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Confissões da Vovó

Autor: Puritana
Categoria: Heterossexual
Data: 08/02/2009 20:25:11
Nota 9.00
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Estava em um taxi retornando a São Paulo totalmente chocada. Há cerca de vinte minutos havia estado no sítio de veraneio da família. Pretendia fazer uma surpresa para minha mãe, mas como diz o ditado "quem tenta fazer surpresa pode ser surpreendido". Meu nome é Renata, tenho 24 anos, sou filha única e todos, familiares e amigos, me chamam de Renatinha. Sempre fui muito tímida e corava com o menor sinal de malícia. Mamãe, declarando-se extenuada com as últimas atividades religiosas que realizara (bazar), resolveu recolher-se em nosso pequeno paraíso. Convidou-me a acompanhá-la, já que estava desempregada, mas considerei que poderia ter uma crise de depressão recolhida em lugar tão bucólico onde até os grilos parecem ter preguiça de emitir sons. Agora minha cabeça fervilhava. Mamãe insistira muito em saber se eu não mudaria de idéia indo encontrá-la em poucos dias e eu dissera que não havia a menor possibilidade. Contudo, bastou dois dias sem a presença dela e o tédio tomou conta. Resolvi, então, ir e tive a infeliz idéia de "fazer uma surpresa". Estava meio impaciente, por isso resolvi não dirigir. Fui até a rodoviária, comprei passagem do ônibus que partiria vinte minutos depois. Desembarcando no centro da pequenina cidade, tomei um taxi que me deixou em frente ao portão da bela propriedade e entrei em silêncio. Imaginei mamãe lendo sentada em sua poltrona favorita que fica de costas para a porta. Eu entraria nas pontas dos pés e posicionaria as mãos de forma a vendar seus olhos e indagaria: "Adivinha quem é?" Ela iria gargalhar de satisfação e abriria seus braços para envolver-me.

Mantive o plano e entrei silenciosamente. Para meu malgrado, não a encontrei onde esperava. Coloquei minha pequena mala no chão e pretendia vasculhar a casa até localizá-la, mas logo soube a direção que deveria tomar. Da cozinha vinha uma música totalmente avessa ao gosto musical de minha genitora. Deduzi que ela, como em outras vezes, deveria ter contratado uma das muitas moças carentes da cidade para ajudá-la. Talvez Dona Rosa (esse é o nome da minha mãe) não estivesse e a empregada estaria ouvindo seu funk carioca. Mamãe odiava particularmente este ritmo.

Essa possibilidade fez-me mover-me ainda mais sillenciosa. Não queria assustar a criatura desnecessariamente, muito menos vê-la desmanchando-se em desculpas. Arrisquei uma olhadela de trás de uma coluna, quando os vi.

Apesar do grande susto, continuei muda e estática. Minha mãe estava completamente nua, assim como seu parceiro, um homem que deveria ter, no máximo, trinta anos. Éramos unidas, mas nunca tive oportunidade de ver minha mãe nua em pelo como naquele momento. Apesar dos seus 57 anos, o corpo ainda tinha seu charme. Cerca de dois anos antes, meu pai perguntara a ela se preferia conhecer Paris ou colocar as próteses de silicone que era seu sonho de consumo. Mamãe nem hesitou: optou por ter seios bonitos. Agora eles balançavam ritmadamente ao som do funk, assim como suas ancas voluptuosas. Ela estava meio debruçada no fogão de lenha enquanto o rapaz, também ao som do funk, metia-lhe a vara fina, mas comprida no rabo. Ele a segurava pelas virilhas metendo com vigor e rigorosamente em acordo com as batidas eletrônicas do "pancadão". De vez enquando abandonava o ritmo para observar seu cacete saindo lentamente do cu da mamãe. Percebi que ele obsevava o próprio pau, alisava as nádegas dela e esse ritual causava-lhe grande satisfação, pois, em seguida, retomava o ritmo com ainda mais vigor. Minha mãe, então, parecia em transe! Diante de tanto tesão, nem de longe pensaram-se observados. Fiquei lá por intermináveis minutos, observando-os depois desisti da espionagem e fui embora sem ser vista. Um intenso e inesperado choque.

Minha mãe sempre fora extremamente religiosa e me dava conselhos que nada se assemelhavam com as cenas que presenciei. Até aquela data, apesar dos meus 23 anos, eu era virgem e morria de culpa ao desejar um cacete como aquele que vi no rabo da minha mãe e vinha evitando frequentar a igreja, pois me sentia impura.

