Casa dos Contos Eróticos

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Um conto de amor e paixão

Categoria: Heterossexual
Data: 26/09/2010 13:15:41
Nota 9.50
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Celina havia completado 14 anos quando conheceu Marcelo, de 16 anos. Como é próprio da juventude, apaixonaram-se e não demorou muito para se entregarem um ao outro, sexualmente falando.

Aos 15, a menina deu a luz a um menino, ao qual deu o nome de Maurício. Marcelo, o pai, mudou-se com a família e nunca mais deu notícias.

Celina, com a ajuda dos pais, criou Maurício com todo amor que podia, mas desiludida com os homens, embora não tinha conhecido mais nenhum além do pai de seu filho, não quis saber mais de relacionamentos amorosos, preferindo dedicar todo o seu tempo ao seu lindo menino.

Aos 30 anos, já realizada profissional e financeiramente, resolveu morar sozinha com o filho, alugando uma pequena quitinete, não longe da casa dos pais.

Os dois, mãe e filho, amavam-se muito e, nessa época, Maurício então com 15 anos, estudava na parte da manhã num colégio perto de casa.

Em julho, por ocasião da aproximação das férias de meio de ano, Celina resolveu tirar férias do trabalho para poder curti-las com o filho.

Maurício desde pequeno dormia na mesma cama da mãe e na época do verão, ele de sunga e ela, muitas vezes apenas de calcinha.

Logo após haver completado 15 anos, Maurício começava a prestar mais atenção no corpo de sua mãe. Celina, uma morena clara de 1,67 m, era muito bem feita de corpo, com as pernas muito bem torneadas, embora não praticasse nenhuma atividade física. Possuía seios fartos, os quais Maurício adorava acariciar quando estavam deitados. Celina não se importava com aquelas atitudes do filho, pois achava que era normal, ainda mais na idade dele, em que os hormônios estão em plena ebulição.

Mas, nessas carícias de Maurício, Celina não podia deixar de notar que o membro do menino ficava riste e observava em silêncio a freqüente excitação do jovem.

A porta do banheiro da casa tinha uma fechadura daquelas antigas, em cuja abertura podia-se deslumbrar do lado de fora quem estava dentro do recinto.

Então as férias de julho iniciaram-se e Maurício podia ficar mais tempo na cama e Celina, que também estava de férias, aproveitava para dormir até um pouco mais tarde.

Numa manhã, aproximadamente nove horas, Celina acordou, não viu o filho deitado a seu lado. Levantou-se e viu um pequeno bilhete dele sobre a mesa informando que havia ido à padaria comprar leite e pão. Ela então se dirigiu ao banheiro para tomar uma ducha e ao terminar, quando estava se secando, teve um leve pressentimento e ao olhar para a porta do banheiro, notou que seu filho a olhava pelo buraco da fechadura enquanto se secava. Aquilo, mesmo contra a sua vontade, a deixou curiosa e ao mesmo tempo com uma leve excitação.

Até aquele momento, nunca tinha reparado que seu filho adorava vê-la de trajes íntimos e ficava fazendo comentários sobre o lindo corpo da mãe. Ela achava graça daquilo, mas nunca poderia imaginar que Maurício secretamente a desejava ardentemente.

Nesse dia, mesmo sabendo que Maurício a observava, continuou a se secar e em seguida vestiu uma calcinha azul de renda, um short que deixava boa parte de suas nádegas a mostra e colocou uma blusinha fina de algodão. Assim que a mãe acabou de se vestir, Maurício saiu do local onde estava e foi sentar-se no sofá para assistir televisão.

Quando Celina saiu do banheiro, Maurício não pode deixar de notar que os bicos dos seios da mãe estavam enrijecidos, talvez pelo estado de excitação que se encontrava ao notar que o filho a espiava enquanto se secava e colocava a roupa. Ao cruzarem os olhares, notou que Maurício olhava fixamente para seus seios e curiosa perguntou:

-Que foi, amor? Está admirando os seios da mamãe?

-Sim, mamãe, não me canso de olhá-los...

