Casa dos Contos Eróticos


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meu iníco

Um conto erótico de nonelike
Categoria: Heterossexual
Data: 17/07/2009 22:09:31
Nota 9.83

Mamãe sempre gostava da companhia de tia Carol. Eram quase da mesma idade, apesar de serem irmãs só por parte de pai.Tia carol e eu nos dàvamos muito bem e ela adorava me chamar de "meu gatinho gotoso". Eu, é claro, gostava do "gotoso", pois apesar de estar com 14 para 15 anos, me achava o "rei da cocada". Tipo " Mulheres,cheguei!!! " Achava e tinha certeza também que ela era muito "gostosa", nos seus 26 aninhos, corpinho enxuto,seios médios,bundão lindo e coxas lisinhas que eu, sorrateiramente olhava quando estava sentada distraída conversando com mamãe.Que aliás ainda era mais gostosa que tia Carol. Só que tia Carol eu nunca vira nua. Mamãe sim. Esse aliás, era o detalhe das minhas intermináveis punhetas tomando banho, naquele banheiro onde fora levar a toalha para que ela se secasse. Amava aqueles seios gulosos de mamilos grandes, aquele ventre sinuoso,aquela bundona empinada que tantas vezes secara para ela e aquela buceta bem depilada com uma tira de pentelhos espessos, que era o único lugar onde não deixava que eu secasse. Falava que a intimidade de uma mulher não era para ser tocada por ninguém e isso ela ainda iria conversar comigo um diaMeu pai era bacana. Admiro-o por ser trabalhador,honesto e sincero. Porém se dedica demais ao trabalho,esquecendo-se até da familia. Esse aliás era e ainda é um dos maiores motivos das brigas intermináveis entre ele e mamãe. Gerente de vendas de uma multinacional, papai viaja sempre para o exterior, ficando por lá às vezes por 3 ou 4 meses. Não deixa faltar nada. É claro. Mas deixa a desejar quando o assunto é descansar e ficar conosco. Mamãe até ensaia que vai acabando por se separar dele, numa de suas brigas. Mas no fundo gosta de ser livre. Principalmente para sair. E esse é um dos seus prazeres preferidos. Por isso que Tia Carol não desgruda dela. Todo canto que alguma está; também lá está a outra.Pois bem. Depois de contar isso tudo, vou ao que interessaEstava eu, no ultimo ano do médio, preparando-me para o vestibular. Portanto na maior expectativa da faculdade vindoura. Quase não saía de casa, apesar de ter alguns colegas que faziam de tudo para que saísse para me divertir com eles, mas o meu negócio era mesmo estudar. Mamãe saía com minha tia às sextas e sábados,após o trabalho,retornando de madrugada ou pela manhã. Tinhamos uma empregada durante a semana, que cuidava do almoço e, de quase tudo em geral, menos sábados e domingos, ficando eu assim, à base dos "sandubas da vida", ou então comprava comida pronta em qualquer lugar que tivesse. Mamãe me pedira numa dessas sextas, que fosse buscar tia Carol na rodoviária, pois ela sairia da loja onde trabalhava mais tarde e não daria para pega-la e depois fosse apanha-la também no seu trabalho. Concordei na mesma hora, pois assim poderia ir com o carro de papai que agora estava liberado. Porém fora isso, nem pensar. Ia dirigindo pensando na "gostosa" tia Carol, que a cada dia me instigava mais. Conseguira na ultima vez que estivera lá em casa, ver a calcinha branca de renda que vestia, num momento de distração sua, folheando uma revista sentada no sofá. "Que delícia! " Pensei eu. Ainda vou ter o prazer de invadir aquela calcinha a dentro!Chegando lá estacionei por alguns minutos, até vê-la surgir me acenando sorrindo. Parecia uma miragem linda naquela tarde de sol desaparecendo no horizonte. Os cabelos cacheados