Segui no taxi até São Paulo. Nem me preocupei com o tamanho do gasto. Meu pai iria indagar aonde eu tinha gasto tanto dinheiro, mas desistiria de se queixar quando eu lhe contasse o motivo. Sim, por que eu não ia deixar meu pai continuar vivendo na inocência. "Ele vai saber a vagabunda com quem se casou" - pensava eu a caminho de casa. Cheguei com o rosto vermelho, devido às diversas vezes que chorei. Cabisbaixa e intristecida com a dura missão que teria, entrei na sala e logo ouvi o som de gargalhadas de homens. Curiosa, aproximei-me do escritório. Reconheci de imediato a risada de papai. O outro homem descobri, espionando, que era o tio Antonio, irmão da minha mãe.

"Melhor, assim - pensei, eu - Vão ambos de uma só vez saber a piranha que temos na família".

- Já que me diz que você e a Rosa não transam mais, não ficou grilado quando ela peferiu colocar as próteses de silicone ao invés de conhecer Paris? - pergunto o tio Antonio.

- Não - respondeu papai, cheio de tranquilidade - A Rosa é muito pura e religiosa. Só quis novos seios para ficar elegante nos vestidos que ela usa para me acompanhar nos jantares de negócio.

Eu já estava pronta para uma entrada teatral onde, de forma trágica, acabaria com a inocência de meu pai, quando tio Antonio fez nova pergunta:

- Mas é logico que você tem amantes...

Aguardei. Já que cometia minha segunda indiscrição do dia, achei prudente ouvir a resposta de papai.

- Evidente, né? - respondeu, ele e gargalhou, seguido por tio Antonio.

Fiquei ainda mais perdida.

Ouvi, ainda, quando tio Antonio ofereceu uma moça da minha idade para o meu pai transar. Corri para meu quarto, que é suite e vomitei. Deitei-me na cama recordando quadro a quadro as cenas que presenciara no sítio. Fiquei com raiva de mim, pois fui tomada por um tesão que me incharam os grandes lábios, causando-me um enorme desejo de masturbação. Toquei-me, manipulei meu grelo, enfiei um, dois dedos e tive um gozo tão intenso que tive que colocar a outra mão na boca para abafar meus gemidos.

Apesar disso, continuei agitada. Pensei em ligar o computador para desviar meus pensamento, mas percebi que seria inútil. Perturbava-me muito pensar que ver minha mãe fornicando estivesse me causando tanto tesão, mas logo entendi que não era a minha mãe e sim o que ela fazia com o tal rapaz que me deixara daquele jeito.

Uma idéia me animou: iria conversar com vovó. Há cerca de três anos, Dona Eugênia, mãe do papai, tivera um derrame. Durante um bom tempo pouco conseguia falar. Recuperara a fala, mas estranhamente, ela que era severa e recatada, dera para falar de coisas picantes. Dona Rosa dizia que era consequência do derrame e de seu estado senil. Quanto a mim, evitava-a toda vez que ela tinha aqueles ataques de "senvergonhice" por que eu andava tão a flor da pele que qualquer insinuação já me enchia de tesão.

Entrei em seu quarto. Ela estava quase sempre sentada na cadeira de balanço e sentei-me em sua cama pensando como faria para fazer disparar seus comentários safados.

Por sorte, nem precisei fazer força, pois ela olhou para mim e comentou:

-Tá excitada, né?

- Como sabe? - indaguei, surpresa.

-Sempre fui assim. Sinto o cheiro de longe!

Fiquei vermelha, mas esforcei-me para parecer natural.

- Com quantos anos a senhora perdeu a virgindade?

-Com dezoito anos, quando casei com seu falecido avô.

-Foi bom?

-Foi péssimo. Seu avô era muito rústico e desrespeitoso. Achava que tesão era exclusividade dos homens. Atrevi-me a gemer um única vez durante uma relação e ele esbofeteou-me. Disse que mulher decente não gemia. Tentei, por isso, odiar o ato sexual, mas não teve jeito: vivia igual a você, toda molhada.

Mais uma vez esforcei-me em manter a naturalidade, apesar do constrangimento. Se isso era tão óbvio para a minha velha avó, será que outras pessoas também percebiam? Estremeci de pavor.

-Mas depois de alguns anos de sofrimento, resolvi a questão do meu jeito.

