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Na festa, ela fez a festa com outro

Autor: Clark
Categoria: Heterossexual
Data: 02/07/2009 09:18:39
Nota 10.00
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Era noite de sábado, ela estava radiante, linda e ia sair sem mim. Nós já estamos casados a tempo suficiente para sabermos o que cada um quer e o quanto nos amamos. Uma festa não é motivo de ciúme. Era uma festa da universidade onde trabalha sua amiga, também casada. Um loira deliciosa que tem uma cara de safada que alegra qualquer homem.

Elas queriam sair só as duas, há um bom tempo. Elas dizem que toda mulher casada precisa fazer isso de vez em quando, para espairecer.

Uma loira e uma morena. Ambas casadas e soltas na noite de sábado. Poderosas, lindas, gostosas e independentes. Isso não podia mesmo acabar de forma ingênua...

Minha Lúcia voltou para casa por volta das 4 horas da manhã. Estava ainda radiante. Nem parecia cansada. Algo nela indicava que estava muito feliz. Cara de satisfeita. Quando ela entrou no quarto e me deu um beijo, senti cheiro de shampoo, como se ela estivesse se banhando a pouco tempo. Fiz sinal para que se deitasse ao meu lado nua, como eu estava. Ao tirar o vestido percebi que não havia nada por baixo de sua roupa. Ela estava com um vestido de alcinhas, meio curto, fácil de tirar. Vestido de festa. Ela viu que eu notei a ausência de sua calcinha sexy, que a vira vestir para sair e demonstrou constrangimento e, em pé, ficou me olhando por segundos que parecera uma eternidade. Logo a peguei pelo braço e gentilmente a puxei para a cama. Ao encostar-me em seu delicioso corpo nu, vi que estava ligeiramente ansiosa ou receosa. Notei que algo havia acontecido. O olhar de satisfeita e feliz deu lugar a um olhar medroso, lindo de morrer, por perceber que eu havia notado algo. Eu a conheço bem e já sabia: Ela tinha aprontado!

Alisei o cabelo dela gentilmente e perguntei se ela queria me dizer algo, ela disse não saber. Ao afirmar para ela que achava que ela tinha feito uma traquinagem muito gostosa e que parecia que essa traquinagem tinha dado muito prazer a ela, ela sorriu meio sem graça e me falou de uma só vez: “Eu dei gostoso! A Miriam também!”. Meu pau, que já estava dando sinal de vida, deu um pinote de uma só vez e, muito duro, encostado na barriga dela, a incentivou a continuar e ela falou ainda: “Não era uma fantasia sua? Você não disse que eu podia? Então... Hoje eu não resisti à um homem gostoso. Está bravo?”. Beijei-a na boca e lhe disse: “Não. Quer me contar tudo, meu amor?”. Ela abraçando-me e, contou o seguinte:

Na festa, por volta das 23 horas, entraram dois homens, um moreno e um loiro. Ambos aparentando ter por volta de quarenta anos, muito bem vestidos e bonitos, que logo assediaram as duas. Eles a convidaram para dar uma volta na cidade, já que eram de fora e tinham ouvido falar que a noite de nossa cidade é muito animada. Afirmaram que em companhias tão bonitas, conhecer os bares locais seria mais agradável. As duas conversaram entre si e, já animadas, decidiram sair com aqueles homens. Lúcia disse que argumentou com Miriam que elas tinha direito de flertar com homens bonitos. Sua amiga a lembrou que estava na cara que eles queriam sexo. Lúcia disse a Miriam que seria ótimo, pois estava disposta fazer exatamente isso com outro homem e que naquela noite já havia se decidido: Ia dar! Miriam sorriu e concordou, afinal a idéia te dar para outro homem que não seu marido, ainda mais charmoso como aqueles a excitava e ela queria faz tempo. Estava iniciado o ataque. As duas saíram juntas da festa, com seus acompanhantes, no carro delas.

Por volta de meia noite já estavam saindo de um quando o moreno beijou Miriam, que correspondeu gulosamente, dentro do carro. Lucia também fez o mesmo, não resistindo à investida desejada de seu acompanhante e ao sentir as mãos de outro homem tocando-a, sua vagina inundou-se com tesão. A fera havia tomado o lugar da bela. Estava caçando agora. Miriam começou a dirigir, enquanto Lúcia, no banco de trás, era beijada e abraçada pelo estranho cheiroso. Sentia suas mãos percorrerem seu corpo. Estava excitadíssima. Nem ligou quando ele abaixou seu vestido e começou a beijar seus seios. Queria isso. Miriam comentou que estava em desvantagem, por estar dirigindo. Seu acompanhante sorriu e a tocou sugerindo que fossem para o hotel em que estavam hospedados. Elas trocaram olhares cúmplices e foram. Chegando lá, cada uma para o quarto de seu amante. Minha esposa combinou com Miriam que iria de taxi, e que não se preocupasse, pois ela não estava com pressa. Miriam brincou dizendo que iria embora rápido, pois seu marido não era tão compreensível quanto eu e já era muito tarde.

