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O Meu marido corrompeu-me 7

Autor: katrine
Categoria: Grupal
Data: 05/10/2011 19:19:21
Nota 10.00
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O Carlos foi de uma falta de delicadeza total, ficou todo excitado e queria fazer amor, lá o despachei com um " trabalho de mamas ",estou toda dorida e ele insiste no "jantar" de sábado, o pior é que não vejo maneira de me livrar, ele tem razão em relação ao Dr. Lacerda e a comissão é demasiado alta para a perdermos, porra estou a pensar como uma prostitua de luxo. Passei a sexta feira e o sábado sem fazer nada, o Carlos redimiu-se, encomendou as refeições, preparou-me relaxantes banhos de imersão, deu-me as massagens que tanto adoro e quando fiquei excitada deu-me um delicioso tratamento de língua, que me deixou consolada. Preparei-me para o jantar, como o Carlos dissera que os clientes não gostavam de prostitutas vesti-me de forma sexy, mas não demasiado provocante : roupa interior branca, blusa branca justa ao corpo mas não em demasia, decote suficientemente aberto para dar uma ideia do belo par de mamas mas sem exageros, fato executivo azul claro, saia travada, pelos joelhos e com pequena racha traseira .A noite começou com uma grata surpresa, á porta aguardava-nos uma luxuosa limusina, apanhámos os clientes no hotel, eram 2 negros altos e bem constituídos, o Carlos apresentou-mos como Sr. (Figueiredo o mais velho e imponente, devia rondar os 50 e media á vontadee Sr. Salomão ( o mais novo, por certo menos de 30 e um pouco mais baixo ) representantes de uma firma Angolana, que estavam cá a negócios, ao vê-los senti um calorzinho entre as pernas, deviam ter uns paus de respeito pensei. O jantar decorreu de forma admirável, os 2 Angolanos eram bons conversadores, tendo retirado o casaco para comer movimentava-me de forma a realçar as mamas, curvava-me para a frente na altura certa de forma a dar uma razoável visão do conteúdo do soutien. Os dois convidados mostraram vontade de ir a um bar " calmo e com música ambiente ", na limusina sentaram-se á nossa frente, não fechei o casaco e "acidentalmente " tinha-se aberto mais um botão da blusa, ao sentar-me como a saia era travada tive " obrigatoriamente " de a puxar um pouco para cima, deixando um pouco das coxas a ver-se. Era um bar sossegado com uma pequena pista de dança, o motorista tinha telefonado no caminho e tínhamos reservada uma mesa discreta. A conversa continuou animada, com mais um botão aberto quando eu me inclinava ligeiramente os dois tinham uma visão já muito ampla das minhas mamas, nisso o Telemóvel do Carlos tocou, ele pediu desculpa e saiu " para conseguir ouvir ", voltou passados minutos dizendo que tinha havido um problema com o sistema informático interno, não lhe parecia grave, mas ia verificar, pediu mil desculpas, fazia questão de não estragar a noite "fiquem á vontade...a Isabel é melhor anfitriã que eu...querida fica com o cartão de crédito da firma...", os dois clientes foram de uma simpatia extrema, compreendiam certamente e de certeza que eu seria excelente companhia, o Carlos cumprimentou-os e despediu-se de mim com um leve beijo nos lábios, corno manso por esta eu não esperava pensei eu. O champanhe foi correndo, o Figueiredo perguntou se me podia convidar para dançar, simulei uma hesitação e aceitei, tocava uma musica lenta dançada com os pares muito juntos, as minhas mamas esmagavam-se contra aquele peito musculado, a sua mão desceu lentamente da cintura, estava no meu rabo, como não protestei cravou-lhe os dedos, sentia um pau enorme espetar-se contra a minha barriga " sem ofensa permita que lhe diga que é uma linda mulher...o seu marido é um homem de sorte..." murmurou roucamente ao meu ouvido, os meus mamilos espetavam-se de excitação e a minha coninha começava a ficar húmida. Terminada a música fomos para a mesa, disfarcei a minha perturbação atrás do copo de champanhe, foi a vez do Salomão me convidar para dançar, fomos para a pista mais uma vez vi-me colada a um negro delicioso, mais atrevido que o colega agarrou o meu rabo com as duas mãos e puxou-me de encontro ao seu pau duro, eu passei-lhe os dois braços pelo pescoço e esmaguei as minhas mamas contra o seu peito, a sua boca apoderou-se da minha