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Suruba com a morena e a índia

Autor: Alvinho
Categoria: Grupal
Data: 21/10/2009 16:36:24
Última revisão: 26/01/2010 09:21:14
Nota 9.00
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Na empresa onde trabalho as auxiliares de serviços gerais trabalham sempre em duplas, no meu setor, trabalhavam uma negra, com lábios carnudos e uma bunda muito gostosa e uma baixinha com carinha de índia, com olhos puxados, cabelos lizinhos e peitinhos pequenos e bicudos.

As duas, risonhas, começaram acanhadas, intimidadas pela minha posição hierárquica e a delas, mas costumo ser gentil com todos e sempre dava espaço para limparem minha mesa e varrerem a sala. Foi nestes movimentos que me excitei com as duas ao ver pelo decote da farda da Índia os seus seios, vi que não usava sutiã os movimentos para passar o pano na mesa, fazia os balançarem dentro do uniforme de um jeito muito sensual.

A morena então eu adorava vê-la varrer a sala, pois pela calça de tecido que usava sempre percebi que as suas calcinhas eram cavadas e deixavam a bunda dela bem aparente, e o seu uniforme também dava brecha, mas ela tinha seios maiores e sempre usava sutiã ou um top, facilmente visto pelo decote.

Percebi que elas não eram tão santinhas, pois via sempre os seus colegas de faxina comentarem de que eram umas pilantrinhas, que já tinham dado para quase todo os motoristas e mecânicos e que vez ou outra quando saiam ficavam bebendo num bar atrás da firma da hora que saiam, cerca de duas da tarde até umas sete da noite numa putaria só .

Aos poucos fui conquistando-as com a minha simpatia:

- Bom dia Morena. bom dia Índia. Tudo bem com vocês hoje? Estão maquiadas, hummm hoje tem!

- Bom dia “dotô”, hoje é sexta e gente tem que aparecer... não é?

E aquilo ficava em nossa rotina diária. Até a minha secretária, brincava com as duas transparecendo um clima de descontração e sem demonstração de falta de respeito.

Um dia eu levantei para elas limparem minha mesa e a Índia, se abaixou e pude ver todo o peitinho dela. Pele morena clara, uma marquinha leve e os mamilos marrons, bicos grandes e soltos dentro de sua blusa. Babei! A morena percebeu e me olhou com uma carinha de safada, e pude perceber que ela logo mirou meu pau na calça social que deu uns pulinhos com a visão.

Então ela soltou:

- Ei Mila (Índia) cuidado que hoje o “dotô” não tira o olho.

Eu fiquei desconcertado e até chateado com a morena, mas a índia nem parou e disse:

- O que? O doto está querendo ver o que? Nem tenho o que mostrar pra ele, meus peitos não dão pra nada. Espia!

Ela então esticou a camisa, como se quisesse marcar os seios e me encarou.

A cena me deixou encurralado. Minha secretária na sala ao lado e as serventes se insinuando pra mim. Mas que tá na chuva é pra se molhar mesmo, respondi:

- Não fale assim. Pelo pouco que pude ver seus seios são lindos. Não se desvalorize.

A morena já ficara com uma pontinha de ciúmes pelo que eu disse e desatou:

- É por que os meninos dizem que ela tem peito de “minina”, e ela “num” gosta.

- Pare com isso Isa (Morena)! O que o “doto” vai pensar.

- Fique feliz com isso Índia, eu por exemplo adoro peito de menina, são muito excitantes.

- O senhor gosta só de peito pequeno, é “dotô”?

Complementou a morena, já visivelmente excitada e já nem varrendo mais somente escorada na porta. O clima realmente tinha esquentado naquela sala às 09 da manhã numa terça feira. A Rosangela, minha secretária entrou na sala e sem entender nada sentou para me mostrar um fax e elas voltaram ao serviço.

Mas a morena, propositadamente, abriu um dos botões do uniforme e foi varrer de uma forma que eu pudesse ver os seus peitos pelo seu decote. A índia percebendo continuou limpando minha mesa e sorrindo.

