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Dando duro a três depois do expediente

Autor: Nando
Categoria: Grupal
Data: 22/02/2009 22:46:53
Nota 10.00
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Esta é uma história que aconteceu comigo e uma namorada há cerca de quatro anos. Os nomes serão trocados para evitar possíveis problemas. Tenho um irmão que é dono de uma rede de lojas. É uma marca famosa na região, com lojas em mais de 30 cidades. Na época havia acabado de me formar e estava sem muita perspectiva de trabalho. Então meu irmão me convidou para começar a trabalhar com ele. Seria um pouco “pau para toda obra”, fazendo um pouco de tudo. Foi assim que conheci Carolina (Carol), uma morena maravilhosa, 22 anos, simpática, cabelos pretos lisos até as costas, olhos castanhos claros, seios médios com mamilos pequenos e pontudos, cintura fina e um bumbum deliciosamente empinado, combinando com o corpo e coxas bem definidas.

Foi amor à primeira vista para ambos! Procurei esconder por um tempo que era irmão do dono da rede de lojas, para ver se o que ela sentia realmente era sincero. Era tão sincero que, após cerca de um mês que já estávamos juntos, quando contei de quem era irmão, Carol até pensou em terminar comigo, pois não queria passar por aproveitadora. Mas, felizmente, nada disso aconteceu, pelo contrário, meu irmão até resolveu colocá-la trabalhando junto comigo, dada confiança que ele já sentia por ela, uma vez que já trabalhava há mais de 4 anos em uma loja e há 2 já era gerente. Para nós não podia haver coisa melhor!

Acabamos sendo uma espécie de “força tarefa”, que ia para as lojas que estavam com problemas de pessoal e de venda. Eu cuidava da parte de motivação dos vendedores, enquanto Carol observava as finanças e gerência da loja.

Estávamos sempre realizando fantasias sexuais durante nossas viagens. Tínhamos uma química perfeita! Transávamos nas lojas, nos estoques (claro que sempre após os expedientes, para não comprometer nossa liderança e responsabilidade de nosso trabalho), nos hotéis (em lugares bem provocantes, como na piscina ou salão de jogos, por exemplo), etc. Nossa relação era quente! Como sempre conversávamos sobre nossas fantasias, surgiu a idéia de uma transa a três. Sempre que podíamos, fantasiávamos durante a relação que mais uma pessoa estaria conosco. Por incrível que parece, mesmo não fazendo nenhuma restrição em relação à idéia de mais um homem, sentia que Carol se excitava mais com a fantasia de ter mais outra garota conosco, o que para mim era muito bom!

Um dia meu irmão nos enviou para uma cidade no litoral capixaba. A princípio a questão parecia ser de fácil solução. Aparentemente somente os vendedores estavam desmotivados no trabalho, sendo até um serviço somente para eu resolver. Contudo, Carol verificando os caixas da loja e eu conversando com os vendedores, percebemos que o caso era mais grave. O gerente estava roubando a loja de uma maneira muito engenhosa e havia envolvido até dois vendedores no esquema. Por causa disso demitimos o gerente e os dois vendedores, restando na loja somente uma vendedora nova, que havia entrado há um mês, somente para o período de férias de verão (quando as vendas eram maiores) e por isso não estava no esquema de roubo. Inclusive o tratamento que os outros tinham com ela, foi uma das questões que nos levaram a descobrir o roubo, pois ela dizia estar sempre excluída do grupo. Seu nome é Natália, uma clarinha linda, 19 anos, cabelos castanhos claros lisos, boca provocante, seios pequenos a médios, um bumbum redondinho e empinado.

Dado os fatos, Carol e eu teríamos que ficar na cidade mais tempo, até conseguirmos constituir uma nova equipe para a loja. Começamos a fazer nosso trabalho, buscando novas pessoas para a loja, o que não estava nada fácil. Ao mesmo tempo, íamos, cada vez mais, nos entrosando e conhecendo Natália.

