Casa dos Contos Eróticos

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Na pousada

Autor: Mr Wally
Categoria: Heterossexual
Data: 17/01/2010 15:47:42
Última revisão: 28/01/2010 12:49:55
Nota 9.00

Estava precisando de tranqüilidade e inspiração pra voltar a escrever. Fui passar as férias em um lugar bem distante. Escolhi uma pousada no interior que nem me lembro o nome agora.

Optei uma pousada legal com piscina, perto de uma área ecológica e com possibilidade de fazer algumas trilhas sem estresse.

Fiz a reserva por telefone. Chegando lá fui recebido pessoalmente pela dona, Aurora. Uma mulher altiva sem ser desrespeitosa, me recebeu cordialmente. Era uma pousada de 10 a 15 quartos no máximo. E como estávamos em baixa estação, a Pousada estava quase vazia. O meu era o ultimo do 1º andar, pra não incomodar ninguém.

A própria recepcionista de nome Rosana me levou até o quarto. Como é sempre verão por aqui, não pude notar, dentro daquele uniforme básico, uma morena nativa de pernas bem definidas, quadris largo, e lindos seios de deixar qualquer um louco:

“Você veio relaxar rapaz, nem comece... Recriminei-me imediatamente.

Ela bastante receptiva, me explicava tudo com um sorriso jovem e saudável demonstrava estar sempre de bem com a vida.

Cada dia que eu passava na recepção, seu sorriso era mais cativante. Já até nos batíamos na hora do café

Conversávamos um pouco sobre tudo. Ela ficou feliz em saber que eu gostava de ler escrever. Ela disse que gostava de namorar, mas tava sem tempo de visitar a cidade dela vizinha daqui.

Eu sempre cordial a elogiava e dizia que seria fácil pra ela arranjar um namorado:

“Não, senhor. Eu quero alguma coisa diferente. Chega de trivial.”

Numa noite que cheguei mais tarde, vindo de mais uma volta na cidade em busca de inspiração, achei Rosana mais ansiosa de que de costume na recepção. Dei um tchauzinho e fiz menção que iria dormir. Ela no reflexo me piscou olho. Eu achei estranho, mas subi sem dizer nada.

Devido ao cansaço e da decepção da falta de inspiração, adormeci imediatamente e, num sono não tão profundo. Fico inquieto quando isso ocorre. Inesperadamente, sento algo estranho ao meu redor. A luz fraca da janela delineou numa penumbra e uma presença inesperada em meu dormitório.

Diante de mim, sentada na poltrona da janela, estava Rosana. Ela estava recostada, com o hobby caído aos seus pés. Estava vestindo apenas um conjunto de lingerie preto transparente. Sua pele bronzeada brilhava a luz do luar que iluminava o quarto.

Ela me olhava diretamente. Seu olhar era um misto de inocência e sedução. Um sorriso límpido e cristalino se formava na boca bem desenhada.

“Costuma ter insônia, senhor?”

Nem respondi, só apreciava o que estava diante de mim.

Sentei-me rapidamente em um pulo. Era impossível disfarçar o volume de minha excitação. Sem crer o que estava ocorrendo, fui me dirigi a ela:

“Shhhhh. Silencio. Quem manda agora aqui sou eu. Tem gente no quarto ao lado!” Rosana ordenou.

Antes que eu pudesse reagir, a morena levantou-se e veio até a cama, por onde subiu vindo em minha direção. Tentei falar com ela mais uma vez, mas agora seus dedos pararam diante dos meus próprios lábios:

“Silêncio, mocinho.”

Ela subiu sobre mim, sentando em minhas coxas e inclinando-se sobre o meu rosto. Aquela proximidade me deu um calafrio. Suas mãos deslizaram por meu peito, enquanto eu via seu sorriso se abrindo cada vez mais.

Agora era só obedecer.

Ela se inclinou sobre mim e passou a lamber o meu peito, passando a língua sobre meus mamilos, o que me fez arfar com um arrepio.

Sua mão me apalpava sobre o tecido, enquanto ela deslizava o rosto sobre a seda da cueca, adorando a sensação. Rosana segurou o elástico da cueca com os dentes e a fez descer. Meu pau pulou rijo para fora:

“Isso é sair do trivial.” Sussurrou.

Ela segurou com suas mãos macias e delicadas e o bateu várias vezes em seu rosto, fazendo com que eu soltasse gemidos de tesão.

Ela me punhetava com delicadeza e deslizava sua língua quente por toda a extensão do meu pau, e o fez mergulhar por entre seus lábios úmidos e apetitosos.

“Que delicia!” Gemia.

Fora de mim, fechei os olhos e me entreguei àquela mulher devassa, rezando, no íntimo, para que ninguém reclamasse de algo no quarto e nos descobrisse.

Sua boca prendia e sugava meu pau com uma força exagerada e gostosa ao mesmo tempo, Ela alternava essa fúria com lambidinhas suaves ao redor da cabecinha latejante, deixando um longo fio de saliva ligando seus lábios a cabeça do meu pau.

Depois ela sentou-se e abriu o sutiã revelando seus seios médios, redondos e apetitosos. Voltou-se novamente para o meu pau com uma mão enquanto batia com ele sobre seus biquinhos pequenos, que foram endurecendo até tornarem-se rijos e pontudos.

Então Ela saiu da cama, ficou de costas para mim, exibindo sua bunda linda e farta naquela penumbra. Ela passou a rebolar deliciosamente, enquanto fazia a calcinha descer, centímetro a centímetro, revelando aquela delícia.

Quando, enfim, despida, voltou até a cama, ainda engatinhando, como uma fera selvagem. Aninhou-se sobre minhas pernas, me puxou em direção aos seios, prendendo meu rosto entre eles.

“Chupe-os, meu amor. Vem!”

