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Meu corninho fiel

Autor: Assis/Ida
Categoria: Heterossexual
Data: 17/12/2009 15:27:04
Nota 9.67
Assuntos: Heterossexual, Menage
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Hoje vou deixar vocês na companhia da minha mulher. Ela irá relatar nossa aventura de ontem. Estamos juntos a 6 meses e foi a primeira vez que ela trepou com alguém pra min. Ela é tem 28 anos é dona de um corpo muito sensual e atraente, Além de ser uma sacana como vocês irão ver. Formada em Educação Física no momento exerce uma função menos nobre eu diria, mas muito gostosa; é garota de programa. Sou um ex cliente dela a quem ela se sentiu atraída segundo ela, por meu estilo de vida liberal. Ela continua fazendo programa, embora não seja necessário do ponto de vista financeiro. Ela gosta de sexo e receber por isso torna ainda mais gostoso. O resto é com ela.

"Oi, sou Ida tenho 28 anos, 1,77m e adoro sexo. Estou vivendo o momento mais feliz de minha vida em todos os sentidos. Tenho um homem que me ama, me faz feliz e, sobretudo não tem ciúmes de min, e nem do que faço. Ele oferece a segurança que preciso pra ser a mulher completa que acho que sou agora, e em troca começo a realizar as fantasias dele com prazer. Combinamos esse momento ao longo dos últimos 3 meses, eu queria ter a certeza que isso não afetaria nosso relacionamento de forma ruim, já que de boa agora tenho certeza que só vai ficar melhor. Ele é experiente; com sua ex esposa adotaram um estilo de vida liberal que teve muitas estórias algumas das quais contadas aqui por ele. Não quero competir com ela, mas quero fazê-lo feliz tanto quanto ele me faz. Se quiser ser corno ele será porque eu adoro foder. Ontem conhecemos um amigo (casal) e por causa de nosso bate-papo resolvi fazer a noite o desejo do Assis. Nosso nomes são reais.

