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Na sala do grêmio da escola

Autor: Dezito
Categoria: Heterossexual
Data: 02/12/2009 16:13:18
Última revisão: 28/01/2010 03:32:16
Nota 9.33
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OBS: O conto acabou ficando um pouco grande. Quem gosta de detalhe, vá em frente. Valerá a pena.

Meu nome é André Passos, eu completei dezessete anos no dia 08 de agosto desse ano, e o que eu vou relatar aqui aconteceu no dia 8 de maio, a mais bela das sextas-feiras.

Minhas aulas começaram em fevereiro, dia 9 pra ser mais preciso. Eu estava muito entusiasmado, já que agora seria 2ª série do ensino médio (antigo 2º ano colegial) e iria dominar a escola, uma vez que a terceira série (pré-vestibular) tem que se matar graças ao invernal vestibular da UFBA. Desde sempre, eu ocupei uma relação de liderança na minha sala e, nesse ano, eu queria ser presidente do grêmio e líder da famosa gincana da escola.

Lá na escola, eu não consigo dar mais de cinco passos sem ter que falar com alguém, pois eu conheço muita gente e odeio quem passa pelas pessoas e finge não conhecer. Toda essa popularidade traz uma série de problemas: você tem que estar sempre bem vestido, tomar muito cuidado com o que fala; mas também muita vantagem: pessoas que não são acabam tornando-se lindas, notoriedade em relação às meninas, professores te acham aluno exemplo, entre outras.

Pois bem, rever minha turma foi ótimo, tudo igualzinho ao ano passado: alunos novos inseguros, velhos comentando sobre os novos e as mudanças nos próprios velhos, aquela chatice de sempre. Logo na primeira semana começamos a fazer campanha para o novo grêmio. Fui cotado para o presidente, pois conhecia o colégio inteiro e seria fácil pedir votos e convencer as pessoas certas a entrarem também.

Nessa pré-campanha, uma garota linda veio me falar que queria participar. Ela era linda. Loira, sem barriga nenhuma, bundinha empinada, peitos fartos, mais nova que eu. Quando eu a vi fiquei tão encantado com aquela pequena musa que não lembrei que era a irmã mais nova de um grande amigo meu que não tinha visto há anos. Depois que eu vi que tinha me chamado de “Dezito”, do mesmo jeito que o irmão dela me chamava.

Meses se passaram e começou a pressão das chapas. Os CDFs tirados a politizados que só sabem reproduzir o que leem na internet e na Veja (que misteriosamente consegue escrever mais merda que a primeira) dizendo que a gente só queria aparecer; os artistas promovendo um monte de peças e shows. Mas a gente tinha um trunfo que sempre foi o principal foco para eleição: a gincana. Era inegável que ninguém conseguiria organizar uma gincana, contratar a empresa por um preço tão baixo e fazer que tantos ex-alunos viessem participar como nós. Mas era preciso lembrar as pessoas disso, então teríamos que confeccionar cartazes. Eu iria ficar produzindo esses benditos cartazes, mas precisava de ajuda. Luma, a minha musa, disse que sabia desenhar e tinha uma letra impecável (o que era verdade).

A gente precisava de um lugar para fazer já que todas as salas de aula eram trancadas depois das 12:30, então eu tive a ideia de tentarmos a sala do grêmio para dar boa sorte. Essa sala ficava no final de um corredor onde ficava o corpo técnico da escola (supervisão, coordenação, orientação) e a essa hora era vazio. Eu sabia que a porta estaria apenas fechada, pois já tinha levado umas meninas para lá.

Como o que a gente estava fazendo era errado e se alguém nos pegasse –especialmente a oposição- nós seríamos alvos de várias denúncias. Por isso eu sugeri que não ligássemos o ar-condicionado e falássemos bem baixinho.

Claro que, numa situação dessas, ninguém fica cem por cento centrado no trabalho e conversa-vai-conversa-vem, eu percebi que aquela menina tinha tudo que eu sempre procurei numa mulher: inteligência, beleza, bom humor, cheirava muito bem, cuidadosa, carinhosa, extrovertida, falava muito bem... e eu não perdi a oportunidade de falar para ela que ela foi o que melhor me aconteceu nesse ano. Meio sem graça, mas com certeza com certa felicidade em ouvir aquilo ela me disse que não estava entendendo:

-Como assim?

