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Sofia - Ai paizinho, que tora grossa...

Autor: Paulo César
Categoria: Heterossexual
Data: 21/11/2010 03:39:52
Última revisão: 21/11/2010 04:07:03
Nota 9.50
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Para a compreensão deste conto, aconselha-se a leitura prévia do conto "Sofia - Não, paisinho, não!"

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Depois daquela estocada sem dó, a minha tesão estava cada vez mais forte.

Sofia engolia a verga já sem qualquer pudor e ao mesmo tempo dedilhava a sua greta e o seu grelo, demonstrando a sua tesão de fêmea, a transbordar, como cadelinha no cio. Eu estava prestes a esporrar-me na boca quente e gulosa da minha filhota, e, enquanto sentia que o leite subia pelo meu caralho até estourar naquela caverna mamadora, tomei a cabecinha linda de Sofia e, tomado de uma loucura animalesca, segurei-a entre as mãos e rugi como touro a quem acossassem. Ao mesmo tempo a fêmea que ali estava a sugar e engolir toda a minha vara recebeu sem poder recuar toda a minha carga de sémen, quase sufocando pelo inesperado da descarga.

Apesar de tudo, não deixei que negasse o néctar e em poucos segundos Sofia, com olhar esbugalhado e como se implorasse misericórdia, acabou por aceitar e engolir todo o caudal da minha teta. Satisfeito embora cansado, puxei-a para cima e já de pé, olhei-a com ternura nos olhos e falei:

- Querida, foste uma fêmea como não tive outra… Que boquinha quentinha e gulosa, filhota! E que tesão… Sentiste tusa enquanto mamavas o cacete do papá? Coçaste a tua coninha… Que ratinha linda, amor!

Sofia parecia agora envergonhada. Totalmente nua, com as maminhas ao léu e com a greta lustrosa, semeada de pintelhos alourados, ainda a escorrer dos seus próprios líquidos, como que baixava a cabeça, evitando o meu olhar de macho pronto para dar continuidade à festa que mal começara. Ainda assim, meneou a cabeça em sinal de concordância.

Vê-la assim, disponível e submissa, fez-me sentir o senhor da situação e de imediato, sentindo que não podia perder aquela oportunidade de ouro, fi-la subir ao sofá, onde me havia sentado, colocando-a de frente para mim, com uma perna de cada lado do meu corpo e a vagina bem na minha frente.

O odor que recendia daquela caverna de fêmea turvava-me o espírito e só me apetecia sová-la com o meu pau bem duro e grosso.

Obriguei-a a levantar uma perninha, que colocou em apoio no sofá, e a visão até ali majestosa, passou a ser divinal. Aquela greta pedia um tratamento digno de uma princesa! As carnes rosadas, os lábios luzidios, a greta pequena, mas já conhecedora do tratamento carnal, como que gritava, ante o meu olhar que se incendiava mais e mais no auge da visão da perdição total.

Sofia como que gemia, no seu silêncio de menina mulher, que sabia o que a esperava! Eu, o seu pai e agora seu macho, já não controlava os meus instintos, nem os meus desejos, tal era o tesão que me avassalava! Num ápice tomei os grandes lábios da fêmea e afundei na racha escaldante o meu dedo médio

Levando a minha doce menina a gemer forte, quase gritando, ao sentir-se invadida. Descontrolado falei, num discurso balbuciado, onde a tesão marcava pontos:

- Vá, cadelinha do papá… Vais ver como é bom o cacete do teu paizinho! Vais levar com ele amor… Todinho! Até que os colhões toquem nas pregas desta ratinha… Ui… Que vontade de te foder a gretinha, querida… Queres? Diz ao pai que queres que te espete na coninha, diz…

Entretanto Sofia já gemia, inundada de um êxtase que a tornava submissa e desejosa de ser comida pelo próprio pai. Sem vergonha, respondia ao pai:

- Sim, paizinho… Sim, dá-me caralho nessa minha coninha, dá… Quero! Estou a tremer de tesão, pai… Ui, que tesão que sinto! Ai, foda-se…

Tirando o dedo da gruta escaldante, passei a dedilhar o grelo inchado de Sofia, o que a fez uivar de prazer e desejo, ganindo como cadela a quem o cão toma sem aviso!

