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Mamãe aprovou que meu padrasto cuidasse de mim!

Autor: Todinha
Categoria: Heterossexual
Data: 28/12/2008 00:40:42
Nota 8.19
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A vida estava cada vez mais difícil! Era o que eu sempre ouvia mamãe falar, se lamentando. Depois que meu pai faleceu, deixando-a com 5 filhos, no qual eu era a mais velha, essa frase foi ouvida cada vez com mais frequência. Eu e meus irmãos já estávamos até acostumados. No entanto, quando quase fomos despejados por não pagar o aluguel e mamãe aceitou casar-se com um sujeito que mal conhecia, para que isso não acontecesse, é que percebí a gravidade do problema.

Com toda a dificuldade, éramos felizes. Mamãe não era muito de conversa, nem era muito carinhosa, raramente a víamos sorrir, mas eu e meus irmãos compensávamos isso, éramos muito unidos. Não questionávamos a titude dela, pois sabíamos que mesmo depois de tantos anos, ainda sofria com a morte de nosso pai. Por isso, quando aquele sujeito entrou em nossas vidas estranhamos tanto.

Ele era tão calado como mamãe. Não gostava de barulho nem de brincadeiras perto dele. Nossa vida se resumia a estudar e trabalhar em casa, mal podíamos conversar. A cada dia minha mãe ficava mais triste e percebíamos que a presença dele a deixava alarmada, assim como a nós.

Contudo, ele era permissivo comigo e puxava conversa, perguntando como eu estava, se precisava de algo, eu me envergonhava e me sentia muito mal a sós com ele. Por que mamãe sempre se retirava quando ele me chamava?

Passei a entender quando completei 14 anos, alguns poucos meses depois que mamãe o conhecera. Lembro-me que terminei de ajudar com a louça do jantar e encontrei um embrulho em minha cama com meu nome. Ao abri-lo me deparei com uma linda camisola, de um tecido macio e tão leve que flutuava ao menor toque. Encantada, fui ao quarto de mamãe agradecê-la. Com um olhar triste ela me instrui a vesti-la após o banho. E foi o que fiz.

Satisfeita e quase adormecida, mamãe sentou-se em minha cama e me abraçou, quase chorando me pediu que ficasse deitada bem quietinha que meu padrasto queria falar comigo. Em seguida saiu do quarto. Não entendi nada e não tive tempo de perguntar, pois ele esperava do lado de fora e já entrava quando ela saiu.

Ia me sentando, imaginando o que eu havia feito de errado, mas ele me segurou pelos ombros me deitando novamente. "Não precisa se levantar." Fiquei logo alarmada, quando ele puxou o lençol e se deitou a meu lado. Minha respiração se alterou e fiquei imóvel, olhando o teto no escuro. Sem poder vê-lo, apenas o senti se aproximando de meu corpo, me abraçou cheirando meus cabelos e passou a mão sob meu abdômem, sussurrando:" Gostou da camisola ?"

Não consegui dizer nada. Tinha um nó na garganta e mal conseguia respirar. A mão continuou correndo do abdômem ao pescoço, numa lentidão agonizante, me arrepiando os pêlos. Da barriga, avançaram até as coxas e voltavam até os seios, meu coração disparava a cada subida e descida. Até que com um pequeno suspiro ele levantou a camisola até o pescoço e massageou meus seios, que não eram grandes mais estavam inchados e duros, parecia que latejava. A tormenta me fazia querer revirar na cama, mas me mantinha calada e imóvel, apenas a respiração se alterava a cada apertão em meus mamilos. Com um gemido rouco ele lambeu um mamilo, enquanto apertava o outro, me senti flutuar quando a língua úmida e quente endureceu o bico pequeno e latejante, conduzindo uma onda elétrica por todo meu corpo, derretendo-se em minhas entranhas e fluindo entre minhas pernas. Resisti o quanto pude, mas quando a boca envolveu todo o seio, soltei um gemido fraco e abafado, que quase se transformou em um grito à medida que o ritmo almentava e transformava as chupadas em quase mordidas.