Agora era minha vez de agir.

Segurei seus seios entre minhas mãos e mamei com gosto em cada um deles, e ela, com a cabeça inclinada para trás, gemia de forma sensual.

Suguei cada um dos seios, deslizando a língua pelos biquinhos duros, me dobrei sobre ela descendo por sua barriguinha bem definida, fazendo com que minha morena caísse de costas sobre a cama. Minhas mãos apertavam suas coxas duras, enquanto meus lábios desciam por seu umbigo até chegar à virilha.

Estava diante de uma xaninha pequena, carnuda e perfumada com apenas um fiozinho de pêlos sobre ela. Não pensei duas vezes antes de deslizar minha língua pelo meio da rachinha úmida, fazendo a garota se contorcer de excitação e passar a lamber toda aquela delícia.

“Assim, meu amor. Delícia!” Era ela agora que se segurava pra não gemer alto.

Mordisquei seu clitóris, e passei a lambê-lo devagar, o que fazia minha parceira rebolar muito em contato com a minha língua.

Tentei assumir uma posição entre suas pernas para encaixar meu pau naquela delícia. Mas, ela me deteve:

“Vem aqui, vem. Assim!”

Girou o corpo sobre a cama, ficando de quatro e empinando aquele rabo pra mim. Aquele acabou de vez com reserva que eu tinha. Logo me posicionei por trás daquela mulher e encaixei meu pau em sua bucetinha molhada, permitindo que eu escorregasse para dentro dela.

Quando meu pau entrou, aquela nativa começou a rebolar, mexendo aquela bunda espetacular. Iniciei um vai e vem rápido entrando e saindo com força de dentro dela e apertando aquela bunda gostosa.

“Hum, gostoso. Me come, vai!”

Quanto mais forte eu metia, mais ela rebolava no meu pau e mais empinava seu rabão. Segurei seus cabelos negros e passei a estocar com força.

“Rebola, vai. Rebola!”

Meu pau escorregava cada vez mais para o fundo da xoxota molhada. Após alguns minutos, senti que não ia mais agüentar e tinha que gozar o mais rápido possível.

Tirei o pau, melado da buceta de Rosana e gozei sobre seu bundão, ela continuou rebolar e espalhar a porra sobre a própria bunda.

Exausto, cai de costas sobre a cama e as pernas bambas pela deliciosa gozada.

Calmamente, Rosana se levantou inclinou sobre mim, dando um rápido e gostoso beijo e antes de sair disse:

“Espero que o senhor encontre logo sua inspiração.”

Tentei segura-la, para conversar, mas foi impossível, pois ela saiu toda segura, ainda nua, do meu quarto.

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Ainda não tinha me cruzado com nenhum hóspede da pousada. Cheguei à recepção, perguntei a Rosana, e ela me disse que só tinha três pessoas, comigo.

“Uma é aquela ali, a Jéssica!” apontando em direção a rua.

“Vá devagar, que ali não é mole, não!” Ela disse Rindo.

Ia apressar o passo, mas resolvi segui-la à distância. Não precisava seguir diretamente, a cidade era pequena e aberta. Parecia que todos se viam de qualquer lugar. Resolvi encontrá-la na volta pra pousada.

No final de mais um dia, Vai por aqui, vai por ali, eis que me surpreendo com alguém batendo em minhas costas:

“O senhor está me seguindo?”

Era a tal da Jessica fazendo cara de desconfiada. Apresentei-me e disse que por que estava na cidade. E pra quebrar o gelo, perguntei se ela sabia sobre alguma trilha pra fazer. Ela me cortou logo dizendo:

“A esportista aqui é a Daiane!”

Meio sem graça, insisti e ela disse que iria falar com Daiane pra me levar em algum lugar interessante. O que me restou foi pedir para acompanhá-la de volta a pousada.

Um ar de superioridade e arrogância ferida passava aquela mulher. Durante o caminho que fomos conversando – se é que posso dizer assim – pude notar o porquê.

Pela idade até que não, muito mais pelos percalços da que passou – divórcio litigioso – Jessica estava um pouco triste, mas o corpo não havia nada de abatido, e sim tudo em cima. Notei os cabelos ruivos encaracolados e olhos castanhos e sua pele branca. Jessica era uma mulher já feita, alta, uma falsa magra.

Despedimo-nos e me preparei pra conhecer a minha nova guia.

Os dias passavam e nada de minha guia aparecer. Um dia, ao acordar, eu fui tomar café e Rosana me perguntou alegre:

“Você faz milagre. A Jessica está lá fora te esperando pra caminhar. É isso mesmo?”

Sem entender nada, disse que sim. E tratei de engolir o desejum pra não destratar a minha “nova” guia.

Cheguei lá, Jéssica estava a minha espera, e já foi logo dizendo:

“Daiane está guiando uma excursão. Só pra semana. Pra não te deixar na mão. Eu vou guiá-lo até ali. Vamos!”

Pelo sorriso que me deu, achei que nossa viagem seria proveitosa.

A trilha não era grande, mas estreita, e, às vezes, escorregadia. Muitas das vezes andamos de mãos dadas e assim ficamos por um bom tempo. Até percebermos que a trilha era plana e soltávamos as mãos e riamos.

Não fomos muito além. Ela não era uma verdadeira guia. Mas o passeio serviu para desarmar ambos.

Subimos e percebi que o quarto dela era ao lado do meu:

Antes de entrar ela arrematou:

“Esse passeio tem um preço.”

“Pagamento? Qual?” Atônito eu pensei.

“Quero que você me faça uma massagem, eu tô quebrada!”

Sendo um pouco mais alta que eu, ela parecia querer me intimidar. Eu, ainda atordoado, tentava articular uma resposta:

“Uma massagem? Eu?”

“Você sabe ou não sabe fazer massagens?”

