Casa dos Contos Eróticos


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Falta de rola dá nisso. A namorada da minha prima!

Um conto erótico de bototudo
Categoria: Heterossexual
Data: 28/04/2011 23:00:19
Nota 10.00

Na época das férias de janeiro, no ano de 2009, como de costume fui com meus pais passar as férias na Paraíba, mas necessariamente em João Pessoa, não só por ser um lugar maravilhoso, mas também por toda a família da minha mãe ainda morar ali, já que com 18 anos ela foi embora para São Paulo com a esperança de encontrar um bom emprego, e nunca mais voltou para sua terra natal, já que no primeiro ano que passava em São Paulo conheceu meu pai, com quem logo se casou, mas enfim, naquele ano eu tinha acabado de fazer 18 anos, como de costume em todas as férias que íamos para a Paraíba, eu aproveitava para sair todos os dias com os meus primos, já que meus pais só queriam saber de acordar cedo e passar o dia inteiro na praia, e eu como não gostava muito, ficava em casa dormindo, para só a noite sair, e na maioria das vezes voltava só de manhã, sempre me divertia muito, porque independente do lugar que íamos estávamos em uma turma tão animada, que tornava qualquer lugar uma verdadeira festa, sempre saíamos, eu, meu primo Bruno, que alias é o único que tinha carro na época, Minha Prima Leila e sua namorada Ana, sim, sua namorada e para nossa família isso não é nada estranho, pois desde os seus 15 anos ela assumiu sua condição, e todos respeitávamos. Leila sempre foi o homem da relação, se vestia e agia como tal, bem magra, cabelo curto, já Ana que estava namorando com ela a quase dois anos, era bem feminina, para mim ela tem um corpo ótimo, mas para alguns leitores, ao vê – la aposto que diria que ela é um pouco gordinha, já que é bem baixa, a pele bem morena e bronzeada, um rosto lindo, de menina de 17 anos, quando na verdade tem 23, um sorriso maravilhoso, os cabelos ruivos, sempre nos demos muito bem, mesmo com toda a diferença de cultura e de idade, gostávamos das mesmas coisas, por isso sempre batíamos altos papos, bebíamos juntos, ela alias sempre ficava muito bêbada, já que começou a beber sempre, só depois que começou a namorar com minha prima, que bebe todos os finais de semana e quando arruma algum tempo na semana também, sempre fomos muito íntimos também, nem tinha como não sermos, além da amizade, praticamente morávamos juntos, pelo menos nas férias, já que a casa é do meu pai, e para não ficar abandonada, minha tia e minha prima passaram a morar lá, logo que começaram a namorar, Ana se mudou pra lá, coisas como vê – la saindo do banho só de toalha, indo dormir com uma camisola bem pequena, deixando a calcinha à mostra quando ia se sentar ou se levantar, vaziam parte do meu dia – a – dia durante todas as ultimas férias,, no terceiro domingo, dos nossos trinta dias de férias, resolvemos fazer um churrasco em casa mesmo, dessa vez até meus pais desistiram de passar o dia na praia, compramos bastante carne, e muita cerveja, começamos cedo, antes do meio dia, já começamos a beber enquanto a primeira remeça de carne ficava pronta, Bruno ligou o som do seu carro e lá ficamos por toda a tarde, alguns amigos de Bruno chegaram e deixaram ainda mais animada aquela tarde, ficamos conversando e de vez em quando alguém ameaça dançar o forro que estava tocando, aliás por aqui só toca forro, antes mesmo das cinco horas os amigos de Bruno foram embora, pois ainda iam para uma festa, nos chamaram, mas já tínhamos combinado de assistir alguns filmes que Leila tinha comprado, por volta das seis horas fomos todos tomar banho, um de cada vez é claro, tive a sorte de ser o primeiro, logo que sai Leila entrou e depois Ana, bruno foi até sua casa tomar banho, já que não tinha nada dele ali, Leila colocou um colchão de casal na sala, esperamos Bruno chegar, e ainda antes de começarmos a assistir ao filme, fomos preparar pipoca, Ana já estava deitada no colchão, com a camisola branca que sempre usa, até tentei ajuda – los a preparar a pipoca, mas Leila não deixou, disse que eu não sabia fazer do jeito que eles gostam, que é com sazon, e então fui até a sala, como estava em minha própria casa e talvez já fosse dormir ali mesmo, tirei a bermuda que a pouco tinha colocado, só para não ficar andando de cueca a camiseta pela casa, Ana me olhou a tirando, mas não disse nada, se quer esboçou alguma reação, puxei um pouco do lençol bem fino que ela estava se cobrindo e me cobri também, logo eles voltaram, já com as pipocas e os refrigerantes, não quis comer, estava cheio, tomei apenas um copo de coca – cola, logo colocamos o primeiro filme, Bruno se deitou em um dos sofás e Leila em outro, não sei porque mas fiquei muito excitado, o filme não foi assim tão legal, logo que terminou Bruno e Leila decidiram que iam jogar videogame, mesmo Ana não querendo, Leila colocou uma roupa,pois estava de pijama, para ir até a casa de Bruno, pegar o videogame, logo que eles saíram Ana pediu com aquela sua voz toda manhosa e aquele sotaque nordestino, se eu podia lhe pegar um copo de água, me levantei e fui até a cozinha, enchi um copo com água bem gelada e na volta, antes mesmo de eu lhe entregar o copo de água, ele percebeu o tanto excitado que eu estava, por estar com uma cueca branca, meu pau ficou marcado, mas ela se quer comentou sobre isso, percebi que fixou seu olhar naquela área e do nada disse:

- você vai ficar de cueca mesmo?

- vou, sempre durmo assim, e como daqui a pouco agente deve ir dormir...

Quando pensei que ela reclamaria, ou pediria que eu vestisse uma bermuda, ela na verdade apenas sorriu, se esticou pegando o copo com água, me deitei novamente, não sei de onde veio aquela idéia, talvez o meu tesão fosse tanto, que se quer pensei direito, para tomar tal atitude, do nada comecei a alisar os seus cabelos, ela deixou, até gostou pois disse:

- assim arrepia!

Sei que não foi nenhum comentário maldoso, mas eu estava tão louco que lhe dei um beijo na bochecha, ela estranhou e disse:

- oxent!

Eu apenas sorri, não falei nada, alias, eu não tinha o que falar, continuei alisando seus cabelos, ela se quer se mexia, apenas aproveitava aquele cafuné, quando eu do nada, fazendo de conta que estava apenas me arrumando na cama, deixei meu corpo bem perto do dela, e em questão de minutos eu coloquei meu braço em volta da sua cintura e praticamente a abracei, fazendo meu pau encostar em sua bunda, não foi uma encoxada, foi algo bem de leve, mas excitante o bastante para me deixar louco, na hora ela se afastou um pouco, mas não disse nada, se quer olhou para mim, e eu então tentei novamente e dessa vez não sei o porque, mas ela deixou, alias se aproveitou, chegou até a fazer força com a bunda para trás, para sentir melhor meu pau, fui à loucura, ela estava respondendo de um jeito surpreendente à aquela minha brincadeira, aquilo rolou por poucos segundos fiquei forçando meu pau contra sua bunda, enquanto ela fazia ao contrario e enquanto isso eu lhe beijava o pescoço, até que ouvimos um barulho de carro, só podia ser Bruno, no susto nos largamos, eles entraram, colocaram o videogame em cima da estante e foram até o quarto de Leila, para pegar alguns jogos que estavam ali, no mesmo momento Ana me deu um selinho e ao pé do meu ouvido disse:

- coloca uma roupa para gente sair?

- sair? Para onde?

- para algum motelzinho não é? Faz o seguinte, pede pro seu pai te emprestar o carro, vou me arrumar também e já saio, vou dizer para Leila que vou na casa do meu irmão, só que vou deixar a moto estacionada na pracinha ali do centro, do lado do banco, você vai até lá para me pegar ta?

- e eu, digo que vou para onde?

- sei lá, inventa alguma coisa, só não vai dizer que vai estar comigo não é?