Nunca havia me sentido assim, não conseguia pensar em nada, enquanto me contorcia, apertando as pernas. Sentindo meu desespero, ele desceu as mãos até o centro do furacão que explodia em mim, senti ele estremecer tão forte quanto eu ao correr o dedo na saliência úmida entre meus pêlos. "Você está toda molhadinha." Gemendo ele continuou com a tortura, fazendo pequenos círculos com o dedo e investindo a língua de forma cadenciada em cada um dos meus seios. Até que senti as ondas de espasmos cada vez mais fortes e uma eletrecidade atravessar todo meu corpo, me fazendo tremer e gemer baixinho, segurando a mão que me dava tanto prazer no mesmo lugar. E ele ficou alí, me acariciando e esperando os tremores passarem. Quando enfim saiu do quarto, eu adormecí, sem pensar no que havia acontecido.

No dia seguinte, eu lavava a louça do café, quando ele finalmente apareceu, não havia ninguém na cozinha e eu iquei tão constrangida que nem me virei da pia. "Você está bem?". Fiz que sim com a cabeça e continuei o que fazia. Ele colocou um braço de cada lado de meu corpo e me prendeu na pia, cheirou meu cabelo e se esfregou em mim. Eu não queria reagir, mas as pernas fraquejaram enquanto as mãos apertavam meu corpo, me apalpando e me arrepiando toda. Sentindo meus arrepios ele me virou e levantou meu queixo, me observando. "Me beija". Desviei os olhos e virei o rosto. " Vamos me beija". Com medo que mamãe aparecesse, encostei os lábios rapidamente no dele, sentindo que ficava vermelha até a raiz dos cabelos. Com um sorriso, ele ficou me observando. "Acho que você não sabe beijar". Colou o corpo mais ainda no meu, onde pude sentir o volume em suas calças, me segurou pela nuca falando mansamente: "Acho que vou ter que te ensinar". A Primeira coisa que senti foi a barba me espetando o queixo, depois a língua percorrendo meus lábios e depois adentrando em minha boca tão vagaroramente, se movendo e acariciando a minha, causando tantas sensções quanto as mãos que me acariciavam, que me peguei gemendo e querendo mais. Sentindo minha entrega, ele colocou meus braços em seus ombros, me abraçando mais forte, roçando o corpo no meu e aprofundando cada vez mais o beijo.

Alarmada ouví um barulho e o empurrei, segundos depois mamãe entrava na cozinha. Aborrecido, ele fez um gesto e ela saiu no mesmo instante. Ele me olhou por um instante e mandou que colocasse a camisola novamente naquela noite.

Naquela noite e nas noites seguintes, ele se deitava comigo antes d'eu adormecer, me acariciava até me levar a loucura, me beijava de forma sedenta enquanto eu gozava e voltava para a cama dele em seguida.

Algumas vezes tentei conversar com mamãe sob o que acontecia, mas ela desconversava. Até o dia em que disse saber do que se tratava e não tinha o que fazer, perguntando-me se eu queria colocar a todos na rua. Me calei e nunca mais consegui falar abertamente com ela.

Quase um mês depois que estávamos nessa situação, eu estava muito deprimida e com raiva. Quando ele chegou, eu estava na cozinha e tentou me beijar. Não deixei. Tentou me abraçar e eu saí de perto. "Você fica linda quando está brava." Eu nunca o respondia, não que tivesse medo, pois nunca me fizera mal, mas neste dia falei com desdém." Não deixarei se deitar em minha cama hoje". Ele não disse nada e saiu.