Natália (Naty) era, numa só feita, uma garota tímida, mas extremamente sensual. Não tinha namorado, mesmo sendo muito cortejada, inclusive por clientes na loja. Em compensação tinha muitas amigas, belas como ela e Carol. Em pouco tempo Carol e Natália ficaram extremamente amigas. Comecei a perceber certos olhares indiscretos da Naty para a Carol. Comentei uma noite no hotel com minha namorada, que também disse ter percebido a mesma coisa e que até recebia muitos elogios da Naty. Nesta noite acabamos transando imaginando nossa vendedora predileta conosco.

Uns dias depois, Carol resolveu ir bem provocante para a loja. Vestiu somente um biquíni de lacinhos e uma mini-saia. Ela estava um tesão!!! Eu fui de bermudão e camiseta. Quando chegamos à loja, vimos que Naty também não tinha ficado para trás em matéria de sensualidade. Estava com um top, uma jaquetinha e um short de lycra que delineava a tanguinha minúscula que usava.

Infelizmente o dia não foi o melhor de vendas, pois acabou caindo um temporal. Resolvemos, então, fechar a loja mais cedo para arrumar o estoque, que, devido aos outros dias de vendas muito boas, estava um tanto desarrumado. O estoque ficava na parte superior da loja, com acesso através de uma escada de madeira quase na vertical. Fui até a porta da loja fechá-la, enquanto Naty iria dar uma varrida no chão da loja e Carol subiria ao estoque para começar a arrumá-lo. Ao me virar, surpreendo Natália admirando minha namorada subindo para o estoque. Como estávamos somente nós, Carol, com certeza, nem pensou em procurar esconder seu bumbum. Naty comia com os olhos a bunda da Carol. Realmente Carol estava uma delícia! A calcinha do biquíni estava bem enfiada no bumbum, que estava totalmente empinadinho, por ela estar subindo a escada, mostrando pano somente no início de sua xaninha na parte de trás. Acredito que a visão deixou Natália em transe, pois ela nem percebeu que eu a observava. Quando Carol acabou de subir, perguntei para Natália: “Que visão maravilhosa! Não acha”!? Acho que ela, ainda um pouco em transe, respondeu: “Maravilhosa mesmo”! – descendo uma das mãos até próxima de sua bucetinha por cima do short.

Então ela volta a si e toma um susto com minha pergunta e, acredito que mais ainda, com a resposta que ela deu. Digo a Naty para não se preocupar, pois já há muito tempo tanto eu, quanto Carol, já percebia os olhares e as insinuações dela para minha namorada. Inclusive confessei que já havíamos fantasiado uma deliciosa transa entre nós três. Noto que a Naty ficou com um pouco de vergonha, mas, ao mesmo tempo, vejo que ela aprova a idéia da transa. Pergunto: “Quer ver e experimentar mais a Carol”? Ela balança a cabeça positivamente. Chamo-a para subir ao estoque. Vou à frente e Natália me segue.

Carol estava arrumando, em uma mesa, várias peças de roupa. Chego lentamente por trás dela, beijando sua nuca e sussurrando em seu ouvido: “Amor, vamos realizar aquela fantasia com a Naty hoje”. Sinto Carol se arrepiando todinha. Chego para o lado e retiro a mini-saia dela. Natália já estava no estoque observando atentamente. Digo para Carol que a Naty havia adorado vê-la subindo as escadas. Carol olhou para trás com um sorriso malicioso e, com o bumbum à mostra, começou a rebolar para Natália, que retribui o sorriso de minha namorada com um sorriso mais malicioso ainda. Carol me beija, enquanto Natália se aproxima de nós. Minha namorada se vira, encostando-se à mesa e puxando Naty para si. Eu, bem próximo, começo a admirar aquela cena mais que excitante. As duas começam a se beijar deliciosamente, esfregando-se e se acariciando com muita volúpia! A excitação estava no ar! Nunca pensei que eu ficaria com tanto tesão ao ver Carol amando outra garota! Puxo o laço que sustentava o sutiã do biquíni da Carol, deixando seus seios aparecerem para delírio de Natália, que começa a chupá-los gulosamente. Carol me beija novamente, acariciando meu cacete, que já estava duro que nem rocha, por cima do bermudão, pedindo para eu tirar a roupa de Natália. Tiro a camiseta e o top, oferecendo à minha amada os seios da Naty. Ela os acaricia começando a chupá-los, fazendo Natália gemer de prazer. Tiro o short de Naty, deixando-a somente com a tanguinha e decido somente observá-las enquanto tiro minha roupa.