Meu coração foi na boca e voltou, me levantei e fui até meu pai, disse que uma menina tinha me ligado, para eu ir vê – la, me deu as chaves do carro sem falar nada de mais, alias qual pai não quer ver o filho com uma aos pegas com uma garota? Fui enfim me trocar, coloquei a primeira roupa que vi na mala, passei bastante perfume e enchi minha carteira de camisinha, quando cheguei na garagem, sua moto já não estava mais lá, Leila se quer me viu saindo, devia estar ocupadíssima jogando videogame, mas foi só eu colocar o carro para fora da garagem e descer para fechar os portões, que minha avó apareceu, me pedindo que a levasse na casa da sua irmã, fiquei muito bravo, além de faze – la esperar, ia aumentar ainda mais a minha ansiedade, mas não podia deixar que alguém percebesse como eu estava, e pior, por quem estava assim, tentando me manter calmo, deixei minha avó onde ela queria e enfim fui me encontrar com Ana, ela estava lá, no lugar combinado, encostada em sua moto, com um short jeans bem curto e apertado, uma regata básica, uma sandália rasteirinha e como de costume, tinha passado apenas um batom, de um tom mais rosado, parei quase que na sua frente, se quer precisei sair do carro, na verdade nem o desliguei, apenas destravei as portas e ela entrou, não falou nada, se quer olhou para mim, coloquei a primeira marcha e sai, quando estávamos já no meio da avenida, foi que ela disse:

- vai reto até o final e depois vira a direita tá?

Fiz o que ela mandou, e logo que virei à direita dei de cara com um motel, tinha uma placa imensa na frente, até diminui a velocidade do carro e disse:

- é aqui?

Pela primeira vez ali dentro do carro ela olhou para mim, alias me olhou de um jeito enlouquecedor, sorriu e disse:

- esse aqui é muito ruim, tá com dinheiro ai? Da pra gente ir a um mais ali na frente? Lá tem piscina sabe?

Apenas balancei a cabeça positivamente, coloquei a segunda marcha no carro, pois eu estava quase parando e segui até o motel, mas ainda no caminho eu disse:

- tem piscina é? Com esse calor vai ser ótimo!

Ela demonstrando que estava mais a vontade com a situação, colocou sua mão sob a minha, que estava em cima do cambio do carro e disse:

- é, eu só fui uma vez lá, mas é ótimo, você vai gostar!

E eu tentando quebrar mais ainda o clima, eu disse:

- por mim, podia ser aqui dentro do carro mesmo, só por ser com você, já me faz gostar até demais!

Ela apenas riu, dois quarteirões dali enfim chegamos, só pela fachada, já percebi que ali era bem melhor que o outro motel, e bem mais caro também, parei o carro em frente ao portão, que se abriu automaticamente, uma loira linda estava sentada em uma cadeira em uma salinha, parei em frente e antes que eu falasse qualquer coisa, Ana se esticou apoiando a mão em cima da minha coxa, quase colocou a cabeça para fora do carro e disse:

- aquela suíte com piscina e ar – condicionado ta livre?

No que a moça da recepção respondeu:

- primeiramente sejam bem vindos e estão livres sim, hoje não ta muito movimentado, você vão querer a que tem cozinha, e banheira, que é a presidencial, ou vão querer alguma só com piscina e ar – condicionado mesmo?

Ana não respondeu a recepcionista, apenas disse ao pé do meu ouvido:

- pega a que tem piscina e ar – condicionado, do jeito que eu to, vai ser bem rápido, alias agente não pode demorar muito para voltar não é?

Eu apenas sorri e disse a recepcionista enfim qual íamos querer, ela nos deu a chave, que era o numero 25, fui até lá, estacionei o carro na garagem do nosso quarto, que já estava com o portão aberto, desliguei o carro, sai para fechar o portão, e quando pensei que ela já estaria lá dentro do quarto, ela na verdade estava quase que sentada em cima do capo do carro, lhe olhei sorrindo e disse:

- não vai entrar?

