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A sobrinha de minha mulher

Autor: assis
Categoria: Heterossexual
Data: 18/12/2009 10:17:03
Nota 9.75
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Tenho uma deliciosa sobrinha, na verdade sobrinha de Ida e por extensão minha também. O caso é que a menina é um verdadeiro pecado, do tipo que faz qualquer homem pensar um monte de bobagem. Uma ninfa, uma flor de 19 aninhos que ainda não foi colhida por nenhum homem, se me entendem ela ainda é virgem. Desde que estou com Ida há seis meses ganhei essa deliciosa criatura que também entra no mundo de minhas fantasias, na prática mantenho distância em respeito à tia, mas ela esta sempre presente e faz tudo pra ser notada especialmente do modo mais sensual possível.

Tem sua tia como uma figura de modelo e exemplo de vida, e tenta imitá-la em tudo, até no comportamento liberal. Ida não a incentiva, mas a garota digamos, tem personalidade e brilho próprio. Costuma dizer que quer ser profissional do sexo como a tia, Ida diz que ela até pode, mas não agora, terá que se formar e mais tarde se for isso que ela desejar será a primeira a apoiar e ensinar o caminho das pedras. Ela está sempre lá por casa ou viajando com a gente aos finais de semana ou em nossa casa de praia. Na verdade bem mais do que eu desejo já que sou obrigado a apenas a olhar aquele corpo do pecado. A verdade é que ela impôs sua presença, como ela fez isso passo a lhes contar agora.

Ida é uma mulher que sempre gostou de se exibir aos olhos masculinos com roupas provocantes, na praia sempre possibilitava mais do que seus trajes de banho e biquínis podiam esconder. Uma xaninha sempre impecavelmente depilada e linda, usava sempre biquínis fio dental dentro do reguinho delicioso e na frente apena o suficiente pra cobrir os lábios da boceta. Quando se deitava na toalha de praia ou na cadeira da piscina seja em casa ou em publico, sempre se colocava de maneira a oferecer mais de seus atributos, Seus seios não menos cobertos são um espetáculo a parte. Estes são com certeza sua marca registrada. Quem os conhece não os tiram nunca mais de suas fantasias masturbatória.

Eu claro, incentivo seu comportamento exibicionista e adoro ver os marmanjos lhe comendo com os olhos. Certa vez fomos a uma reunião na casa de uns amigos nossos, a recepção seria na piscina e claro o traje roupas de banho. Uma boa parte dos presentes, eram casados e pertenciam ao nosso circulo de amizades, mas haviam muitos solteiros e gente que nos foi apresentada pela primeira vez. Sabia que Ida não deixaria de se exibir como é de costume. Já em casa soube disso ao ver o biquíni que ela usaria, tom de rosa com uma cortininha que mal lhe cobria os apetitosos seios. A parte de baixo, como sempre só lhe cobria o essencial. A impressão e que eles cada vez mais diminuíam de tamanhos. Sua sobrinha estava nos acompanhando e foi aí que ela começou a desconfiar que sua tia e eu formávamos um casal pouco convencional. Ficou o tempo todo observando o comportamento safado da tia cada vez que um homem prestava atenção nela. O fato é que não apenas os homens viam aquilo, as mulheres algumas poucas com desejo como os olhares masculinos, mas muitas com ar de repreensão, inveja e vontade de chamá-la de puta. Ida parecia adorar aquilo também, desafiar o convencionalismo de algumas esposas parecia ser outra coisa que lhe deixava excitada. O efeito disso tudo era que seu desejo crescia e quando chegávamos em casa eu quase não dava conta daquele fogo. Ai eu desejava a presença de mais alguém pra me ajudar na “tarefa” de comê-la.

Assim que pode estar a sós comigo sua sobrinha me confrontou sobre o que viu.

- Posso saber qual é a do senhor com minha tia? Perguntou-me ela.

- Não sei do que você esta falando, Alice. Respondi.

- Não me trate como uma garotinha boba que não percebe o que minha tia faz e o quanto você gosta disso. Vi como o senhor fica duro com a safadeza.

- Se você quer mesmo saber pergunte a ela, se alguém pode explicar algo é ela que faz o que você esta dizendo.

- Na verdade acho que o joguinho aqui é duplo, não pude deixar de notar certo ar de cumplicidade entre vocês

- Como já disse, pergunte a ela, respondi tentando encerrar o papo.

Ida se aproximou e notou o ar de constrangimento de minha parte, nunca fui bom de esconder essas coisas. Quis saber o que estava se passando.

- Eis a sua oportunidade Alice, pergunte agora ou nunca mais.

Ela virou-se pra tia e disse que tinha me indagado sobre qual era a da gente, que tipo de jogo era aquele que a tia estava fazendo e que me deixava tão excitado. Ida lhe disse que era exatamente esse, ela gostava de se exibir e eu gostava. Foi o suficiente pra ela adotar uma postura ainda mais curiosa sobre a gente. Sua tia que não era hipócrita não lhe adiantava nada, mas quando era perguntada não fazia rodeio e falava sobre nos com objetividade e sem esconder nada. Não demorou muito e ela estava cada vez na nossa casa, agora mais liberal, fazendo topless na piscina ou com pouca roupa mesmo quando eu estava presente. Um dia sua tia me disse que ela havia dito que se eu quisesse e ela deixasse me dava à virgindade dela, sua tia disse que ela ainda era muito jovem, daqui mais um ano quando ela fizesse vinte pensaria na proposta dela. Eu mal pude disfarçar a satisfação e o desejo de comer aquele “cabaçinho”, mas tratei de ser discreto.

