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Contos Interraciais volume 4 - Cunhada loira

Autor: Narrador
Categoria: Heterossexual
Data: 08/07/2011 22:13:33
Última revisão: 29/07/2011 00:24:31
Nota 8.50
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Vou contar um caso que ocorreu comigo no carnaval de 2005. Já faz algum tempo, mas foi a única aventura extraconjugal que eu tive na vida.

Sou loira, casada, tenho 32 anos, olhos azuis, e um corpo bem gostoso. Tenho uma irmã 2 anos mais nova que é casada com um negão, e eles moram em outra cidade. Meu marido não gosta de ir muito até a casa deles, pois não gosta do meu cunhado. Mas no feriado de carnaval, ele deixou eu ir a casa de minha irmã. Fui para passar uma semana inteira com ela e sua família.

Cheguei lá na quinta pela manhã, e logo conheci um monte de gente que eram parentes de meu cunhado. Vários homens e muheres solteiros. Quase todos negros. Algumas das mulheres eram brancas, mostrando que a família do meu cunhado era chegada numa branquinha.

Todo mundo curtia muito o carnaval, e eu até me senti meio deslocada, mas o irmão de meu cunhado, fez de tudo para me agradar. Ele me fazia companhia o tempo todo, e combinamos de assitir ao FLA-FLU que seria no sábado de carnaval. Como o povo era chegado em uma bagunça, com música e dança, resolvemos ir até a casa dele para assistirmos a partida. Sou flamenguista doente, mas ele é vascaíno. Queria assistir ao jogo, apenas para me agradar, foi o que desconfiei. Junto com a gente, foi o Mauro, outro negão que era amigo do Cesar ( meu cunhado ), e era tricolor desesperado. Já no carro de Mauro, eu e Cesar fomos no banco de trás conversando, enquanto Mauro dirigia o carro.

Conversávamos muito, e uma hora o Mauro falou:

- Essa cunhada é uma beleza, hem, Cesar? Quem diria que iamos achar uma viciada em futebol em pleno carnaval?

- Isso é verdade. Essa é uma mulher e tanto. Por isso adoro essa minha cunhada.

Quando disse isso, Cesar me abraçou e deu um beijo no meu pescoço. Foi tudo sem nenhuma safadeza, mas aquilo me deixou arrepiada. Quatro dias de festa, cerveja e sem meu marido, me deixou com tesão incubado. E de tanto ver aquela mulherada se esfregando naqueles negros, me deu uma certa ponta de tesão.

Chegamos a casa, e começamos a assistir ao jogo. Bebiamos muito, e no intervalo, fui tomar um banho. Vesti uma camisola de seda, pois tencionava dormir ali mesmo, e não voltaria a festa. Mesmo sendo apenas cinco e tantas da tarde, já estava muito cansada. Mauro e Cesar, me deixaram assistindo ao segundo tempo, e foram tomar banho também, pois havia dois banheiros na casa.

De repente, os dois voltam para a sala nús como vieram ao mundo. Aquilo me assustou.

- Que é isso? Vocês esqueceram que eu tava aqui?

- Esquecemos nada, Carla. Só achei que você tava a fim de um pouco de diversão.

Cesar falava a sério, e eu percebei onde havia me metido, tinham vindo comigo apenas com o intuito de me comer.

- Espera, eu sou casada...

- Seu marido nem vai sonhar... - disse Cesar, já me pegando e tascando um beijo molhado na boca.

No primeiro momento fiquei sem ação, mas quando eles começaram a me beijar, passar as mãos em meu corpo, e roçar aquelas pirocas pretas duras em mim, perdi o controle.

Fiquei peladinha, e comecei a chupar aqueles negros. Eram duas belezas de cacetes, muito pretos e duros. Pensava no meu marido, lá em casa com nossa filha de sete anos, no que ele poderia pensar se soubesse o que eu estava fazendo.

Mauro e Cesar pareciam que já estavam acostumados a fuder uma mulher juntos, pois sabiam onde meter o pau, sem atrapalhar um ao outro. Certo momento, fiquei com os dois paus dentro da boca, as bolas batendo no meu queixo. Engasguei, e eles me deram um tempo.

Depois, me levaram ao quarto, e Mauro esfregou o pau em minha buceta que já estava molhada. Sentei em cima dele, enquanto mamava a vara de Cesar. Depois mudamos, e Mauro me enfiou na boca enquanto eu sentava no cacete negro de Cesar.

Ficamos assim até eu gozar feito louca. Nunca tinha feito todas aquelas coisas, nunca tinha traído meu marido, nunca tinha dado para dois, e nunca tinha dado para um negro. E logo de cara fazia as três coisas ao mesmo tempo.

Cesar passou a lamber meu cuzinho, enquanto Mauro me fodia a buceta. Desconfiei das intenções de Cesar, e prontamente me abri, para receber aquele negrão em meu cuzinho.

- Vai cunhadinha, se abre pro seu negão...

- Mete gostoso, Cesar. Me rasga.

Foi uma gozação daquelas, Mauro e Cesar jorraram porra ao mesmo tempo em meus dois buracos. Foi uma gritaria, que depois chegamos a rir de nós mesmos.

Corremos ao banheiro, lavar nossos corpos. O jogo terminou 2x2. Tomamos banho os três juntos, rindo e conversando sobre nossos corpos. Eles me elogiavam, pediam que eu deixasse meu marido e viesse pra cidade deles, que eles cuidariam até da minha filha. Eu disse que era tudo loucura.

- Sabe o que é loucura? - perguntou Mauro.

- Não.

- Ficar sem comer essa sua bundinha. Se o Cesar te fudeu, eu também quero.

Mauro e eu nos beijamos com tesão, e saímos do banho molhados e fomos para a cama. De quatro, fui chupada no cú por aquele negro safado. Cesar assistia a tudo já de cacete duro.

- Que mulher é essa, bicho? - perguntou ele.

Mauro meteu gostoso em meu cuzinho. Me chamava de loira gostosa, safada, apertadinha...

Cesar veio de joelhos na minha frente, batendo uma punheta, e me enfiando a rola preta na boca. Mauro não se aguentou e gozou dentro do meu cú, lambuzando tudo de novo. Cesar acabou gozando de repente e jogou porra na minha cara.

Fomos nós para outro banho.

Minha irmã ligou, querendo saber se voltaríamos a festa, mas eu iria ficar na casa de Cesar. Mauro foi embora, e eu e Cesar ficamos sozinhos.

- Então, Carla? Vai largar o corno, e vir morar por aqui.

- Nem a pau, seu louco. E para de falar dele assim. Vem cá e me dá um beijo, preto safado.

Nem preciso dizer que passei a noite toda na cama de Cesar. Fudemos muito e dormimos até de manhã. No domingo a tarde antes de ir embora, ainda bati uma punheta e paguei uma boquete para ele, em segredo, e voltei para minha cidade durante a noite.

Meu marido nunca soube o que houve, nem minha irmã. Hoje, Cesar está casado, e Mauro foi para portugal a trabalho.

Fico imaginando quantas portugas já se deliciaram naquele negro gostoso.

Até hoje guardo esse segredo. De quando uma esposa dedicada e feliz, se tornou puta na cama para dois negros deliciosos...

Comentários

08/07/2011 23:43:57
nossa q inveja..2 negros roludos..me add [email protected]

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