nada), eu elogiei as fotos, ele agradeceu... Eu não conseguia nem respirar mais de tão forte que o meu coração batia. Só consegui falar uma última frase.

- Sabe, acho que eu gosto de TUDO o que você faz...

A resposta veio sussurrada no meu ouvido

- Ah! É mesmo?

- Humhuum...

Senti um beijo quente e delicioso na minha nuca e aquelas mãos maravilhosas me segurando com força por baixo da camiseta.

- Sabe que tem um monte de coisa que eu sei fazer e que ainda não te mostrei?

MEU DEUS!!! Eu não conseguia nem responder!!! Só queria sentir aquelas mãos me apertando e aquela boca descendo pelas minhas costas! Quando ele tirou minha camiseta e me puxou pra mais perto senti o corpo todo dele queimando e deu pra sentir o poder da rola dele forçando o zipper da calça. Fui invadida por uma sensação que conheço bem, é um calor que sobe pelo meu pescoço e vira um formigamento na boca que me domina de um jeito que eu não consigo escapar. Eu PRECISAVA chupar aquele cassete! Sentir ele todo na minha boca. Virei de frente pra ele e sem dizer uma palavra ajoelhei aos pés daquele homem delicioso.

O pau do Dado era absolutamente incrível, grosso e duro feito pedra, apontado pra minha boca pedindo pra ser engolido. Avancei com tudo, quase não consegui engolir ele todo, fui lambendo, beijando e chupando até sentir ele todo na minha boca, a cabeça encostando no fundo da minha garganta. O Dado me segurava com força pelos cabelos, gemia de um jeito delicioso e me chamava de filha da puta.

Já contei pra vocês o quanto eu gosto de pagar um boquete, mas chupar o Dado era simplesmente de outro mundo, o pau dele combinava com a minha boca de um jeito que não consigo explicar e a forma como ele reagia só me deixava com mais vontade de continuar. Tenho que admitir que o Dado foi a chupada mais "encaixada" que eu já dei na vida, até hoje gozo feito uma louca só de lembrar das chupadas que eu dei nele.

E aquela chupada foi quase histórica! E se transformou em um meia nove tão incrível quanto, foram momentos tão intensos que fica até difícil descrever aqui pra vocês. Sentir a língua do Dado me explorando, aquelas mãos me segurando pelos quadris com firmeza e ao mesmo tempo aquele cassete maravilhoso enchendo minha boca inteira me fez quase explodir. Gozei feito uma louca como poucas vezes eu gozei na vida.

Eu estava totalmente entregue e pra ele a coisa ainda estava só começando, depois que eu gozei ele foi diminuindo a intensidade das carícias, começou a beijar minhas pernas, a barriga os meus seios... como se quisesse me fazer amornar um pouquinho, só o suficiente para me dar tempo de me recuperar e conseguir respirar de novo.

Me acalmei por um tempo, aproveitando aquelas caricias tão deliciosas, mas não demorou pro meu sangue começar a ferver de novo. Em pouco tempo eu já estava gemendo desesperada implorando pra ele me foder. Depois de muito implorar pra sentir aquela rola entrando na minha boceta ele sussurrou no meu ouvido.

- Quer foder essa boceta quentinha, vadiazinha safada?

- Quero muito!

- Não ta me convencendo!

- Por favooooooor, me fode, por favooooooooooor!

- Ainda não tenho certeza se é isso que você quer de verdade...

- Peloamordedeus! Deixa eu sentir você me invadindo! Você está me deixando louca! Desse jeito vou explodir!

- Então vem aqui, senta no meu pau e fode sua boceta do jeito que você quer!

Ele deitou de costas no sofá-cama que tinha no estúdio e ficou me olhando com uma cara meio irônica, como se estivesse me desafiando a ir lá e fazer o que eu estava com vontade. SANTO DEUS COMO AQUILO ERA SEXY!!!!! Quando eu montei no pau dele, meu corpo formigava inteiro de tanto tesão, sentir aquele pau entrando na minha boceta e me alargando sem piedade foi a glória.

