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002 - TAMARA - Levei pica na buceta pela primeira vez

Um conto erótico de Escritor Danyel
Categoria: Heterossexual
Data: 18/07/2011 00:27:32
Última revisão: 19/06/2012 02:06:46
Nota 8.75
Assuntos: Heterossexual, Sexo

Oi, sou Tâmara!

Hoje continuando a contar o desejo de minha pessoa por uma vara, uma pica bem gostosa eu vou contar como tudo começou, pois depois de ver meu pai meter sua picona grossa na buceta da nossa empregada, como relatei no inicio da nossa série, eu fiquei toda com vontades, minha buceta minava desejo.

Então a menina estava doida literalmente da buceta, comecei a ver os meninos da escola de outra forma, via antes do rosto dele a mala que vinha na frente do uniforme deles.

Nossa era desejável, a noite ao chegar em casa eu ficava peladinha com a xoxota delirando, deitava na minha cama e ficava massageando ela com meus dedos, era gostoso, delirante.

Nossa a menina de peitinhos delirantes, de biceta carnudinha e depiladinha já estava na hora de ser arrombada, da mesma forma que papai metia na vagabunda da Sandra.

Eu estava disposta a quebrar meu cabaço pra sempre e experimentar como era ser atolada por uma rola.

Foi desta forma que decidi dar moral para um garoto da minha sala, ele era muito mulherengo, e bem mais velho, ele tinha uns 25 anos, corpo malhado e um volume sustentável, sempre dava em cima de mim, mas eu como era a garota chatinha da sala dizia não, porem eu estava disposta a perder meu cabaço com ele.

Daí repaginei meu visual, meu papai roludo me deu dinheiro e a menina começou a provocar a sala.

Lembro-me do dia que fui toda embucetada, de saia curta, sapato alto, cabelo molhado e meu seios em destaque com um decote.

Todos da sala ficaram pasmos, os garotos e principalmente o gatinho maludo. Ele o garoto que iria me ensinar a dar, não fez de rogado, logo ficou me admirando, logo Pietro, este é o nome dele veio falar comigo.

Eu fui simpática demonstrando minha perna naquela saia justa, então desta forma eu estava louca, minha buceta coçava pela beleza e o corpaço de macho dele.

Via seus braços fortes, antes não admirados, sua coxa de macho e seu olhar de comedor gostoso, ele era o galã, o comedor das meninas da escola. E assim logo ficamos colegas.

Deste dia em diante comecei as dar moral pra ele e ele pegou o lance no ar, era todo simpático e nesse momento ficamos juntos.

Rolou um beijo no fundo da escola e ao o sentir pegar em mim, me tocar com aquela mão de macho logo me declinei.

Era delirante ser pegada por aquele macho, Pietro sabia o que queria e eu logo sabia o que agüentava.

Então em momentos, e passado dias de pegação, de beija-beija, de corpo a corpo e eu de xoxota delirante.

Eu estava pronta pra ser arrombada. E ele logo me levou em um quarto, em uma casa abandonada e em uma noite escura, onde falei para meu pai que tinha que fazer um trabalho da escola.

Marquei com o Pietro e ele me pegou de carro na esquina, eu toda desejável, de vontade de ser tragada.

Fomos para um quarto abandonado, e ao chegar tinha cerveja, comida e um lençol no chão.

Logo o beijei, e toquei em seu peitoral malhado, logo ele com suas mãos me tragaram ao chão, me beijava e me mostrava que ele sabia fazer gostoso, sentia em meu corpo sua pica grossa encostar-se a mim, sentia seus lábios e sua mão forte me seduzir.

Pietro o comedor da escola estava prestes a me estuprar de forma gostosa, logo ao chão sem menos ligar para a bebida e a comida ele me arranca a roupa, eu logo coloco a mão em seu mastro, mesmo por cima da calça.

Ele parecia ter uma bela pica, e eu já estava sem a parte de cima, com meus peitinhos que logo se desenvolvia sendo agora acariciado pelas mãos dele. Naquele chão, naquela casa abandonada e eu totalmente pelada.

Minha saia estava pra cima, e ele logo mamava minha tetinhas, logo tocava em minha perna e eu totalmente afobada tirava sua roupa, sua camiseta já não existia, seu corpo era meu, e minhas o deliciavam.

Logo ele então totalmente de cueca, mamando nas minhas tetas, ao chão, e eu logo fazia desejar, enfiava de forma afobada a mão dentro de sua cueca, aquela pica grossa saltava, a minha mão de puta o punhetava ao mesmo tempo em que eu delirava sendo sugado pelas tetas.

A menina de família classe alta, se tornava a putinha da casa abandonada... O homem, o Pietro abusava da minha inocência.

Eu gemia de desejo, ele abocanhava picos do peito, porem eu queria é a pica dele, queria é ser comida, atolada e fudida.

Então logo de saia erguida estava agora ao mesmo tempo em que me chupava eu sentia seus dedos me adentrarem, ele logo me acariciava, minha buceta era acariciada, eu gemia, desejava, gozava de vontade e de prazer, gemia como uma vadia sendo atolada por dedões.