No dia seguinte, no horário da limpeza, eu estava lendo uns emails, quando percebo a chegada das duas. Sorridentes mais do que nunca, e com cabelos arrumados mais que o normal. A Índia nem deixou eu me levantar da mesa e já começou a passar a flanela onde percebi que também tinha deixado um botão a menos do uniforme e desta vez via quase todo o contorno do seus peitinhos a menos de dois palmos de distancia. Ela me olhava nos olhos e ainda ajeitava o decote conferindo se a Rosangela estava olhando e perguntou:

- Gostou “Dotô”?

- São lindos, já lhe disse.

Nisso a morena, pediu a flanela e disse:

- Deixa que eu termino, Mila. Hoje fica na vassoura.

Quando percebi vi pelo formato que a morena tinha vindo sem sutiã, e deixara os últimos dois botões abertos para que visse os seus peitos também. Que putinha. Os peitos da morena eram médios, com grandes aureolas negras e bicos rosados ouriçados, eram um pouquinho caídos, mas não deixavam de ser suculentos. Eu fiquei babando pelos peitos daquela negra, que ainda se virou e abriu mais um botão só para me mostrar o seu seio de lado e abriu:

- Qual dos dois o senhor prefere? O meu ou da Mila?

Eu estava sem ação. Meu pau já batia no fundo da bandeja do teclado, eu olhava a Rosangela pelo vidro e ela sem saber de um décimo da sacanagem que estava rolando naquela sala. Eu resolvi me aproveitar de vez da situação e disse:

- Hum...Não sei preciso ver os dois lado a lado para ter certeza. E também apertar para saber.

Elas se entreolharam com espanto, acho que nunca esperavam esta minha resposta. Principalmente que sempre estava acostumada a dar pra peão estava agora sendo cantada por um diretor.

- A que horas vocês saem? Vou levar vocês para tomar cerveja num lugar melhor hoje.

- As duas. Mas tenho que estar em casa as 7 pois senão o “brucutu” me mata.

Disse a morena, já topando e armando todo o esquema da putaria que seria longa.

- Não se preocupem, cuido de vocês direitinho e libero vocês antes das 7.

Nem eu acreditei no que acabara de fazer, eu estava marcando para sair com duas serventes do escritório. No meio da tarde. Mas quem pensaria em outro álibi perfeito.

Marcamos as 14:30, numa pracinha umas duas quadras da firma. Disse a Rosangela que iria sair mais cedo para resolver um problema de um cliente e que não voltava mais naquele dia.Eu estava nervoso, nunca estive numa destas. Mas fui. De longe avistei as duas tentando se esconder entre as árvores. Entraram no carro rapidamente, a morena atrás e Índia na frente.

- Pra onde vamos “Dotô”?

- Para um lugar tranquilo.

- O senhor tá lembrado do nosso horário, não está?

- Sim, teremos muito tempo até lá.

Desci a Av. das Nações e fui a um motel bem arrumado que tinha nos fundos da antiga fábrica de biscoito. O porteiro não encrencou com as duas. E peguei a suíte Impressive que tinha bastante espaço.

Elas estavam maravilhadas com o lugar, jardins muito bonitos, e na entrada a Índia disse:

- E aí Morena? Tu já viesses num deste jeito?

- Eu nunca. Só arrumo namorado liso.

- Vocês vão gostar.

Eu disse no intuito de quebrar o gelo da situação. Deixei as duas bem a vontade e me sentei na cama. As duas ficaram sem jeito, não tocavam em nada. Olhei com calma para as duas figuras que estavam no meu quarto agora sem os uniformes da empresa de serviços. A índia, não tinha o corpo bonito, quase não tinha cintura, mas o conjunto de seus seios, cabelos e rosto a tornava muito sensual. Ela vestia uma miniblusa costa nua, azul claro e um short branco bem comportado.

A morena me surpreendeu. Pois de uniforme, ela escondia o corpão que tinha, o rosto não era essas coisas, principalmente, pois não cuidava dos cabelos e usava maquiagem carregada. Mas estava usando uma calça jeans apertada, que comprovava minha teoria sobre sua bunda e os peitos estavam bem escondidos numa blusa de alças preta, com sutiã de alças transparentes aparecendo.