Aí começou a foda mais intensa que eu já vivi. O Dado segurava meu corpo com força e íamos alternando momentos mais frenéticos com horas mais tranqüilas. Estávamos os dois encharcados de suor, nossos corpos colados se movendo juntos, eu com os dedos enterrados nos cabelos dele, o gozo invadiu meu corpo em ondas e eu gritei feito uma cadela com ele me invadindo com força. Meu corpo amoleceu inteiro mas o Dado parou só por alguns instantes e já voltou a me beijar de um jeito super intenso e a me foder bem devagarinho. O calor voltou a me invadir, o meu corpo todo estava super sensível e cada toque dele me levava a loucura, eu ofegava muito e parecia que meu coração estava batendo dentro dos meus ouvidos.

PLAFT! Senti uma palmada estalada na minha bunda! Foi como um choque que percorreu todo o meu corpo, o lugar aonde a mão dele acertou ficou quente e ardido na mesma hora. E logo veio a segunda e a terceira...

- Fode essa boceta sua vadia! Não era isso que você queria? Mostra pra mim o quanto você gosta de ser fodida!!!

PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT!!!

- Grita pra mim sua puta! Eu sei que você está gostando!!!!

E eu tava MESMO!!! Apanhar assim é uma coisa que realmente me tira do sério só que eu não achava que pudesse rolar logo na primeira transa com alguém. Normalmente isso leva tempo e precisa de um pouco mais de intimidade, só que a química entre eu e o Dado era uma coisa de outro mundo, era como se um adivinhasse o que o outro desejava e a transa fluía incrivelmente intensa.

Continuei cavalgando naquele cassete maravilhoso, apanhando e ouvindo as coisas deliciosas que ele me falava. A cada palmada que eu levava meu corpo todo vibrava, era como se estivéssemos conectados por uma corrente elétrica. Não demorou para eu gozar de novo de um jeito mais intenso que a primeira vez, mas o Dado continuou me provocando e me fodendo e só ficou satisfeito quando conseguiu arrancar de mim as últimas gotas das minhas forças com uma terceira gozada ainda mais arrebatadora.

Fiquei totalmente fora do ar por pelo menos meia hora, completamente prostrada. Sei que ele deitou do meu lado, mas só voltei a perceber o mundo ao meu redor muito tempo depois. Mas a noite ainda não tinha acabado! Muitas sensações incríveis ainda me esperavam...

Tomamos quase um litro de refrigerante e conversamos muito, era com se nós nos conhecêssemos ha muitos anos e ao mesmo tempo fomos descobrindo coisas um do outro. Aquele calor intenso que eu sentia tinha abrandado um pouco, mas cada vez que ele tocava no meu corpo durante o papo eu sentia um calafrio. Era como se tivesse um animal selvagem dentro de mim, adormecido mas despertando um pouco a cada toque.

Percebi que o Dado se sentia da mesma forma porque os toques esporádicos foram se tornando carícias intencionais e a coisa foi esquentando de novo. Era impressionante o tanto de energia que a gente ainda tinha acumulada mesmo depois de uma experiência tão intensa.

Ele parou um momento falou me olhando nos lhos daquele jeito sério que me transtornava tanto:

- Queria fazer uma brincadeira com você. Confia em mim?

- Humhuum

Ele pegou meus pulsos com muito carinho e juntou os dois em cima da minha cabeça, foi beijando meu pescoço, meu colo, os meus seios... se dedicando a cada pedacinho como se fosse ficar ali pra sempre. Ele pegou alguma coisa ao lado dele e com toda calma do mundo amarrou as minhas mãos na armação do sofá-cama. Olhei pra ele um pouco surpresa, ele me deu um longo beijo e sussurrou no meu ouvido:

- Confia em mim!

A expectativa e a excitação por estar naquela posição totalmente entregue, tomaram conta de mim, meu sangue começou a correr mais rápido, minha pele reagia, sensível ao toque mais suave. O Dado começou a curtir o prazer de me ter na mão.