Quando ele chegou em casa resolvemos sair pra jantar e esticar para um barzinho, se tudo desse certo eu tinha a missão de catar um homem gostoso pra levar com a gente. Combinamos que eu chegaria no bar em separados mas, nos manteríamos ao alcance do olhar um do outro. Produzi-me pra chamar as atenções masculinas, decote e transparência pra valorizar meus seios, numa blusa preta pra valorizar as formas, saia curta e calcinha também preta, mas não pretendia ficar com ela muito tempo, só gosto de usar calcinhas se estiver usando calças. Sou exibicionista e adoro pagar a bucetinha pra olhares desavisados. Entrei no bar que tinha poucas pessoas ainda, alguns casais e nenhum homem sozinho. Conhecíamos a casa e sabíamos que mais tarde ficaria melhor. O Assis entrou em seguida e ocupou um lugar de onde pudesse me ver com facilidade. Já passava da 23 horas e a freqüência da casa ainda era baixa, resolvi ir ao toallete e no caminho notei alguns olhares curiosos. Um em especial, um cara jovem e bonito e que me atraia pelo tipo. Não investi nada mais, pois estava acompanhado de uma loira muito bonita. Na volta fique a olhá-los com mais atenção e pude perceber que não havia sinal de intimidade entre os dois, pareciam ser apenas amigos. Eu não estava enganada. Minha mesa estava posicionada de frente pra dele e nossos olhares poderiam se cruzar sem que sua amiga percebesse. Comecei a olhar com mais insistência pra ele, ate que ele notou meus olhares. Quando eles se cruzaram fiquei certa que tinha ganhado a atenção dele. Liguei pro celular do Assis e me certifiquei que ele esta a observar e se eu podia continuar, ele disse que se o rapaz me atraia, fosse em frente. Comecei meu jogo de sedução que consistia em olhá-lo como a dizer que o desejava, podia ter ousado mais como lhe deixar a ver mais de min porque eu queria muito, mas não havia como, devido o posicionamento de nossas mesas. Tempo depois ele levantou-se em direção ao banheiro, não demorou muito e o garçom me trouxe um torpedo onde ele dizia “logo sairei e voltarei sozinho, quero está certo que ainda te encontrarei aqui”. Depois de ler lhe sinalizei que talvez ainda estivesse. Quando ele saiu liguei pro Assis dizendo que ele ia volta e já estava fisgado. Não demorou muito ele voltou, e foi direto a minha mesa. Quis saber se podia me fazer companhia, disse-lhe que sim e ele ocupou o lugar ao lado do meu. Apresentamos-nos, vamos chamá-lo de Rafael e ele quis saber se todos aqueles olhares eram mesmo pra ele e se tinham todas as intenções que ele carregava. Confesso que gostei da sensibilidade do rapaz que era agradável; era moreno, um pouco mais alto que eu e dono de belos olhos castanhos. Disse que a intenções do olhar não correspondia nem a 10% do que eu pensava agora, era muito mais e iria provar. Mandei que ele aguardasse, fui até o banheiro tirei minha calcinha, de tão pequena coube escondidinha ma minha mão. Ao voltar pra mesa pedi sua mão aberta e coloquei-a na mão dele. Tinha que fazer, para não assustar já que eu tinha a intenção de chamar o Assis o quanto antes pra ficar na mesa com a gente. Ele falou que aquilo o deixava muito excitado e queria saber se eu estava com ela mesma antes, disse-lhe que poderia conferir assim que desejasse. O bar tinha pouca luz, e eu me posicionei melhor caso ele quisesse mesmo conferir. Ele com a mão por baixo da mesa tocou minha coxa nua e seguiu lentamente pra minha xaninha que já estava molhadinha de tesão. Ao encontrar os lábios dela ele suspirou. Eu acompanhei seu rosto com um olhar bem safado que não deixava duvida que seria inteiramente dele aquela buceta. Chamei a atenção dele pra mesa próxima onde estava o Assis e lhe disse que não precisava sair correndo, mas aquele era meu marido. Sua reação foi de surpresa, mas ficou onde estava. Eu disse que não estava lhe pedindo autorização, e que se ele quisesse permanecer comigo teria que ser com a participação do Assis. Expliquei que tudo que estava acontecendo era com a cumplicidade dele. Ele logo entendeu e disse que assim sendo estava confortável e que eu podia chamá-lo. O Assis veio para a se apresentaram. Meu marido fez com que ele ficasse seguro e perguntou o que ele achava de tudo aquilo. Ele respondeu que nunca tinha vivido algo semelhante e que estava ansioso pra ver onde aquilo ia dar. O Assis com seu humor típico respondeu, “no paraíso amigo, no paraíso”. Ele nos disse que tinha 25 anos, era solteiro e aquela garota que estava com ele há pouco era alguém que ele andava azarando, mas sem resultados, quando me notou achou que podia ser mais interessante deixá-la em casa, no que não estava enganado. Perguntei se ele estava à vontade pra ir pra um motel com a gente, e ele respondeu que sim. Pagamos a conta e fomos para carro. Quis saber se ele dirigia e se não se importava de guiar, ele disse que não. Entrei no banco de trás com Assis, sob os olhares de Flavio tirei o pau do meu marido pra fora e comecei a acariciá-lo, logo ele estava durinho em minha mão. Punhetei um pouquinho sua vara depois comecei a chupá-lo, primeiro a cabecinha e depois cada vez mais fundo em minha garganta, Salivei o pau dele todo. Flavio prestava atenção no transito, mas tratou de posicionar o retrovisor de maneira a não perder meu show. Perguntei se ele estava gostando de ver, ele disse que adorava aquilo. Eu disse que logo seria ele naquele lugar, respondeu que mal podia esperar. Nosso carro tem os vidros escurecidos e não precisávamos nos preocupar com os curiosos, se bem que eu seria capar de fazer aquilo com platéia também, mas não era esse o momento. Tirei minha saia e ofereci uma visão da minha buceta louca pra ser metida por uma vara. Passei pro banco da frente e fui conferir o que ele tinha pra min. Precisei da ajuda dele pra colocar seu pau pra fora, era delicioso. Maior que do meu marido e grosso como gosto. Seu pau estava duro e pedia pra ser chupado, comecei a chupar aquele cacete duro e a colocá-lo fundo na garganta, Flavio tinha dificuldade de conduzir o carro. Meu marido sugeriu que eu parasse e esperasse nossa chegada ao motel.