Ela estava me provocando, me testando. E decidi me deixar dominar em seu joguinho.

“Claro, Até hoje ninguém reclamou” mudei a tática.

“Então não vai me pagar?”

Malicia no ar. O seu sorriso irônico tentava me desencorajar.

“Claro, como você quiser, minha guia!”

Entramos no quarto dela e ela tratou de deitar num divã. Tirou o short e a camisa e ficou apenas de biquíni.

“O que mais me dói são as pernas” disse ela balançando os pés em minha direção.

Vacilei por um momento, ela mostrou que sabia pressionar de forma cruel.

“E então? Vai começar ou não?”

Eu sabia que ela queria que eu ficasse perdido e desorientado. Por isso, não me fiz de rogado e ajoelhei no tapete felpudo, diante do divã, onde ela estava sentada, esperando com aquele arzinho arrogante pelos serviços.

Enquanto retirava as meias, não pude deixar de fitar, aquelas coxas grossas.

“Dói aqui?” Aproveitei e dei um aperto.

Eu sentei no divã e ela apoiou uma perna sobre minha coxa, enquanto eu massageava toda a musculatura abaixo de seus joelhos. Minhas mãos deslizaram pela pele macia de suas pernas e senti seus músculos eram duros, utilizei dois dedos para apertar com certa intensidade a batata da perna. Por fim toquei seu tornozelo.

Após alguns instantes, olhei para ela, que parecia aprovar o meu trabalho, entretanto, para não evidenciar isso, ela tratou de me surpreender mais uma vez.

“Você tem mãos divinas!”

Comecei a massagear a outra perna, com ela novamente apoiando os pés em minhas coxas. Ela mantinha agora as duas pernas sobre minhas coxas.

Enquanto eu estava ali, massageando – acariciando – aquelas pernas, Jessica subitamente começou a afastar suas coxas, de forma lenta, exibindo sua bucetinha inchada. Sentia uns suspiros em sua respiração.

Enquanto afastava as pernas, a ruiva recostava no divã, deixando-me praticamente, com o rosto entre suas coxas.

Levantei os olhos até o rosto e a vi, mordendo a ponta do dedo indicador e olhos semi-serrados:

“Vamos, continue!”

Passei agora as mãos pela parte de dentro de suas coxas. Minhas mãos deslizaram por baixo delas e Jessica suspirou, quase gemendo.

Investi mais uma vez, deixando agora meus dedos chegarem até sua virilha, sentindo o calor de sua pele. Minhas mãos desciam por suas coxas e eu via as mãos de minha ruivinha envolver carinhosamente seus seios, e apertá-los.

Perdi, mais uma vez, minha racionalidade.

Avancei pela última vez por suas coxas e agora meu polegar deslizou suavemente e pressionei a bucetinha gostosa sobre o biquíni. Já se via um fiozinho fino e transparente do mel daquela bucetinha deliciosa, enquanto seu corpo estremecia.

Não podendo mais resistir tamanha tentação, rapidamente, desatei os laços da calcinha do biquíni, apoiei minhas mãos em seus joelhos, para que eu pudesse ficar realmente entre suas pernas.

Amanda tirou o que faltava oferecendo-a definitivamente a mim.

“Chupa isso logo, porra!”

Sem hesitar, aproximei-me de suas coxas e deixei minha língua deslizar por toda extensão do joelho até a virilha, arrancando um tremor e um gemido que saiu um tanto contido de sua garganta.

Minha língua voraz deslizar por aquela grutinha molhada fazendo, agora sim, a garota gemer com vontade, como uma cachorrinha.

“Assim... assim... pára não!”

Sugando, lambendo e beijando, minha língua deslizava pelo grelinho duro e saliente e Jessica mexia os quadris, rebolando suavemente.

Sem desprender meus lábios daquela bucetinha suculenta, olhei para minha ruivinha, que já tinha libertado aqueles dois montes bicudos e deliciosos.

Diante disso, estiquei meus braços e passei a acariciá-los com minhas mãos.

Mudei minha tática, passei as mãos por trás dos seus joelhos de e os puxei para cima, mantendo suas pernas levantadas, enquanto ela se mantinha praticamente deitada no divã.

Fazendo isso, tive uma visão mais perfeita daquela xoxota gostosa, agora toda exposta a minha fome.

Fui mordendo e chupando ferozmente aquela delícia quando, sem dar conta do que fazia, escorreguei pela xoxota com minha língua, que foi parar bem em cima do seu botãozinho rosadinho

Tão logo minha língua o tocou, todo o corpo da mulher pareceu sofrer uma pequena convulsão, um choque, acompanhado de seu gemido que parecia um latidinho.

“Uia... delícia, seu safado!”

Tendo encontrado mais esse atrativo, não me desgrudei mais dele, massageando brutalmente com minha língua que, por mais que eu forçasse, de maneira alguma poderia entrar por aquele cuzinho apertado.

Novamente olhei para ela, com os olhos marejados de tesão e a boca formando um biquinho sensual, por onde ela respirava com dificuldade.

Mais uma vez seu sorriso de superioridade se apresentou. Jessica girou o corpo com agilidade, ficando de costas para mim, com os joelhos apoiados no divã, enquanto seus braços apoiavam-se ao largo encosto e, nessa posição, olhou para mim, por sobre seus ombros, entre seus cabelos vermelhos e provocantes disse:

“Venha terminar sua massagem.” enquanto levantava o delicioso traseiro, colocando-se de quatro no sofá, com a bucetinha molhada brilhando entre suas pernas.

Baixei rapidamente meu short e libertando meu pau que já doía de tão duro. Fiz meu cacete deslizar entre seus grandes lábios. Eu o movimentei dessa forma provocando:

“Mete logo safado. Me fode vai! Suspirou.