Nossa, minha buceta ardia, mas era muito gostoso, ele fazia um vai e vem, e me beijava me acariciava e eu o acariciava pelo seu corpo malhado, logo então ele descia e sua língua atolava dentro da minha bucetinha virgem.

Nossa a menina tremia, ele era o macho comedor e dominador, o homem gostoso, ele sabia meter na inocente provocante do colégio.

Sua língua atolava nos lábios carnais da minha xoxota, eu o agarrava com força e forçava sua cabeça, onde o fazia ir e voltar com a língua.

Eu não sabia onde estava, gemia alto, não me importava com nada, apenas sentia a língua dele me fuder, logo ele me fazia gritar, ao mesmo tempo em que me dedava me chupava, a puta estava prestes a ser atolada, então ele se levantou, e para me apropriar da pica dele comecei a punheta-lo

Eu estava de joelhos naquele lençol, pronta pra ser atolada, ser comida, fudida. Ele então me levantou, me beijou gostosamente e colocou a pica entre minhas pernas, sentia aquela rola grossa e grande pulsando de quente. Logo ele me pegou no colo, me colocou no cão.

Logo com muito carinho ele se fazia homem, me beijava e calmamente fazia sua pica me atolar, sentia uma dorzinha gostosa, fazia-me de rogada, fazia-me de complicada.

A dor era muita, mas o desejo era maior, então Pietro se tornara o meu comedor. Ele atolou calmamente, pois estava toda ardida devido seus dedos, mas estava prestes a sentir a batida perfeita.

Sua pica parecia me arrombar, preencher o vazio de todo meu corpo, de toda minha entranhas.

Uma rola uma coisa grossa, um corpo malhado e um beijo doce, fazia de mim e menina a ser comida, logo eu estava toda atolada, toda aberta e em um vai e vem gostoso. Sentia a quentura da buceta ardente, sentia a rola grossa e grande me abusar, me fazer mulher, antes de ser garota.

Era eu sentindo minha virgindade ser aberta, arrombada, atolada, ao mesmo tempo que gostava do vai e vem de Pietro me lembrava da cena do papai metendo na empregada, mas ele, o Pietro era lindo, forte e fazia um vai e vem gostoso.

Em tempos. Em momentos ele então me fez gemer, sentir o tocar, o sugar de uma pica em fortes estocadas, ele aumentava a foda, fazia sua rola me abrir.

Ele era homem e então com sua força me colocou de quatro, naquele chão duro sentia por trás o que uma buceta sentia.

Ele parecia um comedor de xoxota. Eu de quatro, de cabeça baixa, gemendo e ele atrás de mim metendo com força. Segurava minhas ancas e sentia sua pica me deleitar. Meus peitinhos balançavam, meu corpo suava e eu gemia, gritava, delirava e sentia o que de fato uma pica fazia de bom.

Parecia que eu tomava uma injeção de rola, parecia que eu tomava um desejo, e logo sentia ele delirar de tanto gozar, nossa era algo gostoso, delirante e a puta se tornava aberta e toda gozada.

Minha buceta minava porra, meu corpo surpreendia em desejo e eu sentia em vida o que era uma gostosa torra de homem.

Nossa ele parecia mijar porra, e eu estava toda feliz, pois ao mesmo tempo em que era arrombada estava toda gozada, eu estava toda faceira de tanto ser aberta.

Minha perna doía e minhas entranhas estavam quentes de tanto vai e vem. Eu estava toda lambrecada de toda rola, de toda porra. E ele então me acariciava.

Eu o tocava, o sentia e via depois de tudo ele ser mais gostoso que antes, tinha uma pegada firme, me fazia carinho e logo me chamava de gostosa. Via aquela pica agora mole, mas mesmo assim linda.

Via seu músculo, seu peitoral, sua boca carnuda e seu olhar de homem, de comedor.

Então o que parecia ser apenas uma transa, uma noite, uma perda de cabaço se tornara desejável.

Dormíamos lá mesmo, e pela manha via eu onde estava. Em uma chácara, em uma casa abandonada da família dele, ele então de forma gostosa, preferia trepar na parte aberta e abandonada daquela chácara.

Pela manha, ele carinhosamente me fazia cafuné, logo me beijava e juntos fomos caminhando diante de um lago, e tomamos um gostoso banho regado de chupadas nas tetas e de pegadas em sua pica.

Um banho cheio de prazer, onde eu peladinha e ele com sua beleza novamente trepava em mim.

Ele metia embaixo dágua e novamente eu era comida, abusada e agüentava a pica ardente daquele homem, e daí em diante, aprendi a delicia de dar gostoso, eu me transformei em uma vadia a tal ponto de chegar a dar para meu próprio irmão.

Mas isto eu conto no nosso próximo capitulo...

#FIM

Autor: Danyel

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casadoescritor.blogspot.com

Comentários

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18/07/2011 23:38:49
Hey Tyago éssa Tamára è real Ou a Tamara è você escrito com tantan tesâo assim Só pode ser a mesma pessoa bemm escrito vou acompanhar éssa historia
18/07/2011 10:05:01
sensacioanl




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