e a sua língua explorou-a profundamente, passado uns momentos interrompi o beijo " sou uma mulher casada..." murmurei com a voz a tremer, ele continuou a explorar o meu rabo com as mãos e colando a sua boca ao meu ouvido disse calmamente " não tenciono casar contigo branquela... só te quero foder..." e voltou a apossar-se da minha boca, entretanto tinha-me subido ligeiramente a saia e os seus dedos introduziram-se na racha e massajavam gostosamente, entreguei-me, as minha ancas acompanhavam o ritmo dos seus dedos e eu gemia baixinho. Levou-me para a mesa, enlaçava-me a cintura e a sua mão agarrava-me a mama, chegados junto do Figueiredo este puxou-me para o colo, beijámo-nos furiosamente, as sua mãos introduziram-se dentro da blusa e apalpava-me sem cerimónias " que ricas tetas putinha branca...vou-te arrebentar toda..." dizia-me entre beijos, o Salomão encobria-nos com o corpo, as suas mãos subiram a saia e os seus dedos encontraram caminho para a coninha ensopada " a ruivinha está toda molhada...quer levar surra de pica de preto..." a coisa estava a ficar descontrolada, iam foder-me ali mesmo, a custo separei-me deles " vou pagar e vamos para a limusina...continuamos lá a nossa conversa", paguei e fomos para o carro, através do intercomunicador ordenei ao motorista que desse umas voltas pela cidade, nessa altura já me tinham aberto totalmente a blusa e o Salomão procurava enrolar a saia na cintura, facilitei a tarefa sentando-me e levantando as pernas, rápidamente enrolou a saia, rasgou os colans e a calcinha deixando-me nua da cintura para baixo, o Figueiredo estava igualmente nu da cintura para baixo, arregalei os olhos " UAU !!! não pode ser real..." tinha perante mim um caralho descomunal, não pensara que tal fosse possível e ultimamente tenho visto muitos, pôs-se a meu lado e colocou-o á entrada da minha boca " chupa branquela..." agarrei-o com as mãos ( uma não o abrangia ) e comecei a lamber aquela cabeçorra, O Salomão abriu-me as pernas e penetrou-me até aos tomates " toma putona...toma chouriço preto..." enquanto me arrancava o soutien com um puxão, a sensação de prazer foi intensa "AGHH...AGHHH...todo...mete-o todo..." gritei á beira do orgasmo, começou a bombear rápidamente na minha cona, o Figueiredo retirou-me o pau das mãos e enfiou tudo o que pôde na minha garganta " cala-te e chupa putona...toma vara preta...isso puta...chupa...chupa..." era indescritível comecei a esporrar-me como uma cadela com cio, felizmente que os meus uivos eram abafados pelo pau descomunal que me preenchia e esticava a boca até aos limites, finalmente os dois vieram-se, nunca sentira tanta porra, o Figueiredo encheu a minha boca até transbordar e continuou com o pau duro a foder as minhas mamas enchendo-as a ela e toda a blusa de uma porra espessa, o Salomão lançava jorros quentes no meu útero, depois retirou a pica e veio-se por cima de mim, espalhando um liquido leitoso na minha barriga e saia. Fez-se silêncio, eu devia estar um espectáculo, com o corpo e as roupas cobertas de langonha, porra o motorista está a ouvir tudo pensei momentâneamente, mas eles voltaram á carga, o Figueiredo sentou-se e levantou-me como se fosse uma pena, começando a enterrar-me naquela coluna de carne " não...Figueiredo não...é muito grande...não aguento..." pedi, sentindo-me esticada até ao limite " cala-te puta...depois desta só gozas com dois ao mesmo tempo..." foi inútil, foi forçando lentamente até entrar tudo, então começou a descer-me e a erguer-me, a sensação de desconforto desapareceu " Aiii...Aiii...sim...sim...é bom...mete...mete tudo...fode...fode...depressa... mais depressa..." satisfez-me começou a chocalhar-me com rapidez, o Salomão colocou-se atrás de mim e agarrou-me as mamas. estimulando os mamilos, comecei a gemer cada vez mais alto, se súbito senti a enorme cabeça dum pau na entrada do meu cuzinho " o que é..." comecei a protestar, mas a boca do Figueiredo colou-se á minha, o caralho penetrou totalmente no meu cu "AGHHH....AIIIII...nãoooo..." gritei descontrolada, mas a dor passou rápidamente comecei a ter orgasmos ininterruptos, gritei, gemi e contorci-me de gozo " AGHHH...AGHHH...fodam-me...sim...mais...mais ...depressa...depressa...AGHHH....UGHHHH...AGHHH..." eles continuaram a foder-me no meio das maiores obscenidades " putona...vacarrona...grande cabrão e viado o teu marido...vamos rebentar-te putona...só voltas a gozar com cavalos...saco de porra de preto..." voltaram a esporrar-se dentro e por cima de mim, estava uma lástima. Mas ainda não tinha terminado " vira-te cadela..." disse o Figueiredo, forçando a minha cabeça para o banco " nunca comi cu de branca...