negros soltos e o corpo vestido numa camiseta branca fina de malha, sem sutiã, transparecendo os bicos empinados dos seios. A saia larga de ramí, quase subindo ao ímpeto do vento que se formava, talvez anunciando a chuva que estava prestes a chegar, não sabia quando. Entrou no carro sorridente, dando-me um beijo caprichado. Quase perto da boca. Segurei-a pelos ombros e, enquanto a abraçava procurava olhar para os peitos lindos furando a blusa. Seguimos dalí para a loja, onde mamãe trabalhava, depois indo para casa. Naquele dia não sairiam, pois mamãe estava um pouco chateada. Discutira com meu pai pelo telefone, pois o mesmo dissera que ainda não estaria em casa naquele fim de semana. Somente na terça ou quarta-feira da outra semana. Assim, ficaria em casa naquela sexta e veria um filme que pegara na locadora. Achei magnífico. Teria duas mulheres para ver o tempo todo naquela noite! Pediram que comprasse algo para comer e sugerí massas, pois havia um restaurante de massas perto de casa. Assim, fui para lá, deixando as duas batendo papo na sala. Em vinte ou trinta minutos estava de volta, indo até à cozinha, onde deixei o jantar sobra a mesa. Ao voltar à sala, percebí que as duas riam muito dentro do quarto. Curioso me aproximei da porta a fim de ouvir sobre o que falavam e, para minha surpresa, estavam falando de mim! Me aproximei mais da porta que estava entreaberta, escondendo-me no canto e ouvindo minha mãe dizer: - Vou fazer o Junior colocar aquele pirocão todo prá voçê mamar, sua gulosa! Estavam falando de mim!!! Minha curiosidade aumentou mais ainda, quando mamãe disse para tia carol: Ele nem imagina o que vou fazer com ele! E voçê vai poder matar o tesão que está sentindo por ele! Minha curiosidade aumentou mais ainda ao ouvi-las combinando o que vestiriam naquela noite.Sem me conter, decidi espiar sorrateiro pela fresta da porta o que estava acontecendo e, para minha surpresa ví que ambas estão nuas. Mamãe pegara uma camisola e entregara outra para tia carol, que diante do espelho se mirava. Agora eu a vira nua e era lindíssima! Podia ver os seios agora livres, não como estava no carro e a densa penugem no meio das coxas contracenando com a bunda maravilhosa que ela fazia questão de girar prá lá e prá cá, diante do espelho. Mamãe também nua, mirava o corpo também, perguntando: - Quem será que ele vai querer comer primeiro. Eu ou voçê? Tia carol sorrindo disse: É claro que sou eu, bôba. Sou a titia mais gostosa da face da terra! Do meu esconderijo, assentí que não. Jamais! Mamãe teria o primeiro lugar em tudo! Não fôra a tôa que eu punheteava todos os dias pensando naquela coisa linda. Agora alí, massageando a piroca e vendo as duas nuas, sentia um desejo só: Possuí-las como duas putas, fazendo-as sentirem muito e muito prazer. Percebí que as duas iriam sair do quarto para o banho e me recompus, caminhando para a cozinha, onde desembrulhei o jantar. Logo as duas apareceram rindo e cochichando, enroladas em toalhas. Mamãe veio em minha direção segurando-me pelo queixo e dizendo: - Voçê hoje é gotosão da titia e da mamãe, gatinho. Vamos deixar voçê admirado! Dizendo isso entrou no banheiro, onde a outra já iniciara o banho. Sentí uma sensação estranha e quase um pânico. Pensei: - E agora? O que poderia acontecer depois daquilo? Seria normal fazer aquilo? Essas e outras perguntas me bombardeavam, quando de repente mamãe gritou-me do banheiro que fosse até lá. Pedí-lhe que esperasse pois estava trocando de roupa. Quase correndo, fui até o quarto, onde tirei toda a roupa, colocando um