Finalmente, enfiei na grutinha molhada apertadinha e quente parecia sugá-lo com força e assim que iniciei o vai e vem, empurrando meu membro até o fundo daquela rachinha gostosa,

Ela começou a gingar o rabão, num rebolado lascivo e delicioso. Nesse ritmo fui bombando dentro dela cada vez mais rápido, até ficar quase que caído sobre suas costas, procurando agarrar-lhe os melões macios que balançavam a cada nova estocada que eu dava.

“Gostoso... Me come. Vem com força!

Sua arrogância provocativa não cessava nunca e me deixava cada vez mais louco:

“Mais forte, mete mais forte!”

E eu enterrava tudo, acelerando o vai e vem, e ela gemia feito uma cadelinha.

”Uia... isso, bem no fundo... ai, ai, ai!“

Aquele rebolado diante de meus olhos, com aquele lindo traseiro me deixaram pirado.

Molhei meu polegar com a língua e passei a acariciar seu cuzinho rosado com ele. Mal toquei o cuzinho com o dedo, iniciando a massagem sutil e ela enlouqueceu, rebolando feito uma putinha no meu pau e explodindo num gozo intenso,

“To gozando... to gozando... to gozando!”

E sua xoxotinha apertava meu pau em seu interior com espasmos fortes e seguidos.

Ao sentir o prazer de seu orgasmo, senti que ia gozar também e anunciei isso em voz alta.

“Vou gozar!”

Rapidamente ela girou sobre o divã, ficando de frente para o meu pau e segurando-o com as duas mãos, iniciou uma punheta deliciosa, com seus dedinhos deslizando sobre o meu cacete umedecido pelo seu próprio gozo:

“Me dá leitinho, me dá!

Voltando seus brilhantes olhos para os meus, ela abriu sua boquinha, engolindo a cabeça do meu pau entre seus lábios carnudos e dando uma chupada gulosa.

Senti o orgasmo iminente e, quando ele explodiu, lá estava ela, banhando com minha porra. Desfalecemos lentamente, até acabar caídos sobre o tapete do quarto.

Quase que imediatamente, ouvimos um som de porta bater ao lado de fora do corredor. Quem poderia ser? E será que assistiu a tudo isso aqui?

Agora não dá. Mas tarde, quem sabe, verei o que pode fazer. Preciso me restabelecer completamente.

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As minhas férias estavam ficando interessantes apesar de fugir do propósito inicial. Resolvi relaxar.

Procurei por Jessica e me disseram que ela já tinha ido em volta, mas deixou um recado dizendo que voltará sempre nesta mesma época.

Fiquei desapontado, mas como já tinha decidido: Relaxe!

Resolvi acordar cedo e fazer para caminhar aqui por perto mesmo, sozinho. Eis que me encontro com a guia da pousada:

“Bom dia. Você é a Daiane?”

“Sim sou eu. Você deve ser o amigo de Jessica.”

Tomamos o café juntos e fomos conversando. Ela era muito amigável. Eu não pude deixar de notar seu bronzeado, devido a muitas trilhas e excursões, claro; cabelos negros, os seios redondos e empinados, as pernas musculosas e, o formidável bumbum, grande e redondo ligeiramente arrebitado. Tudo isso dentro um top e um short de ginástica preto.

Estava quase hipnotizado, quando ela me disse:

“Alguma coisa errada?”

“Não. nada errado.” Rebati.

“Podemos ir, então?

Só foi o tempo de trocar de roupa e partirmos.

Saímos da área metropolitana e entramos por algumas trilhas estreitas que Daiane parecia conhecer muito bem, pois conforme ia avançando me alertava sobre um ou outro acidente do terreno. Após uns vinte minutos de trilha, chegamos a uma subida leve, cercada por vegetação alta.

Mantive-me sempre atrás de minha guia, admirando aquele corpinho. Percebi que estava dando bandeira quando ela olhou para trás e com um sorriso ingênuo perguntou:

“E aí, tá gostando? Agüentando firme?”

Daiane iniciou agora é uma pequena escalada. Eu faria o mesmo, se não estivesse tão concentrado em admirar aquela visão fantástica de seus quadris rebolando na minha frente, com aquele shortinho indecente enterrado naquela bunda, que subia e descia.

Minha falta de concentração na trilha fez com que eu tomasse um tombo histórico. Eu escorreguei e cai de costas.

Daiane voltou-se e me viu naquela situação ridícula, descendo rapidamente e vindo em meu socorro. Vendo tudo aquilo ali acontecendo, passou a lamentar o convite, observando o enorme hematoma que se formava em minhas costas.

O corpo todo doía e eu me fazendo de forte pedindo uns minutinhos pra me recuperar. Minha guia mostrou muita preocupação, ficando ao meu lado e tentando me animar com histórias de seus tombos ao iniciar suas explorações pelas trilhas próximas daqui, e acabou abaixando-se ao meu lado.

Com seus os joelhos flexionados, favorecia-me ver a pequena concha que se formava na parte frontal do shortinho. Isso sim era uma injeção de ânimo!

Admirava suas pernas, a curva dos seios, a barriguinha sarada, a pele dourada, os cabelos morenos caindo em cascata sobre os ombros, os biquinhos dos seios duros insinuando-se sob o top. De dolorido só o corpo. Meu cacete deu logo sinal de vida.

Quando ela me ajudou a levantar seus olhos voltou-se para minha bermuda estufada. Tentei disfarçar e dizer alguma coisa, mas quanto mais eu tentava, pior a situação ficava.

“Eu fico feliz em saber que está bem”.

“Obrigado”. Respondi encabulado.

Isso explica o olhar que você me deu durante todo o caminho.

“Está tudo bem” Daiane sorria calmamente enquanto falava, tocando-me levemente nos ombros, para tentar me acalmar também

“Gostou do que viu?” ela indagou.