Naquela noite me deitei junto com meu irmão, na cama ao lado da minha e antes de adormecer ele entrou como de costume. Sem dizer uma palavra, me pegou no colo e levou para minha cama, eu esperneava e gritava que não. "Shh. quer acordar seu irmão?" Ele sorria enquanto tapava minha boca e me olhava, parecia se divertir. Pude até sentir ele se excitando, e o volume aumentando, precinando minha barriga. Mordi sua mão e me contorcí tentando me soltar. "Se não parar, não vou poder te soltar." Tentei gritar mesmo com a mão enorme em minha boca. " Não tem jeito, vou ter que te castigar por isso." Continuei me contorcendo, apesar do corpo pesado dele me prender na cama. Sem muita dificuldade ele levantou minha roupa, sugou meus seios, lambeu, mordeu, até que eu gemesse. Mesmo assim continuei tentando me libertar. "Você não sossega, acho que quer mesmo ser castigada, não é?" Se moveu com rapidez e pairou sob minha cabeça. Arregalei os olhos quando ví que ele abria a calça. Em todo o tempo que vinha a sua cama, nunca se despira ou lhe mostrara se membro, sequer a fizera tocá-lo. Agora alí estava ele, a alguns centímetros de meu rosto. Tirou a mão de minha boca e introduziu a ponta pegajosa entre meus lábios, ele parecia trantornado, movendo-se e murmurando. " Vamos, passe a língua, dá um beijinho nele. Você não vai morder que eu sei." Eu virava o rosto de um lado para outro, mas não adiantava. Até que ouví ele sussrurrando." Faz pra mim. e fiz tanto carinho, faça esse por mim faça!" Ele não ordenava, ele pedia. Então o beijei timidamente, passei a língua conforme ele me instruía. "Isso...assim, continua...isso...mais devagar...vai...assim...que delícia..." Fiz durante algum tempo, até que ele perdeu o controle, introduziu todo o membro em minha boca me fazendo engasgar, etrava e saía com uma rapidez alucinante, me fazendo ânsias de vômito, até que por fim me encheu a boca com um líquido viscoso.

Ele ficou se deliciando até o último momento, até notar que eu chorava baixinho. Me abraçou forte e se deitou a meu lado, me embalando e me falando palavras carinhosas, se dizendo arrependido." Me perdoe, nunca quis machucar você, eu perdí o controle." Me beijou no rosto, no pescoço, na orelha, até que eu parasse de soluçar, me acaricou por inteiro, enquanto me beijava os seios. Trilhou um caminho de fogo, causando calafrios até a abertura quente que pulsava entre minhas pernas. Quase gritei quando ele abocanhou e sugou minha vagina inteira, já tinha feito aquilo antes, mas com delicadeza, dessa vez ele estava faminto, parecia querer me invadir com a língua. O gozo veio forte, me sacudindo por inteira. Então ele se levantou, ficou me olhando gemer e me contorcer, com as pernas abertas e olhos fechados, extasiado. Maravilhado com meus gemidos, se deitou sob mim, me beijou na boca com sofreguidão, me penetrando de uma só vez. Me reprimi tentando afastá-lo por causa da dor, mas esta logo passou, dando lugar a uma sensação tímida que foi crescendo conforme ele se movia. Comecei a acompanhá-lo, agarrando-o pelos ombros, querendo mais daquela sensação, que não acabava, só crescia. Depois de algum tempo, quando não era mais suportável, ele intensificou o movimento, o ritmo ficou frenético, enquanto eu tentava acompanhá-lo, me esfregando toda nele, gritei, por finalmente alcançar a plenitude, me sentindo explodir como fogos de artifífio. Ele desabou sob mim, a respiração voltando ao normal. "Você está bem?"Era o que ele sempre perguntava.

Naquela noite ele dormiu comigo. No dia seguinte comprou uma cama de casal, tirou meu irmão do quarto e passamos a viver desse jeito. Mamãe jamais reclamou, parecia aliviada com a situação, afinal estavam todos bem.

Este relato é quase verídico. Lí algo parecido e achei excitante, embora intrigante. Comentem.