Celina nada respondeu, mas ficou perturbada e ao mesmo tempo feliz com aquela observação.

Nesses anos todos, Celina teve pouquíssimos relacionamentos amorosos, todos de curta duração e que nada haviam representado para ela. Ficava preocupada com a possível reação negativa de Maurício, que não admitia que a mãe se casasse e em sua cabeça juvenil, ela seria apenas dele e de mais ninguém.

Naquela noite, estava muito calor e antes de deitar, Maurício foi tomar um banho. Ao terminar, notou que sua toalha ainda estava no secador da área de serviço. Abriu ligeiramente a porta do banheiro e pediu a mãe, que estava assistindo televisão, que pegasse sua toalha. Ao voltar, Celina entreabriu a porta e ao vislumbrar seu filho nu, ficou quase que extasiada ao ver o tamanho de seu pênis, bem grande para um menino de 15 anos. Entregou a toalha, saiu do banheiro visivelmente perturbada com aquela visão e tentou afastar os pensamentos libidinosos que começavam a povoar a sua cabeça. “Que loucura, admirando o tamanho do pinto do meu próprio filho...” – pensou ela.

Quando Maurício saiu do banheiro, sentou-se ao lado da mãe e começaram a conversar assuntos banais do dia a dia, mas o menino continuava a olhar com lascívia o seu corpo de cima a baixo, deixando Celina cada vez mais atarantada. A um determinado momento, ela levantou-se e falou para o filho que iria se deitar. Passados alguns minutos, Maurício também foi deitar-se e como de costume colocou a mão debaixo da blusa da mãe para acariciar seus seios. Visivelmente excitado, Maurício perguntou a mãe porque ela não ficava só de calcinha, como fazia sempre quando estava calor. Celina deu de ombros, tirou o short, atendendo ao pedido do filho, que completou pedindo:

-Mãezinha, tira também essa blusa, afinal está muito calor. Posso tirar pra senhora?

Celina fez que sim com a cabeça e Mauricio rapidamente tirou sua blusa. Celina olhou de relance e notou o enorme volume debaixo da sunga de seu filho, mas fez que não viu, virou-se para o lado e tentou dormir. Quando estava quase pegando no sono, notou que seu filho já estava avançando nas carícias, desta vez alisando suas pernas e tentando afastar sua calcinha para o lado. Embora sua primeira reação fosse de espanto, não conseguiu impedir que Maurício continuasse seu intento, pelo contrário estava começando a gostar daquilo.

Virou-se na cama, de frente para o filho e sentiu que sua vagina estava úmida de excitação. Maurício conseguiu afastar a calcinha de sua mãe e introduziu seu dedo médio naquela gruta molhada enquanto beijava sofregamente os seios de Celina. Ela cerrou os olhos e já muito excitada, desceu a sunga do filho e começou a acariciar seu pênis. Maurício acabou de tirar a calcinha da mãe, procurou sua boca, deu-lhe um apaixonado beijo e foi descendo até chegar na vagina de Celina. Começou a beijá-la no lugar de onde havia nascido e notou que a mãe se contorcia desesperadamente na cama, quase chegando ao orgasmo. Maurício então, deixou a vulva de Celina, e com o membro em riste aproximou-o da boca da mãe que o abocanhou avidamente, levando Maurício as nuvens. Ao perceber que estava quase chegando ao êxtase, penetrou sua mãe apaixonadamente e ambos chegaram ao orgasmo simultaneamente.

Naquela noite, ainda tiveram mais duas relações sexuais, cada uma melhor do que a outra.

No dia seguinte, Celina acordou com um enorme peso na consciência e piorou ainda mais quando lembrou que não tinha tomado nenhuma precaução. Maurício não havia usado camisinha e nem ela usado qualquer tipo de anticoncepcional. Correu para o banheiro para lavar-se, talvez achando que poderia eliminar o esperma do filho apenas com água corrente.

