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O melhor amigo do meu filho – Parte 2

Autor: Story Teller
Categoria: Heterossexual
Data: 04/01/2010 11:17:13
Nota 9.67

Fomos Descobertos!

Meu nome é Lúcia, e relatei em meu primeiro conto “O Melhor Amigo do Meu Filho – Nossa Primeira Vez” minha experiência com o Giba, amigo do meu filho. Ele era virgem, não tinha tido nenhuma experiência sexual, e de tecnicamente ainda era, já que ficamos só no sexo oral.

Depois desse dia, eu os busquei todos os dias na escola, algumas vezes ele almoçou conosco, mas nada de mais. Quando muito, um ou outro olhar mais furtivo, mas eu sempre me vesti toda comportadinha para não provocá-lo e também para o meu filho Rico não perceber nada.

Porém, na semana seguinte o meu filho teria de novo a aula de recuperação e eu voltaria para casa só com o Giba. Não agüentava esperar para continuar o que havíamos começado. Em vez de ir buscá-lo do jeito que estava vestida em casa, simplesinha como na outra vez, me produzi um pouco: tomei um banho demorado, arrumei os cabelos, me perfumei - inclusive com um sprayzinho nos seios e na xoxota – e vesti um conjunto sensual de lingerie branca que realça minha pele bronzeada. Depois, escolhi uma mini-saia jeans e uma blusinha decotada abotoada na frente. A blusa era branca, meio transparente e deixava entrever o meu sutiã. Alem disso, escolhi um sutiã meia-taça, que realçava ainda mais meus volumosos seios no decote. Para compor o visual, sandálias de salto alto. Me sentia a própria mulher fatal, e dirigi para a escola!

Quando o Giba entrou no carro, dei um beijinho no rosto como sempre, e fomos para casa. Assim que saímos da vista das outras mães e meninos que lá estavam, ele me secou toda de cima a baixo, e notei de novo o volume da sua ereção na bermuda. Sorri, passei a mão levemente na sua coxa quando mudei a marcha, e disse “Calma, meu querido, agora falta pouco!”

Chegamos e assim que entramos na sala ele já quis me agarrar, beijar, passar a mão. Demos um beijão, mas me afastei e pedi pra ele esperar a hora. Queria provocá-lo ao máximo. Fomos para a cozinha comer um sanduíche que eu já tinha deixado preparado – precisávamos de todas as nossas energias – e não o deixei me tocar enquanto andava sensualmente arrumando a comida e a mesa, ele apenas me consumia com um olhar pegando fogo de desejo.

Terminamos de comer, fui para a pia ajeitar as coisas, e ele não resistiu: chegou por trás, me abraçou segurando os peitos e me encoxou com seu cacete duro através da bermuda. Dei uma reboladinha contra o seu pinto para provocá-lo ainda mais, saí do abraço e falei para ele ligar uma música na sala e me esperar no sofá, que eu já iria.

Dei um tempinho para ele ligar o som, diminuí as luzes da sala – as cortinas já estavam bem fechadas, obviamente – e cheguei perto dele. Ele estava sentado, mas antes que ele levantasse e viesse me abraçar, dei o golpe mortal: parei em frente dele, e dançando no ritmo da música tirei lentamente meu sutiã por debaixo da blusa, deixando meu peito quase à mostra. Coloquei o sutiã em volta do seu pescoço e o puxei para um beijo. Em seguida, me afastei de novo, tirei a calcinha por baixo da saia e a aproximei do seu rosto para que ele sentisse o meu cheiro misturado com o perfume.

Ele aspirou fundo, soltou um gemido e veio me abraçar encostando todo o corpo, sua ereção, em mim, enquanto sua mão buscava apertava minha bunda por sob a saia. Estávamos os dois inebriados, o tesão à flor da pele, quando ouço um barulho da porta e meu filho grita: “Mãe, não teve aula, vim de carona...” e quando nos viu, engasgou e ficou paralisado. Nós nos afastamos, mas lógico que ele me viu com o seu amigo, abraçados, com meu sutiã em volta do pescoço dele e a calcinha na minha mão.