Comentários

29/01/2017 12:11:56
Tesão total por TODINHA
02/01/2017 09:48:02
vejo que mesmo os tarados não sentiram prazer,não neste conto,mas na situação. a gente sabe que este fato não é isolado e existem os aproveitadores. a mãe ficou refem de um sujeito sem escrúpulo. Mesmo hj menina de 14 anos estão mais rodada que caminhoneiro. Mas temos que ser consciente. Estes fatos existem.Todinha desanima não. bjs onde vc gostar.
05/10/2015 21:35:28
garotas do litoral q curtem homens mais velhos e desejam realizar fantasias e so chamar no whatsapp... 0_1_3. 9_8_8_3_8_6_7_9_0
16/02/2014 01:44:00
a história é triste mas foi bem contada
10/07/2013 14:49:08
bem, vc gostou? se sim, ok, viva assim, mas sabe q pode fazer algo. Bom conto embora a menor parte tenha falado de penetração, 9.
08/09/2012 13:48:33
Tem mais é que apreciar o conto, SEM MORALISMO....Olha o que copiei e alguém tem dúvida que ela não estava gostando de tudo? rsrsrsr...." Quase gritei quando ele abocanhou e sugou minha vagina inteira, já tinha feito aquilo antes, mas com delicadeza, dessa vez ele estava faminto, parecia querer me invadir com a língua. O gozo veio forte, me sacudindo por inteira......"""""
08/09/2012 08:03:59
Nada de moralismo...Copiando do texto a plenitude do gozo dela chegando...."Comecei a acompanhá-lo, agarrando-o pelos ombros, querendo mais daquela sensação, que não acabava, só crescia..."...Uma delícia quando pego uma mulher desse jeito...
08/09/2012 07:35:45
ACHO Q A MAIORIA DOS Q LERAM O CONTO NÃO CHEGARAM AO FINAL,ONDE ESTA ESCRITO Q A HISTORIA É REAL POREM NÃO VIVIDA POR QUEM CONTOU AQUI,ELA APENAS ESCREVEU NA PRIMEIRA PESSOA PESSOA,PARA DAR UM TOM + REALISTICO.OU SEJA ELA CONTOU ALGO REAL,POREM NÃO VIVIDO POR ELA!!!SÓ POR TER PASSADO PARA A PRIMEIRA PRIMEIRA PESSOA DO SINGULAR VALE NOTA 10,QUANTO A HISTÓRIA É TRISTE MAS É REAL,E INFELISMENTE ACONTECE ATÉ ENTRE PAIS E FILHOS DE SANGUE,E TAMBEM COM PADRASTOS.É ERRADO MAS OS PAIS DEVERIAM TER MUITO MAS RESPEITO E ISTO NEM SEMPRE ACONTECE.NAO JUSTIFICA MAS É UM FATO A SE ANALIZAR.
27/06/2012 13:10:54
estrupo é crime e sua mae e uma vagabunda por permitir isso......
27/04/2012 20:32:59
Mentes voam livres fazendo, em letras e textos, sonhos virar realidade em um mundo restrito ao escrever sem sentir, sentir sem viver...
10/03/2010 03:05:51
O conto é bem interessante, é uma história triste? Pode ser. Mas não tira o mérito de quem a escreveu, só o fato de conseguir transmitir essa tristeza é prova de que a moça escreve bem.
04/12/2009 21:28:24
Pobre Mãe, Vc é tão fraca quanto ela.
12/11/2009 14:02:15
parabens vc escreve bem
07/10/2009 10:36:01
UM CONTO DIFERENTE,NÃO SEI SE XINGO O CARA OU ELOGIO POR FAZER VC MULHER,APESAR DE SUA MÃE SER UMA SAFADA,MÃE MORA EMBAIXO DA PONTE MAIS NÃO DEIXA NINGUÉM FAZER ISTO COM UMA FILHA,SEU CONTO FOI LEGAL PELA ESTORIA
05/09/2009 17:09:04
Pedofilia é crime sabia? Terrível conto! Repugnante!
26/08/2009 19:12:51
gostei da siceridade do conto demais
24/08/2009 17:06:54
O que tem de CRIMES HEDIONDOS NO MUNDO, não tem nem que comparar com essa situação aqui relatada...TODOS FORAM OU FICARAM FELIZES...
24/08/2009 15:19:04
bom o conto mais triste, mais infelismente conheço casos reais parecido com esse conto. muito bem narrado parabéns