Ela inclinou-se sobre mim, com os lábios quase a tocar os meus, deixando-me surpreso e sem ação, enquanto sua mão agarrava firmemente meu pau sobre a bermuda.

“Eu gosto do que vejo”.

Dizendo isso, ela me beijou na boca, de forma ardente e faminta e,

Com nossas línguas se enroscando, minhas mãos, instintivamente, desceram pela pele suave de seu rosto, correndo pelo pescoço quente, atingindo os ombros e mergulhando sobre seus petinhos durinhos.

“Era isso que você queria, não é, safado?”

Seus seios se libertaram e, de imediato, minhas mãos envolveram os biquinhos intumescidos.

Com a palma das mãos, eu os envolvi num abraço delicado, no momento em que ela desgrudava a boca da minha para soltar um agradável gemido:

“Mame gostoso, mame!”

Minha vontade de explorar aquele monumento não encontrava limite. Beijei o queixo, pescoço, até os seios.

Minha língua brincava sobre os bicos duros. Ela saltou sobre minhas pernas, ficando sentada sobre minhas coxas, de frente para mim. Facilitando o meu trabalho, ajoelhou-se, na mesma posição, permitindo que seus seios ficassem apropriadamente diante de minha boca insaciável.

Tomado de um tesão incontrolável, abracei-a pela cintura, apertando seu corpo ao meu. Ainda chupando seus seios, minhas mãos agarraram sua bunda. Apertei e massageei aquela delícia, com os dedos acompanhando as nádegas.

“Hum... Assim você me mata!”

Daiane livrara-se do top que ainda prendia-se a seus ombros no mesmo momento em que eu a forçava a se inclinar para trás, para que pudesse continuar avançando com meus lábios, agora pela barriguinha:

“Delicia amor, vem!”

Minha morena deitou na relva perto da trilha, comigo entre suas pernas, acariciando-lhe as coxas, com meus lábios a beijar sua virilha.

Passei a mordiscar suavemente sua bucetinha sobre o tecido fino, percebendo de imediato, que ela estava sem calcinha. Eu mordia e passava meu nariz sobre seu sexo, e ela se contorcia e gemia afoitamente.

“Uia... chupa meu tesão!”

Quanto mais eu brincava entre suas pernas, maior se tornava a mancha de umidade que se formava sobre o shortinho, misturada com minha própria saliva.

Sem poder mais me conter, segurei firmemente o short pelos quadris e o fui fazendo descer, vendo o tecido se desvencilhar e desenterrar de sua bucetinha.

Minha língua correu pela rachinha até se prender sobre o grelinho duro e passar a mamá-lo continuamente. Enquanto eu a sugava e chupava com determinação, a mulher gemia e se contorcia:

“Ai, ai, ai... Assim, assim, assim!”

Ora ela apertava os próprios seios, ora mordia os lábios. Levantei suas pernas, deixando-a ainda mais exposta e enterrei, com vontade, minha língua dentro daquela bucetinha quente e apertada.

Dobrei as pernas de Dai de forma que seus joelhos chegassem quase a tocar seus ombros e, ela mesma, fez questão de segurar as pernas. Dessa forma, o mergulho de minha língua até seu cuzinho foi quase natural.

Uma vez sobre ele, passei a lambê-lo com força e a chupá-lo, tentando, a todo custo, penetrá-lo com minha língua.

Não agüentando mais, ela se desvencilhou rapidamente de mim e empurrou-me com força, fazendo com que eu caísse de costas novamente, mas sem dor nenhuma:

“Quero que você me coma agora!”

Ane Abriu rapidamente minha bermuda e a puxou, junto com a cueca, até meu tornozelo e, sem qualquer preliminar, tratou de ficar sobre mim, encaixando meu pau latejante em sua bucetinha.

“Ah, que tesão! me fode vai!”

Que sensação indescritível de ter aquela xoxotinha apertada e quente a abraçar meu pau num único gesto e, extasiado, sentir minha pica se enterrar totalmente dentro daquele túnel faminto.

“Isso monta no seu macho, monta!”

A guia iniciou uma cavalgada, subindo e descendo sobre ele, com as mãos apoiadas em meu peito, os olhos fechados e a cabeça jogada para trás, galopando sobre mim furiosamente.

Ela passou a olhar diretamente nos meus olhos e a libertar na forma de palavras, parte de seu tesão.

“Era assim que você queria?... Era isso que você imaginava na trilha? secando minha bunda no caminho?

“Sim, meu tesão. Era você que eu queria!”

Daiane cavalgava, como uma amazona sobre meu pau, arfando e gemendo. Senti meu gozo se aproximando rapidamente e a avisei.

“Goza na minha buceta, enche minha bucetinha com sua porra!”

Com essas palavras e aquele rebolar insano sobre o meu pau, não pude me conter nem por mais um segundo, despejando minha porra dentro daquela bucetinha deliciosa.

Daiane ainda a cavalgou por um tempo até, exausta, desabar ao meu lado em seu gozo relaxante.

Ali ficamos, sobre a relva, eu e minha guia, por longos e silenciosos minutos:

“Bem que a Jessica falou que você era Fogo!” Quebrou o silêncio ela.

Rimos. Então voltamos a respirar com naturalidade e recobrar as forças para iniciar o caminho de volta.

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Chegamos do passeio, revigorados, rindo a beça. Fui pegar minha chave na recepção com Rosana, mas quem estava lá foi dona Aurora. Ane já tinha subido na frente. A recepcionista da hora me falou:

“Anda se divertindo muito o senhor aqui, não?”

“Sim”. Respondi na lata, e também um olhar bem diferente naquela patroa.