“Nãããoo!!!” ele gritou, e subiu correndo para o seu quarto. Desesperada, saí correndo atrás dele, e felizmente a regra da casa é que nossos quartos não tem chave, mas respeitamos a privacidade de cada um. Ele bateu a porta com força, e fiquei ali paralisada. Bati e pedi que ele abrisse, por favor, que precisávamos falar. Primeiro, ele não respondia, depois só falava que não. Pedi por favor, insisti e falei que estava entrando, que precisávamos mesmo falar. Ele não respondeu, dei uma batidinha, avisei que estava entrando e abri a porta.

Ele estava deitado, de costas para a porta. Me aproximei, sentei ao pé da cama, e comecei a falar. “Rico, meu bem, me desculpe. Não sei o que falar, mas me desculpe!”

Ele, aos soluços, respondeu “Mãe, você assim toda sem vergonha e com meu melhor amigo, não precisa falar nada.”

“Filho – respondi – pode parecer errado, deve ser errado, mas eu mexi com o seu amigo e ele comigo, ficamos morrendo de vontade, não deu pra segurar.”

“Mas você é minha mãe, não pode ser igual a uma puta, não pode ter essas vontades.”

“Rico, sou sua mãe, mas também sou mulher, vocês não ficam atrás das meninas, não ficam vendo fotos e filmes na internet? Claro que sim, e é mais que normal. Só que eu também sou gente, me sinto muito sozinha, e é claro que tenho os meus desejos de mulher também.”

Ele parou de soluçar, virou-se lentamente e sentou-se na cama, me olhando. “Tá certo, mãe, desculpa. Não falei por mal. Claro que você é gente, que tá viva. E claro que você é muito linda e mexe com qualquer um.”

Quando disse isso, ele me olhou de alto a baixo e o senti tremer. Só então dei por mim que estava com os seios praticamente de fora, cobertos só pelo tecido transparente da blusa entreaberta, fora o decote generoso. Quando tinha me sentado na cama de qualquer jeito, sentei sobre o joelho para me virar para ele, a mini saia tinha subido e expunha quase toda a minha xota.

Sentei direito, mas não tinha nada que pudesse fazer com a blusa, mesmo porque nessa hora seria ridículo eu esconder meus seios com o braço. Ele fechou os olhos, voltou a soluçar um pouco, e continuou me pedindo desculpas por ter falado aquelas coisas horríveis.

Eu me derreti: levantei, sentei ao seu lado na cama e o abracei forte, puxando-o contra mim. Ele evitava me olhar nos olhos e, baixando a cabeça, praticamente a encostava nos meus seios quase expostos. Eu não resisti e puxei a cabeça aninhando-a contra o meu peito, dando-lhe conforto. Ele sossegou, virou o corpo para se acomodar e – surpresa – reparei no volume sob sua calça jeans. Meu filho estava com tesão em mim.

Não posso negar que o seu contato nos meus seios e a visão da sua ereção tinham mexido comigo também. Apertei mais ainda sua cabeça contra mim e, como ele ainda soluçava, tão vulnerável, eu instintivamente apelei para a solução materna: abri os botões da blusa e encostei o seio em sua boca.

Ele só entreabriu os lábios, sentindo a maciez e o calor, e logo beijou meu bico, um beijo, outro, até que o colocou na boca. Primeiro, delicadamente, depois mamando com sofreguidão.

Senti na hora um calor na vagina, como sentia quando o amamentava ou quando um homem chupava meu seio. Ficamos assim um tempo, ele mamando e eu falando baixinho “Isso, meu bem, fica tranquilo, fica gostoso.”

Senti seu corpo estremecer, e vi que ele tentava se ajeitar. Percebi

que a sua ereção, sob a calca jeans apertada, o incomodava. Segurando ainda seu rosto, com a outra mão abri o seu cinto, o botão, e o zíper. “Fica à vontade, querido, não se machuca não.” Ele colocou a mão por dentro e ajeitou sua ereção para cima, para fora da calça mas por dentro da cueca. Vi que sua cueca estava completamente melada, e a cabeça do pinto pressionada contra ela quase à mostra. Percebi ainda que quando me ajeitei para abrir sua calça eu havia aberto as pernas e endireitado o corpo, e minha vagina estava totalmente exposta para ele.

Estávamos os dois naquele clima de tesão total, quando o Giba apareceu na porta. “Desculpa, gente, to indo.” “Não – disse o meu filho, largando o meu peito – vem cá! Se minha mãe vai ficar com alguém, que seja com o meu melhor amigo.”