Já não podia aguentar mais e lancei-me na vulva alagada da minha doce menina, lambendo todos os sumos que dela escorriam, provocando um crescendo de luxúria e quase loucura em espasmos de prazer sucessivos, que se traduziram em sucessivos orgasmos.

Se sentia tesão ao minetar aquela greta macia e quente, envolvido no sabor e no odor da fêmea, o prazer corrompia todo o meu ser e alojava-se de modo preponderante e visível no meu bacamarte que quase estourava, quando sentia que a minha filhota estourava na ponta da minha língua em convulsivos urros de gozo!

Sofia gemia mais e mais, mas também arfava envolta num cansaço de tanto atingir o supremo gozo, sendo minetada por seu próprio pai.

E já liberta de si mesma, incentivava-me a ser mais incisivo na tarefa de lhe dar prazer:

- Oh paizinho, que língua que tu tens… Que tesão que me provocas! Ui… Lambe-me todinha e fode esse grelo! É bom, pai… É bom! Estou a vir-me, pai… Estou a gozar outra vez! Caralho, que língua!

Ouvir estas palavras provocava em mim uma vontade ainda maior de lamber fundo aquela vagina, aqueles lábios quentes, aquele grelo de menina, que já sabia a cor e o sabor do prazer!

Só que eu também queria provar o fundo mais fundo daquela gruta de ali-bábá… Queria enterrar nela a minha verga, que já não suportava mais o castigo da tesão pura e dura e precisava de se aninhar na doçura do corpo da minha doce e amada filhota. Queria ser o macho e apossar-me total e definitivamente da fêmea, para descarregar nela toda a força do senhor perante a sua serva!

Afastei Sofia, com carinho. Fi-la descer do sofá e tomando-a nos braços beijei-a como nunca tinha acontecido, entrelaçando a minha língua na sua e encostando nela o meu corpo. A sua pele na minha pele provocava-nos arrepios mútuos e o meu pingalim, duro e hirto, encarregava-se de a fazer sentir-se dominada, entregue, submissa, pronta para aceitar o duro castigo a que se submetera, depois que a apanhei a mamar e a foder com aquele pirralho!

Sofia estava tomada de uma languidão sem classificação, gemendo lascivamente nas minhas mãos, que a acariciavam sem cessar por todo o corpo e especialmente nas tetinhas duras e na greta húmida e escaldante.

Senti vontade de a por à prova e, depois de lhe ter enterrado dois dedos na coninha doce e encharcada, levei a mão à sua boquinha gulosa e, sem qualquer palavra, ela entendeu e lambeu os seus próprios fluidos, demonstrando uma gulodice de putinha que, pelo prazer, a tudo se submete. De seguida, selei com um beijo a sua submissão!

Tomei-lhe a mão e coloquei-a no meu caralho! Senti como que um choque eléctrico e de imediato pedi:

- Mama putinha, mama… Põe o pau do paizinho bem untado para te comer a coninha! Vá, agora, minha cadela! Ui, que tusa, filha… Que broche que tu fazes… Hummm… Mama, mama… Chupa, vadia!

Sofia mamava com dedicada entrega, engolindo já quase até aos colhões! Ao mesmo tempo amassava os colhões e de vez em quando lambia-os, enquanto me olhava nos olhos com olhos de galdéria.

Satisfeito e bem lambuzado puxei-a para cima e mandei-a deitar no sofá com as pernas bem abertas e voltadas para cima.

Apontei o ferro totalmente em brasa e olhando-a nos olhos, perguntei, como se precisasse:

- Queres o caralho do pai na tua coninha, amor? Queres? Queres que o pai te foda a coninha toda? Queres o leitinho do pai? O leitinho com que te fiz na conaça da tua mamã? Pede, vá, pede…

Sofia, a minha doce menina, revirava os olhos de tesão enquanto eu falava e lhe pincelava as bordas da cona, lambuzando o pau com os seus líquidos vaginais e também a sua ratinha de fêmea com os meus sumos pré-ejaculatórios, que a babavam todinha.

Tremendo respondeu, num fio de voz que mais implorava do que afirmava:

- Sim, paizinho! Ai, paizinho, que tora grossa… Espeta essa tora em mim, vá… Estou a ferver de vontade de o sentir invadir o meu corpo, tal como fazes com a mãezinha! Seu cavalo fodilhão! Seu cachorrão! Nem a filhinha escapa! Fode-me javardo, fode-me! Encava essa verga toda, vá… Caralho! Que caralhão quente!