- E ai? Viemos aqui para ver o quarto ou para o que?

Perguntei para ver se elas se soltavam. A morena veio e disse:

- O senhor é que nos chamou aqui, o que vamos fazer?

- Vamos fazer o concurso dos peitos mais bonitos.

Preparei um drink co whisky para mim e elas pediram uma cerveja. Coloquei no copo para a Índia e a Morena tomou um gole grande na lata mesmo, já pedindo outra.

A índia estava murcha, chamei-a para perto e lentamente fui tirando sua blusa. Ela nem reagia. Libertei os dois peitinhos dela. Minúsculos, mamilos estufados como limões sicilianos, os biquinhos arrepiados denunciavam o estado de excitação da baixinha. Toquei de leve os seus biquinhos e ela me olhou com uma carinha de choro e disse:

- Eles são pequenos “dotô”. Não enchem barriga de ninguém.

- Pois eu os amei.

Eu lambi os biquinhos dela, arrancando um suspiro de olhos fechados. Apalpei

os peitinhos da índia enquanto ouvia seu coração bater forte com minhas lambidas. A pedi para tirar a roupa toda.

- Vem morena. Mostra o que tu tens de bom!

A morena, fez um mini show, tirando a blusa. Já tirando a calça. Mostrando uma lingerie amarela que constratava muito bem com sua pele negra. Neste ponto a índia já estava sem a calça e ela usava uma cueca feminina rosa.

A morena veio se aproximando de mim:

- Tira meu sutiã “dotô”, vai!

Puxei as alças do sutiã dela pra baixo, revelando os seios morenos daquela negra safada. Eles eram redondos, os mamilos grandes estavam bem enrugados e os biquinhos rosadinhos brilhavam. Minha mão cobria os peitos na medida certa. Olhei e vi a índia já sem calcinha, mostrando a bucetinha com pelos ralos, mas cobrindo toda virilha, deixando só os lábios aparecendo.

A morena chegou bem perto e passou os peitos na minha cara:

- Dotôzinho que mamar? Quer? Mama na neguinha mama!

Chupei aqueles peitos como se esperasse me saciar de leite. Chamei a índia para perto e apertei os seus peitinhos ao mesmo tempo em que chupava os da morena.

Passei a alternar as chupadas ora no macio seio negro da morena, ora no peitinho inocente da índia.

A índia passou a desabotoar minha camisa e tirou com cuidado, colocando a sobre uma poltrona. Enquanto isso eu arriava a calcinha da morena, mostrando uma bucetinha de pelos bem crespos, raspada recentemente de lado, e que estava bem perfumada. Ela por reflexo tapou a xoxota com a mão e me empurrou na cama. A índia tirou meus sapatos e a morena puxou minha calça. A morena veio e puxando minha cueca pra baixo, já foi engolindo meu pau. A índia ficou olhando e a chamei para lhe dar um beijo enquanto apertava os seus peitinhos.

A morena chupava muito bem, ora ela tirava o pau da boca e punhetava um pouco, ora engolia tudo. Os seus grossos lábios envolviam todo o meu cacete e ela babava bastante durante o boquete, o que deixava a chupada muito gostosa.

Estava muito bom e mandei a índia ajudar. A índia, segurou os cabelos para trás e ajeitou com graça o meu pau para engoli-lo enquanto a morena veio buscar seu beijo. Sua língua era grossa e ela tinha um hálito de pasta de dente. Toquei sua bucetinha sentindo os pelos espetarem minha mão e senti que estava bem molhada:

- Dotôzinho se prestando com as “piniqueiras* ”, hein? Tu gosta da mundiça mesmo, né? Tua mulherzinha não faz o que a gente faz?

Olhei para a índia que chupava meu pau deixava os peitinhos pendurados.

- Vou fuder as duas hoje. Que me diz?

- Arromba a tua neguinha e tua indiazinha, dotôzinho. Bote pra quebrar em nós.