As duas pareciam panteras, querendo uma devorar a outra em beijos de tirar o fôlego. Naty livra Carol da calcinha do biquíni, que se assenta na mesa, abrindo as pernas e oferecendo, lascivamente, sua bucetinha à boca de Natália. Podia ver a excitação de minha namorada! Ela olhava para mim com um olhar radiante e um sorriso que se traduzia a um muitíssimo obrigado! Natália chupava gostosamente Carol, lambendo seu grelinho, os lábios vaginais e todo mel que emanava da gruta de minha namorada. Carol rebolava na boca de Naty, acariciando os cabelos castanhos daquela branquinha. Começo a me masturbar assistindo privilegiadamente aquela cena tórrida entre duas deliciosas ninfetas. Carol dizia, entre gemidos de prazer, palavras sem nexo, vulgares e extremamente excitantes: “Vai gostosa! Suga minha buceta! Tesão! A putinha gosta de lamber xana!? Toma buceta! Chupa! Chupa! Depois é minha vez de provar essa tua xana”!

E assim vi minha namorada gozar na boca da Naty, que sorveu todo seu delicioso mel. Não aguentei, peguei Natália e beijei-a deliciosamente, com ela compartilhando o gozo da Carol comigo. Natália desce uma das mãos, enquanto nos beijamos, e começa a acariciar meu cacete que pulsava de tesão! Ela se vira para minha namorada e, com um sorriso maroto nos lábios, pergunta-a: “Posso provar esse meninão também”? Carol se recompondo do gozo que acabara de ter, sorri e balança a cabeça em afirmativo para Naty e dizendo para mim: “Amor, esta putinha tem uma boca deliciosa”!

Assento-me em um puf encostado em uma prateleira no estoque e ofereço o cacete para aquela chupadora inveterada. Ela se ajoelha à minha frente, pega o cacete e começa me masturbando lentamente, enquanto passa a língua na cabeça do caralho, que estava enorme e vermelha. Então vai passando a língua por toda extensão do cacete, até chegar ao meu saco, empinando o seu bumbum, ficando de quatro. Carol sai de cima da mesa e segue em direção a Naty, ajoelha-se também e começa a acariciar o bumbum e a bucetinha daquela ninfeta que me lambia. Natália começa a me chupar deliciosamente, alternando entre meu saco e meu cacete, enquanto Carol já lambia seu grelhinho, metendo dois dedos em sua gruta. Era fascinante admirar minha namorada fudendo com a língua e os dedos uma ninfeta como ela. Carol também começou a lamber o cuzinho de Natália, que rebolava provocativamente, ao mesmo tempo em que abafava seus gemidos de prazer com meu cacete pulsante em sua boca deliciosa. A ninfetinha realmente sabia chupar extremamente bem.

Carol, que me conhece muito bem, percebe pelos meus gemidos e gestos que eu estava a ponto de explodir em gozo, então, rapidamente, se pôs ao lado de Natália e passou a compartilhar meu cacete com ela. Fui às nuvens quando senti a boca daquelas duas fêmeas famintas devorando, juntas, meu caralho e, não suportando mais tanto tesão, derramei meu leite quente em seus rostos e lábios. A Carol ainda fez questão de chupar meu cacete até ficar totalmente mole, limpando-o completamente, enquanto Natália ainda lambia meu saco. Depois de limparem meu cacete totalmente, as duas ainda se beijaram ardentemente, compartilhando meu gozo. Ainda se acariciaram, esfregando uma xaninha na outra, até gozarem juntas, para meu exclusivo deleite em observar duas ninfetas se amando tão intensamente.

Quando gozaram, resolvemos nos vestir e seguirmos para um motel, pois ainda não tínhamos esgotado todo nosso tesão. Mas a continuação fica para o próximo conto.

Comentários

25/10/2016 18:26:50
Ótimo conto, parabéns
12/10/2016 22:57:52
Ótimo conto!
27/02/2009 12:28:31
kara sua namorada dve ser mt gostosa sera que vc me dava ela tb prta eu fude_la me add [email protected] seu conto vale mil mt mesmo adorei

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