Quando fui saindo minhas costas voltou a doer ai dona Gilda aproveitou pra me ajudar, levou ate o corrimão, e disse que iria fazer umas compressas e levá-las ao quarto

Agradeci, e fui me arrastando ate lá.

E foi assim por quase uma semana. Daiane voltou a sumir nas suas trilhas–excursões. Dona Aurora me levando compressas, cedo, à noite.

Esse pequeno acidente, na verdade, me deixou constrangido diante de tantos cuidados

Porém, uma dessas noites eu resolvi provocá-la.

Já a esperei deitado apenas de short pijama a dona da pousada. Ela, como sempre, demonstrou simpatia e muito cuidado ao pressionar as compressas em minhas costas. Eu adorava, e me excitava com isso.

Então comecei a tentar virar, mas na verdade era pra mostrar a ela meu cacete duríssimo.

Ela percebeu e, às vezes, pressionava as costas, só pra me fazer gemer um pouquinho.

“Vejo que já está quase bom”. E Ficamos somente nisso essa noite.

Quando já me sentia bem melhor, Aura- agora só vou chamá-la assim – disse que ira levar as últimas compressas e, depois dessas, iria ficar novinho em folha. Disse e sorriu bem intencionada.

Já deitado no meu quarto, me cobri, e fingir sonolento quando ela entrou. Ela chegou em silêncio tentando não me acordar.

Quando tirou a cobertor viu que eu estava apenas de cueca. Começou a usar as compressas, e eu meio sonolento provoquei:

“Não sabia que a senhora era médica?”

“Não me chame de senhora. Eu não sou médica, aplico umas compressas, faço umas massagens...”

“Quero uma massagem agora! Interrompi.

Ela não se fez de rogada. Largou as compressas e deu início a uma massagem relaxante em minhas cosas que já não doíam.

E a massagem não tinha nada de relaxante. Ela estava é me excitando mais e mais.

Então, ela perguntou se eu não queria massagear a parte da frente. Nem disse nada e me virei

Aura ficou paralisada ao ver meu pau duríssimo dentro da cueca. E eu imóvel e sonolento.

Não se agüentando mais, a dona calmamente me despiu agarrou meu pau com força e, respondeu:

“Agora é que não perco a chance de fazer boa massagem!”

Dito isso ela se ajoelhou ao lado da cama, e o colocou entre seus lábios carnudos.

Lá estava outra mulher daquela pousada sugando meu pau e eu sentindo-o endurecer entre seus lábios, aquela boca macia e quente, ávida pela cabeçorra que inchava cada vez mais, sugando deliciosamente e os dedos acariciando minhas bolas.

Aurora era uma senhora, uma loba, belíssima, e eu iria não dispensar uma deusa daquelas.

E ela chupava com maestria... Batia meu pau em seu rosto... Lambia a cabecinha... Chupava como um pirulito.

Ela levantou tirou a roupa e deixou seu maravilhoso par de seios a mostra: não eram nem grandes nem pequenos, sem exagero, durinhos e altivos, de biquinhos rosados.

E meu pau encaixou-se entre eles numa espanhola formidável.

Ela mesma prendia os seios ao redor de meu cacete, acariciando seus biquinhos duros e lambia a cabecinha.

Com um tesão incontrolável, tomei minha patroa pelos braços e a lancei de bruços sobre a cama. Ela voltou-se para mim com um sorriso no rosto:

“Então, você quer ser tratada como uma massagista, não é? Eu vou te mostrar!”

Fui sobre sua bundinha apetitosa arrebitada, Cai de boca chupando e mordendo cada banda. Ela facilitou abrindo as pernas, dando-me a visão perfeita de sua bucetinha de pelinhos ralos, sobre os lábios pequenos e carnudos da xana rosada.

Chupei-a todinha. Suguei, lambi e mordisquei de cima para baixo aquela florzinha doce e delicada. Enfiei a língua em sua bucetinha e pude sentir o sabor de seu melzinho doce.

“Uia... Que gostoso!”

Ela gemeu e eu subi por seu reguinho, passando a língua rudemente por seu botãozinho apertado. Ela soltou um suspiro de aprovação e fazia um biquinho com seus lábios carnudos em sinal de seu tesão.

Passei a lamber seu cuzinho com avidez, provocando-a de todas as formas possíveis, forçava a entrada do buraquinho com a língua, e ela rebolava aquela bunda gostosa em direção a minha boca, era realmente uma putinha.

“Isso, meu macho, faz assim. Faz!”

Usei um dos dedos para acariciá-lo e imediatamente ela se colocou de quatro, e sua bunda que já era arrebitada tornou-se deliciosamente provocante.

Não me fiz de desentendido, comecei a chupar sua bucetinha toda melada e meu dedo começou maliciosamente a apertar seu botãozinho.

Senti sua pele se eriçar quando a pontinha dele invadiu aquele buraquinho apertado e a pressão que ele fez em torno de seu invasor.

Lambia o seu grelinho enquanto meu dedo lentamente se aprofundava em seu rabinho apertado. Minha fêmea gemia e mexendo lentamente os quadris.

“Aaaaaai, pára não, uuuuui!”

E eu iniciei um vai e vem com o dedo em seu cuzinho, que a levou, e a fiz rebolar como uma cadelinha em meu dedo:

E gemia de forma safada.

Isso, assim, que delícia... Vai... Mete... Vaaaaaaai!

A visão de ter a dona da pousada rebolando daquele jeito com o cuzinho piscando ao redor do meu dedo me deixava louco.

Então, posicionei-me atrás dela, abusei com meu pau em sua rachinha, deixando-o deslizar entre os lábios úmidos e vendo-a rebolar insanamente, procurando fazer com que ele logo se encaixasse.

“Mete Logo, vai!”

Após provocá-la por um tempo, e enterrei naquela grutinha úmida e apertada com toda força.