Ao entrar na suíte de seu amante, minha esposa o beijou com volúpia. Ele a conduziu para o quarto, sem parar de beijá-la. Ela sentou na cama, olhando seu amante, tirou o sapato e, ficando em pé pediu: “Tira minha roupa, macho gostoso. Me faz sua!” Olhando-a nos olhos, ele soltou as alças de seu vestido, tirando-o e deixando aos seus pés, fazendo com que ficasse só de calcinha. Ele beijou sua boca gostosa e, descendo pelo seu pescoço, chegou aos seus seios, beijando e sugando suavemente cada um dos mamilos. Ela gemia e arfava: Ia dar para outro homem. Sua excitação era forte e aumentava à medida que sentia a boca e o corpo de seu amante.

Ele a deitou suavemente na cama e tirou suas próprias roupas, ficando completamente nu, com o pau duro, em riste. Lúcia viu que o pênis de seu amante era muito maior que o meu. Sentiu sua boca salivando. O pênis era lindo. Ele tirou a calcinha dela, olhando-a nos olhos. Ela sorria levemente, feliz e excitada. Ele deitou seu corpo sobre o dela e ela quase teve um orgasmo ao senti-lo esmagando a com seu delicioso corpo. O pênis duro cutucava sua vagina enquanto ele beijava sua boca. Novamente foi descendo, beijando seu corpo, ora com suavidade, ora com força. Ela já ansiava por ser penetrada, sua vagina estava inundada. Queria ser comida de verdade. Nem acreditou quando ouviu sua própria voz falando: “Me fode! Mete esse pau gostoso em mim!”. Abriu suas pernas, oferecendo sua deliciosa buceta ao seu amante, que, com calma, beijou, sugou e apalpou-a. Ao sentir a língua de seu novo amante invadindo seu sexo, gozou gostoso. Ele não parou, continuou beijando suas pernas e chupando-a. Ela gemia alto. Ela queria mais e o puxou para si, fazendo com que seu enorme pênis ficasse sobre sua vagina. Abriu mais suas pernas e implorou para ele: “Mete, por favor, mete! Me fode! Quero seu pau!”. Ele cravou seu pau na buceta de minha doce esposa. De início com calma, logo imprimindo maior vigor, até chegar ao fim. Sua linda boceta estava abrigando um pau de avantajadas proporções. Ela se sentia plena, preenchida, feliz. Gozou novamente. Ele iniciou um vigoroso movimento de vai-e-vem, cravando seu pau na boceta gostosa de minha Lúcia. Ela gemia, se contorcia e puxava-o para si, sentindo suas bolas baterem em sua boceta. Gozou mais uma vez, urrando de prazer. Sentiu ele cravar com mais força e sabia que o gozo de seu amante estava vindo. Gemia e mandava ele meter mais, falando para ele encher sua bocetinha de esperma, dizendo: “Goza, me enche com sua porra! Me fode! Mete...huuumm...Me come...faz meu marido de corno, come a putinha dele, come...me fode...huuumm!!!”. Logo ele a inundou com seu prazer. Ela podia sentir as contrações, aumentando as estocadas. Aquele pênis enorme foi mais fundo ainda, inacreditavelmente. Ela gozou junto com ele agora, gemendo muito. Os dois ficaram abraçados, com ele ainda dentro dela, por uns dez minutos. Ela sentiu seu pênis amolecer. Mas ainda não estava satisfeita. Queria mais.

Foram ao banheiro. Ela o ensaboou, lavou seu pênis e admirou-o, dizendo achar incrível como conseguira abrigar aquela enormidade. Sentiu endurecer novamente. Abaixou e o colocou na boca. Sentiu uma vontade irresistível de chupar aquele belo pau. Ela estava disposta mesmo. Mal cabia em sua boca. Ela chupava com dificuldade, ajoelhada na frente dele. Ele a levantou suavemente, deu um beijo em sua boca enquanto secava seu corpo com a toalha. Secos foram para a cama. Ele deitou-se de barriga para cima e ofereceu seu pau para que ela continuasse a chupá-lo. Ela não se fez de rogada, caprichando na bela chupada. Conseguia enfiá-lo na boca, lambendo-o enquanto massageava seu saco e sua bunda. Ela, que não gostava de chupar meu pau, estava chupando o pau de um estranho como uma profissional. Ele logo anunciou seu gozo, que ela engoliu tudo, fazendo-o urrar de prazer.