09/08/2009 23:39:34
pobre mãe...pobre filha...pobre miséria de meu Brasil...que é tão rico...tiste e dolorido...
24/07/2009 00:00:23
Eu vi isso em uma familia de uma cidade do interior de sp, eu era criança ainda e todos comentavam que a o pai era amante da filha pq a mãe era doente ou de cadeiras de roda, não recordo esses detalhes, a mãe faleceu e eles viviam como marido e mulher, era o comentário da cidade toda e eles nem ligavam, ele era um dentista e nem clientes tinha mais, ela devia ter na epoca uns 17 anos, mas, isso tem uns 30 anos passados...
07/06/2009 02:19:01
sem graça, horrivel sem nota..
01/05/2009 09:58:46
como ela mesma disse no final, isso e fruto de um outro conto que ela leu com + algumas coisas que acrescentou ... bem excitante porem triste
31/03/2009 17:58:03
maravilhoso! continua!
10/03/2009 16:39:04
Muito bom, só faltou + detalhes. Aguardo a continuação.
18/01/2009 18:46:11
PARABENS. Muito bom. Poderia ser bem maior, dividido em partes devido ao erotismo que vai crescendo na medida que crsce 0 assédio do padrasto sedutor... E tudo com o consentimento da mãe... A fantasia deve superar e ser "melhor" que a realidade. Obrigado. Adoro o tema INCESTO. [email protected]
18/01/2009 18:43:12
PARABENS. Muito bom. Poderia ser bem maior, dividido em partes devido ao erotismo que vai crescendo na medida que crsce 0 assédio do padrasto sedutor... E tudo com o consentimento da mãe... A fantasia deve superar e ser "melhor" que a realidade. Obrigado. Adoro o tema INCESTO. [email protected]
07/01/2009 20:59:14
Querida mas que porcaria de conto é esse? Nunca vi tanta merda de uma vez só... Mas que horror... nota menos 10
02/01/2009 11:14:33
CRIME
30/12/2008 14:13:09
Isso não é conto erótico,e sim,estupro,e só de lembrar que isso ocorre diariamente em diversos lares brasileiros e na maioria das vezes com a omissão('permissão' )da própria mãe que permite isso,pois não tem coragem de denunciar,pois dai vai ter que trabalhar.
30/12/2008 09:14:06
Eu escrevo contos sobre incesto. No entanto, as personagens são maiores de idade e as relações são consentidas. O tema me estimula, apesar de eu sequer imaginar ter relações com qualquer pessoa da minha família. Este conto é realidade para muitas crianças brasileiras: violência do padastro sob consentimento (omissão da mãe). Vítmas de violência na infância são potenciais abusadores na idade adulta. Por isso, apesar de bem escrito, deixo de atribuir nota ao conto.
29/12/2008 15:46:49
Fiquei com nojo desse filha da puta. Um cara desses tem que ser denunciado e a vadia da mãe também.
28/12/2008 22:57:52
Está bem eu vou votar !
28/12/2008 21:26:16
Adorei o conto, A verdade é que nao deixa de ser uma história triste, mas ficou bem estruturada e bem escrita. Meus parabens Todinha Nota 10
28/12/2008 18:31:43
É bem exitante mas apenas se desconsiderar a opressão, pois também achei isso triste. Violencia sexual é fazer o que o outro não quer!
28/12/2008 18:30:14
fala serio!!! quem achar isso um bom conto é doente!
28/12/2008 18:13:05
Por favor Votem!!! Estou desanimando de escrever...
28/12/2008 18:10:36