Não pude conter-me e de uma vez espetei todo o bacamarte na coninha ainda apertada de Sofia que urrou ao ser atropelada pela minha moca super dura e super grossa!

Não abrandei o ritmo e fodi sem dó! Segurava nas nádegas fofas daquela doçura de fêmea e enterrava tudo, até sentir os colhões roçarem os pintelhos de Sofia e sentir, no fundo da caverna, o útero quase intacto da minha filhota, que ao toque urrava de dor.

Num vaivém desenfreado, apesar de me sentir prestes a vir-me, aguentei tudo quanto foi possível, e enquanto fornicava, incentivava Sofia a gozar, o que ela fazia como se dum tropel se tratasse, tal era a destreza da minha cavalgada nela.

- Goza, filha! Sente o caralhão do papá a foder-te a greta e goza! Despeja a tua seiva todinha no salsichão do papá! Vá, putinha! Não gostavas de montar naquele rapazola? Então esfrega essa coninha no tarolo do teu paizão e fode, vagabunda! Ah, que coninha quente e apertada! Que fodão que o pai te dá, amor! Ah… Tesão… Vou-me vir na tua coninha, Sofia; vou-te encher de esporra, querida! Vou despejar o leitinho todo! Gostas do leitinho do paizinho, filhota?

Sofia urrava, gemia, gritava, pedia que a fodesse, gesticulava, grunhia e em palavras desconexas ia respondendo:

- Sim… Oh, sim… Espeta cavalo… Que pichota grossa e dura! Que fodão que estou a levar na minha greta! Que tesão… Oh, estou a gozar outra vez! A mãe também fode assim, paizinho? Uiiiiii….. Aiiiiii….

Não deu mais… Esporrei-me! Gritei como um condenado enquanto, em golfadas como nunca antes sentira, alagava a gruta fervente de Sofia, a minha amada filhota, como se fosse a lava de um vulcão em explosão.

Sofia, percebendo que ia receber a descarga do seu progenitor, traçou as pernas sobre as minhas costas e prendeu-me dentro dela, para que todo o néctar fosse sugado!

Ao mesmo tempo beijava-me na boca e ia falando, em gemidos tresloucados e cheios de gozo fêmeo:

- Que bom, pai… Que descarga! Senti a esporra a golfar do teu caralho… Que tesão! És um bom cavalo de cobrição! A mãe tem sorte em ter um garanhão assim, com uma verga e uma tesão tão forte! Bem que eu vos via a pinocar e sentia uma tesão danada! Tinha que me coçar todinha, ao ver-te a enterrar a pichota nela e ela a gemer feito puta assanhada, com ele todo atolado! Agora fui eu… Ainda bem que me apanhaste a foder com o Ricardo!

Fiquei de boca aberta!

Então a minha doce Sofia espreitava-me enquanto eu e a mãe dela estávamos a foder? E masturbava-se a seguir, cheia de tesão de nos ver a pinocar?

Muito ingénuo era eu, ao pensar que a minha menina era doce e inocente, quando até em casa ela encontrava motivos para alcançar o prazer do sexo!

Depois de me vir, fiquei sobre o corpo macio de Sofia, que transparecia alegria e felicidade, enquanto ela permanecia com as pernas cruzadas sobre as minhas costas. Uns minutos depois meu cacete amoleceu e saiu da sua vagina totalmente inundada de sémen e sentindo-o libertou-me. Trocámos um beijo húmido e demorado e perguntei:

- Há quanto tempo é que espreitavas o pai e a mãe quando fodiamos?

Sofia sorriu e passando a mão direita nas maminhas lindas onde sobressaiam os bicos aureolados, respondeu:

- Desde os meus 13 anos! Quando vos vejo a brincar um com o outro à noite já sei que vão dar uma foda e fico acordada até que vos oiço e vou espreitar! Depois coço a minha coninha e gozo na minha cama! Porque perguntas, pai?

Fiquei ainda mais incrédulo! Desde os treze anos? E como descobrira ela a coisa?

Respondi, sem mais questões:

- Curiosidade querida, apenas curiosidade! E quando começaste a foder com aquele rapaz? Foi o primeiro rapaz que te comeu?