Eu disse: “Ficar assim com ele, não.” E contei ao meu filho o que eu e o Giba tínhamos feito na semana anterior, como a coisa aconteceu. Disse ainda que eu sabia que ele também não tinha ficado com uma mulher, que claro que deveria ter vontade, e que se ele quisesse eu faria com ele o que tinha feito com o Giba. Ou com os dois, ou com nenhum. Dito isso, levantei e ainda com a blusa entreaberta saí para o meu quarto e deitei na cama, esperando.

Não demorou dois minutos e os dois entraram, um sorrisinho nos lábios, os olhos faiscando. O Rico só de cueca, mostrando aquele volume todo, e o Giba todo nu, já mais à vontade comigo. Vi aquele cacete comprido de novo, a cabeça vermelha exposta, e me deu curiosidade de saber como era o do meu filho.

Quando ele se aproximou da cama eu sentei na beirada, fui lentamente abaixando sua cueca, até que saltou para fora um pau duríssimo, muito grosso, babando todo na pele que encobria metade da cabeça. Era menor que o do amigo, mas quase o dobro em grossura, algo inacreditável. Lembrei o meu ex-marido, que era grosso mas não tanto, e senti um calor me inundando por baixo.

Olhei para ele, sorri, segurei aquela pica e coloquei na boca. Chupei, sentindo minha boca esticada com o tamanho, lambi, acariciei o saco, as bolas, até que percebi que ele deveria estar próximo de gozar. Não era a hora.

Deitei de novo no meio da cama, tirei a blusa e a saia, e me expus toda a eles. Vocês devem se lembrar que sou um mulherão, bonita, gostosa, um corpo curvilíneo onde a cintura faz realçar meus seios grandes e firmes, os quadris largos e as coxas grossas. “Rico, meu bem, me chupa!” pedi.

Ele mais que depressa se colocou no meio das minhas pernas e começou a lamber minha boceta peladinha. O Giba veio por cima, me beijou, e começou a mamar um pouco em cada peito, com a mão agarrando e apertando o outro. Nunca tinha ficado com dois homens, e sentindo o que os dois me faziam, olhando seus corpos lindos e jovens, eu ia às nuvens.

O Rico chupava com a ânsia que o amigo tinha tido na semana anterior. Enfiava a língua, lambia, mas logo aprendeu a segurar meu grelo com os lábios, e percebeu com meus gemidos e movimentos que isso me dava muito prazer. Nesse meio tempo, o Giba se ajoelhou ao meu lado, deixando sua pica perto do meu rosto e deixando claro o que ele queria. Mais que depressa comecei a chupá-lo, enquanto ele continuava a me acariciar. Realmente, o garoto era tarado num peitão.

Ficamos assim algum tempo, até que percebi que eu estava quase gozando, e que o Giba estava perto também. Hoje não, pensei, hoje eu quero um pau me penetrando, já faz muito tempo que quero!

Parei de chupar, virei e ajoelhei na cama, com o rosto para o Rico, que havia parado de me chupar e ficou ajoelhado. De quatro, a bunda apontada para o Giba, ficou claro o que eu queria. Botei o pau do Rico na boca e recomecei o boquete, enquanto sentia que o Giba se posicionou, segurou meus quadris, e foi encostando a sua vara, procurando meu orifício. Falei “Pode vir, querido, hoje não tem perigo, deixa eu tirar seu cabaço.” Ele não tinha prática, mas eu o ajudei na pontaria e logo senti a cabeça dentro de mim.

Afobado, ele meteu de repente aquela vara toda, me empurrando para frente com um gemido. “Devagar, pedi. Faz tempo que não entra nada aí, vai devagar”. Ele se desculpou, tirou quase tudo e começou lentamente a meter de novo, em movimentos curtos de vai-vem. Aquilo estava ótimo, logo relaxei e aos poucos senti seus pelos me esfregando e o seu saco batendo na minha bunda, tudo aquilo dentro de mim. Era tão comprido que de quatro como eu estava, a posição que mais gosto, sentia a cabeça cutucando o meu útero quando ele enfiava fundo, mas estava ótimo.