Em seguida, Maurício levantou-se e carinhosamente abraçou a mãe e deu-lhe um beijo de puro amor e paixão. Celina, embora preocupada, respondeu ao carinho do filho e não tocaram no assunto que ocorreu durante a noite. Era visível a preocupação de Celina, imaginando o que seu filho poderia pensar sobre tudo o que aconteceu, afinal ele só tinha 15 aninhos, mas Maurício estava simplesmente maravilhoso, cheio de carinho e atenção com a mãe.

A partir daquela noite, era raro o dia em que não se amavam loucamente, até que Celina começou a ter sintomas que há muito não tinha, tais como enjôos, vertigens e desejos de comer comidas diferentes. Assustada, correu até a farmácia mais próxima, comprou um daqueles testes de gravidez e foi pra casa. No banheiro fez o teste e apavorada constatou que o mesmo deu positivo.

“Meu Deus, estou grávida do meu próprio filho” – pensou ela. Aguardou ansiosamente a chegada de Maurício da escola, e contou-lhe a terrível novidade. Ele, entre surpreso e entusiasmado, tratou de acalmar a mãe, dizendo:

-Mãezinha, essa criança é fruto do nosso grande amor! Estou muito feliz com essa notícia!

Celina exclamou desesperada:

-Meu bem, é um fruto de um amor proibido. Essa criança não pode nascer!

-Vai nascer sim, mamãe! Eu quero um filho seu!

-Mas Maurício, essa criança será seu irmão também, não sabe?

-Sei sim, mamãe, mas ela nunca precisará saber disso, ok?

Nove meses depois, Celina deu a luz a uma linda menina, a qual deu o nome de Carolina. Maurício não cabia em si de contentamento.

Celina pediu transferência de cidade na empresa onde trabalhava e mudaram-se para outra cidade.

Para os pais, Celina disse que a menina era conseqüência de um namoro com um colega de trabalho e encerrou o assunto.

Passaram-se os anos e Carolina aos 14 anos transformara-se numa formosa menina, morena clara como a mãe, mas com todas as feições do pai e também irmão.

Um belo dia, Carol, como era chamada, chegou mais cedo do curso de informática que fazia a noite e ao passar em frente ao quarto de Celina escutou uns gemidos abafados e respirações ofegantes. Intrigada com aquilo ficou imaginando que a mãe deveria estar com algum namorado transando em seu quarto. Dirigiu-se ao quarto do “irmão”, bateu na porta e como não obteve resposta, abriu-o e encontrou-o vazio. Quando saía do quarto de Maurício, viu-o saindo do quarto da mãe, ainda ajeitando a bermuda e intrigou-se ainda mais.

Daquele dia em diante, procurou prestar mais atenção no que se passava na casa e numa certa noite, notou Celina entrando no banheiro e em seguida também Maurício e eles não notaram que ela os estava observando, talvez até por imaginarem que Carolina não estivesse em casa, pois não ouviram a menina chegar.

Carolina, super curiosa, acercou-se da porta do banheiro e disfarçadamente olhou pelo buraco da fechadura e assombrada viu a mãe e o “irmão” tomando banho juntos e acariciando-se mutuamente, trocando beijos apaixonados e bolinando-se sofregamente debaixo do chuveiro.

Carol, que já trocava amassos com um colega de escola, excitou-se tremendamente com aquela visão e inadvertidamente pegou-se acariciando a própria vagina, chegando rapidamente ao orgasmo.

Quando Celina e Maurício fecharam a água do chuveiro, era a hora de Carol sair dali e ir para o seu quarto.

Na hora do jantar, embora muito perturbada com o que tinha visto no banheiro, fez de conta que estava tudo normal, jantou normalmente com Celina e Maurício, deu um beijo no rosto da mãe e do “irmão” e disse que iria deitar-se.

Mas o que tinha presenciado não saía de sua cabeça e lá pelas tantas resolveu ir ao quarto do “irmão”. Sem pensar nas conseqüências, abriu intempestivamente a porta do quarto e deparou com uma cena, para ela inusitada. Viu Celina de quatro na cama sendo penetrada por Maurício. Os dois, ao notarem sua presença, afastaram-se de imediato, completamente atônitos, tentando cobrir-se com o lençol. Carol, estática e sem ação, ficou sem saber o que falar. Celina colocou a camisola sobre o corpo nu, levantou-se e pediu a filha que se sentasse a seu lado na cama. Maurício também colocou a bermuda e sentou-se ao lado das duas. Celina então decidiu contar toda a verdade para a filha e os três abraçaram-se chorando.