A índia chupava tão suavemente meu pau que quando a morena assumiu não deu um minuto eu gozei. A puta deixou melar sua cara e a índia veio se lambuzar também. Ela veio e chupou o meu pau melado tão gostoso que logo em seguida eu estava a postos de novo.

Peguei uma embalagem de camisinha no criado e vesti o bicho, a morena assumiu o comando e veio por cima. Encaixou meu pau em sua bucetona de uma vez, senti meus pentelhos roçaram nos seus. Chamei a índia e mandei ela sentar na minha cara.

Ela estava bem cheirosa, perfume de sabonete lux, apertava seus peitinhos e chupava sua buceta peluda. Ela era toda pequena e rebolava muito na minha língua, senti a morena abraçá-la por trás e apertar os seus peitinhos também. Me afastei um pouco para ver a cena. A morena e índia, se acariciando a índia sentou na minha barriga e a morena enfiando os dedos na sua bucetinha eu metia na morena e apreciava a cena. A morena passou a gemer e eu ajudei a siririca da indiazinha.

A índia começou a gemer também e vi que gozaria logo. Puxei a bucetinha dela para terminar o serviço com a língua. E senti ela derreter na minha boca gemendo quase como um choro.

A morena, que já estimulava o seu grelinho enquanto rebolava no meu pau. Anunciou que ia gozar também. A índia pegava nos peitos da morena e mandei ela os chupar. Que visual lindo, a negra gozando em cima de mim e a pequena índia chupando seus melões. Relaxei e gozei também dentro da morena. Elas de deitaram do meu lado, e eu só alisava as costas com uma negra de um lado e a índia do outro, ficamos conversando:

- Dotôzinho se fez hoje.

- Vocês disseram que iriam fazer o que minha mulher não faz. E aê?

Elas me olharam com ar de duvida e cobrei:

- Vai ter que rolar um cuzinho!

A morena caiu na rizada e a índia se levantou da cama:

- Não é possível. Vocês estão de sacanagem comigo.

Pela carinha de espanto da baixinha elas tinham falado nisso.

- Sabe o que é Dotô. É que eu falei que as madames não dão a bunda e que o senhor se saísse com nós. Iria querer comer o nosso rabicó. E a índia não gosta de dar o cu.

- Dei só uma vez e ardeu e sangrou muito. Faço mais nunca.

Olhei para a morena e ela topou. Eu abracei a índia e disse que iria lhe ensinar uma técnica para não doer se ela deixava. Inclusive se ela aprendesse poderia dar para outros caras sem fazer cerimônia. Ela franziu a testa e mandou:

- Vai na nega primeiro.

Peguei um KY na prateleira do quarto e mostrei para elas.

- Olha isso aqui é para ajudar. Veja vou lambuzar meu pau e vou colocar no seu buraquinho.

- Uuuuiiii! É gelado!

A morena gostou da sensação e assim que eu larguei a índia pegou a embalagem para cheirar. Coloquei a morena de quatro e ela nem fez drama. Encaixei a cabecinha no furico da pilantra e meu pau entrou quase que de vez até a metade.

- Aaai doto!! Vai devagar que por ai o caminho é outro!

- Cala boca sua safada que tu tava doida para levar no rabo, tu mesmo disse!

Eu estoquei meu pau nela e a índia só nos olhava. Ela perguntou a amiga:

- E aí nega? Ta doendo?

- Aahnnn! Ta muito bom Mila. AAhhhh! Deixa ele te comer pra tu ver. Aaahhhnnn!

Seu cuzinho era profundo e consegui meter até o talo mesmo. Mandei a morena chupar a índia que se abriu e permitiu que a negona enfiasse os dedos em sua rachinha e apertasse os seus peitos. A morena passou então a tocar uma siririca para gozar também, mas o cuzinho apertado dela me fez encher a camisinha logo. Gozei muito desta vez e gritei bastante:

- Vai rapariga! Toma nesse teu cu arrobado! Aaaahhhhhhhhh!