Iniciei um vai e vem forte, tirando, de quando em quando o pau de dentro daquela buceta, apenas para, em seguida, meter novamente até o fundo.

Metia com cada vez mais força, sentindo meu saco batendo sobre seu grelinho e apertava sua bunda gostosa, ela gemia e fazia biquinho.

“ Fode... Fode... Fode... Uia... Uia!”

Segurei-a pelos cabelos e continuei metendo gostoso, levando um dedo até sua boquinha e deixando chupá-lo, aquela boca me enlouquecia.

Depois de um tempo nos deitamos de lado, eu por trás dela, segurando-a pela cintura, deslizando a mão por sua barriga.

Agora, comecei a brincar com o pau na entrada de seu cuzinho, senti ela se arrepiar e dar um sorriso.

“Come gostoso, viu? ’ Era o meu sinal verde.

Fui encaixando devagar. Que buraquinho apertado e gostoso!

Lentamente a cabecinha foi passando e se acomodando dentro dele. Essa patroa rebolava suavemente, facilitando a penetração.

Apesar de ser muito apertadinho, seu cuzinho parecia chupar o meu pau para dentro de si. Logo, ele estava todo dentro daquele buraquinho tesudo.

“Ai, ai, ai, delícia!”

E eu fazia um vai e vem lento e constante, sempre acariciando aqueles seios deliciosos.

O clima foi esquentando e logo ela rebolava, comigo metendo forte em seu rabinho.

“Gostoso, gostoso que delícia!” Ela gemia.

Continuei fodendo até o limite de minha resistência, percebendo que não ia mais segurar o gozo, ela me pediu:

“Goza aqui e meus seios. Vem!”

Levantei-me, colocando-me de joelhos de frente pra ela que continuava deitada e colocando meu pau, rudemente, em sua boca macia.

Mal ela tocou a cabecinha com a língua, tirei gozei abundantemente em seus seios, bicos do peito. Ela voltou a sugar minha pica, com os olhos fechados, deixando o esperma a escorrer também por sua barriguinha

Fiquei imóvel só curtindo aquele momento, quando de repente um vulto, vindo da porta chamou minha atenção. Ao me voltar, vi apenas um vulto que se afastava da porta entreaberta.

Saltei da cama e fui a toda até o corredor, ainda nu, e o que dei pra ouvir a batida de uma porta de quarto. Imaginei então quem poderia ser...

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Resolvi realmente dar uma relaxada. Já tinha até esquecido do propósito da minha viagem.

Não sair por uns dois dias, mas, no terceiro, tava o sol de rachar e resolvi tomar pelo menos um solzinho a beira da piscina.

Pelo horário não deveria ter ninguém na pousada mesmo, então eu teria uma piscina só pra mim.

Chegando lá, me instalei numa espreguiçadeira bem ao lado da piscina e peguei um livro pra ler.

Para minha surpresa, eu não estava sozinho na pousada. Daiane milagrosamente também.

Lá vem ela com seu biquíni branco, em contraste com sua pele dourada, ajustado a perfeição às curvas de seus seios, deixando-as discretamente a mostra.

A parte de baixo parecia ser um número menor que a de cima. Era muito baixo na frente, quase deixando ver os pelinhos pubianos, e atrás uma asa delta provocante moldando sua bunda arrebitada. E pra terminar de provocar, um lacinho mantendo aquele pedaço de pano preso a sua cinturinha.

Pulei na piscina afastando esses pensamentos. Ela me acompanhou. Nadamos separados por um momento, depois a tradicional guerrinha de espirrar água um no outro.

Logo, estávamos juntos, ela com os braços ao redor de meu pescoço, seus seios apertados contra meu peito, minhas mãos em suas costas.

“Você anda tomando massagens à noite. Não é?”

Sabia que tinha sido ela. Ri e a levei para centro da piscina. Encarei-a. Ela sorriu. Beijei-a.

Ela me apertava pela nuca, e enroscava meus lábios aos seus com força e determinação. Eu acariciava suas costas e prendia seu corpo junto ao meu, que emanava calor embaixo da água.

Ela agora passou a beijar meu pescoço, minha orelha, meu queixo, suspirando baixinho.

Meu pau endureceu rapidamente.

“Venha cá tesão!”

Apertei sua bunda e fiz com que ela o sentisse em contato com suas pernas. Ela sentiu e desceu as mãos em minha sunga, segurando meu membro com firmeza e massageando debaixo água.

Fui até a borda da piscina para iniciar uma amasso bem gostoso ali mesmo.

Apertei seus seios, um contra o outro, passei minha língua entre os dois. Ela ficou agarrada a mim, com suas pernas suspensa na água.

Afastei a parte de cima do biquíni e os dois montes redondos pularam na minha mão. Comecei a chupá-los com tesão, minha língua rodopiando sobre eles, meus lábios sugando com força.

“Você adora chupar, não é? Vai chupa logo!” Ela gemia baixinho e apertava minha cabeça junto a eles.

Daiane rebolava coladinha no meu pau, e eu sentia sua virilha quente envolvendo-o. Segurei-a pela bunda gostosa e a levantei.

Nisso, meu pau, livre da sunga, deslizou por entre seu reguinho, esfregando no seu fio dental.

‘’Vamos sair da água!’’Ela sugeriu.

Fora da piscina ao passarmos ao lado de uma espreguiçadeira ela me empurra, para minha surpresa. Então, ela retirou o resto da minha sunga.

Agora sua língua se concentra sobre a cabeça do meu membro, depois o mergulha inteiro entre os lábios, sugando, faminta.

Na espreguiçadeira, minha respiração acelerava. E ela trabalhando certo: lambendo meu saco e subindo e descendo. Batendo-o contra o rosto, e o chupando como um picolé.

“Hum, delicia de pica!”

Hora de partir pro ataque.