-Quer dizer então, que sou ao mesmo tempo irmã e filha de Maurício, mamãe?

-Sim, minha filha, perdoe-nos por não haver lhe contado isso antes.

-Mas mamãe, isso é incesto! Como vocês puderam fazer isso? Nunca ninguém soube?

-Não Carol, isso é um segredo que guardamos esses anos todos – respondeu Mauricio antes da mãe.

Carolina estava visivelmente abalada com aquela situação, mas Celina e Maurício procuraram acalmá-la de todas as formas, até que a menina pediu:

-Não quero ir para o meu quarto, posso ficar aqui com vocês, só essa noite?

Os dois concordaram e dormiram os três na mesma cama.

No dia seguinte, um sábado, Celina levantou primeiro e viu os dois irmãos dormindo abraçados ternamente. Foi para a cozinha preparar o café e em seguida os dois chegaram.

Ninguém tocou no assunto e o dia transcorreu normalmente. Foram ao supermercado e a noite pediram uma pizza para assistirem a um filme em casa mesmo.

No sofá, Celina sentou-se numa ponta, Maurício no meio e Carol na outra ponta. No decorrer do filme, a menina reparou que a mãe e Maurício trocavam carícias disfarçadamente, imaginando que ela estava absorta no filme.

Em determinado momento, Carol resolveu falar:

-Maninho, queria que você me beijasse como beija a mamãe!

Os dois entreolharam-se e assustaram-se com o pedido da menina. Maurício perguntou então:

-Tem certeza que é isso que você quer? – e virando-se para Celina, indagou:Que tal, mamãe, posso?

Celina respondeu, já excitada e imaginando a cena:

-Se ela quer, bola pra frente, amor!

Maurício então pegou o rosto da filha/irmã e deu-lhe um cinematográfico beijo de língua. Celina aproveitando-se do momento, também beijou a boca dos dois e um clima de completa paixão tomou conta do ambiente. Quase que automaticamente, ficaram os três pelados e beijando-se apaixonadamente. Foi quando Celina alertou:

-Maurício, preste atenção! Não vá incorrer no mesmo erro de 15 anos atrás! Não goze dentro de sua irmã, por favor!

-Eu sei, mamãe, pode deixar!

Nessa altura, Carolina desejava ardentemente perder a virgindade e ser possuída pelo pai/irmão e desesperada guiou o membro de Maurício para a sua vagina. Como estava no auge da excitação, chegou rapidamente ao orgasmo. Celina assistindo aquela cena maravilhosa, masturbava-se avidamente, gozando também. Maurício, quando sentiu que o gozo estava próximo, tirou o pênis da vagina de Carol e gozou abundantemente sobre seus seios. Esgotados, caíram sobre o sofá e ficaram assim, abraçados até amanhecer o dia.

Daí por diante e quase que diariamente, Maurício precisa sempre ter a necessária disposição para satisfazer sexualmente sua querida mãe/amante e agora também sua querida filha/irmã e mais nova amante, sempre tomando os devidos cuidados para não engravidar nenhuma das duas. Aliás, Maurício, aos 29 anos, está pensando seriamente em fazer vasectomia...

FIM

Comentários

24/11/2010 00:31:09
gênero Barão de Munchausen... e fodasse pra aula de genética
11/10/2010 18:29:57
Muito bom o seu conto, gostei bem escrito e com conteudo. sem apelação.
06/10/2010 00:31:48
Bom conto, ...
27/09/2010 17:20:49
muito criativa!!!!! Adorei!!!
26/09/2010 20:39:40
bem bolado e tesudo !
26/09/2010 14:20:29
Apesar de ser muito doida e historia e sacana e rapida demais ne, rsrsr achei muito criativa e engraçada gostei muito apesar de se ver claramente ser mentira o que fica melhor ainda....

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