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Contos Interraciais volume 2 - A Patricinha

Autor: Narrador
Categoria: Heterossexual
Data: 26/06/2011 13:35:36
Nota 10.00

Nanda era uma patricinha no melhor sentido da palavra. Morava numa casa de luxo, seus pais tinham dinheiro, e ela estudava numa das melhores faculdades. Suas amizades eram apenas com pessoas de sua classe social, não dava moral para ninguém que não tivesse muito dinheiro.

Era uma loirinha de corpo exuberante. Seus seios levavam as marquinhas de um corpo bronzeado na piscina e seu rabo era esculpido em horas de academia. Não havia homem que não se fascinasse pelos seus olhos azuis e seu sorriso maravilhoso.

Ela acabou arrumando um namorado apenas para poder exibir, o "bombadinho" pelos lugares onde ia. Fazia tudo o que queria, e devido as suas notas serem as maiores de sua turma, os pais não proibiam nada que ela fizesse.

Certo domingo, ela foi a casa de uma de suas amigas, onde rolava uma festa na piscina. Toda sua turma estava lá, filhos dos caras mais ricos que conhecia, mas também haviam alguns convidados que eram de partes mais pobres da cidade, e ela se irritou com aquilo.

No momento em que por um capricho da dona da festa, colocaram funk para tocar, ela quase foi embora, pois achava a música vulgar. Seu gosto musical se resumia em Jack Johnson e Lady Gaga. Ficou em um canto com suas amigas mais chegadas, criticando todos que dançavam o som que elas odiavam. Foi quando a linda loirinha viu um preto assanhado rebolando feito louco e se esfregando em algumas de suas amigas. Foi bater o olho, e ficar com um tesão danado. Nada disse a suas amigas, mas permaneceu observando o negro dando show na pista de dança. Era a primeira vez que sentia tesão por um negro, aliás nem tinha amizade com negros, conhecia bem poucos, mas ver aquele corpo negro, sem camisa se esfregando em suas amigas patricinhas, deu a ela uma sensação que nunca havia sentido.

- Vamos ver quem de nós tem coragem de ficar com aquele negão? - disse ela de repente.

Suas amigas riram, fizeram graça, e combinaram: quem ficasse com o preto, ganharia das outras, uma roupa do shopping, de cada uma das perdedoras.

Elas foram para a pista, e dançaram meio envergonhadas, mas Nanda, havia inventado aquilo, porque queria dar uns catas naquele preto, sem que suas amigas ficassem zoando ela depois, por isso tomou a iniciativa, e logo conversava com o preto.

As amigas ficaram boquiabertas quando ela o levou pela mão até um canto da festa, e passou a beijar o negro, e olhar disfarçadamente para as amigas. Logo ela se lembrou do namorado. Ele não estava na festa, mas algum amigo dele poderia ver e abrir a boca, então ela levou o garoto para dentro da casa.

Ela conhecia bem a casa da amiga, e os pais dela estavam viajando, então ela foi pra um dos quartos de visita, e continuou a farra. Ela percebeu que ele se aproveitava um pouco por estar sem camisa, e se esfregava nela com safadeza, aquilo deixou ela com tesão. Seu namorado era meio tímido, e só fazia o que ela mandava, por isso era bom dar uns catas num cara mais esperto. Ele beijou o pescoço cheiroso dela e ela beijou o peito musculoso do negro. Ele passou o pau na cocha dela, e ela sentiu que estava duro. Só de sacanagem ela meteu a mão, e ele adorou. Aí ela parou e disse para irem embora. Ele cheio de tesão por aquela loirinha gostosa, não queria parar.

- Que nada gata, dá uma chupada pelo menos... suas amigas nem vão saber...

Ela negou, e ele insistiu, até que ela pensou que não podia ser tão ruim, afinal ninguém ia saber mesmo. Foram para perto da cama e ela se sentou e baixou as calças do preto. Ele abaixou a cueca e tirou sua vara negra para fora.

- Putz, tá duro já?

- Quem não fica de pau duro com você, gostosa?

Foi o sinal para ela se sentir "a gostosa". Mandou ver uma chupada que nunca tinha dado. Ela segurava as cochas do negão e ela segurava o pau e puxava o couro para trás, deixando a cabeçinha para fora, para que ela pudesse chupar com gosto. Ela mandou ver até uma mamadas nas bolas pretas do rapaz.

Quando o gozo veio, foi jorrado todo na cara daquela loirinha deliciosa. O primeiro jato, veio quando o pau estava até a metade dentro da boca dela, e quando ela sentiu aquela porra toda dentro da boca, se afastou, aí, o segundo jato foi no meio da cara, e o terceiro foi na blusa.

- Puta que pariu, seu preto! Olha o que você fez. - gritou ela cuspindo no chão um pouco da porra que engoliu no susto.