A Índia, com uma carinha de choro, parecia implorar para ser comida também, mas eu estava acabado, tirei meu pau todo melecado e fiquei mexendo em sua bucetinha. Estavamos todos suados e sugeri um banho em grupo para recuperar as forças.

No banho, ficamos espremidos no box do motel, a Morena,sempre mais safada, tomou a iniciativa de me lavar, e veio com o sabonete passando em mim, sempre querendo ser beijada e eu apertava a sua bunda e enfiava o dedo no seu rabinho recém explorado por mim.

A Índia, se lavou e quando ia sair eu a puxei para a festinha e então enfiando minha língua na sua boca, fui lavando com cuidado a sua bundinha:

- Deixa eu limpar este terreno que daqui a pouco eu vou entrar.

Cochichei para Índia, arrancando um gemido de leve.

- Faz devagar dotô, não tenho a experiência da Morena.

A Morena, já se enxugava e abria outra cerveja. Pedi um sanduíche e lanchamos todos pelados na cama, olhei no relógio e já eram umas 5 e meia da tarde. Agarrei a indiazinha e voltei a chupar os peitinhos dela. A morena pegou logo meu cacete e engoliu.

- Vou preparar ele para tu Mila.

A índia me beijou com vontade e logo subiu em cima de mim. Pedi uma camisinha e meu pau já em ponto de bala de novo, vesti o danado.

Primeiro meti na sua bucetinha. Bem apertadinha e pulsando bastante. Ela me olhava com uma carinha de puta e gemia a cada estocada. Era realmente muito gostosinha aquela indiazinha.

Com pouco tempo ela já me apertava com as unhas no peito, gozando e se derretendo, seus olhos esbugalhavam e ela praticamente miava sem para de rebolar. Eu aproveitei o momento e já coloquei de quatro, e coloquei só um pouquinho de KY na entrada do seu cuzinho, pois o meu pau estava muito lambuzado de sua xoxotinha.

Comecei devagar, pois senti que ela realmente era apertada. Ao enfiar a cabecinha ela chorou e pediu para tirar.

- E ai morena? Boto ou não boto?

- Atola a rola nessa rapariga.

Ela pedia por tudo para tirar, mas não atendi. Fui aos poucos conquistando seu fiofó, e a cada centímetro ela gritava. Coloquei a metade e pedi para ela relaxar. Senti que ela afrouxou um pouco deixando a penetração mais confortável e fui adiante. Ela mesmo, acho que passou a sentir prazer, pois vi um sorrisinho nela ao perguntar se estava gostando.

A morena, sacana, veio por trás como se me comesse também e forçou para eu meter de vez na pequena. Fazendo a indiazinha gritar de dor. Passei a bombar e ela gemia muito. A morena ficou do lado somente perturbando com a amiga.

- Vai Mila, agüenta a tora! Tu só macho gosta é de cuzinho mesmo! Atola dotô!

A situação era mesmo muito gostosa, e demorei muito a gozar, acho que pelas duas anteriores. Ela já não agüentava mais e pedia para parar e então aumentei as estocadas e nada de gozar.

Resolvi tirar e sacando a camisinha, mandei a morena terminar o serviço. Ela abocanhou meu pau e logo melei a cara da morena de novo. Nos deitamos de novo e a índia estava desconsolada. Cabelos assanhados e ofegante de ter seu furico** arrombado.

Fomos tomar banho e as deixei no ponto perto de onde as peguei. As duas ainda trabalham no escritório e a Índia, não quer mais saber de sexo anal. Mas eu convenci a me dar de novo por uns presentinhos de vez em quando. Já a morena, já até me pagou um boquete no escritório.

Até a próxima

[email protected]

* Piniqueira é um termo usado no nordeste para as empregadas domésticas ou faxineiras.

** Sinônimo de cu.

Comentários

13/11/2010 23:38:51
Nota 7.
26/01/2010 09:22:22
Obrigado pelos comentários. Leiam os meus outros contos e me digam o que gostaram
21/10/2009 21:35:07
sensacional
21/10/2009 18:08:03
Esse é dos meus, muito bom...

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