Sofia voltou a sorrir enquanto massajava o corpo ainda em brasa e respondeu, sem qualquer constrangimento:

- Sim, foi o primeiro! Fodi com ele a primeira vez há mais ou menos três meses, mas já tinha feito broches a outros dois rapazes com quem andei e eles minetavam a minha coninha. Mas só fui comida pelo Ricardo!

Não queria acreditar, mas a verdade era esta e só esta.

Sofia, apesar da sua idade, já não era uma simples menina, mas uma mulher com alguma experiência, o que eu próprio pude comprovar!

Não era mais a minha menina, a minha filhota! Já era uma menina/mulher e era agora a minha menina/mulher, a quem o futuro reservava outras aventuras, nascidas e guardadas no silêncio do nosso lar perfeito!

Por fim, levantámo-nos! Sofia segurou no meu pau amolecido e com cara de safada, sem vergonha, disse, enquanto me olhava nos olhos:

- Pai, que faço com o Ricardo? Ele vai querer continuar a comer-me… E eu, agora, só quero ser comida por ti! Que lhe digo?

Tomado de um orgulho de macho dominador, abracei Sofia e disse:

- Dizes que eu te proibi de namorar com ele e acabas a coisa com ele! É que se eu sonho que tu fodes com ele, vais ver o castigo que sofres!

- Eu sei, paizão, eu sei… Além disso, eu quero ir ao castigo mesmo! Por isso, o Ricardo já era…

E foi… Depois, a coisa esquentou e Sofia passou a ser a serva do seu senhor absoluto!

21.Nov.2010

Comentários

20/07/2017 14:33:03
Amei
07/09/2011 06:21:04
Tá bom... Comeu a menina, mas faltou o rabinho ainda...
01/02/2011 11:09:21
QUE DESCRIÇÃO DETALHADA INCRÍVEL DE UMA RELAÇÃO INCESTUOSA, DIGNA DE SER PUBLICADA. ME EXCITEI NOS DOIS CONTOS E ME MASTURBEI VÁRIAS VEZES, POIS CONTO DESSA FORMA É O QUE ACHO MAIS EXCITANTE, PARABÉNS PELAS RIQUEZAS NOS DETALHES...
08/01/2011 19:25:29
mto bom...
27/11/2010 23:27:47
Paulo realmente é merecedor de uma nota 10, adorei o desfecho de seu conto e como minha amiga Portuguesinha disse, conto é conto e o seu é muito bom. Forte abraço!!!
23/11/2010 19:44:56
Cara!... Esse teu conto escrito no linguajar da terrinha, com todo respeito, me deixou a chorar de rir, olha só... “Não pude conter-me e de uma vez espetei todo o bacamarte na coninha ainda apertada de Sofia...” e por aí vai... “Bestial!”... rsrs... Adorei... =-)
22/11/2010 22:58:20
Espectacular este conto, adorei! Minha amiga Maluquinha me recomendou e ainda bem que o li. E tem razão, conto é conto...e este é muito bom, cheio de tesão e fantasias. Um ótimo desfecho. Parabéns e nota máxima para si.Se quiser dê uma olhada nos meus. um abraço da Portuguesinha.
22/11/2010 13:35:10
Caro "dos santos silva"... É pena que ao fazer o seu comentário, ainda para mais sem fundamento, não saiba ler o que de facto está no texto, desde o início! De facto o português é uma língua difícil, mas ainda há alguns que o complicam mais. Tenho pena, mas não tem razão no que critica ou comenta. Aprenda a ler... Depois outra coisa: conto é conto... É ficção! Se eu tivesse escrito "reportagem" ou "relato verídico" seria diferente! Fique bem! PC
22/11/2010 13:25:45
uma mulher nunca goza na sua primeira vez nen na buceta e nen no cu uma mulher quando e sua primeira vez não sabe como goza en um pau so goza en uma chupada e com os dedos conheço muitas mulher velha que nunca teve um gozo com um pau com o tamanho de uma lata de cerveja ainda mais vc que nunca provou um pau pricipalmente grande vai conta esse conto direi sua metirosa safad
21/11/2010 16:50:33
simplesmente fenomenal, adorei o desfecho, da sua historia, merecedor com honras a nota máxima, meus parabéns, beijinhos da, Malluquinha......

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