Nisso ela segurou firme na gola da minha camiseta e me puxou, começou a me beijar, por causa da sua posição, fiquei com o corpo bem encaixado entre suas pernas, ela então aproveitou e entrelaçou as pernas em volta da minha cintura, praticamente me prendendo ali, eu estava com tanto tesão, que não agüentei ficar só a beijando, fui deslizando minha língua pelo seu pescoço e sem parar, fui tentando tirar sua regata, quando enfim consegui, ainda tinha seu sutiã, que ela percebendo o que eu queria, fez questão de tirar, enchi minha boca com os bicos dos seus seios, os sugando, seus seios eram enormes, ficamos ali, revezando entre beijos e chupões por um bom tempo, até que ela colocou a mão sob meu peitoral, me empurrou de leve e disse:

- vamos entrar não é? Você não pagou 100 reais para ficarmos aqui na garagem!

Apenas sorri, ela pegou a chave do quarto, que eu já tinha jogado em cima do capo do carro, abriu a porta e entramos, pensei que ela já ia me agarrar, mas não, me olhou com um sorriso tímido e disse:

- vou ao banheiro ta, rapidinho eu venho!

Isso enquanto eu fiquei ali, tirei o tênis e a camiseta, me sentei na beirada da cama e fiquei a esperando, ela demorou bastante, não imagino o que estava fazendo lá dentro, normalmente as meninas tomam um banho, fazem suas necessidades, se arrumam, mas ela já tinha feito tudo isso, e logo que ela saiu, é que não consegui mesmo entender o que estava fazendo lá dentro, pois saiu, exatamente do mesmo jeito que entrou, mas não fiquei pensando nisso, é claro, ela veio até mim, me levantei e começamos a nos beijar, fiz questão de cravar minhas mãos em sua bunda, que devia estar com uma marquinha de biquíni perfeita, pois na manhã passada, tínhamos ido para a praia, na verdade fomos até a casa de praia de um amigo de Bruno, passamos a tarde noite bebendo, logo que amanheceu, fomos todas para praia, e só fomos dormir a tarde, depois do almoço, estava tão louco, que literalmente a joguei em cima da cama, fui beijando cada parte do seu corpo, até que cheguei em seu umbigo, com uma das mãos fiquei alisando sua barriga, enquanto com a outra desabotoei seu shorts, abri o zíper e o arranquei de uma só vez, ela estava com uma calcinha preta bem pequena, que na frente era transparente, só para provoca – la um pouco mais, sem tirar sua calcinha, comecei a esfregar minha língua por cima da sua boceta, e mesmo por cima da calcinha, logo percebi que ela ficou toda molhada e enfim tirei sua calcinha, ainda aproveitei para brincar mais um pouco, atochando, sua própria calcinha em sua boceta, sua respiração começou a ficar pesada e então resolvi parar de provoca – la e comecei a chupa – la, mesmo caprichando ao máximo, ela parecia não estar gostando tanto assim, tanto que eu pouquíssimo tempo disse:

- vem cá amor!

Ela continuou ali deitada na cama, me levantei e fiquei ao seu lado na cama, ela me puxou pela parte que ficou sobrando do meu cinto, abriu minha bermuda, a tirou juntamente com a cueca, olhou para o meu duro, com um brilho nos olhos, o segurou com vontade, sua mão até estava tremula, começou me masturbando bem devagar, e logo abocanhou meu pau, nunca tinha sentido nada tão gostoso em toda minha vida, ficou por um bom tempo brincando com meu pau, revezando entre lambidas bem na cabeça do meu pau e o chupando por inteiro, alias ela foi a primeira a fazer aquilo comigo, engoliu todo o meu pau, sem nem mesmo se engasgar, e enquanto fazia tudo isso, me olhava com aquela cara de safada, até que resolvi ir para os finalmente, alias se eu a deixasse continuar a chupar, logo eu ia gozar, me afastei e me deitei por cima dela, começamos a nos beijar, do nada ela segurou meu pau e encaixou na entrada da sua boceta, percebendo aquilo, parei, me afastei só um pouco e disse:

- deixa eu pegar uma camisinha antes!

Antes mesmo de eu me levantar, ela balançou a cabeça negativamente, me segurou pelo braço e disse:

- de jeito nenhum, pode ficar tranqüilo, eu não posso mais ter filhos, me operei à muito tempo!

- não é só por isso amor!

- você acha que eu tenho alguma doença?

- de jeito nenhum, é que sei lá!

- para de besteira!