Só para esclarecer, lí este relato numa revista há algum tempo. Como disse, achei ele excitante e intrigante, apenas quis compartilhar. Escreví na primeira pessoa para ficar mais realístico e não por ser algo que tenha acontecido comigo. Fui fiel às partes que me lembrei com clareza, mas fantasiei em outras; Perdão se ofendì alguém. E Rali, você chutou o final ou leu a mesma revista que eu? Chegou bem próximo, mas quem morria era ele, pois era bem mais velho que a personagem e a mãe dela viveu sob o mesmo teto que eles. Estranho não?
28/12/2008 16:56:20
E facil terminar uma historia de horrores,num conto de fadas...com um final feliz.ANEXEM O MEU COMENTARIO ANTERIOR E COMENTEM O TEXTO NOVAMENTE.
28/12/2008 16:52:42
Esquecerao-se da ultima parte do conto,e que ele tinha 32 anos e ela 14,hoje,a mae dela morreu e eles continuao juntos,ele com 72 e ela com 54 anos e sao os padrinhos dos gemeos,filhos do seu irmao.
28/12/2008 16:45:04
nao tenho duvidas que, a ser veridico,o autor nao seja a personagem principal,quanto a ser,a historia nao tera sido bem assim.Esta muito completo,relata muitos promenores,resumindo,o texto tem "demasiada qualidade"para quem o viveu na primeira pessoa,a ser verdade tudo isto,tem nota des,contudo,nao vou dar nota nenhuma
28/12/2008 14:53:21
que lixxooooooo c orienta
tie
28/12/2008 09:34:40
que mente doentia.isso na realidade nunca poderia ter acontecido.Sua mãe te vendeu para ele?
28/12/2008 08:32:05
Ela acabou gostando....Deixa rolar....
28/12/2008 07:30:32
Esse seu padrasto não passa de um covarde, aproveitador, oportunista e nogento. Foi atitude premeditada onde tirou proveito de pessoas oprimidas por circunstâncias financeiras tiveram que se submeter à tamanha barbaridade. Dizer mais o que de um crápula desse?!
28/12/2008 06:38:47
Também não gosto muito desses casos de estupro. Pois foi isso mesmo que aconteceu. Se for de fato verídico, esqueça a história que nos relatou e dirija-se à polícia. Pessoas como esse seu padrasto, que abusam de menores, com a conivência da mãe, ainda que forçada, têm que parar na Delegacia. O relato foi forte e excitante, mas não me emocionou tanto quanto outros que a ele se assemelham, em razão dessa circunstância triste, pois foi forçado mesmo...
28/12/2008 01:58:32
Achei-o triste. Para quem pensa só em ter prazer lendo o conto, não recomendo a leitura. Só li até a parte em que a garota ganhou a camisola. A expressão tristonha da mãe deixando a filha ganhar o presente do padrasto me fez perder a vontade de ler o conto. Me abstenho de dar nota.
28/12/2008 01:34:23
Achei excelente! O tema é um pouco pesado, mas vc soube contar de uma maneira muito calorosa!!!
28/12/2008 01:12:04
Todinha eu tenho a mente muito aberta, mas o descrito é estupro mesmo, com todas as letra, com o agravante da permissão da tua mãe. Se verídico, seria um caso de polícia bem sério! Agora, gostei da maneira que foi escrito e do tema.
rrc
28/12/2008 00:51:39
gostaria de saber qual parte é veridica do conto... o conto ta muito bem escrito, se continuar assim vc pode fazer um livro... so me diz o titulo p/que eu possa comprar um para poder ler [email protected]
28/12/2008 00:42:28
Isso é crime, delata esse monstro, sem falso moralismo, meu !!

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