Voltei a me concentrar no Rico, maravilhada por ter um pau gostoso daqueles na minha boca, e por saber de quem ele era. Eu o segurei de novo, sentindo toda aquela grossura na minha mão, e aumentei o ritmo e a força da chupada, movimentando a mão para frente e para trás. Enquanto eu aumentava o ritmo, vi que o Rico respondia, olhando fixamente o seu pau na minha boca, gemendo mais.

Nesse meio tempo o Giba, certamente com a visão da minha bunda e da minha boca agasalhando a vara grossa do amigo, metia mais e mais rápido, mais fundo, agarrando meus quadris contra o seu cacete com as duas mãos.

Senti aquele gosto gostoso de porra na boca, enquanto o meu filho ia à loucura, gritando. O Giba parecia uma máquina de foder, e com toda aquela situação comecei a gozar loucamente, muito mais do que com a chupada que tinha levado na semana anterior. Ao mesmo tempo que sentia minha boca cheia de porra quente, senti o mesmo melando minha vagina.

Detonada, deitei no meio da cama, um de cada lado. Beijei os dois na boca, ainda com gosto da porra docinha do meu filho, e relaxei.

“Meu amor – disse – hoje ainda não é a sua hora de me penetrar, mas vai chegar, tá?” E deitamos os três, apertadinhos, todos com um sorriso nos lábios.

____________________

Espero que tenham gostado. Quem quiser, principalmente mulheres, trocar experiencias para eu incluir em outras historias e so mandar email.

Comentários

26/06/2011 18:26:04
20/04/2010 15:05:41
10 me add no msn!!! [email protected]
20/04/2010 10:09:00
show!!!!!!!!!!!! vc manda muito bem......
27/03/2010 22:17:54
Prezada Lucia, que diferentes suas historias.Me identidiquei com seu relato pois vivo algo semelhante em minha vida. Sou divorciada há cinco anos. Tenho um filho com 22 anos (R) com quem as vezes mantenho relações casuais exporádicas.Me chamo Michelli sou loira, tenho 43 anos e raltivamente uma boa aparencia pois frequento muito a praia de Tambaba por isso estou sempre bronzeada e relativamente sensual apesar dos meus 43 anos.O por isso de ser assediada pelo meu proprio filho creio eu. Como você mensiona que gostaria de trocar experiencias com pessoas que vivem algo semelhante gostaria de me corresponder com vc para que possamos trocar algumas de nossas experiencias. Obrigado pela atenção e se não houver interesse tudo bem. Tenho que dar uma nota? Dez está bom? Dez no caso está bom? Obrigada. meu e-mail é: [email protected]
05/01/2010 17:56:43
Nossa to de cara com vc, si for verdade ou mentira vc ja me deu tesão. me add no msn e no orkut pra gente si falar depois t+ OTIMA HISTORIA NOTA 10 [email protected]
05/01/2010 15:22:46
Adorei..li os dois contos... o quanto de verdade nisso nao importa a quem conhece um pouco do que sentiu ... escrevi isso no conto AS VEZES ACHO QUE FOI TUDO UM SONHO....quando o que vivemos é forte assim.... nao existem regras que nos impeçam de senti-los ...PARABENS TE DOU 10
04/01/2010 20:47:59
Que loucura é essa? Que mundo que vc vive?E sem camisinha na transa.Nossa trepa com o proprio filho. que loucura hein! Uma mulher gostosa mesmo separada é pra ter homem escorrendo pelas tabelas atras de vc. Tá vendo como fica contraditório. E sem camisinha meu! Aí seu filho depois cresce vai sai comer uma mina sem camisinha aí pelo mundo e vc não ensinou ele a se cuidar mesmo antes com vc. Meu mundo está bem longe da sua realidade. eu so transo com mulherão mesmo e só com camisinha. mas sua nota é 10. beijão.. Que conto hein! Diferente! Insesto né!Deve ser esquisito mas tudo bem.. cada louco com sua loucura. RICK ([email protected])
04/01/2010 13:37:39
Realmente um ótimo conto. Senhoras, senhoritas, damas e putinhas, façam um adolescente feliz, dêem um aprendizado adequado a esses iniciantes pois quem tem a ganhar são vocês próprias. É Storyteller, fostes bastante feliz na escolha deste conto. Aguardo ansiosamente a terceira parte deste conto.Nota MIRR!!!
04/01/2010 12:33:31
ual, eu tambem quero participar dessa brincadeira,hehehehe add: [email protected]

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