Virei aquela bundona quase na minha cara, aperto e dou tapinhas ela geme gostando. Sua língua trabalhava em meu pau. Eu a seguro pela cintura e puxo seus quadris em direção ao meu rosto.

“Chupa, vai safado!”

Minha língua desliza por sua bunda, para cima e para baixo.

Chupo, mordo, e aperto com força. Ela geme e esfrega a xoxotinha rosada em minha cara. Daiane empina a bundinha, facilitando minha lambida no seu cuzinho apertado.

Do outro lado, sua boca quente engole meu pau, enquanto sua boca prende a cabecinha e suga com tesão, ela balança os quadris.

“Bota a boca nessa buceta, vai!”

Seu desejo era uma ordem. Escorreguei e agora já abocanhava sua xoxota.

Passei a sugar, lamber e chupar com sofreguidão.

Agora usava meu dedo molhado por seu próprio mel, para acariciar aquele botãozinho lindo.

Mamava em seu grelinho gostoso e meu dedo girava sobre seu cuzinho. Coloquei outro dedo dentro de sua rachinha fazendo um vai e vem, numa tortura deliciosa.

Enquanto isso, ela, louca de tesão, colocava minhas bolas em sua boca, e chupava delicioso.

“Não Pára, não! Eu vou gozar!”

Minha fêmea gozou, tremeu as pernas, e desabou em cima de mim.

Tirei o dedo meladinho de sua buceta e toquei em seu cuzinho com ele, passando o mel sobre o botãozinho, até deixá-lo igualmente melado,

"Esse cuzinho apertado tá me deixando louco", provoquei.

"Gostou seu safado?” ela riu se refazendo.

Minha guia de trilhas deixou seus quadris escorregarem por meu corpo, sua bucetinha deslizou por peito e barriga, deixando-me com marcas de seu mel espalhadas por meu corpo, enquanto ela ia se sentando, pouco a pouco, em cima do meu pau.

“Cansou?” Disse ela desafiante.

Bati com pau em sua bucetinha algumas vezes, enquanto ela rebolava sobre a cabecinha, apoiada em minhas pernas, e de costas para mim.

“É só você querer. Vem!” repliquei.

Dito isso, ela soltou o corpo e deixou meu membro entrar em sua grutinha molhada. Com ele inteiro em sua racha, ela começou a rebolar o quadril e começou a cavalgar sobre ele.

Além de pedalar, minha atleta era uma amazona. Subia e descia e meu pau escorregava em sua bucetinha quente e gostosa com o rabão empinado voltado pra mim.

“Fode... me fode... me fode!”

Segurei sua bunda com as duas mãos, ajudando-a a sentar mais gostoso e abrindo-a para ver seu cuzinho piscando em cada cravada do meu pau.

Daiane empinava a bunda e fazia cara de safada, me olhando por sobre os ombros, enquanto me montava:

"Que pau gostoso... Uia, delícia!". Ela gemia.

"Senta gostoso, vai, rebola nele". Eu respondi, e ela atendeu meu pedido, pulando sobre ele com força e rebolando gostoso.

Agarrei sua cintura e me levantei, fazendo com que ela girasse o corpo e ficasse de joelhos sobre a espreguiçadeira, de quatro para mim.

Eu entrava e saia com vigor de sua xoxotinha. Ela estremecia, de olhos fechados e com a boca entreaberta:

“você gosta de me comer de quatro, não é sacana?”

Com Força eu dizia “sim” e comia cheio de tesão, dando tapinhas em seu traseiro bronzeado:

"Ai, bate, bate na minha bundinha". E eu batia até o dourado ficar vermelhinho.

Tirei meu pau de sua bucetinha e mirei no seu cuzinho, testando sua reação. E a receptividade não poderia ser melhor.

“Quer comer meu cu? Vem. É todo seu.”

Ela jogou as mãos para trás e se abriu pra mim, ficando com o rosto colado na espreguiçadeira e com a bundinha empinada

Massageei seu cuzinho lindo com meu dedo indicador, depois apontei a cabeça do meu pau para ele e fui encaixando devagar:

“Ahhhh... D-E-L-Í-C-I-A!”

E cabeça passou por seu anel apertado, e meu pau começou a deslizar para dentro de seu rabinho.

Ela mexia os quadris em direção a meu pau, e abria caminho por entre suas preguinhas. Quando ele se acomodou inteiro lá dentro, comecei um vai e vem naquele cuzinho divino, apertado e guloso

“Come minha a bundinha... Come, seu safado... Mete nela bem gostoso". Ela pedia.

Ela rebolava e gemia de um jeito safado. Eu ia metendo devagar, vendo meu pau se perder em sua bunda gostosa, curtindo a maneira como ela apertava meu cacete dentro dele.

Nessa loucura, senti o meu gozo se aproximando e anunciei isso:

"Goza nos meus peitos também, goza!". Ela exigiu.

Não me fiz de rogado, tirei o pau de seu cuzinho, quase explodindo, mirei sobre seus peitos e despejei jatos de porra sobre eles, e ela espalhou sobre os biquinhos, sorrindo para mim.

Fiquei curtindo a gozada por um tempo, com ela acariciando meu pau até a última gota sair dele.

Que gata era aquela! Deitei-me na espreguiçadeira para me refazer. Ela me deu um beijo rápido e disse que tinha uma excursão nova pra guiar, e subiu correndo.

Coisas de minutos, eu me refiz e me levantei. Sem antes me tocar e da proposta que me fez vir aqui:

“Tive 99% de transpiração nessas férias. Falta ainda o 1% de inspiração!” Conclui.

Ri e prometi a mim mesmo que ainda iria encontrá-la. Ah, se vou!

Comentários

17/01/2010 16:15:30
nosa da proxima resuma em partes, mas ta muito boa sensaciola

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