Chegamos ao motel e eu mal podia esperar pra ter Flavio dentro de min, meu marido me levou pra cama acabou de me despir, perguntou ao Flavio se ele gostava do que via, tudo que Ele conseguiu dizer foi “maravilhoso”! Seu pau duro brilhava de tesão, a curvatura da sua vara para cima vazia o mesmo encostar no umbigo, era grosso, sua cabeça prepuciada deixava ele com a aparência de um cogumelo. Na verdade tinha uma cabeça ainda mais grosso que o corpo. Meu marido se despiu e também estava durinho de tesão, começou a punhetar o pau e pediu pra que Flavio me comece. Deitei-me de costa, Flavio veio sobre min, fiz com que ele coloca-se o pau entre meios peitos que são perfeitos em tamanho pra uma espanhola, juntei os dois a apertei seu pau enquanto ele e movimentava pra frente e para tras fodendo eles, sua cabeça imensa tinhha dificuldade em entra e sair de uma extremidade a outra, chupei seu pau e o salivei bastante, Flavio não agüentava mais e pediu pra comer minha buceta. Fiquei de quatro enquanto ele colocava a camisinha. Depois ele enfiou seu pau em min forte e vigorosamente de uma vez sem importar com o limite, senti sua vara tocar fundo meu colo causando uma pontada de dor, não me importei, eu gostava assim. Seus próximos movimentos não foram diferente, sempre fortes e profundos até que minha dor desapareceu e o só restou o prazer de ser rasgada por aquela vara, esbocei um grito, mas logo o pau do meu marido já estava em minha boca. Nada pode ser mais gostoso que isso, dois paus pra me deliciar o de Flavio era grosso e rude, metia sem se importar com a buceta que o acolhia o do meu marido era firme e delicado, não se movia, apenas deixava que eu o envolvesse com a boca e às vezes o levasse fundo pra garganta. Minutos depois meu marido perguntou se eu queria colocar Flavio no cuzinho também, eu disse que queria. Tive uma surpresa, meu marido foi pra trás de min pegou o pau do Flavio delicadamente e colocou a cabeça na entrada do meu cuzinho, ver meu marido colocando pau de outro homem no meu cú foi demais, gozei na hora e nem percebi que Flavio já estava dentro de min, seu trabalho no meu cú foi mais delicado não tinha mais o mesmo vigor com o qual ele comia minha xoxota, apesar daquela grossura eu não sentia dor e pedi pra ele tira e começar a meter de novo. Eu queria sentir aquela cabeça enorme rompendo a resistência do meu cú. E era como eu imaginava, a desproporção com o resto do pênis, fazia ela rasgar ao entra do meu cú, ele percebeu que eu gostava da dor e levou tempo para que passasse da cabeça para o resto pênis. Quando estava dentro de min, assumi os movimentos e mexia minha bunda em direção a seu corpo, Flavio gemia e elogiava, me dizia que eu era um tesão e nunca tinha fodido daquele jeito. Quando ele disse que estava pronto pra gozar pedi que ele coloca-se na boceta de novo e gozasse sem tirar, queria sentir aquela vara pulsando dentro de min. Não demorou e senti-o latejar dentro de min, lamentei não sentir o calor da sua porra dentro da minha buceta e depois vê-la a escorrer pelas pernas. Pensei: “maldita camisinha”. Quando Flavio saiu delicadamente beijando minha bunda, meu marido entrou no meu cú e deixou lá sua porra. A diferença entre o tamanho dos dois era agora melhor medida por min, seu pau entrou com mais delicadeza, não me rasgou como o do Flavio nem foi ate o fundo. Naquele momento eu amava aqueles dois homens maravilhosos, que estavam ali apenas por min. Eu não tinha noção do quanto o Assis me amava até então. Fazer aquilo por uma mulher, pra sua mulher, é a maior das declarações de amor. Ele ganhou uma puta infiel, e eu um corno adorável.”

Email/MSN: [email protected]

Comentários

20/12/2009 13:15:52
Quero chupar vocês dois enquanto fodem gostoso. [email protected]
17/12/2009 19:25:19
Muito bom, gostei do seu conto...
17/12/2009 17:12:39
parabens msmo, isso que é um homem feliz, ter uma puta deliciosa e mulher ao mesmo tempo, deve ser um sonho, é o meu. Adorei seu relato linda e imagino direitinho o tesão que seu esposo sentiu, eu adoraria conhece-los, leiam meus relatos.
17/12/2009 16:26:32
otimo muito bom nota 1000
17/12/2009 15:41:23
sensacional

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