é hoje..." aterrorizada tentei libertar-me " não Figueiredo...por favor não...é grande de mais..." segurou-me fácilmente, mericordiosamente foi introduzindo devagar, o pau e o cu estavam lubrificados de porra a dor era grande mas suportável " AGH...sim...que cuzinho apertado...AGHH...UGHH...arregaço-te toda..." dizia á medida que ia martelando as minhas pobres tripas, parecia que chegava ao meio da barriga, por sua vez o Salomão apresentou-me o caralho sujo de porra e de fezes " limpa putéfia branca...limpa vacarrona..." com arquejos de vómito lambi-o até estar totalmente limpo, de súbito o Figueiredo agarrou-me pelas mamas e começou a bombear brutalmente, os meus gritos deviam ouvir-se na rua, tive esperança que o motorista interviesse, mas o corno tinha-o instruído bem e a marcha do carro continuou imperturbável, veio-se com um urro impressionante, a porra transbordava e escorria pelas nádegas abaixo, virou-me com um safanão e enfiou-me o caralho na boca, continuando a lançar jactos de porra, o pau sabia a porra, sangue e feses, tal como o companheiro obrigou-me a limpá-lo até ao ultimo vestígio, quando me largou vomitei tudo o que tinha no estômago no chão da limusina " para o nosso hotel por favor..." falou o Salomão para o intercomunicador enquanto se vestiam, sem coragem de os olhar nos olhos fui-me limpando com os luxuosos guardanapos ali existentes, a roupa interior estava destruída, puxei a saia para baixo (notavam-se grandes manchas de porra ), abotoei a blusa e vesti o casaco, com ele fechado disfarçava. A limusina parou, para meu espanto despediram-se como cavalheiros, beijando-me a mão " Dª Isabel foi um prazer desfrutar do seu corpo...esperamos que tenha sido satisfatório para si..." fiquei estupefacta, ia dizer ao motorista para seguirmos para minha casa quando a divisória se abriu, fiquei siderada, sorridente ao lado do motorista estava o Carlos "parabéns querida...filme nota 10...e gozaste que nem uma doida...não digas que é mentira..." apeteceu-me cuspir-lhe na cara, o meu cu ia ficar aberto por umas semanas, tinha lambido a minha própria merda e ele com gracinhas. Chegados á casa eu nem lhe falei, mas o cabrão mandou-me para cima da cama, foi fácil levantar a saia e começar a lamber-me a cona, não resisti, só a ideia que o veado estava a lamber restos de porra dos negros excitou-me " lambe cabrão...porco...veado...lambe a porra de preto...lambe" insultava-o, cruzei as pernas atrás na sua nuca, a sua língua lambia a langonha, mordia-me suavemente o clítoris, o gozo veio rápidamente " AGHH...SIM...SIM...CABRÃO...VEADO...A TUA MULHER É PUTA DE PRETOS...aghhh...aghhh...ughhh..." fui gozando e amolecendo, estava morta, quase nem dei por ele montar as minhas tetas e masturbar-se entre elas, lembro-me vagamente de sentir a sua porra a correr entre as mamas e de o ouvir xingar " puta...vaca relachada...vais dar para todos os vagabundos da cidade...", só acordei ao meio dia do dia seguinte, os lábios da cona estavam inchados e nem me conseguia sentar com dores no cu.

Comentários

13/09/2013 05:11:33
Pelo que leio dos teus contos, és uma vaca de muita rotação. Serás uma dama na sociedade e uma vaca na cama e nos privados? Gostava de te testar. Sou [email protected] Sou bem "habilitado", mas não sou preto. Se não quiseres e tiveres amigas que gostem, entrem em contacto comigo. [email protected]
16/09/2012 08:35:35
PUTA,TESUDA E GOSTOSA...DELICIOSA .ADORO MACHOS MAS ATÉ abriria uma exessão para vc...
06/10/2011 00:12:24
bem... fantastico!!! confesso que ja nao consigo passar sem os seus contos!!! mal posso esperar pelo proximo!!! sao de uma sensualidade... impossivel nao ficar excitado com suas palavras!!! escreva rapidamente o proximo!!! a historia esta ficar cada vez mais excitante!!!! um beijinho do seu fa numero 1 bruno rocha do porto!! [email protected]

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