Diante do meu olhar curioso ela contou-me uma história, aos meus olhos e ouvidos, estarrecedora:

- Como você bem sabe, morávamos em uma fazenda. Trabalhava lá um rapaz negro, cujo corpo era todo esculpido pelo duro e árduo trabalho que ele realizava no campo. Convenci seu avô a trazê-lo para trabalhar na casa, pois era necessário haver um homem para serviços caseiros mais pesados.

Quando seu avô não estava, aproveitava-me para pedir que ele levasse a máquina de costura ou qualquer outro objeto pesado para meu quarto e lá derrubava objetos no chão e abaixava simultaneamente para que ele pudesse sentir-me. Contudo, o rapaz era excessivamente respeitoso e não se atrevia. Eu, extenuada, um dia perdi a paciência e esfreguei-me nele sem o menor pudor. Como ele, apesar de ficar com a piroca dura que nem pau, tentou se esquivar, fui insensível e disse que se ele não trepasse comigo, ia dizer ao seu avô que ele tentara me agarrar à força. Ele sabia que isso corresponderia a uma sentença de morte, então concordou. Meu tesão era tanto que levantei minha saia comprida, joguei-me sobre a cama e ordenei que ele enfiasse aquela tora na minha buceta.

Minha avó fez uma pequena pausa. Eu estava dividida entre dois sentimentos: horrorizada com relato tão chulo vindo da minha avó, uma senhora de setenta e dois anos e muito, mas muito mesmo excitada. Minha calcinha estava encharcada. Ela continuou:

- Ele começou a enviar a chapeleta cautelosamente e eu raivosa disse: "Enfia de vez essa piroca! Deixa de ser frouxo!"

-Não quero machucar a senhora - justificou-se, ele.

- Mete agora, mete logo, senão conto pro meu marido e você será um homem morto! - Ameacei. Quando penso nisso, admiro muito aquele rapaz. Hoje em dia, qualquer comentário desagradável já faz os homens brocharem e ele, apesar da pressão, continou de cacete duro e me obedeceu. Socou com força, sem piedade e eu gemia de dor e prazer. Chorava e pedia para ele não parar. Gozei entre lágrimas e gemidos. Proibi ele de gozar dentro de mim. Ele ficou quieto enquanto me sentia gozar. Eu grosseiramente empurrei-o fazendo-o sair de cima, pedi para que sentasse na cama, ajoelhei-me na frente dele e tentei engolir o cacetão, cheia de gula.Fazia um movimento ritmado e o negro maravilhoso gemia baixinho. Fiquei chupando minutos seguidos. Qualquer um juraria que era carência de infância tanto tempo fiquei mamando.

- Dona Eugênia, chega, pelo amor de Deus. Não aguento mais! Vou acabar gozando na sua boca - emplorou o rapaz.

Eu, inclemente, aumentei ainda mais o ritmo e quando senti o delicioso membro inchar na minha boca, puxei a cabeça para trás deixando que a porra quente se derramasse em meu pescoço e colo. Satisfeita e agradecida, agarrei o belo cacete e beijei-o repetidas vezes. Acaricei as bolas, puxei delicadamente os pelos com meus dentes, passei a língua na glande ainda expulsando porra. Nunca havia me sentido fêmea como naquele dia e, segura que seu avô não retornaria, aproximei-me mais e aprisionei o pênis dele entre os meus seios. Olhava aquela cabeçorra vertendo líquido, beijava-a com dificuldade, passava a ponta da língua para, pela primeira vez, sentir o gosto da porra. Meu coração ficou acelerado e minha buceta novamente palpitou de desejo, então segurei o cacete e lambi como se fosse um picolé. Olhei para o rapaz. Ele sorriu de forma tímida ao me ver lamber os lábios sorvendo um pouco de sua porra e seu membro voltou a endurecer. Voltei a chupá-lo avidamente e em seguida sentei-me no colo dele deixando o cacetão aos poucos me invadir.

- Pára vó, por favor - implorei.

Ela olhou me surpresa. Esteve tão envolvida no própria relato que parecia até ter esquecido que eu estava lá escutando.

- Preciso ir ao banheiro. Estou apertada - menti - Depois volto para conversarmos mais.

Saí antes que ela pudesse dizer qualquer coisa e fui para meu quarto para mais uma siririca.

Depois deste, ouvi muitos outros relatos picantes da vovó, mas fica para o próximo conto

Comentários

31/12/2009 10:17:47
sensacional
09/02/2009 04:38:17
Deixa de ser fresca, tenho 19cm de pica e uma lingua q te levarei a sensações q vc numca viu. Ainda q não acredito q sejas virgem, mas se vc quiser conte comigo!

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