Um dia ela me confessou que havia nos espiado trepando e que havia tocado uma pulhetinha nos assitindo, mas o que ela não sabia é que eu e Ida havíamos notado sua presença, Depois disso Ida sempre deixava a porta do quarto semi aberta quando ela se encontrava em casa pra que nos espiasse trepando. Certa vez ela pediu descaradamente pra ficar nos quarto enquanto a gente trepava, ida deixou mais com a condição que ela apenas olhasse e fizesse qualquer outra coisa menos se aproximar de nós dois. Ela queria muito fazer umas fotos despida já havia pedido pra tia, porque sabia que eu adorava fotografar Ida nua ou trepando, a essa altura ela já sabia que a gente curtia ter outras pessoas na cama com agente, embora ainda não houvesse acontecido. Marcamos um dia quando estávamos só os três em casa e fiz a deliciosa sessão de fotos com ela, a visão daquele corpo me deixou quase doente de tesão, Seu corpo magro ainda parecia o dia uma adolescente que fora, lhe faltava ainda os traços de mulher, aquele ar que a mulher só tem quando seus hormônios entram em contato intimo com um homem. Seus seios eram maravilhosos, pequenos como duas frutas maduras pedindo pra serem colhido entre os lábios, sua xoxotatina era perfeita, tinha o frescor da manhã e o jeito de que queria logo ser metida. Eu fazia as fotos e meu tesão crescia sob as roupas. Ida começou a me despir sem interromper meu trabalho em fotografar a sobrinha, logo eu estava sem roupa e com ida a sugar e lamber meu pau duro. Alice logo estava jogada no sofá de pernas abertas tocando a boceta molhada com os dedos. O quarto estava repleto de tesão. Larguei a maquina joguei ida na cama e quase arranco suas roupas louco que estava de foder com ela com a sobrinha nos olhando. Coloquei Ida de quatro de frente pra sobrinha e comecei a meter naquela boceta ainda mais gostosa ante a visão de Alice, se masturbando ali tão próximo de nós, mas ainda tão inalcançável ao meu desejo. Como desejei aquela menina ainda tão pura e imaculada do contato com o sexo real, ela se deliciava a tocar a bocetinha molhada, a enfiar os dedos dentro. Seus lábios pareciam balbuciar pra min o quanto deseja ter meu pau ali no lugar de seus dedos. A visão da sobrinha daquele modo tão safadamente delicioso também mexia com Ida, sua boceta estava mais molhada que nunca as paredes de sua vagina apertavam meu pau cada vez que ela parava apenas pra ficar fazendo isso. Uma hora quando ela parou, eu quase gozando, Alice com os olhos em lagrimas gritou em soluços – Não deixa ele gozar tia! Deixa eu gozar primeiro! – Suas palavras soaram como harpas em minha mente. O melhor dos afrodisíacos. Musica celestial que impregnou meus ouvidos de tal modo que até hoje, quando olho seus lábios carnudos pareço escutar claro e cristalino, sua súplica outra vez. Uma química, uma ligação nos conectou naquele momento sua foz catalisou nossas excitações e os três gozamos ao mesmo tempo, o corpo de Ida ainda pulsava comigo dentro dela quando Alice ajoelhou-se frente a tia, tomou seu rosto entre as mão e disse: Deixa eu te beijar tia! Ida apenas respondeu, Beija meu anjo. Alice colou os seus lábios nos da tia e lhe deu um longo e terno beijo como quer agradecida pelo que ela confessou ter sido o mais intenso orgasmo que e já teve. Não me contive diante daquela visão, meu pau voltou a endurecer e logo eu estava de novo a gozar, antes disso acontecer joguei tudo na bunda bronzeada de Ida. Os olhos de Alice brilharam a ver toda aquela porra jorrando do meu pau, tenho certeza que foi muito difícil pra ela não sucumbir ao desejo de experimentar que sabor tinha aquilo. Agora ela está sempre por perto. Cuidamos dela como um objeto precioso e ela espera o momento de perder sua virgindade. Eu desejo com todo meu ser que seja eu o felizardo a fazer isso com Ida bem ali também ao meu alcance.

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Comentários

21/12/2009 00:58:06
Muito Bom...
19/12/2009 08:48:50
Realmente, realmente, realmente, uffaa!! É um belíssimo conto. Muito bem conduzido e com alguns errinhos de portugues que não chegam a comprometer a qualidade e erotismo do conto, lí num outro conto o comentário que: tem mulheres que são que nem melancia, não dá para comer sozinho, tem que chamar os amigos para ajudar a comer e é o caso da Ida. Agora, deve haver razões para protelar a iniciação da Alice, mas que maldade estão fazendo com ela. Deixe-a pelo menos brincar um pouquinho, caso contrario, numa hora de extrema necessidade, vai se com o primeiro que aparecer na sua frente. Ao conto, nota MIR!!
18/12/2009 15:29:59
sensacional
18/12/2009 15:28:58
sexasionl
18/12/2009 10:52:49
HUM QUE DELICIA, MUITO BOM, ME DEIXOU MOLHDINHA.....

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