Ela me puxou para perto dela e voltamos a nos beijar, e dessa vez sim enfiou meu pau em sua boceta, ia à loucura com qualquer movimento que eu fazia, gemia baixinho ao pé do meu ouvido e chegava a gritar, quando eu metia meu pau até o talo, fazendo com que as minhas bolas se encostassem à sua bunda, mas ficamos pouco tempo naquela posição, logo ela me pediu para levantar, se levantou também e em pé em cima da cama voltamos a nos beijar, até que ela praticamente ordenou que eu me deitasse, e já foi vindo por cima de mim, encaixou meu pau em sua boceta e foi descendo bem devagar até engolir todo o meu pau com sua boceta, e nesse momento cravou as unhas no meu peitoral, até fechou os olhos, mordeu os lábios e disse:

- ai que delicia, você não faz idéia de quanto tempo eu não sinto isso!

- então cavalga sua safada!

Ela começou a rebolar bem devagar e disse:

- isso, me xinga, o que é que eu sou?

- você é uma vagabunda!

Isso parece te – la incentivado muito, ela começou a cavalgar feito uma louca, enquanto gemia escandalosamente, parecia quicar sobre mim, subiu bem devagar até que meu pau ficasse quase saindo de dentro da sua boceta e depois de uma só vez descia, na verdade se jogava, parecia até a forçar seu corpo contra o meu pau, e aquilo era uma delicia, logo ficou de cócoras e confesso, quase gozei, sorte ter pedido para ela sair de cima de mim, antes de realmente acontecer, a coloquei de quatro em cima da cama, para dar uma descansada, voltei a chupar sua boceta, alias, por causa da posição acabei chupando também seu cu, até me ousei a enfiar o meu dedo do meio nele, e ela adorou, até virou a cabeça para me olhar e disse:

- vai comer meu cuzinho depois vai meu amor?

Sem palavras apenas balancei a cabeça positivamente, enfim fiquei de joelhos em cima da cama, bem atrás dela e comecei a meter, no começo mais devagar, mas fui aumentando o ritmo aos poucos, e ela insaciável, forçava sua bunda contra meu pau, para aproveitar cada centímetro dele, aos poucos foi se agachando na cama, até ficar completamente deitada de bruços na cama, continuei metendo, cravei minhas mãos em sua bunda, a abria e cuspia bem em cima do seu cu, o meu cuspe descia até sua boceta, deixando tudo mais gostoso, aos poucos ela foi ficando mais de lado, até que percebi que ela queria mudar de posição, tirei meu pau de dentro da sua boceta, e a deixei a vontade, ela ficou de frente para mim, começou a esfregar sua boceta enquanto me olhava, até que ficou de ladinho e com um dedo me chamou, voltei a me deitar, dessa vez por trás dela, com uma das mãos levantei sua perna e fiquei a segurando, ela mesma encaixou meu pau em sua boceta, e então comecei a meter, logo meu braço estava mole, sua perna era pesada demais, pois ela tinhas as coxas bem grossas, quando a soltei, ela se arrumou, deixando as pernas mais para frente, bem fechadas, continuei a meter, até que do nada ela gozou, suas pernas ficaram bambas, ela começou a gemer alto, foi só eu tirar meu pau de dentro da sua boceta, para a sua porra começar a escorrer da sua boceta, quando ela enfim se recuperou daquele orgasmo, não a deixei descansar, encaixei a cabeça do meu pau na entrada do seu cu e dei uma leve forçada, pensei que ela reclamaria, ou me pediria para ir mais devagar, como a maioria faz, mas não, começou a esfregar sua boceta enquanto gritava, mas por nada me deu a entender que não queria, agüentou friamente meu pau arrombando seu cu e adorou, pois quando enfim enfiei todo o meu pau no seu cu, ela respirou fundo, gemeu gostoso e disse:

- agora mete seu safado!

Lhe deu um tapa em sua bunda e comecei a meter, de inicio fui com calma, com medo de que fosse fazer ela sentir alguma dor, do nada ela se afastou fazendo meu pau sair de dentro do seu cu, sem entender, eu disse:

- o que foi amor, doeu?

- não, tá uma delicia, só quero ter controle da situação sabe?