short fino de malha. Volttei de lá, ainda meio atônito. Porém na expectativa do que iria acontecer alí. Ao entrar, mamãe me aguardava fora do box, enquanto tia carol ainda se encontrava embaixo d'água. Estendeu a toalha para mim ordenando que lhe secasse as costas, virando-se. Imediatamente peguei a tolha, começando a fazê-lo. Porém estava exitado,o pau em riste dentro do calção latejando intermitentemente. Sentia a cabeça dele doer de tão duro que se encontrava. Fui secando-lhe devagar e, ao tocar-lhe a bunda, demorei-me mais alí. Seus cabelos tocaram em meu rosto ao joga-los para trás, para em seguida enrola-los. Virou-se, ficando de frente, olhando o volume no short, enquanto eu continuava a secar-lhe o pescoço, seios, ventre, detendo-me dessa vez na buceta, secando-a e olhando-a esperando alguma reação. Só que a mesma não veio. Então me detive alí, forçando a toalha no meio das coxas ao mesmo tempo que percebia que ela abria-nas totalmente. Fiz questão de abaixar-me enquanto secava aquela racha,sentindo a pressão que ela fazia de encontro a mim. Saí dalí, secando as coxas, indo até os pés e ao levantar-me, para surpresa minha, sentí sua mão segurar meu pau por fora do calção, apertando-o, para em seguida retira-lo para fora, dizendo: - Nossa; como está gostoso esse pirú, meu amor. Vou fazer voçê sentir prazer com ele! Dito isto, abaixou-se, puxando consigo o calção, me deixando totalmente nú. Segurou-o apertando e iniciando uma punheta suave. Meio tonto, observava-lhe alí agachada diante de mim totalmente nua, agora esfregando a piroca no rosto, nos lábios e depois fazendo-a desaparecer na boca, iniciando uma mamada deliciosa. Sentí-me nas nuvens, ao mesmo tempo em que tocava-lhe os seios, apertando-lhe e acariciando os mamilos endurecidos. Vez por outra retirava o pau da boca, punheteando-o vigorosamente.Gemia baixinho tocando a buceta, dedilhando-a. Nesse momento, tia Carol saíra do chuveiro e observava a cena. De repente veio se aproximando, tocando-me o ombro, acariciando-o. Foi aproximando o rosto do meu, até sua boca atingir minha face e pescoço, beijando-me com ímpeto. Nossas bocas se encontraram num beijo de tesão, enquanto eu com uma das mãos acariciava-lhe os seios gostosos descendo a mão a seguir para a buceta, a qual nunca havia tocado. Coloquei um dos dedos no meio da racha massageando-a. Encontrei acima uma pele saliente, apertando devagar, sentindo que ela começara a mexer com o corpo ante aquele contato. Mamãe agora, retirara o pau da boca levantando-se. Agora aproximara-se mais e ainda segurando a pica com uma das mãos, começou a roça-la na buceta, pincelando com força dizendo: -Ai, filho. Como essa pica é gostosa! Quero que voçê coloque ela todinha na minha bucetona. Vamos meter muito, querido. Voçê vai me ter todinha só prá voçê!Sentia-a toda encharcada e no roçar da piroca fazia um barulho estranho.Segurando-o firme introduziu-o totalmente dentro, abraçando me a seguir,rebolando o corpo sinuosamente, enquanto gemia soluçando. A outra agora, alisava-me a bunda com uma das mãos, enquanto com a outra apertava meus ovos com delicadeza respirando forte pela exitação que estava sentindo. De repente, mamãe balbuciou: - Vamos sair daqui prá terminarmos lá no quarto que é mais gostoso! Tirando o pau de dentro da buceta melada, segurou me pela mão, puxou-me para o quarto, sendo seguida por tia carol que me acariciava o tempo todo. Chegando lá, nos jogamos na cama e, mamãe faminta como sempre segurou a piroca, introduzindo-a na boca, mamndo gostoso. Tia carol por sua