Começou me beijando devagar e foi alternado as caricias de um jeito enlouquecedor. Ele ia beijando, mordendo, tocando meu corpo... as vezes bem de levinho, outras com mais intensidade. Eu gemia e me contorcia de prazer a cada surpresa e ele me tocava como se eu fosse um instrumento. Depois de um tempo ele parou e ficou só me olhando, meu peito arfava com a respiração difícil, eu me sentia borbulhando e ele me olhava super sereno, como se estivesse admirando o fenômeno.

Ele acendeu um cigarro e repetiu olhando no fundo da minha alma:

- Confia em mim!

Eu não tinha a menor condição de responder, só o esforço de respirar já parecia grande de mais, simplesmente me entreguei quando ele aproximou a brasa do cigarro do meu corpo. Ele não chegava a encostar mas passeava com o cigarro bem pertinho da minha pele. Eu podia sentir o calor se aproximando e se afastando conforme a vontade dele, nos mamilos, no colo, na barriga, na parte interna das coxas, de volta para os seios e para o pescoço... as vezes ele parava e dava uma longa tragada, depois começava tudo de novo, assim ele fumou o cigarro inteiro. Eu sentia meu corpo incandescente como aquela brasa, era um turbilhão de emoções, a expectativa pelo que estava por vir, o tesão enlouquecedor, o fato de estar totalmente exposta e entregue pra ele...

E ele aproveitou a minha entrega como se quisesse saborear até a última gota do que eu estava dando. Quando ele aproximou a boca da minha boceta já toda molhada eu quase explodi de tesão. Era a segunda vez que ele me chupava aquela noite e ele conseguiu fazer de um jeito ainda mais maravilhoso! A língua dele me explorava e os dedos também, senti ele enfiando um dedo dentro de mim, depois o segundo e o terceiro, senti eles se movendo lá dentro, me abrindo, me alargando. Depois ele passou a dar atenção ao meu cuzinho, ele alternava a língua e os dedos, me invadindo, primeiro devagar depois mais rápido, aí voltava a chupar minha boceta. Assim ele me levou até a beira da minha quinta gozada daquela noite, eu gritava e me contorcia feito uma louca e quando eu estava quase gozando ele parou, me deu um longo beijo e falou baixinho no meu ouvido:

- Você vai gozar de novo, sim. Mas vai ser com o meu pau enterrado até o fim nesse seu rabinho delicioso! Empina essa bunda gostosa pra mim!

Eu ainda estava amarrada, ele me virou de bruços, deu duas belas palmadas na minha bunda e começou de novo a brincar com os dedos no meu cuzinho. A expectativa estava me matando, o pau do Dado era bem grande e eu sabia que não ia ser fácil tomar aquela rola toda no meu rabo mas era a coisa que eu mais queria naquele momento. Era como se eu sempre tivesse desejado aquilo, sentir ele entrando no meu cú e me abrindo toda.

- Fode logo meu cú! Por favor!

- Mas já? Eu ainda to me divertindo assim!

- Não agüento mais! Eu preciso sentir você dentro de mim!

- Ah, que delícia!!! Vou foder esse seu cuzinho como você nunca sentiu!

E ele fodeu mesmo! Começou aos poucos mas logo estava enterrando o cassete inteiro no meu rabinho apertado. Ele tirava inteiro e depois metia de novo todo de uma vez. Era uma sensação incrível! Eu já estava tão sensível depois de tudo que ele tinha feito comigo que tomar aquela enrabada era o grand finale. Cada estocada dele me abria mais um pouco e me deixava mais enlouquecida. Eu gritei e gemi desesperada enquanto ele me possuía com a intensidade de um animal e o gozo explodiu no meu corpo no momento em que ele gozou com a rola enterrada bem fundo dentro de mim. Toda a energia represada até aquele momento se dissipou em uma fração de segundo e nós simplesmente desabamos.

Aquela noite foi única, cheia de momentos memoráveis! Tivemos muitas outras juntos e cada uma delas ocupa um lugar especial na minha memória, mas aquela primeira foi uma explosão difícil de explicar.

Comentários

18/11/2008 18:47:45
muito bom, gostei mesmo

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