Nisso sorriu e piscou para mim, se deitou por cima de mim, voltamos a nos beijar, ela logo fez questão de voltar a enfiar meu pau no seu cu, começou rebolando bem gostoso, como uma profissional do sexo faz, mas de tão insaciável que ela estava logo começou a cavalgar com vontade, mas foi só ficar de cócoras e começar a engolir meu pau com o cu, que gozei, ela se levantou um pouco, fazendo com que meu pau saísse de dentro do seu cu, porém continuou de cócoras, vi meu esperma escorrendo, saindo de dentro do seu cu e caindo sobre o lençol da cama do motel, ela novamente se deitou por cima de mim, e ficamos por um bom tempo nos beijando, aproveitei para me deliciar com o seu corpo, deslizava minhas mãos por todo ele, até que do nada ela se levantou, pensei que era o fim, que íamos tomar um banho e ir embora, me sentei na cama, encostei minhas costas na cabeceira, ia na verdade a esperar para enfim ir tomar meu banho, porém no mesmo momento ela se sentou bem na minha frente, encaixando – se entre minhas pernas, aproveitei para sentir o seu perfume, deslizando meu nariz ao redor do seu pescoço, meu pau todo melecado encostando em suas costas, aquele perfume doce dos seus cabelos, eu estava em êxtase, e só ‘despertei’ quando ela segurou firme minha mãe e a levou até o meio das suas pernas, sua boceta, ainda estava molhada, aliás, muito mais do que antes, comecei a esfrega – la, do meu jeitinho, que modéstia a parte, é ótimo, minha ex namorada que o diga, passei muito tempo a masturbando, antes de enfim tirar seu cabaço, mas isso é assunto de outro conto, logo ela gozou, se estremeceu toda, e gemia baixinho me deixando louco, do nada saiu de perto de mim, sorriu e,disse:

- é melhor agente ir, meu celular tá desligado de propósito, se Leila ligar e não falar comigo, vai acabar desconfiando de algo, não desconfiando que eu esteja junto com você, enfim, é melhor agente ir!

Ela se levantou e foi em direção ao banheiro, fiquei ali sentado, mas em questão de segundos ela me chamou, gritando disse:

- vem tomar banho comigo!

Tomamos um banho rápido, e mesmo ela não deixando, na verdade estava com pressa, mesmo assim não resistiu e ainda lhe roubei alguns beijos, logo saímos, a deixei onde ela havia deixado sua moto, e fui até uma lanchonete que ficava ali por perto, ela tinha que ir embora logo para casa, e claro, ia ser meio estranho se chegássemos juntos, pedi um lanche, um x – calabresa na verdade e uma coca – cola em lata, quando enfim cheguei, ela já estava deitada em sua cama,com Leila ao lado, ainda assistindo televisão, fui até o quarto que ela estavam dormindo naquela noite, dei boa noite, como se nada tivesse acontecido e fui me deitar também, porém, demorei bastante pra pegar no sono, o que aconteceu à pouco não saiu por nada da minha cabeça, no outro dia só a vi na hora do almoço, almoçamos juntos, com o resto da galera, claro, ela me tratou como sempre, se quer um olhar mais intimidador ela deu, no próximo domingo eu já voltaria para São Paulo, e confesso que passar a semana ai, convivendo com ela, me deixou com muito tesão, porém estava tudo normal, claro que rolaram algumas situações, que me deixaram louco, mas as mesmas coisas aconteciam antes da nossa transa, cheguei a pensar que ela apenas me usou, para matar a saudades e a vontade de ter um pau atochado na sua boceta, mas, no sábado resolvemos fazer um churrasco de despedida, dessa vez começamos um pouco mais tarde, só as cinco horas é que eu e meu pai fomos acender o fogo na churrasqueira, antes das sete todos os convidados já haviam chegado e foi aquela festa, tenho sorte de ter uma família super animada, fiquei na minha a noite toda, me sentei na mesa ao lado dos meus primos, fiquei bebendo e de vez em quando comia carne assado, sendo que à todo momento minha avó nos servia, e além disse trazia um prato cheio de vinagrete e farofa, já deviam ser umas onze horas, quando Leila ficou bêbada, inventou de misturar tudo e passou mal, Ana foi cuidar dela, lhe deu um banho e a colocou para dormir, mas voltou a beber conosco, e em questão de meia hora depois daquilo, fui até o banheiro, alias depois que comecei a beber naquela noite, já tinha ido ao banheiro umas quinze vezes, tentei ir ao banheiro que fica ao lado da cozinha, que é o mais próximo, mas já estava ocupado, então fui até o banheiro que eu e meus pais estávamos dormindo, mal tinha aberto a porta do banheiro, quando Ana aparece atrás de mim, se sentou na cama que eu estava dormindo e sorrindo disse:

- o ruim de tomar cerveja é que toda hora da vontade de mijar não é?

- é!

- e você só ta com vontade de mijar mesmo?

- é, vim aqui no banheiro para isso, porque?

Nisso ela se levantou e ficou bem perto de mim e disse:

- eu não vim para cá com vontade de mijar não!

- e veio porque?

- ah, para de ser bobo!

Do nada encostou a mão no meu peitoral e me empurrou para dentro do banheiro, trancou a porta e literalmente me atacou, começamos a nos beijar como dois selvagens, e para mim, o melhor daquilo era poder cravar minhas mãos em sua bunda, logo ela abriu minha bermuda, colocou meu pau para fora e ficou o acariciando, ficou de costas para mim, se esfregando, sorte a minha ela estar de saia, naquele momento ainda coloquei sua calcinha para o lado e tentei enfiar meu pau em sua boceta, porém ela não deixou, até se virou, voltou a me beijar, mas logo parou e disse:

- você é louco!

Arrumou sua calcinha, abriu a torneira, lavou as mãos, abriu a porta com o máximo cuidado, acho que por não ter visto ninguém saiu, fiquei sem entender, ela foi quem me jogou ali para dentro e me atacou e eu é que sou o louco? Mijei e enfim sai, confesso que passei o resto da noite a observando, a seguia sempre que ela saiu da mesa, até quando ia até a frente da nossa casa eu ia atrás, numa dessas ainda consegui lhe dar um beijo, mas foi o máximo que consegui, antes das 2 horas, eu e meu pai fomos nos deitar, nosso vôo estava marcado para as 10 horas da manhã, o resto da galera continuou lá, ainda tinha muita cerveja, até mesmo por causa disso dormimos muito mal, tanto que já devia ser umas 5 horas da manhã quando me acordei, o som do carro do Bruno ainda estava tocando, olhei pela janela do meu quarto, do lado de fora só estavam ele, meu outro primo, sua namorada e dois amigos, peguei o celular, para ver que horas eram, e como eu imaginava, eram 4:45, fui até a cozinha, tomei um copo de água, e curioso para saber se o resto da galera já havia ido dormir fui até o outro quarto, minha avó estava dormindo em uma rede, minha tia e seu filho dividiam um colchão no chão, mas eu não prestei muito atenção nisso, pois Ana estava deitada de bruços, com um pijama rosa, a parte debaixo era tão pequena que mal cobria sua bunda, fiquei louco, só não a toquei, pois todos estavam ali, alias Leila estava dormindo bem ao seu lado, mas eu não podia sair dali, tendo aquela imagem dela só na memória, aproveitei que estava com meu celular em mãos, tentando fazer o mínimo barulho possível, coloquei na câmera e tirei uma foto, na hora quase morri do coração, o flash disparou, sai correndo, mesmo sem precisão, já que elas estavam tão bêbadas, que eu podia fazer milhões de coisas ali, que nenhuma delas perceberiam, enfim, voltei a dormir, pelo menos tentei, quando eram 9 horas me acordei, mesmo ainda morrendo de sono, as pressas tomei banho e fomos para o aeroporto, se quer me despedi de Leila e Ana, pois ainda estavam dormindo, e infelizmente, fiquei com gosto de quero mais, aliás não vejo a hora de chegar as próximas férias..

Comentários

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29/04/2011 14:39:08
adorei seu conto . nota 10
29/04/2011 10:16:04
otimo conto. me mande as fotos.
28/04/2011 23:05:33
quem quizer a foto, mande e-mail para: beijos




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