vez, agachou-se sobre o meu rosto, pedindo: Vem, mama minha buceta, meu tesudo! Sou toda sua, gostoso! Aquele momento era maravilhoso. Talvez voçês que estão lendo este relato nem imaginem como é gostosa uma foda dupla. Ainda mais sendo a mãe e a tia juntas! Agora mamãe viera por cima enterrando-se na piroca em riste. Gemia e soluçava ao mesmo tempo, enquanto cavalgava furiosamente. Tia carol gozava como uma louca, enquanto eu chupava àvidamente a bucetona que roçava com tesão em minha boca. Mamãe já não gemia mais. Agora gritava pedindo: Soca meu filho. Esse caralho todo na buceta da mamãe. Anda, seu puto! E gozava. Gozava muito. Desfalecida, caiu para o lado, dando lugar à tia carol que assumiu o seu lugar dizendo: Agora eu vou meter contigo mais gostoso que sua mãe, seu puto. Vem! Arregaça minha buceta, gostoso! Confesso que fui ao delírio. Tia carol era bem apertadinha e comprimia meu pau piscando. Estendi a mão por trás de sua bunda, colocando um dos dedos na entrada do cuzinho úmido que pisacava sem parar. Agora ela acelerava os movimentos, gozando. Forçei seu corpo para o lado, virando-me por detrás e acariciando-lhe a bunda, parando na entrada do cuzinho,que continuava melado. Fui me posicionando até roçar a pica em riste na entrada, forçando devagar até a cabeça passar, ante o choro de dor dela. Porém após alguns minutos, gemiamos de prazer e eu socava gostoso naquele cú que fizera questão de descabaçar. Mamãe estava inquieta e pedia para andarmos logo,pois ela queria fuder mais. Entretanto eu estava prestes a gozar naquele cú lindo de minha tia, que dedilhava o clitóris ao mesmo tempo que elogiava meu pau entrando e saindo de dentro dela. Tirei-o para fora, esporrando naquela bundona linda. Mamãe pegando uma toalha que estava na cabeceira, entregou para a outra, que secou a bunda melada.Caí para o lado ofegante e suado. Mamãe agora, pegando outra toalha, começou a me secar. Ao mesmo tempo que falava: - Agora vamos gozar eu e voçê. Dizendo isto, começou a me beijar gostoso e delicadamente, segurando meu e massageando-o até ficar duro de novo. Pôs-se de lado, entrelaçando seu corpo ao meu guiando a piroca para a entrada da bucetona, pedindo-me que a colocasse toda dentro. Assim fiz e iniciamos um vai e vem frenético. Conseguia mamar os peitos gulosos dela, acariciando-os ao mesmo tempo. Era muito gostoso aqueles peitões de grandes bicos! Partimos para um papai e mamãe delicioso. Só que agora era um filhinho e mamãe sensacional. Prestes a gozar eu socava com fúria beijando-lhe na boca. Titia voltara do banheiro e agora acariciava meu saco com carinho, deixando-me com mais tesão ainda. Com voz embargada, mamãe pediu-me que gozasse em sua boca. E eu, saindo rápidamente de dentro dela, pus-me de lado, direcionando a piroca para lá, que imediatamente foi inundada por uma, duas e mais um pouquinho de porra quente e espêssa, que ela fez questão de engolir,limpando com os dedos o resto para lambê-la. Assim terminamos aquela noite deliciosa, ficando amantes. Tia carol agora é casada, mas ainda vai em nossa casa com o marido passear. Papai agora pára mais e já não viaja tanto. Mamãe e eu, continuamos fudendo, é claro. Porém só no período de férias, pois papai viaja e nos deixa sós. Mamãe tem ciúmes da minha namorada, que já fiz questão de tirar o cabaçinho. Porém não acho tão boas como mamãe e titia!

Comentários

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18/01/2011 22:02:27
muito bem narrado...
10/01/2010 18:07:11
incrivel




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