Eu mal acreditava, o meu ela nem chupava, o de outro ela fazia completo. Ela me disse que bem que eu sempre dizia que o tesão ia solta-la. Ela se sentia poderosa, dona de si, cheia de vontade. Não ia desperdiçar isso.

Ele trocou de posição, querendo lhe dar o mesmo prazer. Caprichou novamente, lambendo, chupando e massageando sua linda bocetinha. Ele massageava toda a extensão de sua vagina, enquanto descobrindo seu clitóris, lambia-o. Ela delirava. Disse que nunca fora tão bem chupada assim. Quando ela estava quase gozando, ele, com os dedos umedecidos, penetrou sua bunda, enquanto a chupava. Ela nunca tinha deixado eu fazer isso, mas agora forçava sua bunda de encontro ao dedo daquele homem, gozando loucamente em seu rosto. Mais calmos, ficaram se tocando e acariciando mutuamente em silêncio. Vendo que o pau dele estava novamente ereto, chupou por um momento, fazendo com que endurecesse mais e, de quatro, se ofereceu para ele, dizendo: “Mete gostoso!”. Ele sem perdeu tempo cavalgou minha linda esposa, penetrando sua boceta de uma só vez e, segurando-a pelos cabelos, metia forte. Apertava sua cintura e chamava a de puta deliciosa, com de expressões de tesão e carinho, dizendo que ela é uma delicia. Ele gozou novamente, caindo exausto. Ela não gozou. Ela estava vencendo o garanhão. Abraçou-o e ficou falando coisas no ouvido dele, provocando-o, o que fez seu pau levantar novamente. Ela, acariciando-o disse que ia lhe dar um presente e, virando de costas disse para ele comer sua linda bunda. Encostando-se a ele, que estava ajoelhado, abriu as pernas e pediu para ele lubrificá-la. Ele passou lubrificante intimo em seu pau e no cuzinho lindo dela. Até consigo imaginar a cena: Ela encostada nele, meio sentada, corpos nus. Seus lindos e longos cabelos negros entre seus corpos claros. Um tesão. Ele iniciou a penetração lentamente, segurando-a. Nem acreditava que ia comer a linda bunda de minha esposa. A alegria dele era incontida. Lúcia estava disposta recompensá-lo pela noite maravilhosa. Ela me disse que doeu de início, mas ele era cuidadoso e provocava uma dorzinha especial, com tesão.Quando ela sentiu que aquele pau enorme já estava todo dentro dela, a dor sumiu e ela começou a rebolar lentamente, com mais tesão. Sentiu sua excitação aumentando enquanto ele fazia o movimento de vaivém, com uma mão em seu seio esquerdo e a outra na sua boceta, massageando seu clitóris. Ele a penetrava forte, apertando-a, ela gemia e rebolava. Os dois gozaram juntos intensamente. Desabaram exaustos. Ele ficou novamente dentro dela, até amolecer. Ficaram se acariciando por algum tempo, mas logo ela se banhou, vestiu-se e o beijou, despedindo de seu amante, com os olhinhos brilhando de satisfação. Ele pediu sua calcinha de lembrança. Sem titubear, ela tirou e colocou em sua mão. Veio embora sem calcinha, só de vestido. Tomou um taxi e veio para casa.

Ela me contou tudo isso me punhetando lentamente, com a cara mais safada do mundo. Olhou-me nos olhos e disse: “E agora?Dei mesmo para outro homem...”. Nada respondi e, abraçando aquele corpo maravilhoso, sentido sua deliciosa pele, beijei-a com vontade. Em seguida olhei a nos olhos, enquanto me colocava sobre ela e a penetrava. Gozei intensamente quando a ouvi me perguntando em meu ouvido enquanto rebolava, cheia de tesão: “Gostou de saber que sua esposinha deu gostoso para outro homem, como uma putinha?”. Gozamos juntos, forte. Em seguida adormecemos nus, abraçados e felizes.

Comentários

02/07/2009 16:00:58
é isso ai, parabéns em ter uma mulher assim
02/07/2009 15:16:31
Amigo, se foi mesmo verdade voce acaba de descobrir a delicia que é ser casado com uma mulher linda, liberada e safada. Aproveite.

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