- Que chupada gostosa, mina. Até parece que eu ia segurar o gozo numa boca dessas.

Eles foram ao banheiro, pois o quarto para sorte deles era uma suíte. Ele lavou a cabeça do pau, e ela lavou a cara, e limpou a porra da blusa. Ele puxou a loira e tascou um beijo na boca.

- Chega, porra. - disse ela - Vamos embora. E se contar pra alguma amiga minha, eu te ferro.

- Cara, que porra. - respondeu ele - Você acha que vou queimar seu filme? Se liga gostosa, se num tem macho aqui que nem eu não. Não sou que nem esses mauricinhos colegas seus.

Eles sairam e não se falaram mais durante o resto da festa. Quando ele ia embora, passou perto dela e deu um papel.

- Moro aí, se quiser vai lá. Não precisa seus amigos saberem, é só de farra.

Ele sabia que aquela patricinha não iria até a casa dele, mas não custava tentar, afinal, o máximo que aconteceria era ela jogar fora um pedaço de papel. Ela, sem que ninguém visse, guardou o papel na bolsa.

Alguns dias se passaram, e ela ganhou as roupas das amigas perdedoras. Ela resolveu ir até a casa daquele muleque preto safado. Era incrível, como ela não tirava ele da cabeça.

Quando o cara viu aquela loirinha gostosa chegar de carro na sua casa, ficou meio sem graça com a zoação dos amigos. Mas eles estavam meio invejosos por seu colega estar com uma gostosinha daquelas.

Os dois entraram na casa humilde do rapaz, que explicou que tanto seu pai como sua mãe trabalhavam o dia inteiro.

- Como é seu nome mesmo?

- Nanda, e o seu?

- Júnior. Quer beber alguma coisa?

- Não. Olha eu vim aqui, porque não quer que você espalhe o que fizemos...

- Puta que o pariu, se veio aqui pra isso? Se liga gata, eu sei que você tem namorado, e não sou do seu meio, então desencana. Bora pra casa.

- Espera, eu... Sei lá, desculpa, é que as minhas amigas me zoariam demais.

- Eu sei, pra você foi só uma curiosidade, loucura de farra, né?

- E pra você?

- Eu? Porra, você imagina um coitado que nem eu pegando uma Paty que nem você. Quase morri de tanta punheta essa semana toda, só lembrando.

Ela riu, e eles continuaram conversando, até que rolou outra vez aquele tesão. Ela ficou peladinha com aquele corpo escultural na frente dele, que tirou o pauzão preto pra fora. Ele meio desajeitado deu uma chupada na buceta dela, na cama dos pais, e ela chupou sua vara preta com gosto. Eles ficaram naquele "69" um tempão, até que ela gozou.

Ele nunca tinha feito uma mulher gozar na sua boca, e aquilo deixou seu pau duro feito ferro. Ela deitou em cima dele, a bucetinha engolindo gostosamente aquela toruba preta todinha.

Ele já tinha fodido com umas putinhas ali do bairro, mas sempre de pé, no fundo de alguma festa funk. Tinha pego umas putinhas bem gatas, mas aquela loirinha em cima dele, beijando sua boca, enquanto ele passava as mãos naquelas pernas deliciosas, não tinha comparação.

Gozou dentro dela, sem camisinha. Estavam fudidos se alguma coisa errada acontecesse, mas na hora nem lembraram.

Ela deitada ao lado dele, esgotada, beijou sua boca e punhetou devagar, como quem quisesse fazer o pau subir de novo, mas não queria fazer gozar.

- Você já fudeu um cuzinho? - perguntou ela.

- Não, não.

Ela foi por cima dele de novo, mas dessa vez chupou os dedos e passou na porta do cuzinho, antes de descer no pau dele. O cuzinho era um tanto apertado, mesmo ela já tendo dado o cuzinho para seu namorado diversas vezes, e ele se atrapalho um pouco, mas logo o pauzão preto se enterrou nela.

A visão daquela loirinha de olhos azuis, massageando seus próprios seios, enquanto subia e descia com o cú no seu pau, fez com que o negão gozasse como nunca tinha feito. Mesmo com a porra jorrando de seu rabo, ela continuou subindo e descendo, até que o pau amolecendo aos poucos escapasse de seu cuzinho.

Eles tomaram um banho rápido, e ela foi embora, sem prometer voltar.

O fato é que ele ainda comeu ela mais umas três vezes, até ela terminar a faculdade e ir fazer um estágio em outra cidade. Ele teve de se contentar com as putinhas de seu bairro daí por diante.

Mas nunca mais esqueceu aquela patricinha.

Comentários

26/06/2011 14:02:58
excelente conto, continue postando topicos do tipo.

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