-Eu posso saber escrever; mas sem sua caligrafia perfeita, e seus desenhos não ficaria tão legal.

Então ela fez uma cara de desapontada e voltou a escrever, quando eu a interrompi:

-Mas esse não foi o único sentido do que eu quis dizer. Você se tornou muito especial para mim esse ano. Já fiquei com muitas meninas, mas você me acende um sentimento diferente. Esperei muito tempo para saber até se não era sentimento de irmão, uma vez que seu irmão é uma pessoa que eu considero muito, mas não. Você me traz sensações até então desconhecidas por mim.

Ela ficou inerte olhando para mim, um olhar profundo, como se olhasse minha alma. Por um momento pensei comigo mesmo “Que merda! Acabei de afundar todas minhas chances com ela...” quando veio uma resposta:

-Finalmente você me diz isso. Desde fevereiro quando cheguei para você e te falei que queria entrar pra chapa, eu tenho esperado por esse momento.

Dessa vez fui eu que fiquei inerte. Meu coração dava pulos de felicidade. Sem muito cuidado com o barulho eu a agarrei num beijo romântico, carinhoso, beijo de namorado. Ela correspondia a tudo que eu fazia e vice-versa. Na época a gente não sabia, mas todos os sentidos foram aguçados por causa do amor que já tínhamos um pelo outro. Cada toque, cada respiração, cada pulsação era sentida. Segurando-a pela cintura, a carreguei e a coloquei sentada na mesa, estávamos nos beijando de forma mais sensual e picante.

Nessa de beijo picante, ela levantou um pouco minha camisa e meu abdômen (fruto de muita academia) ficou a mostra. Eu levantei a olhei nos olhos e levantei meus braços. Ela não hesitou e tirou a minha camisa. Continuamos nos beijando e eu fui meio que a deitando na mesa. Quando ela já estava praticamente deitada, foi minha vez de tirar a blusa dela. O sutiã rosa e branco dela ficou a mostra, os peitos tinham a forma perfeita para o tamanho dela. Ela devia medir por volta de 1,65m. À medida que eu subia minha mão pela barriga dela, ela ficava mais ofegante e suspirava mais alto o que eu interpretava como permissão. Com o lóbulo do ouvido dela na boca e perguntei:

-Você quer que eu continue?

-Mais que qualquer coisa. – Foi o que ela me respondeu.

A partir daí não tive mais nenhuma consideração à idade ou limite dela. Simplesmente me preocupei em servi-la com o maior prazer possível. Folguei o cinto de minha calça, abri os botões da dela. Na realidade, eu tirei toda a roupa dela deixando-a apenas de calcinha e sutiã. Um conjuntinho lindo. Rosa e branco bem estilo adolescentezinha descolada. Dei um beijo nela e fui tirando o que sobrou. Os mamilos bem rosadinhos e um pouco inchados, bem pouco. Fui deslizando pelo corpo dela e fiquei de cara com o púbis dela. Puxei a calcinha para baixo e me deparei com aqueles pentelhos bem cavadinhos, meio castanhos, e a virilha sem nenhum pelinho fora do lugar. Tirei de vez aquela calcinha e cai de boca naquele clitóris virgem. Lambia, chupava, brincava com os lábios, fazia de tudo. Ela se contorcia toda na mesa, às vezes nem conseguia respirar, eu até parava pra olhar para ela. Até que ela me segurou pelos cabelos, me puxou para cima e disse que era a vez dela. Saiu da mesa, mandou que eu sentasse. Começou a me chupar com pouca técnica, mas muito cuidado e entusiasmo. Fui guiando-a para cima e para baixo, dizendo para colocar a boca apenas na cabeça e bater punheta com as mãos. Ela obedecia direitinho. Eu não queria mesmo gozar naquela hora e disse que parasse. Levantei, peguei, na minha carteira, a camisinha. Despi-me por completo e, mais uma vez, fiz que ela sentasse perpendicular à mesa. Na verdade, ela não estava sentada nem deitada, mas naquele meio termo com a cabeça encostada na parede de trás. Sabendo que poderia machucá-la se a penetrasse com muito ímpeto, fui primeiro fazendo-a acostumar-se com a ideia de ser desvirginada. Eu ficava esfregando a cabeça do meu pau no clitóris dela, descia até a entradinha e a enfiava um pouco. Tirava quando sentia o hímen e voltava a esfregar. Ela já estava muito excitada, logo, muito lubrificada também. Mas eu esperava até ela estar realmente pronta e me pedisse. Foi quando minha Luma (agora podia chamá-la de minha) disse:

- Não aguento mais! Vai logo...

Não tive pena e enfiei com tudo. Ela soltou um gemido como quem grita pra dentro. Dei um momento para ela. Cerca de 10 segundos. Começamos (sim, no plural) o movimento de vai-vem. Nessa parte não falávamos nada. Simplesmente nos olhávamos, possuíamo-nos, amávamo-nos. Fizemos várias posições. Nós já começamos numa espécie de frango assado tímido; mas depois fizemos o propriamente dito, a deitei na mesa e levantei apenas uma das pernas, a coloquei em meu colo, até que eu deitei por baixo e ela ficou em cima rebolando, um samba erótico perfeito. Chegamos ao limiar do gozo e logo começamos a aumentar o ritmo, alcançando o ápice quase em sincronia. Como se tivéssemos combinado, gozamos um imediatamente após o outro.

No outro dia, a pedi em namoro. Ninguém entendeu nada. Mas, há 208 dias, eu me tornei a pessoa mais feliz que já viveu nesse planeta.

Comentários

19/11/2017 09:14:40
Conto delicioso!
28/01/2010 09:44:55
sensacionla
W W
22/01/2010 10:35:14
Dezito: Eu também concordo contigo: "a prisioneira das FARC" é o melhor que escrevi . No entanto, tem uma das piores médias de avaliação.
W W
22/01/2010 10:31:55
Dezito: Não fiquei chateado! Não precisa pedir desculpas, Quem publica se expõe a elogios e críticas, e as críticas sempre em em razão da diversidade de leitores, por mais apuro que o autor tenha na redação do seu texto. Fosse outro, que escrevesse mal, eu não teria feito qualquer comentário. Mas tu escreve bem, te preocupa com a qualidade do texto e com o interesse do leitor. Entendo que as atitudes das personagens ao longo da narrativa devem ser justificadas pelo perfil psicológico traçado pelo autor, pelo contexto em que vivem e pelas situações que ocorrem. Teu conto tem esse cuidado. Se a tua história não se passasse no DCE, se as personagens não fossem pré-adolescentes, seria outro conto. Continua escrevendo, continua comentando, mas cuidado com as avaliações, porque elas servem unicamente para comparação, e neste caso os critérios têm de ser os mesmos.
21/01/2010 02:45:55
W W, por favor, não entenda mal o meu comentário no seu conto. Não foi minha intenção apoucá-lo! Além do mais, você tem razão. Eu só fui perceber que tinha exagerado na contextualização quando tinha acabado de escrever. Creio que contos reais que aconteceram num período mais longo, tendam a isso. Espero, sinceramente, que você não tenha ficado chateado comigo, pois eu acho seu conto da FARC impagável e pela considerável quantidade de contos publicados você é bem experiente na escrita, enquanto eu só tive a audácia de escrever um.
W W
19/01/2010 10:18:48
Dezito: Tu fizeste um comentário sobre o conto A FILHA, dizendo-o monótono no início. Tive o cuidado de ler o teu conto, e percebi que antes do desenrolar da trama tu utiliza bem a técnica de situar as personagens e descrever o contexto e o ambiente, para daí então desencadear os fatos da tua narrativa, exatamente da mesma forma como pretendi no conto referido. Esta contextualização gasta quatro parágrafos e quase a metade do texto. Monótono ou não, entendo que esta parte é essencial para entendimento da mensagem que o autor quer passar. Como a autoavaliação é generosa, e a que atribui ao meu conto é implacável, gostaria de entender a diferença de critérios que norteia tua análise.
06/12/2009 02:18:35
Espero comentários.

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